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Falcão e Soldado Invernal ganharão minissérie no Disney Play

Marvel Studios através do site Variety, anunciou que os personagens Falcão e Soldado Invernal, estrelarão uma série de até oito episódios para o serviço de streaming da Disney, mas que até o momento, não possuem data de lançamento.

A produção será comandada por Kevin Feige e terá os atores Anthony Mackie e Sebastian Stan  nos papeis principais, que também dão vida aos personagens na telona. De acordo com o veiculo de comunicação, Loki e Feiticeira Escarlate (que também terá o Visão como um dos protagonistas) ganharão em breve as suas minisséries. Especula-se que um show televisivo dos personagens Nick Fury e Gavião Arqueiro também estão em desenvolvimento.

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Soldado Invernal fez a sua estreia nos cinemas no ano de 2011 em Capitão América: O Soldado Invernal, protagonizado por Chris Evans. De lá para cá, o personagem apareceu em Capitão América 2: O Soldado Invernal, Capitão América: Guerra Civll, Pantera Negra e Vingadores: Guerra Infinita, sendo o último, a sua última participação nas telonas.

Já o Falcão, fez a sua estreia nas telonas em Capitão América 2: O Soldado Invernal e posteriormente, apareceu em Vingadores: A Era de UltronGuerra Civil e Guerra Infinita

Para futuras informações a respeito do serviço de streaming da Disney, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância.

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Não são apenas fantasmas que assombram uma família em A Maldição da Residência Hill

Produções sobre fantasmas ou demônios que perturbam o cotidiano de uma determinada família, se tornaram comum ao decorrer que Hollywood tenta evoluir mentalmente e espiritualmente, mas que infelizmente, acaba fracassando. Entretanto, mesmo com diversas obras que estão presas na mesmice, muitas produtoras procuram entregar algo realmente diferente para os seus consumidores, caso da provedora global de filmes e séries de televisão Netflix, visto que em 12 de Outubro do ano 2018, lançou em seu catálogo o seriado de terror A Maldição da Residência Hill, que mesmo com seus diversos defeitos, se sustenta com sua genialidade de contar história através do luto e assombrações fantasmagóricas.

O responsável pela história, é o cineasta Mike Flanagan, que dirige e produz o seriado ao lado da sua esposa e atriz Kate Siegel, na qual interpreta a personagem Theo, filha do meio do casal  Hugh (Henry Thomas/ Timothy Hutton) e Olivia Crain (Carla Gugino) . Flanagan, possui em seu currículo grandes películas, como Hush: A Morte Ouve; Ouija: A Origem do Mal e o vindouro Doctor Sleep. Isto é, ao observar o esforço do diretor em contar narrativas de terror, era de se esperar mais uma fábula de terror e drama que pudesse agradar todos aqueles que se simpatizam com os gêneros.

Sintetizando de maneira breve, Shirley, Theo, Nell, Luke  e Steven são cinco irmãos que cresceram na mansão Hill, a casa mal-assombrada mais famosa dos Estados Unidos. Agora adultos, eles retornam ao antigo lar e são forçados a confrontar os fantasmas do passado, após o suicídio da irmã mais nova.

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Desde o início até o seu final, o seriado é vendido como algo assustador que promete deixar os seus telespectadores sem dormir por noites… mas não é bem assim que as coisas funcionam. Óbvio que a fábula dará uma certa ênfase ao horror (que por sinal é excelente), mas o gênero é apenas uma linda cortina vermelha que esconde a verdadeira alma da produção: o drama. É ele o elemento predominante na maior parte dos episódios, criando uma atmosfera aterrorizante no meio de uma família transtornada por lembranças apavorizantes que assolam seus cotidianos mesmo depois de adultos. Ou seja,  A Maldição da Residência Hill é um show televisivo sobre luto familiar, e não sobre assombrações.

Dissertando sobre parentela, os irmãos Shirley (Elizabeth Reaser/Lulu Wilson), Theo (Kate Siegel/Mckenna Grace), Nell (Victoria Pedretti/Violet McGraw), Luke (Oliver Jackson-Cohen/Julian Hilliard) e Steven (Michiel Huisman/Paxton Singleton) são os verdadeiros heróis um do outro, se ajudando em momentos ápices e nunca desistindo de aquilo que os intriga desde a infância. Mesmo seguindo rumos diferentes, cada irmão tem um destaque especial dentro da produção, evidenciando o potencial de cada um sem que ultrapassem o tempo de tela um do outro. Elemento importantíssimo que foi moldado com cuidado pelos seus indenizadores. Hugh (Henry Thomas/ Timothy Hutton) e Olivia Crain (Carla Gugino) quando o assunto se trata de bons personagens, já que suas atitudes depressivas ao lado de seus filhos, é que carregam o conto nas costas.

Já os fantasmas, servem mais como uma ponte entre o passado e presente. Seus objetivos não são apenas assustar ou possuir algum morador da residência, não; as verdadeiras motivações das assombrações vão além daquilo que qualquer outra produção do ramo já explorou. Ponto positivo.

Uma dica, preste muita atenção nos cenários, pois existem inúmeros espíritos como easter eggs que ficam observando o cotidiano dos Crain. Elemento não muito importante para a história, mas uma ideia assustadoramente genial.

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O excesso de mistérios não chegam a ser um defeito, mas um, pequeno incomodo. Os enigmas em si que são jogados ao decorrer da fábula, são geniais e as suas resoluções, mais extraordinárias possíveis, mas se Mike pensasse em tratar as charadas com mais delicadeza e ponderasse suas análises numéricas a respeito dos quebra-cabeças, o fator seria mais impressionante do que já é.

Uma condição técnica que é de se chamar bastante atenção, é a sua fotografia escura, na qual afunda a mente de quem está assistindo nas trevas da noite que assombram o território Hill.

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Seu final é lindo e emocionante, mas muito incoerente com que o seriado estava querendo trazer desde o seu anúncio pela Netflix. Ele é muito rápido e não poupa com que o espectador se esqueça facilmente do que foi visto, mesmo que um lindo discurso seja feito por um dos personagens. Entretanto, é se se confessar que o desfecho desse primeiro ano foge do convencional visto em outras séries e filmes,

 Finalizando, A Maldição da Residência Hill é encantador, deslumbraste e tenebrosamente dramática. Sem sombras de dúvidas, merece atenção daqueles que amam histórias de terror ao mesmo tempo que procuram assistir algo que se distancie do gênero, mas sem que o mesmo perde a sua áurea.

   Espero que tenham gostado, até a próxima e lembrem-se, os fantasmas são culpa, segredos arrependimentos e fracassos.

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Séries

Grandes vilões do Flash vão voltar para o centésimo episódio da série

O capítulo de número 100 da série Flash vai acontecer antes do crossover Elseworlds, e promete ser uma grande aventura para o velocista escarlate.

Segundo o site Comicbookmovie, durante a MCM London Comic-Con, neste final de semana, Tony Todd, que fez a voz de Zoom na segunda temporada do seriado, disse que ele gravou novos diálogos para o capítulo especial.

Todd também falou que outros velocistas rivais do herói como o Flash Reverso e o Savitar vão aparecer, prometendo que todos eles vão atrás de um pedacinho do Barry.

Legião do Mal é destaque.

O ator Tom Cavanagh (Harrison Wells) será o diretor do episódio 100 de Flash.

A presença do vilão da quinta temporada, Cicada, está confirmada.

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Cinema

O Mestre dos Oceanos dá as caras em novo comercial de Aquaman

Um novo comercial de Aquaman foi divulgado, mostrando pela primeira vez, Orm trajado como o Mestre dos Oceanos. Confira a prévia:

https://www.youtube.com/watch?v=8hYoke1FPb0&t=64s

“Da Warner Bros. Pictures e do diretor James Wan, chega a aventura que expande o vasto e visualmente incrível mundo subaquático dos sete mares: Aquaman, com Jason Momoa no papel-título.  O filme revela a história de origem do meio-humano, meio-atlante Arthur Curry, e o leva para a jornada de sua vida – que não apenas vai forçá-lo a encarar quem ele realmente é, mas descobrir se ele é digno de quem nasceu para ser… um rei”.

Aquaman chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de dezembro.

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Séries

Confira abertura de O Mundo Sombrio de Sabrina com o traço das HQs

A Netflix divulgou a abertura de O Mundo Sombrio de Sabrina. Confira.

O Mundo Sombrio de Sabrina tem no seu elenco: Richard Coyle, Lucy Davis, Tati Gabrielle, Michelle Gome, Ross Lynch, Miranda Otto, Chance Perdomo, Bronson Pinchot, Kiernan Shipka, Jaz Sinclair e Lachlan Watson.

A primeira temporada estreia no dia 26 de outubro.

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Cinema

Conheça os atores que serão Bruce Wayne e Alfred em Joker

Warner Bros. Entertainment em parceria com DC Comics, anunciaram através do site Comic Book que os atores Dante Pereira-Olson e Douglas Hodge, interpretarão respectivamente Bruce Wayne e Alfred em Joker, protagonizado por Joaquin Phoenix.

Dante Pereira-Olson é um ator mirim que já participou de grandes produções, como Happy!, Jessica Jones e Você Nunca Esteve Aqui, com Joaquin no papel principal. Já Douglas Hodge é mais conhecido pelas produções Operação Red Sparrow, Diamond Skulls e Penny Dreadful.

Com uma pegada mais adulta, Joker contará a origem do icônico vilão do Batman através de uma narrativa mais humana e menos fantasiosa. Vale ressaltar, que a produção será desvinculada com o Multiverse of DC e que até o momento, nenhum herói da DC Comics aparecerá na história.

Joker estreia em 4 de Outubro do ano que vem em todos os cinemas do país.

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Cinema

Mulher-Maravilha 1984 é adiado para 2020

A atriz Gal Gadot anunciou através de seu Instagram oficial, que o filme Mulher-Maravilha 1984 foi adiado para o dia 5 de Junho de 2020. Originalmente, a produção estava prevista para chegar aos cinemas em 1 de Novembro de 2019.

Tanto a atriz, quanto a Warner não explicaram o adiamento do longa. Portanto, no ano que vem estreará apenas Shazam! em Abril, e Joker no mês de Outubro. Até o momento, apenas Aves de Rapina e a segunda película da amazona estão previstas para chegar em 2020. 


Nesse novo filme, Diana enfrentará uma  ameaça inédita tão assustadora como Ares, o vilão da primeira película. Chris Pine, Pedro PascalKristen Wiig compõem o elenco de personagens secundários.

Para futuras informações a respeito de Mulher-Maravilha 1984, fique ligado(a) aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Confira a primeira imagem do Bane em Gotham

A EW liberou a primeira imagem oficial do ator  Shane West (A Liga Extraordinária, Salem) trajado como Bane nas gravações dos últimos episódios de Gotham, que terá 10 episódios com estreia prevista para 2019 nos Estados Unidos.

Nos quadrinhos, o personagem foi criado por Chuck Dixon, Doug Moench e Graham Nolan e fez a sua primeira aparição em Batman: Vengeance of Bane #1. A origem do vilão é uma das mais interessantes da galeria de inimigos do Homem Morcego. Após pegar prisão perpétua por crimes cometidos pelo seu pai, os administradores da cadeia percebem que Bane possui uma resistência fora do comum, foçando-o a participar de um experimento no qual havia matado todas as cobaias anteriores. Como resultado, o antagonista do Batman adquire força sobre humana sendo um dos oponentes mais poderosos do cavaleiro das trevas.

 

Gotham teve início em Setembro de 2014 e mostram os primeiros dias de James Gordon como comissário da cidade com o intuito de combater a corrupção. Gordon tenta fazer a diferença e começa investigando o assassinato de Thomas e Martha Wayne, cujas mortes deixaram órfão seu filho, Bruce.

Para futuras informações a respeito de Gotham, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância!

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Séries

Após duas temporadas, Netflix cancela Luke Cage

A Marvel Television em parceria com a Netflix, anunciou o cancelamento da série do Luke Cage após apenas duas temporadas lançadas. Protagonizado por Mike Colter, o vigilante foi um dos protagonistas do seriado Os Defensores, que conta com os personagens Demolidor, Luke Cage, Jessica Jones e Punho de Ferro em seu elenco principal.

Ainda não se sabe se o show televisivo continuará na ativa através do Disney Play ou se nunca mais verá a luz do dia. “Infelizmente Luke Cage não vai retornar para uma terceira temporada”, disse o comunicado oficial.

 

As séries da Netflix tiveram início em 2015 com a estreia de Demolidor vivido por Charlie Cox. Após o seu sucesso, o serviço de streaming começou a produzir mais seriados com temas adultos dentro do MCU, que são: Jessica Jones, Luke Cage, Os Defensores e Justiceiro. Especula-se que o estúdio possa produzir mais séries para maiores baseadas em super-heróis da Casa das Ideias, incluindo do Cavaleiro da Lua, que originalmente, estaria presente na segunda temporada de Punho de Ferro.
 
A segunda temporada de Luke Cage já está disponível na Netflix.
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Gameplay Games

Review | Call of Duty: Black Ops 4

Mais um ano, mais um Call of Duty chega às lojas. Seguindo a já tradicional troca de franquias, a série Black Ops chega em seu quarto título, trazendo como novidade, o famigerado Battle Royale. Desenvolvido novamente pela Treyarch, Call of Duty: Black Ops 4 foi lançado no último dia 12 de outubro. Mas será que vale a pena?

Sai o Modo Campanha, entra o Battle Royale

Vamos começar pelo que todo mundo quer saber: o modo Blackout, presta?

Muitos torceram o nariz quando disseram que Black Ops 4 não teria a presença de um Modo Campanha, como todos os jogos anteriores. E quando anunciaram que o jogo teria um Modo Battle Royale, a comunidade se revoltou. Mas parece que isso não se reverteu nas vendas, afinal, Call of Duty: Black Ops 4 faturou mais de U$500 milhões em seu primeiro final de semana.

O estouro de PlayerUnknown’s Battlegrounds, seguido pela explosão de popularidade de Fortnite, fizeram com que o gênero Battle Royale se tornasse uma febre entre os gamers e desenvolvedoras, todo mundo quer um Battle Royale em seu jogo, ainda que grande parte do público não suporte ver jogos do tipo fazendo sucesso.

O Mapa de Blackout.

O modo Blackout traz um gigantesco mapa, que reúne lugares conhecidos da série Black Ops em um só lugar. Como a maioria dos jogos desse estilo, o mapa traz suporte para até 100 jogadores, quando o servidor decide funcionar, e ganha quem sobreviver por último. Caso tenha jogado PUBG, o esquema é o mesmo. O jogador deve catar armas, miras, grips, granadas, coletes, entre outros. Todos os itens são encontrados por todo o mapa e o player deve escolher as melhores configurações para a sua arma. Há opções de partidas Solo, Duo e em Squad de até 4 pessoas.

No entanto, apesar dos mapas aguentarem até 100 pessoas, raramente, pelo menos nessa semana inicial do jogo, as partidas serão preenchidas com a total quantidade. Ao que parece, mesmo que muita gente esteja jogando Black Ops 4, a maioria das pessoas decidiram partir para os outros modos de jogo. Parece que Blackout ainda não caiu no gosto dos fãs de Call of Duty.

Mas o que faz Blackout se destacar no meio de todos esses jogos do mesmo gênero que surgiram recentemente?

A resposta é simples: é Call of Duty.

É praticamente o mesmo jogo, somente aperfeiçoado com a jogabilidade de um Battle Royale, tudo o que você conhece na franquia, está presente aqui. Os gráficos do modo Blackout são bem inferiores aos dos demais modos do jogo, provavelmente para que a visão dos jogadores fique mais “embaçada”, e causar uma imersão maior. Mas isso é um achismo meu.

Os modos Multiplayer são os já conhecidos pelos fãs da franquia, Free For All, Team Deathmatch, Heist, entre outros. Não tem muito o que falar sobre eles, tirando o fato de que a cura automática não está mais presente, agora temos um botão específico para ele, e também não há Jetpacks ou andar pela parede. Há 10 tipos de especialistas, cada um possuindo uma habilidade especial. Escolha aquele que te agrade e que possa ajudar a sua equipe.

Os jogadores casuais não irão ligar tanto para a parte de customização de Classes e Scorestreaks, mas aqueles que já estão acostumados com a franquia, podem esperar um prato cheio.

Também temos a possibilidade de jogar em splitscreen, algo que não havia sido anunciado anteriormente e só foi descoberto no dia do lançamento.

O modo Zombies também está de volta, completando 10 anos de existência, e agora com uma estética diferenciada, trazendo uma espécie de Gladiadores Romanos, e talvez seja o que mais se assemelha a um modo Campanha em Black Ops 4, tendo uma lore em volta dele. Há três tipos de jogos disponíveis até o momento: IX, Voyage of Despair e Blood of the Dead. Se você procura uma diversão, Zombies é para você.

Falando novamente do Modo Campanha, a falta do mesmo é um buraco que Blackout não conseguiu preencher. Apesar de não possuírem uma história tão inspiradora, ela chamava novos jogadores, ao utilizar atores conhecidos do público em geral, e era uma opção para aquele jogador que não possui vontade de jogar online.

A jogabilidade em Call of Duty: Black Ops 4 em um modo geral, não apresenta tanta diferença se comparada aos seus antecessores, tirando alguns detalhes já citados acima. É algo bom, mas ao mesmo tempo ruim, pois dá um sinal de comodidade, ainda que Blackout tenha vindo para dar um novo ar a franquia.

VEREDITO:

Apesar de Blackout ser uma ótima adição à franquia, ele não consegue suprir a necessidade de um Modo Campanha, ainda mais quando se tem um jogo que custa tão caro no Brasil. Se eu tivesse que sugerir algo, seria que, o modo deveria ser de graça. Ou quem sabe, um jogo separado. Para os fãs de Multiplayer, onde a Activision realmente quer se focar agora, Call of Duty: Black Ops 4, é um prato cheio.

NOTA: 8.5

A análise foi feita a partir de uma versão do PlayStation 4, e agradeço a Activision pelo envio do código. Call of Duty: Black Ops 4 também está disponível para Xbox One e PC (via Battle.Net).