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Detective Comics Quadrinhos

Quem são os Intrusos de Adrian Tomine?

Somente após quase 25 anos do início da carreira de Adrian Tomine os leitores brasileiros recebem uma de suas obras em formato integral. Antes desta publicação da Nemo, apenas uma história curta do autor havia sido publicado em Comic Book – O Novo Quadrinho Norte-Americano pela Conrad em 1999.

Intrusos, como em quase todos os álbuns anteriores do autor, é um coletânea de contos do cotidiano. Experimentando várias formas de narrativa, temos ao todo seis histórias e cada uma com sua particularidade. Tomine transita entre um capítulo e outro a ponto de não parecer ser o mesmo autor, com desenhos de personagens mais simples à mais trabalhados e até cenários com nenhum personagem. Seu traço vai se adaptando ao conteúdo de cada história e não o contrário.

Logo de cara, temos Breve Histórico da Arte Conhecida como “Hortiscultura”, uma narrativa em tiras similares às de jornal. Sempre na sequência de seis tiras em preto e branco e uma colorida (esta representando a “tira de domingo”) temos a busca de um jardineiro que tenta ser artista com esculturas de plantas, mas que se frusta pela não percepção das pessoas em relação à arte que, para ele, ali contém. Em um traço da escola   linha clara, este é o conto mais simples e direto, como uma introdução leve do que estaria por vir.

O teor já muda logo em Amber Sweet, onde a vida de uma estudante muda por ser parecida com uma atriz pornô. Com falta de respeito costumeira em situações nessa questão, homens começam a abordá-la com propostas e adjetivos que não a agradam. Por se sentirem no direito de serem o que na verdade não deveriam, suas atitudes fazem a vítima obrigada a mudar de vida em definitivo. Temos aqui o melhor conto entre os seis.

Em Vamos, Owls um relacionamento conturbado de um casal é unido basicamente pela torcida por um time de baseball. O fanatismo toma conta de todas as atividades que cercam sua vida medíocre em um apartamento pequeno, sujo e pouco mobiliado. As drogas e conversas rasas escondem segredos entre os companheiros. Na mais longa história da publicação, temos uma tradução duvidosa relacionada aos termos usados para algumas jogadas no baseball. No Brasil, temos jogos de baseball transmitidos em TV à cabo e sites que noticiam o esporte. Vale a pena consultar esses meios de informação pois vários dos termos mais apropriados para serem usados na história podem ser encontrados lá. Observem a página a seguir:

Vamos comparar com o texto original de cada quadro em específico:

Quadro 3

Na tradução, o “corredor na boca” conhecemos como “corredor para anotar”. No caso, anotar corrida, que é a pontuação do jogo quando se percorre as 4 bases. Por isso mesmo está no texto original “runners in scoring position” para representá-lo. Sua porcentagem nessa situação é .220 ou 22% de aproveitamento. Ou seja: O jogador não rebate bem quando seus companheiros estão em posição de anotar pontos.

 

 

Quadro 4

O “rebatedor certinho” da versão brasileira refere-se ao clean-up hitter da versão original, no Brasil chamado de quarto rebatedor. No jogo, o quarto rebatedor é geralmente um jogador com maior aproveitamento em rebatidas, pois assim tem chances maiores de impulsionar movimentações de base ou até fazer os três rebatedores anteriores a ele anotarem corrida e assim chegarem ao home plate. Por isso “clean-up” uma vez que os jogadores, assim que anotam corrida, saem de suas bases ocupadas, as deixando limpas. Ainda no texto de Tomine, o personagem inclusive reclama que seu quarto rebatedor produz apenas solo shots. São os chamados home runs solos, que marcam apenas um ponto na jogada, quando poderia marcar de dois até quatro pontos de uma vez só se todas as bases estivessem ocupadas e/ou sua rebatida fosse melhor na oportunidade.

Quadro 5

Por isso mesmo no quadro seguinte o texto original diz “We need him driving in runs in key situations” ou seja: Impulsionando corridas quando for a hora certa. No quadro anterior da versão traduzida, é mais apropriado usar o termo joga ao invés de toca ao se referir a uma rebatida. Porque “tocar” mais tem a ver com uma jogada entre companheiros de equipe, e uma rebatida é feita em virtude de um arremesso, sendo o arremessador sempre um jogador rival ao rebatedor quando é a vez do seu time passar pelo bastão.

Quadro 6

O “rebate 9” na verdade é conhecido no Brasil como nono batedor, que pode ser um rebatedor designado ou próprio arremessador do time, dependendo das regras implantadas na liga onde a partida é realizada. Arremessadores são treinados na base apenas para lançamentos e raramente para rebatidas, por isso mesmo quando um arremessador vai ao bastão pouca coisa produtiva acontece no jogo. Assim, algumas ligas adotam a figura do rebatedor designado,  um jogador que não atua na defesa e aparece apenas para rebater. Por isso vários rebatedores designados não apresentam forma física costumeira para atletas, como é o caso de David Ortiz:

Por mais que o esporte não seja tão popular no nosso país como outros, os termos usados em nossa imprensa podem sim serem entendidos por outros públicos, mesmo que sejam necessários eventualmente breves textos de rodapé, como já tanto vimos em outras HQs.

Triunfo e Tragédia e Intrusos são óbvios tributos a Chris Ware e Yoshihiro Tatsumi. Ambas seguem, além do traço, uma velocidade narrativa muito característica dos autores. Triunfo e Tragédia esmiuça o drama de uma garota que luta para ser comediante stand-up enquanto vive um drama familiar que, inteligentemente regido pelo autor, não é abertamente divulgado.

Em Intrusos, temos a HQ mais underground e de traço mais suja de todas aqui presentes. O protagonista ilegalmente visita um imóvel onde lá teve uma história e isso resulta em consequências sérias. Tatsumi já é um autor que pouco se encaixa no mangá tradicional; Tomine propositalmente não se encaixa em estilo algum ao mesmo tempo que poderia se sentir à vontade em todos.

No fim, os intrusos somos nós leitores, que observamos sem permissão a intimidade de todos os personagens dessa HQ. Os personagens também são intrusos na vida de outros ali presentes, sejam eles protagonistas ou coadjuvantes. Por isso mesmo nosso título da coletânea também é esse e não Killing and Dying como na publicação da canadense Drawn and Quaterly. O termo original é específico à quando comediantes de stand-up estão se saindo bem (killing) ou mal (dying) este último também associado a outro acontecimento na história. Por isso, assim como na Alemanha, Espanha e França.

A edição da Nemo segue os padrões adotados pela editora em formato, papel off-set capa cartonada com orelhas. Apesar de diferente da edição original, nada atrapalha na proposta dos contos. Mesmo sendo sua obra mais recente e aleatória, Intrusos é um bom pontapé inicial para conferir as ideias de Tomine, que desesperadamente precisa de mais títulos por aqui. Shortcomings, Sleepwalk e principalmente Summer Blonde são ótimas pedidas.

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Cinema

Longe de Casa arrecada US$ 1 bilhão e se torna o filme mais lucrativo do herói

O Hollywood Reporter anunciou que o filme Homem-Aranha: Longe de Casa arrecadou US$ 1 bilhão ao redor do mundo, sendo o filme mais lucrativo do herói.

Antes de Longe de Casa, Homem-Aranha 3 era o filme do amigão da vizinhança que mais arrecadou em sua bilheteria, acumulando uma bagatela de US$ 890 milhões.

Com isso, os três filmes da Marvel Studios lançados nesse ano, somam as suas bilheterias com mais ou o equivalente a US$ 1 bilhão. Lembrando que apesar de ser produzido pela empresa comandada por Kevin Feige, o longa-metragem faz parte do calendário da Sony Pictures.

Peter Parker e seus amigos viajam para a Europa nas férias de verão. Entretanto, os amigos mal poderão descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente.

Homem-Aranha: Longe de Casa já está em cartaz em todos os cinemas brasileiros.

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Séries

Amazon Prime lança o eletrizante trailer final da série The Boys

A Amazon divulgou um novo trailer do seu seriado The Boys, o último antes de sua estreia. Confira.

The Boys tem no seu elenco: Karl Urban, Chace Crawford, Karen Fukuhara, Jennifer Esposito, Dominique McElligott, Nathan Mitchell, Erin Moriarty, Jack Quaid, e Elisabeth Shue.

A primeira temporada estreia no dia 26 de julho.

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Séries

Tom Welling e Lynda Carter estão em negociação para a Crise nas Infinitas Terras

Segundo informações do Cosmic Book News, os atores Tom Welling (Smallville) e Lynda Carter (Supergirl) estão em negociação para participarem do crossover do Arrowverso.

Na Crise nas Infinitas Terras, eles reprisariam seus papéis de Clark Kent e Mulher-Maravilha (dos anos 1970), como versões de outras Terras do Multiverso.

A Crise nas Infinitas Terras vai envolver as séries Batwoman, Flash, Supergirl, Legends of Tomorrow e Arrow.

O crossover terá 5 episódios com datas ainda a serem divulgadas pela CW.

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Séries

Burt Ward será o Robin na Crise nas Infinitas Terras

Segundo informações do Cosmic Book News, o ator Burt Ward vai participar do crossover do Arrowverso.

Na Crise nas Infinitas Terras, ele será o Robin, da Terra do Batman de 1966, uma das Terras do Multiverso. Lá, o morcego de Gotham está morto, como Adam West faleceu em 2017. Haverá uma homenagem ao ator.

A Crise nas Infinitas Terras vai envolver as séries Batwoman, Flash, Supergirl, Legends of Tomorrow e Arrow.

O crossover terá 5 episódios com datas ainda a serem divulgadas pela CW.

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Gameplay Games

O que realmente aprendemos com Detroit Become Human?

Apesar de passar um tempo já desde que foi lançado, Detroit Become Human, jogo de aventura exclusivo para Playstation 4, nos trás diversos questionamentos sobre como procedemos e como a humanidade geralmente procede quando vê ou convive com algo diferente do que está acostumado.

O jogo nos coloca em um futuro distópico, mais precisamente no ano de 2038, quando humanos criaram uma nova raça por meio de uma Inteligência Artificial bastante obediente e programados para realizar tarefas específicas como: carregar peso, fazer faxina, dar prazer, cuidar de crianças e muitos outros trabalhos. Essa sinopse, à primeira vista, pode parecer um clichê de ficção científica, mas Detroit nos faz pensar… pensar não somente no que pode vir a acontecer, mas sim no que já aconteceu e no que acontece no mundo hoje.

Nosso texto hoje vai destoar um pouco do conteúdo produzido aqui. Não trataremos do gameplay de um jogo, não falaremos sobre jogabilidade ou gráficos (Que dão um show visual à parte, inclusive). Nosso objetivo hoje é refletir a mensagem que tudo isso nos traz, é tentar responder a pergunta do título “O que será que realmente conseguimos aprender ao jogar Detroit Become Human?”

[ESSE TEXTO FOI ESCRITO COM BASE NO GAMEPLAY E NA EXPERIÊNCIA ADQUIRIDA PELAS ESCOLHAS QUE O AUTOR FEZ DURANTE O JOGO]

Depois de um início turbulento e complexo, onde uma vida fica em nossas mãos, encontramos de forma bem peculiar (lendo revistas e observando as ruas) uma crise econômica, vemos diversos mendigos culpando os androides pela sua pobreza, por estarem desenvolvendo atividades e os substituindo dentro do mercado de trabalho. Não entrando nesse mérito, porque sempre existirá exceções, mas os “substitutos” estavam realizando trabalhos que “ninguém” (foco nas aspas) gostaria de realizar, trabalho doméstico, braçal e afins.

Loja de Androides

O início do ódio à nova raça se tem por questões econômicas mas se agrava à medida que eles começam a sair do seu programa (se tornando Divergentes), não inicialmente porque a população têm medo das máquinas os fazerem algum mal, mas principalmente porque seus escravos estavam se libertando. A sensação de domínio sobre outra forma de vida estava se esvaindo mais uma vez, dois séculos depois.

O contexto da escravidão se torna mais explícito pelas reivindicações (dependendo do caminho tomando pelo jogador) feitas pelos androides como: direito ao voto, direitos iguais, a própria frase dizendo que não são mais escravos. O assunto é tratado também principalmente em um momento da história onde uma personagem chamada Rose, mulher e negra, diz que ajuda os androides porque os ancestrais dela sofreram algo parecido a um tempo atrás.

Algo bastante triste de se ver, e que realmente retrata mais da realidade do que podemos perceber é que mesmo escolhendo um caminho mais pacífico, sem uso de violência alguma, os humanos ainda matam muitos androides, deixando qualquer um tentado a agir com agressividade.

A imersão do jogo chega a ser assustadora pois quando o jogador é tocado pelo contexto, acaba ficando com medo das decisões que vai tomar, fazendo com que haja realmente uma ligação entre o personagem e quem está atrás do controle.

Havia falado acima sobre as revistas, essas ajudam bastante e são indispensáveis para entender o contexto mundial sobre a inserção dos androides em outros ramos (Como esportes por exemplo) e para saber do avanço da tecnologia dentro do mundo de Detroit.

Observando os acontecimentos, comecei a fazer questionamentos:  Já perceberam que sempre quando há povos diferentes em filmes ou qualquer conteúdo assistido ou jogado, sempre ficamos “do lado” oposto ao do ser humano? Podemos dizer que pensamos assim porque o filme ou o jogo nos influenciam a escolher tal lado. Mas se formos olhar novamente o que o ser humano faz ali, concordam que não é nada mais que um reflexo da realidade? Que isso realmente acontece no mundo real?

Isso fica mais estranho ainda quando pensamos se algo parecido acontecesse no mundo real, já que eu ou você seriamos um ser humano naquela situação. Quando nos colocamos no lugar dos seres humanos do jogo sabemos que eles não tinham as informações do que realmente acontecia, estavam confusos e com medo, mas é certo atacar sem ao menos dialogar ou buscar um meio de entender o lado dos androides? Entender tudo o que estava acontecendo?

Dependendo do caminho escolhido, podemos ver características do holocausto com os andróides também, que são levados para campos de concentração por medo, obrigados a retirar suas roupas, mostrar o seu esqueleto de máquina (lembrando bastante os judeus com a cabeça raspada) e irem à câmaras de desligamento, sabendo que dali não sairão nunca mais.

Personagem Kara, no campo de concentração.

Sei que muitos não gostam de falar sobre as minorias, mas acredito que apesar de todas as outras críticas esse é o foco do jogo, mostrar quem são os androides do nosso mundo atual, se me permitem fazer tal comparação, é claro. Por um momento os androides foram Judeus, foram escravos e hoje são os negros, os homossexuais, e todos, absolutamente todos que são julgados por apenas escolherem ser quem são.

Detroit Become Human, não é um jogo somente de ficção científica, é um jogo sobre preconceito e nos mostra todos os caminhos que ele pode nos levar.

 

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Cinema

SDCC 2019 | Divulgada a primeira imagem oficial do Treinador, vilão de Viúva Negra

Na SDCC 2019, a Marvel Studios divulgou a primeira arte oficial de de Viúva Negra, mostrando o confronto entre Natasha Romanoff e o Treinador (Taskmaster), vilão do filme.

A ilustração foi feita pelo artista Andy Park. Confira.

Viúva Negra tem no seu elenco: Scarlett Johansson, David Harbour, Florence Pugh, O-T Fagbenle, e Rachel Weisz.

A direção é de Cate Shortland. O filme chega aos cinemas no dia 1 de maio de 2020.

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Quadrinhos

SDCC 2019 | Confira tudo o que rolou no painel de DC Black Label

Voltado para leitores mais maduros, o selo DC Black Label marcou presença na SDCC 2019. Hoje, roteiristas e artistas se reuniram para falar sobre a nova vertente. Assim como anunciaram novidades e prévias das edições. Confira tudo o que rolou no painel:

O editor Matt Doyle subiu ao palco, mais tarde juntaram-se a ele: John Romita Jr, Jeff Lemire, Scott Snyder, Greg Capullo e Kami Garcia.

“É uma chance de contar histórias fora do mainstream.” – disse Doyle sobre o selo.

Snyder falou a respeito sobre Batman: The Last Knight On Earth:

“Eu comecei a pensar sobre a história enquanto eu escrevia Ano Zero.” – ele lembrou do conselho dado por Grant Morrison sobre a última história do personagem ser sobre sua morte.

“Grande parte do nosso run foi sobre o Batman dizendo “Tudo o que você faz, importa.” – ele continuou – “O objetivo do Coringa era fazer você sentir que nenhuma atitude era importante. Com isso, o mundo diz ao Batman, o que o Coringa tentava dizer, pois a história se passa 15 ou 20 anos após o UDC atual, como uma odisseia.”

“A cabeça falante do Coringa presa em uma lâmpada.”Capullo falou sobre a primeira edição – “É bom demais.”

Em relação ao Palhaço do Crime na narrativa, Snyder declarou:

“Eu acho que ele quer que nenhum dos lados vença. Ele está mudado e não porque sua cabeça está em uma lâmpada. O segundo capítulo é definitivamente melhor do que o primeiro.” – após essa declaração, Doyle mostrou algumas páginas do próximo capítulo:

“Coringa é o meu favorito de escrever. Porque ele é um personagem trágico, querendo compensar por tudo o que ele fez.”

O painel da SDCC 2019 desviou o foco para Superman: Ano Um:

“Frank estava realmente animado.” Romita Jr declarou – “Ele sabe o que eu daria para ele, poderia ter feito 260 páginas para a primeira edição. Ele adora a ideia de dividir em fases, desde a infância até a vida adulta. Como parar um valentão quando se é um super ser? Você não pode, poderia matá-lo.” – acrescentou – “Tive que me restringir a uma determinada quantidade de páginas, mas por mim, teria continuado para sempre.”

Doyle mostrou uma prévia da segunda edição:

“Eu esvaziei cartuchos de tintas e resmas de papel” – declarou o artista- “Frank me envia os diálogos e eu faço 30 páginas.”

Após apresentarem detalhes sobre a nova história do Homem do Amanhã, Kami Garcia falou sobre Joker/Harley: Criminal Sanity:

“Eu comecei como romancista, tive diversas conversas com meu agente que sempre começavam com: ‘Isso não é para crianças.’ Quando a DC me procurou, eu já tinha uma ideia muito boa em mente. Quando eu propus, eu disse: “Como se cria um monstro? O que impulsiona um garoto a se tornar um monstro e fazer com que alguém se torne o Coringa?”

“Eu queria fazer um procedimento sobre como esse personagem evolui” – acrescentou – “Você faz isso criando um perfil. Nós demos um perfil ao Coringa, como se fosse uma pessoa real. Como ele se tornaria o assassino, anarquista que todos conhecemos e amamos? Não é apropriado para adolescentes.”

Algumas páginas em preto e branco da primeira edição foram mostradas:

“Harley tem uma história com ele. Quando ela era uma residente, seu colega de quarto foi assassinado pelo Coringa. Logo, ela está obcecada com este caso, ela precisa encontrar o assassino e fazê-lo pagar. Ela é uma garota sombria. Ela definitivamente não está mentalmente saudável. Então, as mortes começam a acontecer nos dias atuais.”

“Foi desafiador.” – acrescentou – “Eu consultei um especialista em armas químicas na marinha e ele ficou tipo: “Eu preciso saber para quem você está escrevendo isso.” Ele pensava que eu estava escrevendo um manifesto ou algo parecido.”

“É um pouco sombrio.” Garcia brincou.

Depois, Doyle perguntou a Jeff Lemire sobre Joker: The Killer Smile:

“É uma abordagem completamente oposta.” Lemire comentou – “É bem pé no chão, mas é loucura do Coringa como se fosse um conto-de-fadas subvertido. Um elemento de Gotham que eu não vejo muito é o subúrbio, logo, eu pensei: O que acontece quando interage com este doutor? Para mim, essa foi a coisa mais assustadora.” 

Lemire também elogiou a arte de Andrea Sorrentino

“Ele é o verdadeiro gênio, ele elevará esse projeto.”

Ele também falou sobre Questão: As Mortes de Vic Sage:

“Eu estava na Comic-Con no ano passado, tive um café da manhã com Dan DiDio. Eu disse que queria fazer O Questão, pois eu adorava toda a jornada do personagem. Mas qual seria a próxima etapa? Então, nós começamos, quem é o vilão para um homem sem rosto? Um homem com vários rostos. Ele enfrenta o mesmo adversário em diferentes vidas.”

Mais detalhes sobre as publicações devem ser divulgados em breve. Para saber sobre tudo o que acontece na SDCC 2019 e na Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Cinema

SDCC 2019 | Rachel Weisz será a Dama de Ferro em Viúva Negra

Na SDCC 2019, foi confirmado oficialmente pela Marvel Studios que a atriz Rachel Weisz estará no elenco de Viúva Negra.

Rachel Weisz, conhecido por A Múmia, fará o papel de Melina Vostokoff, a Dama de Ferro. Nos quadrinhos, ela é obrigada pelo governo russo a ficar trabalhando na sombra da Viúva Negra. Isso a faz ter ódio de Natasha, deixar a Rússia e virar assassina e mercenária freelancer.

Viúva Negra tem no seu elenco: Scarlett Johansson, David Harbour, Florence Pugh, O-T Fagbenle, e Rachel Weisz.

A direção é de Cate Shortland. O filme chega aos cinemas no dia 1 de maio de 2020.

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Cinema

SDCC 2019 | David Harbour será o Guardião Vermelho em Viúva Negra

Na SDCC 2019, foi confirmado oficialmente pela Marvel Studios que o ator David Harbour estará no elenco de Viúva Negra.

David Harbour, conhecido por Stranger Things, fará o papel de Alexei Shostakov, o Guardião Vermelho, versão soviética do Capitão América.

Viúva Negra tem no seu elenco: Scarlett Johansson, David Harbour, Florence Pugh, O-T Fagbenle, e Rachel Weisz.

A direção é de Cate Shortland. O filme chega aos cinemas no dia 1 de maio de 2020.

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