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Logan | Saiba quem são Donald Pierce e os Carniceiros

Com a chegada de Logan, o terceiro filme solo do mutante canadense aos cinemas, chega também (até então) o fim da era de Hugh Jackman dando vida ao personagem. Depois de dois filmes que não agradaram muito aos fãs, Jackman queria dar uma qualidade maior na sua saideira. Como o próprio diretor James Mangold disse: “Não fiz um filme de super-herói para vender brinquedos, fiz uma história de família”. O filme está sendo considerado como uma das melhores atuações de Jackman e um dos melhores filmes da franquia X-Men já realizado.

Como todos sabem o filme vai apresentar um Logan mais velho, no final de carreira, e o vilão será Donald Pierce (Boyd Holbrook) e os Carniceiros. Mas quem é Donald Pierce e seu famigerado bando? Quando eles surgiram nos quadrinhos. Bem essa é a missão da Torre de Vigilância agora. Vamos saber um pouco mais sobre eles.

Boyd Holbrook como Donald Pierce em Logan

Donald Pierce foi criado em 1980 por Chris Claremont e John Byrne e sua primeira aparição foi em Uncanny X-Men #132. A primeira curiosidade vem na inspiração na sua criação. Tanto a sua aparência como o primeiro nome vem do ator Donald Sutherland. O sobrenome foi tirado do personagem Hawkeye Pierce, de Sutherland no filme MASH (1970). Donald Pierce era o Rei Branco no Clube do Inferno, um círculo de mutantes milionários que tentam secretamente dominar o mundo, mas acontece que Pierce odeia os mutantes. Ele se infiltra no clube para matar seus integrantes.

Donald Pierce nunca foi mutante. Ele tem partes biônicas desde que foi mutilado por Cable, de onde vem seu ódio com os mutantes. Ele participou do plano para transformar a Fênix na Rainha Negra do Clube do Inferno. Ao ter um braço decepado por Wolverine, é descoberto que ele não é portador do Gene X e é expulso do grupo.

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Mais tarde, Pierce tenta sequestrar o Professor Xavier para usá-lo contra os X-Men e o Clube do Inferno. Obviamente seu plano falha e ele acaba sendo preso. Muitos anos depois, ele é libertado por três membros dos Carniceiros. Donald Pierce com o passar dos anos vai se tornando mais cibernético do que humano. Quando o grupo extremista Purificadores, liderado por Bastion, infecta o Pierce com o vírus tecnológico da raça alienígena que assimila seres vivos e robóticos a sua consciência unificada, chamada de Falange, transforma Pierce em um ser de consciência quase imortal e lhe livra das amarras de um corpo físico.

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Pierce se torna muito mais do que um criador de robôs. Ele fez profundas alianças com seitas secretas e inimigos manipuladores, atingindo os mutantes de maneira efetiva em várias ocasiões. Ele teve contato com seres extradimensionais, como Espiral, caçou bases escondidas do Apocalypse em busca de aumentar seu conhecimento, e se aliou ao próprios Purificadores. Hoje em dia o seu destino é desconhecido.

Os Carniceiros fizeram a sua primeira aparição em Uncanny X-Men #229 (1988) e foram criados por Chris Clameront e Marc Silvestri. Eles atuavam como uma equipe de mercenários aparentemente com uma diversos membros, após serem derrotados pelos X-Men, só sobram Lindinho, Esmaga-Ossos e Racha-Crânio. Pierce se torna líder deles e consegue a adição da Lady Letal ao grupo e mais três membros: Reese, Cole e Macon. Três ex-soldados do Clube do Inferno que foram mutilados por Wolverine. Na primeira missão do grupo eles quase destruíram os X-Men. O canadense foi salvo pela Jubileu. Isso aconteceu em Fabulosos X-Men #251 (1989).

Entre diversas investidas de Pierce e seus Carniceiros, existe uma histórica para os leitores dos quadrinhos do Wolverine, quando foi criado Albert e Elsie-Dee em um plano para matar o carcaju. Albert era uma cópia do Logan, enquanto Elsie-Dee tinha um corpo de uma criança de cinco anos que tinha uma bomba nos seus circuitos que deveria explodir em contato com o canadense. Mas ao ter a inteligência artificial aprimorada ao máximo, a pequena robô cria um vinculo com Logan e também com Albert e o plano falha. Mais tarde os dois ciborgues acabam tendo suas próprias aventuras.

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A última aparição dos Carniceiros foi em Velho Logan #5, onde eles vão caçar a versão mais velha do canadense. Liderados por Lady Letal, o bando chega em um momento onde Logan confronta suas memórias e conhece aquela que viria a se tornar a sua esposa no futuro distópico. O mutante aparentemente mata todos eles e sai na caça da Lady Letal.

Sem título

Donald Pierce e seus Carniceiros apesar de terem alguns momentos memoráveis nas HQ’s, sempre foram deixados em segundo plano por muitos roteiristas e até mesmo por fãs dos mutantes da Marvel Comics. Com o sucesso do filme eles podem voltar com força, porque apesar de terem sidos destruídos, derrotados e reconstruídos, isso faz parte da mitologia dos personagens.

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Old Man Logan | Mike Deodato é o novo desenhista da HQ

A Marvel Comics anunciou que a HQ Old Man Logan a partir da edição #25 vai ganhar uma nova equipe criativa formada por Ed Brisson e o brasileiro Mike Deodato Jr. , e de lambuja, a editora ainda divulgou a capa da edição, juntamente com algumas páginas aleatórias não finalizadas. Na capa vemos o Velho Logan lutando contra o Maestro.

 “Logan já lutou com uma versão futura do Banner que era monstruosa, ditadora, que usava da mais da força física e do medo para dominar”, disse Ed Brisson ao site GameSpot. “Agora ele vai enfrentar uma versão do Hulk que é também bem forte, só que é mais inteligente. Muito mais astuto. O Maestro quer começar a implantar seu reino. Ele é um homem com um plano”.

 

“A série vai ter muito da Old Man Logan original” continuou Brisson. “Vamos mostrar mais da Gangue do Hulk. No final da história, podemos supor que Logan deixou um dos membros, Billy Bob, vivo. Ou pelo menos deixou em uma posição que, REPITO, podemos supor que ele está vivo. Sendo assim, ele sabe o que Logan fez com a sua família. E tem um detalhe: será que existem mais membros da gangue espalhados por outras cidades? Teremos alguns rostos conhecidos da história original, não quero estragar a surpresa”.

O Velho Logan está presente no universo regular da Marvel desde o final da saga Secret Wars. O personagem ganhou um título solo que tinha roteiros de Jeff Lemire e arte de Andrea Sorrentino. A HQ mostrava Logan buscando entender esse novo mundo onde foi, literalmente, “jogado”. Ela logo fez sucesso tanto com a critica como com os fãs do Carcaju e se tornou uma das mais vendidas da editora. Sorrentino já tinha saído do título há algum tempo, apenas fazendo algumas capas da HQ, e Lemire vai se despedir no arco “Past Lives”. Que você pode saber mais detalhes AQUI.

Old Man Logan #25 começa a ser vendida nos Estados Unidos em junho.

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Discworld | Direitos Iguais Rituais Iguais

Sinopse: ”À procura do oitavo filho de um oitavo filho para sucedê-lo, o mago Drum Billet encontra, momentos antes de morrer, um recém-nascido na casa de um aldeão. A sina parece estar certa – só que o bebê é uma menina. Assim a garota Esk começa sua complicada aventura de juntar a magia da natureza – a força da Terra que mulheres trazem em si – com as forças cósmicas que os grandes magos invocam…

Para ajudá-la, entra em cena a Vovó Cera do Tempo, uma bruxa cheia de feitiços e de poderes “animais”, que tenta driblar os preconceitos e levar a menina à Universidade Invisível – onde, por tradição, só estudam rapazes.

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Discworld é uma saga de livros escrita pelo inglês Terry Prachett (1948-2015), tendo mais de quarenta volumes dentre eles Direitos Iguais Rituais Iguais. Misturando humor, magia, jornadas cavalheirescas e até mesmo elementos de física quântica, paródias seja ela quanta a sociedade ou religião, Terry nos proporciona momentos de entretenimento e sutileza que imerge o leitor em suas histórias.

Apesar da imensa quantidade de livros, eles podem ser lidos de maneira avulsa que podem ser lidos em uma tarde. Não existe uma ordem que interferia no entendimento das histórias e isso é maravilhoso, contudo, claro, existe agrupamentos de histórias. Escolhi falar sobre ‘’o ciclo das bruxas’’ por sentir curiosidade de conhecer os feiticeiros e bruxas do Pratchett.

No ‘’primeiro volume’’, publicado em 1987, Equal Rites (Direitos Iguais Rituais iguais, traduzido assim pelo trocadilho de Rites com Rights) Terry nos apresenta uma das memoráveis personagens de seu mundo: Vovó Cera do Tempo (em ‘Lordes e Damas’ a Bertrand deixou o nome em inglês Weatherwax, provavelmente por medo dos leitores terem nojinho) uma bruxa que vive em Cabra da Peste perto das Montanhas Ramtop que ficam em cima de uma crosta terrestre apoiada por 4 elefantes em cima de uma tartaruga gigante, A’Tuin, que vagueia o espaço sustentando a ‘’imensa roda do Discworld’’(é isso mesmo que você acabou de ler).

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Eskarina e Simon

A protagonista, diga-se de passagem porque para mim a Vovó rouba a cena, é a Eskarina, a oitava filha de um oitavo filho (isso te lembra algum livro certo?) escolhida para ser uma maga, porém, não existe magAs somente magOs, mulheres podem ser bruxas. O enredo gira em torno do questionamento: Por quê mulheres não podem ser magas?

O que mais me surpreendeu no livro foi como ele inspirou outros autores: vide Vovó Cera do Tempo que tem o poder de olhar lugares por meio de animais o que lembra os wargs em As Crônicas de Gelo e Fogo, ou as criaturas da outra dimensão que sugam a força da pessoa o que lembra bastante os dementadores em Harry Potter e claro a Universidade Invisível onde os alunos estudam a história da magia e outras matérias, uma ”Hogwarts” por assim dizer.

Vovó Cera do Tempo tenta convencer Eskarina de que ela pode ser bruxa mas não maga, mas a magia ou se preferir o destino, é inevitável e Eskarina ”exala” poderes de magos levando-as para uma jornada até a Universidade Invisível e conhecer personagens como o mago Treatle e seu pupilo Simon. Anões, orangotangos, ciganos, lobos famintos, corvos, vassouras de péssimo motor, são alguns elementos que tornam a história mais divertida.

Não diria que é a melhor história do autor, mas é genial e criativo. Infelizmente o livro está fora do mercado então precisa-se recorrer à pdf’s, o único volume disponível do ciclo das bruxas são ‘Lordes e Damas’ e Pequenos Homens Livres + Um Chapéu Cheio de Céu, esses dois últimos deixarei para falar mais tarde. A Bertrand Brasil, que publica os livros do Terry no Brasil, anunciou mais um livro esse ano do ‘ciclo das sentinelas’ (Watch Novels) ‘Guardas! Guardas!’

Tenham uma ótima leitura. A próxima resenha de Discworld será Estranhas Irmãs ”continuação” de Direitos Iguais e Rituais iguais.

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Confira o trailer final de Kong: A Ilha da Caveira

Após alguns trailers e comerciais, Kong: A Ilha da Caveira acaba de ganhar seu trailer final. Veja logo abaixo.

Kong tem no seu elenco: Tom Hiddleston como Capitão James Conrad, Brie Larson como Weaver, Toby Kebbell como Major Chapman, Samuel L. Jackson como Tenente Coronel Packard, Tian Jing como San, John Goodman como Bill Randa, Corey Hawkins, John C. Reilly, Thomas Mann, Shea Whigham, Jason Mitchell como Glenn Mill, John Ortiz e Marc Evan Jackson como Woodward.

A direção é de Jordan Vogt-Roberts com roteiros de Dan Gilroy, Max Borenstein, John Gatins, Merian C. Cooper, Edgar Wallace e Derek Connolly.

Kong: A Ilha da Caveira chega aos cinemas brasileiros no dia 9 de março.

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Oscar 2017 | Lista dos vencedores da noite

Aconteceu na madrugada desta segunda a 89.ª cerimônia do Oscar, apresentada por Jimmy Kimmel. Confira nessa matéria os vencedores da grande noite;

Melhor Filme

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Diretor

Denis Villeneuve – A Chegada
Mel Gibson – Até o Último Homem
Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações
Kenneth Lonergan – Manchester à Beira-Mar
Barry Jenkins – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Atriz

Isabelle Huppert – Elle
Ruth Negga – Loving
Natalie Portman – Jackie
Emma Stone – La La Land: Cantando Estações
Meryl Streep – Florence: Quem é Essa Mulher?

Melhor Ator

Casey Affleck – Manchester à Beira-Mar
Andrew Garfield – Até o Último Homem
Ryan Gosling – La La Land: Cantando Estações
Viggo Mortensen – Capitão Fantástico
Denzel Washington – Um Limite Entre Nós

Melhor Ator Coadjuvante

Mahershala Ali – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Jeff Bridges – A Qualquer Custo
Lucas Hedges – Manchester à Beira-Mar
Dev Patel – Lion: Uma Jornada para Casa
Michael Shannon – Animais Noturnos

Melhor Atriz Coadjuvante

Viola Davis – Um Limite Entre Nós
Naomie Haris – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Nicole Kidman – Lion: Uma Jornada para Casa
Octavia Spencer – Estrelas Além do Tempo
Michelle Williams – Manchester à Beira-Mar

Melhor Roteiro Original

Taylor Sheridan – A Qualquer Custo
Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações
Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou – The Lobster
Kenneth Lonergan – Manchester à Beira-Mar
Mike Mills – 20th Century Women

Melhor Roteiro Adaptado

Eric Heisserer – A Chegada
August Wilson – Um Limite Entre Nós
Allison Schroeder e Theodore Melfi – Estrelas Além do Tempo
Luke Davis – Lion: Uma Jornada para Casa
Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor  Animação

Kubo e as Cordas Mágicas
Moana: Um Mar de Aventuras
Minha Vida de Abobrinha
A Tartaruga Vermelha
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

Melhor Documentário em Curta-Metragem

Extremis
4.1 Miles
Joe’s Violin
Watani: My Homeland
Os Capacetes Brancos

Melhor Documentário em Longa-Metragem

Fogo no Mar
Eu Não Sou Seu Negro
Life, Animated
O.J.: Made in America
13ª Emenda

Melhor Longa Estrangeiro

Terra de Minas (Dinamarca)
A Man Called Ove (Suécia)
O Apartamento (Irã)
Tanna (Austrália)
Toni Erdmann (Alemanha)

Melhor Curta-Metragem

Ennemis Intérieurs
La Femme et le TGV
Silent Nights
Sing
Timecode

Melhor Curta em Animação

Blind Vaysha
Borrewed Time
Pear Cider and Cigarettes
Pearl
Piper

Melhor Canção Original

“Audition (The Fools Who Dream)” | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul – La La Land: Cantando Estações
“Can’t Stop the Feeling” | Música e canção de Justin Timberlake, Max Martin e Karl Johan Schuster – Trolls
“City of Stars” | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul – La La Land: Cantando Estações
“The Empty Chair” | Música e canção de J. Ralph e Sting – Jim: The James Foley Story
“How Far I’ll Go” | Música e canção de Lin-Manuel Miranda – Moana: Um Mar de Aventuras

Melhor Fotografia

Bradford Young – A Chegada
Linus Sandgren – La La Land: Cantando Estações
Greig Fraser – Lion: Uma Jornada para Casa
James Laxton – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Rodrigo Prieto – Silêncio

Melhor Figurino

Joanna Johnston – Aliados
Colleen Atwood – Animais Fantásticos e Onde Habitam
Consolata Boyle – Florence: Quem é Essa Mulher?
Madeline Fontaine – Jackie
Mary Zophres – La La Land: Cantando Estações

Melhor Maquiagem e Cabelo

Eva Von Bahr e Love Larson – A Man Called Ove
Joel Harlow e Richard Alonzo – Star Trek: Sem Fronteiras
Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson – Esquadrão Suicida

Melhor Mixagem de Som

Bernard Gariépy Strobl e Claude La Haye – A Chegada
Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mckenzie e Peter Grace – Até o Último Homem
Andy Nelson, Ai-Ling Lee e Steve A. Morrow – La La Land: Cantando Estações
David Parker, Christopher Scarabosio e Stuart Wilson – Rogue One: Uma História Star Wars
Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Mac Ruth – 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

Melhor Edição de Som

Sylvain Bellemare – A Chegada
Wylie Stateman e Renée Tondelli – Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
Robert Mackenzie e Andy Wright – Até o Último Homem
Ai-Ling Lee e Mildred Iatrou Morgan – La La Land: Cantando Estações
Alan Robert Murray e Bub Asman – Sully: O Herói do Rio Hudson

Melhores Efeitos Visuais

Craig Hammack, Jason Snell, Jason Billington e Burt Dalton – Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
Stephane Ceretti, Richard Bluff, Vincent Cirelli e Paul Corbould – Doutor Estranho
Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon – Mogli: O Menino Lobo
Steve Emerson, Oliver Jones, Brian McLean e Brad Schiff – Kubo e as Cordas Mágicas
John Knoll, Mohen Leo, Hal Hickel e Neil Corbould – Rogue One: Uma História Star Wars

Melhor Design de Produção

Patrice Vermette (design de produção) e Paul Hotte (decoração de set) – A Chegada
Stuart Craig (design de produção) e Anna Pinnock (decoração de set) – Animais Fantásticos e Onde Habitam
Jess Gonchor (design de produção) e Nancy Haigh (decoração de set) – Ave, César!
David Wasco (design de produção) e Sandy Reynolds-Wasco (decoração de set) – La La Land: Cantando Estações
Guy Hendrix Dyas (design de produção) e Gene Serdena (decoração de set) – Passageiros

Melhor Edição

Joe Walker – A Chegada
John Gilbert – Até o Último Homem
Jake Roberts – A Qualquer Custo
Tom Cross – La La Land: Cantando Estações
Nat Sanders e Joi McMillon – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Trilha Sonora

Mica Levi – Jackie
Justin Hurwitz – La La Land: Cantando Estações
Dustin O’Halloran e Hauschka – Lion: Uma Jornada para Casa
Nicholas Britell – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Thomas Newman – Passageiros

Agora é aguardar pela premiação e os filmes de 2018. Até lá…

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Os MELHORES FILMES do Oscar 2017

Chegamos em fevereiro, o mês da maior premiação do cinema conhecido como o Oscar. A 89.ª cerimônia acontecerá em 26 de fevereiro e será apresentada pelo comediante e apresentador Jimmy Kimmel, que comanda o late-night Jimmy Kimmel Live!.

A estatueta será distribuída em 24 indicações, sendo que quatro delas: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Atriz são as mais esperadas e cobiçadas da noite. Há uma fragmentação nos indicados, os filmes divergem muito nas propostas e em seus respectivos gêneros. Temos desde um drama familiar até uma ficção explorando nossa comunicação e nosso jeito de lidar com diferenças. E se em 2016 o Oscar foi condenado a sofrer severas críticas pela a falta de diversidade, 2017 parece suprir esta falta.

Próximo a premiação, a Torre de Vigilância decidiu fazer uma matéria falando um pouco sobre os filmes indicados a principal categoria: Melhor Filme. Há muitas obras que merecem ser vistas. Confira;

A Chegada

A primeira ficção do canadense Dennis Villeneuve conseguiu uma indicação para MELHOR FILME no Oscar 2017. Principalmente devido a qualidade cinematográfica  que o projeto estava envolvido. A fotografia, a palheta de cores e a trilha sonora carregam um ar de suspense e melancolia no filme inteiro, desde o primeira contato com os extraterrestres até o último.

A Chegada foca no discurso de entender, compreender e aceitar nossas diferenças. Aprender a deixá-las de lado e nos comunicar como um só ser. Além de conseguir explorar e fundamentar uma comunicação com os extraterrestres, já explorada em Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977). Villeneuve continua fazendo bons filmes e já é considerado como um dos melhores cineastas atuais. Em relação ao Oscar, A Chegada deve ficar apenas na lista de indicados, sem grandes prêmios na noite.

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Moonlight: Sob a Luz do Luar

Moonlight, do diretor Barry Jenkins, foca na história do garoto Black com uma narrativa crua e real. Jenkins não se preocupa em colocar trilhas sonoras sentimentais ou uma dramaticidade desacerbada. A real preocupação é com os personagens e suas respectivas construções. Temas como preconceito, desigualdade, criminalidade e homossexualidade são conectados ao protagonista. Assim fazendo uma história intrigante ao nos apresentar a complexidade da situação de algumas pessoas que merecem nossa atenção.

Um dos favoritos na categoria de Melhor Filme e Melhor Diretor.

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Um Limite Entre Nós

A dupla formada por Viola Davis e Denzel Washigton provam o porquê de serem um dos atores mais cobiçados em Hollywood. Ambos veteranos, demonstram experiência e química em tela. Quase levam o filme todo nas costas, tendo mais de duas horas de cenas juntos em um único ambiente. Denzel também está responsável pela direção e desenvolve uma história familiar e paterna em um único cenário: a casa da família, o centro principal da vida de muitas pessoas. Onde mulheres e homens se tornam independentes e descobrem seu lugar no mundo.

Um Limite Entre Nós é outro longa que faz um discurso sobre desigualdade, falta de oportunidade, trabalho e dificuldades. No final, deixa uma mensagem para você assumir suas responsabilidades diante dos seus amigos e sua família, mesmo que a situação esteja desfavorável.

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Estrelas Além do Tempo

Um das surpresas mais agradáveis do Oscar. Não se esperava muito de Estrelas Além do Tempo, que provavelmente faria o mesmo discurso do que vários outros de Hollywood. Porém, a atuação das atrizes Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe são de tirar o chapéu por representaram tão bem a vida real de três mulheres que batalharam para conseguirem o que queriam e lutarem para não se tornarem ultrapassadas.

Estrelas Além do Tempo foca na história da física Katherine Janson, mas está fragmentado em mais duas histórias que se cruzam em alguns momentos. A ambientação da década de 70 e 80 nos carros, nas vestimentas e nos conceitos sociais são fielmente adaptados por Theodore Melfi.

Levou poucas  indicações e não deve levar nenhuma estatueta pra casa, mas é uma obra que merece ser vista e reconhecida pelo público.

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A Qualquer Custo

Um dos indicados mais elogiados pela crítica, A Qualquer Custo é um faroeste dirigido por David Mackenzie que demonstra sabedoria para se fazer um faroeste. Chris Pine e Jeff Bridges protagonizam uma narrativa inversa à muitas outras. Enquanto algumas são sobre a vingança de personagens e as consequência desta, A Qualquer Custo apresenta o nascimento do sentimento da vingança que nunca terá seu desfecho mostrado nas telas.

Mackenzie cria várias camadas para se construir uma trama de perseguição e impressiona o público ao fazê-la. Funciona quando se sai da zona de conforto dos outros e inova na construção do seu próprio enredo.

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Até o Último Homem

Se não é um dos favoritos ao Oscar 2017, certamente é um dos favoritos do público. Mel Gibson retorna ao gênero de ação e guerra para trazer a história do médico Desmond T. Doss com muita brutalidade, sangue e a violência exagerada que esteve presente na Segunda Guerra Mundial. Gibson dá um tom muito próprio ao filme na hora de abordar a guerra e a chacina como coisas naturais e pode-se dizer, essenciais naquela época.

Fora Gibson, Andrew Garfield brilha ao interpretar Doss. Ele consegue passar bastante da frustração, da insegurança e da determinação que Doss tinha quando conseguiu salvar mais de 75 homens na Batalha  de Okinawa. Doss era religioso e não aceitava empunhar uma arma ou matar alguém, se tornando socorrista e tendo que lidar com os problemas no território inimigo.

Gibson entrega um filme de guerra que deveria ser visto por todos os cineastas modernos para verem a necessidade de manter a identidade do gênero.

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La La Land: Cantando Estações

O favorito ao oscar 2016, La La Land é o musical de Damien Chazelle que dá brilhos aos olhos e encanta o coração ao assisti-lo. Não é a toa que o musical está faturando tantos prêmios. O glamour de hollywood junto da elegância do jazz traz prazer ao espectador por estar assistindo ao romântico espetáculo protagonizado por Ryan Gosling e Emma Stone.

Gosling e Stone são um dos favoritos em suas próprias indicações e devem levar a estatueta pra casa. Principalmente Emma Stone, que deu vida ao papel de Mia e faz um trabalho emocionante.

Para saber mais sobre La La Land, clique aqui e confira a nossa crítica.

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Manchester À Beira-Mar

Manchester À Beira-Mar é um dos melhores dramas psicológicos da década. Alguns consideram o desenvolvimento lento, tornando o filme cansativo e arrastado. Só que para quem tem filhos e irmãos, Manchester pode se conectar com esse tipo de público, se tornando uma obra-prima.

Manchester não é inovadora ou esteticamente excelente, mas traz personagens e atores tão bons em suas interpretações. Estes fazem você chorar apenas pelos diálogos duros, repletos de lágrimas e arrependimentos. Casey Affleck (pode roubar o Oscar de Gosling) quase não se expressa no personagem, é o homem difícil de se entrosar e de se relacionar, mas que sempre arruma confusão. Um personagem confuso e melancólico, sendo um dos melhores trabalhos de Affleck. Os flashback’s no meio da película ajudam na construção do personagem para você entender seus conflitos pessoais.

Dirigido por Kenneth Lonergan, junto de La La Land e Moonlight, Manchester entra na briga para ver quem consegue levar o maior prêmio do cinema americano.

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Lion: Uma Jornada Para Casa

Lion é profundo e emocionante. Contando uma história real sobre a jornada de um jovem garoto chamado Saroo, Lion tem um discurso profundo sobre abandono e reconhecimento de si próprio. É um filme simples com ótimos atores (inclusive Nicole Kidman, que ganhou uma indicação para Melhor Atriz Coadjuvante) e um roteiro bem adaptado à verdadeira história. Porém, é o mais “esquecível” dos indicados por não ter grandes pretensões como os seus outros concorrentes…

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Então agora é só se preparar para a noite que promete ser especial. O Oscar 2017 será transmitido pela TNT às 20h30.

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Hulk e Wolverine |Chefe da Marvel fala sobre um possível retorno

A Marvel Comics divulgou no começo da semana um teaser de X-Men: Blue onde aparece um punho fechado com as três garras clássicas do Wolverine. Confira AQUI.

O personagem se encontra morto desde 2014 quando ocorreu a minissérie A Morte de Wolverine. E também sabemos que o Bruce Banner também morreu, assassinado pelo Gavião Arqueiro em Guerra Civil II (2016). A Marvel tem um histórico de não deixar seus personagens mortos por muito tempo (menos Ben Parker, pobre Aranha), e PODE SER que Wolverine e Hulk possam estar voltando logo logo.

Mas de um jeito que você nem imagina.

O Editor Chefe da Marvel, Axel Alonso postou por meio do Twitter uma imagem que está atiçando a todos. É uma figura de um monstro muito semelhante ao Hulk com as garras de Adamantium dentro de um gigantesco tubo de vidro escrito Batch-H. Na postagem, Alonso somente escreveu “Under Construction” (Em Construção).

 

Ainda não foi divulgada mais nenhuma informação, mas vale lembrar que a saga Secret Empire está chegando, e Steve Rogers inicia o seu plano de dominação mundial empunhando a bandeira da HYDRA. Rogers sabe onde está o corpo do Logan, no seu esquife de metal, e que ele também ficou com o corpo de Bruce Banner. Um dos RUMORES aponta esse “Hulkerine” ou “WolviHulk” como sendo a arma secreta do Capitão contra os heróis. O que acham?

Fique ligado na Torre de Vigilância para mais novidades.

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Cinema

The Batman | Matt Reeves ficará responsável pela direção e produção do filme

A Warner Bros. Pictures anunciou nesta quinta-feira (23) que Matt foi oficialmente definido para dirigir e também atuará como produtor no primeiro filme-solo do Cruzado Encapuzado.

O anúncio foi feito por Toby Emmerich, Presidente e Diretor de Conteúdo da Warner Bros. Pictures Group.

”Estamos muito felizes por ter Matt Reeves tomando o controle de Batman, a jóia da coroa de nossa ardósia DC. As profundas raízes de Matt em filmes de gênero e sua evolução para um diretor emocional de construção do mundo fazem dele o cineasta perfeito para guiar o Cavaleiro das Trevas nesta próxima jornada.”

Reeves também comentou.

”Eu amo a história do Batman desde que eu era uma criança. Ele é um personagem tão icônico e atraente, e um que ressoa comigo profundamente. Estou incrivelmente honrado e animado por estar trabalhando com a Warner Bros. para trazer uma épica e emocionante tomada do Cruzado Encapuzado para a tela grande.”

Batman apareceu pela primeira vez no Universo Estendido da DC em Batman vs Superman, apareceu em Esquadrão Suicida e retornará em Liga da Justiça, com estreia em novembro deste ano.

The Batman ainda não possui data definida para lançamento.

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Trolls de Troy: Histórias Trolladas

Spin-off do grande sucesso dos quadrinhos franco-belgas Lanfeust de Troy, Trolls de Troy chegou ao Brasil em 2016 pela Jupati Books, selo de quadrinhos da Marsupial Editora, dando continuidade às publicações deste universo tão rico e fantástico. Situado num período anterior ao da série principal e utilizando novos personagens, as boas características típicas desta franquia são mantidas e muito humor é adicionado, criando uma história verdadeiramente divertida e, no mínimo, inusitada.


Troy é um mundo fascinante, onde a magia faz parte do cotidiano de todos. Neste universo, todas as pessoas possuem um tipo de poder, de grande ou baixa utilidade. Os poderes variam muito, desde transformar água em gelo até o poder de gerar coceiras, e todos são mantidos localmente através das vilas graças ao poder dos magos anciãos, Sábios de Eckmul, que possibilitam que as pessoas utilizem seus dons mágicos através da canalização das energias.

Contudo, esta não é a história de Lanfeust, o herói da série Lanfeust de Troy. E na realidade, todo o parágrafo acima nem faz tanta diferença quando o assunto é Trolls de Troy, a aventura focada em Tetram, um troll da vila de Phalompa, e sua filha humana adotiva, Waha. Vivendo “pacificamente” na floresta, esta vila de trolls criava muitos problemas para a cidade de Klostope, habitada por humanos. Graças às reclamaçaões, são mandados Caçadores de Trolls ao vilarejo de Tetram, em nome do grande sábio humano Rysta Fucatu, responsável pela Grande Guerra de Extermínio dos Trolls. Lá, diversos trolls são assassinados e metade deles são levados como prisioneiros, enfeitiçados, para serem vendidos como escravos. Tetram e sua filha sobrevivem, e motivados a quebrarem o encantamento que prende seus semelhantes, vão atrás de ingredientes que serão usados para desenfeitiçá-los: uma mecha do cabelo de Rysta Fucatu, e o fogo de um vulcão. Coisa simples.

Trolls de Troy adiciona muito ao já rico universo “de Troy“. Enquanto a aventura da série principal se assemelha a uma partida de RPG de fantasia medieval, esta série envereda para o lado do humor, focando nestas criaturas tão estranhas (e temidas) da franquia, porém sem perder o charme da já citada Lanfeust de Troy. O destaque desta nova aventura são os protagonistas. Enquanto em “Lanfeust” o único troll a aparecer é o companheiro enfeitiçado do grupo, aqui a variedade de trolls é muito maior, e todos possuem características diferentes, físicas ou intelectuais. Ao situar a história no ponto de vista destes “monstros”, a percepção dos leitores com relação a eles acaba mudando. Especialmente quando a impressão é de que os humanos são os vilões.

O roteiro também fica a cargo de Christophe Arleston, criador da série, então todos os elementos centrais da mitologia são respeitados, explorados e expandidos da primeira à última página. Enquanto na história principal existe um sentido de coesão, aqui o escritor se dá ao luxo de surtar muito mais, brincando das mais variadas formas com todo tipo de situação nonsense imaginável, criando resoluções mais loucas possíveis para todo tipo de problema. Ao lidar com o choque cultural de uma humana ter sido criada no meio dos trolls, surgem as diversas piadas estilo peixe fora d’água, e somado a isso, outros personagens como o meio-troll Prophi e outra garota humana surgem no decorrer das páginas, encorpando a aventura.

A arte de Jean-Louis Mourier é bela, bem detalhada, porém simples e não muito expressiva, algo que se opõe ao estilo de Didier Tarquin, o co-criador da primeira série desta franquia, artista de Lanfeust. As cores de Claude Guth deixam os quadros com um aspecto de pintura, combinando com o tipo de história contada e também com o estilo de desenho de Mourier, e há todo um cuidado em demonstrar que esta aventura realmente se passa dois séculos antes do que os leitores presenciaram na outra série. As cidades possuem detalhes diferentes, parecendo menores e com aspecto de expansão, e até mesmo a fauna e flora parecem um pouco diferentes. Mas é claro que os grandes puntauros ainda existem.

Além do convívio em sociedade e dos maneirismos dos trolls, este trio de autores responsável por estas aventuras também explora (mesmo que de uma forma galhofa) o pensamento dos trolls, como sonhos (ou pesadelos), ideais de vida e tratamentos de respeito, afeição ou ódio. Tetram ter adotado uma humana (que age como uma troll o tempo todo) demonstra um lado completamente inesperado deste terríveis monstros. Mesmo que a motivação para a adoção seja bem peculiar

A forma como a editora Marsupial vem tratando a franquia mantém-se neste álbum, compilando duas aventuras originais de cerca de 45 páginas cada em um único volume, tornando a leitura muito mais proveitosa. Esta série é bem mais extensa que todas as outras, já que atualmente são 22 volumes publicados no exterior. Seguindo o formato brasileiro, em 11 volumes alcançaremos os franceses. Não é tão difícil…

Para todos que gostaram de Lanfeust, ou para quem busca uma aventura verdadeiramente divertida situada num universo rico e bem explorado por seus criadores, Trolls de Troy é uma ótima pedida. Um dos quadrinhos-destaque de 2016, toda a franquia merece o ótimo tratamento que vem recebendo no Brasil através do selo Jupati Books, sem cometer deslizes editorais, e com um ótimo acabamento gráfico. E segue viva a expectativa de que a editora publique outros materiais relacionados.

Trolls de Troy – Volume 1: Histórias Trolladas possui 96 páginas encadernadas em capa cartão e valor de capa sugerido de R$ 42,00Compre ou um troll malvado irá devorar você e toda sua família.

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Esquadrão Suicida | General Zod vai entrar na equipe

Foram divulgadas as sinopses das HQ’s da DC Comics para o mês de maio. Além de ser o mês de conclusão da esperada minissérie The Button, onde Batman e Flash vão investigar sobre o botton do Comediante que apareceu na Bat-Caverna (saiba mais AQUI) a Editora das Lendas divulgou uma imagem curiosa e bombástica sobre a edição #17 do Esquadrão Suicida.

O General Zod vai fazer parte da equipe comandada por Amanda Waller.

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Confira a sinopse de Esquadrão Suicida #17 abaixo:

“Earthings on fire parte dois. Obrigada a tomar medidas extremas por causa da organização mundial conhecida apenas como The People, Amanda Waller faz o impensável: transforma o General Zod um membro da Força-tarefa X! Sua primeira missão? Destruir Annihilation Brigade, um tipo de ‘Esquadrão Suicida’ da organização!”

Ainda não foi divulgado como Waller vai fazer para “convencer” o Krytptoniano a entrar no seu time de famigerados vilões e suas missões suicidas. Vale lembrar que atualmente Zod é um prisioneiro na prisão de Belle Reve, em um equipamento onde ele fica, digamos, “hibernado”.

Fique conectado na Torre de Vigilância para mais informações.

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