Emerald Fennell, roteirista do vindouro filme da Zatanna, falou para a EMPIRE que o longa da heroína será sombrio e assustador.
”A história da Zatanna é muito rica, há coisas que eu achei que seriam muito interessantes. Esse filme, me deu a oportunidade para fazer algo sombrio. Sempre quis fazer algo grande e assustador, amo essas coisas. A escala dessa produção, é muito grandiosa e emocionante pra mim. É quando você pode escrever sequências e lutas enormes e loucas, com total liberdade enquanto deixa sua imaginação ficar livre. Fico muito feliz com isso”.
Com produção de J.J. Abrams, Zatanna não possui data de lançamento e será uma produção exclusiva dos cinemas.
Zatanna, é uma mágica filha de John Zatara, um poderoso mágico, e de Sindella.
Para futuras informações a respeito de Zatanna, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Sweet Tooth já estreou na Netflix fazendo sucesso. Contando com 8 episódios, a série é baseada na consagrada obra da Vertigo, antigo selo adulto da DC Comics. Escrita e ilustrada por Jeff Lemire, Sweet Tooth começou a ser publicada em 2009, finalizando com 40 edições em 2013. Aqui no Brasil, a obra foi disponibilizada no mercado pela editora Panini.
Como boa parte das adaptações, Sweet Tooth também conta com mudanças em relação à obra original. Confira abaixo as principais diferenças e não fique por fora de nenhum acontecimento dos quadrinhos.
Atmosfera
Podemos começar dizendo que esse é a diferença mais marcante entre as duas mídias. A série, tanto pela classificação etária escolhida como também pela própria intenção de seus realizadores, optou por estabelecer um tom mais alegre, de mais esperança e sem violência gráfica. Mesmo mantendo o gênero de futuro distópico assolado por um vírus mortal, a adaptação consegue deixar tudo mais leve, mais colorido e menos amedrontador.
Por outro lado, os quadrinhos seguem o caminho do medo e da constante insegurança dos personagens. Em um mundo completamente devastado e com sobreviventes humanos totalmente desesperados, temos cenas de violência explícita, terror psicológico e tensão extrema. Sentimos que os personagens estão cansados, tristes, e que já aceitaram o fato de que, mais cedo ou mais tarde, vão ser contaminados pelo vírus e acabar morrendo. A própria arte de Lemire contribui para a ambientação mais soturna e melancólica dos quadrinhos; com um traço bem singular e expressivo, o autor consegue nos passar uma sensação de angústia e desconforto característicos do ambiente em que a obra se passa.
Tommy Jappered
O personagem que acompanha Gus em sua jornada também sofreu uma mudança grande. Na série, Jappered é um antigo jogador de futebol americano que perdeu sua esposa e seu filho logo no início do vírus. Após sua esposa dar a luz a um bebê híbrido, ambos desaparecem do hospital, e Tommy nunca mais os encontra. Agora um sobrevivente errante, o homem acaba salvando Gus de caçadores, sendo seguido pelo garoto e convencido à levá-lo até o Colorado.
Nos quadrinhos, a moral e o caráter do personagem são postos à prova em diversos momentos. Gus e Jappered se conhecem como na série, quando o homem salva o garoto dos caçadores na floresta. No entendo, é Jappered quem convence o menino cervo a sair de casa e ir com ele, dizendo que o local não é mais seguro e que iria levá-lo à “reserva“. Descobrimos, logo mais, que a tal reserva não existe e que tudo não passava de uma mentira de Jappered, que tinha como objetivo entregar o menino híbrido para a milícia em troca dos ossos de sua esposa falecida.
Como complemento, vemos o passado do personagem, sua vida como jogador de hóquei antes do vírus, bem como ele e sua esposa enfrentando os anos iniciais do Flagelo. Ambos acabam sendo enganados por Abbot, líder da milícia, indo para a base do vilão achando que estariam em segurança. Contudo, a esposa de Jeffered, que estava grávida, acaba sendo utilizada em experimentos, morrendo após dar a luz; a criança, que inicialmente não aparece, também é dada como morta. Posteriormente, descobrimos que o filho de Tommy está vivo, e que também é um híbrido.
Doutor Singh e as experiências com híbridos
Na adaptação da Netflix, somos apresentados ao médico Aditya Singh, um personagem que tem bastante destaque e uma linha narrativa própria. Junto com sua esposa Rami, os dois moram em uma comunidade de sobreviventes muito bem organizada e que tem métodos bem radicais de contenção do vírus. Após a médica do local abandonar as funções, Singh se torna o responsável, tendo acesso à todos os documentos do soro que sua antecessora estava desenvolvendo. Usando híbridos vivos, a antiga médica conseguiu desenvolver um bloqueador do Flagelo, mas que não dura muito tempo e o infectado precisa consumi-lo constantemente para não desenvolver a doença. Na série, Rami acaba sendo contaminada e faz o uso do medicamento, conseguindo ser a pessoa que mais viveu com a doença no organismo. Importante frisar que na adaptação, nenhum híbrido é mostrado morto ou sofrendo experiências.
Na HQ, por outro lado, não temos nenhum medicamento ou cura para a doença. O doutor Singh é o responsável pelas pesquisas na milícia e busca incansavelmente, há anos, achar alguma solução para o Flagelo, não alcançando nenhum sucesso. Os híbridos, após serem capturados, são colocados em uma espécie de prisão e são tratados das piores formas possíveis; quando algum é levado ao laboratório de Singh, nunca mais retorna.
Após Gus ser enganado por Jappered e entregue a Abbot, o menino acaba conhecendo outros híbridos que também foram capturados e estão ali para servirem de cobaia. Alguns desses personagens se tornarão grandes amigos de Gus e serão importantes durante toda a trama dos quadrinhos; inclusive, o filho de Jappered também se encontra preso na base da milícia. De uma forma bem mais explícita e grotesca do que na série, os quadrinhos nos mostram cenas de híbridos mortos, abertos e sendo experimentados.
Exército Animal
Mesmo sendo presente tanto na HQ como na série, as versões do Exército Animal são extremamente diferentes, tanto em composição, objetivo e visual. Na adaptação, temos adolescentes que buscam proteger e resgatar híbridos; morando em um parque de diversões abandonado, os jovens nutrem uma repulsa por adultos e usam roupas e adereços que representem visualmente um animal de sua escolha. Liderados pela “Ursa“, esta acaba saindo do grupo e se unindo a Gus e Jappered e embarcando na viagem até o Colorado.
Em paralelo, temos o Exército Animal dos quadrinhos, um grupo bem violento de sobreviventes que dominou uma cidade inteira. Glebhelm, um homem que usa seus 5 filhos híbridos como animais de caça e também é líder do grupo, acaba convencido por Jeppered a atacar a base da mílicia; em troca, poderiam pegar todos os híbridos do local. Este, no entanto, era apenas um blefe de Tommy, que precisava do exército justamente para conseguir resgatar Gus.
Motivação de Gus
Enquanto na série o nosso protagonista quer ir ao Colorado em busca de sua mãe, nos quadrinhos o menino cervo tem como destino o Alasca. Após o doutor Singh ter acesso a escritos e documentos do pai de Gus que mencionavam o local – e após o menino ter vários sobre lá também -, nossos personagens seguem rumo ao norte, achando que lá encontrariam explicações sobre o passado do garoto e também sobre a origem do vírus.
Personagens
Podemos começar esse tópico citando duas personagens muito importantes nos quadrinhos e que acabaram de fora da série: Becky e Lucy. Resgatadas por Jeppered e Gus de uma casa onde eram obrigadas a se prostituir, as duas mulheres fazem parte do resgate de Gus e também da jornada até o Alasca.
Becky e Lucy, respectivamente.
A série, por outro lado, acabou acrescentando vários personagens novos. Como exemplo, temos Aimee, a mulher que adota uma menina híbrida e que é a responsável pela criação da Reserva, local que na adaptação realmente existe e que serve para abrigar e proteger os híbridos.
Aimee.
Origem do vírus e dos híbridos
Esse é um ponto complexo tanto na adaptação como nos quadrinhos, então vamos por partes. Na série, vemos que um laboratório estava fazendo pesquisas biológicas a fim de desenvolver novas vacinas. O pai de Gus trabalhava na limpeza da instalação, e é lá que conhece a “mãe” de Gus, Birdie. A moça era, na verdade, a virologista responsável pelo projeto, este que acabou gerando o primeiro bebê híbrido: Gus – sigla para Genetic Unit Series 1. Certa noite, o exército entra nas instalações e começa a confiscar o projeto; numa tentativa de salvar a vida da criança e impedir que ela seja alvo de experiências, Birdie entrega Gus ao homem que viraria a seu pai e pede que ele cuide do menino.
Birdie segurando Gus, ainda no laboratório.
Agora, nos quadrinhos… o buraco é bem mais embaixo. Tudo em 1910, no Alasca, onde um rapaz que outrora foi ao gélido território com o objetivo de catequizar os nativos, acabou sendo conquistado pelo povo e resolveu permanecer no local. Um dia, no entanto, o homem acaba entrando em uma caverna, onde encontra várias espécies de “túmulos“, cada um com um animal esculpido na porta. Por curiosidade, resolve abrir um deles, se deparando com um esqueleto híbrido de um humano com um cervo.
Rapidamente, outros membros da tribo o tiram de lá, explicando que aquele lugar era sagrado e que o que ele viu ali eram os corpos de Deuses. Tal perturbação, contudo, deixaria um preço. Pouco tempo depois, o povo que ali morava começou a adoecer e a morrer, e a esposa do rapaz, que estava grávida, deu à luz a um menino híbrido de cervo.
Em outra edição, vemos o pai de Gus antes da epidemia. Assim como na série, o homem também trabalhava na limpeza de uma instalação de pesquisa; a diferença é que essa instalação ficava no Alasca, e foi construída propositalmente em cima da caverna onde se localizavam os túmulos dos Deuses híbridos.
Vemos que o laboratório estava utilizando os esqueletos dos túmulos para gerar vidas híbridas artificialmente, através de incubadoras. Um dia, quando o pai de Gus foi até a instalação trabalhar, percebeu que todos os funcionários do local estavam mortos; ao andar pelas salas, avista um berço, e nele estava um bebê híbrido. Não podendo deixar o pequeno ali sozinho, o homem resolve levá-lo consigo e criá-lo como filho.
Como provavelmente teremos uma 2ª temporada, vou parar por aqui e não contar o final dos quadrinhos. Mesmo com várias mudanças e com um tom bem diferente da HQ, a adaptação de Sweet Tooth consegue ser uma série bem empolgante e divertida, mantendo a premissa chave de uma nova espécie nascendo e “tomando o lugar” dos seres humanos. Para os fãs ferrenhos e que não são muito adeptos à modificações, sugiro que assistam a série e deixem-se levar pela mensagem leve e otimista que a adaptação trás consigo, afinal, é plenamente possível gostar das duas obras ao mesmo tempo. Aos que ainda não leram os quadrinhos, deixo aqui a minha sincera recomendação; Lemire consegue nos entregar uma trama cheia de drama, mistérios, reviravoltas e quadros de ação muito, mas muito bem desenhados. Garanto que, ao começar a leitura, você não vai conseguir parar… eu, pelo menos, não consegui (risos).
Após o novo traje do Shazam! ser vazado pelo site Just Jared (clique aqui para mais informações), o cineasta David F. Sandberg liberou o primeiro teaser de Fury of the Gods.
O vídeo destaca os detalhes da nova roupa, enquanto Zachary Levi faz uma piada.
Criado em 1939 pelo roteirista Bill Parker e posteriormente adquirido pela DC Comics, Shazam! conta a história de Billy Batson, um garoto órfão que ganha os poderes dos deuses do Olimpo de um mago misterioso de mesmo nome.
Para futuras informações a respeito de Shazam! 2, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Vazaram através do site Just Jared, as imagens dos set de Shazam! Fury of the Gods, nas quais mostram o ator Zachary Levi trajado com o novo uniforme do herói.
Ao que tudo indica, a capa da roupa nessa cena em específica, será adicionada na pós produção.Parte do elenco, está filmando externamente e em breve, deveremos ter novas imagens.
Criado em 1939 pelo roteirista Bill Parker e posteriormente adquirido pela DC Comics, Shazam! conta a história de Billy Batson, um garoto órfão que ganha os poderes dos deuses do Olimpo de um mago misterioso de mesmo nome.
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Com as recentes notícias de que o novo filme do Superman será protagonizado por um ator negro, o astro William Jackson Harper declarou em uma entrevista para o Jimmy Kimmel, que ele gostaria de viver a nova versão do personagem nas telonas.
”Quando eu soube que as pessoas queriam me ver como o novo Superman, eu fiquei surpreso, não tinha noção de que eu era tão conhecido assim. Eu não quero fazer dieta e exercícios, mas isso seria a melhor coisa que poderia acontecer comigo, seria demais”.
William ganhou notoriedade após participar da série The Good Place. Já, a procura para um novo Homem de Aço nos cinemas continua pela Warner Bros., e mais informações devem ser reveladas na segunda edição do DC Fandome, que será realizada em Outubro de 2021.
A última aparição do Superman nas telonas foi em Liga da Justiça, de 2017 vivido por Henry Cavill. Em 2013, foi lançado O Homem de Aço com direção de Zack Snyder, que deu início ao universo cinematográfico da DC.
Para futuras informações a respeito do Superman, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em um depoimento para o Screen Rant, Des Jardin, supervisor de efeitos visuais do filme The Flash, revelou que o longa-metragem irá ignorar a versão de Barry Allen vista em Liga da Justiça (2017), e que a sua personalidade será mais próxima com o que os fãs viram em Liga da Justiça de Zack Snyder.
”Andy Muschietti está abordando alguns conceitos interessantes, estendendo o visual e a vibração do Barry Allen de Ezra Miller que demos uma amostra na Liga da Justiça de Zack Snyder.”
A informação de Jardin bate com a declaração de Patty Jenkins feita em 2020, que segundo ela, a maioria dos diretores do DCEU não estão considerando Liga da Justiça de Joss Whedon como um filme canônico.
O longa-metragem será inspirado no evento Flashpoint, que foi lançado em 2011 com roteiro de Geoff Johns e artes por Andy Kubert. Entretanto, o filme terá diversas diferenças em relação ao material fonte, como por exemplo, a ausência da guerra entre as Amazona e os Atlantes e a substituição de Thomas Wayne como Batman, pelo próprio Bruce Wayne já envelhecido, que será vivido por Michael Keaton.
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Através de uma declaração feita em seu perfil na rede social Twitter, Neil Gaiman revelou que Sandman irá chegar na Netflix em 2022, uma vez que um fã encontrou o ano de lançamento da produção, em sua página do serviço de streaming.
”O fechamento mundial da Covid em 2020, significou que não começamos a filmar Sandman até o final do ano passado, e ainda estamos gravando agora (dentro do cronograma, com alguns episódios pela frente). Depois, há VFX, música e etc para fazer (os bons presságios demoraram 9 meses). Não consigo imaginar que saia em 2021”.
Novidades a respeito da série, serão reveladas no evento Geeked Week, que será realizado de forma gratuita e online dos dias 07 à 11 de Junho de 2021.
The 2020 world shutdown from Covid meant we didn't start shooting Sandman until late last year, and we're still shooting now (on schedule, with a couple of episodes to go). Then there's VFX, music etc to do. (Good Omens took 9 months). I can't imagine it getting out in 2021. https://t.co/5JvDniRI8i
O seriado contará a história de Morfeus, um dos Perpétuos (criaturas análogas aos deuses, mas ainda maiores) responsável pelo Mundo dos Sonhos. Basicamente ele controla e tem acesso a todos os sonhos da humanidade e de todas as criaturas capazes de sonhar, sendo o senhor do Mundo dos Sonhos, a terra aonde vamos em nossas horas de sono.
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Foi divulgado por meio do Deadline, que o ator Chris Conrad não será mais o Vigilante em Pacificador, série spin-off de O Esquadrão Suicida que chega em Janeiro de 2022 no HBO Max.
Chris deixou o seriado, devido a divergências criativas com o estúdio. Todavia, é reportado que a sua saída foi feita de forma amigável.
Freddie é um ator britânico que ganhou notoriedade em Bridgerton, da Netflix.
‘Peacemaker’: Freddie Stroma To Replace Chris Conrad In HBO Max’s ‘Suicide Squad’ Spinoff https://t.co/J6vlhwgped
Pacificador era um representante da ONU. Originalmente, o personagem era enviado pela corporação à países pobres para fazer inúmeros tratados, com o intuito de melhorar a região.
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Em uma conversa para o podcastHappy Sad Confused, Zack Snyder revelou que considerou incluir O Homem de Aço no universo do Batman de Christopher Nolan.
Como o Bruce Wayne havia supostamente morrido neste mundo, o Homem-Morcego seria o Robin, vivido por Joseph Gordon-Levitt.
Todavia, Snyder declarou que foi uma ideia inicial que foi descartada logo de início.
O Homem de Aço se passa no DCEU, o universo estendido da DC que é composto por nove filmes, enquanto a Terra do Batman de Christopher Nolan se passa em uma realidade mais realista, onde aparentemente, só existe o Cavaleiro de Gotham como herói.
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