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A importância da série do Flash

O Flash sempre foi um dos personagens mais queridos entre fãs da DC Comics. Seja graças a passagens memoráveis nos quadrinhos e sua importância histórica ou ao desenho animado da Liga da Justiça, o herói é o primeiro sinônimo de velocista lembrado pelo inconsciente popular. “Tal pessoa é rápida como o Flash“; “Fui e voltei rapidinho igual o Flash“. Entretanto, o Velocista Escarlate nunca recebeu a merecida atenção em adaptações live-action (apesar das tentativas, uma delas nos anos 90) até o ano de 2014, quando a série The Flash produzida pelo canal CW estreou. E com ela tudo mudou, pois os conceitos do universo de quadrinhos da DC Comics começaram a ser levados a sério de forma fiel, alcançando um novo público a partir daí.

Contém spoilers das duas primeiras temporadas de Flash.

O universo de séries da CW começou em outubro de 2012 com Arrow. O sucesso da série do Arqueiro Verde foi estrondoso, e graças a ele temos hoje diversas séries (algumas bem sucedidas, outras nem tanto) baseadas em quadrinhos, tanto da Marvel quanto da DC. Obviamente o histórico de séries de TV produzidas pela DC Comics é muito mais antigo, vindo desde os anos 50. Porém, a série do Arqueiro foi a responsável por modernizar as adaptações de quadrinhos seriadas na TV, além de verdadeiramente introduzir um universo coeso de adaptações live-action, algo semelhante ao que a Marvel vinha fazendo no cinema.

A série da DC mais recente até então era Smallville, que teve sua última temporada exibida em 2011, também no canal CW. Os atuais produtores do CWverso (como é chamado o universo das séries da emissora) apresentaram um pitch de uma produção baseada no Arqueiro Verde e receberam carta branca com uma única condição: afastar ao máximo a vindoura série do Arqueiro da fantasia que era Smallville.

Teve então o início da vida do Arqueiro Verde na TV, que ruma atualmente para sua quinta temporada, absorvendo inicialmente muita inspiração do realismo de Christopher Nolan em suas adaptações do Batman. A jornada de Oliver Queen seria a transformação de um vigilante procurado pela polícia para um herói conhecido, e com isso a personalidade clássica do Arqueiro dos quadrinhos foi perdida entre outros altos e baixos. Contudo, a segunda temporada (tida como a melhor da série) começou a introduzir elementos fantásticos dos quadrinhos como a droga da super-força Miraclo, “super” vilões e Barry Allen, o cientista forense que foi atingido por um raio e ganhou super velocidade. E com o renascimento de Barry Allen num hospital de Central City a DC Comics ganhou uma nova vida na TV, algo semelhante ao que ocorreu em 1956, quando a Era de Prata dos quadrinhos teve início graças ao novo Flash (o mesmo Barry Allen) e posteriormente, em 1959, ao novo Lanterna Verde (Hal Jordan), modernizando a DC da época.

The Flash é uma série que transpira quadrinhos. O cientista forense Barry Allen teve sua mãe assassinada por um misterioso borrão amarelo e seu pai foi julgado culpado. Vivendo com uma família adotiva, Barry cresce tentando desvendar o mistério do assassinato de sua mãe até o dia em que o Acelerador de Partículas dos Laboratórios S.T.A.R explode, gerando uma tempestade que deu poderes de diferentes formas a pessoas de diferentes tipos, entre elas o próprio Barry, atingido por um raio que gerou sua super-velocidade. A origem dos poderes de Barry foi adaptada para se encaixar à premissa da série, porém o grosso está aí.

O crescimento de Barry como um herói é explorado desde o primeiro episódio. O personagem vivido por Grant Gustin descobre novos limites para seus poderes a cada aventura, assim como nos quadrinhos as diferentes versões do Flash sempre fizeram. Tais aventuras acabam culminando em histórias envolvendo conceitos até então intocados em filmes ou séries. É importante lembrar que para algo se tornar verdadeiramente revolucionário deve abranger o maior público possível ao mesmo tempo que introduz algo novo ou simplesmente muda paradigmas. “The Flash” fez ambas as coisas, além de ter afastado o tom sombrio presente até então em Arrow e ter ideias atualmente refletidas nos quadrinhos e no cinema.

"O Flash do século 25 é o oposto de mim! Ao invés de ser um defensor da Lei... Ele é um bandido!"
“O Flash do século 25 é o oposto de mim! Ao invés de ser um defensor da Lei… Ele é um bandido!”

O público-alvo da CW sempre foi os jovens. O catálogo de séries do canal é direcionado a pessoas mais novas, e isso gera o aspecto de “novela” das produções, sempre com dramas familiares e mensagens motivacionais. Porém, o trunfo de Flash está no modo como as histórias são contadas. Sendo um verdadeiro seriado de super-herói, as motivações dos personagens são muito bem trabalhadas (principalmente na primeira temporada), contando com um elenco de apoio excelente. De forma orgânica, Flash alcançou um novo público e começou a plantar as sementes de ideias exploradas nos quadrinhos desde os anos 50, sempre com destaque para a Era de Prata, fase da qual os idealizadores do seriado extraem muita inspiração, ditando assim o tom dos episódios.

Em uma única temporada Barry lidou com vilões “pé-no-chão”, animais com poderes (como o Gorila Grodd), viagens no tempo e o grande vilão Flash Reverso, responsável pela morte da mãe do herói. Numa crescente, os 23 episódios aos poucos adicionaram elementos importantes para a trama e para o final deste arco, fazendo com o que o público novato no mundo dos quadrinhos se acostumasse com tais conceitos e os consumidores fiéis de HQs sintam-se homenageados. Você pode não gostar da forma como a série é contada ou dos padrões da CW, mas há de convir que a coragem investida pelo trio de produtores (Greg Berlanti, Andrew Kreisberg e Geoff Johns) tentando aproximar a série dos quadrinhos é louvável. Tudo isso numa mídia mais limitada como a TV.

“Flash de Dois Mundos” referenciada no segundo episódio da segunda temporada.

Com a segunda temporada os fãs presenciaram mais conceitos bem trabalhados em tela, repetindo, totalmente inéditos para o público que consome somente live-actions tanto da DC quanto da Marvel. De forma massiva a série utilizou o conceito do Multiverso existente nos quadrinhos desde os anos 50, introduzido numa história da Mulher-Maravilha onde a heroína encontrava uma versão alternativa dela mesma, e posteriormente (tida como introdução oficial pela editora) na clássica “Flash de Dois Mundos“, onde Barry Allen encontra o Flash da Era de Ouro, Jay Garrick, que o inspirou a se tornar herói. Nunca negligenciando tais ideias a série da CW bebe diretamente da fonte dos clássicos do personagem para contar suas histórias, adaptando-as a um novo público consumidor. Rapidamente algumas Terras Paralelas foram estabelecidas na TV, incluindo uma onde o Caçador de MarteSupergirl e seu primo Superman residem, enfrentando alienígenas frequentemente. Flash é capaz de fazer amizade com personagens de outras Terras e chamar a atenção de novos públicos através de um simples portal para um mundo que está vibrando em uma frequência diferente.

Connor Hawke, Flash dos anos 90 e um anel da Legião dos Super-Heróis. Todas imagens mostradas no momento em que Barry viajou para outra Terra pela primeira vez.
Connor Hawke, Flash dos anos 90 e um anel da Legião dos Super-Heróis. Todas imagens mostradas no momento em que Barry viajou para outra Terra pela primeira vez.

Além do Multiverso, fãs do Flash lidam desde sempre com a ideia do Legado de super-heróis. Barry Allen tornou-se o Flash somente graças a inspiração proporcionada por Jay Garrick. Wally West, o Kid Flash de Barry, tornou-se o Flash para honrar a morte de seu mentor durante a Crise nas Infinitas Terras. E o legado do Flash (bem como a Família Flash) sempre cresce. Tal abordagem também não é esquecida pela série da CW, onde na segunda temporada a maioria dos personagens de legado foram introduzidos. O Wally da série (baseado nos Novos 52), inclusive, é um fã do Flash e será utilizado como Kid Flash na terceira temporada. Jesse Quick foi atingida pela segunda explosão do Acelerador de Partículas e Jay Garrick é um Flash mais velho interpretado por John Wesley Shipp, o ator que deu vida ao Flash na série de TV dos anos 90. Sim, o legado é presente até na vida real.

Nas mãos de Mark Waid (maior e melhor roteirista a passar pela revista do herói, e grande fã da série de TV), o conceito da Força da Aceleração foi criado, e nas mãos de Kevin Smith a ideia foi adaptada e explorada a fundo pela primeira vez na telinha, sempre com o objetivo de ser algo didático para todos os públicos. E aos poucos as sementes são plantadas.

A Família Flash dos quadrinhos.
A Família Flash dos quadrinhos.

Porém, é importante ressaltar que a importância do seriado do Flash vai além da introdução de conceitos a novatos (algo extremamente positivo, obviamente). O sucesso gigantesco da série teve impacto até nos quadrinhos, onde muitos especulam que as mudanças recentes foram feitas para adequar o tom de ambas as mídias. Recentemente o legado foi trazido de volta com o Rebirth da DC Comics, onde o Wally West original retornou nas mãos de Geoff Johns e Barry deve treinar o segundo Wally. Com essa mudança, o cinema também foi impactado, com Johns assumindo um cargo mais alto e prometendo otimismo e esperança aos filmes da editora. Algo mais leve, similar ao que as séries de TV (Flash, Arrow, Supergirl e Legends of Tomorrow) se tornaram.

O já citado elenco de apoio também recebe atenção especial. Vilões como o Capitão Frio, Nevasca, Patinadora Dourada, Grodd, Flautista e Onda Térmica são bem trabalhados, alguns explorados até mesmo em spin-offs, e heróis também foram introduzidos aos poucos. Nuclear (com o conceito de legado explorado mais uma vez), Mulher-Gavião, Gavião Negro e Vibro foram alguns dos heróis apresentados na série de forma natural e, quase sempre, com bons atores. Por fim, o elenco de humanos razoavelmente normais, como Harrison Wells (vivido por Tom Cavanagh) ou o pai adotivo de Barry, Joe West (Jesse L. Martin) são responsáveis por alguns dos melhores momentos.

E as referências aos quadrinhos não param:

“Flash desaparece na Crise. Céu vermelho desaparece. Completa a fusão da Wayne Tech e Indústrias Queen.”

Não param:

Flash (uma miragem dele) se sacrifica para salvar o multiverso como na Crise original.

E não param:

Zoom torna-se o Flash Negro, entidade mortífera inimiga do Flash.

Com a promessa de expandir ainda mais esse universo da TV, a terceira temporada de Flash está marcada para estrear dia 04 de outubro de 2016. A ideia da vez será o paradoxo do Flashpoint, saga moderna dos quadrinhos da DC criada por Geoff Johns e responsável pelo início dos Novos 52, adaptada ao contexto da série e prometendo impacto nas séries irmãs.

Que o time responsável por The Flash é fã do universo dos quadrinhos, todos já sabemos. O que ninguém esperava, talvez nem mesmo a Warner, era o fenômeno que o Velocista Escarlate se tornaria, retornando ao posto de uma das revistas mais vendidas da editora, rendendo muito com merchandising e com novos fãs tão devotos. O Flash voltou com tudo desde 2014 graças a série, e isso inegavelmente é um Fato Flash.

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Otimismo e Esperança | Precisamos falar sobre o Universo Estendido da DC

É notável que este universo compartilhado ainda não caiu 100% nas graças da comunidade geek e tudo isso se aplica ao mostrar uma atmosfera mais densa e fria, o que traz um certo estranhamento. O lançamento de Homem de Aço em 2013 veio como o início de uma nova era para os filmes de super-heróis, onde a Warner Bros. traria os personagens conhecidos e amados dos quadrinhos. Quem nunca sonhou em ver a Liga da Justiça em live-action enquanto assistia a série animada? Pois é. A DC Films veio para trazer luz à este universo, porém onde está essa Luz?

Os fãs ainda esperam a humanidade se unir ao Superman no sol.
Os fãs ainda esperam a humanidade se unir ao Superman no sol.

A versão que o diretor Zack Snyder deu para o escoteiro não foi muito bem aceita, pois o principal argumento era a descaracterização feita sobre um dos maiores super-heróis de todos os tempos. Vimos um Kal-El inseguro e com dilemas pessoais como qualquer terráqueo teria em seu dia-a-dia. Seu apoio moral era através de seus pais, Jonathan e Martha Kent junto com a repórter Lois Lane. Eles eram o seu porto seguro no momento de suas principais dúvidas e questionamentos.

O filme até hoje é base de inúmeras discussões, seja para abordar a forma que Zack apresentou o personagem ou toda a personalidade do mesmo, se era algo que poderia ser considerado como canônico na trajetória dele. Não entrarei no mérito de dissecar argumentos positivos e negativos sobre a trama. Apenas quero salientar a forma como o primeiro longa do UEDC foi recebido.

O plano original era o lançamento da continuação do filme, porém a ideia de colocar os Melhores do Mundo num confronto foi bem mais sedutora. E assim, saiu parte da história de Batman vs Superman: A Origem da Justiça.

 San Diego Comic-Con 2013. Zack Snyder chama Harry Lennix ao palco e este começa a ler uma das frases mais icônicas do Cruzado Encapuzado. A galera fica empolgada e quando o primeiro logo de BvS surge na tela, todos vão à loucura. Naquele dia, estávamos diante de um sonho começando sua trajetória para se tornar realidade. Cavaleiro das Trevas, obra do mestre Frank Miller, sendo adaptada para os cinemas. Surreal demais, certo?

Um ano depois, foi exibido um teaser que mostrava Batman ligando o bat-sinal e Superman no céu. Com um vídeo sendo lançado faltando menos de dois anos para o seu lançamento, a expectativa em cima da ”continuação de Homem de Aço” foi massiva. Todos queriam presenciar a melhor produção dos super-heróis até então e estimativas de bilheteria alcançava mais de $1 bilhão mundialmente. Só que tudo isso caiu por terra. Mais uma recepção mista e até num nível mais acalorado quanto o filme anterior. Uma das críticas envolveu o modo como Bruce Wayne agia como vigilante. Afinal, o Batman mata?

Além disso, a versão picotada no cinema prejudicou completamente aquele que deveria trazer o ar heróico e melhor entendimento sobre a trama. Como consertar isso? Versão estendida, baby. Os 30 minutos adicionais clarearam os planos de Lex Luthor e mostrou mais de Clark Kent/Superman. Um certo alívio percorreu nosso interior com essa saída, só que mais uma vez não era o que se esperava. O estrago, posso colocar dessa forma, já tinha sido causado. Algo precisava ser feito urgentemente e o nome disso foi: reestruturação.

Jon Berg e Geoff Johns.
Jon Berg e Geoff Johns.

Com as inúmeras críticas negativas, vários rumores encheram a internet sobre o futuro da DC Films e um deles sempre envolvia a saída de Zack como diretor em Liga da Justiça: Parte 2. Não demorou muito para a Warner Bros. apresentar seu novo plano, onde Jon e Geoff (que também já era Chefe Criativo da DC Comics) foram nomeados como supervisores de todos os filmes da DC. Função esta que era de Snyder. Em sua primeira entrevista após a novidade, Johns quis deixar claro que pretendia trazer o otimismo para as vindouras produções. Mais tarde, ele ganharia o mérito de se tornar o Presidente da DC Entertainment.

No final de junho, o estúdio permitiu que os principais sites de jornalismo relatassem tudo que viram durante a visita ao set de Liga da Justiça em Londres. Deborah Snyder relevou que o tom sombrio tinha sido deixado para trás por não se adequar à proposta do primeiro filme da equipe. O tom leve e até divertido fariam parte do roteiro. Só que não demorou muito para os fãs se sentirem incomodados com essa mudança, pois estariam seguindo o contrário que a editora é. Entretanto, temos que estar dispostos a aceitar modificações para um bem maior. Ser divertido não significa um besteirol americano. Significa uma atmosfera mais leve e descompromissada. O vídeo apresentado na Comic-Con deste ano teve justamente essa função.

Recentemente, Johns se sentou com o The Wall Street Journal para falar sobre sua nova função e o relatório deixou claro que seu objetivo é mudar a forma como esses personagens são percebidos. Um claro esforço para tornar os filmes mais inspiradores, onde terá início com a Liga.

”Equivocadamente, no passado, acho que o estúdio disse: ‘Oh, os filmes da DC são corajosos e sombrios, tornando-os diferentes. Isso não poderia estar mais errado’. É uma visão esperançosa e otimista da vida. Mesmo o Batman tem um vislumbre disso. Se ele não achasse que poderia tornar o amanhã melhor, ele pararia.”

Falando no personagem, o site acrescentou que o filme abordará as ações dele mostradas em Batman vs Superman, no que diz respeito a tortura de criminosos e a tentativa de assassinato ao Homem de Aço.

Berg também teve a oportunidade de comentar um pouco sobre a sua visão daqui pela frente. Quando perguntado sobre a reação aos dois primeiros filmes, ele respondeu:

”Para ter esses personagens fazendo parte da cultura pop é tão gratificante, embora, é claro que estamos desapontados pela forma como os filmes não obtiveram melhores avaliações.”

O Wall Street também confirma que a dupla trabalhou com Snyder e o roteirista Chris Terrio para fazerem algumas alterações no objetivo de mudar o tom do filme.

“Nós aceleramos a história para chegar à esperança e otimismo um pouco mais rápido.”

Os planos para dividirem a história da Liga da Justiça para uma possível sequência em 2019 foram abandonados.

”Estamos tentando ter um olhar em tudo e ter a certeza de permanecermos fiéis aos personagens e contar as histórias que os celebrem.”

Para finalizar, foi informado que é esperado não vermos nenhuma cena que quebre a narrativa da trama, ou seja, somente aquilo que seja necessário para o desenvolvimento dos personagens e dos plots apresentados.

Zack Snyder nos bastidores de Batman vs Superman.
Zack Snyder nos bastidores de Batman vs Superman.

Será que a redenção do UEDC virá com a Liga da Justiça? Não só em questão de um filme agradável para todos, mas também em termos de reconhecimento com o diretor que deu início ao universo. Teremos que esperar até novembro do próximo ano para concluirmos se o otimismo e esperança finalmente foi imposto ou se era apenas a mentira mais antiga da América.

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Gladiador Dourado não fará parte do Universo Estendido da DC

Em maio, os fãs de super-heróis souberam que Gladiador Dourado entrou em fase de desenvolvimento com o roteirista Zack Stentz e direção de Greg Berlanti (produtor de The Flash e Supergirl). Com isso, muitas especulações sobre como o personagem se encaixaria no universo estabelecido pela DC Films.

Agora, o Vulture revelou que o filme não estará dentro do universo compartilhado que teve início com Homem de Aço em 2013.

”A partir de agora não temos uma espécie de tecido conjuntivo a esses mundos”, Greg disse quando perguntado se o filme faria parte do Universo Estendido da DC.

Ele também disse que o projeto surgiu a partir de um programa de TV sobre o personagem que estava trabalhando com Andrew Kreisberg. Depois, Berlanti e Kreisberg entraram em conversa com Geoff Johns para o longa sair do papel.

Informações sobre filmagens e elenco ainda não foram reveladas.

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Liga da Justiça | Divirta-se com o trailer estranho do filme da DC

O Canal Aldo Jones divulgou o Weird Trailer do filme Liga da Justiça, da Warner Bros e DC Entertainment. Confira o vídeo na galeria de reprodução abaixo.

Em Liga da Justiça, energizado por sua fé restaurada na humanidade, e inspirada pelo ato de sacrifício do Superman, Bruce Wayne pede a ajuda de sua recém encontrada aliada, Princesa Diana Prince, para enfrentar um perigoso inimigo. Juntos, Batman e Mulher Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um equipe de meta-humanos, para poderem ter condições de derrotar uma nova ameaça. Mas apesar da formação de uma poderosa liga de heróis, Batman, Mulher Maravilha, Aquaman, Cyborg e Flash podem ter chegado tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Dirigido por Zack Snyder, o filme marca a estreia nos cinemas da Liga da Justiça, estrelada por Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller e Ray Fisher. Liga da Justiça chega aos cinemas no dia 17 de novembro de 2017.

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Esquadrão Suicida | Créditos Finais e Perfis gráficos do filme são lançados oficialmente

Buddha Jones, agência de publicidade de Los Angeles, que fez toda a parte gráfica do filme Esquadrão Suicida para a Warner Bros e DC Comics, divulgou os créditos finais e os perfis dos personagens exibidos no primeiro arco do filme. A produção faz parte do Universo Cinematográfico da DC, que iniciou com o Homem de Aço e Batman Vs Superman: A Origem da Justiça.

Esquadrão Suicida - Coringa (Jared Leto) e Arlequina (Margot Robbie)

Confira os novos vídeos de Esquadrão Suicida, na galeria de reprodução abaixo.

Esquadrão Suicida tem em seu elenco: Jared Leto, Margot Robbie, Joel Kinnaman, Jai Courtney, Cara Delevingne, Adewale Akinnuoye-Agbaje, Karen Fukuhara, Jay Hernandez, Adam Beach e Viola Davis. A direção é de David Ayer.

Esquadrão Suicida está em cartaz nos cinemas brasileiros.

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Mulher Maravilha | Divulgada paródia em animação do trailer do filme

Foi divulgado uma paródia em animação do trailer de Mulher Maravilha, estrelado pela  Princesa Diana (Gal Gadot), e dirigido por Patty Jenkins.

Em 2017, antes da Princesa Diana (Gal Gadot) aventurar-se no mundo dos homens, será mostrado sua vida anterior em Themyscira, a casa lendária das Amazonas. Lá, ela será treinada para se tornar uma guerreira por sua tia, a General Antíope (Robin Wright), e ensinada a como ser uma brava líder por sua mãe, a Rainha Hipólita (Connie Nielsen).

Confira o vídeo de Mulher Maravilha abaixo.

O filme tem em seu elenco: Gal Gadot no papel da Princesa Diana/Mulher Maravilha e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor e o avô de Trevor. Mulher Maravilha conta também com: Robin Wright, Connie Nielsen, Doutzen Kroes, Danny Huston, David Thewlis, Ewen Bremner, Saïd Taghmaoui, Elena Anaya e Lucy Davis. Mulher Maravilha está sendo dirigido por Patt Jenkins (Monster, AMC’s The Killing).

Mulher Maravilha chega aos cinemas no dia 1 de junho de 2017.

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The Flash | Galeria de vilões do herói estará no filme do velocista escarlate

Ezra Miller entrará na Força de Aceleração em 2017 para o filme Liga da Justiça, abrindo caminho para sua própria aventura solo em 2018, intitulada de The Flash.

Segundo informações do Heroic Hollywood, através da pessoa de Umberto Gonzalez, foi revelado que Barry Allen, o Flash, vai enfrentar sua famosa e conhecida Galeria de Vilões dos quadrinhos. Os Rogues são uma equipe de arqui-inimigos do Flash, que se unem para impedir o homem mais rápido do mundo. Nos quadrinhos da DC Comics, fazem parte desse grupo de rivais de velocista escarlate: Capitão Frio, Mestre dos Espelhos, Onda Térmica, Mago do Tempo, Trickster, Flautista (Hartley Rathaway), Pião, e Capitão Bumerangue.

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O Flash apareceu pela primeira vez no filme de Zack Snyder, Batman vs Superman: A Origem da Justiça, e retornará em 2017, no longa-metragem Liga da Justiça. Com direção de Rick Famuyiwa, e estrelado por Ezra Miller e Kiersey Clemons, The Flash chega aos cinemas no dia 16 de março de 2018.

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Dark Universe | Doug Liman vai dirigir filme da Liga da Justiça Sombria

Segundo informações da Variety, Doug Liman (The Bourne Identity e Edge of Tomorrow) está confirmado para a dirigir o vindouro filme da Warner Bros. e DC Entertainment, Dark Universe, adaptação da Liga da Justiça Sombria, equipe formada por John Constantine, Monstro do Pântano, Deadman, Zatanna e Etrigan the Demon.

O filme terá um importante papel no Universo Cinematográfico da DC (DCCU).

Constantine foi interpretado por Keanu Reeves no filme de 2005, e por Matt Ryan, na série da NBC, de mesmo nome, cancelada em 2015, depois de uma temporada. Monstro do Pântano também teve seu próprio longa-metragem, com Dick Durock interpretando a criatura na produção de Wes Craven, em 1982.

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Doug Liman recentemente terminou de filmar The Wall, estrelado por Aaron Taylor-Johnson, na Amazon Studios. Ele também está certo para dirigir Chaos Walking, na Lionsgate, e tem uma produção sobre o cartel de drogas, American Made, com Tom Cruise, chegando aos cinemas em setembro.

Dark Universe ainda não tem data de estreia.

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Batman: Return of the Caped Crusaders | Novo trailer com Adam West, Burt Ward e Julie Newmar

Santa nostalgia, Batman!

O morcego de Gotham está retornando sua jornada da série de televisão dos anos 1960, em um novo longa de animação, chamado de Batman: Return of the Caped Crusaders, que terá as vozes de Adam West (Batman), Burt Ward (Robin) e Julie Newmar (Mulher Gato).

No novo trailer, divulgado pela Warner, ao som da música original, Batman e Robin enfrentam os vilões Coringa, Charada, Pinguim e Mulher Gato.

A série clássica do Batman foi exibida na televisão de 1966 a 1969, mostrando o Batman, de Adam West, e o Robin, de Burt Ward, enfrentando vilões icônicos como a Mulher Gato, de Julie Newmar.

Batman: Return of the Caped Crusaders, da Warner Bros. Home Entertainment e DC Entertainment, será lançado em Digital HD no dia 11 de outubro, e em Blu-Ray no dia 1 de novembro.

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Batman: Return of the Caped Crusaders | Primeiro trailer com Adam West, Burt Ward e Julie Newmar

Santa nostalgia, Batman!

Segundo informações da Entertainment Weekly, o morcego de Gotham está retornando sua jornada da série de televisão dos anos 1960, em um novo longa de animação, chamado de Batman: Return of the Caped Crusaders, que terá as vozes de Adam West (Batman), Burt Ward (Robin) e Julie Newmar (Mulher Gato).

No primeiro trailer, Batman e Robin estão em um perigo eminente de morte, e anunciam que o novo filme de animação contém um brilhante plano de fuga. O Batman, de West, também anuncia que o a produção terá vilões como o Coringa, Charada, Pinguim e Mulher Gato.

A série clássica do Batman foi exibida na televisão de 1966 a 1969, mostrando o Batman, de Adam West, e o Robin, de Burt Ward, enfrentando vilões icônicos como a Mulher Gato, de Julie Newmar.

Batman: Return of the Caped Crusaders, da Warner Bros. Home Entertainment e DC Entertainment, será lançado em Digital HD no dia 11 de outubro, e em Blu-Ray no dia 1 de novembro.