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Todos deixam um legado | We are Robin: Primeiras impressões

Como muitos já sabiam, a última edição do mix A Sombra do Batman (Edição 45) trouxe para nós as primeiras histórias do título We Are Robin, que até então só havia saído lá fora. Como o mix é maior e mais caro que os demais (apesar de carregar histórias muito boas), muita gente se pergunta se deveria ou não comprá-lo. E no intuito dar uma ajuda ao leitor, aqui vão as primeiras impressões sobre a história. Vamos lá!

We Are Robin ou Nós Somos Robin pela tradução, traz para o leitor uma nova perspectiva. Digamos que seja algo mais ousado, não tão diferente como foi feito em Academia Gotham (se quiser saber mais sobre o título, clique aqui), mas também não é uma história comum sobre super heróis.

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A história gira em torno da vida de alguns jovens que tiveram o mínimo de contato com o Batman, e se juntam após o arco Fim de Jogo para tentar salvar a cidade. A primeira edição foca no jovem Duke Thomas, e conta todo o drama sobre a sua vida. O principal objetivo de Duke, até então, é encontrar os pais que sumiram após serem atingidos pelo vírus coringa, mas enquanto isso não acontece, o jovem acaba se metendo em muitas confusões nas ruas, aumentando bastante a sua ficha criminal.

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Como a primeira edição foca mais no primeiro personagem, não dá pra saber muito ainda sobre o que virá, porém para não ficarmos perdidos com todos eles aqui vai um pequeno resumo sobre cada um:

Duke Thomas: jovem de 16 anos, estudante com personalidade sujeita a mudanças repentinas. Tem potencial para ser um grande escritor de poesia embora nunca vá admitir isso. Sua primeira aparição foi no arco Ano Zero da revista do Batman dos novos 52, quando ele ajudou o Batman ainda criança.

Riko Sheriden: jovem de 16 anos, estudante com destaque em artes dramáticas. Seus hobbies incluem cosplays, mangás, animes, kung fu, ouvir música e cantar. Ela é fanática na Batgirl. Sua primeira aparição foi em “Detective Comics: End Game“.

Daxton “Dax” Chill: jovem de 17 anos, estudante com problemas de disciplina. Já foi membro de uma banda punk. Tem grande conhecimento na área mecânica. Sua primeira aparição foi em “Detective Comics: End Game“.

Troy Walker: jovem de 17 anos, estudante acima da média com interesse em politica ativista, história e filosofia. Seus hobbies incluem, futebol, beisebol, videogames e cross-fit. Sua primeira aparição foi em “Detective Comics: End Game“.

Isabella Ortiz: jovem de 17 anos, estudante com destaque em linguagem. É bilíngue, mas também estuda francês e latim. Possui atividades suspeitas com gangues. Seus hobbies incluem dança, canto, ginastica, judô e kick-boxing.

Andre “Dre” Cipriani: jovem de 17 anos, estudante com comportamento agressivo e desobediente. É arrogante e tem problemas emocionais. Seus hobbies incluem MMA, boxe, ficção científica, romances policiais e gosta de cozinhar.

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Dá pra ver que o título tem um futuro bastante promissor, muita coisa pode acontecer ainda, e como é uma revista que foge do tema e apresenta dilemas atuais isso me anima ainda mais, e vocês? Também estão animados pras próximas edições? Deixe a resposta nos comentários.

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A vitória dos rebeldes está próxima | Star Wars: Império despedaçado

Compensando a falta de encadernados capa dura da serie Star Wars, recentemente a Panini lançou o título Star Wars: Império despedaçado.

Sendo prelúdio para o filme Star Wars: O Despertar da força, o encadernado, que compila as 4 edições de Star Wars: Shattered Empire, traz como protagonista Shara Bay (a mãe de Poe Dameron) e também conta com a participação de vários personagens da franquia: Han Solo, Leia, Luke Skywalker, Chewbacca, e vários outros.

A história começa dando continuação aos acontecimentos do filme O retorno de Jedi , focando na parte em que Shara Bay e sua equipe voltam da última batalha. Sua primeira missão após a batalha, é ao lado do general Solo, e consiste em acabar com os restos das tropas do império que ainda acreditam que o imperador Palpatine está vivo, devido a uma gravação do mesmo que foi liberada após a sua morte.

Sarah Bay e seu marido
Sarah Bay e seu marido

É importante ressaltar que além das missões de Shara, a HQ também aborda sempre o relacionamento com o seu marido, o Sargento Dameron. Graças a essas abordagens dá pra saber indiretamente sobre a vida de Poe (personagem essencial no sétimo filme da franquia).

Apesar de todo o resto das consequências das outras missões se basearem na primeira, as outras aventuras são ainda melhores. Na segunda podemos ver Shara, Leia e a rainha Soruna (atual rainha de Naboo), pilotando naves caça no intuito de impedir a destruição do planeta, mostrando que sempre conseguiram dar conta do recado sozinhas.

Jedi Luke Quadrinhos

Na terceira parte, Shara aceita uma missão de disfarce ao lado do Jedi Luke Skywalker em que o objetivo principal é o resgate de duas árvores que foram tiradas do templo Jedi em Coruscant. Mesmo com todo o tom de espionagem, ação e guerra, vemos também muitos conflitos internos da personagem, que se divide muito entre cuidar do filho, e ajudar a aliança rebelde, onde é muito necessária.

Além do roteiro excelente de Greg Rucka (Wolverine, Justiceiro), como podemos ver nas imagens, a arte de Marco Checchetto (Mundo de vingadores, Justiceiro)  também não deixa nada a desejar, combinando bastante com a história, e deixando a leitura muito mais agradável.

Por ser um encadernado bem curto, mesmo não sendo nada muito espetacular, a história nos prende bastante, principalmente porque explica um pouco sobre as origens  do menino Poe Dameron, portanto, se você é fã da franquia ou apenas tem dúvidas sobre o novo universo, vale muito a pena ler. 

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A nova geração de “Peter Parkers”

Peter Parker, o Homem-Aranha, é um dos super-heróis preferidos de muitos fãs de quadrinhos, filmes e desenhos animados. O carisma e bom humor de Peter diante a diversos problemas da vida é um dos motivos de ser um personagem muito querido na comunidade nerd.

Quando foi criado em 1962 por Stan Lee e Steve Ditko, Peter Parker era um jovem comum de um bairro de classe média em Nova York, morava com seus tios, não tinha grande poder aquisitivo e uma vida amorosa nada satisfatória. Junto a essa vida morna, ele era um estudante prodigioso, tímido e que sofria bullying na escola.  Quando Peter assume a persona de Homem-Aranha, ele pode ser o que realmente é: um super-herói bem-humorado com um grande senso de justiça.

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Amazing Fantasy #15

 

O típico adolescente nerd que sofria bullying e passa por diversas adversidades que está sempre disposto a superar, ou o personagem pobre que trabalha demais, mas nunca consegue uma mudança de status quo, foram backgrounds por trás do Homem-Aranha que favoreceram a identificação de diversos jovens e até mesmos adultos que passaram por situações semelhantes.

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Amazing Fantasy #15

Nos quadrinhos atuais do Homem-Aranha, Peter já não é mais um adolescente alvo de piadas dos colegas e nem pobre. Depois de décadas de histórias, ele já superou traumas com bullying e usou suas capacidades intelectuais para progredir financeiramente. Hoje, ele é Peter Parker, dono das Indústrias Parker e Homem-Aranha global, salvando o mundo de colante vermelho com alguns aparatos tecnológicos proporcionados pelo dinheiro. Essa atualização no status do personagem foi necessária para o desenvolvimento do personagem que já possui um histórico longo em sua bagagem (Confira o Guia de Leitura do Homem-Aranha).

Um conceito bastante interessante do cabeça de teia é que ele poderia ser qualquer pessoa por trás da máscara, independente de etnia, religião, sexo etc. Porém, Peter Parker é  um homem branco e nada pode mudar isso. Dito isso, a Marvel e a DC Comics introduziram diversos personagens pensando na identidade por trás da persona de super herói. Assim, aos poucos, foram surgindo personagens que refletem a diversidade étnico-cultural dos EUA. Já houveram diversas tentativas das grandes editoras de quadrinhos em estabelecer heróis novos que assumiriam o legado de personagens populares. Porém, poucos deles deram certos, e alguns desses poucos são o assunto desse post, são eles: Miles Morales, o Homem-Aranha, Kamala Khan, a Miss Marvel e Sam Alexander, o Nova.

Qual a relação de Miles, Kamala e Sam com Peter Parker?  É simples, eles também são nerds, adolescentes, com diversos problemas em suas vidas, salvam o dia como super-heróis e ainda precisam ir pra escola, assim como o clássico Peter Parker conhecido por muitos. Eles foram criados com base na ideia do que seriam os nerds atuais: fãs de heróis, com vidas amorosas complicadas, crises de identidade entre outras coisas. O conceito inicial do Homem-Aranha foi mudando com o passar do tempo, e com isso, algumas características que marcaram o personagem foram sendo deixadas de lados em prol do seu desenvolvimento. Essa nova geração de “Peter Pakers” veio para suprir as necessidades que alguns fãs antigos do Aranha sentiam falta e também para atrair um público novo. Eles possuem características diferentes e peculiares, mas que em essência, conseguem ser tão carismáticos e envolventes quanto o amigão da vizinhança.

É interessante notar como o conceito do termo NERD evoluiu desde a criação do Homem-Aranha na década de 60. Antes, era usado como um termo pejorativo para pessoas que estudam demais. Hoje, é usado comumente para falar de pessoas que gostam de quadrinhos, animes, fanfics, filmes, livros, ou qualquer outro assunto em que uma pessoa seja “especialista”. Ainda é usado por algumas pessoas como algo negativo, porém, em menor proporção.

Conheça um pouco dessa nova geração de heróis e o que os tornam promissores e dignos do legado de “Peter Parker”.

Miles Morales

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Miles Morales, o Homem-Aranha, é um jovem negro e hispânico de um bairro médio que um dia se viu picado por uma aranha radioativa e teve que assumir o legado de Peter Parker.  Ao contrário do que muitos pensam, ele não veio para substituir e tomar o lugar do Homem-Aranha original, ele é apenas outro Homem-Aranha entre diversos que já existiram. Para quem gosta do velho humor adolescente ambientado na escola e em situações que só o Homem-Aranha poderia se enfiar, Miles é o personagem perfeito para se acompanhar. Os momentos de encontro entre Peter e Miles costumam ser bastante divertidos.

Kamala Khan

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Kamala Khan, a Miss Marvel, é uma jovem paquistanês-americana e muçulmana, porém,  sua verdadeira religião é a dos adoradores de Carol Danvers, a Capitã Marvel. Seus pais são muito rigorosos com ela em relação aos costumes muçulmanos, porém, a sua verdadeira paixão é o mundo nerd, cheio de fanfics, heróis, filmes, quadrinhos etc. Kamala se sente muito diferente dos padrões de beleza eurocêntricos, ainda mais sendo uma paquistanesa que ama a cultura americana. Quando ela se vê com poderes, o seu primeiro extinto é se tornar o legado da super heroína que ela tanto admira. Miss Marvel com certeza é uma leitura obrigatória para garotas que são fãs de super-heróis.

Sam Alexander

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Sam Alexander, o Nova, é um jovem latino-americano que nunca acreditou que seu pai, Jesse Alexander, tinha sido um membro da Tropa Nova, até que um dia se viu com um capacete dos Novas em mãos e assumiu o legado de seu pai. As aventuras de Sam são de escalas galácticas, mas ele ainda é só um adolescente com uma responsabilidade grande em seus ombros.  Para os fãs de aventuras espaciais, tramas do cotidiano de um adolescente, Nova é uma excelente opção.

Com apenas alguns anos de criação, Miles, Kamala e Sam, são apostas grandes da Marvel para atrair antigos e novos leitores de quadrinhos. Eles vêm sendo introduzidos em animações e jogos, porém, o que falta para estabelecê-los no gosto do público são aparições no cinema.

 

 

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O Arqueiro Verde está de volta em Pássaros da Noite

Em um novo encadernado lançado no Brasil pela Panini, Oliver Queen começa uma nova fase de sua vida nas mãos do roteirista Benjamin Percy. Arqueiro Verde: Pássaros da Noite marca o retorno do herói como um justiceiro social, se opondo totalmente à fase anterior e praticamente ignorando o que foi feito pouco antes por outro roteirista.

Oliver Queen está de volta em Seattle, vivendo com sua irmã Emiko. A nova fase do Arqueiro começa neste encadernado negando as histórias contadas anteriormente por Andrew Kreisberg, produtor de Arrow. Kreisberg assumiu a revista do Arqueiro na edição #35, seguindo o que foi feito antes por Jeff Lemire em uma fase muito elogiada pela crítica e fãs. Contando um arco de seis edições, a pequena fase de Kreisberg no Arqueiro foi extremamente criticada, visto que o autor tentou transformar a revista no que vem sendo feito no seriado de TV, adicionando personagens como Diggle e Felicity e tornando a história completamente cliché.

Após a Convergência, a DC Comics resolveu trocar a equipe criativa da revista do Arqueiro, trazendo então o escritor Benjamin Percy (que havia passado pela Detective Comics anteriormente) e o desenhista Patrick Zircher (Flash, Esquadrão Suicida), fazendo com que novos leitores pudessem se interessar pela mensal na iniciativa DC&Você.

O encadernado publicado este mês pela Panini contém as edições 41 a 44 e o Anual da revista Green Arrow. Nas três primeiras edições, Benjamin conta um arco envolvendo empresários brancos e um sistema de vigilância completamente opressor. Em poucas páginas é possível notar o tom completamente diferente do texto de Percy se comparado ao roteirista anterior.

Conhecido por histórias mais sombrias e pesadas com um tom de horror, o autor traz toda esta carga ao personagem ao unir violência, tecnologia e misticismo. Oliver deixa de ser heróico (mais uma vez, o oposto da fase anterior) e se torna muito mais um justiceiro preocupado com assuntos como racismo, opressão às minorias e aos mais pobres e doentes. A arte de Patrick Zircher é bem detalhada e realística, e casa muito bem com todo este tom mais sério, promovendo uma narrativa fluida e momentos sombrios bem desenhados.

Enquanto muda sua postura e modo de agir, Oliver também lida com as consequências de sua completa irresponsabilidade com relação aos negócios das Indústrias Queen, enquanto uma trama paralela envolvendo uma misteriosa doença chamado Lukos cresce aos poucos, culminando numa história onde existem pessoas matando estes doentes (algo semelhante às doenças sexualmente transmissíveis e o receio das pessoas para com os contaminados), enquanto o medo do governo é exposto, grupos de doentes se reúnem, entre outros aspectos.

Este arco ainda não foi concluído, deixando então somente um gostinho do que está por vir. É importante ressaltar que Benjamin Percy continuou como roteirista da revista do Arqueiro até a edição #52, e também assumiu o personagem no DC Rebirth, prometendo (e até agora realizando) aproximar ainda mais o herói ao que ele era antes dos Novos 52.

Um bom começo de fase, o encadernado pode ser apreciado por novos leitores. Escrevendo bem todos os personagens e criando situações chocantes e interessantes, Benjamin Percy parece ser o roteirista certo para o personagem já que esta versão do Arqueiro Verde foi bem aceita pelos críticos e fãs, aparentando ter vindo pra ficar.

Arqueiro Verde: Pássaros da Noite é um encadernado em capa cartão contendo 140 páginas em Papel LWC e distribuição nacional ao preço de R$ 21,90.

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Renascimento | As revistas mais promissoras do DC Rebirth

DC Rebirth já começou nos EUA com sua Edição Especial lançada no dia 25 de Maio. No próximo mês os leitores poderão conferir as edições de Rebirth de cada personagem ou grupo, e a partir daí teremos o relaunch de quase todas as revistas quinzenais, recomeçando desde o número #1. Porém, com tantos títulos promissores, quais se destacam? Quais possuem as melhores equipes criativas? Confira abaixo uma pequena lista com os detalhes das HQs que prometem contar grandes histórias!

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Vale ressaltar que as revistas destacadas para esta postagem foram escolhidas com base no gosto pessoal do redator. As HQs escolhidas são, principalmente, as que prometem trazer algo esperançoso ou revigorante aos personagens da Editora das Lendas que vinham sofrendo crises criativas há algum tempo. Abaixo, os títulos estão apresentados com seus nomes e os nomes de seus roteiristas.

Superman por Peter J. Tomasi

Peter Tomasi é sinônimo de qualidade. Escritor exclusivo da DC Comics há alguns anos, Tomasi passou por títulos como a Tropa dos Lanternas Verdes, Batman & Robin, Detective Comics, entre outros. Além do trabalho de roteirista, Tomasi também já foi Editor de títulos como a Liga da Justiça. Todas as obras escritas por ele são muito queridas e elogiadas pelos fãs, e recentemente o roteirista assumiu a revista do Superman, contando o último arco do personagem até sua morte (para o antigo Superman assumir o posto, como explicado nesta postagem). Uma coisa é fato inegável: Peter Tomasi respeita a essência dos personagens que escreve. O Superman passou por péssimas fases durante os Novos 52, sem se destacar entre as revistas mais vendidas, entre outros fatores desfavoráveis ao personagem e mudanças sem sentido. Pouco após Tomasi assumir o título do Escoteiro, as vendas subiram e a qualidade das histórias melhorou muito. Agora, no Rebirth, acompanharemos a história do Superman pré-Flashpoint e de seu filho sendo contadas por Tomasi, com a arte de seu parceiro Patrick Gleason, com quem já trabalhou em diversas revistas. A dupla promete entregar histórias excelentes do Azulão, e com isso renasce a esperança de que o Superman retorne ao posto de maior herói da DC Comics.

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Batman por Tom King

Após a enorme (e querida por muitos) fase do Batman nas mãos de Scott Snyder, o cetro será passado para o roteirista em ascensão Tom King. Responsável pelos aclamados títulos Grayson, The Omega Men e Visão, King é um roteirista novato que vem apresentando excelentes histórias. Recentemente o escritor assinou um contrato de exclusividade com a DC Comics, e seu background como funcionário da CIA (é sério!) parece se encaixar perfeitamente com o Batman. As esperanças são de que King, ao lado dos desenhistas David Finch e Matt Banning, traga o personagem de volta com um lado mais detetivesco. O primeiro arco do Batman no Rebirth terá cinco edições e mostrará um embate entre o Morcego e dois novos heróis que surgiram em Gotham City com o objetivo de salvar a cidade do perigo que é o Batman. Será que o Cruzado Encapuzado é o herói que Gotham merece? Ou a cidade precisa de algo melhor? Os dilemas são intrigantes, e a curiosidade só aumenta. O Batman de Tom King é praticamente uma unanimidade entre os títulos mais aguardados do Rebirth.

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Mulher-Maravilha por Greg Rucka

O retorno de Greg Rucka à DC Comics não poderia ser mais empolgante. Roteirista carimbado por histórias excelentes do Superman, Gotham Central, Batman, Action Comics e maxisséries como 52, Rucka também foi o roteirista de uma das mais elogiadas fases da Mulher-Maravilha. Agora, após alguns anos afastado da DC, nada melhor do que trazê-lo de volta para escrever a revista da Amazona! Ao lado do artista Liam Sharp, Rucka promete explorar os segredos do passado de Diana e criar algo diferente. Enquanto o primeiro arco chamado “As Mentiras” estará sendo desenvolvido, os leitores também acompanharão o arco “Mulher-Maravilha: Ano Um“, com a arte de Nicola Scott, onde será contada a vida de Diana desde a Ilha de Themyscira até seu primeiro ano como defensora da Terra. Os dois arcos irão se intercalar entre as revistas quinzenais, cada uma contendo um capítulo de um dos arcos, sucessivamente. Um desenvolvimento duplo não só é algo interessante como também é um excelente ponto de partida para novos leitores, o que torna (somado ao retorno de Rucka) o título da Mulher-Maravilha um possível novo sucesso de críticas.

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Trindade por Francis Manapul

Francis Manapul ficou conhecido como artista e co-roteirista de títulos como The Flash e Detective Comics ao lado de Brian Buccellato. O novo título da Trindade será o primeiro trabalho contínuo de roteirista feito por Manapul, e ele não somente cuidará dos textos, como também será o responsável pela arte desta revista ao lado de Clay Mann. Francis é querido por muitos fãs da DC graças a sua excelente fase no Flash, contando histórias mais leves, com uma narrativa fluida (graças a sua belíssima arte) e tramas intrigantes, e assumir a Trindade é um sinal de confiança por parte dos editores da DC. Nada acerca desta revista foi divulgado até o momento, mas é fato que ela tem a atenção de muitos leitores graças ao nome responsável. Se ele entregará boas histórias ou não, só o tempo dirá, mas é fato que Manapul é outro profissional que conhece os personagens que escreve.

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Arqueiro Verde por Benjamin Percy

Ben Percy escreve o Arqueiro Verde desde a iniciativa DC&Você. Oliver Queen sofreu diversas mudanças desde o reboot dos Novos 52, onde todo seu status quo foi alterado, e passou nas mãos de roteiristas variados. Ann Nocenti, Keith Giffen, Jeff Lemire, todos são nomes que contaram histórias do personagem nos últimos anos. Mais recentemente, antes de Ben Percy, o roteirista Andrew Kreisberg (responsável por Arrow) estava a frente do personagem em uma fase bem criticada pelos leitores. Quando Percy assumiu a revista o nível subiu novamente, e aparentemente a DC confia que o escritor continuará contando boas aventuras. O Arqueiro no Rebirth voltará a ser o que os fãs clamam há tantos anos: um justiceiro social que usa cavanhaque e namora a heroína Canário Negro. Percy promete se aproximar de boas fases do personagem, como nas mãos de Kevin Smith ou Mike Grell, e a arte ficou a cargo de Otto Schmidt. É o retorno do Arqueiro que todos amam, e só isso já torna esta revista uma leitura obrigatória!

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Besouro Azul por Keith Giffen

Ted Kord ou Jaime Reyes, quem é o melhor Besouro Azul? Já sei: que tal ninguém brigar por isso, com uma revista onde ambos os personagens serão protagonistas? Esta é a promessa da nova fase do Besouro Azul escrita por Keith Giffen. Como os leitores viram no Especial do Rebirth escrito por Geoff Johns, Kord atualmente é o mentor de Jaime, e os heróis devem investigar as origens do besouro mágico do garoto. Apesar de não termos muitos detalhes acerca desda revista (que será lançada somente em Setembro), Giffen, ao lado do artista Scott Kollins, promete fazer algo leve e quem sabe até descompromissado. Aos que não sabem, Keith Giffen escreveu a revista do Besouro Jaime Reyes após a saga Crise Infinita (onde Ted morreu e Jaime assumiu o posto de Besouro Azul), além de ter escrito a antiga revista da Liga da Justiça (e a Liga Internacional) onde Ted Kord era um dos principais membros, ao lado do Gladiador Dourado. Caso faça algo parecido com seus trabalhos posteriores, a nova fase dos Besouros promete conter histórias muito intrigantes e recheadas de momentos divertidos.

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Supergirl por Steve Orlando

Meu nome é Kara Zor-El. A nova fase da Última Filha de Krypton deve se distanciar de tudo feito durante os Novos 52 e se aproximar do que o seriado de TV vem fazendo (muito bem). A partir de agora, Supergirl trabalhará em parceria com o DEO (como na série), e deverá balancear sua nova rotina de estudante terráquea com a vida de heroína. Steve Orlando assumirá o roteiro desta nova fase, e a arte ficará a cargo de Brian Ching. Juntos, esta equipe criativa também trará elementos do passado de Kara, com influências diretas vindas de Krypton. O título da Supergirl merece destaque pela renovação que deve ocorrer na sua personalidade. Há alguns anos a personagem possui a imagem de “mulher esquentada quer que bater em todo mundo“, e a nova fase do Rebirth deve tentar tornar a personagem um símbolo de esperança tal qual seu primo, Superman.

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Liga da Justiça por Bryan Hitch

Esta é outra unanimidade. Sinônimo de qualidade há alguns anos, Bryan Hitch vem contando belas histórias na revista LJA há pouco mais de um ano. Respeitando a essência de cada personagem da Liga e ao mesmo tempo criando tramas interessantes e bem escritas, o cetro de Geoff Johns será passado para Hitch na revista Liga da Justiça, onde o famoso artista trabalhará como roteirista e a arte ficará a cargo de Tony S. Daniel. A nova fase da Liga deverá começar explorando o novo Superman vindo de outra terra, e logo em seguida começará o arco “Máquina de Extinção“, onde a Liga enfrentará uma ameaça que deseja destruir não somente o mundo, mas também o universo inteiro. Terremotos, erupções e pessoas sendo controladas mentalmente serão os estopins deste arco, onde até mesmo o Batman deverá buscar ajuda de pessoas em quem ele não confia para deter esta nova ameaça. O nome desta entidade vilanesca é Awakened (Acordado ou Desperto, em tradução livre)ti, e ela botará todos os heróis da Liga em problemas aparentemente insolucionáveis. A trama envolvendo uma nova ameaça pode ser bem explorada e apresentar diversas surpresas, tornando a revista da Liga outra leitura obrigatória.

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Batgirl por Hope Larson

Hope Larson é uma roteirista premiada com o Eisner e autora best-seller do New York Times. Se não bastasse, some essa verdadeira carteirada ao artista que assumirá a Batgirl no Rebirth: Rafael Albuquerque. Juntos, a dupla de peso tomará o cetro de Brenden Fletcher, Cameron Stewart e Babs Tarr, que foram os responsáveis pela reinvenção da personagem há algum tempo, criando uma fase muito elogiada pelos críticos e fãs. Inicialmente, a nova fase da Batgirl lidará com as Aves de Rapina (já que a Canário Negro foi reintroduzida nas páginas da Batgirl, nada mais justo), e em sua revista solo a Garota de Gotham (esse título existe?!) estará treinando com o objetivo de aperfeiçoar suas habilidades e um velho conhecido retornará à sua vida, marcando um verdadeiro alvo em suas costas. A Batgirl é uma das personagens (ao lado da Arlequina de Amanda Conner e Jimmy Palmiotti) mais queridas da DC atualmente, e a leitura de sua revista desde a revitalização da edição #35 é essencial para qualquer fã de quadrinhos. As mulheres da DC Comics se tornam, a cada dia, tão importantes quanto os heróis medalhões conhecidos por todos, provando serem um sucesso de vendas em uma indústria tão machista.

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Super Sons

Outra revista que será lançada somente em Setembro, Super Sons é por enquanto um dos maiores mistérios da editora. Não sabemos oficialmente a equipe criativa que assumirá este título, mas sua premissa é interessante o suficiente para que ele esteja nesta lista. A proposta desta HQ é contar histórias focadas no Robin Damian Wayne, filho do Batman, e em Jonathan Kent, filho do Superman com Lois Lane, o novo Superboy. O site Newsarama apontou que o time responsável seria o roteirista Christopher Burns, ex-editor da Boom! Comics e produtor de comédias, e que a arte ficaria a cargo de Jorge Jimenez, ilustrador das artes divulgadas. Como o DC Rebirth voltará a tratar do legado, uma revista focada nos filhos dos maiores heróis da editora é algo essencial para que a proposta da revitalização se realize. Nas imagens oficiais do Rebirth, Damian e Jonathan vem recebendo algum destaque, o que aumenta ainda mais a expectativa para com esta revista. Caso o time responsável foque em aventuras de adolescentes, a DC pode ter outro sucesso (como Academia Gotham e a própria Batgirl) em mãos.

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Serão muitas revistas interessantes no Renascimento da DC. Action Comics por Dan Jurgens, Aquaman de Dan Abnett, Arlequina de Amanda Conner & Jimmy Palmiotti, Asa Noturna de Tim Seeley, New Super-Man por Gene Luen Yang e uma infinidade de outras HQs merecem a atenção dos leitores, mas seria impossível comentá-las todas em uma única postagem. O fato é que a DC parece finalmente ter ajustado grande parte de suas equipes criativas, gerando alguma expectativa em novos leitores e trazendo de volta os leitores mais antigos. Esperemos que a Editora conte boas histórias no que promete ser um sucesso de críticas e um estouro comercial.

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DC Rebirth | Tudo o que você precisa saber

A DC Comics deu início, no dia 25 de Maio de 2016, à sua nova fase editorial intitulada DC Rebirth. O objetivo deste relaunch é aproximar a editora às suas antigas características, que envolvem o legado dos heróis, otimismo e mais amor. Esse novo momento da Editora das Lendas começou com uma edição especial lançada neste dia, escrita por Geoff Johns e intitulada DC Universe: Rebirth Special #1, onde as primeiras sementes do que virá a seguir foram plantadas.

DC Universe - Rebirth (2016) 001-068

Porém, apesar de dar início a um novo momento para os quadrinhos, algumas situações precisam ser explicadas aos leitores que estavam afastados da editora. O DC Rebirth é um ponto de partida para novos leitores, mas também respeita a continuidade dos personagens desde o reboot realizado em Flashpoint, explicando que foram roubados dez anos de história dos personagens. Confira abaixo todos os detalhes básicos da cronologia e da revista especial!

Existem dois Wally West? 

A partir de agora, sim. O Especial do DC Rebirth é todo narrado pelo antigo Wally West, personagem querido dos fãs e tido por muitos como o melhor Flash de todos os tempos. Wally, o garoto ruivo, foi ajudante de Barry Allen e após a morte de seu mentor durante a Crise nas Infinitas Terras, o até então Kid Flash (membro dos Novos Titãs) assumiu o posto de Flash, dando continuidade ao legado de Barry.

flashes
Pra não ter erro.

Wally foi um dos personagens esquecidos após Flashpoint, com os Novos 52, e agora sabemos que ele também havia sido roubado da história. Porém, durante os Novos 52 um novo Wally West surgiu, e a edição especial do Rebirth explica o motivo de existirem dois personagens com o mesmo nome. O garoto negro chamado Wally também faz parte da família, e com o retorno do Wally original, o novo assumirá o posto de Kid Flash, utilizando a clássica roupa amarela e vermelha. Com isso, o antigo Wally utilizará um novo uniforme e será membro dos Titãs (equipe composta pelos personagens mais velhos, como Dick Grayson), enquanto o Wally mais novo será o Kid Flash dos Jovens Titãs (a nova equipe liderada por Damian Wayne). Tem Wally para todo mundo!

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Qual é a do Superman?

Aqui as coisas se complicam um pouco. Na atual cronologia existiam dois Clark Kent/Superman: o dos Novos 52 e o pré-Flashpoint. Durante Flashpoint tudo foi resetado e os personagens foram rejuvenescidos e alterados, e nisso foi gerado um Superman com mais atitude, sem relações com Lois Lane, etc. Este Superman foi o único da Terra principal até então. Porém, durante a saga Convergência, algumas alterações nas múltiplas realidades da DC foram feitas, e uma delas foi tirar Lois & Clark (os antigos) de suas linhas do tempo e jogá-los no universo atual. Com isso, passamos a ter dois Superman, um mais jovem e outro mais velho, casado com Lois Lane e criando seu filho Jonathan (o novo Superboy no Rebirth). O que aconteceu foi: o Superman dos Novos 52 morreu na revista Superman #52, lançada há pouco tempo. Impedindo um vilão, o herói se sacrifica e tem seus poderes transferidos para Lois Lane (do universo dos Novos 52), transformando-a na nova Superwoman, e pouco antes, ele conversou com o até então desconhecido Superman mais velho. Com isso, este Superman pré-Flashpoint deve assumir o posto principal do herói deste universo até então estranho para ele.

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Três Coringas?

Na saga Guerra de Darkseid Batman assumiu o posto de Metron na Poltrona Mobius e obteve conhecimento ilimitado. Em um rápido momento, o herói pergunta qual a verdadeira identidade do Coringa.

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Pois agora, graças ao Especial do Rebirth, sabemos qual foi a resposta da Poltrona: é impossível dizer, pois não existe somente um Coringa, mas sim TRÊS. Na revista podemos ver que os três Coringas seriam o original, o da Piada Mortal e o dos Novos 52. Porém, os leitores não sabem nada além disso já que este gancho foi deixado em aberto e deve ser explorado no futuro, provavelmente na revista do Batman.

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O Retorno da Sociedade da Justiça

Após o início dos Novos 52 outro grupo icônico da DC que acabou esquecido foi a SJA. Desde 2012, o que era a Sociedade da Justiça acabou se tornando a elogiada revista Terra 2, com novas versões dos heróis Alan Scott, Jay Garrick, etc. Como a proposta do Rebirth é trazer o legado dos heróis de volta, a antiga Sociedade também voltará, e na Edição Especial Wally faz uma visita a um antigo membro do grupo, Johnny Thunder, internado em um asilo.

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Aparentemente, a história dos heróis mais velhos também foi roubada, mas Johnny possui lembranças e tem algum envolvimento com o desaparecimento dos heróis de guerra. Wally diz que Johnny deve “invocar o Gênio” para trazer os antigos de volta, e este breve momento se encerra com Johnny utilizando a clássica palavra de invocação de seu parceiro, um gênio de outra dimensão, chamado Relâmpago. Johnny inicia sua conversa com Wally dizendo “I see you“, e termina gritando a palavra mágica “Cei-U“, pedindo que o Relâmpago volte. Outro capítulo em aberto.

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O Legado e Relacionamento dos Heróis

Em algumas páginas, a Edição Especial do Rebirth também dita o futuro para outros personagens da DC, trazendo o legado e o amor de volta às vidas dos heróis. A Legião dos Super-Heróis deve voltar, já que na revista uma garota loira (provavelmente Satúrnia) está conversando com oficiais acerca de alguns acontecimentos, mencionando o futuro e encerrando com a aparição do Anel da Legião. Aos que não conhecem, a Legião é um grupo do futuro que se inspira no icônico Superman.

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Com relação ao Átomo, o aluno Ryan Choi assumirá o posto de seu mentor, Ray Palmer, em busca do herói que está preso no Microverso. Jaime Rayes e Ted Kord trabalharão juntos, descobrindo os segredos acerca do Besouro de Jaime. Jaime é o Besouro Azul criado durante a Crise Infinita, após a morte de Ted Kord. Na edição #50 da Liga da Justiça ocorreu uma mudança com relação à Lanterna Verde Jessica Cruz e ela deve trabalhar em parceria com Simon Baz, outro Lanterna criado nos Novos 52. Aqualad está em dúvida sobre quem ele é, Arqueiro Verde e Canário Negro, que não possuíam relacionamento algum durante os Novos 52, voltam a se encontrar, e Aquaman pede Mera em casamento. É literalmente o retorno do legado e do amor, a esperança de que dias melhores e mais inspiradores retornarão.

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E Watchmen? Agora faz parte do Universo DC?

Uma das decisões mais polêmicas tomadas com o Rebirth foi o possível envolvimento de Watchmen na cronologia dos heróis. Aparentemente, quem roubou os dez anos de história e criou o mundo dos Novos 52 pode ter sido o Dr. Manhattan. Mas quais seriam as consequências disso?
Por enquanto tudo é pura especulação, mas algumas coisas fazem sentido. Watchmen foi criado por Alan Moore inicialmente com os personagens da antiga Charlton Comics, editora que existiu entre os anos 40 e 80, e foi englobada na DC Comics após a Crise nas Infinitas Terras. Estes personagens seriam o Besouro Azul, Capitão Átomo, Questão, entre outros. Como o tom da história é muito adulto, Moore criou seus próprios personagens baseando-se nos da Charlton, e contou a história mais aclamada dos quadrinhos, desconstruindo tudo que os heróis representavam, lidando de forma mais séria com o que até então era muito inocente e infantilizado.

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Watchmen foi um dos pontos que afastou Moore da DC Comics, que alguns anos mais tarde fez a minissérie Antes de Watchmen, explorando o passado dos personagens desta história. A editora parece já não se importar com o que Moore pensa, e a possível inserção de Watchmen no universo regular dos heróis é uma prova cabal disso, além de possuir um significado metafórico muito forte.

No Especial do Rebirth, Wally diz que uma guerra virá. Uma guerra entre o amor e a apatia. Estas palavras deixam a entender que os heróis, agora voltando a ser símbolos de esperança, terão de lidar com o universo caótico e pessimista de Watchmen. E outras características ficaram em aberto, como o personagem Mr. Oz, que em determinado momento conversa com o Superman mais velho, falando sobre uma tragédia e deixando mais questões em aberto. Mr. Oz é especulado por muitos como Ozymandias, o “antagonista” de Watchmen. Além disso, na edição #50 da Liga da Justiça, o vilão Coruja (membro do Sindicato do Crime) foi explodido no espaço da mesma forma que Rorschach em Watchmen (e Pandora, na Edição Especial do Rebirth). A possível morte do Coruja é especulada por muitos como uma indicação de que os novos vigilantes de Gotham (que serão explorados na revista do Batman e aparecem rapidamente no Especial do Rebirth) podem ser o Coruja e a Espectral, dois dos protagonistas de Watchmen.

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Será mesmo que a DC irá explorar tudo relacionado a Watchmen, inserindo a obra no universo regular dos heróis? Ao que tudo indica, sim. E no final da revista, o tempo retrocede no relógio, metaforicamente dizendo que além de corrigir o tempo perdido, a volta da esperança e do otimismo teriam feito o tempo para o fim do mundo aumentar. O tempo volta, remetendo ao retorno da era heroica para a DC. E mais dúvidas surgem na cabeça dos fãs.

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Como podem ver, o DC Rebirth promete muito. A Edição Especial soou para muitos como um grande pedido de desculpas por alterar o que os fãs da DC amavam tanto. Por ter acabado, graças aos Novos 52, com tantos personagens queridos. Por ter extinguido o otimismo e as boas relações dos heróis. E finalmente, tudo parece voltar ao que era antes, aos melhores momentos. Resta saber como esta nova fase da Editora das Lendas se sairá, e se os novos títulos estarão a altura do que foi prometido com esta edição especial. E, claro, se os ganchos deixados em aberto serão explorados em breve.

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Mistérios e Aventuras | Sejam bem-vindos à Academia Gotham

Criada por Becky Cloonan, Brenden Fletcher e Karl Kerschl, a série Academia Gotham (Gotham Academy no original) está chegando ao Brasil com suas seis primeiras edições compiladas em um encadernado, atualmente nas bancas. Somando características de Harry Potter e Scooby-Doo, a revista não somente é uma excelente história sobre adolescentes, como também é uma ótima adição para o mundo do Batman.

A Academia Gotham é a escola especial para adolescentes mais prestigiada de Gotham City. Financiada pelo bilionário Bruce Wayne, a história deste quadrinho gira em torno de Olive Silverlock, uma garota que teve suas memórias e sua personalidade mudadas após um misterioso incidente ocorrido no verão passado. Voltando à escola, ela terminou seu namoro e começou a se afastar de todos os colegas, sofrendo lapsos mentais algumas vezes com pequenas cenas do ocorrido. Forçada a ser mentora de uma garota (irmã do ex-namorado), a protagonista deve lidar com uma novata hiperativa, e o quadrinho segue a rotina de Olive e sua nova ‘amiga’ Maps, resolvendo mistérios (fantasmas, cultos bizarros, etc) e descobrindo coisas sobre a escola e o incidente de Olive.

Olive Silverlock, Mia "Maps" Mizoguchi e Kyle Mizoguchi.
Olive Silverlock, Mia “Maps” Mizoguchi e Kyle Mizoguchi.

A premissa de Academia Gotham é bem simples. Durante as seis primeiras edições a história é totalmente focada no mistério acerca de Olive e seu relacionamento com todos os colegas (e possíveis inimigos) da escola. Enquanto tenta descobrir mais acerca de suas memórias perdidas, Olive e seus novos amigos acabam se metendo em diversas encrencas e resolvendo mistérios inusitados, uma característica que remete muito ao desenho Scooby-Doo.

O que dá a liga deste quadrinho é a excelente utilização de aspectos do universo do Batman sem soarem forçados, como o próprio herói, o Asilo Arkham e até mesmo alguns vilões. Apesar da história se passar numa escola para adolescentes, os roteiristas se preocupam sempre em situar tudo no universo de Gotham, sempre com designs góticos, criando um aspecto estilo Harry Potter. No final das contas, Academia Gotham é uma junção de Scooby-Doo, adolescentes carismáticos e Harry Potter. E a arte de Karl Kerschl é um show a parte que prende a atenção de qualquer leitor.

O quadrinho brinca bastante com situações relacionadas ao Morcego.
O quadrinho brinca bastante com algo relacionado ao Morcego.

Apesar de (quase sempre) adolescente serem chatos e cheios de problemas, essa característica funciona e é muito bem trabalhada com o passar das edições. Enquanto tudo no início é novo e Olive é uma personagem calada e chata, o leitor acaba se identificando com algum personagem e todos evoluem no decorrer da história. É um quadrinho que cresce muito com o passar das edições.

Rendendo uma leitura fluida com momentos divertidos e um mistério intrigante, Academia Gotham é um ótimo gibi sobre adolescentes e seus relacionamentos. Um respiro para o universo saturado do Batman, o encadernado da Panini é um dos melhores materiais da DC encontrados nas bancas atualmente.

Academia Gotham: Mistério na Sala de Aula possui 132 páginas em papel LWC, formato 17 x 26 cm e distribuição nacional ao preço de R$ 19,90.

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Cavaleiro das Trevas III | Uma boa publicação. Boa o bastante.

”Uma boa morte? Isso NÃO EXISTE…”

Finalmente Batman: O Cavaleiro das Trevas 3: A Raça Superior desembarca no Brasil. A tão aguardada continuação da antológica história do velho Bruce Wayne chega com tudo com 4 capas espetaculares, pra nenhum colecionador botar defeito.

Sinopse

“O final épico que você nunca esperava está chegando porque você pediu! O Cavaleiro das Trevas retorna para enfrentar a aurora da Raça Superior”.

O roteiro fica a cargo de Brian Azzarello (100 Balas) e Frank Miller (dispensa apresentações) que está trabalhando como uma espécie de consultor criativo. A história se passa 3 anos após os eventos de Cavaleiro das Trevas 2 (2001) e consegue te prender para saber o que vai acontecer no próximo número. É o tipo de introdução que joga um monte de questões na mesa para serem resolvidas.

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Capa variante pelo brasileiro Rafael Albuquerque

Estava ansioso por este material e confesso que me surpreendi logo de cara com a edição lacrada na prateleira da banca, tratamento incomum pra uma minissérie. Papel de luxo com uma capa cartão mais espessa e um acabamento em verniz brilhante, pelo valor de R$9,90. Mesma faixa de preço das publicações mensais regulares.

A arte fica nas mãos de Andy Kubert (desenhos), Klaus Janson (arte-final) com as cores de Brian Anderson. Kubert consegue emular perfeitamente o traço de Frank Miller, fazendo uma espécie de releitura ao clássico de 1986.

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Um bônus: dentro da revista, temos uma espécie de formatinho que conta uma história paralela do Átomo, desenhada por Frank Miller. Ela é um complemento para a história principal, indispensável para o entendimento da trama.

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Na época que foi lançada, esta capa causou polêmica, afinal, Miller está apto para desenhar? Não se enganem, pois a arte interna está muito competente. Uma boa surpresa.

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Capas por Rafael Albuquerque, Ivan Reis, Gary Frank e Frank Miller (respectivamente) Foto por: Panini Comics

Onde comprar as capas variantes

Cavaleiro das Trevas III: A Raça Superior ainda não mostrou a que veio, mas me deixou curioso o bastante para continuar comprando e saber o desfecho da trama. A versão nacional publicada pela Panini não deixa nada a desejar em comparação com a versão gringa. Resumindo: é um ótimo custo benefício.

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A edição americana, autografada pelo Frank Miller na Comic Con 2015. O Xodó da coleção. @straight.outta.gotham

Cavaleiro das Trevas III: A Raça Superior chega custando R$ 9,90 e terá ao todo 8 edições mensais, com 36 páginas cada.

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A Liga da Justiça de Bryan Hitch

Entre Abril e Maio de 2016 está chegando às bancas brasileiras a nova revista mensal da DC Comics publicada pela editora Panini e chamada somente de LJA, a Liga da Justiça da América de Bryan Hitch. A aclamada revista desenhada e roteirizada pelo famoso artista tem sido alvo de elogios  no exterior, tanto por parte da crítica especializada quanto dos fãs que sentiam falta de uma pegada diferente com relação ao mais antigo supergrupo de heróis das histórias em quadrinhos.

Justice League of America #1 foi publicada nos Estados Unidos em Junho de 2015 e causou rebuliço em todos os veículos de imprensa relacionados a quadrinhos. A revista marcou o início da carreira de Bryan Hitch como roteirista de uma revista mensal da DC Comics. Hitch (artista de Os Supremos, Stormwatch, The Authority, e da própria LJA em uma versão antiga) sempre foi famoso por seus trabalhos como desenhista, tendo inclusive feito parte da equipe criativa do antigo título da Liga da Justiça, em meados da década de 2000, com Mark Waid nos roteiros.

Capa da nova revista mensal brasileira que se encontra atualmente nas bancas, publicada pela Panini.
Capa da nova revista mensal brasileira que se encontra atualmente nas bancas, publicada pela Panini.

Hitch revolucionou o mercado de quadrinhos há alguns anos graças ao seu estilo artístico mais realista, com feições e cenários bem compostos, cenas de ação fluidas, entre outras qualidades. Como roteirista da DC Comics, seu único trabalho havia sido um one-shot do grupo Authority publicado em 2010, e o novo título da Liga tornou-se sua primeira série mensal na editora.

Mas do que se trata essa revista? Pegando a formação moderna da Liga como base (composta por Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman e Cyborg), a proposta desta nova revista é criar algo atemporal: que se situe mais ou menos no início do grupo na fase dos Novos 52 (onde a revista era escrita por Geoff Johns e ilustrada por Jim Lee), e ao mesmo tempo, ignorando qualquer senso de cronologia (ou seja, novos leitores são bem vindos) e criando uma trama própria bem amarrada, respeitando a essência de cada personagem.

Aquaman voltando à Atlântida.
Aquaman voltando à Atlântida.

A revista prende a atenção do leitor logo em suas três primeiras páginas, com Superman derrotado e o planeta Terra sendo destruído. O roteiro segue desenvolvendo o Superman e um grande mistério que deve se estender durante todo este arco, e ao mesmo tempo trabalha muito bem cada herói da equipe, prometendo melhorar ainda mais este quesito quando passar a focar cada um determinadamente.

Por mais que seja difícil julgar a revista baseando-se em apenas uma edição, é notável que a trama principal (e as subtramas criadas com o desenrolar da história) se assemelham muito a época de ouro da equipe, em meados dos anos 90 até os anos 2000, com a aclamada fase de Grant Morrison e Mark Waid. O senso de perigo, mistério, trabalho em equipe e a sensação de poder ou fraqueza que cada herói passa é algo real, tornando a leitura ainda mais prazerosa. Hitch trabalhou com o melhor das duas equipes de heróis, tanto da Marvel quanto da DC, e é notável que tal experiência já o deixa gabaritado para cuidar de um grupo sendo respeitoso com o mesmo. Em entrevista, o artista diz que “fazer a LJA é algo muito pessoal para ele“.

Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash e Batman se encontram.
Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash e Batman se encontram.

A arte é muito fluida, como em todos os trabalhos de Bryan Hitch. Ao final da revista temos pelo menos três ganchos em aberto para que sejam explorados nas próximas edições, e durante a própria acontecem diversas revelações inesperadas e situações que também devem ser explicadas com o desenrolar da história. Hitch parece querer explorar tramas paralelas, e tudo com que ele trabalha afetará não só a Terra e sua realidade, como múltiplas linhas temporais e o destino de toda a humanidade.

O filme do grupo está marcado para ser lançado em 2017, e se você deseja começar a acompanhar um título da Liga da Justiça, LJA é o mais recomendado atualmente. Assemelhando-se a melhor fase que o grupo já teve e ao mesmo tempo inovando de formas diferentes, esta revista é tudo que a Liga precisava desde o reboot da editora em 2011.

O mix da Panini também acompanha a elogiada revista mensal Cyborg escrita por David F. Walker com a arte Ivan Reis, onde uma nova fase na vida do herói está se iniciando e também é um ponto de partida ideal para novos leitores.

LJA é uma revista mensal em formato 17 x 26 cm, possui 68 páginas em papel LWC e custa R$ 8,70.

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Homem-Aranha | As Versões Alternativas do Teioso (Parte I)

Homem-Aranha é um dos super heróis mais amados da atualidade, sendo um personagem totalmente carismático e que quase todos os fãs se identificam. E você sabia que existe mais de uma versão do cabeça de teia? Algumas bem curiosas. Confira aqui as principais versões alternativas do Homem-Aranha!

#10: Mangaverso (terra 2301)

Primeira aparição: Marvel Mangaverso #1

Spider man mangáverse

Nesse mundo, Peter faz parte do clã Aranha, onde seu mestre é o Tio Ben. Como nada é perfeito, Venom acaba matando seu tio e mestre, fazendo com que Peter treine mais e mais, indo até seu limite. Depois disso, Parker embarca em uma jornada em busca de vingança, vestindo o capuz do Homem-Aranha.


#9: Noir (terra:90214)

Primeira aparição: Spider-Man Noir #1

Spider man Noir

Quatro anos após a quebra da bolsa de valores, os cidadãos de Nova York sofrem com a grande depressão e, para piorar a situação, o Duende é um mafioso que vai dominando aos poucos as ruas da cidade. Peter Parker é um pacato adolescente que mora com sua tia May, uma senhora que luta contra a exploração dos mais humildes. Porém o jogo vira quando Peter é picado por uma aranha mística e ganha seus poderes, indo atrás de vingança pela morte de seu tio e limpando as ruas de Nova York.


#8: Homem-Aranha Indiano (terra 50101)

Primeira aparição: Indian Spider-Man #1

Spider man Indian

Pavitr Prabhakar é um rapaz pobre que mora com seus tios Maya e Bhim. Após ganhar uma bolsa de estudos, ele e sua família se mudam para Mumbai. Chegando lá, Pavitr acaba sendo alvo constante de bullying, e é aceito apenas por uma menina, Meera, de quem se torna grande amigo. Um dia, Prabhakar encontra um antigo Iogue (estátua indiana) que lhe concede incríveis poderes de aranha, fazendo-o virar o vigilante das ruas de Mumbai.


#7: Dinastia M (terra 58163)

Primeira aparição: Spider-Man: House of M #1

Spider Man House of M

Depois de um surto da Feiticeira Escarlate, a realidade foi totalmente modificada, criando um universo tomado pelos mutantes. Tio Ben nunca morreu, pois Peter não deixa o ladrão escapar e acaba o prendendo. Parker se torna famoso, revela sua identidade ao público, se casa com Gwen Stacy e depois de um tempo abre a sua própria marca, a Homem-Aranha S.A. Porém, J.J.Jameson revela para o mundo que o cabeça de teia não é um mutante, fazendo, assim, da vida do nosso herói um inferno.


#6: Spider-Gwen (terra 65)

Primeira aparição: Edge of Spider-Verse #2

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Nesta realidade Peter passou bem longe da aranha radioativa, dando lugar a jovem Gwen Stacy, para se tornar a Mulher-Aranha. A personagem ganha seus poderes da mesma forma que o teioso original, porém Parker fica ”fanático” por ela e também tenta recriar seus poderes. A experiência acaba mal e o rapaz vira uma espécie de lagarto humano, fazendo a Mulher-Aranha lutar contra sua paixão de infância e, infelizmente, Peter Parker acaba morrendo em seus braços. Todos a culpam pela morte de Peter, mas a jovem não desiste e começa a usar seus dons para o bem. Uma curiosidade: Gwen é a baterista da banda The Mary Janes, fundada pela Mary Jane da sua terra.


#5: Spider-Girl (terra 982)

Primeira aparição: What If (vol. 2) #105

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A filha de Peter Mary Jane não nasceu morta, mas cresceu saudável, herdando o manto do pai como a Garota-Aranha. Seu maior inimigo é o Normie Osborn, que virou o Duende Verde igual ao seu pai e avô. Uma curiosidade: Seu uniforme é o mesmo do Ben Reilly (próximo Aranha da lista), que pouco antes de vir a falecer, o deixou para a garota, pois suspeitava que ela herdaria os poderes do pai.


#4: Ben Reilly (terra 616)

Primeira aparição: The Amazing Spider-Man #149

Spider Man Ben Reilly

Ben Reilly é um clone de Peter, criado pelo Chacal. A batalha acaba com a suposta morte de Reilly, mas tempos depois, o mesmo retorna na série ”O que aconteceria se…”, onde ele é tratado como um Peter Parker mais novo que depois acaba se tornando amigo do original. A história é incluída na cronologia oficial do herói, e finalmente temos a revelação de que Ben é um dos muitos clones de Peter. Até ai tudo bem, Reilly fica com uma vida estável e saudável. Mas isso dura pouco, o jovem acaba falecendo protegendo o Homem-Aranha original nas mãos do Duende Verde.


#3: Kaine Parker (terra 616)

Primeira aparição (como aranha escarlate): Scarlet Spider #1

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Mais um clone do nosso querido Peter Parker entra para a lista, e podemos dizer que é o mais ”rebelde” de todos. Após a morte de Gwen Stacy, o Chacal sequestra Peter e o clona por vingança, achando que a culpa da morte dela seria de Parker. O clone é criado perfeitamente, aparentemente sem nenhum erro, mas logo começam a nascer as primeiras cicatrizes e, tempos depois, Kaine fica todo deformado, tornando-o descartável para o Chacal. Ele foge para a Europa, mas logo retorna para os Estados Unidos  para tentar trazer Kraven, o Caçador de volta à vida. Nessa caçada ele acaba morrendo. Kaine retornará dos mortos na saga Ilha das Aranhas, como um mostro denominado de Tarântula. Mas para o bem do nosso amado clone, Kaine acaba caindo em um tanque onde estava contido a simbionte do Anti-Venom, curando assim o nosso herói que, à partir daí, assume o manto do Aranha Escarlate, para se ”reconciliar” com a vida.


#2: Homem Aranha 2099 (terra 928)

Primeira aparição: Spider-Man 2099 #1

Spider Man 2099

Miguel O’Hara é um brilhante cientista de sua época, que ganha seus poderes após um experimento mal sucedido, que usava um condenados como cobaia. Miguel ganhou poderes similares aos do Homem-Aranha original, mas com algumas diferenças como, por exemplo, garras retráteis em seus pés e mãos, a visão mais sensível, teias orgânicas e, o mais bizarro: ele ganhou presas capazes de injetar veneno em seus inimigos.


#1: Ultimate Homem Aranha Miles Morales (terra 1610)

Primeira aparição: Ultime Fallout #4

Spider Man Miles Morales

2 meses antes da morte de Peter, um garoto de apenas 13 anos chamado Miles Morales ganha seus poderes de forma semelhante aos do Homem-Aranha original, mas o garoto decide guardar suas habilidades para si. Miles vê Peter em perigo minutos antes do mesmo morrer e, por medo, ele acaba não fazendo nada. Quando o Homem-Aranha original morre, Morales se sente culpado de não o ter ajudado; jurando, assim, virar o novo Homem-Aranha e honrar o nome do herói.


Menção Honrosa: Porco-Aranha (terra 8311)

Primeira aparição: Marvel Tails Starring Peter Porker the Spectacular Spider-Ham #1

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Essa pode ser considerada a realidade mais bizarra da nossa lista, mas não poderia ficar de fora de maneira alguma.  Peter era uma aranha que vivia no porão de May Porker, uma porquinha cientista que criou o primeiro secador de cabelos carregado com energia atômica, à fim de revolucionar a indústria de cosméticos. Mas, acidentalmente, a radiação afeta a porquinha, deixando-a em um transe mental e fazendo-a morder a nossa querida aranha. Agora com o nome de Peter Porker, o mesmo se transforma em um porco com poderes de aranha. O mais interessante desta terra é que todos os heróis são animais como, por exemplo, o Capitão América, que é um gato, e o Hulk, é um coelho…


Espero que tenham gostado, pois foi feito de fã para fã! Se possível curta e compartilhe, pois isso já ajuda demais o nosso trabalho. Até a próxima parte e que o Mestre Tecelão sempre esteja ao seu lado, fazendo a sua teia da vida!