A Marvel Studios liberou sem aviso prévio, o mais novo trailer de Loki, série que estreia em 11 de Junho de 2021 no Disney+.
Em Loki, veremos o deus da trapaça do ano de 2012 fazendo inúmeras viagens temporais, nas quais irão interferir drasticamente no destino do multiverso.
Para futuras informações a respeito de Loki, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Segundo o Deadlie, a reunião de Friends começará as suas filmagens na próxima semana nos Estados Unidos da América.
Anteriormente previsto para estrear em 2020, o especial foi adiado diversas vezes devido a pandemia do coronavírus. Alguns produtores cogitaram gravar a reunião através do aplicativo Zoom caso a pandemia se alastrasse ainda mais.
O encontro dos membros de Friends chega ainda em 2021 no HBO Max.
Seis jovens são unidos por laços familiares, românticos e, principalmente, de amizade, enquanto tentam vingar em Nova York. Rachel é a garota mimada que deixa o noivo no altar para viver com a amiga dos tempos de escola Monica, sistemática e apaixonada pela culinária.
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Foi confirmado através das redes sociais da série The Witcher, que o seu segundo ano irá estrear ainda em 2021 na Netflix.
Anteriormente, não havia uma previsão de lançamento para a obra ”televisiva”, uma vez que as suas filmagens foram paralisadas duas vezes e foram encerradas recentemente.
Entretanto, uma data de lançamento exata ainda não foi revelada pelo serviço de streaming. O mais provável, é que a segunda temporada de The Witcher chegue no final de 2021.
O bruxeiro Geralt, um caçador mutante de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo, onde as pessoas constantemente se provam mais perversas que as feras. Diz a sinopse de The Witcher.
Para futuras informações a respeito de The Witcher, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Foi revelado com exclusividade pelo Deadline, que uma série spin-off de Para Todos os Garotos que Já Amei está em desenvolvimento.
O seriado será focado em Kitty, irmã mais nova de Lara Jean. Anna Cathcart irá reprisar o papel da personagem.
A produção será exclusiva da Netflix. Cada capítulo terá uma duração de 30 minutos e mostrará Kitty em busca do seu primeiro amor.
Lara Jean Song Covey escreve cartas de amor secretas para todos os seus antigos paqueras. Um dia, as cartas são misteriosamente enviadas para os destinatários, virando sua vida de cabeça para baixo. Diz a sinopse de Para Todos os Garotos que Já Amei, lançado em 2018.
Para futuras informações a respeito do spin-off de Para Todos os Garotos que Já Amei, fique ligado aqui na Torre de Vigilância.
Algum tempo atrás, fiz uma postagem sobre o valor de revisitar conteúdos, em oposição a consumir coisas novas. Acredito ser uma das minhas melhores obras, e ela foi justamente a inspiração para esse texto de hoje. Se não viu ainda, recomendo dar uma olhada: O valor de revisitar conteúdos já conhecidos.
Em suma, o que nos trouxe aqui hoje foi um experimento simples: O Vinicius de hoje tem os mesmos gostos que o Vinicius de 11 anos atrás? Pegamos um animê que, até então, eu considerava como um dos meus favoritos, e que sempre tive certo “receio” de rever: Angel Beats. Queria descobrir se eu continuaria gostando tanto quanto eu gostei no passado, e se eu teria uma visão diferente daquela que tive na primeira vez.
Inclusive, decidi fazer isso justo agora por um motivo especial: 3 de abril de 2021 marca o décimo primeiro aniversário do lançamento do show. O primeiro episódio foi exibido na televisão japonesa justamente nesse mesmo 3 de abril, no longinquo ano de 2010. Posso estar exagerando um pouco, mas ouso dizer que foi um animê que marcou não só o gênero, como toda uma geração de fãs. Pelo menos, me marcou.
O clássico episódio de beisebol, sempre sendo usado para desenvolvimento de personagens e, claro, como mote para várias piadas.
Sendo a mais nova – na época – artimanha de Jun Maeda e da Key, todos os olhos estavam voltados para Angel Beats: Com antecessores como Clannad e Little Busters, o público estava preparado para mais uma obra repleta de comédia e recheada de drama, com apenas um pequeno toque de magia e muito, mas muito beisebol.
Afinal, se existe um escritor que é consistente em suas obras, é justamente Jun Maeda. Um dos fundadores do estúdio “Key” (parte do grupo “Visual Arts“), ele é formado em psicologia pela Universidade de Chukyo, e olha… ele usa bastante o diploma. Os roteiros que escreve são conhecidos por serem fortes, alegres, tristes, engraçados, intensos e até cruéis, tudo ao mesmo tempo. Com os já anteriormente citados “Clannad” (Visual novel de 2004, com animação em 2007) e “Little Busters!” (Visual novel de 2007, até então sem animação) sendo considerados “clássicos”, e tendo mais ou menos a mesma temática, nós já tínhamos uma ideia de o que esperar de Angel Beats.
Mas é claro que em 2010, o pobre Vinicius de 14 anos não tinha a menor noção de nada disso. Ele tinha acabado de começar a assistir animês, tendo apenas visto alguns episódios de Naruto e os clássicos Dragon Ball e Sakura Card Captors na televisão.
Hoje, me recordo de ter adorado o show, e que ter assistido sem ter muita noção do que esperar foi parte do motivo. Eu simplesmente recebi uma indicação de um amigo meu (se estiver lendo isso, Nishida, grande abraço!), e fui atrás dos dois ou três episódios já lançados no momento. A cada semana, foi uma surpresa nova, uma risada nova, um sentimento novo.
O problema é que onze anos é muito tempo, bicho. Minha nossa, que tristeza pensar nisso… E com o tempo, memórias vão se deteriorando. O próprio conceito de “memória” é uma coisa horrível, pois ela deveria servir para nos recordar do passado, mas elas acabam apagando todos os detalhes e nos deixando apenas com o “sentimento geral” daquela situação.
Até reassistir o animê nesses últimos dias, eu me lembrava vagamente do show. Eu tinha certeza de que era algo divertido e emocionante, que me marcou muito e que eu considerei, na época, como uma das melhores coisas que eu conhecia. Mas… Se me perguntassem “por quê?“… Eu não saberia responder. Eu mal poderia dar uma sinopse de todos os arcos que ocorrem nos exorbitantes treze episódios. Nem é tanta coisa assim, sabe? E mesmo assim, minha memória era apenas uma bolota flutuante que dizia “Angel Beats bacanudo” e nada mais.
Só que agora, eu revi o show. Sentei por treze episódios e assisti tudo novamente. Uma coisa que eu não tinha nem como apreciar no passado (pela falta de experiência), e que vi agora com outros olhos, foi a qualidade técnica de Angel Beats. Não preciso nem entrar no mérito de história ou trama pra isso. Falo mesmo da questão de estúdio, de direção, de animação, de dublagem. Até para os padrões de hoje, o animê é absurdamente bem feito. É bonito e bem animado (como já era de se esperar do Estúdio P.A. Works e nomes como Tadashi Hiramatsu e Katsuzou Hirata na equipe); tem OST de fazer inveja; umas três ou quatro (até perco a conta!) insert songs; um elenco de dubladores que reuniu os maiores nomes da época (com muitos deles estando no ápice de suas carreiras até hoje, como Kana Hanazawa e Kamiya Hiroshi)…
Não dá pra negar que uma quantidade enorme de dedicação, recursos e talento foi colocado nessa produção, que, com certeza, venceu o teste do tempo nesses quesitos.
Com apenas treze episódios, não dá para falar de todo mundo. Mas, talvez, seja melhor assim.
E quando entramos, de fato, no mérito da trama… Angel Beats é um show agridoce, como tudo que a Key custuma fazer. E, depois de ponderar um pouco sobre o assunto, acho que cheguei na conclusão de que isso é feito com o uso de elipses.
Vou explicar: A gente tem um elenco absurdo, personagens interessantíssimas e que sabemos, com certeza, que possuem uma história e um motivo para estar ali. Muitas delas nos deixam curiosos para entender o que aconteceu, ou o porquê de ter acontecido. Afinal, quem diabos é TK, e por qual motivo ele só fala em citações musicais? Por que Shiina age como uma ninja? O quão sofrida pode ter sido a vida de um jovem faixa preta 5º dan em judô?
Quando decide NÃO te dar essas respostas, Jun Maeda está reforçando ainda mais o impacto das histórias que ele decidiu te mostrar. Esse “ar de mistério” que cerca não só as personagens, como toda a trama, é que faz com que os pedaços que foram, de fato, elucidados, se tornem tão marcantes.
Isso é feito com grande maestria com o próprio protagonista. Privar o público do passado de Otonashi não é apenas uma ferramenta de roteiro para que a obra comece. É, também, uma elipse ao nos mostrar apenas metade da história, fazendo com que o final dela seja tão mais memorável.
Voltando ao ponto principal, que seria a minha interpretação atual: Assistindo a cada episódio, eu senti mais e mais que Angel Beats foi algo feito para mim. Ele tem as principais características que eu amo nessa mídia, e que comento sempre que posso. Animês são a mídia perfeita para comédia esdrúxula e, ao colocá-la no meio de um drama comovente que te faz chorar igual um bebê, você atinge um balanço ideal.
E, se entendermos o contexto em que esse show existiu na minha vida, é muito provável que ele seja um dos responsáveis por moldar o meu gosto. Possivelmente é o motivo de eu ter um fraco por comédias absurdas e um fraco ainda maior por qualquer historinha triste mequetrefe (por mais que eu tente esconder o fato de ser movido à lágrimas facilmente).
Impossível negar, porém, que chegar para assistir um show (ou ler um livro, ver um filme, ouvir uma música… A ideia é aplicável para qualquer mídia) já com “sentimentos” – a grande bolota que citei mais cedo – faz com que essa experiência não seja tão nova assim: Você já tem alguns pré-conceitos (talvez pós-conceitos?) que afetam a sua visão.
Por outro lado, justamente a existência desses “sentimentos” já é um fator que diferencia a sua nova jornada da primeira.
A história se aplica ao próprio show, onde personagens passam por coisas que os mudam, e mudam as percepções de mundo deles.
De novo trago a velha história do rio: A pessoa que assistiu Angel Beats hoje é completamente diferente da pessoa que assistiu Angel Beats 11 anos atrás. O modo de assistir, o clima e a visão do mundo, a personalidade, a visão de si próprio… Tudo isso mudou, apenas para citar alguns pontos. O show pode ser exatamente o mesmo, sem tirar nem por, mas eu não sou. Isso permitiu que essa experiência “velha” pudesse ser uma “nova” experiência, e que abriu novas interpretações e sentimentos, agregando novidades à bolota de memórias.
Um exemplo muito claro disso é minha relação com uma das personagens: Na experiência “velha“, lembro de não ter ido muito com a cara da Yui, por ser uma garota extremamente enérgica e que me dava uma impressão ruim. O impacto do passado dela não foi, nem de perto, tão grande quanto na experiência “nova“, onde eu tinha uma mente mais aberta e consegui me solidarizar com a garota.
A conclusão que podemos tirar disso tudo é que eu posso ficar tranquilo, pois os meus shows favoritos (muito provavelmente) continuam sendo meus shows favoritos, mesmo depois de tantos anos. Assim, graças a Deus, não precisarei mais rever uma cacetada de animês. Eu confio no meu eu do passado e nas minhas queridas bolotas.
É uma desculpa a menos para não assistir coisas novas, mas é um preço que estou disposto a pagar.
“Angel Beats” está disponível na Crunchyroll, todos os 13 episódios com legendas em português, e é um animê que eu não poderia recomendar mais. Mas acho que esse ponto já ficou claro, né?
Mais uma série estará se despedindo em breve do universo televisivo e como tradição, o elenco e produção de Lucifer deixaram suas impressões após a gravação do Series Finale.
Os atores Aimee G, Lesley-Ann Brandt e Tom Ellis deixaram suas mensagens pelo Instagram. Confira aqui , aqui e aqui .
Criada por Tom Kapinos, Lucifer é baseada no personagem dos quadrinhos criado por Neil Gaiman. A série começou a ser exibida em 2016, pela Fox, que chegou a cancelar. A Netflix assumiu a partir da quarta temporada.
A segunda parte da quinta temporada (5B) será lançada em 28 de maio.
Criada por Chris Van Dusen da produtora Shondaland, a série Bridgerton, inspirada nos livros de Julia Quinn, acompanha Daphne (Phoebe Dynevor), filha mais velha da poderosa família Bridgerton, que precisa conseguir um bom casamento, mas também espera encontrar o verdadeiro amor.
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Após duas ”paralizações”, uma devido a pandemia do coronavírus e outra ”decorrente” a um acidente com o ator Henry Cavill, as filmagens da segunda temporada de The Witcher foram finalizadas.
O anúncio foi feito através de um vídeo, no qual mostra os bastidores do segundo ano da série, além de um discurso de Cavill feito para a equipe da produção.
O bruxeiro Geralt, um caçador mutante de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo, onde as pessoas constantemente se provam mais perversas que as feras. Diz a sinopse de The Witcher.
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Falcão e o Soldado Invernal ultrapassou Attack On Titan e tornou-se a série mais popular do mundo.
O site Parrot Analytics informa que o seriado protagonizado pelos dois Vingadores, teve uma demanda 92,6 vezes maior em relação ao anime de Eren Jaeger.
Falcão e o Soldado está em seu segundo episódio. Os capítulos são lançados semanalmente com exclusividade pelo Disney+.
Na série do Disney+ Falcão e o Soldado Invernal, após receber o manto do Capitão América em Vingadores: Ultimato, Sam Wilson/Falcão (Anthony Mackie) luta para assumir o posto do herói. Ele se junta, então, a Bucky Barnes/Soldado Invernal (Sebastian Stan), embarcando em uma aventura mundial que vai colocar à prova as habilidades dos dois. Entre discussões e entendimentos, acompanhamos uma jornada no desenvolvimento da amizade entre ambos, ao mesmo tentam em que tentam deixar para trás os problemas do passado. Enquanto o Falcão sente a responsabilidade do escudo de Steve Rogers, Bucky tenta lidar com a própria culpa por suas ações enquanto estava sob comando da Hydra.
Para futuras informações a respeito de Falcão e o Soldado Invernal, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Malcolm Spellman, showrunner de Falcão e o Soldado Invernal, falou ao Comic Book, que o quinto episódio da série contará com a presença de um personagem ”surpresa”.
”O quinto episódio da série fará a estreia de um personagem surpresa. Ele é bem pé no chão e possui uma personalidade forte. Gostaria de ver ele fazendo uma parceria grandiosa com o Thor ou alguém parecido”.
Ao que tudo indica, Falcão e o Soldado Invernal contará com a presença de diversos personagens famosos do MCU, incluindo alguns que foram fundamentais para a fase 1 do Universo Cinematográfico da Marvel.
Na série do Disney+ Falcão e o Soldado Invernal, após receber o manto do Capitão América em Vingadores: Ultimato, Sam Wilson/Falcão (Anthony Mackie) luta para assumir o posto do herói. Ele se junta, então, a Bucky Barnes/Soldado Invernal (Sebastian Stan), embarcando em uma aventura mundial que vai colocar à prova as habilidades dos dois. Entre discussões e entendimentos, acompanhamos uma jornada no desenvolvimento da amizade entre ambos, ao mesmo tentam em que tentam deixar para trás os problemas do passado. Enquanto o Falcão sente a responsabilidade do escudo de Steve Rogers, Bucky tenta lidar com a própria culpa por suas ações enquanto estava sob comando da Hydra.
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