Foi disponibilizada a capa de Moon Knight #3, na qual revela o ”novo” personagem da mitologia do Cavaleiro da Lua: o Hunter’s Moon.
Os eventos da nova série em quadrinhos se passarão após Age of Khonshu, fase que colocou o herói com transtorno dissociativo de identidade contra os vingadores.
Após derrotar o deus egípcio Khonshu, Marc Spector decide se afastar da entidade, visto que ela só estava o deixando louco. Entretanto, Khonshu não fica nada feliz com a decisão de Spector e decide enviar Hunter’s Moon, o seu novo hospedeiro para caçá-lo.
Hunter’s é mais violento que o Cavaleiro e é descrito como a contraparte sombria do herói. Todavia, não foi revelado se o novo personagem é de fato um vilão, ou um anti-herói que está possuído por Khonshu, assim como o Senhor Cavaleiro ficou.
Moon Knight #3 chega em Setembro de 2021 com roteiro de Jed Mackay e artes de Steve McNiven’s.
Um dos clássicos do quadrinho mundial chega ao Brasil pela Editora Conrad. Stuck Rubber Baby – Quando Viemos ao Mundo de Howard Cruse, se tornou um marco entre as HQs sobre direitos civis e LGBTI+. Lançada originalmente em 1995 nos EUA, a graphic novel é conhecida pela complexidade no tratamento dos temas e também na ambientação dos anos 1960, com temas como racismo e homossexualidade em uma narrativa pesada e dramática.
Como um jovem gay levando uma vida enrustida em um estado sulista dos Estados Unidos dos anos 1960, Toland Polk se esforça ao máximo para se manter discreto. Ele está ciente da injustiça racial ao seu redor, os políticos segregacionistas, os policiais corruptos e os membros violentos da Klan, mas se sente impotente para fazer alguma diferença. Tudo isso muda quando o seu caminho cruza com a estudante Ginger Raines.
A garota o apresenta a um grupo animado e diversificado de ativistas dos direitos civis, cantores folk e artistas de boates, homens e mulheres que vivem uma vida autêntica, apesar dos valores conformistas de sua cidade natal. Encorajado por essa nova comunidade, Toland se junta aos protestos locais e até encontra coragem para se aventurar em um bar gay. Cansado de ficar à margem da sociedade, Toland resolve se juntar a seus amigos em suas lutas contra o preconceito. Mas em Clayfield, Alabama, isso pode ser perigoso… e até mortal.
Stuck Rubber Baby – Quando Viemos ao Mundo tem em sua bagagem prêmios Eisner, Harveys, UK Comic Art Awards na categoria Melhor Graphic Novel. Além disso, foi indicada ao Lesbian and Gay Book Award da American Library Association e ao Lambda Literary Award. Também foi vencedora do Comics Creators Guild Award no Reino Unido, do Prix de la Critique na França e do Luche na Alemanha.
Stuck Rubber Baby – Quando Viemos ao Mundo tem formato 24,4 x 17,6 cm, 240 páginas, tradução de Dandara Palankof. A graphic novel encontra-se com 25% de desconto no site da Amazon Brasil.
Aproveitando que o mês do Orgulho LGBTQIA+ aconteceu em junho deste ano, precisamos lembrar de duas coisinhas: Não precisamos fazer parte da comunidade para lutar contra a homofobiae precisamos sempre que possível abordar o tema representatividade como um todo.
Vamos dar uma breve recapitulada no significado da data antes de iniciarmos?
É comemorado em 28 de Junho internacionalmente, inclusive aqui no Brasil, o Mês do Orgulho LGBTQIA+ (Lésbicas, Gays,Bisexuais,Transexuais, Queer, Intersexo, Asexuais e o + engloba outros grupos e variações como por exemplo os Pansexuais) .
Essa data tem um significado histórico, relembrando a Rebelião de Stonewall Inn. Essa rebelião foi um ato de revolta a favor da comunidade, seguido por uma onda de protestos contra a LGBTfobiae contra uma série de invasões feitas pela polícia a bares frequentados por homossexuais em Nova York 1966, com prisão e uso de violência.
Bom, já não é de hoje que é sabido que no quesito quadrinhos existem uma infinidade de temas a serem abordados e a cada dia vemos mais chegarem como os de terror, suspense, drama familiar (Um bom Lemire, né mores?), faroeste, ação, comédia e sim, representatividade.
Em uma época delicada, onde ao introduzir núcleos de minoria nos quadrinhos somos bombardeados por aqueles que acham que isso não passa de “lacração“. Parece que é mais fácil aceitar um alienígena de collant com poderes cósmicos e fenomenais do que aceitar um personagem homoafetivo que se aproxime de histórias e pessoas reais. Como o exemplo abaixo:
Vingadores, a cruzada das crianças” (Salvat)
Lembrando evento vergonhoso, ocorrido no ano 2019 na Bienal do RJ quando o então prefeito Birovela mandou recolher obras com temática LGBT voltadas para o público jovem.
E foi pensando nisso que eu quis falar aqui sobre um evento super inclusivo que tem dado espaço para aos artistas, quadrinistas e ilustradores LGBT do Brasil, A POC CON -Feira LGBTQ+ de Quadrinhos e Artes Gráficas.
O nome Poc vem de uma gíria ‘poc poc’ que era usada para ridicularizar Gays tidos como “Afeminados” fazendo alusão ao barulho que o salto faz, mas hoje a gíria é usada pela própria Comunidade LGBT, não mais como um termo depreciativo, mas sim como representação de identidade.
A primeira POC CON teve sua estréia em 22 de Junho de 2019 no Osaka Naniwa-Kai (Associação sem fins lucrativos que destina-se a desenvolver atividades beneficentes e culturais). Levando cerca de 73 artistas, conseguiram atrair aproximadamente 3.000 pessoas para contemplar esse espetáculo de cores e muita arte.
Mário César (Bendita Cura) e Rafael Bastos Reis (Pornolhices) foram os idealizadores desse evento. Ambos sentiram a necessidade de ter um espaço para dar voz a um público mais específico, pois mesmo que já existissem muitos eventos voltados para Cultura Pop, como a famosa CCXP, não havia espaço para se falar sobre os autores e quadrinhos LGBTQIA+.
Infelizmente, com a pandemia, esse foi mais um evento que teve que ser adiado presencialmente, mas não deixando essas cores se apagarem, Mário e Rafael trouxeram em 2021 a Poc Con em casa. O evento online foi um sucesso! Foram apresentadas Lives, Oficinas, debates, Gibiteca Digital e até performance de cosplay, mostrando que o Poc veio para ficar.
Eventos como esse são de suma importância não apenas para comunidade LGBTQIA+, mas para que todas as pessoas independente de gênero possam frequentar ambientes onde celebrar a diversidade é o prato principal do dia, aprender sobre o que o outro tem a ensinar, respeitar e dar continuidade a luta pelos direitos dos que ainda são minoria e sofrem diariamente nas mãos dos que não entendem quem lhes é diferente, reforçando o apoio ao cenário da nona arte brasileira que tem crescido absurdamente nos últimos anos e mostrando o que temos de melhor nos quadrinhos nacionais pelas mão de artistas LGBT.
Um Presente da POC CON em Casa de 2021 foi a Gibiteca Digital, que foi patrocinada pela CHIAROSCURO STUDIOS e disponibilizaram quadrinhos de autores LGBT dos mais variados temas e classificação etária para Download Gratuito no site da POC CON. Babadeiro, né mon amour?
Agora, veja se não vai bancar a Alice e perder essa Biblioteca colorida de quadrinhos totalmente 0800!! Basta clicar no banner abaixo para ser redirecionado para o site e fazer o Download em PDF. São mais de 60 títulos multicoloridos e espetaculares para você se deliciar.
Cliff Chiang está de volta à DC Comics! Depois de fazer sucesso em Mulher-Maravilha e Zatanna, Cliff está com mais um ícone feminino da Casa das Lendas: Mulher-Gato. Em Catwoman: Lonely City vamos acompanhar Selina Kyle em seu último trabalho em uma espécie de futuro distópico em uma Gotham City salva do crime e com justiceiros e vilões fantasiados extintos.
Catwoman: Lonely City se ambienta em uma Gotham City dez anos depois do massacre que ficou conhecido como Fools ‘Night (Noite dos Tolos, em tradução livre). O evento ficou marcado com as mortes de Batman, Coringa, Asa Noturna e do Comissário Gordon. A Selina Kyle foi para a prisão, e lá ficou durante dez anos.
Durante esse tempo de reclusão prisional da Selina, Gotham City cresceu, o heroísmo fantasiado e a vilania se tornaram coisas infantis. A nova cidade é mais limpa, segura e com um ar ditatorial bem forte, graças a regência dura do prefeito Harvey Dent e seus Batcops. É para essa nova cidade que Selina Kyle retorna, mais madura e mudada, pensando no último grande assalto: os segredos escondidos na Bat-caverna. Mas mais do que dinheiro, ela quer saber quem é o misterioso Orpheus.
Na cronologia da DC Comics, Orpheus foi um combatente criado em 2001 por Alex Simmons e Dwayne Turner. Mas a editora não deu mais detalhes sobre o seu papel em Catwoman: Lonely City, já que o Orpheus original foi assassinado pelo Máscara Negra.
Catwoman: Lonely City será uma minissérie de quatro edições publicada pelo selo Black Label. A publicação começa a ser publicada em outubro nos EUA.
Se você quiser acompanhar Catwoman: Lonely City antes de ser publicada no Brasil, fique de olho no site Comics and Signatures, primeira loja brasileira 100% online especializada em quadrinhos importados, assinaturas e colecionáveis.
A DC Comics anunciou o próximo trabalho do roteirista Tom King na editora, será uma minissérie do Alvo Humano e irá envolver a clássica e amada Liga da Justiça Internacional. Conhecida pelos fãs como “Liguinha”. Intitulado como Human Target, a minissérie terá 12 edições e será publicada pelo selo Black Label.
“Christopher Chance ganhou a vida sendo um alvo humano – um homem contratado para se disfarçar como seu cliente para convidar supostos assassinos a tentarem seu assassinato. Ele teve uma carreira notável até seu último caso protegendo Lex Luthor quando as coisas vão para o lado. Uma tentativa de assassinato que Chance não viu o deixa vulnerável e deixa-o tentando resolver seu próprio assassinato… já que ele tem 12 dias para descobrir quem no Universo DC odiava Luthor o suficiente para querê-lo morto,” disse o comunicado da Editora das Lendas sobre a minissérie.
Christopher Chance é um investigador particular/guarda-costas que assume a identidade de seus clientes, principalmente clientes que foram alvos de assassinato.
O Alvo Humano original era o Fred Venable, e foi criado por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff. A primeira aparição foi em Detective Comics #201 (1953). A segunda versão do personagem é o investigador particular e guarda-costas Christopher Chance, criado por Len Wein e Carmine Infantino, essa versão apareceu pela primeira vez em Action Comics #419 (1972). O personagem já teve uma série pelo selo Vertigo escrito por Peter Milligan e ganhou duas adaptações para a TV, em séries nos anos de 1992 e 2010. Christopher Chance também já apareceu em dois episódios de Arrow.
Human Target terá roteiro de Tom King e artes de Greg Smallwood, a minissérie terá 12 edições e começa a ser comercializada em novembro nos EUA. Se você quer começar a acompanhar Human Target antes de ser publicado no Brasil, fique de olho no site Comic and Signatures.
Depois de anos afundados no maravilhoso universo dos quadrinhos e imersos em um mundo de super-heróis estrangeiros, acabamos sentindo a necessidade de um novo tipo de imersão, e, se ela puder vir carregada com um pouco da nossa realidade e vivência dentro do nosso país, é melhor ainda!
O projeto Narrativas Periféricas merece um olhar mais atencioso e especial. Ele nasceu através de uma parceria incrível entre a Perifa Con, Editora Mino e a Chiaroscuro Studios.
O Projeto tem cunho social e tem o objetivo de formar profissionais e publicar quadrinhos de autores da periferia. Foram abertas 8 vagas, sendo 4 destinadas a quadrinistas negros.
Tudo isso aconteceu logo após a primeira edição do Perifa Con, que é uma espécie de Comic Con das periferias, que ocorreu no Capão Redondo, distrito da Zona Sul de São Paulo em 2019 que teve e tem o intuito de unir tudo sobre a cultura Pop como quadrinhos, desenhos, filmes e o mundo Nerd/Geek em geral.
Chegaram ao final do processo 6 artistas, que tiveram seus quadrinhos publicados através de um financiamento coletivo no início de 2020. O financiamento fez tanto sucesso que ultrapassou sua meta de R$26.000,00 e quase dobrou esse número.
Agora, conheça um pouco dos quadrinhos lançados nesse projeto:
Quando a música acabar de Isaque Sagara
Narra a história de jovens da periferia de São Paulo,1991 – que apenas queriam comemorar o aniversário de um dos integrantes do grupo, mas suas histórias se cruzam em tragédia, mostrando o racismo nada velado da nossa sociedade.
Para todos os tipos de vermes – Kione Ayo
Após a morte da melhor amiga, dois primos ficam obstinados em descobrir os segredos que mantém sua sociedade dividida. A história mostra claramente uma divisão social doentia, em “Para todos os tipos de vermes” vemos habitantes de dois mundos que vivem dentro de gigantescos vermes no fundo do oceano. Os habitantes do intestino vivem à margem da sociedade, convivem com doenças e as migalhas de uma vida miserável. Já os habitantes da região lipídica do verme, vivem as custas do trabalho e sacrifício dos moradores do submundo.
Shim – Isaac Santos
Um pai em seu último dia em um emprego saturado fazendo de tudo para dar um futuro melhor para sua filha Luna. D é um Shinobi em uma missão, um dos melhores no que faz, mas precisa abrir mão dessa vida para viver uma vida normal com sua única filha. O que parece ser um caminho sem volta, na verdade tem um belo encerramento.
Crianças Selvagens – Gabriel Brito “Gabú”
O Jovel Ariel se vê perdido entre viver em um lar abusivo e fugir de toda dor e sofrimento. Em sua fuga encontra outras crianças em situação de rua e juntos enfrentam todas as dificuldades de uma vida de abandono e perigos. Nessa emocionante jornada, uma verdadeira família nasce dessa amizade.
POMO – Eyk Souza
História futurista, num mundo distópico onde se discute política, extremismo religioso e uma luta para encontrar seu próprio caminho. O rumo dessa história é totalmente virado de cabeça para baixo quando um homem encontra um alienígena andrógeno que põe em cheque tudo o que ele acreditava.
Thomas, La Vie En Rose – Arthur Pigs
Todos os dilemas de uma sociedade doente, contada com humor. Onde é preciso força para lidar com um emprego odioso, término traumático e uma jornada em busca da felicidade.
E aí, curtiu? Já deu o seu apoio a algum projeto de quadrinho nacional? Então, corre lá e conheça o que temos de melhor!
A DC Comics anunciou a publicação de Batman: The Long Halloween Special, onde o Homem-Morcego volta à trama criada 25 anos atrás pela dupla Jeph Loeb e Tim Sale e intitulada por aqui como O Longo Dia das Bruxas. A nova história terá 48 páginas e começa a ser vendida em outubro nos EUA, bem na época do Dia das Bruxas.
Publicado originalmente em 1996, Batman: O Longo Dia das Bruxas se tornou um sucesso de crítica e público, apresentando o vigilante no início de sua carreira quebrando a cabeça para prender um assassino em série que age nos feriados. O assassino recebe o apelido de Feriado pela imprensa. Em meio a tudo isso, o Homem-Morcego se une com Gordon e um jovem Harvey Dent para terminar com a soberania criminosa da Família Falcone em Gotham City.
Segundo a divulgação da DC Comics, em Batman: The Long Halloween Special, um mistério poderia destruir Batman, o Comissário Gordon, Duas Caras e revelando que o leitor não pode saber de todos os pontos até agora.
Cronologicamente, O Longo Dia das Bruxas ocorre após os eventos criados por Frank Miller e David Mazzucchelli em Batman: Ano Um , e a sua sequência direta é Vitória Sombria.
Recentemente foi lançado um longa animado em duas partes que adapta Batman: O Longo Dia das Bruxas. Saiba mais detalhes AQUI.
E por falar em Dredd… Durante uma live no Youtube, a Editora Mythos anunciou alguns lançamentos, dentre eles, Juiz Dredd: A Guerra do Apocalipse, publicação inédita aqui no Brasil. Confira a sinopse:
“Juiz Dredd: Essencial, imperdível e mandatório! Conheça a clássica história que foi o maior ponto de virada da trajetória do Juiz Dredd! Depois da disseminação da Condo Mania, uma doença que devastou parte da cidade enlouquecendo a população, Mega-City Um sofre o implacável ataque dos sovs de Mega-Leste Um, determinados a dominar a cidade inimiga de uma vez por todas! Agora, com parte de sua megalópole varrida do mapa, o Juiz Dredd precisa impor a Lei sobre os inimigos… de uma vez por todas!”
Capa provisória do encadernado
A Guerra do Apocalipse figura entre as sagas mais importantes na cronologia do Juiz Dredd e tem a participação de artistas de peso, como Alan Grant, Steve Dillon, Brian Bolland, entre outros.
Torçamos para que a Editora Mythos emplaque de vez o personagem aqui no Brasil. A publicação seguirá com o acabamento de capa cartão, 228 páginas e está previsto para o mês de Agosto/ 2021.
Você pode adquirir o seu exemplar aqui. E usando o cupom de LIVE10, ganhe 10% de desconto em sua compra. A promoção é por tempo limitado.
Para mais notícias sobre o Bom Juiz de Mega-City Um, fique ligado na Torre.
Já se foram sete anos que a elogiada Fábulas, série de HQ criada por Bill Willingham foi encerrada. Mas a notícia de que a série retornará ano que vem, e justamente do mesmo ponto que parou, agitou os fãs. E para começar a “adoçar” os fãs, a DC Comics vai lançar a minissérie em seis partes Batman vs. Bigby! A Wolf in Gotham. Onde o Lobo vai bater de frente o o Homem-Morcego.
Uma série de assassinatos está acontecendo em Gotham City, e os corpos estão do mesmo jeito: despedaçados e com enormes marcas de mordidas, além dos tufos de pelos. Os populares apelidaram como o Lobisomem de Gotham.
“Eu queria fazer isso desde o primeiro ano de Fábulas”, disse o escritor Bill Willingham, que assina o roteiro da minissérie. “Por quê? Porque Batman é um detetive, e Bigby é um detetive, e eu adoro uma história bem elaborada que cruza personagens de dois mundos fictícios diferentes. É automaticamente uma história de peixe fora d’água para pelo menos um dos principais personagens, e esse tipo de história sempre funciona. Além disso, eu sabia desde o início das Fábulas que meu universo ficcional permitiria muitas maneiras de levar Bigby para o Universo da DC Comics e mais precisamente para Gotham City. Mesmo que essas estruturas de história cósmica não fossem introduzidos nos livros de Fábulas por um ano ou mais, eles foram incorporados desde o início. “
O retorno de Fábulas, que começa a ser publicado no ano que vem, será com um arco de história de 12 edições intitulado The Black Forest, que começa onde a série originalmente terminou, mas o que a DC Comics também chama de um “ponto de partida perfeito para novos leitores”. Tanto a nova fase quanto Batman vs. Bigby! A Wolf in Gotham serão publicados pelo selo Blacklabel.
Batman vs. Bigby! A Wolf in Gotham, além de roteiros de Bill Willingham, artes de Brian Level, cores de Jay Leisten e capa de Yanick Paquette. E começa a ser vendido em setembro nos EUA.
No site Comics And Signatures você já pode reservar o seu exemplar com toda segurança e com o preço justo clicando AQUI.
“Mega-City Um, 2134 D.C. Enquanto um Departamento de Justiça severamente exaurido luta para lidar com as consequências do Dia do Caos, o juiz Dredd toma conhecimento de uma tentativa de um dos membros do departamento tomar o poder. Enquanto isso, Jack Point do “Esquadrão Wally” recebe uma boneca misteriosa para proteger, e Dirty Frank acorda em Luna-1 apenas para descobrir que ele agora é um membro do conselho da Overdrive Inc.! É um negócio (in)comum para os três homens da lei da Mega-City Um, e conforme seus casos se entrelaçam, eles precisarão trabalhar juntos para salvar a cidade da destruição total!”
Capa do sempre espetacular Greg Staples
A publicação possui 180 páginas, capa cartão e aquele acabamento caprichado que já conhecemos, além de 3 histórias que compilam o encadernado. São elas:
Ths Simping Detective: “Jokers to the Right”
Roteiro de Simon Spurrier e arte de Simon Coleby
Low Life: “Saudade”
Roteiro de Rob Willians e arte de D’Israely
Judge Dredd: “The Cold Deck”
Roteiro de Al Ewing e arte de Henry Flint
Juiz Dredd: Trifecta chega ainda em Julho de 2021, e você pode adquirir o seu volume aqui.