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Séries

Será um menino? | Lois Lane retornará com sua criança para a Crise nas Infinitas Terras

Segundo informações da revista Entertainment Weekly, a atriz Elizabeth Tulloch vai retornar para participar do crossover do Arrowverso, reprisando seu papel de Lois Lane.

Em Elseworlds, Lois anunciou para o Superman (Tyler Hoechlin) que estava grávida. Na Crise, ela volta com a sua criança, que se for um menino e seguir o cânone vai ser chamada de Jon Kent.

A Crise nas Infinitas Terras vai envolver as séries Batwoman, Flash, Supergirl, Legends of Tomorrow e Arrow.

O crossover terá 5 episódios com datas ainda a serem divulgadas pela CW.

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Consoles Games PC

Conheça Sigma: o mais novo herói de Overwatch

Foi divulgado hoje (22/07) pela Blizzard Enterteinment que Overwatch receberá um novo herói: Sigma. Assista ao vídeo de apresentação do novo personagem abaixo:

Sigma era um astrofísico que por acidente acabou se transformando em uma arma viva. Mais informações sobre o personagem sairão em breve.

Outra novidade ao jogo é que uma nova atualização está por vir, e nela os jogadores poderão escolher sua função antes da partida iniciar.

Overwatch está disponível para PC, Xbox One e Playstation 4.

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Cinema

Taika Waititi diz que Natalie Portman será a Poderosa Thor como nos quadrinhos

O diretor Taika Waititi revelou que a personagem Jane Foster, interpretada por Natalie Portman, ao empunhar o Mjolnir, no filme Thor: Love and Thunder, receberá o título de Poderosa Thor, igual ao da sua saga nos comics de Jason Aaron.

Jason Aaron publicou A Poderosa Thor, de 2015 a 2018, pela Marvel Comics.

Natalie Portman disse que a foto dela erguendo o Mjolnir na SDCC 2019 servirá como “o antes” dela fica em forma para a personagem nos cinemas.

Thor: Love and Thunder tem no seu elenco: Chris Hemsworth, Tessa Thompson e Natalie Portman.

A estreia acontece no dia 5 de novembro de 2021.

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Quadrinhos

Adriana Melo ganha Eisner pela Coletânea Puerto Rico Strong

Na semana passada foram anunciados os ganhadores do Prêmio Eisner, o Oscar dos quadrinhos, da edição 2019. Entre nomes como Tom King, Jason Fabok, Chip Zdarsky, Jeff Lemire e outros estrelados da indústria internacional da nona arte, está a brasileira Adriana Melo com a antologia Puerto Rico Strong: A Comics Anthology Supporting Puerto Rico Disaster da editora Lion Forge.

Com o objetivo de levantar fundos para auxiliar as vítimas do furacão Maria, que atingiu o Porto Rico em 2017, Puerto Rico Strong explora, ao longo das suas 200 páginas, o que significa ser porto-riquenho e a diversidade que existe dentro desse conceito. A coletânea possui mais de 40 histórias e foi muito elogiada por toda a crítica estrangeira pela qualidade excelente das tramas e artes.

A história desenhada por Adriana Melo, intitulada The Dragon of Bayamon, tem roteiro de Jeff Gomez e Fabian Nicieza, apresenta um menino de 12 anos, filho de porto-riquenhos e morador dos Estados Unidos, que vai passar as férias de verão no país de origem dos pais. Lá ele entra pela primeira vez em uma loja de HQs, e encontra, de certa forma, a sua vocação. Confira abaixo a capa de Puerto Rico Strong e algumas páginas da história ilustrada por Adriana Melo:

 

“A ideia da antologia é contar pontos diferentes da história de Porto Rico através de memórias afetivas, trazendo esse país para perto de pessoas que não o conheciam”, explicou Adriana Melo para O Globo. “Esse projeto precisava mesmo ser reconhecido! Desde que o resultado foi anunciado, tenho recebido muito carinho. O prêmio joga um holofote sobre os vencedores”.

Adriana Melo já trabalhou na Marvel Comics e atualmente está com “relacionada” com a DC Comics, em trabalhos em personagens como Arlequina, Hera Venenosa, Homem-Borracha e na série Female Furies. A ilustradora também já trabalhou em livros como Star Wars: Empire Series.

 Puerto Rico Strong: A Comics Anthology Supporting Puerto Rico Disaster ainda não tem previsão de lançamento no Brasil (infelizmente). Quem sabe agora, alguma editora nacional se interessa e publique o premiado material por aqui? Para conhecer todos os vencedores do Eisner, clique AQUI.

E parabéns Adriana!

 

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Séries

Tom Welling e Lynda Carter estão em negociação para a Crise nas Infinitas Terras

Segundo informações do Cosmic Book News, os atores Tom Welling (Smallville) e Lynda Carter (Supergirl) estão em negociação para participarem do crossover do Arrowverso.

Na Crise nas Infinitas Terras, eles reprisariam seus papéis de Clark Kent e Mulher-Maravilha (dos anos 1970), como versões de outras Terras do Multiverso.

A Crise nas Infinitas Terras vai envolver as séries Batwoman, Flash, Supergirl, Legends of Tomorrow e Arrow.

O crossover terá 5 episódios com datas ainda a serem divulgadas pela CW.

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Séries

Burt Ward será o Robin na Crise nas Infinitas Terras

Segundo informações do Cosmic Book News, o ator Burt Ward vai participar do crossover do Arrowverso.

Na Crise nas Infinitas Terras, ele será o Robin, da Terra do Batman de 1966, uma das Terras do Multiverso. Lá, o morcego de Gotham está morto, como Adam West faleceu em 2017. Haverá uma homenagem ao ator.

A Crise nas Infinitas Terras vai envolver as séries Batwoman, Flash, Supergirl, Legends of Tomorrow e Arrow.

O crossover terá 5 episódios com datas ainda a serem divulgadas pela CW.

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Séries

Markella Kavenagh está em negociações finais para estrelar o seriado de O Senhor dos Anéis

A Variety revelou que a atriz Markella Kavenagh, está em negociações finais para estrelar o seriado de O Senhor dos Anéis, que deve estrear entre 2021 e 2022.

Markella é uma atriz que participou apenas de três produções audiovisuais, sendo todas mini-séries australianas.

A série será exibida pelo serviço de streaming Amazon Prime e contará com Juan Antonio Bayona como o diretor dos dois primeiros capítulos.

O Senhor dos Anéis é uma trilogia de livros de  fantasia escrita pelo escritor britânico J. R. R. Tolkien.  A série foi redigida entre 1937 e 1949, com muitas partes criadas durante a Segunda Guerra Mundial. O Senhor dos Anéis é uma continuação de O Silmarillion e O Hobbit.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância, para futuras informações sobre O Senhor dos Anéis.

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Gameplay Games

O que realmente aprendemos com Detroit Become Human?

Apesar de passar um tempo já desde que foi lançado, Detroit Become Human, jogo de aventura exclusivo para Playstation 4, nos trás diversos questionamentos sobre como procedemos e como a humanidade geralmente procede quando vê ou convive com algo diferente do que está acostumado.

O jogo nos coloca em um futuro distópico, mais precisamente no ano de 2038, quando humanos criaram uma nova raça por meio de uma Inteligência Artificial bastante obediente e programados para realizar tarefas específicas como: carregar peso, fazer faxina, dar prazer, cuidar de crianças e muitos outros trabalhos. Essa sinopse, à primeira vista, pode parecer um clichê de ficção científica, mas Detroit nos faz pensar… pensar não somente no que pode vir a acontecer, mas sim no que já aconteceu e no que acontece no mundo hoje.

Nosso texto hoje vai destoar um pouco do conteúdo produzido aqui. Não trataremos do gameplay de um jogo, não falaremos sobre jogabilidade ou gráficos (Que dão um show visual à parte, inclusive). Nosso objetivo hoje é refletir a mensagem que tudo isso nos traz, é tentar responder a pergunta do título “O que será que realmente conseguimos aprender ao jogar Detroit Become Human?”

[ESSE TEXTO FOI ESCRITO COM BASE NO GAMEPLAY E NA EXPERIÊNCIA ADQUIRIDA PELAS ESCOLHAS QUE O AUTOR FEZ DURANTE O JOGO]

Depois de um início turbulento e complexo, onde uma vida fica em nossas mãos, encontramos de forma bem peculiar (lendo revistas e observando as ruas) uma crise econômica, vemos diversos mendigos culpando os androides pela sua pobreza, por estarem desenvolvendo atividades e os substituindo dentro do mercado de trabalho. Não entrando nesse mérito, porque sempre existirá exceções, mas os “substitutos” estavam realizando trabalhos que “ninguém” (foco nas aspas) gostaria de realizar, trabalho doméstico, braçal e afins.

Loja de Androides

O início do ódio à nova raça se tem por questões econômicas mas se agrava à medida que eles começam a sair do seu programa (se tornando Divergentes), não inicialmente porque a população têm medo das máquinas os fazerem algum mal, mas principalmente porque seus escravos estavam se libertando. A sensação de domínio sobre outra forma de vida estava se esvaindo mais uma vez, dois séculos depois.

O contexto da escravidão se torna mais explícito pelas reivindicações (dependendo do caminho tomando pelo jogador) feitas pelos androides como: direito ao voto, direitos iguais, a própria frase dizendo que não são mais escravos. O assunto é tratado também principalmente em um momento da história onde uma personagem chamada Rose, mulher e negra, diz que ajuda os androides porque os ancestrais dela sofreram algo parecido a um tempo atrás.

Algo bastante triste de se ver, e que realmente retrata mais da realidade do que podemos perceber é que mesmo escolhendo um caminho mais pacífico, sem uso de violência alguma, os humanos ainda matam muitos androides, deixando qualquer um tentado a agir com agressividade.

A imersão do jogo chega a ser assustadora pois quando o jogador é tocado pelo contexto, acaba ficando com medo das decisões que vai tomar, fazendo com que haja realmente uma ligação entre o personagem e quem está atrás do controle.

Havia falado acima sobre as revistas, essas ajudam bastante e são indispensáveis para entender o contexto mundial sobre a inserção dos androides em outros ramos (Como esportes por exemplo) e para saber do avanço da tecnologia dentro do mundo de Detroit.

Observando os acontecimentos, comecei a fazer questionamentos:  Já perceberam que sempre quando há povos diferentes em filmes ou qualquer conteúdo assistido ou jogado, sempre ficamos “do lado” oposto ao do ser humano? Podemos dizer que pensamos assim porque o filme ou o jogo nos influenciam a escolher tal lado. Mas se formos olhar novamente o que o ser humano faz ali, concordam que não é nada mais que um reflexo da realidade? Que isso realmente acontece no mundo real?

Isso fica mais estranho ainda quando pensamos se algo parecido acontecesse no mundo real, já que eu ou você seriamos um ser humano naquela situação. Quando nos colocamos no lugar dos seres humanos do jogo sabemos que eles não tinham as informações do que realmente acontecia, estavam confusos e com medo, mas é certo atacar sem ao menos dialogar ou buscar um meio de entender o lado dos androides? Entender tudo o que estava acontecendo?

Dependendo do caminho escolhido, podemos ver características do holocausto com os andróides também, que são levados para campos de concentração por medo, obrigados a retirar suas roupas, mostrar o seu esqueleto de máquina (lembrando bastante os judeus com a cabeça raspada) e irem à câmaras de desligamento, sabendo que dali não sairão nunca mais.

Personagem Kara, no campo de concentração.

Sei que muitos não gostam de falar sobre as minorias, mas acredito que apesar de todas as outras críticas esse é o foco do jogo, mostrar quem são os androides do nosso mundo atual, se me permitem fazer tal comparação, é claro. Por um momento os androides foram Judeus, foram escravos e hoje são os negros, os homossexuais, e todos, absolutamente todos que são julgados por apenas escolherem ser quem são.

Detroit Become Human, não é um jogo somente de ficção científica, é um jogo sobre preconceito e nos mostra todos os caminhos que ele pode nos levar.

 

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Séries

Entrando na reta final, episódio 3.10 de The Handmaid’s Tale tem promo divulgado

Após uma provação no episódio passado, June recebeu um insight e ganhou um novo objetivo para acabar com o sistema cruel de Gilead. Será que a personagem terá êxito? Veja abaixo o promo inédito do décimo episódio.

O vídeo também conta com entrevista do elenco sobre os eventos do episódio anterior.

Pronta para atacar seus opressores, June começa a fazer arranjos para um plano ambicioso, mas uma manobra desonesta da parte do Comandante Waterford ameaça atrapalhá-la. No Canadá, a esperança se transforma em tragédia para Moira, Luke e Emily.

O próximo episódio de The Handmaid’s Tale será exibido na próxima quarta-feira (24).

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Cinema

Divulgada a primeira arte conceitual de Os Eternos

Foi divulgada a primeira arte conceitual de Os Eternos, próximo longa-metragem espacial da Marvel Studios.

A arte não destaca os personagens título, mas sim, os seus criadores, denominados de Celestiais.

Quando os seres cósmicos conhecidos como ‘Celestiais’ realizam experimentos genéticos em humanos, criando assim, indivíduos super-poderosos e certas figuras vilanescas conhecidas como Deviants. Os dois grupos partem em uma batalha contra o outro através da História, para ver qual raça se tornará a dominante. A história envolve o romance entre Ikaris, um homem movido pela energia cósmica, e Sersi, que prefere viver entre os humanos.

Os Eternos estreia em 06 de Novembro de 2020 nos cinemas mundiais.