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Cinema

Invasor Zim e o Florpus ganha trailer de lançamento, assista

A Netflix disponibilizou o trailer de lançamento da animação Invasor Zim e o Florpus.

Zim descobre que seus líderes todo-poderosos nunca tiveram qualquer intenção de vir para a Terra e ele perde a confiança em si mesmo pela primeira vez em sua vida, o que é a grande chance de seu inimigo Dib, estava esperando.

Para futuras informações a respeito de Invasor Zim, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Homem-Aranha: Longe de Casa se torna a bilheteria mais lucrativa da Sony Pictures

Provando ser um sucesso absoluto, Homem-Aranha: Longe de Casa se tornou a bilheteria mais lucrativa da Sony Pictures. A Informação é da Variety.

Anteriormente, o recorde era de 007: Operação Skyfall, lançado em 2012. Na época, o longa do James Bond arrecadou U$S 1,108 bilhão de dólares, enquanto Longe de Casa acumula uma bagatela de U$S 1,109 bilhão.

Em comemoração ao feito, rumores apontam que a Sony lançará uma versão estendida da produção, que ficará em exibição dos dias 30 de Agosto a 05 de Setembro.

A seguir, você pode conferir as mais novas artes conceituais do filme.

Peter Parker e seus amigos viajam para a Europa nas férias de verão. Entretanto, os amigos mal poderão descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente.

Homem-Aranha: Longe de Casa ainda está em cartaz em todos os cinemas brasileiros.

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Cinema

Livro oficial de Guerra Infinita pode ter indicado como Jane Foster se transformará na Thor no MCU

The Cosmic Quest Volume II: Aftermath, o livro oficial de Vingadores: Guerra Infinita, pode ter indicado de uma maneira deveras sútil, como Jane Foster se transformará na Thor no MCU.

O livro revela que Jane sobreviveu ao estalar de dedos do Thanos, além de ter sentido quando as joias foram usadas pelo Titã Louco. 

Após isso, a personagem acaba indo até Tønsberg, na Noruega, que futuramente se tornaria Nova Asgard. Lá, ela mergulha nas águas das visões (vista pela primeira vez em Vingadores: Ultimato), que ao entrar no local, tem inúmeras visões mostrando a origem das jóias do infinito, a derrota dos Vingadores e a vitória do Thanos.

A partir desse momento, é descrito que Foster possui  o poder da consciência cósmica, uma habilidade que a personagem possui nos quadrinhos após se transformar na Thor.

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Chris Hemsworth, Tessa Thompson e Natalie Portman serão os protagonistas de Thor: Love and Thunder. Valquíria será a primeira personagem LGBYQI+ da Marvel Studios. 

Thor: Love and Thunder estreia em 05 de Novembro de 2021.

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Séries

Kevin Smith será o showrunner do novo anime do He-Man para a Netflix

A Netflix anunciou de surpresa, que o cineasta Kevin Smith será o showrunner do novo anime do He-Man para a Netflix.

A série animada será uma continuação direta do clássico desenho dos anos 80, que contará com Eric Carrasco, Tim Sheridan, Diya Mishra e Marc Bernardin como roteiristas.

O seriado animado será produzido pela Powerhouse Animation, estúdio por trás de Castlevania. 

He-Man é o personagem principal da linha de brinquedos Masters of the Universe da Mattel, presente em uma série de histórias em quadrinhos e várias animações. Na maioria das variações, ele é o alter ego do Príncipe Adam. He-Mane seus amigos tentam defender o reino de Eternia e os segredos de Castelo de Grayskull das forças do mal de Esqueleto.

Para futuras informações a respeito do He-Man, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Games PC

R6: Team Empire se consagra campeã do Six Major Raleigh

O Six Major Raleigh 2019 de Rainbow Six Siege já conhece sua equipe campeã: Team Empire que desbancou a equipe multicampeã da G2 Esports , formada por Pengu, e companhia. O Six Major Raleigh ocorreu entre os dias 12 e 18 de agosto, na Carolina do Norte, EUA.

A Team Empire garantiu a vaga na Grande Final após vencer a Team Secret, por 2×1 em mapas. Já a G2 Esports, venceu a equipe da forZe, e chegou a final sem perder nenhum mapa durante todo o campeonato. 

Na Grande Final a Team Empire tratou de colocar respeito nos europeus da G2 Esports, vencendo o primeiro mapa (Fronteira) e quebrando a invencibilidade da equipe logo de cara. no primeiro mapa. Entretanto a equipe de Pengu, Goga, Fabian, Kanto e UUNO, venceram o Café Dostoiévski, após um overtime, empatando a série em mapas por 1×1. Mas os russos não desanimaram e ficaram a frente no placar em mapas após executarem muito bem o mapa Clube.

A decisão ficou para o quarto mapa (Litoral), onde a Team Empire montou um estrutura sólida de defesa, não dando chances para os europeus da G2 Esports, mesmo eles tendo aberto três rounds de vantagem.

A Team Empire então se consagrou campeã, levando o título para equipe formada por, JoyStiCk, karzheka, Scyther, ShepparD e Dan, e um prêmio de $200,000 para a Rússia.

No total, 16 equipes disputaram o campeonato e a premiação total para toda a competição foi de 500 mil dólares americanos. Confira a classificação final:

POSIÇÃO EQUIPE PREMIAÇÃO
1º Team Empire $200,000
2º G2 $80,000
3º4º Team Secret; forZe $40,000
5º-8º FaZe; Team SoloMid; Spacestation; Giants $20,000
9º-12º MIBR; Rogue; Evil Geniuses; DarkZero $10,000
13º-16º Nora-Rengo; CYCLOPS; Ninjas in Pyjamas; Fnatic $5,000

*Fonte da tabela maisesport

 

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Cinema Colunas Tela Quente

A estagnação dos filmes de heróis

Ao longo da história do cinema, nós já tivemos vários filmes de super-heróis, grandes clássicos e extremamente influentes até hoje. Mas, durante todo este tempo, uma coisa não mudou: Não temos uma diversidade, ou subgêneros para tais longas. Pegue de exemplo o Universo Cinematográfico Marvel, que completa onze anos e atualmente com 23 filmes já lançados, e mais 12 em desenvolvimento; sem contar suas séries. Pensando em um todo, isso não saturou  um gênero em que quase não havia diversificação?

Marvel e a DC Comics sempre estiveram presentes desde o início do século 21 com seus filmes, X-Men (2000), Homem-Aranha 2 (2004) e Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008), longas que sem dúvidas mudaram o rumo do audiovisual e dos blockbusters. Esses filmes foram extremamente importantes para a formação e a base para o que temos hoje, os universos compartilhados, novos efeitos de CGI, e bilheterias exorbitantes.

E pensando nisso, fica no ar uma questão que não quer calar, quando teremos um novo filme que  realmente mudará o cenário que nos encontramos? É dificil pensar nisso, já que praticamente estamos vivendo em uma homogeneização em estilos, formas e histórias, e o que sai deste padrão, é atacado. Isso é visivelmente comprovado em questões de crítica (tanto profissional, quanto de público) e de bilheteria.

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Um dos maiores problemas talvez seja feito diante da “Fórmula Marvel”, tão criticada pelos fãs mais antigos, porém bastante ignorada pelo público em geral. Essa Fórmula consiste em invariavelmente, como um ‘esqueleto’ para o todos os roteiros
“O protagonista geralmente está cheio de problemas e tem um interesse amoroso não reciproco,  ele descobre seus superpoderes, um vilão descartável aparece e derrota o herói, e no final o herói enfrenta o vilão, derrotando-o e conquistando a garota. Cena pós-credito”.

Mas, felizmente, nem todos os filmes da Marvel se baseiam dessa fórmula, temos uma minoria que consegue ter seu próprio estilo e roteiro inovador, como Capitão América 2: Soldado Invernal e Guardiões da Galáxia. Esse estilo de filme se tornou extremamente rentável ao estúdio, já que só esse ano, a Disney fez mais de 1 bilhão de dólares em três filmes da Marvel Studios!

Esse com toda certeza é um dos maiores motivos de provavelmente todos os filmes do estúdio seguirem dentro de uma bolha, mas não só em roteiro, como tambem em efeitos especiais, fotografia, direção e trilha-sonora; praticamente a parte técnica e artística nesses filmes sao totalmente deixadas de lado, o que cria mais ainda uma saturação ao gênero. E isso acaba se tornando uma bola de neve, já que temos uma onda de universos compartilhados se inventando e todos utilizando dessa estrutura que a Disney criou. E isso com toda certeza interfere no trabalho dos diretores, que querem trazer sua visão para dentro de um universo tão rico, mas entre ideias e dinheiro, acho que é de ciência de todos qual o estúdio prefere.

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Levando em consideração tudo o que já foi apresentado sobre como a Marvel homogeneíza os longas de super-heróis, temos de falar sobre qual é o problema da DC Films: a vontade de ser inovadora e a auto sabotação da Warner Bros.

É inegável que a DC tem seu próprio estilo de filmes desde a trilogia do Cavaleiro das Trevas, do renomado diretor Christopher Nolan. Tratando de questões sociólogas, filosóficas, psicológicas e adaptando o que tem de melhor nos quadrinhos, a visão de Zack Snyder para esse universo era única, diferente de tudo que a Marvel estava atualmente fazendo, mas acabou de tornando um tiro no escuro após ter que lidar com um público que não tem senso critico desenvolvido, e por executivos gananciosos.

Após Homem de Aço e Batman v Superman falharem em crítica, e deixar o público misto, chegou Esquadrão Suicida, o primeiro filme em que mudaram todo o conceito original para se tornar um filme mais rentável. Mesmo o filme tendo um roteiro fraco, com falhas e furos, e críticas pesadas, se o selo “Marvel Studios” estivesse ali, provavelmente seria totalmente aceito, assim como “Liga da Justiça”, que foi praticamente todo alterado por Joss Whedon, diretor de Vingadores (2012). Ambos os filmes tem em si elementos que os filmes do estúdio rival apresentam, elementos que são glorificados, agora odiados.

Mas agora, a DC está sendo pioneira novamente, com uma nova direção sobre a DC Films e a troca de CEO da Warner Bros. Já foi dito que cada herói terá seu próprio tom e temas, sendo sombrios, engraçados e afins. Também vale lembrar que a DC está abrindo um novo selo para seus filmes, que pretende trazer filmes mais adultos, sombrios e artísticos, fora do universo criado por Snyder. Então, já temos  uma produtora correndo atrás contra a mesmice dos heróis.

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Chegamos a parte de nos perguntar, “Onde estão os filmes como Cavaleiro das Trevas, Watchmen, V de Vingança? Quais serão os futuros clássicos?”. É com muito prazer que digo , finalmente estão voltando, aos poucos, e devemos agradecer principalmente a Warner e a FOX (atualmente Disney) por isso.

Como citado acima, a DC está para lançar um selo de filmes originais, adaptações fiéis aos quadrinhos e sombrios. Longas mais artísticos, focando em festivais de cinema e que tem a chance de marcar a história em si. Felizmente, o filme já foi descrito pelo co-diretor do festival canadense de cinema como ”uma grande conquista cinematográfica”. Já o diretor de arte do festival disse que Coringa é a melhor atuação do premiado e nomeado Joaquin Phoenix. Já temos provavelmente mais um filme para lista dos pioneiros na diversificação do gênero, e com o novo selo do estúdio, a tendência é vir mais e mais.

Vale lembrar que a DC também se envolve muito quando a questão é técnica em seus filmes, pegando diretores e atores premiados, como Steve Spielberg e Jared Leto, por exemplo.

Imagem relacionadaMas também não podemos deixar de citar como a FOX ajudou o gênero de heróis, filmes como X-Men: Primeira Classe, Deadpool e Logan são tão únicos como são bons, e todos deixaram a sua marca na história. Logan foi o primeiro filme de super-heróis a concorrer a categoria “Melhor Roteiro Adaptado” no Oscar, e também foi super bem recebido nas criticas, chegando a alcançar 93% no Rotten Tomatoes. Deadpool reacendeu a faísca que Watchmen criou ao ser um dos primeiros longas para maiores com o tema de heróis. A grande maioria dos X-men’s trouxeram filmes bem desenvolvidos e bons sobre a equipe, questões sociais e boas adaptações, como pode ser visto em Dias de Um Futuro Esquecido. Uma menção honrosa pode ser feita também para o seriado Legion, que é comparado por muitos como um ‘filho perdido’ de David Lynch.

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Mas não é só isso, a FOX também  se tornaria uma pioneira em praticamente criar o primeiro filme de super-heróis em que teria o subgênero de terror. Os Novos Mutantes é a promessa de um divisor de águas legitimo. Com um elenco cheio de futuras premissas de Hollywood, como Anya Taylor-Joy (A Bruxa, Fragmentado) e Maisie Williams (Game of Thrones),o longa também conta com a brasileira Alice Braga (Cidade de Deus) e Antonio Banderas (A Mascará de Zorro). Tudo ocorria bem, até que um problema maior bateu as portas: a venda da FOX para Disney.

Já foi reportado pelo site norte-americano, Variety, que o estúdio não se impressionou com o filme, e acha ele não fará sucesso. A empresa vê o filme como ‘limitado’, e que não será um sucesso de bilheteria. Chega a ser cômico eles pensarem desta forma, já que o gênero de terror e heróis são os que mais lucram todo ano, e eles já faturam bilhões por qualquer coisa com o selo ‘Marvel’ na frente. E mais uma vez, temos a Disney mostrando que não se importa com o gênero, muito menos com o potencial dele, o dinheiro fala mais alto, sempre. As ações gananciosas podem afetar não só Os Novos Mutantes, como também pode afetar Deadpool e os próprios mutantes!

Resultado de imagem para deadpool gifO próprio diretor do Deadpool 2, David Leitch, se pronunciou sobre o mercenário tagarela indo para o MCU com uma posição polêmica. Segundo Leitch, o terceiro filme da franquia não tem necessidade  ser para maiores: “Ele é classificado para maiores, que não é a marca do MCU. Mas ele não precisa ser necessariamente assim e a Disney não precisa apenas fazer filmes para maiores de 13 anos. Eu acho que vamos encontrar um bom patamar. Ainda há muito mistério sobre o que eles querem fazer com o Deadpool no mundo da Marvel, mas pelas discussões que eu ouvi, tudo é positivo. Eu acho que eles apenas estão tentando descobrir um jeito de colocar ele dentro, já que pode ser difícil com o Deadpool”.

Em 2018 a FOX tentou fazer a sua versão para maiores de 13 anos de Deadpool 2, intitulada ‘Era uma Vez um Deadpool’, e o resultado foi aprovação de 51% do público e da crítica no Rotten Tomatoes, e nota 4.0 no Metacritic pelos usuários. Tornar um personagem em algo feito para crianças com a versão já apresentada nos cinemas seria um erro fatal, já que sua imagem está associada para maiores. Seria o mesmo erro que Venom (2018) cometeu, prometer um filme para maiores e entregar um para menores, isso tirou o que o filme sempre propôs.

Outro medo é como a Disney pretende utilizar dos X-men, uma das equipes mais importantes dos quadrinhos. Desde que Stan Lee e Jack Kirby os criaram em 1963, os quadrinhos da equipe sempre abordaram temas políticos, sociais, diversidade e isso é algo que precisamos no cinema. Precisamos de diversidade, criar essa consciência de pensar no próximo, respeitar, por meio dos filmes que mais fazem sucesso atualmente. Não podemos deixar usar apenas mais uma ‘fórmula marvel’, precisamos que isso seja único.

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Diversidade é algo que felizmente anda crescendo no mundo dos heróis. Temos por exemplo Pantera Negra, que foi um sucesso de crítica, bilheteria e prêmios. Mulher-Maravilha sendo uma das personagens mais amadas pelo público prestes a ganhar seu segundo filme, ao lado das Aves de Rapina, o primeiro filme de uma equipe feminina em um universo cinematográfico. E depois de anos pedindo, finalmente teremos o filme da Viúva Negra.

Temos atores e atrizes LBGTQ+ atuando como grandes personagens, como por exemplo Chella Man, que é um ator trans e surdo, ele interpretará Jericho na segunda temporada de Titãs. Ezra Miller, o Flash, é abertamente queer. Grandes perspectivas estão a caminho.

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Concluindo, os filmes de heróis não fazem mal algum ao cinema, muito pelo contrário. Porém, precisam sair da zona de conforto, nao continuarem a ter sempre os mesmos esquemas de roteiro, ideias não originais; vilões genéricos, isso sim faz mal ao cinema e ao gênero. Abrindo novos caminhos, novas visões e adaptações, é necessário que abracemos a diversidade e caminhos diferentes. Assim como o terror, o gênero de herói precisa ter suas vertentes e subgêneros.

O futuro nos trás esperança com tantos projetos bons e novas visões vindo, o que nos resta é esperar, e torcer para que o gênero se enriqueça e não se sature.

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Gameplay Games

Bloodstained: Ritual of The Night não é perfeito, mas é o Castlevania moderno que o mundo precisava

Bloodstained: Ritual of The Night veio com a missão de resgatar o brilho dos clássicos jogos da franquia Castlevania, que agora se encontra abandonada no porão da Konami. Koji Igarashi, responsável pelos jogos mais bem sucedidos da franquia, retorna junto ao mundo dos jogos após uma bem sucedida campanha no Kickstarter, mas com um desenvolvimento infernal.

Em Bloodstained: Ritual of The Night controlamos Miriam que após ficar em coma por um bom tempo, acorda para poder deter seu irmão, Gebel. Miriam possui uma pele cristalizada, que absorve outros fragmentos, dando a ela a possibilidade de usar poderes baseados nos mesmos.

Como um não-jogador de Castlevania (algo que desejo mudar em breve), não possuo conexão com esse universo e com a figura do Iga em si. Nunca tive a oportunidade de jogar quando criança, então Bloodstained não foi algo que eu vinha esperando ansiosamente. 

Mesmo assim, eu acompanhava as notícias e os diversos updates que a equipe de desenvolvimento soltava.

É notável a influência do público durante o desenvolvimento do jogo, o que rendeu o vídeo de comparação feito pela própria desenvolvedora, mostrando as mudanças que o jogo recebeu, se baseando através do feedback da comunidade. Desde os gráficos às animações.

Ainda assim, mesmo após dois meses do lançamento do jogo, ele ainda possui problemas de performance. Enquanto jogava no PlayStation 4, o jogo crashava diversas vezes, além de travar direto em algumas partes, travamentos de cerca de 3~5 segundos. Como bem sabem, Bloodstained não possui autosave, então eu perdi progressos ao longo da jogatina.

Cheguei a pensar que fosse algo de errado com o meu console, mas procurando no Reddit e no Twitter, encontrei várias pessoas com o mesmo problema e em consoles diferentes. Claro que é algo que pode ser resolvido com atualizações, mas já se passaram dois meses desde que o jogo foi lançado e nada foi consertado.

Não só em performance o jogo peca, a renderização dos personagens em si, tanto na gameplay, quanto nos diálogos, é bastante feia. Muitas vezes estragando o ótimo character design que o jogo possui.

Em questão de roteiro o jogo não é tão inspirador. É uma história bem simples, mas que funciona. Já em lore, o jogo se sai bem. As histórias dos livros são bem interessantes e complementam aquele mundo. As descrições das armas são legais. Além de darem dicas para o jogo.

Quanto a ambientação do jogo, é incrível. Os cenários são variados e muito bem detalhados, além de serem interativos. A mistura entre Miriam e os cenários foi algo muito bem acertado pelos desenvolvedores. A arte é ótima. A trilha-sonora também é um dos grandes destaques, em especial a que começa a tocar assim que entramos no castelo pela primeira vez.

Agora, vamos falar do que importa: a gameplay.

A gameplay de Bloodstained é fluida e intuitiva. Temos uma variação enorme de poderes e descobrir em que situação usar cada um deles é interessante e divertido. Para isso temos os Fragmentos (Shards), que conseguimos ao derrotarmos X vezes uma criatura do jogo. Esses Fragmentos podem ser melhorados em uma das lojas do game, os tornando ainda mais fortes. Como há uma grande variação deles, o sistema do jogo tende a fazer com que o jogador experimente cada um deles, e decida qual é o melhor para se usar em cada situação.

As animações do jogo estão bem feitas, e isso faz com que a gameplay se torne ainda mais divertida. Há sistema de sidequests também, que são legais em questão de lore, mas pouco inspiradas, servem mais para dar itens melhores, que podem ser usados para o crafting.

Falando em crafting, assim como os fragmentos, cada arma de Bloodstained é única. Nem sempre a arma mais forte será a melhor opção em um chefe. Há armas de longo e curto alcance e lentas e rápidas. Cada chefe irá ditar o tipo de arma que você deve usar. Mas é claro que o jogador pode usar aquela que ele preferir.

Bloodstained: Ritual of The Night não é perfeito. Muito pelo contrário, sua história é rasa, há bugs e problemas de performance, mas o seu gameplay é ótimo e divertido. E que Koji Igarashi retorne com mais jogos, sejam eles metroidvanias ou novas aventuras.

Recomendável – Nota: 3.5/5

Agradecimentos à 505 Games pelo envio do código. O jogo foi rodado em um PlayStation 4 e está disponível também para Xbox One, PC e Nintendo Switch.

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Séries

Filmagens de WandaVision começarão em 21 de Setembro

Segundo o site MCU Cosmic, as filmagens de WandaVision começarão em Setembro desse ano em Los Angeles, mais especificamente, no dia 21.

Elizabeth Olsen, Paul Bettany e Teyonah Parris serão os protagonistas. Parris interpretará a versão adulta de Monica Rambeau, que apareceu pela primeira vez em Capitã Marvel.

A série irá influenciar no eventos de Doctor Strange in the Multiverse of Madness, que contará com a presença do vilão Pesadelo e muito possivelmente, fará a estreia do Namor nas telonas.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, seis curtas metragens e onze seriados.

WandaVision estreia em 2021 no Disney+.

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Cinema

Marvel Studios interrompe o filme do Doutor Destino por tempo indeterminado

O cineasta Noah Hawley em entrevista ao Deadline, afirmou que a Marvel Studios interrompeu o filme do Doutor Destino por tempo indeterminado.

“O filme acabou, Legião acabou, e eu então tirei uma folga porque alguém me disse que havia essa palavra férias, o que significa que você não trabalha, o que soou realmente interessante para mim. Mas você sabe, eu preciso voltar para eles e anunciar que eu adoraria fazer isso e descobrir se isso é algo que é possível. Se eles já planejaram ou não o que fazer com esses personagens, ou se eles estão abertos para o meu tipo de visão sobre o que fazer com esses personagens.”

A obra seria um thriller geopolítico que poderia ser filmado no estilo found footage. Nele, o Destino seria responsável por colocar um domo em volta da cidade fictícia Latvéria. Entretanto, o vilão não seria o protagonista do longa-metragem e sim, uma jornalista contratada por Victor para ser a sua porta-voz.

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Doutor Destino é o alter-ego de Victor Von Doom, um personagem fictício que aparece nas histórias em quadrinhos publicadas pela Marvel Comics. Foi criado por Stan Lee e Jack Kirby, tendo sua primeira aparição na revista Fantastic Four #5.

Fique ligado  na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito do Doutor Destino!

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Cinema

Disponibilizado o primeiro trailer de A Hidden Life

A FOX disponibilizou o primeiro e emocionante trailer de A Hidden Life, que chega em 13 de Dezembro em todos os cinemas brasileiros.

O austríaco Franz Jägerstätter (August Diehl) foi condenado à morte aos 36 anos por violar a ordem de lutar durante a Segunda Guerra Mundial ao lado dos nazistas. Baseado em uma história real.

Para futuras informações a respeito de A Hidden Life, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.