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Robert Eggers diz que remake de Nosferatu será semelhante com A Bruxa e O Farol

Em um depoimento para o Bloody Disgusting, o diretor Robert Eggers afirmou que o seu remake de Nosferatu será semelhante com os seus trabalhos autorais A Bruxa e O Farol.

”A minha versão de Nosferatu será semelhante com A Bruxa e o Farol. Ele terá uma atmosfera muito parecida com ambos os filmes. Quem gostou dos meus dois projetos autorais, irá amar esse remake que estou preparando. Através dessa produção, eu irei contar uma história muito maior, que irá tornar a narrativa mais ampla.”

Até o momento, apenas a atriz Anya Taylor-Joy está confirmada no elenco de Nosferatu. A obra chega em 2023 em todos os cinemas mundiais.

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O corretor de imóveis Hutter precisa vender um castelo cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock. O conde, na verdade, é um vampiro milenar que espalha o terror na região de Bremen, na Alemanha e se interessa por Ellen, a mulher de Hutter.
Para futuras informações a respeito de Nosferatu, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
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Criadores de Sherlock embarcam na mais nova produção sobre o Drácula em teaser inédito

A BBC One está preparando uma minissérie sobre uma das criaturas sobrenaturais mais icônicas que conhecemos e confira o teaser da vindoura produção.

Mark Gatiss e Steven Moffat trarão para esta produção uma influência clássica deste ícone do terror, mas ao mesmo tempo terá seu próprio toque moderno.

Mark anunciou que a minissérie será acompanhada por um documentário que irá explorar a mitologia dos vampiros de Bram Stoker. Em Busca de Drácula seguirá com ele viajando pela primeira vez ao Castelo de Orava, na Eslováquia, para iniciar sua pesquisa.

Juntamente com a investigação das inspirações de Stroker para o personagem, Gatiss analisará a jornada de Drácula do livro para tela, discutindo os vários atores que o interpretaram – de Bela Lugosi a Claes Bang, que estrelará como o personagem-título na BBC.

Em entrevista ao Radio Times, ele também disse: “Como fã de terror ao longo da vida – e de Drácula especialmente – essa foi uma oportunidade maravilhosa de voltar às raízes dos vampiros, examinar o estranho personagem do próprio Bram Stoker e mergulhar no vasto e alegre cinematográfico. Para minha alegria, Drácula ressuscitou do túmulo!”

Segundo os idealizadores, o personagem será o herói de sua própria história.

Drácula terá três episódios com duração de 90 minutos e ainda não possui data definida de estreia.

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Séries

The Outsider | Trailer da adaptação televisiva expõe mistério sobre assassinato de uma criança

A HBO está começando a esquentar seus próximos projetos para 2020 e um deles será a adaptação da obra mais recente de Stephen King chamada The Outsider. Confira abaixo o trailer da versão televisiva que terá o mesmo nome.

A série contará com Ben Mendelsohn (Rogue One e Bloodline) e Jason Bateman (Ozark e Arrested Development). A trama, assim como no livro, mostrará a investigação do assassinato de um garoto de 11 anos e o treinador de baseball será o principal suspeito.

Bateman será diretor nos dois primeiros episódios. No elenco também estão: John Gettier, Marc Menchaca, Derek Cecil e Summer Fontana.

The Outsider será lançado em 12 de janeiro.

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Primeiras Impressões | ASSASSINS PRIDE

Esse show é exatamente o que você está imaginando, e é exatamente o que se propõe a ser. Dessa forma, não há muito o que comentar, além de chover no molhado: puta merda bicho, lá vamos nós de novo.

No início da década de 2010, vivemos o auge de um gênero conhecido (por mim, ao menos) como “Harém Escolar Mágico Genérico“. O nome diz tudo, e se você assistiu alguma coisa dessa época, com certeza sabe do que eu estou falando.
Por conta da explosão do isekai, os haréns escolares mágicos genéricos entraram em decadência, e passaram a ser exemplar raro ultimamente. Mas quando encontramos um…

Apenas membros de famílias nobres detêm o Mana, um poder que lhes torna capazes de enfrentar monstros. Kufa é um nobre, nascido numa família de duques, que é enviado para tutorar uma jovem chamada Merida. E em segredo, Kufa é encarregado de assassinar Merida caso ela não demonstre talento para utilizar o Mana. (Via: Crunchyroll)

Baseado numa Light Novel de mesmo nome, com autoria de Kei Amagi e ilustrações de Ninomotonino, ASSASSINS PRIDE é uma enorme reunião de tudo aquilo que torna um harém escolar mágico genérico em um… Bem, um harém escolar mágico genérico: o protagonista Kiritoface; as dezessete garotas, cada uma se encaixando em um estereótipo já conhecido; as roupas espalhafatosamente ridículas; o worldbuilding absurdo e que mesmo sendo cortado a menos de 10% do material original, continua sendo extremamente cansativo e repetitivo na adaptação; as batalhas escolares que por algum motivo colocam a vida dos estudantes em muito mais risco do que deveriam… E por aí vai.

De verdade, eu realmente não tenho nada a acrescentar sobre ambientação, sobre as personagens ou sobre a trama. É tudo tão engessado, é tudo tão clichê, que você já sabe do que se trata ou como as coisas vão se desenrolar. O que eu posso comentar sobre, porém, são as qualidades que diferenciam esse show dos seus antecessores.

A começar pela qualidade gráfica: eu não fazia ideia de que era legalmente permitido ter um harém escolar mágico genérico com visuais tão bonitos e consistentes. Não só as personagens, mas a cidade e o mundo são belos, e tanto as sequências calmas quanto as cenas de ação são coreografadas com uma maestria que parece estar sendo desperdiçada em um animê desse nível.
Até o episódio 3, tivemos algumas sequências de combate que foram de tirar o fôlego. Por mais que eu não entendesse metade dos motivos pelos quais as lutas estavam ocorrendo, ou que eu realmente não desse a menor bola para quem fosse sair vencedor, a violência gratuita foi tão gostosa de se ver que eu acabei gostando.

O negócio tá caprichadíssimo, e eu não sei como lidar com isso.

Outro ponto, que é aquele que sempre nos deixa com uma pulga atrás da orelha, é o excelentíssimo elenco de dublagem: temos nomes que claramente não deveriam estar emprestando suas vozes para algo desse naipe e talvez pudessem estar trabalhando em algo melhor, como Yuuki Ono, Yui Ishikawa, Azumi Waki, Maaya Uchida, Tatsuhisa Suzuki, Ayane Sakura, Asami Seto… Sinceramente, tirando umas duas dubladoras que estão em início de carreira, todo o elenco parece ser areia demais para o caminhãozinho de ASSASSINS PRIDE.

Como se pode imaginar, a dublagem está num nível altíssimo, com cada ator conseguindo trazer o melhor – e o pior – de sua personagem de uma forma que beira o inacreditável. Um detalhe que eu adorei foi como o protagonista, Kufa (dublado por Yuuki Ono) é um assassino treinado para esconder suas emoções, e mesmo nos momentos mais acalorados e intensos que tivemos até agora, ele conseguiu se manter calmo, e ainda assim passar todo o entusiasmo da cena. Como eu disse, inacreditável.

Vazaram cenas da versão dublada do animê, confira:

Apesar de parecer bonito e soar bonito (a OST e o uso musical no geral também são pontos a se exaltar), o animê continua sendo apenas o que é: um harém escolar mágico genérico, com uma construção de mundo ambiciosa demais e que foi transformada em frangalhos pela adaptação absolutamente acelerada, onde metade da história parece não estar sendo contada para você – e não está mesmo! – e todo o desenvolvimento parece voar pelos seus olhos… No quesito “direção“, o show é um caos, com todos os defeitos que poderiam ser imaginados, e há pouca coisa que uma pessoa que não teve contato com o material original pode fazer quanto a isso.

Quando se esforçam para te fazer o mais adorável possível, mas ainda assim o seu show acaba sendo uma shitstorm

No geral, a pergunta que fica é: você embarcaria no Titanic, mesmo sabendo que ele vai afundar e lhe causar uma morte terrível? Eu embarcaria. As partes boas conseguem sobrepujar as enormes falhas, que acabam sendo muito mais toleráveis quando é a sua quinquagésima vez lidando com elas, e o show consegue ser divertido. Para a estreia, minha nota é um surpreendente 5/10, pois sei que nem todo mundo tem a paciência de lidar com esse tipo de abobrinha.

Você pode assistir ASSASSINS PRIDE na Crunchyroll, que fornece o serviço de transmissão simultânea com o Japão e legendas em português, com novos episódios todas as quartas-feiras.

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Cinema

Liga da Justiça Sombria | Filme da equipe está supostamente em desenvolvimento pela Warner mais uma vez

Segundo o jornalista Daniel RPK, a Warner Bros. Pictures voltou a trabalhar no filme da Liga da Justiça Sombria.

A maior “evidência”, seria uma declaração recente do diretor e produtor de filmes e séries de horror Mike Flanagan, no qual declarou que estava em negociações com a Warner para dirigir um filme da DC Comics, mas que não poderia dizer qual é.

Originalmente, o grupo ganharia um longa com a produção de Guilhermo Del Toro, também conhecido pelos seus filmes de fantasia. Após a desistência de Del Toro, Scott Rudin acabou assumindo o lugar do cineasta. Entretanto, tempos tempos depois, Rudin também abandonou o projeto.

Liga da Justiça Sombria, é uma história em quadrinhos da editora DC escrita por Peter Milligan, e desenhada por Mikel Janin lançanda em 28 de Setembro de 2011, sendo consequência de Flashpoint.

Liga da Justiça Sombria não possui data de lançamento.

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Arthur Fleck – O Início, o Fim e o Meio do Vitimismo e do Desvario

“Tente me ensinar das tuas coisas. Que a vida é séria e a guerra é dura. Mas se não puder, cale essa boca, Pedro, e deixa eu viver minha loucura.”
(Meu Amigo Pedro)

Alguns momentos que leio Watchmen ou assisto a sua adaptação cinematográfica, minha mente pratica um exercício de imaginar a substituição daqueles personagens maravilhosos pelos pesos pesados icônicos da DC Comics. O mesmo que tentei fazer após que assisti Coringa do Todd Philips. Muitas pessoas falaram que poderia ser qualquer personagem ali, fosse de quadrinhos ou não, que o resultado seria o mesmo. O homem que passa por distúrbios mentais, com uma vida desgraçada, ignorado pela sociedade e que chegou ao seu limite. Talvez faça sentido. Mas tem coisa mais Coringa do que isso?

O filme de Todd Philips apresenta uma levada no melhor estilo Maluco Beleza, onde Arthur Fleck vai controlando sua maluquez misturada com a sua lucidez no meio que o turbilhão do sistema e do maremoto que vai destruindo a sua vida pessoal. Lidar com o fracasso, com o derrotismo, com a falta do amor ao próximo e sua mãe sonhadora. É um pesado fardo mas que ao mesmo tempo ele leva o fato de ser uma pessoa que nasceu para ser um agente de alegria para os outros. Quando ele assume para si ser o ativo da revolução dos oprimidos de Gotham City, Arthur Fleck entende que é uma forma de levar alegria para o povo. A revolução.

“A minha enfermeira tem mania de artista, trepa em minha cama, crente que é uma trapezista. Eu não vou dizer que eu também seja perfeito. Mamãe me viciou a só querer mamar no peito. Ehê, ahã! Quando acabar o maluco sou eu!”
(Quando Acabar o Maluco sou eu)

Não considero válido usar a imagem do personagem do filme como um “símbolo” nas recentes manifestações que estão ocorrendo ao redor do mundo atualmente. A revolução contra os poderosos, ou o sistema da podridão de Gotham é o cenário para a verdadeira face de Arthur Fleck aflorar. Mas ouso dizer que mesmo não existindo pessoas o seguindo e levantando essa bandeira revolucionária maquiada de palhaço no filme, o Coringa surgiria do mesmo jeito. Ele é a válvula de escape. É o motor ligado de Arthur. E que é iniciado sempre em sua dança.

“Por que cargas d’águas. Você acha que tem o direito de afogar tudo aquilo que eu sinto em meu peito.”
(Sapato 36)

Arthur Fleck é um personagem sofrido. Um personagem que tem um pesado fardo, mas que muitas vezes, ele mesmo enriquece bizarramente o peso desse fardo. Ele apanha da sociedade de todas as formas. Mas isso também não significa que ele seja um coitadinho. O filme, que tem uma forte crítica social que há tempos grita nos EUA, às vezes dá a sensação de criar um ar de vitimismo ao personagem. E muitas vezes ele abraça isso. O público abraça isso. Onde ele apoia seus argumentos, ou disfarça os seus argumentos, para chegar a insanidade do Coringa nisso. Quando ele tem seus argumentos confrontados pelo personagem Murray Franklin de Robert De Niro, como se fosse uma bronca de um pai, ele fica mais nervoso, a ponto de quase perceber que é algo estúpido beirando à “pirraça” de um cara grande. Mas ele tem o seu transtorno mental causado por uma série de fatos. Como por exemplo a falta de uma figura paterna mais caridosa. Já que seus exemplos de pai foram os ex-companheiros violentos de sua mãe. E Arthur procura muito essa figura paterna no apresentador e no Thomas Wayne. E isso contribui para a formação do personagem.

“É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro, evita o aperto de mão de um possível aliado. Convence as paredes do quarto, e dorme tranquilo. Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo.”
(Porque os Sinos Dobram)

A involução de sua sanidade, ou quando sua insanidade realmente mostra a sua cara, é medida por suas risadas. Ao longo da película acompanhamos as gargalhadas causadas pela risada patológica, também chamada de afeto pseudobulbar ou labilidade emocional. No início era sofrida, agoniante, beirando ao desespero. As risadas além de desesperadoras, fazem parte de um método do personagem para tentar se enquadrar no mundo. Um bom exemplo é a cena em que seu colega de trabalho faz uma piada com o anão, ele gargalha e, ao sair da vista deles, subitamente para, com a expressão séria, dando a entender que ele só fingiu que achou aquilo engraçado para poder se encaixar na situação. Outro termômetro de transtorno mental são as risadas fora de hora. Como quando ele está no bar assistindo ao show de comédia, e só ri quando a piada acaba.

Mas quando o Coringa realmente surge, a risada muda. As risadas se tornam prazerosas para o personagem. É a sua evolução. É quando ele se livra dos grilhões que considera impostos pela sociedade, pelas mentiras e maus tratos da mãe, pela violência doméstica quando era criança, da busca frustrada pela figura paterna e de suas próprias limitações que ele se impõe. É importante salientar que nesse momento, não existe mais Arthur Fleck. Nesse momento ele se matou. Até o enquadramento muda. Antes da icônica cena da dança na escada, vemos a câmera focando por cima. Como se o mundo pesasse nas costas do Arthur. E depois muda focando de baixo para cima, mostrando como ele cresceu. Mas vamos lembrar que o filme é contado pela ótica de um homem conturbado mentalmente.

“Eu sou o medo do fraco. A força da imaginação. O blefe do jogador. Eu sou, eu fui, eu vou!” (Gita)

O mundo particular de Arthur Fleck é atingido como um Trem das 7 desgovernado da realidade da vida. E ele não é capaz de lidar com rejeição e o fracasso que estão à bordo. Então somos levados para uma viagem em que não sabemos a linha tênue entre delírios e realidade. Assim como o relacionamento de sua vizinha foi tudo uma viagem de sua cabeça. Podemos discordar de outros momentos também? Como por exemplo a batida da ambulância na viatura onde o personagem está preso, e acontece aquela ovação. Será que aquilo aconteceu mesmo? Ou foi um delírio onde Arthur recebe o tão sonhado reconhecimento do publico finalmente? Seria o final do seu grande ato que começa no programa de TV. Uma cena me questionou é quando Arthur confronta Thomas Wayne no banheiro do cinema. Arthur está apoiado em uma pia. Quando acontece o corte, ele está na mesma posição. Logo após acontece a cena da geladeira. Será que realmente existiu essa conversa? Ou ele teve outro devaneio?

O Coringa de Todd Philips tem várias camadas e diversos caminhos que podemos nos sentar em uma mesa de bar e conversar durante horas sobre o que cada pessoa entendeu e assimilou do filme. Isso somado com uma atuação monstra do Joaquim Phoenix. Mas buscando a discussão que foi recorrente: qual é o Coringa desse filme? Vamos entender que o personagem sempre foi uma incógnita em todos os seus 80 anos de existência. Nem a própria DC Comics tem algo definitivo para sua origem. O mais próximo é A Piada Mortal de Alan Moore, que definiu uma espécie de origem plausível para o personagem. Mesmo assim, sem nunca dá um simples nome próprio para ele. Vale lembrar que A Piada Mortal só veio a ser considerada cânone depois da reformulação Renascimento da DC Comics. Mas ao mesmo tempo a editora considerou a existência de três Coringas no universo. Fato que até agora não foi publicado mais detalhadamente, mas que sabemos que terá uma edição futura sobre isso. Seja o Jack Napier do Jack Nicholson, ou o elogiado Coringa de Heath Ledger, o contestado de Jared Leto. Ou pode ser o Coringa dos desenhos de Bruce Timm, ou às inúmeras versões dos quadrinhos. Pegue todo o excesso, prazeroso, de versões dos personagens, e você pode abraçar e aceitar a versão Arthur Fleck. Sim ele pode ser o Coringa de algum lugar.

Se lembra do exercício mental que eu falei no primeiro parágrafo? Então realize-o usando outros Coringas.

 

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‘Visão branco’ deve finalmente aparecer em WandaVision

Na década de 80, houve uma fase em que o Visão foi capturado pelo vilão Immortus, no qual fez com que o herói ficasse desaparecido.

Tempos depois, o android retornou com uma aparência totalmente modificada, na qual o seu corpo estava todo branco, assemelhando-se com um fantasma.

Todavia, de acordo com o MCU Cosmic, devemos ver essa versão do personagem no seriado WandaVision através das alucinações da Feiticeira Escarlate, uma vez que ela ira “ressuscitar” o Visão em seu mundo imaginário.

WandaVision conta em seu elenco: Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Teyonah Parris, Kathryn Hahn, Randall Park e Kay Dennings.

A série irá influenciar no eventos de Doctor Strange in the Multiverse of Madness, que contará com a presença do vilão Pesadelo e muito possivelmente, fará a estreia do Namor nas telonas.

WandaVision estreia em 2021 no Disney+.

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Panini anuncia a publicação de Monster Perfect Edition

Por meio de suas redes sociais, a Editora Panini anunciou a publicação de Monster Perfect Edition, a versão em kanzenban da obra de Naoki Urasawa. Essa será a segunda vez que a editora publicará o mangá no Brasil.

A nova edição reduzirá os 18 volumes em apenas 9 encadernados e começará a ser publicada em dezembro, muito provavelmente na CCXP 2019.

Monster narra a história do brilhante Dr. Kenzo Tenma, um famoso cirurgião com uma carreira promissora. Tenma arrisca sua reputação e carreira para salvar a vida de um garoto. Sem que ele saiba, a criança o está fadada a um terrível destino.

O mangá virá no formato 15 x 21 cm, com capa dura, sobrecapa e papel couchê 150g. O preço não foi divulgado.

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Séries

Mais vista do canal, Batwoman ganha temporada completa pela CW

Segundo informações da TV Line, a CW autorizou a produção de mais episódios para Batwoman, depois de 3 semanas de exibição.

Batwoman terá uma temporada cheia com 22 episódios no total, 9 a mais que os previstos.

A série tem uma média de 1,5 milhões de espectadores, sendo a mais vista da emissora. Na exibição em DVR, somando-se ao vivo + 7 dias, a audiência aumenta em 80%. As chances de renovação para a segunda temporada são grandes.

Estrelada por Ruby Rose e Rachael Skarsten, Batwoman é exibida todos os domingos pela CW.

 

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Cinema

Coringa supera a bilheteria de Deadpool 2 e se torna o filme para maiores mais lucrativo da história

Com um orçamento de apenas US$ 55 milhões, Coringa ultrapassou oficialmente a bilheteria de Deadpool 2, se tornando o o filme para maiores mais lucrativo da história.

A Forbes afirma que o longa acumula US$ 785,5 milhões, podendo arrecadar mais de US$ 800 milhões em seu quarto final de semana. A bilheteria total de Deadpool 2 é de US$ 785 milhões.

A seguir, você pode conferir o ator Ryan Reynolds comemorando o feito.

https://www.instagram.com/p/B4DZWu0J0LA/?igshid=1c1jr31cnm8ty

Drama. Coringa gira em torno do icônico arqui-inimigo e é uma história original, independente, não vista antes nas telonas. A exploração de Arthur Fleck (Joaquin Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo mais amplo.

Para futuras informações a respeito de Coringa, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.