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Séries

Disney anuncia que Obi-Wan chegará em 2022

Através de um comunicado de imprensa, o Disney+ francês revelou que Obi-Wan será lançado em 2022 na plataforma de streaming.

Atualmente, o seriado encontra-se em pré-produção através de seu roterirista e showrunner.

As filmagens de Obi-Wan irão começar em Janeiro de 2021 e até o momento, apenas Ewan McGregor está confirmado no elenco.

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Conhecido apenas como Ben, a barba e a roupa de fora do mundo é de um estranho enigmático que se mantém calado, não compartilha o passado e passa por grandes dores para se manter como um forasteiro. Mas, conforme a tensão aumenta entre os fazendeiros e o Povo de Areia, que são liderados por um chefe de guerra, Ben se encontra no meio da luta, colocando em risco a missão dele em Tatooine.

Para futuras informações a respeito de Obi-Wan, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Lançamentos de Cavaleiro da Lua, Mulher-Hulk e Miss Marvel são oficializados para 2022

Através de um comunicado de imprensa, o Disney+ francês confirmou que os seriados Cavaleiro da Lua, Mulher-Hulk e Miss Marvel chegam em 2022 através do serviço de streaming.

Atualmente, os seriados estão em pré-produção pelos seus roteiristas e showrunner’s. 

Além de Cavaleiro da Lua, Mulher-Hulk e Miss Marvel, a Marvel Studios lançará: The Falcon and the Winter Soldier, What If…?, Loki, WandaVision e Gavião Arqueiro.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, 6 curtas metragens e 11 seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

Digimon Adventure: é um bom reboot sem apelar só para nostalgia

Digimon é uma das franquias de maior sucesso internacional do Japão, constantemente se reinventando com novos produtos, de jogos a animações. Produção original da Toei, a incursão mais recente do estúdio no universo de Digimon Adventure (ao qual pertencem as séries Digimon Adventure 01, 02, os filmes, e tri.) foi o filme Last Evolution Kizuna, disponível no momento apenas em terras nipônicas e que foi criado com a promessa de encerrar o ciclo da série original comemorando seus 20 anos de vida. Mas grandes franquias nunca terminam, sempre se transformam. E Digimon Adventure: (o “:” faz parte do título) chega na temporada de abril de 2020 para cravar essa máxima de forma certeira.

Um dos animês mais aguardados da temporada, Digimon Adventure: é um reboot da série clássica original de 1999. Taichi, Agumon e seus amigos Digiescolhidos irão novamente se aventurar no Digimundo, e agora de uma nova forma, pois como dito acima, esta nova série recomeça a franquia do zero.

Taichi, se preparando para um acampamento (uma óbvia referência à série original) vê sua mãe e irmã (Hikari, futuramente uma Digiescolhida) em perigo após uma pane nos sistemas de trem de toda Tóquio. Quando tenta salvá-las, acaba sendo levado ao Mundo Digital de onde a pane nos sistemas tecnológicos do mundo real está se originando por conta do ataque de um vírus misterioso.

Digimon Adventure: começa, em poucos minutos, referenciando o material clássico porém apresentando sua trama de nova forma, diferente. O reboot transparece essa vontade do estúdio de reapresentar a franquia para uma nova geração de crianças, respeitando os visuais clássicos que marcaram época e ao mesmo tempo trazendo novas músicas, trilha sonora distinta e criando um mix de situações que lembram a série Adventure e o filme Our War Game!, de 2001, apelidado de “o filme do Diaboromon“.

O design de série clássica é aplicado numa animação moderna, criando uma boa mistura das duas coisas.

E analisando apenas o que foi entregue no episódio de estreia, a Toei não poupou esforços em muitos aspectos técnicos que foram duramente criticados em séries anteriores do estúdio, como Dragon Ball Super. A animação deste Digimon está linda, e vale ressaltar que esta série vem como estreia do horário que era dedicado exatamente ao Dragon Ball, e depois, a GeGeGe no Kitaro.

É possível que os fãs da franquia original (e consequentemente do Adventure 2 e tri.) sintam de forma brusca as mudanças, colocando a primeira série ao lado desta. Não há menções a Butterfly ou Brave Heart. A trilha incidental é diferente. Detalhes como os brasões dos Digiescolhidos já são apresentados. A relação entre as crianças também parece tomar rumos completamente diferentes do original e o Digimundo propriamente não foi mostrado ainda, mas todas as mudanças são boas. Continua sendo Digimon, mas visando um novo público, enquanto ainda presta suas homenagens à história da franquia.

Taichi e Agumon se encontram pela primeira vez.

Parece que Digimon Adventure: terá um desenvolvimento mais lento e comedido que a temporada antiga. O primeiro episódio da temporada de 1999 introduzia os conceitos dos Digimons, do Digimundo, das primeiras Digievoluções e todos os principais Digiescolhidos de uma só vez no decorrer de seus 20 minutos. Este, traz apenas Tai e Izzy, com um gancho no final com outro herói querido dos fãs. E a aventura se situa apenas em Tóquio e na Net, trazendo também a nova forma de Digievoluir dos monstrinhos.

E a modernização dos visuais e desenrolar da história também é aplicada nas tecnologias. Depois de 20 anos, é previsível que a interação dos garotos com a internet, celulares e outros devices seja mais ligada diretamente ao funcionamento do Mundo Digital. Parte dessa interação foi muito usada em tri. e a promessa da Toei é de que agora os acontecimentos do Digimundo influenciarão diretamente na vida das pessoas na Terra, causando panes e possivelmente até mudanças naturais.

Digimon Adventure: moderniza o que os espectadores já conhecem muito bem sem apelar totalmente para o valor sentimental da coisa toda. O elenco de dublagem apresentado na estreia, porém, faz um bom trabalho em aproximar as vozes das características já conhecidas de cada personagem (Tai é dublado por Yuuko Sanpei, a dubladora que dá voz ao Boruto e outros personagens famosos), conversando também com o coração do fã de longa data. A nostalgia não é direta e barata, apelativa. Ela cria um sentimento que traz memórias distantes sem perder a sensação do novo.

E parte da magia de Digimon é justamente a recriação. A franquia possui muitas séries, algumas cronológicas e outras não, mas todas de alguma forma apresentam novidades respeitando conceitos pré-estabelecidos. E Adventure especificamente se prova como o mais sólido dos Digianimês, com fôlego para mais 20 anos de aventuras e amizade entre humanos e criaturas digitais.

A nova série está disponível no serviço de streaming Crunchyroll com transmissão simultânea com o Japão (aos domingos de manhã por lá, aos sábados à noite para nós no ocidente).

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Música

Ah, a sofrência! Veja a lista das próximas lives do Sertanejo Pub durante o isolamento social

Existem diversos métodos para não cair no tédio durante o isolamento social que os brasileiros estão vivenciando há algumas semanas e um deles é curtir uma boa música. Para entreter os fãs do mundo sertanejo, o Sertanejo Pub vem trazendo lives dos principais nomes do gênero. Confira abaixo a lista que confirma de Marília Mendonça, Marcos & Belutti a Wesley Safadão.

Lembrando que a live de Jorge & Mateus seguiu durante boa parte da noite para encerrar as apresentações de hoje.

E não para por aí! Amanhã terá uma apresentação a partir das 18:00 com João Neto e Frederico. Você pode ficar de olho no perfil oficial aqui .

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Quadrinhos

Quarto volume de Black Hammer chega em lançamento da Intrínseca

Criação de Jeff Lemire e Dean Ormston, Black Hammer conquistou o público e a crítica ao unir elementos de grandes clássicos dos quadrinhos, tramas únicas e personagens complexos. Sucesso inquestionável no exterior e no Brasil (onde a editora Intrínseca vem publicando em encadernados), agora a intensa jornada se encaminha para o desfecho, quando finalmente vamos descobrir o que aconteceu com os maiores heróis de Spiral City.

Ao vencerem o poderoso e maligno Antideus, os maiores heróis de Spiral City desapareceram sem deixar vestígios. Todos acreditam que eles estão mortos, mas há dez anos vivem isolados em uma pacata fazenda, relegados ao esquecimento e à melancolia de dias sem glória. Obrigados a disfarçar seus poderes, sua natureza e suas origens aos olhos dos habitantes locais, eles personificam uma típica família disfuncional, tentando criar para si uma vida comum, mas que ainda é atormentada pelos mistérios que envolvem sua chegada e sua permanência na cidade.

No último volume da aclamada série Black Hammer, revelações colocam o equilíbrio do universo em risco. Neste quarto e último volume, mais segredos vêm à tona, e quando a verdade sobre o que aconteceu naquela batalha fatídica é revelada, o mundo dos ex-heróis muda completamente outra vez. Com o equilíbrio do universo sob ameaça, eles serão obrigados a decidir se o preço que pagaram para salvar Spiral City valeu a pena.

A série da Dark Horse teve até mesmo um crossover com os personagens da DC Comics anunciado e publicado em 2019. No exterior há diversos spin-offs, derivados diretamente da série principal. Além de Black Hammer, a Intrínseca também publica outra série de Jeff Lemire. Trata-se de Descender, coleção iniciada recentemente no Brasil e pertencente a editora Image Comics nos EUA.

Black Hammer: Era da Destruição – Parte 2 possui 192 páginas encadernadas em capa cartão e formato 26 x 17 cm. O preço sugerido é R$ 44,90. Reserva sua edição na pré-venda clicando aqui.

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Detective Comics Quadrinhos

O Ritmo Tenso e Sufocante de Ditadura no Ar: Coração Selvagem

“Noir é a entropia para a ordem da sociedade, a decadência de todos nós.”

Não teria melhor definição de Ed Brubaker para uma produção Noir e que venha casar tão bem com Ditadura no Ar: Coração Selvagem. A HQ é situada em uma época em que o Brasil vivia uma decadência de paz, liberdade de expressão e sensatez. Uma decadência que durante os anos, muitos tentam mascarar, ainda mais agora com o avanço das redes sociais e a inundação das fakes news. Uma montagem no Facebook, por exemplo, hoje em dia, para algumas pessoas, parece ter um poder maior na “educação” do que livros e professores de história. Ou um poder maior ainda de quem vivenciou e/ou sofreu realmente os fatos e não mascara a realidade deles. Mas contra esse inimigo comum que idolatra generais assassinos, que diz em alto e bom som que quem procura osso é cachorro e os asseclas que semeiam ódio temos produções como Ditadura no Ar.

Escrita por Raphael Fernandes e com desenhos de Rafael Vasconcellos, Ditadura no Ar começou a ser publicada como webtiras no site Contraversão. Naquele mesmo ano foi lançada em forma impressa, de maneira independente pelos autores, como uma minissérie em quatro partes. Em 2016 a editora Draco relançou em edição única com o título Ditadura no Ar: Coração Selvagem. Foi em 2016 que ela ganhou na categoria Melhor Minissérie, o Troféu HQ Mix, dividindo o prêmio com, a também minissérie, Pátria Armada de Klebs Júnior.

A trama conta a história do fotografo Félix Panta que tem que mover o mundo e enfrentar os milicos para encontrar a sua namorada Lenina, que foi presa pelo DOPS durante um protesto. Essa busca revela as entranhas, sensação de medo e sujeira de como os considerados subversivos eram tratados no pesadelo tenebroso que o país passou durante os chamados Anos de Chumbo. Ditadura no Ar: Coração Selvagem, traz Félix não como um herói paladino que enche o leitor de esperança de que tudo vai acabar bem. Em nenhum momento esse sentimento é repassado para o leitor. O clima da HQ, com a sua tensão esbofeteia para uma sufocante sensação de que o final feliz não estará lá.

E isso é o mais impressionante em Ditadura no Ar: Coração Selvagem. A sufocante falta de esperança.


Durante toda a saga de Félix, somos apresentados como a ditadura e sua caçada cheia de agonia influenciam as rotinas, as pessoas, as instituições educacionais, a imprensa livre (ou que tentava ser) e as famílias. E tudo é elevado ao extremo porque as pessoas que cercam o Félix sofrem mais as consequências. Tudo originado pela sua busca por Nina. E por mais amargurado, durão, destemido e sem medo das consequências que o protagonista seja, é nítido a forma que ele vai definhando com o passar da trama. E isso é sentido pelo leitor.

Como o clima Noir da arte de Rafael Vasconcellos em Ditadura no Ar: Coração Selvagem, é um personagem a parte. Você sente ele nas páginas. Tenso. Gritando. E é um personagem que relaciona perfeitamente com o roteiro do Raphael Fernandes e acaba gerando um relato perfeito sobre os Anos de Chumbo.

Ditadura no Ar: Coração tem formato 23,8 cm x 16,8 cm, 104 páginas e pode ser encontrado no site da Editora Draco e na Amazon Brasil.

 

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Cinema

Originalmente, Marvel Studios planejava introduzir o Quarteto Fantástico em Homem-Formiga 3

O The GWW revelou com exclusividade, que originalmente, a Marvel Studios planejava introduzir o Quarteto Fantástico em Homem-Formiga 3.

Todavia, agora produtora está supostamente planejando apresentar os Jovens Vingadores na produção, ao invés da família mais conhecida da Marvel Comics. Ainda não se sabe se o estúdio colocará referências e easter eggs do Quarteto Fantástico no longa-metragem.

Outro detalhe curioso revelado pelo site, é de que MODOK seria o vilão principal da produção ao lado da IMA, no roteiro entregue por Paul Rudd. Atualmente, Jeff Loveness é o novo responsável pelo script da terceira aventura de Scott Lang.

How 'Ant-Man 3' Could Introduce The Fantastic Four Into MCU

O Quarteto Fantástico é uma equipe de super-heróis de histórias em quadrinhos publicados pela Marvel Comics. O grupo estreou em The Fantastic Four #1 e conta a história de cinco cientistas (sendo um deles, Victor Von Doom) que fizeram uma viagem intergaláctica para explorar melhor o cosmo, mas que acabaram sendo atingidos por uma radiação cósmica que lhe concederam poderes irreversíveis. 

Para futuras informações a respeito do Quarteto Fantástico, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

*Créditos na imagem de capa.

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Cinema

Josh Brolin quer voltar a interpretar o Cable, mas dessa vez no MCU

Em um depoimento para o Comic Book, Rob Liefeld, o criador de Deadpool, revelou que Josh Brolin quer voltar a interpretar o Cable, mas dessa vez no MCU.

“Vou contar um segredo pra vocês. Josh quer voltar a ser o Cable mais cedo do que se pode imaginar. Ele ama esse personagem, e por mais que entenda a aclamação acerca de Thanos, sua preferência é o mutante de X-Men. Ele me disse: ‘Rob, quando eu apareci como Cable em Deadpool 2, meu telefone não parava de tocar’. O papel mudou tudo na vida dele. Agora é só questão de tempo até ele ganhar um prêmio por sua carreira. Ele é um de nossos melhores atores”.

Brolin deu vida ao personagem pela primeira vez em Deadpool 2. Nos quadrinhos, Cable é o filho de Scott Summers, o Ciclope, com Madelyne Pryor, a clone de Jean Grey, que após ser transportado para o futuro foi treinado para se tornar um supersoldado mutante. No universo cinematográfico da Marvel, Josh foi o responsável pela captura de movimento e por dublar Thanos, o Titã Louco.

Josh Brolin Deadpool 2 Trailer GIF - Find & Share on GIPHY

 Josh Brolin é conhecido principalmente por seus papéis nos filmes The Goonies, No Country for Old Men, Milk, True Grit, Men in Black III, Gangster Squad, Gangster Americano, Deadpool 2, Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato. 

Para futuras informações em relação ao Cable, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Documentário de Justice League: Mortal retoma a sua produção

O Screen Rant revelou com exclusividade, que o diretor Ryan Unicomb voltou a trabalhar no documentário de

l.

“Depois de entrevistas com elenco e equipe aqui e ali durante os últimos 5 anos, nós estamos confiantes de que temos um projeto maravilhoso para trazer luz para todos os fãs de cultura pop ao redor do mundo. A gente sentiu que o mundo não estava realmente preparado para isso no primeiro momento que tentamos em 2015. Com tudo acontecendo no mundo, agora parece o melhor momento para olharmos para trás para o que poderia ter sido e celebrarmos o que realmente é”. Disse Ryan em entrevista ao site.

Unicomb também revelou, que a produção será denominada de Seven Friends: George Miller’s Justice.

Justice League Mortal | Conheça o filme da Liga da Justiça que ...

Originalmente, Justice League: Mortal seria lançado em 2011 com direção e produção de George Miller.  DJ Cotrona (Superman), Megan Gale (Mulher-Maravilha), Common (Lanterna Verde), Adam Brody (Flash), Santiago Cabrera (Aquaman), Hugh Keays-Byrne (Ajax), Teresa Palmer (Talia Al-Ghul), Jay Baruchel (Maxwell Lord) e Zoe Kazan (Iris Allen), fariam parte do elenco. O longa daria início a um universo cinematográfico da DC.

Para futuras informações a respeito de Justice League: Mortal, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Elisabeth Moss irá dirigir o terceiro episódio da quarta temporada de The Handmaid’s Tale

Em uma entrevista exclusiva para o The Hollywood Reporter, a atriz Elisabeth Moss revelou que irá dirigir o terceiro episódio da quarta temporada de The Handmaid’s Tale.

“Estou emocionada por ter essa oportunidade pelos meus parceiros Bruce Miller e Warren Littlefield, e por ter o apoio de todos os nossos produtores, do Hulu e da MGM. Significa muito para mim e eu não assumo a responsabilidade levianamente. A liderança e a produção executiva desse programa nos últimos 3 anos foram uma alegria e eu tive o presente incrível de aprender tanto com os diretores que tivemos. Mal posso esperar para trabalhar com meus colaboradores sob essa nova perspectiva, porque tenho a sorte de ter o melhor elenco e equipe do mundo.”
Com previsão marcada para Setembro de 2020, o novo ano contará com 10 capítulos no total.
Handmaids Tale June GIF by Center for Story-based Strategy - Find ...
Depois que um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção católica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. Diz a sinopse do primeiro ano.

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