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Cinema

Legendary trabalha em um novo filme live-action de Street Fighter

Foi divulgado com exclusividade pelo The Hollywood Reporter, que a Legendary está trabalhando em um novo filme live-action de Street Fighter. 

Além disso, a empresa trabalha em seriados situados no universo de Street Fighter, no qual serão protagonizados por diversos personagens. 

Além disso, a Legendary e Capcom firmaram um acordo onde mais jogos serão adaptados para o live-action. 

Street Fighter é uma famosa franquia de games que surgiu em 1987, fazendo parte da infância de centenas de adultos. Atualmente, é uma das sagas de jogos mais famosa do mundo. 

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Cinema

Ser um super-herói não é fácil! Assista o trailer de Besouro Azul

A Warner Bros. Discovery divulgou o primeiro trailer oficial de Besouro Azul, primeiro filme do DCU que estreia em 17 de Agosto de 2023 nos cinemas.

O adolescente Jaime Reyes ganha superpoderes quando um misterioso escaravelho se prende à sua coluna e lhe fornece uma poderosa armadura alienígena azul.

 

 

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Séries

Não confie em ninguém! Assista o trailer de Invasão Secreta

A Marvel Studios divulgou o segundo trailer oficial de Invasão Secreta, minissérie que irá estrear em 21 de Junho de 2023 no Disney+. 

Invasão Secreta acompanha Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Talos (Ben Mendelsohn), personagens que apareceram em “Homem-Aranha: Longe de Casa”. Os dois investigam uma seita de Skrulls que conseguiu se infiltrar no Planeta Terra usando seus poderes de metamorfose. Agora, Nick e Talos precisam deter esses alienígenas e fazer com que tudo volte ao normal.

Para futuras informações a respeito de Invasão Secreta, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Serial-Nerd Séries

Retorno de Succession é síntese do que a série sempre foi

Humor e drama andam de mãos dadas em Succession. O sucesso estrondoso do streaming faz por merecer a audiência e a repercussão. Após três temporadas finalizadas, a série ainda se mantém fiel aquilo que a fez chegar aos holofotes, e sem perder a qualidade e as particularidades técnicas que a tornaram incomparável e única no meio de tantas produções televisivas. Sua principal virtude recai na forma como ela enxerga a elite econômica americana. Isto é, um retrato irônico sobre uma família que possui tudo do ponto de vista financeiro e, ao mesmo tempo, nada na perspectiva familiar e afetiva – e talvez um dos seus apelos seja justamente rir daqueles que estão acima (em termos de concentração de renda e poder), como se fosse uma catarse temporária para nós, espectadores, rodeados por uma dinâmica de tensão de classes.

Rir e chorar, aliás, ditam os ritmos do primeiro episódio, que serve como abertura para já anunciada quarta e última temporada. Em poucos minutos, a série consegue criar tensão sobre um negócio particular complicado, que envolve uma transação de bilhões de dólares; humor na festa de aniversário de Logan (Brian Cox) rodeada de pessoas interesseiras que se esforçam para conseguir o mínimo de apreço e apenas recebem desprezo; estranhamento pelo fiasco da campanha presidencial de Connor; dramaticidade a partir do conflito amoroso entre Shiv e Tom; além do constrangimento decorrente da situação enfrentada por Greg. Assim, são cenas que geram emoções contraditórias: preocupação, atenção, alegria, tristeza – e isto é síntese do que a série sempre foi. Um amálgama de emoções que nos fazem odiar e amar todos os personagens, torcer contra alguns, mas depois torcer para outros. É uma experiência audiovisual inteligente e capaz de nos fazer enxergar uma família por diferentes perspectivas e, desse modo, nos tornar ativos a cada episódio: para quem estamos torcendo, afinal?

Numa das cenas de abertura do episódio, os convidados cantam parabéns para Logan, este que sai da sala esbravejando: “put* que o pariu…”. Já é popularmente conhecida a insatisfação geral de Logan pela vida e as pessoas ao seu redor. Embora seja um dos personagens mais cruéis, sinto uma sinceridade rara exalando nele; como se fosse o único realmente consciente do interesse que move o cotidiano corporativo. O diálogo entre ele e seu segurança num simpático e humilde restaurante demonstram uma preocupação honesta sobre o destino e a finitude das coisas. De certo modo, é um momento particular que enxergamos as outras camadas da sua personalidade, nos afeiçoando brevemente – para logo depois o próprio criticar e colocar pra baixo a sua equipe de suporte inteira.

Ao fim da terceira temporada, os personagens se separaram em dois pequenos grupos. Shiv (Sarah Snook), Roy (Kieran Culkin) e Kendall (Jeremy Strong) fizeram uma tentativa frustrada de tomar as rédeas da corporação presidida pelo seu pai, enquanto Logan ficou com Tom, este que traiu a confiança da esposa para conseguir o mínimo apreço e finalmente conquistar seu espaço dentro da empresa. Como prometido, portanto, a quarta temporada será marcada pelo conflito entre esses dois grupos, ambos ambicionando poder, influência e dinheiro. Nesse episódio especificamente, os filhos finalmente conquistam a primeira vitória contra as tentativas do pai, que subestimou a coragem destes. A repercussão desse embate, contudo, só poderá ser vista no próximo episódio.

Antes de entrar na cena mais dramática, devo mencionar o quão engraçado foi descobrir os resultados da campanha presidencial do Connor (Alan Ruck). O filho mais velho de Logan é um coadjuvante na trama principal, mas guarda para si uma missão: tornar-se presidente dos EUA. Porém, seus gastos milionários na campanha quase não surtiram efeito, atingindo a marca impressionante de 1% nas pesquisas. E sua dúvida é se um investimento adicional de 100 milhões de dólares seja suficiente para que sua campanha não perca décimos e não seja considerada um fracasso (como se 1% não fosse cômico suficiente). Greg (Nicholas Braun) também passa por uma situação engraçada ao praticar relações sexuais com a parceira num dos quartos de Logan, onde Tom afirma que existem câmeras instaladas. Greg, então, fica preocupado e começa a questionar Logan durante o ponto mais crítico da negociação. Logo, enquanto todos estão preocupados com o desfecho do acordo, Greg fica completamente deslocado da seriedade e tensão do ambiente, resultando em cenas constrangedoras – e hilárias.

Para finalizar a análise do episódio, é preciso comentar sobre a relação entre Shiv e Tom. Após diversos momentos críticos em episódios variados, o casamento parece ter chegado no seu limite emocional. Cansados de manter algo desgastado e sem sentido, o diálogo que serve como desfecho do episódio é um dos mais sentimentais da série por representar o fim do amor a partir da consciência de dois adultos maduros que compreendem que aquilo ali acabou, por mais duro que seja. A cena com ambos deitados de mãos dadas é, desde já, uma das imagens mais marcantes e tristes do ano.

Tom, particularmente, possui um retrato melancólico. Enquanto este despreza as pessoas sem poder aquisitivo, algo que fica marcado nas piadas referentes à companheira de Greg, suas brincadeiras e gozações acobertam uma vida artificialmente construída pelo interesse, um casamento infeliz, além de relações de trabalho frágeis. É um personagem habilmente construído e atuado com excelência por Matthew Macfadyen, que traz consigo trejeitos quase infantis como alguém que não possui habilidades sociais suficientes para dizer aquilo que sente, apenas arrota arrogância para disfarçar a insegurança.

Portanto, Tom não é  retratado exclusivamente como um pobre coitado, mas também como um vilão oportunista e manipulador, indiferente em como as atitudes irão respingar em seus relacionamentos. Essa ambiguidade envolta dele, e de todos os outros, é uma das razões para a série se destacar em meio a tantas produções.

Succession volta aos domingos preenchendo uma lacuna possível de ser alcançada por raríssimas obras que tenham algo a dizer, mas principalmente mostrar – e isso ela tem de sobra. Chega com a proposta de combater uma associação socialmente construída entre poder aquisitivo e valores pessoais, como se o bilionário fosse exemplo de perfeição em carne e osso, uma idealização altamente difundida nesses tempos sombrios de coaching. Mesmo com a crueldade e perversidade de alguns personagens, a série é capaz de extrair sentimentalismo e sinceridade das relações de seus protagonistas, e destacar como estão perdidos tentando aprender uma lição fundamental: nem tudo se compra.

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Séries

Invasão Secreta ganha imagens oficiais e tem lançamento confirmado para Junho de 2023

A Vanity Fair liberou com exclusividade, imagens inéditas de Invasão Secreta, série da Marvel Studios que estreia em 21 de Junho de 2023 no Disney+. 

Foi oficializado através do site, que a produção terá um tom de Thriller político e deve ser mais séria em relação as outras obras da Marvel Studios, dado que ela será de espionagem. 

Irmão se volta contra irmão e herói contra herói enquanto os alienígenas usam seus postos de poder para confundir a todos e lançam uma ofensiva maciça para conquistar a Terra! Está acontecendo há anos, silenciosamente, mas agora a carga plena da Invasão Secreta está sobre nós! Diz a sinopse da HQ.

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Gameplay Games

CUIDADO! Vampire Survivors é vício difícil de escapar

Eu passei por um momento complicado há dois meses, e gostaria de compartilhar a experiência com os simpáticos leitores da Torre de Vigilância.

No começo desse ano, estive praticamente obcecado por um jogo indie intitulado Vampire Survivors. Era quase como se me sugasse para uma dimensão minimalista e não me deixasse escapar. Foram horas de gameplay absolutamente incríveis e, quando estava com o console desligado, eram horas pensando nele. Seu segredo não é mistério, muito pelo contrário, é até óbvio se pensarmos em sua proposta e estrutura, mas diante do cenário atual da indústria de games, sua fórmula de sucesso é quase como uma equação matemática complicadíssima.

E esta é a simplicidade. Sim, porque a jogabilidade de Vampire Survivors se resume a você movimentar o seu personagem e clicar, quando requisitado, na escolha de suas armas e na eventual evolução dos poderes. Andar, coletar baús, cumprir curtas missões no mapa, e sair matando descontroladamente dentro do limite de 30 minutos são a base da fórmula do sucesso. (isto até você liberar a opção de tornar a fase interminável). Aliás, não há necessidade de aperta um botão sequer para atirar/lançar tiros, feitiços ou encantamentos. Você ‘só’ precisa andar e desviar dos inimigos – que te geram dano ao encostar – deixando que a magia aconteça pela combinação dos poderes e seus upgrades, possibilitando cenas insanas de luz, cores e demônios sendo devorados na  tela. (Capaz de você ficar anestesiado após um bom round).

Não posso esquecer de comentar sobre o sistema de conquistas do jogo, que transforma todas as suas tarefas em conquistas, o que atrai ainda mais viciados por gamerscore e/ou troféus. É um jogo que possui a capacidade de agradar públicos variados, mas um perigo para aqueles particularmente obcecados por evolução e conquistas.

O início pode soar um pouco arrastado e cansativo, tanto na lentidão do personagem quanto na sua evolução propriamente dita. Porém, após cerca de duas a três horas de jogatina, serão liberados tantos personagens e habilidades que o início irá se tornar recompensador – como todo o resto. Não só pelas conquistas, mas também a mecânica de coletar moedas – e sobreviver o máximo que conseguir – é relevante para a progressão do jogo por conta do desbloqueio de heróis e habilidades passivas que permanecem contigo até o final (podendo ser desativadas se assim desejado). Assim, Vampire Survivors possui elementos rogue-lite, onde morrer e tentar de novo são fundamentais, mas a frustração é mínima quando se nota a sua evidente evolução no decorrer do jogo.

Afinal, são essas pequenas percepções que engrandecem a experiência num bom jogo de vídeo-game. Sentir seu aprendizado e, consequentemente, sua melhora na compreensão das mecânicas do jogo e nas habilidades requisitadas por este. Foi com sentimento de satisfação que terminei minha jornada insana com Vampire Survivors, no qual passei dias e noites mal dormidas num único objetivo: matar e upar. Matar e upar. Matar e upar. Matar e upar.

Vampire Survivors prova como a simplicidade às vezes é o caminho ideal para aquelas empresas que querem gerar impacto aos seus consumidores. O vício se instaura em questão de minutos, num jogo onde a premissa básica é se movimentar e sobreviver. E você não irá perceber quando as garras do vampiro estiverem cravadas em seus músculos e cérebro. Quando isso acontecer, fique tranquilo, porque a maior dificuldade será enfrentar a crise de abstinência após a conclusão. (E eu continuo sofrendo, esperando a morte cinza me levar).

Vampire Survivors está disponível para os assinantes do Game Pass no Xbox Series X|S e PC, além de possuir versões para Android e iOS.

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Séries

Elenco do filme Scott Pilgrim retornará para a série animada do personagem

A Netflix revelou através de suas redes sociais, que todo o elenco do filme Scott Pilgrim contra o Mundo retornará par a série animada do personagem, dando voz aos seus respectivos personagens. 

A obra contará com Bryan Lee O’Malley e BenDavid Grabinski como produtores e roteiristas. Bryan é o criador da graphic novel que servirá de inspiração para o seriado. 

Guitarrista de uma banda de rock do colégio, o jovem Scott Pilgrim nunca teve problemas para conseguir namorada. O problema sempre foi se livrar delas. Mas com Ramona Flowers é diferente, pois ele se apaixona perdidamente por ela e não será nada fácil conquistar seu amor. Ela tem o maior de todos os problemas: um exército de ex-namorados que não medem esforços para eliminar Scott da lista de interessados. Diz a sinopse de Scott Pilgrim contra o Mundo, filme lançado em 2010 com Edgar Wright na direção. 
Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Scott Pilgrim.
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Cinema

Cara de Barro estará em The Batman Part II

Foi divulgado de forma exclusiva pelo Deadline, que o vilão Cara de Barro estará presente em The Batman Part II. 

Não foi divulgado se ele será o antagonista principal, mas, ao que tudo indica, ele será um dos vilões da trama. 

Além disso, de acordo com o site, o cineasta Mike Flanagan apresentou uma ideia de um filme do Cara de Barro para James Gunn. Contudo, não se sabe se essa ideia foi para frente. 

Cara de Barro é Basil Karlo, , um antigo criminoso em Gotham City com o poder de mudar seu corpo de barro para se tornar alguém ou qualquer coisa. Ele atuou anteriormente como um inimigo do Batman, mas agora trabalha ao lado dele como um de seus aliados.

Para futuras informações a respeito do Cara de Barro, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Matthew Macfadyen entra para o elenco de Deadpool 3

Foi revelado com exclusividade pelo Deadline, que o ator Matthew Macfadyen entrou paras o elenco de Deadpool 3. 

O astro é conhecido pelos seus papéis em Succession, Orgulho e Preconceito, O Soldado que Não Existiu e outros. 

Até o momento, não foi revelado qual o papel de Matthew e muito menos o seu grau de importância para a história. 

Deadpool 3 será o primeiro filme para maiores de idade da Marvel Studios. Ao que tudo indica, a TVA, que controla as linhas temporais do MCU, também estará presente na trama, dado que a obra envolverá o multiverso. 

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Cinema

Os opostos se atraem! Assista o novo trailer de Elementos

A PIXAR divulgou o segundo trailer de Elementos, novo filme exclusivo dos cinemas que terá a sua estreia no primeiro semestre de 2023. 

Ember, uma jovem impetuosa, e Wade, um cara que segue o fluxo da vida, irão descobrir algo elementar: o quanto eles têm em comum.