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Games

Snake Eater | Anunciado novo Metal Gear

Foi anunciado durante o evento PlayStation Showcase, um novo game da franquia Metal Gear, que será intitulado de Snake Eater, e ao que tudo indica, será um remake. 

O trailer, que você pode assistir logo abaixo, mostra a batalha de um crocodilo com uma cobra. O vídeo é finalizado com Snake saindo da água. 

O game chega em 2024 com exclusividade para PlayStation 5.

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Entretenimento Música

Morre Tina Turner aos 83 anos de idade

Tina Turner, ícone da música pop que fez sucesso na década de 80, morreu aos 83 anos de idade nesta Quarta-Feira (24/05/2023). 

Tuner estava enfrentando uma doença não revelada há um bom tempo. A artista faleceu em sua casa Kusnacht, perto de Zurique, na Suíça.

“Com ela, o mundo perde uma lenda da música e um exemplo” disseram seus representantes. 

Nós, da Torre de Vigilância, desejamos forças para os amigos e familiares de Tina Turner. 

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Cinema

Preparados para uma nova era? Assista o trailer final de The Flash

A Warner Bros. Pictures divulgou o último trailer oficial de The Flash, filme que fará a transição do DCEU para o DCU que estreia em 15 de Junho de 2023 com exclusividade nos cinemas. 

The Flash será inspirado no evento dos quadrinhos Flashpoint, que foi lançado em 2011 com roteiro de Geoff Johns e artes por Andy Kubert. Entretanto, o filme terá diversas diferenças em relação ao material fonte, como por exemplo, a ausência da guerra entre as Amazona e os Atlantes e a substituição de Thomas Wayne como Batman, pelo próprio Bruce Wayne já envelhecido, que será vivido por Michael Keaton.

Para futuras informações a respeito de The Flash, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

É um homem? Andy Muschietti confirma participação especial surpreendente em The Flash

ATENÇÃO: Essa matéria contém spoilers de The Flash

Em uma entrevista para o Esquire Middle East, Andy Muschietti, diretor de The Flash, revelou uma participação especial chocante que estará presente no longa-metragem. 

E a participação é de ninguém mais ninguém menos que o do Superman de Nicolas Cage, dado que o astro quase interpretou o personagem em um filme da década de 90 que contaria com Tim Burton na produção. 

Contudo, Andy não revelou se o herói terá alguma fala ou se terá somente alguns segundos de tela. 

The Flash será inspirado no evento dos quadrinhos Flashpoint, que foi lançado em 2011 com roteiro de Geoff Johns e artes por Andy Kubert. Entretanto, o filme terá diversas diferenças em relação ao material fonte, como por exemplo, a ausência da guerra entre as Amazona e os Atlantes e a substituição de Thomas Wayne como Batman, pelo próprio Bruce Wayne já envelhecido, que será vivido por Michael Keaton. 

Para futuras informações a respeito de The Flash, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Entretenimento

Ray Stevenson morre aos 58 anos de idade

É informado pelo The Wrap, que o ator Ray Stevenson morreu aos 58 anos de idade nesta Segunda-Feira (22/05/2023). 

O motivo pelo falecimento do astro não foi divulgado até o momento. 

Ray Stevenson participou da trilogia do Thor, além de ter dado vida ao Frank Castle em Justiceiro: Zona de Guerra. A sua última interpretação, será na série Ahsoka, que estreia em Agosto de 2023 no Disney+.

Nós, da Torre de Vigilância, desejamos forças para os amigos e família de Ray. 

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Cinema Tela Quente

Creed III: Quando poucos golpes são suficientes

A franquia Rocky ultrapassou os limites do ringue de luta. Embora mantive-se o foco na história de superação, treinamento, disciplina e nos sacrifícios pessoais do lutador Rocky Balboa, os filmes nunca esqueceram do aspecto urbano e do cotidiano envolto do protagonista. Ryan Coogler, diretor do primeiro Creed e roteirista da trilogia, conseguiu retomar esses aspectos através das lentes da cultura negra americana. E mesmo Pantera Negra (2018) sendo o seu trabalho de maior prestígio e popularidade, foi com Creed que a sua capacidade conseguiu ditar as temáticas de uma franquia inteira. No terceiro filme, agora sem a estrela de Sylvester Stallone, o background dos personagens persiste nas raízes da comunidade negra – e como o passado destes interferiu em suas expectativas e sonhos de vida.

Se olharmos em última instância, todos os filmes da franquia, desde o primeiro Rocky de 1976, trabalharam em cima do sonho daqueles em tela. Os personagens sempre estão buscando alcançar um outro patamar de vida: casar com a mulher amada, vencer a luta, tornar-se campeão. O personagem interpretado por Jonathan Majors, Damian Anderson, é um entre vários que almejavam ser profissional do boxe e desfilar com o cinturão numa carreira vitoriosa, mas acabou tendo seu caminho redirecionado por uma sentença de 18 anos em cárcere privado após um desentendimento na rua. O terceiro filme nos oferece dois personagens que partiram juntos, mas acabaram atravessando jornadas distintas e consequentemente finais desiguais. Adonis tornou-se aquilo que o amigo desejava, e Damian viveu quase duas décadas no presídio vendo um sonho próximo da realidade se transformar numa probabilidade distante.

Assim, Creed III traça um comentário político interessante quando coloca em debate como as circunstâncias e a desproporcional punição condicionaram o futuro de um garoto, e destruíram qualquer perspectiva de sucesso. Contudo, o filme se interessa mais nessa background como justificativa para o sentimento vingativo do antagonista, do que necessariamente se aprofundar no comentário político e social.

É preciso ter uma suspensão de descrença do mesmo nível daquela em Gigantes de Aço (2011), quando o robô de treinamento Atom confronta os robôs mais competitivos e tecnologicamente avançados do mundo, para engolir a história de Damian. O plano arquitetado e a escalada oportunista para enfrentar o atual campeão, além do mistério envolta da sua vida dentro da prisão, mantendo o ritmo de treinamentos e o porte físico de um atleta profissional são enfiados goela abaixo e apenas geram dúvidas pertinentes sobre suas reais condições na cadeia, pois é conveniente para o roteiro deixá-lo pronto para a jornada sem qualquer preparo – e torná-lo uma opção viável num confronto de proporções globais.

E o roteiro não peca exclusivamente nesse contexto. A história retrata um Adonis Creed aposentado, sendo a primeira luta do filme justamente sua despedida dos ringues. Semelhante à premissa de Rocky Balboa (2006), Creed III coloca seu protagonista na posição de superado e ultrapassado, quando outros rostos e nomes assumem o protagonismo do esporte. Contudo, existe uma diferença gritante entre o que fizeram com Balboa em 2006 e essa tentativa. A caracterização de Sylvester Stallone corresponde a alguém obsoleto, cansado e nitidamente fora da idade (resultado da própria realidade do ator); a forma como o filme explora suas vulnerabilidades e fraquezas o tornam mais verossímil, e nos fazem reconhecer seu retorno aos ringues como um desafio complicado. No caso de Michael B. Jordan, sua caracterização e, portanto, seu porte físico e estilo de vida (assim como o período curto da aposentadoria), não correspondem ao que filme pretende transmitir e acaba por atrapalhar na forma como nos relacionamos com ele, sendo este “grande desafio” um mero percalço no caminho.

Se essa tentativa frustrada de emular a capacidade emocional da obra de 2006 já não fosse suficiente, o filme também retrata uma perda (que não será revelada aqui) com o peso dramático de uma folha de papel. Novamente parte do esforço de criar empatia pela história do protagonista, como se obter a comoção do público fosse missão fácil apenas por colocar o acontecimento anunciado desde o início num ponto crítico da trama – e não resultado de um processo construído gradativamente (se possível, com sutileza).

Contudo, as limitações óbvias do roteiro esbarram numa direção competente e inspiradora do estreante Michael B. Jordan. Foi uma grata surpresa reconhecer na tela um diretor que busca alternativas para cenas simples, sempre procurando caminhos diferentes para transmitir sensações. Não só pela capacidade de conduzir ritmos impressionantes nas lutas, mas imprimir um estilo inspirado por seus gostos pessoais pela linguagem dos animes (os planos fechados nos braços e luvas, o slow motion) que possuem caráter próprio na produção das cenas de ação. Outro ponto relevante é como Jordan não se limita em focar na luta em si, mas busca intercalar com flashbacks que remetem às emoções e pensamentos dos lutadores. O conflito principal entre Adonis e Damian é para além do âmbito físico, é quase como um acerto de contas espiritual.

Também vale ressaltar a continuidade de estilos musicais, temáticas e saudosismos que integram toda a trilogia. É importante manter uma unidade artística facilmente reconhecida ao assisti-los: a representatividade da comunidade negra, a exaltação e o respeito pelas figuras do passado (embora aqui ocorra um distanciamento muito maior do que nos anteriores), além da música tema com acordes clássicos da franquia. São, portanto, elementos que mantém o espírito dos três filmes.

Ao final (sem spoilers), o diálogo entre o Adonis e Damian retrata dois homens compreendendo como o sentimento de vingança só serve para consumir aquilo que resta. Mas o destaque está quando eles se conscientizam sobre o quão equivocados estavam em tentar procurar culpados entre si, quando a culpa verdadeiramente partia daquelas forças externas maiores, que – às vezes – os tornam coadjuvantes da própria vida.

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Cinema

Tati Gabrielle será a Jade na continuação de Mortal Kombat

Foi revelado com exclusividade pelo The Hollywood Reporter, que a atriz Tati Gabrielle será a Jade na continuação de Mortal Kombat. 

A atriz é conhecida pelos seus papéis em Você, Uncharted: Fora do Mapa, O Mundo Sombrio de Sabrina e The 100. 

No longa-metragem, Jade deverá desempenhar um papel de extrema importância. 

Nova aventura baseada no videogame Mortal Kombat. Na história, um jovem que nunca treinou artes marciais acaba envolvido em um gigantesco torneio de luta envolvendo guerreiros da Terra e lutadores e outras dimensões. Diz a sinopse de Mortal Kombat (2021).

Para futuras informações a respeito de Mortal Kombat, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Consoles Games PC

Omni-Man será um dos personagens convidados de Mortal Kombat 1

A Amazon italiana vazou uma lista que contem informações inéditas relacionada à Mortal Kombat 1, na qual informa que Omni-Man, de Invencível, será um dos personagens jogáveis convidados do game. 

Quan Chi, Ermac e  Takeda Takahashi também devem fazer parte do elenco jogável da produção, além de Capitão Pátria e Pacificador (para mais informações, clique aqui). 

Já Tremor, Khameleon, Mavado, Ferra e Johnny Cage serão personagens de suporte, ou seja, não serão jogáveis (exceto Cage). 

https://twitter.com/Gaming_Covered/status/1659573128396169218

O jogo será um reboot da saga, sendo um novo universo criado pelo deus do fogo Liu Kang. 

Mortal Kombat 1 chega em Setembro de 2023. 

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Consoles Games PC

Assista o trailer de Mortal Kombat 1, reboot da franquia que chega em Setembro de 2023

Após muita espera, foi liberado o trailer de Mortal Kombat 1, game que chega em 19 de Setembro de 2023 para a nova geração de consoles. 

O jogo será um reboot da saga, sendo um novo universo criado pelo deus do fogo Liu Kang. 

A produção contará com um novo sistema de luta, além de novos modos e finalizações de batalha. 

Além disso, ele terá um novo modo de progresso automático. 

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Games

The Division 2 estará gratuito durante o fim de semana.

A partir de amanhã (18/05) até 21 de maio você poderá jogar gratuitamente The Division 2.

O final de semana grátis fica disponível de 18 de maio, 15h (horário de Brasília), a 22 de maio, 5h (horário de Brasília).

Caso você adquira o jogo após o período de teste, todo o progresso é transferido e você não terá que começar tudo do início.

Não há pré-requisitos para acessar o fim de semana grátis de The Division 2, mas é necessário ter uma assinatura Xbox Live Gold para acessar os recursos online.

Caso tenha alguma dúvida a respeito do jogo leia nossa análise de The Division 2.