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Morre o lendário John Romita

Através de suas redes sociais, John Romita Jr., filho do lendário John Romita, informou ao mundo que seu pai faleceu aos 93 anos. John relata que seu pai partiu em paz nesta segunda (12).

 

Pai e filho. Romita Sr. E Jr.

Também conhecido como John Romita Sr., ele foi um dos pilares fundamentais da Marvel, ctiando icônicos personagens como Justiceiro, Mary Jane Watson, Wolverine e Rei do Crime.

O Homem-Aranha definitivo. Icônico e atemporal.

 

O legado de John Romita e sua contribuição para a nona-arte é imensurável. Descanse em paz, mestre.

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Tears of The Kingdom, após um mês de seu lançamento se sustenta na experiência ou apenas no Hype? – REVIEW

Conhecido por muito tempo como Breath of the Wild 2, até o anúncio oficial do seu nome definitivo The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom teve o seu lançamento oficial em 12 de maio de 2023 e foram 31 dias ininterruptos de jogatina, com mais de cem horas de jogo que hoje, sem todo a carga de hype gerado no seu lançamento, posso afirmar com propriedade sobre a obra que temos em mãos.

Por se tratar de uma sequência direta que utiliza o mesmo motor gráfico do seu antecessor a minha maior preocupação era a sensação de estar jogando algo próximo de uma DLC, com o mesmo sentir de um Breath of the Wild, (que também havia me tomado muitas horas de jogo).

Felizmente, esse definitivamente não é o caso.

Tears of the Kindgom tem sua própria personalidade, tom e cadência, e definitivamente não se escora na sombra do seu antecessor.

Ao passo que Breath of the Wild tinha um tom mais melancólico atribuído a eventos que aconteceram 100 anos atrás, Tears of the Kingdom possui um tom mais sombrio e urgente pois os eventos definitivos não estão mais no passado e sim num presente inevitável.

Sim, há reaproveitamento de assets, animações antigas e novas, (o que é comum na indústria) muitos outros assets novos, mas, ao contrário do que poderia parecer, o tempo que a equipe de produção teve, ao invés de ter de criar tudo do zero, os forneceu subsídio para que tivessem uma liberdade nunca antes vista, para brincar com mais tranquilidade e refinamento no jogo e transportando o jogador em uma experiência rica em criatividade.

A área tutorial do jogo já mostra que as coisas estão bem diferentes, as ferramentas do nosso protagonista silencioso agora são outras, os recursos mais valiosos agora são mais escassos e os desafios de puzzle estão ainda mais inventivos e complexos.

Como já se tornou de conhecimento público o mundo gigante de Hyrule ganhou ainda proporções maiores: Além da área plana do mapa principal temos várias ilhas no céu em arquipélagos de áreas flutuantes deslumbrantes e um subterrâneo sombrio, vasto e perigoso.

Também é interessante ressaltar como a parte da “sequência direta” fez bem ao jogo, os personagens agora conhecem você pelos feitos do passado, muitas delas cresceram e envelheceram, algumas áreas do mapa foram totalmente afetadas pelo tempo, misturando sempre uma sensação de descoberta e nostalgia,  agradando a novatos e veteranos.

A história principal está muito mais cativante e envolvente, o senso de perigo é maior e o jogador deverá administrar melhor seus recursos pois o dinheiro no jogo agora é mais difícil de ser obtido, bem como os itens mais relevantes e fortes são mais difíceis de se encontrar, tudo gira em torno do risco e recompensa.

E não faltam lugares para se aventurar em busca de recursos no jogo, que conta com um sistema de poços, cavernas, os já conhecidos templos (shrines) que estão em maior quantidade e muito mais criativos e desafiadores, e vários fenômenos que acometem o mundo e mudam o mapa e como você se relaciona com as personagens e inimigos a medida que resolve tais situações.

É absurdo como se montou um verdadeiro playground que ultrapassa em praticamente tudo do seu aclamado antecessor, e como, ao mesmo tempo, o tamanho do mapa parece ter sido milimetricamente pensado em todas as possibilidades dadas ao jogador (e não são poucas).

Como agora Link pode montar objetos, fundir armas, nadar através de tetos e fazer o tempo voltar em determinados objetos (tudo isso já entregue ao jogador na área tutorial do jogo) as possibilidades de resolver os problemas apresentados são inúmeras e a internet tem feito a festa diante de tanta liberdade.

Muito embora não tenham afetado a experiência final do jogo é necessário apontar que nem tudo são flores, ainda há alguns problemas de performance em decorrência do hardware do console da Nintendo e o jogo poderia atingir muito mais pessoas se tivesse a opção de linguagem em português pois há muita história e diálogos interessantes no jogo.

Mesmo com esses problemas a experiência se sustenta, e mostra um dos mais competentes trabalhos já feitos na história do game, Hyrule nunca esteve tão convidativa e intimidadora ao mesmo tempo, o jogador nunca foi tão livre e a história finalmente alcança o patamar de muitas obras anteriores da franquia, não ficando mais de lado em decorrência do mundo aberto, tudo é orgânico e fluido e sem dúvida alguma trata-se de uma das melhores experiências oferecidas pelo mundo dos games.

Superar The Legend of Zelda: Breath of the Wild desde o seu lançamento em 2017 parecia algo intangível, tão absurdo que boa parte da crítica e do público nem exigia tal feito de outros jogos, por parecer, muitas vezes, uma tarefa injusta (e um tanto um quanto impossível)

Não por acaso a tarefa foi passada ao seu sucessor direito, The Legend of Zelda: Tears of the Kindgom que cumpriu com maestria o peso do lado que carrega e as expectativas altíssimas criadas em torno de si.

Se há 6 anos Breath of The Wild reinventou a roda, revolucionando a maneira de se jogar mundos abertos, Tears of the Kingdom poliu a roda e a banhou em ouro maciço.

Nota 5/5 (Diamante)

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Quadrinhos

Confira os detalhes do Quadrinho A Bandoleira e sua campanha no Catarse

Originalmente publicada como webcomic nos anos de 2018/2019 no site garagemhq.com.br, A Bandoleira é uma HQ inspirada nos relatos das próprias cangaceiras, com uma mistura de Lobo Solitário, quadrinhos de Western e obras como o Auto da Compadecida, Baile Perfumado, Lampião e Maria Bonita e sobre a vida o autor Adriano Ferrera. A obra está em campanha no Catarse.

Tudo tem início no dia 28 de Julho de 1938 na Grota do Angico, o dia em que Lampião e muitos de seu bando, incluindo Maria Bonita, foram mortos emboscados pela força policial da época, a Volante. Neste cenário de caos e morte surge A Bandoleira, uma cangaceira que havia abandonado o bando para resgatar seu filho e, acaba escapando da morte. Mas ela tem contas a acertar antes de desaparecer para bem longe com o menino e uma jovem que salva no meio do caminho.

Adriano Ferrera é filho de pernanbucanos e foi criado pela mãe e pela tia, ou seja, o autor conhece bem essas mulheres fortes e guerreiras. Por isso não é difícil entender a escolha do trio inusitado de A Bandoleira.

A Bandoleira terá formato 21 x 28 cm, 32 páginas em preto e branco e para saber mais sobre a campanha, valores e recompensas, clique AQUI.

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Quadrinhos

Confira a campanha da interessante coletânea em quadrinhos Microcontos em Quadrinhos

Está no ar, e a todo vapor, a campanha de financiamento coletivo no Catarse para Microcontos em Quadrinhos, de Felipe Manhães. São histórias curtíssimas, com estrutura própria de narrativa, que ficaram em evidência na internet a partir da chegada do Twitter ao Brasil. Dezenas de microcontistas surgiram para explorar o limite de 140 caracteres que eram permitidos pela plataforma na segunda metade da década de 2000.

Felipe Manhães mergulhou nesse mundo. O movimento ficou tão em evidência que houve até uma ação da Biblioteca Nacional, um concurso para promover aqueles microcontos que populavam a timeline do Twitter, arrastando uma multidão de adeptos. Depois de diversas tentativas de resgatar esses microcontos, surgiu a ideia de transformá-los em quadrinhos de apenas uma página.

Microcontos em Quadrinhos então tornou-se uma coletânea com participação de Bertho Horn, Bruno Brunelli, Carlos Sekko, Cristal Moura, Felipe Campos, JV Santos, Melina Pierro, Mig Mendes, Pris Gallicchio, Rodrigo Cândido, Will Rez e o idealizador Felipe Manhães.

Microcontos em Quadrinhos terá formato 14 x 21 cm, 48 páginas e para saber mais sobre a campanha, valores e recompensas, clique AQUI.

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Quadrinhos

Jorge – O Pet Babaca está em campanha no Catarse

Pug fofinho? Os outros são. Mas Jorge não. Está no ar a campanha de financiamento coletivo para Jorge – O Pet Babaca HQ criada por Diogo Pavan (Antologia Opera Sopa e Dossiê Bizarro). Pavan apresenta em tirinhas as aventuras e desventuras do animal de estimação mais rabugento de todos.

Mas engana-se que Jorge é apenas um cachorro babaca e rabugento, mesmo com tanto amargor, o pug é um autêntico bon vivant dentre os pets de tias. Você pode ter o ar da graça de Jorge – O Pet Babaca em tiras publicadas semanalmente no Instagram e no aplicativo do FunkToon.

O intuito da campanha de financiamento coletivo é produzir o livro do Jorge, dentro de um custo acessível, com todas as tiras publicadas no semestre. Além disso temos o Zine do Jorge no Guarujá, um gibi ainda mais baratinho para você apresentar as tirinhas para aquele parente que você não sabe o que dar de presente.

Jorge – O Pet Babaca terá formato 15 x 15 cm, 52 páginas e para saber mais sobre a campanha, valores e recompensas, clique AQUI.

 

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Cinema

Levem-nos ao seu líder! Assista o trailer de Elio, próximo filme da PIXAR

A PIXAR divulgou o trailer oficial do seu próximo filme animado intitulado de Elio, que estreia em 2024 com exclusividade nos cinemas. 

Na história, um garoto de apenas 11 anos é tele transportado por engano para o outro lado da galáxia, após alienígenas confundirem ele com o embaixador da Terra. 

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Cinema

Guerras Secretas, Avatar 5 e mais, Disney altera data de lançamento de diversos filmes

Foi divulgado por meio da imprensa americana, que a Disney adiou a data de lançamento de diversos filmes importantes, nos quais, você pode conferir logo abaixo. 

Marvel Studios

  • Deadpool 3 (03 de Maio de 2023, sendo o único adiantamento da empresa); 
  • Captain America: Brave New World (26 de Agosto de 2024); 
  • Thundebolts (20 de Dezembro de 2024); 
  • Blade (14 de Fevereiro de 2025); 
  • Quarteto Fantástico (02 Maio de 2025); 
  • Avengers: The Kang Dynasty (01 de Maio de 2026); 
  • Avengers: Secret Wars (07 de Maio de 2027)

Avatar

  • Avatar 3 (19 de Dezembro de 2025); 
  • Avatar 4 (21 de Dezembro de 2029); 
  • Avatar 5 (19 de Dezembro de 2031)

Star Wars

  • 22 de Maio de 2026; 
  • 18 de Dezembro de 2026; 
  • 17 de Dezembro de 2027.

Moana 

  • 27 de Junho de 2025

Alien 

  • 16 de Agosto de 2024

Para qual filme você está mais aguardando o seu lançamento? Deixe sua resposta nos comentários! 

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Gameplay Games

Diablo IV é o ápice da franquia

Essa franquia causou muitos problemas para as crianças nascidas nos anos 90, primeiro por conta de seu nome, e consequentemente suas cinemáticas e gameplay sangrento. E nesse ano de 2023, temos entre nós mais um capítulo dessa história marcante, Diablo IV está em chamas.

Preciso informar que essa análise conterá terá spoilers da história geral dos jogos, para situar melhor as pessoas nesse novo jogo.

Antes de tudo vamos dar uma recapitulada na história por trás de Diablo IV. De fato a Blizzard trata com muito esmero o lore do seu jogo.

O anjo Inarius juntou-se a Lilith, a filha do demônio Mephisto um dos Três Males Maiores. Os dois estavam cansados do conflito eterno entre anjos e demônios pelo controle do universo e criaram Santuário, com o poder da Pedra do Mundo, que eles roubaram. Santuário servia como um refúgio e lar para todos que queriam fugir do conflito eterno. Entretanto, durante anos os anjos e demônios de Santuário começaram a se relacionar e a partir disso surgiram os Nephalens, uma nova raça híbrida que possuíam poderes mais elevados que Anjos e Demônios.

Inarius sentindo-se ameaçado queria acabar com  os Nephalens, enquanto Lilith via neles, a oportunidade de acabar com o conflito eterno entre Céu e Inferno. Uma guerra em Santuário ocorreu, entre Anjos, Nephalens e Demônios, que acabou com um acordo entre o Céu e Inferno de não interferir mais em Santuário.

Diablo IV então trás de volta, Lilith, que quer retomar o controle e poder que exercia em Santuário, sobre os filhos dos Nephalens, os humanos.

Para todos que jogarem outros jogos de Diablo, a mecânica de gameplay não é novidade, mas é impressionante como a Blizzard consegue nos entregar pela 4º vez a mesma coisa, e mesmo assim não transforma em algo chato, ou tedioso, como vemos em algumas outras franquias de jogos (Assassin´s Creed e FarCry estou apontando para vocês).

Se você tirar todo o background da história, profecias, as distrações cinematográficas, as amarras com o mundo, Diablo IV é sem sombra de dúvidas um RPG padrão, mas é justamente ai que ele ganha destaque, porque ele não é nada, além do que se propõe a ser.

Diablo IV ocupa um espaço de complexidade, que vimos em Diablo II, e a acessibilidade que foi Diablo III, sem dúvidas o responsável por elevar ainda mais o nível da franquia. Passados mais de 50 anos após a DLC Reaper of Souls, Diablo IV trás de volta os pontos de habilidade e atributos atribuíveis, permitindo mais variações na construção de classe, experimentações incentivadas, exigindo mais cuidado em combate, o jogo como um todo está cheio de revisões inteligentes, mudanças específicas em certos aspectos que já estamos acostumados, que não os mudam, mas melhoram tudo que conhecemos.

Diablo IV é um parque temático de exploração, acumulação e criação, a progressão do personagem é definida muito mais pelos equipamentos que você consegue gerar durante a gameplay, do que pelas escolhas aleatórias. Os itens têm propriedades mágicas e classificação distintas, mas isso não impede que você aplicar essas propriedades passivas únicas a outro item em seu inventário.

Parece um pouco contraintuitivo ter tanto controle nas primeiras horas, não lembra muito outros jogos da franquia Diablo. Mas esses toques leves, alterando pontos específicos na gameplay aumentou a qualidade geral do combate desde o início da campanha até as incontáveis ​​horas gastas descobrindo os detalhes no mapa durante o fim de jogo. De maneira geral em Diablo IV, ainda temos que nos concentrar (um pouco) para matar demônios, e é realmente muito bom.

Entretanto você precisará ser mais atencioso do que no jogos anteriores, com uma variedade de fatores externos no ambiente. Seleção de habilidades, gerenciamento de recursos, especializações e posicionamento durante as batalhas. 

As classes de heróis estão muito melhor exploradas aqui. Desde o necromante, capaz de levantar um exército de mortos, até o singelo bárbaro, com suas armas trocáveis. Você tem a opção do mago com suas conjurações elementais. O Rogue é o mestre stealth, disparando flechas através das sombras, enquanto o Druida pode mudar sua forma para a batalha.

Essas classes são apoiadas em um sistema de árvore de habilidades bem trabalhado. Em Diablo IV além do clássico modo de ganhar pontos de habilidade conforme você sobe de nível, você ganha pontos também ao explorar, indo á certos limites do Santuário, saqueando masmorras, caçando estátuas de altares de Lilith e completando as centenas de missões secundárias pelo mundo aberto.

O seu modo de jogo é amplo, não necessariamente focado apenas em devastar hordas de demônios, há outras maneiras de fazer o jogo acontecer, e isso depende de você. 

Muitos estavam ansiosos para ver como a Blizzard iria implementar o mundo aberto em Diablo IV, e aqui podemos ver a habilidade da equipe de produção que está a mais de 20 anos aplicando os conceitos em World of Warcraft, presente em Diablo. Um desafio criativo que o estúdio navegou com precisão hábil, permitindo que o jogador possa vagar livremente neste espaço enorme de integração perfeita do PvP a zonas específicas do mapa adicionando um ar de perigo à exploração a cada passo.

Não há como prever, Diablo IV como um serviço online, em um ambiente desafiador como é atualmente, onde jogos precisam se renovar constantemente para se manter no auge. Mas aqui a Blizzard, estabeleceu uma bases sólidas de mecânica e gameplay, que evoluiu junto a franquia, como uma experiência solo, há uma elegância em sua composição e a liberdade que temos para explorar é sem dúvida cativante.

Diablo IV é o ápice da franquia. Aquele loop de jogabilidade que exige uma atenção tão simplória, repetitiva que domina sua mente. O típico jogo que te entrega diversão instantânea, desafios persistentes em um modo contínuo, com complexidade acessível. É o retorno triunfante que Lilith tanto esperou.

Diablo IV com seu sistema de loot e refinamento no sistemas de combate, e mundo aberto, entra no pódio como o melhor RPG de ação dos últimos anos.

Diablo IV foi analisado no PC, sem código fornecido pela editora.

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Games

Marvel’s Spider-Man 2 chega em 20 de Outubro de 2023

Foi divulgado durante o Summer Game Fest 2023, novos detalhes a respeito do jogo Marvel’s Spider-Man 2, incluindo sua data de lançamento, no qual chega em 20 de Outubro de 2023 com exclusividade para o PlayStation 5. 

Para quem fizer a pré-venda do game, que estará disponível á partir do dia 16 de Junho deste ano, terá acesso à duas skins exclusivas: Arachknight (Peter) e Shadow-Spider (Miles). Ambas terão três variações de cores. Um gadget exclusivo e 3 skill points também estarão disponível como ”benefícios”. 

Já, para quem fizer a pré-venda da edição de luxo digital, terá acesso aos benefícios citados acima, além de 10 skins adicionais, +2 skills points e um modo de fotografia exclusivo. 

Já, para quem fizer a pré-venda da edição física de luxo do jogo, receberá uma estátua de Miles e Peter lutando contra o Venom. 

Outra informação importante revelada durante o evento, é que o Venom não será o Eddie Brock na história, mas sim, um personagem que está sendo mantido em segredo, tratando possivelmente de Harry Osborn. 

Para futuras informações a respeito de Marvel’s Spider-Man 2, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância! 

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Consoles Games PC

Sangrento! Assista o primeiro gameplay de Mortal Kombat 1

Foi liberado o primeiro gameplay de Mortal Kombat 1, game que chega em 19 de Setembro de 2023 para a nova geração de consoles. 

O jogo será um reboot da saga, sendo um novo universo criado pelo deus do fogo Liu Kang. 

https://twitter.com/MortalKombat/status/1666885278714458112?t=T3dBNnPsSMGq1EUTbOrYFw&s=19

A produção contará com um novo sistema de luta, além de novos modos e finalizações de batalha. 

Além disso, ele terá um novo modo de progresso automático.