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Quadrinhos

Assombracontos – Causos que o povo conta Está em Campanha no Catarse!

Já está no ar a campanha de financiamento coletivo para Assombracontos – Causos que o povo conta, uma parceria do quadrinhista Kiko Garcia, da Kikomics com o jornalista e escritor Roberto Beltrão, de Recife Assombrado e La Ursa Livros.

Uma clareira no meio de um antigo cemitério tomado pelo mato. Quatro jovens se acomodam junto às lápides de pedra. Fogueira acesa! É hora de começar a contar os causos que o povo conta. Kiko Garcia e Roberto Beltrão trazem até você, corajoso leitor, quatro contos do mais puro horror brasileiro. Contos que vão mexer com a sua imaginação, num macabro passeio por lendas de sítio, de folclore, de susto, de medo e de assombrar a alma.

Assombracontos traz quatro histórias inspiradas em lendas ou no universo dos causos regionais do interior do Brasil. Essas histórias, que diversas pessoas juram de pés juntos que são reais, são o grade tema do livro.

para Assombracontos – Causos que o povo conta tem formato 26 x 18 cm, capa colorida e 80 páginas. Para saber mais sobre a campanha, as recompensas, valores e para apoiar, clique AQUI.

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Cultura Japonesa Mangá

NewPop abre a pré-venda de Patrulha Estelar Yamato

A editora NewPop começou a pré-venda de Patrulha Estelar Yamato, de Leiji Matsumoto, um clássico criado no Japão em 1973 e que foi concebido pelo produtor Yoshinobu Nishizaki, após muitas revisões e principalmente com a entrada de Leiji na produção, veio o sucesso e o reconhecimento.

O ano é 2199, a Terra está sofrendo com as invasões e ataques do Império Gamilas, o que força a humanidade a se refugiar em uma metrópole subterrânea, devido às armas de radiação. Mas a situação está rapidamente se deteriorando e dentro de um ano o planeta inteiro se tornará inabitável.

Em meio a isso, uma mensagem misteriosa vinda dos confins do universo é captada pela base de Marte, contendo o método para a produção do “motor de ondas” e instruções que usassem essa tecnologia de viagem espacial para ir até o planeta Iskandar, onde conseguiriam um dispositivo que eliminaria por completo toda a radiação dos gamilanos. Para essa missão é escolhido um antigo couraçado utilizado na guerra de 250 anos atrás, o Yamato. Assim, o Couraçado Espacial Yamato parte em rumo a uma galáxia distante para trazer à Terra, dentro de um ano, a única e última esperança da humanidade.

A série original deu origem a um mangá chamado Cosmoship Yamato, diversos filmes de animação, spin-offs e um filme live action. No Brasil ela foi exibida pela Rede Record e pela extinta TV Manchete, tudo na década de 80.

Patrulha Estelar Yamato tem formato 15 x 21 cm, 648 páginas e o valor de R$ 96,90. Se a compra for feita na pré-venda, o leitor garante um desconto de 20%.

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Cinema

Netflix está desenvolvendo um spin-off espanhol de Bird Box

Foi revelado com exclusividade pelo The Hollwyood Reporter, que um spin-off espanhol de Bird Box está em desenvolvimento pela Netflix. 

A produção será situada no mesmo universo do longa-metragem de Sandra Bullock. De acordo com informações do site, a produtora planeja criar um pequeno universo cinematográfico para a franquia. 

Alex e David Pastor serão os encarregados do projeto. 

Bird Box é ambientada em um mundo tomado por insanidade. Na trama, narra-se eventos inexplicáveis que desencadeiam um impulso violento e incontrolável nas pessoas fazendo-as cometer suicídio. Diz a sinopse do longa-metragem. 

Para futuras informações a respeito de Bird Box, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Kiersey Clemons retornará para o papel de Iris West no filme solo do Flash

O The Hollywood Reporter revelou com exclusividade, que a atriz Kiersey Clemons irá reprisar o papel da personagem Iris West no filme solo do Flash. 

A primeira aparição de Clemons como Iris será em Zack Snyder’s Justice League, longa-metragem que chega em 18 de Março de 2021 no HBO Max. 

Além de Kiersey, Ezra Miller, Ben Affleck, Michael Keaton e Sasha Calle fazem parte do elenco da produção. 

O longa-metragem será inspirado no evento Flashpoint, que foi lançado em 2011 com roteiro de Geoff Johns e artes por Andy Kubert. Entretanto, o filme terá diversas diferenças em relação ao material fonte, como por exemplo, a ausência da guerra entre as Amazona e os Atlantes e a substituição de Thomas Wayne como Batman, pelo próprio Bruce Wayne já envelhecido, que será vivido por Michael Keaton.

Para futuras informações a respeito de Flash, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Lançamento de Creed III é oficializado para 2022

Com direção de Michael B. Jordan, a produtora MGM definiu que 2022 será o ano de lançamento do filme Creed III. A informação é do The Hollywood Reporter. 

O longa-metragem chega em 23 de Novembro do próximo ano. As filmagens serão iniciadas no segundo semestre de 2021 

Além de Michael B. Jordan, Tessa Thompson também está confirmada no elenco da produção. 

Adonis enfrenta o maior desafio de sua vida: um inimigo que está ligado ao passado de sua família. Ao lado de Rocky Balboa, eles enfrentam o passado para descobrir pelo quê vale a pena lutar. Diz a sinopse de Creed II.

Para futuras informações a respeito de Creed III, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Elizabeth Banks irá dirigir Cocaine Bear, comédia sobre um urso que morreu após consumir 31 kg de cocaína

Foi anunciado através do The Hollywood Reporter, que a atriz Elizabeth Banks irá dirigir a comédia Cocaine Bear, que será produzida por Phil Lord e Christopher Miller.

Na trama baseada em fatos reais, um urso pardo morre após consumir 31 kg de cocaína deixada na floresta pelo traficante internacional Andrew Thornton. 

A Universal Pictures será a produtora e distribuidora da produção.

Elizabeth Banks to direct 'Cocaine Bear' movie | Lexington Herald Leader

Elizabeth Banks é uma atriz estadunidense, diretora e produtora que se tornou conhecida na década de 2000. Seus papéis de maior destaque foram os dos filmes Spider-Man, The 40-Year-Old Virgin, W., Zack and Miri Make a Porno, Role Models, The Hunger Games e Power Rangers. 

Cocaine Bear não possui data de lançamento. 

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Resenha | Fate/Zero é uma tragédia sem heróis

Lançado no Brasil pela editora NewPOP no longinquo ano de 2015, Fate/Zero é uma série completa em seis volumes, e que pode não ser a coisa mais nova ou mais popular no momento, mas como será reimpressa ainda esse mês, após alguns anos fora de estoque, achei um bom momento para comentar sobre ela. Isso, e o fato de que eu terminei de ler o negócio só semana passada, mas majoritariamente por causa das reimpressões.

Então vamos começar contando o que é Fate/Zero. Se você está aqui, muito provavelmente já ouviu falar da franquia Fate/, certo? Ela está em literalmente todos os lugares, é quase um negócio insuportável. Eu já fiz uma postagem contando como você pode entrar nesse universo (veja AQUI), e só passando o olho por lá, você vai ver que temos bastante coisa. Fate/Zero, embora seja uma prequel (isso é, uma história que se passa antes da história principal) de Fate/Stay Night, e seja melhor aproveitado dessa maneira, pode servir como uma porta para você adentrar esse vasto e sofrido mundo.

Escrito por ninguém menos que Gen Urobuchi – um dos autores japoneses mais conhecidos no nicho, principalmente por sua adoração por tragédias e incapacidade de escrever um final feliz – Fate/Zero é uma obra que deu todas as oportunidades para seu escritor fazer o que faz de melhor: Deixar todas as suas personagens sofrendo em um inferno cheio de desgraças.

Com ilustrações de Takashi Takeuchi, que, infelizmente, não aparecem no miolo dos livros

Como o título sugere, nessa Light Novel, não temos heróis. Temos apenas uma grande tragédia composta por uma infinidade de pequenas tragédias, cada uma com seu toque especial. Mas afinal, o que é um “herói“? O que é preciso para definirmos uma personagem como “herói“? É uma discussão complexa, mas acredito que aqui, nós passamos tão longe do conceito, que uma definição simples pode servir. Podemos dizer que um herói é alguém que faz coisas boas por bons motivos.

Colocando dessa forma, acabamos levantando outro questionamento: Histórias precisam de heróis? Eles são necessários para que uma trama persevere? Por um lado, uma história “sem heróis“, como é Fate/Zero, pode ganhar pontos ao ser – dentro dos limites da suspensão de descrença – um conto realista: Basta olhar para o mundo que você verá que não existem heróis na realidade. Ao menos, não o suficiente. A quantidade de “não-heróis” é astronomicamente maior. Então, as chances de você conseguir um herói ao fazer um pequeno recorte de pessoas é muito pequena. Uma história sem heróis é, em sua essência, um retrato do mundo.

Daí, entra uma questão pessoal, e que só posso falar por mim: Buscamos na ficção aquilo que não encontramos no mundo real, não é? Se eu quisesse uma tragédia, eu não estaria lendo light novels, eu estaria assistindo o jornal. Acaba sendo uma obra que não é para todo mundo, principalmente nessa época onde não tá fácil pra ninguém. Mas, sempre tem quem goste, né. Fica apenas como recado.

A parte interessante do livro, para mim, foi ver os diferentes tipos de personagens que tiveram suas vidas expostas, e como cada um deles poderia ser um candidato ao posto de “herói da história“. Em especial, quatro delas chegaram mais perto disso: Kiritsugu Emiya, Waver Velvet, Saber, e Kariya Matoh. De uma forma surpreendente, temos quatro pessoas absurdamente opostas.

Mas, como foi dito no começo da postagem, o autor da novel, Gen Urobuchi, não é conhecido por dar “felizes para sempre” à suas personagens. Nenhum dos quatro candidatos consegue alcançar essa vaga, todos terminando com um final trágico, o completo oposto do que seria digno de um herói.

Pelo menos ela tem uma motinha super irada

[spoiler]Começamos com o chamado “protagonista” da história: Kiritsugu Emiya. Ele será o primeiro pois, dentre os quatro listados, é o que precisamos mais forçar a barra para tentar justificar a quase classificação como herói. Afinal, Kiritsugu é um anti-herói, um clássico exemplo da famosa máxima erroneamente atribuída à Maquiavel: que “os fins justificam os meios“.
Esse é um esteriótipo de personagem bastante comum na ficção, mas que normalmente é acompanhado por uma outra personagem ou grupo, que está ali com a função de dar uns tapa na cara do “justiceiro” e tentar botar juízo na cabeça dele. Sem explicar que os fins não justificam os meios; e que ficar buscando por um milagre para resolver todos os problemas que você mesmo causou ao tentar resolver outros problemas é, francamente, um estilo de vida estúpido; Urobochi tenta nos convencer de que Kiritsugu deveria, mesmo, ser o herói da história. Claro que isso não cola com ninguém, e ficamos apenas com uma situação desconfortável por cinco volumes e meio, onde precisamos encarar os ideais do “Assassino de Magos” e fingir que estamos levando-o a sério, quando sabemos que personagens desse tipo nunca terão um final feliz.

Seguimos com Waver Velvet. Desde o princípio, ele é construído como uma personagem que tem as bases para ser um herói: Um jovem “comum” que recebe uma quantidade absurda de poderes e, com eles, uma carga igualmente grande de responsabilidades. A partir daí, a única coisa que falta para se alcançar o posto de herói seria coragem. É necessário coragem para dar o passo adiante, que definirá todo o resto do caminho.
Mas Waver não toma esse passo: Ele prefere se acovardar em sua própria mediocridade – aquela que ele tanto lutou para provar falsa – e acaba se contentando com se tornar uma mera sombra sob o manto de um herói, ao invés de se tornar um ele mesmo. Ao escolher passar a vida perseguindo um vulto inalcançável, ele descarta um possível grande futuro para ter um final trágico e sem esperanças.

Continuamos com a Saber. Você pode estar me olhando torto agora, pensando “mas a Saber É uma heroína!“, e eu preciso concordar com você. Sim, é claro que ela é um heroína. Acontece que, em Fate/Zero, ela não recebe o tratamento de uma heroína, muito pelo contrário.
Sendo uma pessoa majoritariamente boa e com boas intenções, o que Saber busca, na novel, é redenção. Quando nega essa redenção à ela, Urobochi está, na prática, dizendo que o “caminho de reinado” dela – que ela se esforçou para mostrar ser correto para os outros reis – é falho.
O fim trágico de Saber em Fate/Zero é, de certa forma, como o ponto mais baixo em um filme de super-herói, onde temos a segunda metade do filme para fazer o protagonista re-assumir seu papel de herói. Podemos usar “O Homem de Aço” como exemplo: Quando o Super Homem se deixa ser algemado e levado, estamos vendo o pior momento do antes chamado “símbolo de esperança“; mas temos todo o resto da história para que ele consiga “se redimir” com aqueles que decepcionou. O problema é que esse não é o fim da história de Saber, mas é o fim da light novel. A “conclusão” da saga de redenção e heroísmo de Saber acontece em Fate/Stay Night, fazendo com que ela termine não como uma heroína, mas sim, como uma casca vazia do que já foi uma heroína.

Não apenas a capa, como todo o sexto volume da obra serve para mostrar esse ponto: que Saber não está aqui para ter um final feliz

E encerramos nossa lista com Kariya Matoh. Possivelmente a personagem que é, ao mesmo tempo, mais parecido e mais diferente ao primeiro da lista, Kiritsugu. Os dois são pessoas com motivações nobres e que costumam fazer coisas estúpidas para alcançar esses objetivos, mas, enquanto Kiritsugu escolhe sacrificar outros em busca de um ganho coletivo, Kariya escolhe sacrificar a si próprio em busca de uma causa individual.
Ele tenta agir de forma heroica, mas mesmo com uma causa justa e lutando para provar que seu ponto de vista é o certo, ele acaba simplesmente jogando sua vida fora, num final trágico e melancólico. Kariya funciona, de certa forma, como um recado de que a linha entre coragem e burrice é tênue, e que o que faz um herói é saber em qual ponto dessa linha se deve parar. Num caso oposto ao de Waver, o problema de Kariya foi ter ido longe demais.[/spoiler]

Voltando agora aos detalhes da edição nacional, é preciso lembrar que Fate/Zero foi publicado pela NewPOP em 2015. Se você acompanha o mercado nacional há algum tempo, sabe o que isso significa: O livro tem uma quantidade maior do que se gostaria de erros de revisão. É um problema que a editora possuía no passado e que vem melhorando bastante, mas que, infelizmente, não é retro-ativo. As obras antigas ficarão, para sempre, com esses erros.
Durante a leitura, encontrei uma infinidade de problemas de revisão, e me vi corrigindo automaticamente algumas digitações incorretas no texto. Porém, nenhuma delas foi grave a ponto de tornar uma frase ilegível, ou de mudar o contexto de alguma cena. Acaba sendo apenas um inconveniente que atrapalha a leitura, mas não a prejudica.

Créditos do volume 6 da obra

No fim, seja para fãs de longa data da franquia ou para novas pessoas querendo ingressar nela, Fate/Zero é uma Light Novel que faz muito bem o seu papel de entregar uma história trágica e extremamente em sintonia com suas antecessoras.

Você pode comprar os volumes disponíveis da Light Novel na Amazon, enquanto se prepara para as reimpressões: Volume 1 | Volume 4 | Volume 5 | Volume 6.

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Séries

Chloe Bennet, Dove Cameron e Yana Perrault serão as protagonistas da versão em live-action de As Meninas Super Poderosas

Foi revelado com exclusividade pelo Deadline, que as atrizes Chloe Bennet, Dove Cameron e Yana Perrault serão as protagonistas da série em live-action de As Meninas Superpoderosas, série que será exclusiva da CW.  

Bennet, Cameron e Perrault serão respectivamente Florzinho, Lindinha e Docinho.  

Com roteiro de Diablo Cody, a produção começa as suas filmagens em 2021 com possível lançamento para 2022. 

Na nova versão, as personagens estarão na casa dos 20 anos, e serão jovens ressentidas em terem perdido suas infâncias para a luta contra o crime. Entretanto, uma ameaça muito maior surge, fazendo com que as garotas questionem se devem ou não voltar a ativa.

Para futuras informações a respeito de As Meninas Super Poderosas, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Cinema

Marvel e Sony estão supostamente cogitando dividir o Homem-Aranha em duas franquias no MCU

Segundo informações exclusivas do That Hashtag Show, a Marvel Studios e Sony Pictures estão supostamente cogitando dividir o Homem-Aranha em duas franquias no MCU. 

Segundo o site, a ”principal” seria focada no início da vida adulta do Peter Parker de Tom Holland e a sua ingressão na faculdade. 

Já, a ”secundaria”, daria ênfase a juventude de Miles Morales e a sua entrada no grupo Jovens Vingadores.  

Marvel Studios Rumored to Have Cast Actor for MCU's Miles Morales
*Créditos na imagem da capa: The Direct.

O próximo filme do personagem que será protagonizado por Tom Holland será Spider-Man: No Way Home, que chega em 25 de Dezembro de 2021 nas telonas. Já, Miles Morales será o principal personagem em Homem-Aranha no Aranhaverso 2, que chega em 2022 nas telonas. 

Para futuras informações a respeito do Homem-Aranha, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Cinema

Warner deixa vazar 1 hora de Zack Snyder’s Justice League no HBO Max

A Warner Bros. Pictures deixou vazar através do HBO Max, 1 hora do vindouro filme Zack Snyder’s Justice League. A informação é do The Hollyood Reporter. 

Ao que tudo indica, o vazamento foi por conta de um erro interno da própria produtora. 

Alguns usuários estavam tentando assistir Tom & Jerry: O Filme. Mas, quando os clientes clicavam para assistir ao longa infantil, a vindoura produção de Zack Snyder era aberta. A obra ficou 2 horas no ar, e atualmente, já não está mais em exibição.

Depois de restaurar sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne convoca Diana Prince para combater um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes — Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue, e Flash — poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.

Para futuras informações a respeito de Zack Snyder’s Justice League, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.