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Séries

Reboot de The Office é oficialmente anunciado

Achou que não teria reboot de The Office né? Achou errado! Foi divulgado pelo PUC News, que um reboot de The Office está oficialmente em desenvolvimento. 

Greg Daniels, criador da obra original, será o showrunner da nova versão que ainda não possui data de lançamento e plataforma que será transmitida. 

Com o fim próximo da greve dos roteiristas, espera-se que o trabalho na produção seja retomado em breve. 

The Office US é a versão de maior sucesso da sua versão original inglesa (The Office UK). Com piadas puxadas para o constrangimento e non-sense, a série se tornou um enorme sucesso nos últimos anos, principalmente aqui no Brasil.

O iludido chefe Michael procura conduzir seus funcionários insatisfeitos na empresa de papel Dunder Mifflin em meio a incessantes contratempos e idiossincrasias. A série está disponível até o momento na HBO Max e Netflix.

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Cinema Séries

Sindicato dos Roteiristas e AMPTP chegam a um acordo provisório, mas greve ainda deve continuar

Fim da greve dos roteiristas? Quase! Após 146 dias de greve, o Sindicato dos Roteiristas e a AMPTP chegaram a um acordo justo provisório de 3 anos. 

Segundo informações do The Hollywood Reporter, a liderança do sindicato está feliz e satisfeita com os ganhos e proteções do novo acordo.

O comitê de negociações da WGA irá votar nesta Terça-Feira se dece recomendar o acordo e envià-lo ao conselho do WGAW e ao conselho da WGAE para aprovação. 

Contudo, segundo o Deadline, os roteiristas ainda devem continuar em greve em solidariedade com a greve dos atores, que ainda não houve sequer uma tentativa de negociações justas. 

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Séries

Há esperanças para 12 temporadas, revela produtor de One Piece

Martin Aldestein, produtor de One Piece, revelou que há esperanças para a produção ter ao menos, 12 temporadas. 

Contudo, Martin disse que já está elaborada uma divisão de ao menos 6 temporadas do seriado. Atualmente, a série está renovada para a segunda temporada. 

One Piece foi assistida por mais de 13 milhões de telespectadores em seu primeiro fim de semana. 

O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.

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Anime Cultura Japonesa

“Love Live: Sunshine in the Mirror”: Um minúsculo passo na direção certa

Vou começar essa postagem com um aviso: Sim, estou ciente que animê de idols não é algo que todo mundo curte. Em especial, a galera que acessa esse site provavelmente nunca nem chegou perto de um. Mas tudo bem, a mensagem pode valer para qualquer coisa que seu coração desejar, se a carapuça servir.

“Love Live!” é, sem sombra de dúvidas, uma das maiores franquias de idols do Japão. Com centenas de músicas, jogos, animações, shows e produtos, as garotas estão em todo o lugar que você olhar. Só que desde sua estréia, em 2010, a minha percepção da obra do conglomerado Kadokawa é uma de conservadorismo: Treze anos e quatro grupos depois (com um quinto já em trabalho), as coisas parecem não mudar e nunca tentar sair de sua zona de conforto.

Dizer que sou um “grande fã” da franquia seria exagero, mas eu a acompanho desde o original, “Love Live! School Idol Project“, de 2010. E confesso: Na época, odiei o que vi. Com o passar dos anos, novos grupos foram aparecendo, a tecnologia de CGi para danças e coreografias foi melhorando (devido ao enorme fluxo de caixa), e a qualidade do roteiro e da própria forma de se contar as histórias foi aumentando.

Captura de tela do episódio 13 de "Yohane the Parhelion: Sunshine in the Mirror", o spin-off de Love Live, mostrando dois cervos, possuídos por uma aura maligna e olhos vermelhos.
Representação fiel do blogueiro que fala sobre futuro de franquia de idols menos insano. (Reprodução: Crunchyroll)

Com “Love Live! Sunshine!!“, o segundo grupo da franquia a ser animado, tivemos um primeiro salto: Apesar de ainda se prender muito ao que foi feito no original, tanto em ambientação como em narrativa, o quadro geral foi apresentado de forma muito superior, e mostrava ao menos um pouquinho de personalidade em suas personagens.

A terceira entrada, “Love Live! Nijigasaki High School Idol Club“, foi o ponto onde eu legitimamente comecei a gostar da franquia. Ao mudar o foco da história, deixando o conceito de “grupo de idols” de lado, e lançando a ideia de “idols solo”, o animê deu muito mais espaço para que cada personagem crescesse como si mesma, ao invés de ser uma parte de um quebra-cabeça que só faz sentido ao ser completado.

E embora ainda não tenha tido tempo hábil (ou, sendo mais sincero, “coragem”) para assistir um episódio sequer, ouço excelentes coisas sobre “Love Live! Superstar!!“, o quarto grupo da franquia.

O problema disso tudo, porém, é que, mesmo com todos os avanços e melhorias que aconteceram ano após ano. Love Live nunca ousou. Por um lado, eu entendo: O ditado diz que “em time que está ganhando, não se mexe“. Por qual motivo eles deveriam ousar? Tentar fazer algo diferente? O “mais do mesmo” está rendendo dezenas de milhares de unidades monetárias para as empresas. Meu medo é simplesmente a estagnação. Falo apenas por mim (afinal, nunca falo por outrem, não tenho esse direito), mas depois de alguns anos, ver a mesma história se desenrolando mais ou menos da mesma forma, com as personagens mais ou menos parecidas, cantando músicas mais ou menos iguais… Cansa.

Foi por isso que, ao ouvir notícias de que “Yohane the Parhelion: Sunshine in the Mirror” iria acontecer, eu fiquei empolgado. Não tinha muitos detalhes ainda, mas ao que tudo indicava, seria um animê de fantasia, com as personagens de Sunshine!!, e que teria como protagonista a mais interessante delas. Eu estava animado! Essa era a chance que eles precisavam para explorar novos horizontes, para ousar e sair da zona de conforto.

Esse animê poderia ser qualquer coisa! Poderia ser um isekai; uma fantasia “pura”; um devaneio juvenil da mente da Yohane; uma fanfic online escrita por fãs…
O roteiro poderia ir para qualquer lugar! Poderia tratar de magia e mistérios; de ação e aventura; de receios da juventude e descobrimento interior; poderia até mesmo ser um simples suco de massavéio cheio de porradinha e música maneira…
Mas, após treze episódios, só o que eu posso dizer sobre a série é que ela decidiu… Não ser nenhuma dessas coisas. É decepcionante o tamanho do desperdício que o animê inteiro acabou sendo, pois toda a construção de mundo, os visuais e as caracterizações fantásticas das personagens já conhecidas são ótimos. Mas nada é feito com elas. Absolutamente nada.

Os primeiros episódios começam fortes, com uma crescente interessante do primeiro ao terceiro. Somos apresentados ao mundo e as garotas: Ambos são bem similares ao que já conhecemos, mas tem suas claras peculiaridades. Vemos o uso de um dos arcos mais interessantes da série original como um ponto pivotal desse spin-off, e tudo se conecta de forma fantasiosa, mas satisfatória. No episódio três, finalmente somos apresentados ao grande conflito: “A Calamidade”. Esse fenômeno é o mistério a ser resolvido, e ele apareceu com uma ótima sequência de ação. Até aqui, meu hype estava lá no alto.

Só que, depois disso, o animê desistiu. Ele levantou bandeira branca e balançou o lencinho da paz. Você imaginaria que, após conhecermos o conflito principal, nós iríamos… Eu sei lá, desenvolvê-lo? Explicá-lo? Buscar formas de resolvê-lo? Fazer literalmente qualquer coisa com ele?
Infelizmente, o que se segue são dois meses de episódios completamente aleatórios e desconexos, que lembram apenas vagamente que essa história se passa num mundo de fantasia e que existe uma calamidade se espalhando pela cidade de Numazu. O roteiro voltou a ser o de uma série “principal” de Love Live, com conflitos episódicos ou arcos extremamente curtos, que se desenvolvem superficialmente e se encerram com um clipe musical.

Captura de tela do episódio 13 de "Yohane the Parhelion: Sunshine in the Mirror", mostrando Yohane com uma pena branca nas mãos
Bandeira branca, pena branca… Quase a mesma coisa. O simbolismo é o mesmo. (Reprodução: Crunchyroll)

Quando decide finalmente voltar a fazer alguma coisa com o tema proposto, lá pelo episódio 11, já é tarde demais. A essa altura do campeonato, eu já não me importava com o que acontecia. E eles não tinham mais tempo para fazer com que eu me importasse. A Calamidade se alastra, temos um clímax emocional entre a protagonista Yohane e sua cachorra-falante Lailaps, e a junção de todas as garotas numa emocionante canção acaba salvando o dia e a cidade. Mas nada disso importou. Eles gastaram tanto tempo com o famoso “nada acontece feijoada”, que não conseguiram desenvolver esses pontos. Não houve impacto nas revelações pois elas não foram trabalhadas ou sequer comentadas por grande parte da duração do animê.

Talvez o problema seja o meu ponto de vista. Já comentei várias vezes sobre como expectativas altas podem diminuir o proveito de algo, assim como expectativas baixas podem aumentar a diversão de uma coisa mediana. Será que eu que esperei demais de um spin-off de fantasia de Love Live? Eu que estava errado por assistir os três primeiros episódios, ver magia, tokusatsu e música reunidas em uma cena de combate bem coreografada e esperar algo tão bom quanto Symphogear? Talvez. Será que se eu tivesse, desde o começo, mantido minhas esperanças baixas, e esperado pelo pior, por um simples animê corriqueiro de Love Live, mas com uma “skin” medieval, eu teria aproveitado mais? Provavelmente.
Mas isso é apenas especulação. E eu não deixo de estar decepcionado.

Ainda assim, eu acredito que existe mérito em o que foi feito em “Yohane the Parhelion: Sunshine in the Mirror“. Eles podem não ter utilizado nem 1% do potencial que tinham, mas o simples fato de que isso existe, que foi aprovado e produzido, que foi ao ar semanalmente por três meses, já é um avanço. Mostra que eles estão dispostos a tentar ousar. Mostra que eles têm coragem para fazer algo diferente. Talvez não muito, mas é um começo. Como disse no título, é um minúsculo passo, sim, mas é um passo na direção certa. Acredito que o futuro da franquia está um pouquinho mais garantido.

Captura de tela do episódio 12 de "Yohane the Parhelion: Sunshine in the Mirror", O spin-off de Love Live, mostrando Mari
Ironicamente, aprender com o passado para garantir um futuro melhor é uma das lições que o animê tenta passar. Meta-comentário, talvez? (Reprodução: Crunchyroll)

O animê pode ter falhado em entregar uma história de fantasia intrigante, mas teve uma qualidade técnica altíssima, com belos visuais, excelentes músicas e coreografias tão boas quanto se espera de uma franquia de idols. Não que isso compense o enorme desperdício de potencial.
Olhando de forma positiva pra situação, e dando créditos ao que foi feito, o redator dá 2,0/5,0 para esse spin-off de Love Live!, e torce para que o próximo tenha mais do que quatro episódios decentes.

Você pode assistir “Yohane the Parhelion: Sunshine in the Mirror” na plataforma de streaming Crunchyroll, completo em 13 episódios.

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Quadrinhos

Finalmente! Após morte de Marc Spector, novo personagem assumirá o manto do Cavaleiro da Lua nos quadrinhos

Após a morte do Marc Spector em Death of Moon Knight, a Marvel Comics anunciou uma nova série em quadrinhos do personagem, que será iniciada em Janeiro de 2024 em Vengence Moon Knight #1. 

Contudo, foi divulgado pela editora, que um novo personagem assumirá o manto do herói, sendo o novo avatar do deus da Lua Khonshu. 

O novo Cavaleiro da Lua terá um visual repaginado, mas que ainda remete ao clássico e já conhecido uniforme do herói. Destaca-se também, as novas armas do vigilante, que são dois bastões que remetem a um machado. 

A identidade secreta deste novo Cavaleiro da Lua está sendo mantida em segredo. Não se sabe se será um personagem inédito, ou um já existente. 

Jed McKay e Alessandro Capuccio são a equipe responsável pela nova fase do personagem, além de serem os criadores desta nova encarnação do punho de Khonshu. 

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Games

Espetacular. Juntos! Assista ao novo trailer de gameplay de Marvel’s Spider-Man 2

Foi divulgado o novo trailer de gameplay do game Marvel’s Spider-Man 2, game que chega em Outubro de 2023 para o PlayStation 5.

Além disso, foi confirmado que o jogo terá 65 novas roupas, que incluem trajes dos filmes, quadrinhos, animações e uniformes inéditos.

A história mostrará Peter e Miles unindo forças para deter novas ameaças de Nova York, incluindo Kraven e Venom. Além disso, a dupla estará investigando acontecimentos misteriosos relacionados com Harry Osborn. 

Para futuras informações a respeito de Marvel’s Spider-Man 2, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância! 

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Séries

Netflix renova oficialmente One Piece para a sua segunda temporada

A Netflix revelou através de suas redes sociais, que a série One Piece está oficialmente renovada para a sua segunda temporada. 

Ainda sem data de lançamento, especula-se que o novo ano deve chegar em 2025. 

O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.

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Cinema

O rei está de volta! Assista o trailer de Aquaman 2: O Reino Perdido

A Warner Bros. Pictures divulgou o primeiro trailer de Aquaman 2: O Reino Perdido, filme que chega em 25 de Dezembro de 2023 nos cinemas. 

Dessa vez, um poder muito antigo e mágico pode tornar-se uma enorme ameaça para a civilização submersa e também para a sociedade mundial. Para enfrentá-lo, é possível que o herói tenha que formar aliança inesperada para a proteção de todos.
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Cinema

Josh Hartnett supostamente foi abordado pela Marvel Studios para interpretar o Doutor Destino

Segundo o jornalista Jeff Sneider, do The Ankler, o ator Josh Hartnett supostamente foi abordado pela Marvel Studios para interpretar o Doutor Destino antes do início da greve dos atores. A revelação foi feita em seu podcast The Hot Mic. 

Josh participou recentemente de Oppenheimer, no papel do físico Ernest Lawrence. Também protagonizou o episódio Beyond The Sea da sexta temporada de Black Mirror, entregando uma das atuações mais elogiadas do seriado. 

Até o momento, não há previsão de quando Doutor Destino aparecerá no MCU. 

Doutor Destino é o alter-ego de Victor Von Doom, um personagem fictício que aparece nas histórias em quadrinhos publicadas pela Marvel Comics. Foi criado por Stan Lee e Jack Kirby, tendo sua primeira aparição na revista Fantastic Four #5.

Fique ligado  na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito do Doutor Destino!

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Consoles Games PC

Aguardado reboot de Alone in The Dark é adiado para 2024 por motivo inusitado

Alone in The Dark,  uma das principais séries precursoras do gênero do horror nos videogames ganhou um anúncio inusitado de reboot em agosto do ano passado com direito a trailer e data de lançamento:

O título estava previsto para 25 de outubro deste ano, figurando entre os mais esperados do mês em muitas listas de sites especializados.

No entanto, a espera vai durar mais um pouquinho pois, foi oficialmente adiado para 16 de janeiro de 2024.

De acordo com a desenvolvedora Pieces Interactive o adiamento é estratégico para que o game não concorra com lançamentos de peso previstos para a mesma janela como Spider Man 2 e Alan Wake 2. Além do mais a empresa afirmou que utilizará do tempo para refinar e melhorar os aspectos do jogo até o seu lançamento.

Alone in The Dark está previsto para ser lançado para PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC