Categorias
Cinema

Reveladas as atrizes que estão sendo cotadas para protagonizarem o filme da Batgirl

O Deadline revelou com exclusividade, as atrizes que estão sendo cotadas para protagonizarem o filme da Batgirl, que conta com Bilall Fallah e Adil El Arbi como diretores. 

Isabella Merced, Zoey Deutch, Leslie Grace e Haley Lu Richardson’s são as artistas que fizeram testes para darem vida a heroína. Todavia, ainda não foi revelado com quem ficou com o papel. 

O site também confirma que o longa-metragem será exclusivo do HBO Max, o serviço de streaming da Warner Bros. Pictures que já está disponível em território nacional. 

Descrita como a filha comissário de polícia de Gotham City, James Gordon, Barbara Gordon estreou em Detective Comics # 359, intitulado “The Million Dollar Debut de Batgirl!” (1967) pelo escritor Gardner Fox e o desenhista Carmine Infantino. Como Batgirl, a personagem atua principalmente em Gotham City, aliando-se com Batman e o primeiro Robin, Dick Grayson, bem como outros heróis proeminentes no Universo DC.

Para futuras informações a respeito da Batgirl, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

Categorias
Cinema Séries

Jonathan Majors interpretará diversas versões do Kang, o Conquistador no MCU em projetos diferentes

 Kate Herron, diretora da primeira temporada de Loki, afirmou ao The Hollywood Reporter que o ator Jonathan Majors interpretará mais de uma versão do Kang, o Conquistador no MCU. Segundo ela, o astro aparecerá em diversos projetos da Marvel Studios. 

“Jonathan Majors é um ator que nos deixou maravilhados; acho que todos que conhecem o seu trabalho ficam encantados com ele. Jonathan é um ator incrível, e o que eu amo nele é que ele é um camaleão. Ele é tão diferente em tudo o que ele faz, e isso é emocionante, obviamente, quando você está pedindo a um ator para interpretar um personagem que terá muitas versões diferentes de si mesmo, em diversos projetos da Marvel Studios. Então, para nós, foi uma emoção”.

No primeiro ano de Loki, Jonathan deu vida ao personagem Aquele Que Permanece, que é nada mais nada menos, que uma variante de Kang. 

Marvel's Kang: Who He Is & How He Can Impact EVERYTHING

Kang, o Conquistador  é um suposto descendente de Reed Richards, que também pode ser considerado uma das contrapartes futuras do líder do Quarteto Fantástico, embora haja especulações de que na verdade ele seja parente do Doutor Destino, como sugerido em uma de suas primeiras histórias. Inimigo dos Vingadores e do Quarteto Fantástico, ele também é um déspota temporal. Sua versão jovem se tornou o Rapaz de Ferro, dos Jovens Vingadores.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito do Kang.
Categorias
Séries

Sung Kang será o Quinto Irmão em Obi-Wan Kenobi

De acordo com informações exclusivas do Cinelinx, o ator Sung Kang interpretará o Inquisidor  Quinto Irmão na minissérie Obi-Wan Kenobi. 

O Quinto Irmão foi um humanoide de pele cinza, Inquisidor do Império Galáctico, servindo anos antes na Batalha de Yavin. Sob as ordens do Imperador, Sheev Palpatine, o Quinto Irmão foi despachado pelo Lorde Sith Darth Vader para caçar a crescente rebelião contra o Império. Mais tarde, ele morreu pelas mãos do ex-Lorde Sith Darth Maul em Malachor. Diz a descrição do personagem no Star Wars Wiki.

Outra informação concedida pelo site, é que Obi-Wan Kenobi terá a presença de diversas figuras do seriado animado Star Wars Rebels. 

Conhecido apenas como Ben, a barba e a roupa de fora do mundo é de um estranho enigmático que se mantém calado, não compartilha o passado e passa por grandes dores para se manter como um forasteiro. Mas, conforme a tensão aumenta entre os fazendeiros e o Povo de Areia, que são liderados por um chefe de guerra, Ben se encontra no meio da luta, colocando em risco a missão dele em Tatooine.

Para futuras informações a respeito de Obi-Wan Kenobi, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

Categorias
Séries

Futuro brilhante? Veremos! Nova diretora de Moordale é o destaque do primeiro trailer da terceira temporada de Sex Education

A Netflix disponibilizou o primeiro trailer da terceira temporada de Sex Education, que apresenta a nova diretora de Moordale. 

Depois de enfrentar as confusões de abrir uma clínica de saúde sexual para os estudantes da sua escola, Otis está num relacionamento sério com Ola (Patricia Allison), tentando esquecer os seus sentimentos por Maeve e ter uma vida normal. Mas, quando uma suposta epidemia de clamídia se espalha pelos alunos do colégio, Otis vê-se na obrigação de voltar a aconselhá-los.

Para futuras informações a respeito de Sex Education, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

Categorias
Séries

Além de protagonizar Armor Wars, Don Cheadle será o produtor-executivo da série

Foi revelado com exclusividade pelo Cinema Reviewed, que além de protagonizar Armor Wars, Don Cheadle será o produtor-executivo da série. 

Além de Cheadle, apenas Scarlett Johansson e Tom Hiddleston produziram seus próprios projetos no Universo Cinematográfico da Marvel. 

Em uma entrevista recente para o ET Canada, Don demostrou que está animado com o seriado e que está diretamente envolvido com a história do mesmo. 

https://twitter.com/ReviewedCinema/status/1416442069409796104

Na trama, James Rhodes investigará um estranho acontecimento após a tecnologia Stark cair em mãos erradas, e alguma armaduras se ”revoltarem” de forma misteriosa.  

Para futuras informações a respeito de Armor Wars, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

Categorias
Cinema

Novas imagens do set de The Flash mostram o encontro entre Barry Allen’s de Ezra Miller

Vazaram novas fotos do set de The Flash, nas quais mostram o encontro entre dois Barry Allen’s de Ezra Miller. 

Os personagens possuem aparências distintas, e até o momento, não foi revelado se é uma reunião entre multiversos ou de viagem no tempo. 

Um dublê de corpo interpreta a versão de Barry de cabelos longos e mais desajeitada. Todavia, o rosto do ator Ezra Miller será adicionado na pós-produção. 

O longa-metragem será inspirado no evento dos quadrinhos Flashpoint, que foi lançado em 2011 com roteiro de Geoff Johns e artes por Andy Kubert. Entretanto, o filme terá diversas diferenças em relação ao material fonte, como por exemplo, a ausência da guerra entre as Amazona e os Atlantes e a substituição de Thomas Wayne como Batman, pelo próprio Bruce Wayne já envelhecido, que será vivido por Michael Keaton.

Para futuras informações a respeito de Flash, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

Categorias
Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

Resenha Semanal | The Detective is Already Dead #03

Para a minha própria surpresa, consegui chegar intacto na terceira semana de resenhas. “The Detective is Already Dead” continua com força total, e temos mais um episódio para comentar. Caso tenha perdido as resenhas anteriores, você pode ler aqui: Episódio 1 | Episódio 2.

Depois de introduzir a história e apresentar as regras do jogo, finalmente, com o terceiro episódio, começamos a ter um conto, de fato, de detetive. E a fundação toda está bem estruturada, precisamos apenas ver a execução (que virá nos próximos episódios) para descobrir se Tanmoshi será uma boa história de detetive, ou uma história de detetive medíocre. Vamos falar do que essa semana nos mostrou!

Captura de tela do episódio 3 de "The Detective is Already Dead"
Como o nome do episódio nos diz, a animação continua de qualidade. (Reprodução: Twitter oficial, @tanteiwamou_)

Episódio 3: “É de Qualidade Yui-nya!”

Mais uma vez, eu preciso gastar metade da postagem pra falar sobre a primeira cena do episódio. Foi uma cena incrivelmente bem dirigida, que contou uma história apenas com o visual, através de posicionamentos muito bem pensados. Claro que não é nada de extraordinário ou fora do comum, mas é sempre satisfatório ver quando a direção favorece tanto a narrativa. Quando a Nagisa escuta o Kimihiko dizendo que “Não é um detetive“, a reação dela é de imediatamente intervir. No final do episódio anterior, vimos o garoto dar a ela uma escolha (a escolha que ele não teve): Ela podia escolher viver uma vida comum, sem nenhum envolvimento naquele caos… Mas ela escolheu dar um passo a frente, e se apresentar como detetive para a nova personagem, a Yui (já falo dela).

E é essa cena que foi visualmente perfeita como uma metáfora dessa escolha. Nagisa estava na sombra, escondida pelo ponto de ônibus. Ao caminhar para o sol, com uma sincronia perfeita entre a sua fala, a música, e a transição entre luz e sombra, vimos sua decisão ser tomada. Um ponto interessante é que normalmente, se pensaria que a metáfora seria oposta: Ao entrar no “submundo” dos detetives, ela deveria estar caminhando para a sombra. Mas o que foi colocado em jogo não é a ambientação, mas sim, a caracterização das personagens. Pare pra pensar no design da Nagisa, em contraste com a da Siesta: As duas tem paletas de cores opostas. A Nagisa tem uma temática mais escura, com seus longos cabelos negros; enquanto a Siesta tem uma temática mais clara, com um curto cabelo branco, quase prateado. Ao sair para o sol, todo o tom da personagem se torna mais claro, como se ela estivesse admitindo a paleta de cores da Siesta nela mesma. Afinal, ela está tomando o lugar dela como a “lendária detetive”. Honestamente, uma cena que eu revi umas três vezes, de tão interessante que foi.

Captura de tela do episódio 3 de "The Detective is Already Dead"
Quando você deveria ser a protagonista, mas a protagonista antiga continua roubando a cena… (Reprodução: Twitter oficial, @tanteiwamou_)

Novamente trazendo um tópico que eu falei semana passada, tivemos a introdução de uma nova personagem, e, novamente, foi uma introdução… conturbada. Estou tendo a impressão de que “The Detective is Already Dead” não é muito bom em introduzir personagens. Nessa semana, conhecemos a cantora mais famosa do momento, Yui Saikawa. Vou começar com um elogio, pra depois reclamar: Pelo menos o show foi extremamente realista ao fazer os dois adolescentes que estão atolados de problemas não fazerem ideia de quem é a celebridade da semana. Pelo menos eu consegui me relacionar bastante com o caso…

Então vamos aos problemas da introdução da idol. Parece que eu bato na mesma tecla, falando da mesma coisa outra vez, mas é um problema que se repetiu hoje: A introdução pareceu deslocada. Dessa vez, ao menos, isso aconteceu por um motivo diferente. Semana passada, a Nagisa que apareceu pela primeira vez se mostrou completamente diferente da Nagisa de verdade, fazendo com que tivéssemos duas garotas diferentes; Essa semana, a impressão inicial da garota foi até que bem feita. A Yui se manteve daquele jeito ao longo de todo o episódio.

O que me causou certo incômodo é a forçação de barra do humor escrachado, que não se encaixa dentro do clima do animê, e que é totalmente dispensável. Entendo que a ideia foi mostrar que a Yui é, de fato, uma personagem menos séria, e que podemos esperar certo humor vindo dela, mas isso pode ser feito de formas tão mais naturais. A própria introdução faz isso! O humor, bem mais natural, da garota achar um absurdo os outros dois não a conhecerem (afinal, ela é a idol mais famosa do momento! Como eles não a conhecem?!), já servia a esse propósito, e emendaria muito bem com as piadas que aconteceriam no decorrer do episódio. O humor da garota vem do fato dela viver em um “mundo próprio“, onde ela não tem muita noção de o que é “normal” para os outros.

Captura de tela do episódio 3 de "The Detective is Already Dead"
A cena na sala de reuniões da Yui foi um ótimo exemplo de humor que faz sentido no contexto, e não é jogado fora instantaneamente. (Reprodução: Twitter oficial, @tanteiwamou_)

Toda a história de forçar o assunto a chegar em “Kimihiko é um tarado” é dispensável, e, na minha opinião, nem é engraçado no contexto. Já falei disso na semana passada, então não vou me prolongar aqui, mas essa semana tivemos uma situação que acabou mostrando ainda mais o quão inútil é essa cena: Ainda na introdução da Yui, passamos quase dois minutos nessa piada, e o clima é simplesmente interrompido imediatamente com uma batida de pé da Nagisa, como se fazendo todo mundo voltar pra Terra e lembrar que eles tem um animê de detetive para fazer. E o mais incrível é que todo mundo volta imediatamente ao normal, como se nada tivesse acontecido, e continuam a cena na maior cara de pau. É uma coisa inacreditável…

Continuando, tivemos duas cenas, uma seguida da outra, e que se complementaram bastante: Os dois protagonistas, Kimihiko e Nagisa, tendo seus pensamentos expostos. O uso do contraste entre claro e escuro foi bastante comum nesse episódio, com o Kimihiko pensando na situação durante o dia, em pleno céu aberto (céu, aliás, que sempre aparece quando ele pensa na Siesta); enquanto a Nagisa nos contou suas ambições e traumas durante a noite, em um quarto escuro e fechado. Ambas as introspecções serviram para mostrar melhor o que se passa na cabeça dos protagonistas, e tiveram visuais que representaram bem o estado de espírito de ambos. Mais uma vez, um acerto da direção.

Considerações Finais (Bem, “parciais”, mas vocês entenderam)

Hoje, tivemos a oportunidade de analisar melhor o jeito como os protagonistas interagem e se relacionam. E o que eu senti é que temos a mesma coisa, mas não exatamente igual com o que vimos no primeiro episódio, entre a Siesta e o Kimihiko. As interações são diferentes, mas a essência é basicamente a mesma. Acredito que o que se tenta passar com isso é o ponto principal de “The Detective is Already Dead“: A Nagisa não é a Siesta, ela é ela própria. Ela é uma sucessora da lendária detetive, e não uma substituta. Ao assumir o título que era da Siesta, a “paleta escura” da Nagisa se torna um tom de cinza, e não a mesma “paleta clara” que era a da antiga dona do coração dela.

Por fim, a questão que eu estava esperando: Finalmente começamos a tratar o animê de detetives como um mistério de detetives. Como comentei na introdução, as estruturas do mistério foram colocadas, e, por enquanto, parece que tá tudo em ordem. Até encerramos o episódio com o detetive (bem, nesse caso, o assistente) chegando em uma conclusão que parece absurda, e que funciona como um cliffhanger para a semana que vem. A graça de mistérios é justamente você passar a semana inteira pensando “Mas gente, como assim? Como é que ele chegou nisso só com essas migalhas de informação? Será que eu perdi algo? Não estou ligando algum ponto que é óbvio?“. O divertimento vem na hora da revelação, ao descobrir a real resolução daquilo, e acompanhar a linha de raciocínio do protagonista.

E é aí que eu fico preocupado. Pelo menos pra mim, o negócio só é legal se eu tiver exatamente as mesmas informações que o detetive. Eu quero tentar ser tão sagaz quanto ele, eu quero tentar resolver o mistério com as “migalhas” que me foram dadas. Se a resolução acontece, e tudo que era necessário para se resolver estava ali, na minha frente, eu fico impressionado. Agora… Se a escrita do show tira alguma informação da cartola, algo que não tinha sido mostrado antes e que só o detetive sabia… Eu fico simplesmente frustrado. Qual a graça de resolver o mistério assim? Esse é o elemento que vai resolver ou destruir o animê.

Captura de tela do episódio 3 de "The Detective is Already Dead"
Esquecer de te contar informações cruciais só funciona e só é engraçado quando NÃO É O AUTOR que faz isso… (Reprodução: Twitter oficial, @tanteiwamou_)

O animê está disponível na Funimation, com novos episódios aos domingos, e legendas em português. Além de “The Detective is Already Dead”, a Funimation também anunciou diversos outros títulos para a temporada de verão de 2021, incluindo algumas dublagens para o português.

Categorias
Cinema

Fotos e vídeos vazados do filme solo do Flash mostram o Batmóvel, Supergirl e o encontro entre dois Barry Allen’s

Vazaram na madrugada desse sábado (17/07/2021), novas imagens do set do filme The Flash, nas quais mostram o Batmóvel e Batcaverna do Homem-Morcego de Michael Keaton, Supergirl e um vídeo que mostra o encontro entre dois Barry Allen’s de Ezra Miller. 

As gravações estão a todo vapor na Europa, e o primeiro teaser da produção deve ser revelado em Outubro de 2021, no DC Fandome. 

O longa-metragem será inspirado no evento Flashpoint, que foi lançado em 2011 com roteiro de Geoff Johns e artes por Andy Kubert. Entretanto, o filme terá diversas diferenças em relação ao material fonte, como por exemplo, a ausência da guerra entre as Amazona e os Atlantes e a substituição de Thomas Wayne como Batman, pelo próprio Bruce Wayne já envelhecido, que será vivido por Michael Keaton.

Para futuras informações a respeito de Flash, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

Categorias
Música Torre Entrevista

Torre Entrevista: Jimmy London

Jimmy London fez a fama cantando sobre bebedeiras, brigas e roubos de caminhões em durante quase mais de vinte anos em frente ao Matanza. O seu jeito único de cantar e sua presença de palco criou uma legião de fãs a cantar as histórias do bebum acabado. Com shows históricos e performances destruidoras a banda foi uma das mais importantes nas últimas décadas. Por isso que muitos lamentaram o fim da banda.

Mas nunca é o fim para Jimmy London.

Foto: Felipe Diniz

O vocalista se uniu a banda carioca Rats, que ele já tinha produzido o primeiro disco, e formou a interessante Jimmy & Rats, onde mistura Irish, Folk, um tanto de Country com o bom e velho punk rock. A banda recentemente lançou o excelente álbum Só Há Um Caminho a Seguir.

Em meio a tudo isso ele ainda se uniu com dream team do metal brasileiro como Felipe Andreoli (Angra) no baixo, Antonio Araújo (Korzus) na guitarra e Amilcar Christófaro (Torture Squad) na bateria e assim foi formado o Matanza Ritual, onde pretende reencontrar com o público da antiga banda e no horizonte tem um disco de inéditas.

E ainda Jimmy ainda é ator e apresentador! Participou de produções como a minissérie Dois Irmãos e na novela Deus Salve o Rei, ambas na TV Globo, participou do filme A Viagem de Pedro (2018) e da série Cidade Invisível da Netflix. A próxima produção será O Anjo de Hamburgo do diretor Jayme Monjardim na Globoplay. Na TV ele ainda apresentou o Pimp My Rider Brasil, na antiga MTV e atualmente está de frente ao Rock Estúdio no Canal Bis.

Aqui batemos um papo sobre tudo isso e mais um pouco. Segura aí!

1 – Uma vez você postou no seu Instagram que estava lendo Watchmen. Você curte quadrinhos e está lendo o que atualmente?

Eu me amarro muito em quadrinhos. Quando era moleque, deixava de comer no recreio pra poder comprar duas revistinhas na hora de voltar pra casa. Quando as revistas mudaram de formato, o preço ficou salgado e eu me afastei, mas continuo achando esse tipo de literatura um tesão. Algum dia eu volto a ler com frequência, com certeza. Hoje em dia a vida tá corrida pacas e os livros tem preferencia, mas também entendo que as duas artes dialogam demais. Quem já leu um livro do jack London, com certeza sabe do que tô falando…

2 – Recentemente o Jimmy & Rats lançou o seu primeiro álbum de estúdio. A banda já tinha feito alguns shows, gravados algumas músicas, mas esse é o primeiro trabalho… digamos… completo. Esse tempo todo que passou até culminar no disco, rolou um bom caminho. Esse caminho foi necessário para muitos aspectos? Como por exemplo “afinar” mais a banda em um só ideal?

Bom, eu já tenho uma historia longa com o Rats. Ajudei o Fernando com algumas composições, produzi o primeiro disco deles, então sempre me senti muito confortável com a banda. Mas realmente, na hora em que começamos a trabalhar juntos foi necessário um ajuste de expectativas e no modo de fazer as coisas.

Eu tenho um jeito muito “guerrilha” de fazer as coisas, que se adaptava muito bem a realidade do Matanza, mas no J&R os ritmos são outros e os seres humanos são ímpares. Foi preciso ter um freio de arrumação pra gente conseguir andar em passos sincronizados, mas foi ótimo pra mim também. Sempre bom lembrar que o mundo não funciona de um jeito só e que sempre há uma opção, em qualquer cenário que seja.

Jimmy & Rats

3- É muito visível quanto o Jimmy & Rats de completa e te satisfaz. Vi umas entrevistas suas que você está bem satisfeito e orgulhoso do trampo. Ele foi uma evolução musical para a sua carreira?

Sem duvida alguma. São novas vozes, novos instrumentos e um fim a uma “cela auto-imposta” do Matanza. A verdade é que deixávamos nos fazer reféns do estilo Matanza e a inovação tava ficando de lado. Além disso, meu som mesmo começa com Country, Irish, Folk, Bluegrass, e é exatamente isso que fazemos no J&R.

4 – O Jimmy & Rats tem uma influência de Flogging Molly muito forte. E se olharmos para a música nacional, não temos muitos trabalhos assim, apesar de termos um bom público para esse estilo. Pode-se dizer que esse caminho do Jimmy & Rats é algo novo por aqui?

Não. Aqui no Brasil nós temos o Terra Celta, Confraria e mais uma porrada de banda fazendo essa mistura de Irish e Celta aqui, nos curtimos muito isso mesmo. Talvez nos sejamos a banda que mais mistura isso com o punk rock, mas também não estamos inventando nada. Mas estamos definitivamente colocando nosso tempero nessa mistura, e fico feliz que isso seja percebido como algo único.

Capa do novo álbum

5 – Fiquei sabendo que o Matanza Ritual está com novas músicas engatilhadas e que um álbum de inéditas será possível no futuro. O quanto é importante para a nova banda ter um disco com músicas inéditas nesse “universo” do Matanza? É uma nova identidade ou uma repaginada do que já foi feito?

Na verdade, ainda não sabemos exatamente qual será o futuro do Ritual. O disco tá nascendo porque ele nos obrigou a ser escrito (risos).. As músicas são uma mistura completamente insana das influencias dos quatro integrantes, então acho seguro dizer que vai surpreender a maioria das pessoas.

Obvio que tem sangue de Matanza, mas também vem cheio de korzus, Angra, Torture e mais uma porrrraaaada de coisa. Melhor esperarem pra tirar suas próprias conclusões.

6 – E como foi essa montagem do Matanza Ritual? Foi algo que aconteceu naturalmente ou você chegou a escolher do tipo: “Quero esse aqui no baixo. Esse aqui eu quero na guitarra…”?

Os parâmetros eram simples: tem que tocar pra caralho e ser um puta profissional e gente finíssima. Era uma escolha pra fazer com que fosse, antes de mais nada, um enorme prazer pra se excursionar. Então não houve dúvidas, pq os três caras a bordo são dentre os melhores músicos do Brasil e do mundo, e de uma elegância ímpar.

7 – Eu acredito que a pessoa passe por uma evolução seja na vida pessoal e/ou na vida profissional. O Jimmy de hoje não é o mesmo dos tempos do Matanza. E não será o mesmo de dez anos para frente. Como essa evolução tem ajudado tanto no Rats e para voltar com algo como o Matanza Ritual?

Bom, que bom que eu evolui, né? comecei o Matanza com 20 anos, agora tô prestes a fazer 45 (essa entrevista foi realizada no dia 15/07, um dia antes do aniversário do Jimmy). Se nada tivesse mudado eu teria sérios problemas… eu acho que, hoje em dia, tenho mais clareza sobre o que quero alcançar e mais capacidade de trabalho. Acho que meu discurso também ta mais limpo, com menos interferência externa e isso me ajuda muito na comunicação com o público.

E como também tô fazendo várias coisas ao mesmo tempo, isso ajuda muito a não patinar, quando algo para de andar eu simplesmente mudo o que tô fazendo e volto depois. Costuma dar certo.

O Matanza Ritual, da esquerda para a direita: Felipe Andreoli, Amilcar Christófaro, Jimmy e Antonio Araújo. A banda fará shows em 2022!

8 – Você uma vez falou que sente falta do público do Matanza, (como público do Matanza, também digo que sentimos falta), e como você acha que vai encontrar esse público? Você acha que ele chegou a se renovar?

Não sei se chegou a se renovar ainda, nao tem nem três anos do fim da banda, mas acho que essa galera vai ficar feliz quando sentir a energia que tá guardada dentro de mim pra fazer esses shows do Ritual. Como também tivemos essa sinistra pandemia, eu tô acumulando quase dois anos em casa sem tocar. Imagina quando eu puder colocar pra fora? sai de baixo, mermão…

9 – E a carreira de ator, bicho? Quem viu o Jimmy lá no início do Matanza, nunca imaginaria ver você como ator em novelas. Como está sendo esse rolê? O próximo trabalho será O Anjo de Hamburgo do Jayme Monjardim, que tem uma forte história e uma certa ligação sua por causa de uma parente próxima.

Atuar é tão divertido quando fazer shows, e isso é uma afirmação bem radical. Tô apaixonado por essa nova atividade onde os mais mínimos detalhes ficam enormes a tela e meus instintos precisam ser utilizados ao máximo. Vou ate me conter, ou acabaria falando demais sobre isso. Só digo que tá foda, uma diversão gigantesca e uma honra poder estar fazendo projetos tão importantes.

Sobre a segunda guerra, acho que é um dos capítulos mais terríveis da nossa humanidade. Eu sou judeu e minha família passou em primeira mão vários desses horrores. É essencial falar sempre sobre isso pra que não caia no esquecimento e pra que as pessoas não comecem a usar estapafurdiamente o holocausto como certos políticos tem usado. A humanidade tem capítulos drásticos: os massacres, escravidões, guerras, extermínios…

Não sei como ainda existimos, sendo um ser tao defeituoso e capaz de tanta maldade.

Jessica Córes e Jimmy em cena na série Cidade Invisível.

10 – E qual seria o sonho de atuação? Uma produção que se pudesse gravar seria a cereja no topo do bolo?

Quero muito fazer cinema, algo grandioso. Meu sonho é um puta papel num filmão estilo Senhor dos Anéis. Em breve num cinema perto de você!

11 – O lançamento do disco do Jimmy & Rats agora e as preparações do Matanza Ritual, que terá shows (se tudo der certo com a vacinação) ano que vem, enquanto isso quais os planos do Jimmy para o restante de 2021?

Tudo andando ao mesmo tempo agora! Lives pro J&R, disco pro Ritual, atuando cada vez mais, Rock Estúdio no Canal Bis voltando em breve, e mais uma porrada de surpresa vindo ai!

Seguuura, e puuutaquipariu!!!

Categorias
Séries

Kate Herron confirma que não retornará como a diretora da segunda temporada de Loki

Em entrevista ao Deadline, a diretora Kate Herron revelou que ela não retornará como a diretora da segunda temporada de Loki.

“Estou orgulhosa do que fizemos aqui, dei tudo de mim. Estou trabalhando em outras coisas a serem anunciadas”.

Entretanto, Kate também afirmou que adoraria trabalhar com a Marvel Studios no futuro. 

Imediatamente após Loki roubar o Tesseract (de novo), ele se vê chamado perante a Autoridade de Variância do Tempo, uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, forçado a responder por seus crimes contra a linha do tempo e ter uma escolha: ser eliminado da realidade ou auxiliar na captura de uma ameaça ainda maior.

Para futuras informações a respeito de Loki, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.