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Mulher-Maravilha luta contra a Marvel? Heroína batalha contra a concorrência em novo vídeo de Jovens Titãs em Ação!

A DC FanDome começou! E logo em seu início, no painel voltado para o conteúdo infantil, foi divulgado um vídeo ontem observamos a Mulher-Maravilha lutando contra a concorrência! Confira abaixo:

https://twitter.com/UniversoDCnauta/status/1449417773440962566

Para mais novidades a respeito da DC FanDome, fiquem ligados aqui na Torre de Vigilância!

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Cinema

O Universo DC está prestes a mudar | Dwayne Johnson divulga teaser de Adão Negro e revela que o first look será divulgado no DC Fandome 2021

O ator Dwayne Johnson liberou através de suas redes sociais, um vídeo de Adão Negro no qual confirma que o first look do filme será divulgado durante o DC Fandome 2021, que será realizado hoje (16/10) com uma duração de três horas e meia. 

Adão Negro era originalmente Thet-Adam do antigo Egito, e tornou-se o Poderoso Adam, o primeiro campeão do Mago Shazam.  Thet-Adam acabou enlouquecendo e queria abusar de seu poder. Como punição o mago baniu o personagem para uma estrela distante. 5000 anos depois, ele retornou  a Terra, onde confrontou o segundo campeão do Mago Shazam, Capitão Marvel, e a Família Marvel.

Para futuras informações a respeito de Adão Negro, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Quarta temporada de Jurassic World: Acampamento Jurássico terá seu retorno em 3 de dezembro

A DreamWorks Animation confirmou em seu perfil oficial do Twitter a data de retorno de Jurassic World: Acampamento Jurássico. Confira:

A série animada, que é inspirada na franquia Jurassic World, se passa do outro lado da Isla Nubar, o cenário de muitos dos desastres baseados em dinossauros da série. A quarta temporada seguirá as aventuras contínuas de seis adolescentes durante sua estada no acampamento de verão homônimo. Os adolescentes terão que se unir para sobreviver ao ataque de dinossauros que vivem na ilha. O elenco inclui Benjamin Flores Jr, Jenna Ortega e Jameela Jamil.

Jurassic World: Acampamento Jurássico retornará em 3 de dezembro. As temporadas anteriores estão disponíveis na Netflix.

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Cinema

Michael Caine revela que está se aposentando da atuação

Em um depoimento exclusivo para o canal kermodeandmayo, o ator Michael Caine revelou que após gravar o filme Best Sellers, ele estará se aposentando da atuação.

Hoje, com 88 anos de idade, Caine revelou que está com problemas sérios na espinha, fazendo com seja cada vez mais difícil andar. Michael completou afirmando que se dedicará a carreira de escritor. 

Interestellar, trilogia Batman de Christopher Nolan, O Grande Truque, A Origem, Tubarão: A Vingança, Carter: Vingador e outros são os trabalhos do astro deram notoriedade em sua carreira.

Obrigado Michael Caine!

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Séries

Com muita baixaria, quinta temporada de Big Mouth ganha o seu primeiro trailer

A Netflix divulgou o mais novo trailer da quinta temporada de Big Mouth, que estreará em Novembro de 2021 no catálogo de streaming.

https://www.youtube.com/watch?v=bhxFH6i40Hg&ab_channel=NetflixBrasil

Ainda bem que Nick (Nick Kroll) e Andrew Goldberg (John Mulaney) são melhores amigos. Juntos, eles enfrentam a difícil fase da puberdade e ainda encontram muita diversão pelo caminho enquanto enfrentam os desafios que todo adolescente precisa enfrentar. 

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância, para futuras informações a respeito de Big Mouth.

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Quadrinhos

A Casa dos Quadrinhos usa o Inktober para proteger os animais em extinção

Em 2009, o ilustrador Jake Parker iniciou o Inktober, que é um desafio que ocorre durante todo mês de outubro como forma de se forçar a praticar desenhos com caneta. Por isso o trocadilho Ink (tinta) e October (Outubro). E utilizando desse desafio, a Casa dos Quadrinhos, de Belo Horizonte, vai chamar atenção e ajudar ao combate da extinção de espécies de animais.

Ao longo deste mês de outubro, a Casa dos Quadrinhos convidou 31 artistas para desenharem um animal ameaçado de desaparecer da nossa fauna brasileira. Depois que o desafio for fechado, as artes irão postais que serão vendidos e o valor arrecadado será destinado à ONG Asas e Amigos, que trabalha no resgate e tratamento de animais domésticos.

As criações da Nami Vianna (Lobo-Guará), Cleber Santos (Besouro Coarazuphium), Régis Luiz (Gato-maracajá), Kyron Laube (Tamanduá Bandeira), Clara Pernambuco (Ararajubas), Salomão Hubner (Tatu-canastra), Evandro Soares (Cágado-de-hogei), Valdo Alves (Tuco-tuco), Huiolla Ribeiro (Galito) e Bruna Aquino Silva (Veado mateiro) e estão por vir de Pati Garcia, Mari Delamora, Sunça, Débora Aquino, João Pedro, Carol Cunha, Klefus Albuquerque e outros.

O Brasil, segundo divulgado em 2020, tinha 3.299 espécies de animais e plantas sob risco de desaparecimento até o ano em que o estudo foi realizado, o que representa 19,8% do total de 16.645 espécies analisadas.

A Casa dos Quadrinhos – Escola Técnica de Artes Visuais e Digitais, sediada em Belo Horizonte/MG, foi fundada em dezembro de 1999 e faz parte do Circuito Cultural Praça da Liberdade. Sua abordagem didática tem como base uma bem estruturada e conceituada equipe de professores que utiliza avançada metodologia de ensino.

Para saber mais sobre a ação, acesse o Instagram da Casa dos Quadrinhos clicando AQUI.

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Cinema

É oficial, Yahya Abdul-Mateen II está interpretando uma nova versão de Morpheus em Matrix Resurrections

O ator confirmou através de uma entrevista para a EW, que ele será uma nova versão do icônico personagem Morpheus, em Matrix Resurrections.

”Laurence já fez o que deveria ser feito com o personagem. O roteiro forneceu uma nova narrativa nesse universo junto de oportunidades inéditas para Matrix, que consequentemente, abrem portas para um novo Morpheus”.

Imagens prévias mostram uma versão digitalizada do personagem, ou seja, muito possivelmente a consciência de Morpheus foi transferida para um novo corpo. Em The Matrix Online, jogo canônico, mostra um programa denominado de Assassino, que assume uma figura mascarada e acaba assassinando a versão de Morpheus vivida por Laurence Fishburne.

Neo e Trinity precisam fazer uma missão especial para escolherem o novo escolhido. A jornada trará respostas ocultas do passado. 

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Matrix Resurrections.

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Séries

Amazon renova Jack Ryan para a quarta temporada e Michael Peña entra para o elenco

O Variety informa que o Amazon renovou a série de ação Jack Ryan para a sua quarta temporada. Outra novidade foi a adição de Michael Peña no elenco.

A produção da terceira temporada chegou ao fim recentemente, porém não tem data de retorno confirmada.

Ainda não tem detalhes sobre o personagem que Peña fará na série. O ator é conhecido por seus papeis em: Narcos: México, Tom e Jerry, Ilha da Fantasia, Homem-Formiga e Vespa, entre outros.

‎A terceira temporada encontra Jack Ryan (Krasinski) em uma corrida contra o tempo. Jack está erroneamente implicado em uma conspiração maior e de repente se encontra um fugitivo. Agora, procurado pela CIA e por uma facção rebelde internacional que ele descobriu, Jack é forçado a atravessar a Europa, tentando permanecer vivo e evitar um enorme conflito global.‎

As duas temporadas de Jack Ryan anteriores estão disponíveis no Amazon Prime Video.

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Séries

Oscar Isaac confirma que além de atuar em Cavaleiro da Lua, ele será o produtor-executivo do projeto

Em um depoimento para a Variety, o ator Oscar Isaac confirmou que além de atuar em Cavaleiro da Lua, ele será o produtor-executivo do projeto. 

”É a primeira vez depois de Star Wars, que eu estou protagonizando um projeto tão grande, e é exatamente o que eu esperava fazer. Foi um grande risco pra mim e uma decisão muito difícil, pois eu estaria voltando para as grandes produções. Eu amo o diretor Mohamed Diab, adoro os filmes dele, foi uma oportunidade de ouro. Conversando com Kevin Feige, eu disse a ele que eu tinha grandes ideais, mas se eles não gostassem, seria algo totalmente justo, pois eu iria ficar sabendo ali o que funciona e o que não funciona e não iríamos brigar, algo que eu não gosto. Por sorte, eu e Kevin estávamos em sintonia e falamos sobre a história olhando olho no olho. Quanto eu mais me aprofundava na história, mais apaixonado eu ficava, aquilo mexeu comigo, eu encontrei um espaço gigantesco para fazer algo que eu nunca tinha feito em minha carreira e sempre tive curiosidade. Quando eu assinei o contrato com a Marvel Studios, eu não podia esperar para chegar os dias de filmagens, e foi a maior carga de trabalho que eu tive na vida, e a mais desafiadora ao mesmo tempo. Pela grande quantidade de coisas que fizemos em oito meses, eu sempre ficava animado em trabalhar com Ethan Hawke e Maya Calamawy. Eu sou muito grato por essa oportunidade, ainda não acredito na sorte que eu tive e o quão colaborativo foi trabalhar nessa série”.

Isaac é o quinto ator a produzir o seu ”próprio” projeto para a Marvel Studios, sendo Scarlett Johansson (Viúva Negra), Tom Hiddleston (Loki), Don Cheadle (Armor Wars) e Jeremy Renner (Gavião Arqueiro) os outros quatro.

Nos quadrinhos, Marc Spector é um homem que possui transtorno dissociativo de personalidade, criando em sua mente, outras três identidades além do Cavaleiro da Lua, que o ajudam em seu cotidiano como vigilante das ruas de Nova York.

 Cavaleiro da Lua estreia em 2022.

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Consoles Gameplay Games

Quando a caçadora se torna a caça | REVIEW Metroid Dread

Em 1994 a Nintendo lançava o aclamadíssimo Super Metroid, terceiro título da franquia Metroid, iniciada no NES em 1986, e trazia um contraste explícito com os outros títulos da empresa. Ao passo que Mario e cia. sempre apresentavam temas leves, músicas felizes e muitas cores aqui as cores eram mortas, a atmosfera sombria e misteriosa com direito a trilha sonora de dar medo nos mais novinhos.

A narrativa, com direito a momentos cinematográficos, casava harmonicamente com momentos de ação, exploração, mistério e principalmente solidão.

Na pele da caçadora de recompensas Samus Aran, você estava totalmente sozinho em um ambiente extremamente hostil, em um engenhoso labirinto vertical, e só você poderia escapar daquela situação obtendo upgrades e voltando em áreas que antes eram inacessíveis (o famoso backtracking) de modo que o jogo, aos poucos, fosse se abrindo mais e mais ao jogador.

Ao final, depois de muito sufoco, você se sentia recompensado controlando uma Samus mais poderosa e capaz de abrir atalhos e caminhos que não eram imagináveis no começo da jornada.

O jogo contou com uma sequência direta lançada em 2002 para Game Boy Advance chamada Metroid Fusion e desde então não houve continuação direta.

Neste meio tempo, Metroid ganhou uma brilhante reformulação para primeira pessoa na trilogia Metroid Prime, que contava eventos anteriores ao terceiro jogo e ganhou remakes no estilo clássico side-scrolling do primeiro e segundo jogos, respectivamente chamados de Metroid Zero Mission (GBA) e Metroid Samus Returns (3DS).

Este último, lançado em 2017 para o Nintendo 3DS, contou com o diretor da obra original e a equipe da MercurySteam e foi o pontapé mais importante para que Metroid Dread visse a luz do dia.

Após o sucesso, a Nintendo, agora aliada à MercurySteam, reviveu os planos do projeto lendário de mesmo nome.

– Sim, Metroid Dread foi inicialmente projetado para o Nintendo DS, em 2006, com nome vazado e teria sido cancelado supostamente após resultados tidos como insatisfatórios com a tecnologia da época ficando apenas como “rumor” na comunidade e mídias especializadas da época.

Com direito a uma bem vinda retrospectiva dos jogos anteriores o jogo começa com uma cutscene contando de maneira resumida e direta os eventos com gráficos modernos e reformulados.

Seguindo diretamente os acontecimentos de Metroid Fusion, Samus Aran é chamada ao planeta ZDR, onde supostamente uma amostra do perigoso parasita X, que teria sido exterminado pela própria Samus na aventura anterior, foi encontrado à paisana neste misterioso planeta. Samus é sinalizada pela Federação Galáctica e vai de encontro a esta poderosa suposta reminiscência de ameaça biológica.

Já no início, com a Samus deitada no chão, temos ciência de que algo aconteceu neste curto espaço de tempo, e que, com alguns flashes, percebemos que Samus foi atacada ao entrar no planeta, sua nave não estava mais ao seu alcance e algo de estranho havia ocorrido com ela mesma.

A jogabilidade é bem fluida e, como em toda aventura, Samus precisa reaver suas habilidades e poderes através da exploração e enfrentamento de chefões começando apenas com seu tiro simples, o parry introduzido em Samus Returns e uma nova rasteira, possibilitando que ela alcance lugares apertados e mudando um pouco a fórmula clássica dos jogos anteriores.

Se nos títulos anteriores a famosa Morphing Ball, que faz com que a protagonista se transforme em uma bola para acessar áreas estreitas, seja um dos primeiríssimos power-ups adquiridos, aqui, com a introdução da rasteira, este item só ficará disponível mais tarde no game, trazendo um estranhamento, mas ao mesmo tempo um frescor ao ritmo do jogo e dificultando um pouco mais a vida do jogador.

Falando em dificuldade e mudança de ritmo temos também os “verdadeiros protagonistas” do jogo, os letais e ágeis robôs de pesquisa E.M.M.I., que patrulham áreas específicas e dão um constante medo ao jogador, que tem que se esconder e contornar confrontos já que essas belezinhas possuem o poder de matar a Samus com um hit.

As suas áreas de patrulha, no entanto, são bastante delimitadas, e não frustram o fator de exploração do jogo. Para derrotar o E.M.M.I. de cada área você precisará do Omega Canon, um upgrade temporário e poderoso que só é obtido após derrotar a unidade central responsável por aquela área de patrulha e que fica imediatamente inabilitado após a destruição de um E.M.M.I.

As perseguições e batalhas contra os E.M.M.I. são eletrizantes e satisfatórias, nestes momentos, inclusive, é onde fica perceptível como o jogo consegue transitar bem entre o side-scrolling e o 3D em terceira pessoa, mesmo que por apenas ângulos de visão quando você está apontando o omega cannon.

Assim como nos títulos anteriores o planeta é dividido em áreas, e estas áreas possuem um próprio mapa a ser preenchido, seja pela exploração, seja pelos mapas adquiridos nas Map Rooms, onde agora é possível salvar o jogo.

O mapa agora é mais amigável, mostrando de amarelo as salas onde são possíveis salvar o jogo, vermelhas para áreas com alta temperatura e azul escuro para áreas com baixa temperatura. Se há algum item pra trás, em uma área que você já explorou, a área ficará piscando no mapa, mas não indicará exatamente em qual parte do quadrante brilhante o item se encontra para não prejudicar a exploração. Há também o registro de porcentagem de itens por área, que é uma implementação de qualidade de vida muito útil para aqueles que, assim como, são maníacos pelos 100%

Cada área tem o seu bioma e inimigos característicos mas, confesso, em comparação com os títulos anteriores, não achei tão marcantes as diferenças entre as áreas pois quase todas compartilham de certas regiões com alta e baixa temperaturas, áreas background robótico/tecnológico e até mesmo as músicas, que são excelentes, não são instantaneamente memoráveis como no resto da série.

Em Super Metroid e Metroid Fusion, por exemplo, era mais evidente as diferenças entre regiões e setores, possibilitando-se adivinhar fácil em qual lugar você estava. A transição entre regiões como Crateria, Brinstar, Maridia e Tourian, ou entre os setores 1, 2, 3 e 4 eram visualmente muito mais perceptíveis pelas diferenças explícitas entre suas paletas de cores, fundo e música.

Isto não significa que Metroid Dread seja feio, longe disso, a direção de arte mais acerta do que erra e talvez tenhamos aqui biomas até mais verossímeis e complexos, não tão heterogêneos e com fundos que contam um pouco mais sobre aquele lugar.

Além dos teletransportes trazidos por Metroid Samus Returns as áreas são conectadas por elevadores e bondes, todos com cenas de loading bem disfarçadas através das lindas cutscenes de transição de imagem para cada mecanismo utilizado.

Os chefes, sem dúvida nenhuma, já não perdem nada em carisma e level design pros bosses da série. Eles até elevam e homenagem alguns já conhecidos. Bem desafiadores, os bosses espalhados pelo jogo lhe farão repensar estratégias, tentar múltiplas vezes, morrer, mudar sua estratégia e, principalmente, memorizar os movesets de cada um. A ambientação de cada batalhe contra chefões, a trilha sonora, e a diversidade movimentos e estratégias são uma verdadeira aula de dificuldade por level design.

A única coisa que eu ressaltaria nas batalhas contra chefes é como a obrigatoriedade do parry em determinadas situações davam uma sensação mais próxima de um quicktime event, já que, em algumas lutas, o acerto do timming do pareamento seja necessário para conseguir matar ou avançar para sua próxima fase caso você erre, e isso dá a impressão que o dano causado não está sendo levado em conta.

Em contrapartida, este caráter não é absoluto sendo que há chefões onde a janela de parry apenas te presenteie com mais oportunidade de causar mais dano, e, quando obrigatório, esta janela se torna mais frequente caso você tenha causado um dano considerável, então não se preocupe.

Outra coisa importante, é que, mesmo com poucos diálogos os mesmos se encontram dublados, com voz até para o computador ADAM, trazido no Fusion, e que tem este nome em homenagem ao antigo comandante da Samus quando a mesma integrava o exército da Federação Galáctica.

Suas salas também se tornaram oportunidade de salvar o jogo e além de por o jogador mais a par do que está acontecendo ADAM dá algumas instruções e insights que podem facilitar a dedução do seu próximo objetivo já que o jogo não o sinalizará no mapa.

Outra coisa que é importante ressaltar, o jogo possui momentos com salvamento automático, então nem sempre que morrer você será punido, sendo levado de volta à última sala de salvamento.

Há a presença de power ups velhos conhecidos como as armaduras Varia Suit (para calores extremos) e Gravity Suit (para andar na água e em frios extremos, como adaptações de poderes como, por exemplo, o Spider Magnet, que te permite grudar em determinadas paredes mas não em forma de bola como na antiga  Spider Ball.

No geral, tanto os poderes já conhecidos como sempre foram, tanto as adaptações de antigos junto aos novos formam uma gama muito gostosa de opções de exploração. A cada power up obtido mais fácil se torna transitar entre salas e mais gostoso acessar e buscar por áreas ainda não vistas ou escondidas.

A história, para não dar spoilers, talvez seja tão polêmica e corajosa que divida a base de fãs, enquanto algumas teorias acabaram se confirmando ainda há bastante pergunta deixada sem resposta e com lacunas imensas para o deleite dos fóruns de especulação da internet.

Explorando bem (e morrendo bastante, bem como ficando perdido na exploração) alcancei 15 horas de jogo quando zerei o game e vi que ainda tinha pego somente 40% dos itens do jogo. Além da deliciosa exploração final pelos 100% dos itens ainda ocorre a habilitação do hard mode para aqueles que já finalizaram a campanha do jogo aumentando consideravelmente o fator replay. E provavelmente aumentando de maneira relevante a duração do jogo já que, sendo bem sincero, não é um jogo fácil nem em seu modo normal. Não se deixe frustrar por algumas mortes, muitas ainda virão e faz parte da experiência. Metroid Dread é difícil mas deliciosamente recompensador.

Em sua imensa maioria de vezes dá pra dizer que o jogo é bem justo e recompensa e até ajuda o jogador na medida certa.

Em questão de performance o jogo fica na maior parte do tempo a 60FPS com eventuais quedas de frames que não chegam a prejudicar a imersão da experiência.

Apesar dos minúsculos tropeços, Metroid Dread alça vôos muito maiores que os detalhes que não afetam em nada a diversão e oferecem uma jornada a altura dos Metroid Clássicos, com direito a plot twist de cair o queixo e um final nada previsível e surpreende de maneira positiva ao invés de frustrar.

NOTA: 5/5 (Diamante)

Metroid Dread é exclusivo de Nintendo Switch e foi lançado no dia 08 de outubro para a plataforma.