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Cinema

Sinopse de Multiverso da Loucura indica que o Doutor Estranho será o novo Vingador central do MCU

Foi disponibilizada por meio do site japonês da Marvel, a mais nova sinopse de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, na qual trás informações interessantes inéditas a respeito do longa; dentre elas, está a informação de que o Mago Supremo do Universo será o novo Vingador central do MCU, papel que antes era do Homem de Ferro. 

A porta do multiverso, cheia de mistério e loucura, se abre. Agora, que Homem de Ferro e Capitão América partiram, após a batalha de Vingadores: Ultimato, o ex-cirurgião genial deve cumprir um papel central nos Vingadores. Entretanto, usando sua mágica para manipular o tempo e o espaço à vontade com um feitiço proibido e considerado o mais perigoso acabou abrindo as portas para a loucura conhecida como ‘O Multiverso’. Para restaurar um mundo onde tudo está mudando, Estranho busca a ajuda de seu aliado Wong, agora o Mago Supremo, e a Vingadora mais poderosa: a Feiticeira Escarlate, Wanda. Mas uma terrível ameaça paira sobre a humanidade e o universo inteiro não pode ser mantido pelo poder deles apenas. O mais surpreendente, entretanto, é que o maior perigo do universo se parece exatamente com o Doutor Estranho.

Além de Stephen Strange, especula-se que Homem-Aranha, Capitã Marvel e Capitão América (Sam Wilson) possam ser os novos ”líderes” dos Vingadores nas próximas fases do Universo Cinematográfico da Marvel. 

Doctor Strange Daily

Benedict Cumberbatch, Xochitl Gomez, Elizabeth Olsen, Rachel McAdams, Benedict Wong, Chiwetel Ejiofor, Tom Hiddleston e Adam Hugill fazem parte do elenco do filme. 

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura chega em 05 de Maio de 2022 com exclusividade nos cinemas. 

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Cinema

Bill Murray pode interpretar Krylar em Ant-Man and the Wasp: Quantumania

De acordo com informações do The Illuminerdi, o ator Bill Murray pode interpretar Krylar em Ant-Man and the Wasp: Quantumania.

Nos quadrinhos, o personagem deu as caras pela primeira vez em The Incredible Hulk #156. Ele era um habitante de K’ai, um planeta habitado no microverso. 

Já, em Ant-Man and the Wasp: Quantumania, o personagem deve ser o governante de uma cidade localizada no Reino Quântico  com possível ligação com Kang, o Conquistador, personagem de Jonathan Majors. 

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Douglas, Michelle Pfeiffer, Kathryn Newton, Jonathan Majors e Bill Murray fazem parte do elenco da obra até o momento.

Ant-Man and the Wasp: Quantumania chega em 2023 nos cinemas. 

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Séries

Netflix disponibiliza o trailer frenético de All of Us Are Dead, sua nova série de zumbis sul-coreana

A Netflix divulgou o primeiro trailer de All of Us Are Dead, sua nova série sul-coreana que irá estrear em 28 de Janeiro de 2022. 

All of Us Are Dead é sobre um grupo de estudantes do ensino médio que enfrentam uma situação extrema de crise quando ficam presos na escola, enquanto um vírus zumbi se espalha como um incêndio.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de All of Us Are Dead. 

 

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Quadrinhos

Judas Priest lançará HQ celebrando o aniversário de ‘Screaming for Vengeance’

A icônica banda de Heavy Metal, Judas Priest, lançará uma graphic Novel em comemoração de 40 anos do disco Screaming for Vengeance, lançado em 1982. O disco é considerado um clássico absoluto do gênero, aclamado por fãs de todo o mundo. A Z2 Comics será o selo responsável pelo lançamento da HQ, que pela sinopse, já nos dá um tom de ficção-científica e distopia. Confira:

“500 anos no futuro, um círculo de cidades orbita acima da superfície de um planeta morto, controlado pela elite governante que mantém seu poder através de manipulação e brutalidade. Quando um ingênuo engenheiro acidentalmente ameaça o status quo com sua descoberta científica vital, uma pedra de sangue, ele é traído por aqueles em que confiava e banido para o planeta abandonado abaixo. Em meio à destruição e desolação de um mundo destruído onde cada dia é uma batalha pela sobrevivência, ele deve escolher entre aceitar sua nova vida no exílio ou gritar por vingança.”

 

A HQ será escrita por Rantz Hoseley e Neil Kleid, e contará com o lápis de Christopher Mitten, que já desenhou o Hellboy.

O material ainda terá uma entrevista com o artista original da capa de 82, explicando sobre o seu processo de criação e composição, além é claro, do vinil, prints e diversos outros brindes promocionais.

Judas Priest é uma banda britânica de heavy metal criada em meados de 1969, em Birmingham. Formada por K. K. Downing e Ian Hill, a banda é considerada uma das precursoras do heavy metal moderno, sendo um dos grupos mais influentes na história do gênero. Você pode adquirir a graphic novel em pré-venda aqui. 

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Cinema Quadrinhos

Campanha para levar o filme em animação do “Bob Cuspe” à disputa pelo Oscar 2022 está no Catarse

Está no ar a campanha Leve um Punk pro Oscar, que é um financiamento coletivo no Catarse para ajudar na na viabilização da divulgação da animação Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente para a corrida da tão sonhada estatueta. A verba da campanha será para divulgação do filme nos EUA.

Antigamente o Governo Federal costumava ter um valor reservado para ajudar filmes brasileiros que conseguissem se qualificar para disputar o Oscar. Mas infelizmente, com a “liderança” que o país tem hoje, ou os filmes dependem com que se realmente se importa com a Cultura Brasileira ou morrem na praia. Além de ser um filme com um personagem icônico do grande Angeli, Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente é o segundo longa-metragem feito com a técnica de stop motion de toda a história do cinema brasileiro.

Confira a sinopse de Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente:

“O cartunista Angeli sofre de uma crise de ansiedade e pensa em matar Bob Cuspe, o famoso personagem punk e agressivo criado na década de 1980. Enquanto isso, dentro de sua cabeça, o próprio Bob Cuspe pensa em como fugir de um cenário pós-apocalíptico com ajuda de Rê Bordosa, os Skrotinhos, Rhalah Rikota e os irmãos Kowalski.”

Para saber mais sobre a campanha de Leve um Punk pro Oscar, suas recompensas, valores e claro para apoiar, clique AQUI.

Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente tem direção de Cesar Cabral e conta com as interpretações de voz de Milhem Cortaz, Paulo Miklos, André Abujamra, Grace Gianoukas e Hugo Possolo e ainda com as vozes de Angeli, Carolina Guaycuru, Toninho Mendes e Laerte.

O longa foi premiado no Festival de Annecy, e de ser o primeiro Latino Americano a receber o principal prêmio do Festival de Ottawa, os dois mais importantes do gênero animação.

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Cinema

Um mundo cruel é feito de charadas | Batman ganha o seu mais novo trailer, assista

A Warner Bros. Pictures liberou o trailer final de Batman, filme com Robert Pattinson que chega em 03 de Março de 2022 nos cinemas. 

https://twitter.com/DiscussingFilm/status/1475524847472193549?t=JBpvc3kF0pSt44FfP3VtRQ&s=19

Batman será um filme policial que irá explorar o lado detetive de Bruce Wayne. Na trama, uma série de assassinatos estão acontecendo em Gotham ao mesmo tempo que a polícia da cidade está passando por um processo de corrupção. Bruce terá que investigar ambos os casos que estão ligados com o nome de sua família.

Para futuras informações a respeito de Batman, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema Entretenimento Tela Quente

Matrix Resurrections força nostalgia em uma modernização caricata

No ano de 1999, Matrix revolucionou o mundo audiovisual, mudou o gênero e marcou uma geração, além de se tornar um forte elemento presente na cultura pop. Foi tamanho sucesso desse universo, criado pelas irmãs Lana e Lilly Wachowski, que foram feitas duas continuações, Matrix Reloaded e Matrix Revolutions, e após quase vinte (20) anos desde os eventos do terceiro, chegou aos cinemas o quarto filme: Matrix Resurrections. Contando com um grande trabalho de marketing para divulgar o longa, a continuação conta com a direção de apenas Lana Wachowski dessa vez e também com o retorno de Keanu Reeves no papel do protagonista Neo e Carrie-Anne Moss como Trinity. Na trama, Neo volta como Thomas A. Anderson e está de volta à Matrix, tendo diversos sonhos e eventos estranhos até uma nova versão de Morpheus abrir sua mente novamente a fim de criar uma nova rebelião e libertar todos do controle das máquinas.

O longa tem o poder de já na primeira cena criar um misto de sentimentos e nostalgia, sobretudo ao ver a primeira roupa preta de couro, que é algo icônico nos filmes, assim como ver Neo nas telas de novo. Keanu Reeves ainda possui o mesmo tom do personagem que vimos nos filmes anteriores, o carinho que os espectadores possuem pelo ator faz com que assisti-lo na história novamente seja animador. O mesmo pode-se dizer de Carrie-Anne, ainda que durante o longa sintamos falta da Trinity que conhecemos, o final compensa completamente essa falta, e ver o casal junto em cena mostra que a mesma química ainda se faz presente.

A nova versão de Morpheus, agora interpretado por Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman, A Lenda de Candyman), entrega o personagem com um tom um pouco mais cômico e menos sério, diferente do que foi visto anteriormente, contudo, o próprio filme explica o motivo disso. Apesar do talento do ator, não se pode comparar com o impacto de Laurence Fishburne nas narrativas anteriores, sua atuação e o modo como ele marcou o papel é algo que deixou uma lacuna no desempenho da trama. Além disso, Morpheus só tem mais destaque no primeiro ato, pois depois sua presença passa a ser tratada com irrelevância, mas com o aparente propósito de dar mais destaque a novos personagens, como Bugs (Jessica Henwick), que é um elemento de importância no enredo e ajuda Neo constantemente. O carisma da atriz e o bom desenvolvimento da personagem é um ponto bastante positivo, e fica a vontade de querer ver mais da história dela. 

Tratando-se dos vilões, o antagonista ilustre do universo Matrix, Agente Smith -antes interpretado pelo talentoso Hugo Weaving-, também ganhou um novo intérprete: o ator Jonathan Groff (Mindhunter), fato que foi prejudicial para o longa. Groff não parece possuir qualquer expressão facial nem harmonia no papel e reproduz falas e modos de agir parecidos com de Weaving, mas que não funcionam e só causam vergonha alheia, não possuindo a mesma tensão e ameaça passada pela atuação de Hugo Weaving nos filmes anteriores. O mesmo se aplica ao novo vilão, o qual Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother) dá vida, ele é ainda mais caricato e não se parece com o mundo de Matrix, que sempre teve uma atmosfera séria e complexa, distante de enredos superficiais. Assim, é visível que a mudança desses atores prejudicou a qualidade do filme.

A mitologia de Matrix é conhecida por seu enredo filosófico e técnicas audiovisuais, bem como alegorias sobre problemas sociais, e diferentemente do segundo e terceiro longa, o quarto consegue balancear muito bem a reflexão abordada e a ação, que apesar de não inovar nesse quesito ainda mostra o kung fu tão presente nos anteriores. Apoiando-se em uma grande metalinguagem, a trama fala do próprio filme e sua nostalgia, na qual as pessoas conhecem a matrix estando dentro da mesma, sem conseguir distinguir o que é real ou não -um clássico da narrativa- e que se auto critica ao expor como a população se recorda do programa. A obra ainda continua a se preocupar com os mínimos detalhes, mostrando as falhas da Matrix em coisas sutis, e que se você for atento perceberá. O fato de usar e abusar de flashbacks em seu desenvolvimento pode enjoar ao assistir, mesmo que alguns sejam para relembrar eventos que ocorreram, e muitas cenas são iguais ao primeiro longa-metragem, se prendendo a essa nostalgia e, portanto, não entregando algo novo.

A fotografia é muito bem planejada e é um tópico positivo, com paleta de cores cinza e neutras que remetem um ambiente tecnológico e futurista, tal como o trabalho de maquiagem. O jogo de câmeras e o modo como é feita a troca de cenários de forma vertiginosa é ótima e criativa, principalmente nos primeiros minutos de filme. Porém, são muitas as cenas que possuem uma câmera lenta que é estranha e mal feita, causando incômodo ao assistir. Ademais, as cenas de luta não são coreografadas com maestria nem são dignas de aplausos, ainda que remeta os outros filmes.

Matrix Resurrections vem para relembrar como sua história marcou o cinema, sem inovar nesse quarto filme ou acrescentar algo de fato, mas que termina dando grande satisfação só de ver personagens icônicos de volta às telas. Seria difícil -ainda que possível- superar a grandiosidade do primeiro longa, mas Resurrections não ousa, apenas parece uma releitura de sua própria história. Ainda assim, é inegável que foi um presente para os fãs.

 Nota: 3/5 – Prata

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Cinema

Feliz Natal! Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa arrecada US$ 1 bilhão em sua bilheteria mundial

O Natal de 2021 não poderia ser melhor! O filme Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, da Sony Pictures e Marvel Studios, arrecadou US$ 1 bilhão em sua bilheteria mundial. A informação é da Forbes.

O longa-metragem se tornou a produção mais rentável lançada durante um ”período pandêmico” (COVID-19), levando milhares de pessoas aos cinemas após um ano de isolamento social. Outro detalhe interessante, é que os números não correspondem com o lançamento na China, uma vez que Sem Vilta Para Casa ainda não estreou por lá.

O seu custo de produção foi de US$ 200 milhões e uma nova trilogia do Homem-Aranha de Tom Holland situada no MCU já está em desenvolvimento. 

Após ter tido sua identidade secreta revelada ao mundo por culpa das ações de Mysterio, Peter Parker vê a sua vida e a sua reputação desmoronar. Ao procurar ajuda de Stephen Strange para tentar consertar tudo, a situação só fica ainda mais perigosa, e Parker precisa descobrir o que significa ser o Homem-Aranha.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações do Homem-Aranha e de sua mitologia. 

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Gavião Arqueiro redefine o que é uma boa adaptação e representatividade

Após anos, inúmeros fãs pedindo para que um dos mais saudosos heróis do universo da Marvel fosse explorado em um projeto solo, finalmente chegou a vez do Gavião atirar suas flechas. Com seus dois primeiros episódios lançados em 24 de novembro, a série finaliza com seis atos que definitivamente merecem uma bela análise.

Temos que deixar bem claro que a sua fonte de inspiração é totalmente focada na run de Matt Fraction, que foi de 2021 até 2015. Até mesmo a arte de David Aja é relembrada na introdução e nos créditos finais. Com isso, devemos lembrar que em uma década de MCU, a fidelidade com o material original é uma incógnita entre os fãs, mas a forma que se propõe aqui é diferente de tudo já visto em termos de honrar sua inspiração.

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Com isso dito, já podemos falar que muitas origens são modificadas, mas que são bem-vindas. Com isso, começamos com a da Kate Bishop, que se liga com os eventos de Os Vingadores, em uma cena que lembra muito o início de Batman v Superman. Lucky, Jack Duquesne, Kazi e Derek Bishop são outros que também tem suas histórias modificadas; mas, algumas ideias criativas aqui podem causar revolta nos fãs. Porém, cada uma das novas invenções mostradas aqui se encontra em harmonia e fazem muito sentido.

Em sua história, o roteiro é fantástico. É difícil tentar definir como ele funciona, mas é uma mescla de uma comédia dos anos 80 natalina com uma trama criminal recheada de ação, coisa que até provavelmente Scorsese gostaria. Todo o desenvolvimento aqui funciona extremamente bem, a relação de Clint com Kate, como o mistério envolvendo a família Bishop e a gangue do agasalho estão conectadas, e como cada personagem está amarrado. Desde o momento inicial até o final, somos cativados por esse mundo que estava sendo muito necessitado nesse universo de deuses e poderes, algo mais pé no chão. Além de que, todo o humor da série acerta em cheio com o dos quadrinhos, e todas suas partes dramáticas também funcionam – uma parte muito bem realizada principalmente pelo remorso do Clint. Mas, infelizmente tem sua parte ruim, que é o desperdício de histórias, não temos muitos aprofundamentos em elementos essenciais dos quadrinhos que poderiam aumentar ainda mais a qualidade da série – e isso é um erro em quase todas produções Marvel, tristemente. Também, a série infelizmente desliza em seu último episódio, sem conseguir de fato atingir toda a glória na qual ele estava quase conquistando. Por mais que seja bom, aquele gosto amargo fica, de que está faltando alguma coisa; e isso se intensifica na pior cena pós-credito de qualquer produção do estúdio.

Já por parte de seu elenco, é digno de salva de palmas. O maior foco é para Hailee Steinfeld, que acertou em cheio ao dar vida para Kate, é uma combinação que até mesmo Kevin Feige disse que não houve teste de elenco. Jeremy Renner continua dando vida para uma adaptação nada fiel, porém divertida de Clint, e consegue trazer muita emoção para o background do personagem. Os outros personagens secundários também são marcantes e muito divertidos, assim como os antagonistas, principalmente Echo e Yelena.

Um dos pontos mais fortes aqui é a representatividade trazida por um dos fatos mais importantes dos quadrinhos do herói, que é a deficiência. Aqui é sondado toda uma parte focada na surdez de Clint, que após inúmeros eventos envolvendo lutas físicas, intensificou para quase uma perda total auditiva. E falando de representatividade, também temos a atriz iniciante da Echo, Alaqua Cox, que é nativa-americana, surda e tem sua perna direita amputada. É uma atitude belíssima por parte da Marvel de explorar isso com atores que realmente tem as mesmas características que suas personagens, vimos isso também em Os Eternos – e que isso seja um bom começo para que todas as produtoras acabem com o capacitismo dentro de produções audiovisuais. E também, que respeitem as origens étnicas de seus atores com seus papeis, assim como mais uma vez foi realizada com Alaqua.

Alaqua Cox revela apoio de Jeremy Renner e Hailee Steinfeld por sua deficiência auditiva

Em seus pontos técnicos, tudo é feito com maestria, menos dois pontos que pareceram ficar sem atenção pela produção. Sua direção é fantástica, temos cenas em plano-sequência que são absurdas (com foco na da terceira temporada), uma ótima forma de se contar a história e um timing bem estruturado para o clima funcionar. Sua fotografia também é uma bela cereja nesse bolo, junto com a equipe de cenografia e figurino, as cores funcionam de maneira primorosa e com foco no roxo – marca registrada dos heróis nos quadrinhos – e parece que ele puxa da página para a tela. Seus efeitos especiais também são muito bem feitos, principalmente em momentos de luta. E uma trilha sonora recheada de Natal, com músicas de Esqueceram de Mim e Grinch, só para deixar o natal ainda mais especial.

Mas a grande aflição chega na parte de maquiagem, que entrega perucas de qualidade baixíssima e execuções desnecessárias, um exemplo é o cabelo de Eleanor Bishop no início do primeiro episódio, que parecia de um vídeo feito para o Youtube. Sua montagem e edição também são em certos momentos confusa e chega a tirar a imersão, quebrando regras que deixaram Walter Murch arregalado. Mas, isso provavelmente foi causado por cortes de cenas, logo que, há rumores fortes quanto a pós-produção.

De todos os alvos, Gavião Arqueiro acerta com maestria, mesmo que por vezes quase errando de raspão, é uma obra essencial e que merece um reconhecimento como uma adaptação de sui generis. Se o futuro do universo cinematográfico se parece com isso, então, é fácil dar um salto de fé e dizer que o amanhã é glorioso.

NOTA: 4,5/5 – Ouro

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Cinema

A sorte favorece os ousados | Assista o novo trailer de Uncharted: Fora do Mapa

A Sony Pictures divulgou o novo trailer oficial de Uncharted: Fora do Mapa, filme que chega em 11 de Fevereiro de 2022 com Tom Holland no papel principal.

No filme, veremos uma versão mais jovem de Nathan Drake, que estará começando sua vida de aventureiro e explorador.

Para futuras informações a respeito de Uncharted: Fora do Mapa, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.