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Anime

Big Order ganhará anime em 2016

Big Order, mangá shounen criado por Sakae Esuno, mesmo autor de Mirai Nikki, receberá um anime para a primavera japonesa de 2016.

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Anime Mangá

My Hero Academia ganha spin-off e pode virar anime

Na próxima edição da revista semanal japonesa Shonen Jump os leitores terão um grande anúncio com relação ao título My Hero Academia (Boku no Hero Academia).  Possivelmente a novidade será um anime!

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Séries

Connor Hawke aparecerá em Legends of Tomorrow

De acordo com o site Comic Book, a Warner Bros. está procurando um ator afro-americano para fazer o papel de um personagem que decide vestir o uniforme de um herói desaparecido. Logo depois foi confirmado que seria Connor Hawke.

Não foram divulgados muitos detalhes sobre o personagem, mas ele não será filho de Oliver Queen e Sandra Hawke como nas HQs.

Connor ficou conhecido por ser um especialista em artes marciais e, como seu pai, ele também era um mestre arqueiro. Em uma fase, quando acreditavam que Oliver teria morrido, Connor assumiu o manto do Arqueiro Verde. Nos Novos 52, no título Terra 2, Connor é o Arqueiro Vermelho e trabalha para o Exército Mundial

Já que a história do herói será mudada e o conceito de multiverso já foi iniciado na série Flash, há especulações de que ele viria de uma Terra alternativa.

Expectativas para a aparição do personagem no universo CW?

Legends of Tomorrow estreia em Janeiro de 2016.

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Consoles Games PC

Assassin’s Creed Syndicate | London Calling trailer

A Ubisoft divulgou um novo trailer de seu próximo jogo da franquia Assassin’s Creed, o Syndicate.

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Séries

Arrow | Confira o trailer e sinopse do próximo episódio

Após um final chocante, o terceiro episódio da quarta temporada de Arrow (Redemption) levantou questões acerca do futuro da antiga Canário, Sara Lance. Confira abaixo o trailer e sinopse do quarto episódio!

Laurel (Katie Cassidy) deve enfrentar as consequências de ter levado Sara (Caity Lotz) à Nanda Parbat. Enquanto isso, Oliver (Stephen Amell) pede uma ajuda ao Capitão Lance (Paul Blackthorne), mas não se espanta com a resposta, e sim com o que vem a seguir.

https://www.youtube.com/watch?v=EXIyC53YXn4

Arrow S04E04 (Beyond Redemption) será exibido no exterior dia 28/10, no canal CW.

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Cinema

Sequência de Kingsman ganha data de estreia

A 20th Century Fox, estúdio responsável por filmes como Quarteto Fantástico e X-Men, anunciou a data de estreia da sequência de Kingsman, adaptação da série em quadrinhos criada por Dave Gibbons e Mark Millar.

A continuação do longa que foi dirigido por Metthew Vaughn e estrelado por Colin Firth está prevista para chegar aos cinemas no dia 16 de junho de 2017.

O segundo filme contará com a volta de Taron Egerton para interpretar ‘’Egssy’’ e será roteirizado e dirigido por Vaughn novamente. Kingsman: Serviço Secreto foi bem recebido pela crítica e pelos fãs, tendo uma bilheteria de aproximadamente 405 milhões de dólares.

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Mangá Pagode Japonês

Planetes #1

Muito além do que lixeiros espaciais.

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Consoles Gameplay Games

Análise | Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

Desde sua pós-produção Metal Gear Solid V: The Phantom Pain vem arrancando suspiros e preocupações por parte de seus fãs. Tudo isso por causa de um nome em específico: Kojima, o diretor que trouxe a franquia de maior sucesso para a vida humilde de vários gamers, teve problemas com a distribuidora Konami.

Boatos rolaram, e declarações foram feitas, mas apesar de tudo isso o jogo foi lançado, e o que para alguns é o desfecho da história de Venom Snake, para outros não passa de mais uma parte da conturbada vida desse mercenário. Metal Gear Solid V: The Phantom Pain é o décimo primeiro titulo lançado da série Metal Gear, e o quinto em ordem cronológica. O jogo é a continuação de eventos ocorridos em Metal Gear Solid V: Ground Zeroes, porém sendo anteriores aos eventos do original Metal Gear. Produzido pela Kojima Productions e desenhado, idealizado, co-escrito e co-produzido por Hideo Kojima, foi publicado pela Konami para as plataformas de, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One  e para PCs em 1 de Setembro de 2015.

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De maneira espetacular, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain segue um caminho diferente de outros jogos da série. Deixando de lado horas e horas de cutscenes, de maneira a intercalar esses momentos com os que tínhamos controle dos personagens, mas nos preenchendo de cenas épicas tal qual a que temos no hospital logo no início do game (já mostradas em vários trailers), The Phantom Pain é pura jogabilidade, possuindo mecânicas introduzidas em Ground Zeroes.

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Claro que há cutscenes, e há muitas delas, porém estão espalhadas no mundo inteiramente aberto e de liberdade absoluta, que acaba tomando o protagonismo para si. Possuindo uma diversidade de caminhos, o jogo nos surpreende ainda mais quando notamos a quantidade de elementos presentes nos cenários, desde soldados, carros, tanques, e helicópteros, a fuzis, rifles, pistolas, granadas, minas; animais como, cachorros, cavalos, ursos, lobos; e outros elementos como cabanas, torres, barracas, e montanhas.

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Graças a esse elemento novo que dispomos no jogo, a linearidade é simplesmente abandonada, deixando a critério do jogador, escolher como prosseguir a trama. Metal Gear Solid V: The Phantom Pain possui dois grandes mapas, um é o Afeganistão, e o outro é a Angola, cheios de vilarejos, bases, livres para exploração furtiva, ou como bem quiserem. As missões principais são facilmente notadas nos mapas, mas o que pode passar despercebido por você no calor da ação, pode esconder recompensas valiosas (recursos, soldados aliados), então preste atenção em locais que não tem tanta “importância”.

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Em relação aos soldados aliados, pode se considerar como uma das mais marcantes adições na franquia. Podemos ter como nosso companheiro de missões duas figuras bem relevantes, uma é a sniper Quiet e a outra é DD, um cachorro bad-ass com tapa-olho, cada um possuindo habilidades distintas que se tornam úteis em determinadas missões, como a habilidade de DD, tornando-o capaz de encontrar inimigos próximos, plantas que podem ser usadas em medicamentos e animais hostis. Quiet é uma sniper, uma franco-atiradora, que pode, em pontos específicos, encontrar alvos, e oferecer cobertura. Tudo isso para nos deixar ainda mais envolvidos na jogabilidade, permitindo a criação de nossas próprias histórias como Big Boss.

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E o jogo fica muito melhor quando durante o gameplay podemos ouvir faixas de músicas encontradas durante o próprio. A seleção inclui músicas como The Man Who Sold the World, de David Bowie (música de entrada), Maneater, de Daryl Hall & John Oates, e Take On Me do A-Há, maravilhosamente durante toda essa experiência, os sons ambientes ficam abafados por conta dos fones nos ouvidos utilizados por Snake. E se isso não bastasse, além de músicas é possível adquirir diálogos, acrescentando em detalhes a mitologia da franquia.

Caso você nunca tenha jogado, lido, ou assistido nada relacionado a franquia Metal Gear, infelizmente você irá se perder, pois o jogo se conecta com as duas “fases” da saga, a história de Big Boss, com a original, de Solid Snake. Mas isso não irá interferir na obra prima de Hideo Kojima, se você considerar o jogo como uma continuação, e a história de um passado cheio de ódio e vingança.

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VEREDITO:

Em Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, Kojima se despede de forma épica. Unindo elementos já apresentados na série, o game se reinventa e muda a todo o momento para agradar o jogador. Nunca antes Metal Gear teve mecânicas e jogabilidade tão bem produzidas, com um mundo no qual nossas habilidades são realmente importantes para que tenhamos sucesso. Sua falta de foco na história não o torna ruim, nem o faz passar perto disso. Mesmo não possuindo um mapa ala Skyrim, com grande ambientação, ou numerosos ícones para eu explorar no mapa, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain trouxe um novo conceito de exploração, nos obrigando a planejar, adaptar e improvisar. The Phantom Pain é de longe o título mais ousado e surpreendente a ser lançado pelo estúdio. Sendo não apenas o melhor Metal Gear, como também um dos melhores jogos de furtividade e ação.

Pontos Positivos

  • Jogabilidade
  • Gadgets
  • Ação desenfreada
  • Exploração
  • Furtividade

Pontos Negativos

  • Mundo aberto pouco aproveitado
  • Enredo sem profundidade

NOTA FINAL: 9,0

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Consoles Gameplay Games

Análise | Until Dawn, primeiras impressões

Inicialmente anunciado para o PS3, Until Dawn, utilizaria recursos do PlayStation Move. Um trailer foi exibido durante a Gamescom de 2012, porém o projeto não foi para frente. Felizmente, em 2015, foi desenvolvido pela Supermassive Games e publicado pela Sony Computer Entertainment, Until Dawn entra no mercado entre os grandes títulos da marca, apostando em novas tecnologias que permitem um aproveitamento maior do novo hardware. O game promete colocar os jogadores diante de situações complexas, onde as escolhas determinam o rumo da narrativa e dos personagens controlados.

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Você já se encontrou assistindo à algum filme de terror/suspense pensando em várias perguntas ou exclamações como, por exemplo, “Por que diabos, eles estão indo por esse caminho?”, “Pare, por ai não!” ou até “Esse vai ser o primeiro a morrer!”? Você é fã de filmes como Halloween, Pânico e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado?

Bom, se as respostas para as duas perguntas anteriores foram “Sim” ou apenas pra uma delas, ou se você é fã de videogame e adora explorar novas narrativas e jogabilidade, então Until Dawn é o jogo perfeito para você, te colocando em situações típicas de personagens de filmes de terror, e mostrando que, mesmo que o seu instinto de sobrevivência, sua vontade de viver sejam significantes, nem sempre são o suficiente para lhe manter vivo. Para interpretar os personagens do game, foram escalados para os papéis principais um cartel de atores conhecidos dos seriados, filmes e produções cinematográficas, Hayden Panettiere (Heroes e Nashville), Brett Dalton (Blue Bloods e Agents of S.H.I.E.L.D.), Galadriel Stineman (Ben 10: Alien Swarm), Rami Malek (Uma Noite no Museu 1, 2 e 3), , Noah Fleiss (A Ponta de um Crime), Nichole Bloom (Projeto X- Uma Festa Fora de Controle e Teen Wolf), Meaghan Jette Martin (Camp Rock 1 e 2 e 10 Coisas que Eu Odeio em Você), e a participação de Peter Stormare (Anjos da Lei 2) no papel do psicólogo Dr. Hill, que conversa com uma figura misteriosa durante o jogo.

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Sem entregar muito sobre o jogo, e acabar dando spoilers desnecessários, a premissa principal de Until Dawn é a reunião de 8 jovens em um chalé na montanha, onde eles estão juntos para tentar superar um acidente que aconteceu no mesmo local cerca de um ano antes. “Mas, o que poderia dar errado?”, deve ser o que muitos estão se perguntando agora. Bem, o desenrolar dessa história quem decide é você, suas escolhas irão decidir o destino de cada um dos jovens personagens (sim, dos 8 protagonistas), que tanto podem acabar o jogo vivos, como mortos, ou apenas alguns deles.

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Mesmo controlando durante o gameplayos 8 personagens, quem acaba roubando a cena no decorrer do jogo é o incrível “efeito borboleta” que adapta a famosa teoria de um meteorologista, matemático e filósofo estadunidense, Edward Lorenz como principal elemento da trama, onde nossas escolhas farão com que seguimos caminhos diferentes na continuidade da narrativa, ou seja, cada opção poderá abrir caminhos diferenciados e influenciar em futuras ações. Algo parecido como o que acontece em Heavy Rain ou The Walking Dead, uma decisão tomada no instante terá consequências imediatas ou influenciará o que acontecerá no futuro, muitas vezes em proporções inesperadas que podem se mostrar devastadoras.

Mas, claro, não é toda e qualquer decisão que causará um efeito devastador e complexo como esse. Algumas delas, como os Quick Time Events (QTEs) acontecem em vários momentos durante a jornada, principalmente se você optar por escolhas mais fáceis onde os QTEs aparecem como forma de aumentar o nível de dificuldade de progressão na história. Mas o jogo não deixa claro o que muda ou o que não muda, então, você tenta seguir o que acha que é correto para evitar desastres maiores, pois funciona como um save progress pois o jogo não permite que você salve em um ponto de decisão, para depois “ver o que dá” e acabar voltando e mudando sua escolha anterior.

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O jogo tem um gameplay humilde em relação as outras grandes franquias, cerca de 10horas de jogo e escolhas, porém esse tempo pode se estender caso você queira descobrir todas as possíveis ramificações que o jogo lhe propõe. Por acabar assimilando as pequenas decisões, que parecem ser insignificantes de início, o jogo resulta em uma experiência divertida e ao mesmo tempo realista, fazendo sentir o real peso das nossas ações e decisões.

O jogo peca um pouco em questões de gráfico, não que sejam ruins, mas não conseguem acompanhar o bom nível que o jogo nos entrega, ou está disposto a tal. Em certos momentos percebemos alguns movimentos limitados por parte dos personagens, assim como a tentativa falha de recriar expressões faciais. Entretanto se Until Dawn não possui os níveis gráficos que prometeu, ele entrega um jogo de câmeras que deixa muitos filmes de grande orçamento na sola do sapato. Durante o jogo você tem a constante sensação de ser vigiado e perseguido o que causa certo “desconforto”, mas isso não vem gratuitamente, muito pelo contrário, destaques de um excelente estudo de narrativa. E tudo isso seguido de uma trilha sonora excepcional. Além de possuir excelentes dublagens (áudio original), Until Dawn possui localização total para nosso idioma, inclusive dublado em PT-BR, ou seja, você pode mesclar. Sendo possível jogar tanto dublado em inglês e com legendas em português do Brasil, ou com legendas em inglês e dublagem brasileira, agradando geral.
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Until Dawn não possui modo multiplayer, seja online ou off-line, se resumindo apenas à campanha. No entanto, ele possui uma série de colecionáveis que você pode adquirir enquanto realiza a campanha, que proporcionam o esclarecimento dos mistérios do jogo, entre eles totens que revelam o futuro com uma cena rápida. Deixando que o próprio jogador interprete-a e faça por conta própria sua escolha seguinte.

VEREDITO:

Melhor do que era esperado, o jogo possui uma história interessante que merece ser conferida, mas a expectativa pelo final acaba estragando a experiência, e não espere por sustos bem elaborados, mas espere por momentos de desconforto. O gameplay é simples, e a mecânica de jogabilidade é bem fluída e fácil. Intercalando momentos excepcionais e outros nem tanto, o efeito borboleta brilha muito durante as 10 horas de gameplay. É o tipo de game que pede para ser jogado mais de uma vez, para que você volte e faça escolhas diferentes, até mesmo as mais insignificantes. Until Dawn então é um jogo bom, mas pouco aproveitado em seu máximo, sendo que se fosse um jogo de mídia digital, seria muito melhor.

Pontos fortes:

  • Ambientação
  • Trilha sonora
  • Ângulos de câmeras
  • “Efeito Borboleta”
  • Exploração
  • Finais Alternativos
  • Dublagem
  • Jogabilidade

Pontos fracos:

  • Variações bruscas de gráfico
  • Expectativas altas para o final
  • Gameplay curto
  • Sustos mal elaborados

NOTA FINAL: 7,0

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Serial-Nerd Séries

Narcos | Realidade e Ficção

“O realismo mágico trata de coisas muitos estranhas para ser verdade e há um motivo para ele ter nascido na Colômbia.”

Apesar de ser uma série fictícia e explicitar isso logo no primeiro episódio, Narcos mostra muito do que realmente aconteceu na Colômbia na época da ascensão do traficante Pablo Escobar. Relembre agora alguns momentos da trama e veja o que realmente aconteceu por trás disso.

[ATENÇÃO, A PARTIR DESTE PONTO TEREMOS  SPOILERS]

Logo no primeiro episódio vemos que a origem do tráfico de cocaína na Colômbia inicia-se no Chile. Segundo especialistas isso realmente aconteceu, e que, entre as décadas de 1950 e 1973, ano do golpe militar, o país era o maior ponto de refino da droga na América do Sul. Porém o massacre mostrado no episódio, assim como o seu sobrevivente, “Barata”, foram fictícios. Ao invés de matarem os produtores, eles foram extraditados para os EUA.

O narrador da série e personagem Steve Murphy assim como seu parceiro do DEA, Javier Peña, realmente existiram e atuaram como consultores da série.

Abaixo, está Javier Peña e Steve Murphy e acima está como eles foram retratados na série.
Abaixo: Javier Peña e Steve Murphy. Acima: Como foram retratados na série.

A espada de Simón Bolívar realmente foi roubada pelo grupo M19 para uma campanha de lançamento da guerrilha e há grande chance dela ter sido entregue a Pablo Escobar. Especialistas e antigos membros do grupo falam que a espada nunca foi entregue a traficantes e que após o grupo virar um partido político, eles devolveram a espada ao governo. Porém segundo Juan Pablo Escobar (filho de Pablo) a espada foi um de seus brinquedos de infância.

O traficante realmente foi candidato e chegou ao congresso em 1982, porém não foi Pablo que procurou os políticos e sim o contrário. A denúncia que o expôs não aconteceu como foi abordado na série, ao invés dos policiais terem achado a foto e mandado para o jornal e para Rodrigo Lara Bonilla, no livro “Escobar, o patrão do mal”, o jornalista Alonso Salazar afirma que o diretor do jornal “El Espectador” encontrou uma nota sobre a prisão de Escobar em arquivos e publicou. Pablo desesperado tentou comprar todas as edições do jornal na época, mas mesmo assim não conseguiu abafar a história, com provas do seu envolvimento no tráfico, foi obrigado a renunciar.

A invasão ao Palácio de Justiça da Colômbia pelo M19 é um fato histórico no país, porém ao contrário do que a série diz, ela não foi ideia de Pablo Escobar (pelo menos não há provas nem indícios do fato). O real objetivo da guerrilha era punir o presidente Belisario Betancur, que consideravam um traidor das negociações de paz.

Elisa, uma das chefes do M19 no seriado e também informante do DEA é uma personagem fictícia, não havia nenhum registro com esse nome entre os membros da guerrilha. As mortes dos membros do grupo sob ordens de Escobar também não são comprovadas. Ivan, o Terrível por exemplo, foi morto por militares em 1985.

Elisa
Elisa

A morte de vários como Carlos Pizarro, Bernardo Jaramillo, Luis Carlos Galán e outros cinco mil foi realmente à mando de Pablo Escobar, e após um pedido do filho de Galán, Cesar Gaviria de fato o sucede, como é abordado na série.

Como mostrado, Pablo realmente deu ordens para o atentado que matou 107 pessoas em um voo da Avianca, e ao que tudo indica o homem que levava a bomba não sabia do que se tratava. O atentado foi planejado por um homem chamado Darío Uzma e quando ele foi cobrar à Escobar pelo serviço, acabou sendo morto por seus comparsas.

Abaixo Pablo escobar, acima Wagner moura como Pablo
Abaixo: Pablo escobar. Acima: Wagner moura como Pablo

Os sequestros para o fim da extradição de narcotraficantes também foi fato histórico no país e foram intensificados no período em que Cesar Gaviria era presidente, Diana Turbay, filha do ex presidente Julio Cesar Turbay, de fato foi sequestrada e morta em uma operação de resgate, mas estava correndo quando foi baleada e não escondida em um guarda-roupas.

A morte de Gustavo (primo de Escobar) foi considerada romantizada na série. Ele não foi vítima de uma emboscada, mas descoberto por forças de segurança que interceptaram suas comunicações. Quando morreu, Gustavo achou que era um ataque do Cartel de Cali. Também não há nenhum indício de seu envolvimento com Martha Ochoa.

La Catedral, a prisão em que Pablo foi detido após “se entregar” parecia mais uma fortaleza do que uma prisão. O Jornal The New York Times, na época, fez uma publicação que dizia que o chefe do cartel de Medellín tinha colchão de água, videocassete, bar, refrigerador, TV de 60 polegadas, banheira e até lareira. Ele também tinha um ginásio e um campo de futebol.

Abaixo: Pablo e sua esposa. Acima: os dois na série
Abaixo: Pablo e sua esposa. Acima: os dois na série

O “ataque” à prisão mostrado no fim da temporada também foi um fato verídico e 49 pessoas foram indiciadas pela fuga, entre eles um coronel do Exército, seis militares e o próprio ex-diretor geral de prisões, que foi feito refém por Escobar junto com o vice-ministro de Justiça Eduardo Mendoza (a série mostra apenas o sequestro de Mendonza).

Narcos foi Dirigida por José Padilha, estrelada por Wagner Moura, e está disponível no Netflix desde 28 de agosto de 2015.