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Análise | Uncharted 4: A Thief’s End

A franquia iniciada em 2007 com Uncharted: Drake’s Fortune, ganhou seu capítulo final. O quarto titulo e exclusivo do PlayStation 4, produzido pela Naughty Dog e publicado pela Sony Computer Entertainment. Uncharted 4: A Thief’s End ocorre cerca de três anos depois de seu antecessor, e traz o desfecho de uma das principais séries exclusivas de todos os tempos.

O jogo em si é um excelente ato final para as aventuras de Nathan Drake. De forma geral é o jogo mais aguardado para os Sonystas, e fãs da série em geral, o peso carregado pela desenvolvedora desde do anúncio do jogo, passando pelos problemas com a produção e até mesmo na entrega do produto, é imenso, os fãs queriam algo revolucionário, assim como foi a trilogia lançada para PlayStation 3. Poucos são os estúdios capazes de trabalhar sobre pressão direta dos consumidores e realizar um trabalho surpreendente, a Naughty Dog certamente pertence aos “poucos”.

 

De início damos de cara com Nathan Drake, mas este parece diferente, mesmo ainda sendo aquele aventureiro que nos acompanhamos nos jogos anteriores, seus trejeitos e aparência rementem a um ar mais maduro e experiente ao mesmo tempo em que vemos sua angustia de estar onde estar. Drake não está vivendo mais aquelas suas aventuras, sua vida agora se resume a rotina de vida comum junto a Elena, entretanto tudo vira de cabeça para baixo quando Sam, irmão mais velho de Nathan aparece. O motivo? Ele supostamente estava morto!

O motivo fica claro quando somos colocados frente a um pedido de ajuda. Nada mais que encontrar um tesouro pirata misterioso do século 17, que segundo lendas, dizem ter escapado com mais de £ 50 milhões em dinheiro e desapareceu em torno de Madagascar.

De forma geral a Naughty Dog é conhecida principalmente por seus jogos com potenciais gráficos elevadíssimos, de forma a extrair de forma concisa o potencial gráfico dos consoles com selo Sony. E com Uncharted 4 não poderia ser diferente, o jogo usa e abusa desse recurso, nos entregando cenas cinematográficas durante praticamente toda a gameplay. Claro que sofrendo algumas quedas de frame rate, mas nada que atrapalhe a experiência do jogador.

Logo de cara não me surpreendi com os gráficos do game, o jogo começa um pouco lento e sem nada que necessitasse de todo o poder de fogo do PlayStation 4. Entretanto quando mergulhamos de verdade na história, quando estamos diante dos estrondosos cenários exóticos e inexplorados por nós até então, pude ver a verdadeira integração de um trabalho de desenvolvimento com as capacidades gráficas do console.

O jogo quase que se mantêm fixo na casa dos 30 fps, e não há quebra de fluidez durante todo o gameplay. Os efeitos da chuva junto a vegetação, o comportamento da água, as animações dos personagens convergindo com suas interações com os objetos do cenário, assim como a quantidade absurda de detalhes contidos nas cenas tornam a experiência que já era boa, ainda melhor. Possuindo uma combinação primorosa entre as partes técnicas e estéticas o jogo é sem sombra de dúvidas, deslumbrante.

Mas não só de gráficos vivem os jogos da nova geração. Na jogabilidade é onde encontramos a verdadeira identidade de Uncharted 4 sendo o elemento mais importante da série desde seus primórdios.

Temos uma mudança forte aqui, nos jogos anteriores nas partes de combate, nos encontrávamos uma jogabilidade linear, onde era necessário caminhar seguindo etapas pré determinadas, caso quiséssemos progredir. Em Uncharted 4 ainda possuímos esses combates lineares, contudo eles foram colocados em momentos oportunos e conveniente. Fazendo, dessa forma existir níveis onde nos temos maior liberdade de movimento (algo que remete a Assassins Creed) mas nada grande o suficiente para ser denominado “mundo aberto”, mas algo que permite a exploração e inúmeras possibilidades.

Outra mudança válida encontrada no game é a questão do stealth. Nos jogos anteriores nos tínhamos esporadicamente momentos onde era necessário utilizar habilidades de forma sorrateira, aqui temos a liberdade de escolher a maneira como progrediremos no jogo, seja em silêncio sem chamar a atenção dos inimigos derrubando-os um a um, ou descarregando seu pente de balas nos adversários da forma mais bad-ass possível. Entretanto ainda encontramos limitações nessa “liberdade”, como por exemplo, a impossibilidade de avançar na área sem eliminar todos os adversários, seja de forma stealth ou não.

Contamos ainda com o multiplayer. Não é o carro chefe de Uncharted 4, mas é uma boa escolha de divertimento quando terminarem o modo história. Contamos com quatro modos, o conhecido Team Deathmatch, o Plunder (captura de bandeira), Command (captura de zonas) e o Ranked Team Deathmatch, onde temos cerca de oito mapas relacionados as áreas encontradas no modo história. Ainda contamos com a adição das Mysticals, que são poderes sobrenaturais e dos Sidekicks.

Além disso tudo o modo multiplayer também traz a possibilidade de fazermos microtransações utilizando os Uncharted Points, que podem ser adquiridos com dinheiro real, todavia, tudo o que pode ser desbloqueado através dos Uncharted Points pode ser ganho durante a gameplay.

VEREDITO:

Uncharted 4 é uma despedida a Nathan Drake, e como tal, emociona. Porém, não há garantias que este seja o último jogo da franquia. Tanto pelo fato de ser a mais lucrativa, quanto a ambiciosidade de se usar todos os poderes gráficos dos próximos consoles da Sony. 

Apesar de encontrarmos níveis de qualidade excelentesUncharted 4 tem seus defeitos. Em algumas ocasiões notamos atrasos no carregamento de algumas texturas, assim como no frame rate. No entanto considerando o jogo como um conjunto, é algo que não afeta a experiencia do jogador, mas algo que poderia ser evitado, levando em conta o histórico de desenvolvimento. O game funciona e vai agradar a grande massa consumidora. Contudo não causará o mesmo impacto que o primeiro ou o segundo capítulo causaram. Dessa forma, Uncharted 4 irá levá-lo através de uma viajem intensa e cheia de aventuras, onde todos os proprietário de PlayStation 4 tem a obrigação de participar.

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Música

Radiohead | Daydreaming é o novo clipe da banda

Após o lançamento do clipe Burn the Witch (se ainda não viu, você pode conferir clicando aqui!),  a banda Radiohead não esperou muito e nos presenteou com mais um hit.

O Chamado Daydreaming foi lançado na data de hoje (06/05/2016) em um  clipe maravilhoso, onde podemos ver o nosso querido vocalista Thom Yorke como protagonista.

Sem mais delongas confiram aqui, Daydreaming!

Aproveitando o lançamento do clipe, a banda também anunciou o novo álbum digital para o dia 08 desse mês (ISSO MESMO, DEPOIS DE AMANHÃ!) e o físico para dia 17 de junho.

E você também amou o clipe e o anúncio assim como eu? Deixe a resposta aí nos comentários.

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Consoles Games PC

Battlefield | Nome e data do novo jogo vazam!

A DICE tinha marcado para hoje, 06 de maio, um evento onde a empresa iria revelar o novo jogo da franquia Battlefield.

Mas uma imagem surgiu na internet pode ter revelado o nome e a data do jogo.

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O novo jogo se chamará Battlefield 1, e não Battlefield 5 como estava se especulando pela internet.

Aguardaremos o horário do evento para termos mais informações.

Battlefield 1 se passará na Primeira Guerra Mundial, e chegará as lojas em 18 de Outubro.

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Cinema

Vingadores: Guerra Infinita | Filmagens começam em novembro

Hoje, 6 de maio, Capitão América: Guerra Civil entrou em cartaz nos cinemas na América do Norte, mas os fãs, e os diretores do filmes, os Irmãos Russo, já estão de olho no futuro.

Com dois filmes do grupo de heróis da Marvel Studios batendo a porta deles, no momento intitulados de Vingadores Guerra Infinita Parte 1 e Parte 2 (esses títulos vão mudar antes das produções serem lançadas), os Russos agora têm que pensar sobre como eles irão finalizar a terceira fase do Universo Cinematográfico da Marvel, em uma produção épica, de grandes proporções.

Em entrevista ao Deadline, Joe e Anthony Russo disseram que a fotografia principal de Vingadores: Guerra Infinita começará a ser filmada em novembro desse ano.

“Faz alguns meses que nós já estamos trabalhando na pré-produção de Vingadores: Guerra Infinita. Tínhamos que iniciar. Com uma estrutura gigantesca e duas produções conectadas aos filmes anteriores do MCU, precisávamos desenvolver um cronograma em cima delas. Nós começamos as filmagens em novembro, os dois filmes ao mesmo tempo. Dessa forma, avançaremos de imediato na conclusão dos dois roteiros, que foram iniciados seis meses atrás.”, disse Joe Russo.

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Anthony Russo disse que: “Quando nós estávamos procurando por um planejamento para Guerra Infinita e o aparecimento de Thanos, a maior ameaça que o universo já viu, pensamos de um jeito divertido de iniciar os eventos futuros. Essa foi uma das razões que aceitamos dirigir Guerra Civil. Queríamos sacudir a estrutura dos Vingadores antes de nós chegarmos lá. Será divertido de ver se e como eles vão voltar depois dessa divisão”.

Nós últimos meses, os Irmãos Russo dividiram em seus dias em dois momentos: metade com os roteiristas Christopher MarkusStephen McFeely em Vingadores: Guerra Infinita, e outra na ilha de edição finalizando Guerra Civil. Os Russos também confirmaram que os dois filmes de Guerra Infinita serão filmados ao mesmo tempo, no intuito deles poderem construir uma forte ligação e conexão com a equipe de produção e todo o elenco.

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Detective Comics Quadrinhos

A Liga da Justiça de Bryan Hitch

Entre Abril e Maio de 2016 está chegando às bancas brasileiras a nova revista mensal da DC Comics publicada pela editora Panini e chamada somente de LJA, a Liga da Justiça da América de Bryan Hitch. A aclamada revista desenhada e roteirizada pelo famoso artista tem sido alvo de elogios  no exterior, tanto por parte da crítica especializada quanto dos fãs que sentiam falta de uma pegada diferente com relação ao mais antigo supergrupo de heróis das histórias em quadrinhos.

Justice League of America #1 foi publicada nos Estados Unidos em Junho de 2015 e causou rebuliço em todos os veículos de imprensa relacionados a quadrinhos. A revista marcou o início da carreira de Bryan Hitch como roteirista de uma revista mensal da DC Comics. Hitch (artista de Os Supremos, Stormwatch, The Authority, e da própria LJA em uma versão antiga) sempre foi famoso por seus trabalhos como desenhista, tendo inclusive feito parte da equipe criativa do antigo título da Liga da Justiça, em meados da década de 2000, com Mark Waid nos roteiros.

Capa da nova revista mensal brasileira que se encontra atualmente nas bancas, publicada pela Panini.
Capa da nova revista mensal brasileira que se encontra atualmente nas bancas, publicada pela Panini.

Hitch revolucionou o mercado de quadrinhos há alguns anos graças ao seu estilo artístico mais realista, com feições e cenários bem compostos, cenas de ação fluidas, entre outras qualidades. Como roteirista da DC Comics, seu único trabalho havia sido um one-shot do grupo Authority publicado em 2010, e o novo título da Liga tornou-se sua primeira série mensal na editora.

Mas do que se trata essa revista? Pegando a formação moderna da Liga como base (composta por Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman e Cyborg), a proposta desta nova revista é criar algo atemporal: que se situe mais ou menos no início do grupo na fase dos Novos 52 (onde a revista era escrita por Geoff Johns e ilustrada por Jim Lee), e ao mesmo tempo, ignorando qualquer senso de cronologia (ou seja, novos leitores são bem vindos) e criando uma trama própria bem amarrada, respeitando a essência de cada personagem.

Aquaman voltando à Atlântida.
Aquaman voltando à Atlântida.

A revista prende a atenção do leitor logo em suas três primeiras páginas, com Superman derrotado e o planeta Terra sendo destruído. O roteiro segue desenvolvendo o Superman e um grande mistério que deve se estender durante todo este arco, e ao mesmo tempo trabalha muito bem cada herói da equipe, prometendo melhorar ainda mais este quesito quando passar a focar cada um determinadamente.

Por mais que seja difícil julgar a revista baseando-se em apenas uma edição, é notável que a trama principal (e as subtramas criadas com o desenrolar da história) se assemelham muito a época de ouro da equipe, em meados dos anos 90 até os anos 2000, com a aclamada fase de Grant Morrison e Mark Waid. O senso de perigo, mistério, trabalho em equipe e a sensação de poder ou fraqueza que cada herói passa é algo real, tornando a leitura ainda mais prazerosa. Hitch trabalhou com o melhor das duas equipes de heróis, tanto da Marvel quanto da DC, e é notável que tal experiência já o deixa gabaritado para cuidar de um grupo sendo respeitoso com o mesmo. Em entrevista, o artista diz que “fazer a LJA é algo muito pessoal para ele“.

Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash e Batman se encontram.
Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash e Batman se encontram.

A arte é muito fluida, como em todos os trabalhos de Bryan Hitch. Ao final da revista temos pelo menos três ganchos em aberto para que sejam explorados nas próximas edições, e durante a própria acontecem diversas revelações inesperadas e situações que também devem ser explicadas com o desenrolar da história. Hitch parece querer explorar tramas paralelas, e tudo com que ele trabalha afetará não só a Terra e sua realidade, como múltiplas linhas temporais e o destino de toda a humanidade.

O filme do grupo está marcado para ser lançado em 2017, e se você deseja começar a acompanhar um título da Liga da Justiça, LJA é o mais recomendado atualmente. Assemelhando-se a melhor fase que o grupo já teve e ao mesmo tempo inovando de formas diferentes, esta revista é tudo que a Liga precisava desde o reboot da editora em 2011.

O mix da Panini também acompanha a elogiada revista mensal Cyborg escrita por David F. Walker com a arte Ivan Reis, onde uma nova fase na vida do herói está se iniciando e também é um ponto de partida ideal para novos leitores.

LJA é uma revista mensal em formato 17 x 26 cm, possui 68 páginas em papel LWC e custa R$ 8,70.

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Entretenimento

Cine PE 2016 | Confira como foram os três primeiros dias do festival de cinema

Completando 20 anos nesse ano, o Cine PE iniciou as suas atividades no Cinema São Luiz, em Recife, na última segunda-feira, 2 de maio. Assista entrevistas e coletivas com diretores e elenco dos filmes de longa e curta-metragem abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=SsFCmpAiHHY

O Cine PE 2016 termina no próximo domingo, 8 de maio.

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Cinema

Vingadores: Guerra Infinita | Irmãos Russo acidentalmente confirmam a Capitã Marvel no filme

Os Irmãos Russo confirmaram sem querer a Capitã Marvel para Vingadores: Guerra Infinita Parte 1.

De acordo com a Comic Book, durante um evento no Instituto Smithsonian, os Irmãos Russo estavam falando sobre o futuro filme Guerra Infinita, quando eles mencionaram a Capitã Marvel pelo nome.

Um membro da plateia rapidamente perguntou: “Vocês acabaram de confirmar a Capitã Marvel?”. Os Irmãos Russo responderam: “Hum… Capitã Barvel. Personagem totalmente diferente”. O comentário repercutiu nas redes sociais com a hashtag: #MarvelatSI.

É bem seguro dizer que os Vingadores não estarão precisando dos serviços dessa Capitã Barvel, embora seja estranho que ainda não exista um personagem com esse nome.

Com essa confirmação, quando Vingadores: Guerra Infinita Parte 1 estrear em 2018, isso incluirá Carol Danvers de alguma forma, e esperançosamente, em algum momento, usando seu uniforme clássico. A Marvel Studios ainda não revelou quem vai viver a personagem no MCU.

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Quadrinhos

DC Rebirth | Arqueiro Verde será um “Justiceiro Social”

O DC Rebirth está chegando. As prévias das revistas da nova linha editorial estão sendo divulgadas. É a vez do Arqueiro Verde.

Benjamin Percy , o escritor do Arqueiro Verde, deu algumas informações sobre a trama da nova série.

“Talvez o mais notável – além do fato de que o Ollie está ostentando um cavanhaque novamente – é a adição da Canário Negro no elenco”. Na verdade, Percy diz que a revista poderia ser chamada de “Arqueiro Verde e Canário Negro”, já que a participação da personagem é recorrente.

Acontecerá um ajuste no status de Oliver Queen. Ele acabará perdendo sua riqueza e seu status de chefe de uma indústria. Essa mudança será por opção do personagem, que assumirá a alcunha de “Justiceiro Social”.

Confira a prévia de Arqueiro Verde Rebirth #1.

 

Arqueiro Verde por Benjamin PercyOtto Schmidt está previsto para estrear em Junho nos EUA.

via: Newsarama

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Consoles Games PC RPG

Fallout 4 | Nova expansão ganha data e trailer

A terceira e mais nova expansão de Fallout 4, Far Harbor, finalmente ganhou uma data de lançamento. Junto com ela, foi divulgado um novo trailer. Confira abaixo:

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Capa da expansão

Sinopse:

“Em Far Harbor, um novo caso da agência de detetive Valentine leva você em uma busca por uma jovem e uma colônia secreta de sintéticos. Viaje para a costa do Maine, para a misteriosa ilha de Far Harbor, onde níveis mais altos de radiação criaram um mundo mais selvagem. Se envolva no conflito entre os sintéticos, os Filhos do Átomo e a população local. Irá você trabalhar para trazer paz a Far Harbor, e a que custo?”

A expansão vem acompanhada do Season Pass, mas também poderá ser adquirida a parte.

Far Habor chega no dia 19 de Maio para Playstation 4, Xbox One e PC.

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Séries

Supergirl | Warner Bros. e CBS discutem futuro da série

De acordo com o The Wrap, a CBS e Warner Bros. estão conversando sobre o futuro de Supergirl. O anúncio oficial de sua renovação vem com grande pressão, já que o mês de maio é o divisor de águas sobre a permanência das grades atuais de inúmeras emissoras americanas.

A emissora CBS quer a renovação, mas o fato de cada episódio custar $3 milhões é um grande problema para eles, especialmente quando o primeiro ano perdeu cerca de metade de seus espectadores ao longo dos 20 episódios exibidos. Apesar disso, a série ainda fez bons números, mas não o bastante para justificar o montante tão elevado.

A solução encontrada seria colocá-la na grade da CW, onde possui em sua programação três produções da DC Comics e pela ocorrência do crossover com a série The Flash, ficaria ainda mais viável essa mudança entre as emissoras.

Caso isso não aconteça, a segunda temporada de Supergirl sofrerá grandes cortes em seu orçamento.

Fiquem de olho na Torre de Vigilância para mais informações sobre o destino da série.