Segundo informações da Mashable, via Comicbook, Willem Dafoe entrou oficialmente para o elenco do vindouro filme de Adam Wingard, que está adaptando o famoso mangá e anime, Death Note.
Em Death Note, Willem Dafoe interpretará Ryuk, o Shinigami. Ele une-se à Nat Wolff, Margaret Qualley, Keith Stansfield, Paul Nakauchi, e Shea Whigham. Baseado no mangá japonês, Death Note segue o personagem de Wolff, um estudante do colegial, que encontra um caderno sobrenatural, dando a ele à habilidade de matar qualquer pessoa, escrevendo seu nome, depois de ver o rosto dela.
Death Note está sendo produzido por Roy Lee, de The Ring, e Dan Lin, de Sherlock Holmes, junto com Jason Hoffs e Masi Oka.
Willem Dafoe será o Atlanteano Vulko, companheiro de Aquaman (Jason Momoa), no filme da Liga da Justiça, dirigido por Zack Snyder. Ele foi o Norman Osborn/Duende Verde na trilogia original do Homem-Aranha, e também é conhecido por seus papéis em: Procurando Nemo, Platoon, e o Grande Hotel Budapeste. Ele ganhou duas vezes o Oscar.
Para a alegria de todos que amaram o título semanal Batman Eterno, a Panini resolveu adotar um método deveras parecido para mais um lançamento: Batman e Robin Eternos. Ao invés de vir uma edição cada semana, a publicação conterá 2 edições a cada 15 dias.
A Panini já divulgou as capas e as sinopses da edição 1 e 2 em seu Hotsite confira:
Edição 1:
Capa da edição 1
Sinopse:
“O Batman está morto. Ou pelo menos é isso o que pensa a maior parte do mundo… Na verdade, somente seus parceiros de batalha mais próximos conhecem a dramática situação atual do herói: apesar de ter sobrevivido a seu último embate contra o Coringa, o Homem-Morcego perdeu toda sua memória no processo! Sendo assim, a paz Gotham agora depende de heróis como Capuz Vermelho, Robin Vermelho, Pássaro Azul, Spoiler e do superespião Grayson. O que eles não imaginam é que atos do passado de seu próprio mentor estão prestes a lançar a cidade em mais um violento e imprevisível ano…”
Edição 2:
Capa da edição 2
Sinopse:
“Com o Batman sem qualquer lembrança de sua carreira, o trabalho de vigiar Gotham City agora está nas mãos de seus pupilos e dos novos e inexperientes rostos da justiça na cidade. Para complicar ainda mais essa já tortuosa tarefa, uma ameaça do passado do Homem-Morcego conhecida apenas como a “Mãe” está de volta, com um plano terrível, mas ainda não totalmente discernível para os jovens heróis. Os surgimentos do perigoso Órfão e da misteriosa Cassandra prometem esclarecer um pouco a situação… e deixá-la ainda mais perigosa!”
HISTÓRIAS ORIGINAIS:
Edição 1: Batman & Robin Eternal 1-2 (60 Páginas)
Edição 2: Batman & Robin Eternal 3-4 (44 Páginas)
DETALHES DA PUBLICAÇÃO:
Minissérie Periodicidade quinzenal Formato 17 x 26 cm Capa Couché Lombada Canoa (Grampeada) Papel LWC Distribuição Nacional Ponto de venda: Bancas
A Revista chega às bancas a partir desse mês com a primeira custando R$ 8,20 e a segunda R$ 6,90. A publicação terá 13 edições no total.
Psst. Ei. É, você mesmo. Vem cá, deixa eu te contar um segredo: Sabia que Japonês é um povo estranho? Hein? Como assim todo mundo sabe disso? De qualquer maneira, aconchegue-se e venha ler o mais novo Primeiras Impressões. Depois de paradoxos quânticos do Jailson Mendes e garotas sexistas e superficiais, podemos ir para frases de bandeira, que tal? Uma vez um amigo meu me disse que frase de bandeira é sempre algo que nós fingimos que temos, mas na realidade é o que mais precisamos (vide: Ordem e Progresso). Quer uma frase de bandeira maior do que algo próximo de “Qualidade” no nome desse anime?
A reação mais normal que qualquer pessoa poderia ter, ao assistir isso (além de falar mal da péssima animação, mas que já comento sobre), é ficar mais perdida que garota inocente na hora de levar madeirada. Eu não me perdi muito, já que fiz minhas pesquisas antes de começar, mas um ser humano médio ficaria atordoado com o que viu.
Vou passar rapidamente sobre os resultados de minhas pesquisas. Se quiser ir mais a fundo, você pode ler o mesmo post que eu li, no blog do Frog-kun (em inglês, infelizmente). Basicamente, a série “Qualidea” é uma cooperação de três autores de Light Novels relativamente famosas: Tachibana Koushi, autor de Date a Live, uma série que eu gosto bastante; Sou Sagara, autor de Hentai Ouji to Warawanai Neko, ou Henneko para abreviar; e Watari Wataru, autor de Oregairu (essa eu nem ouso escrever o nome completo). Juntos, eles tiveram essa ideia depois de beber até falar mole (é sério), e decidiram botar em prática.
Cada escritor toma conta de uma das escolas da trama: Koushi da escola de Kanagawa (a escola das espadas), Sagara da escola de Tóquio (a escola dos magos), e Wataru, da escola de Chiba (a das arminhas). Tendo em vista que o projeto ainda é novo, há pouco material disponível, mas o plano é de que cada escola possua suas histórias independentes, contadas em Light Novels separadas. A história do anime é um “roteiro original”, escrito em conjunto pelos três.
Os três autores da obra em seu habitat natural (é sério, são eles mesmo).
Isso significa que você precisa ter lido as outras trocentas obras para entender o que está dançando na sua tela? Não exatamente. Basta você entender que o show não é um universo fechado, mas sim uma peça de um quebra-cabeça maior. Ainda não tenho uma bola de cristal, mas acredito fortemente que a obra será auto-suficiente o bastante para poder ser aproveitada sozinha. Para questões não resolvidas e desentendimentos de história, só podemos dar tempo ao tempo.
Falando na história… Caras, não dá. Quando eu criei o gênero “Harém Escolar Mágico Genérico” alguns anos atrás, eu não imaginava que o último adjetivo viria a ser o mais importante e o mais relevante. Tá certo que o que faz sucesso tende a ser copiado, e que algo só se torna ‘clichê’ porque foi tão bem recebido que começou a ser utilizado em demasia… Mas nossa, é demais, caras… Não tem nada que eu jánão tenha visto em Qualidea Code. Tudo que está presente e todos os aspectos envolvidos são genéricos e você encontra, quase que na íntegra, em outros 49 shows semelhantes.
Cutucando a ferida, falemos da tal animação. O estúdio responsável, a A-1 Pictures (também conhecido na comunidade tóxica de animes como “McDonalds”. Longa história…) está claramente com as mãos cheias demais. Com uma pesquisa rápida, pude ver que Qualidea Code é o TERCEIRO show que eles estão fazendo ao mesmo tempo. Digo terceiro pois os outros dois (B-Project: Kodou Ambitious e a adaptação de Phoenix Wright) são lançados antes dele.
Antes que me joguem pedras ou peguem os tridentes e as tochas, já adianto que não sou especialista em animação ou expert no trabalho de estúdios, mas consigo muito bem imaginar que a culpa da arte HORRENDA de Qualidea se dá, além do baixo investimento, pela sobrecarga dos responsáveis.
Uma dessas prints é de Qualidea Code, a outra é de uma obra de 2001. Consegue descobrir qual é qual?
A A-1 Pictures normalmente não é associada a boas animações, embora possa tirar alguns bons resultados vez ou outra. Mas quando o assunto são animes atuais, nós sempre esperamos um nível MÍNIMO de qualidade. Se você mostrar o primeiro episódio de Qualidea para alguém que conhece o meio, mas está por fora dos lançamentos atuais, uma reação muito plausível seria a pessoa achar que o show foi produzido em meados dos anos 2000. E que me perdoem Haruhi, Cowboy Bebop e Sakura Card Captors, que tem uma animação muito superior, mesmo sendo dos anos 2000.
Você percebe que não é simples falta de capacidade, ao assistir a abertura: a animação lá é boa. Não chega a ser maravilhosa, mas é um nível aceitável. A primeira coisa que passou pela minha cabeça, ao vê-la, foi: “Essa qualidade deveria ser o padrão DO EPISÓDIO, e não da abertura”. É uma pena, já que o show poderia ser muito mais aproveitável (menos insuportável).
Já que toquei no assunto musical, a direção sonora é, com certeza, um dos pontos positivos do show. Talvez o único indivíduo que tenha feito um trabalho decente em todo o elenco seja o senhor Taku Iwasaki. Suas grandes participações incluem Ben-to, Tengen Toppa Gurren Lagann, Soul Eater e a Parte 2 de JoJo. Com um currículo desses, é de se imaginar que a BGM seja, no mínimo, satisfatória de se ouvir. Além das músicas de fundo, as músicas-tema da abertura e encerramento foram muito bem produzidas, sendo cantadas por dois grandes nomes da cultura recente, LiSA e ClariS, respectivamente. Poderia até ser maldoso e dizer que gastaram o orçamento inteiro do anime só na contratação das cantoras, e depois tiveram que animá-lo com os vales-refeição.
Outro ponto que podemos dizer ser algo positivo, são os personagens. Desde seus designs (nem tão) marcantes, até suas habilidades (nem tão) especiais e suas personalidades (nem tão) bem definidas.
Na aparência, temos quatro garotas com características que, embora facilmente encaixáveis em “esteriótipos”, não são tão óbvias quanto as que vimos em New Game! (tirando a loirinha, ela é estereotipada demais, meu deus do céu. Mas ainda é linda melhor garota 10/10). Temos também dois garotos que… Bem… São garotos, então quem liga pra aparência deles? Apesar que devo dizer que a armadura mágica (ou seja lá o que for aquilo) no braço do Líder de Tóquio é até que bem estilosa.
Já as habilidades… Como comentei algumas vezes, já vi iguais em outros shows. Não são muito criativas, nem fogem do básico. Talvez a única inovação, seja a enorme possibilidade de piadas com JoJo, por conta de tais poderes serem chamados de “Worlds“.
Por fim, as personalidades são, sim, bem definidas. Tendo em vista que isso não é algo que se pode ter um espectro enorme, até que foram escolhidas sabiamente. Chega a ser engraçado, pois com um pouco de conhecimento sobre os três autores, fica muito fácil de descobrir quem criou cada personagem, só por suas personalidades.
Resumindo tudo, então: três caras beberam demais e criaram mais um harém escolar mágico genérico de baixo orçamento, mas com uma música bacana, e que poderia ser viável, se não parecesse ter sido criado nos anos 2000. Difícil dar mais que 4/10 para essa estréia, e resta torcer para que façam um make-over total nos Blurays, como aconteceu com Mekakucity Actors (todos podemos sonhar, não é?).
A série pode ser assistida legalmente na Crunchyroll, com episódios novos todos os sábados.
Para quem estava presente no evento Star Wars Celebration, teve a chance de olhar um novo teaser de Rogue One: Uma História Star Wars com direito a participação do icônico vilão, Darth Vader. Até o presente momento, este mesmo teaser ainda não foi liberado online.
Mesmo faltando mais de quatro meses para o seu lançamento, o longa ganhou seu primeiro TV Spot.
O clipe tem apenas 30 segundos e mostra o envolvimento de Jyn Erso com a Aliança Rebelde, além de outros rostos conhecidos.
Definido para chegar aos cinemas em 16 de dezembro, Rogue One: Uma História Star Wars é o primeiro spin-off da franquia e tem a direção de Gareth Edwards e roteiro escrito por Chris Weitz. A trama se centrará em uma série de eventos que ocorreram antes de Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança, onde terá uma missão da Aliança Rebelde em roubar os planos da Estrela da Morte do Império.
Confiantes em seus projetos secundários, a Disney pretende avançar em outros spin-offs como de Han Solo, com data prevista de lançamento em 2018.
O filme foi produzido pela Lucasfilm e será distribuído através da Walt Disney Studios. No elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Riz Ahmed, Ben Mendelsohn, Jiang Wen, Mads Mikkelsen e Forest Whitaker.
A desenvolvedora Red Barrels anunciou hoje, que a sequencia do aclamado jogo de terror Outlast, lançado em 2013, foi adiada para o primeiro trimestre de 2017, originalmente o jogo seria lançado no final desse ano.
A anuncio se deu através da pagina oficial do game no Facebook, onde o estúdio diz que foi uma decisão difícil mas após ouvir as fervorosas opiniões dos fãs, sentiram que precisavam de mais tempo para criar o trabalho com a qualidade que merecem.
Segundo a Comicbook, Marvel’s Agents of SHIELD escalou o ator Jason O’Mara como o novo diretor da SHIELD, na quarta temporada. O’Mara interpretará um personagem da Marvel, que teria ligações com os anos 1940. A escalação tem ligações com o final da terceira temporada de Marvel’s Agents of SHIELD.
“Trazer Jason O’Mara para a série como o novo Diretor da SHIELD força todo mundo, particularmente Coulson, à repensar seu papel na Agência,” disse o Produtor Executivo e Chefe da Marvel, Jeph Loeb, em entrevista à Deadline. “Jason tem tanto presença física como preparação para cenas de ação, que vai conectar e desafiar até mesmo o agente mais leal.”
Jason O’Mara é um ator irlandês com trabalhos anteriores em: Justice, Life on Mars, Terra Nova, Vegas, Complications, e The Good Wife. Ele é também a voz do Batman no universo cinematográfico de animação da DC Entertainment, em produções como: Son of Batman, Batman vs. Robin, Batman: Bad Blood, Justice League: War, Justice League: Throne of Atlantis, Justice League vs. Teen Titans, e Justice League Dark.
O’Mara é o segundo maior anuncio já feito até o momento para a quarta temporada de Marvel’s Agents of SHIELD. Na San Diego Comic-Con 2016, a Marvel Television anunciou Gabriel Luna como o Ghost Rider, Robbie Reyes.
Marvel’s Agents of SHIELD é produzida e criada por Joss Whedon, Jed Whedon & Maurissa Tancharoen. Jeffrey Bell e Jeph Loeb são os produtores executivos. O seriado retorna no dia 20 de setembro, em novo horário, às 22 horas, horário local, na ABC.
Um dos gêneros dos mangás menos falado aqui em terras tupiniquins , com certeza é o “Josei“, e não sei porque isso ocorre ( na verdade eu tenho uma teoria, mas essa é uma outra história…), pois dentro desse meio é um dos que mais produz histórias reflexivas e com personagens densos e bem incomuns.
Recentemente, a editora New Pop nos proporcionou a oportunidade de conhecer uma das mais famosas obras, da considerada por muitos, a “mãe” do Josei, Kyoko Okazaki, chamada Helter Skelter (sim a música dos Beatles, do Charles Manson… enfim), ganhador do prêmio Osamu Tesuka de 2004 e que trata-se de uma obra com classificação indicativa para maiores de 18 anos.
SINOPSE
Se você acompanha a moda no Japão, já deve ter visto o rosto de Liliko. Nos últimos anos, ela tem estado no topo do mundo da moda, promovendo as maiores marcas. Mas, como todos sabem, este mundo é uma batalha constante e interminável. Há sempre modelos novas e mais jovens a cada temporada. E manter sua posição significa aprender a adaptar-se e a lidar com a mudança. Após passar por inúmeras cirurgias plásticas, Liliko consegue se transformar em uma absoluta manifestação de beleza. Contudo, incapaz de suportar os efeitos colaterais de tantas cirurgias, seu corpo logo começa a desmoronar, e junto com ele, sua sanidade mental.
“Luz na passarela, que lá vem ela”
A HISTÓRIA
Ao ler Helter Skelter, um misto de sensações me veio a cabeça. É bonito e feio, erótico e repulsivo, superficial e profundo, tudo ao mesmo tempo. Mostra facilmente uma face da cultura da vaidade que sabemos que existe e que vivemos no dia a dia, mas que não queremos acreditar que existe pois, de certa forma, seguimos seus padrões mas não nos aceitamos como parte desse padrão.
A arte desse mangá já nos remete a algo muito incomum, ele tem um traço imperfeito proposital, pra fazer um paralelo com o que a autora quis dizer. É verdade que quando a autora terminou de produzir a obra, ela sofreu um acidente, que a impossibilitou de fazer a pós produção do mangá, passando assim um aspecto de inacabado em certos momentos, mas que deixa a obra com um tom cru, mas que só engrandece a mensagem proposta.
Estranho e belo.
A história é um conto distorcido da beleza que conduz à ruína e o que vem depois. O comentário social subjacente que as pessoas irão fazer qualquer coisa para a busca não somente da beleza, mas sim da manutenção do status que essa beleza pode nos proporcionar. A ideia de cirurgias plásticas experimentais, incluindo componentes muito perturbadores, é ao mesmo tempo bizarro e assustadoramente crível. Além da beleza, Okazaki também aborda a natureza inconstante da fama, as celebridades e o papel que desempenham na vida e mentalidade dos jovens(e os não tão jovens também), que se espelham nessa figura de beleza, e o quão facilmente uma vida aparentemente perfeita pode ser despedaçado pelos vícios que esse mundo produz.
Todos os personagens são imperfeitos. São seres egoístas que atuam tanto no seu próprio interesse e necessidades, que traz à obra um toque extremamente realista. Liliko é antipática, perturbada, depressiva, manipuladora, mas ao mesmo tempo é um personagem que desperta pena. Às vezes, ela é honesta consigo mesma, às vezes ela mente para si mesma, e isso proporciona uma narrativa não confiável para o leitor, pois a sensação é que, ao mesmo tempo que ela quer ser responsável pelo seus atos, ela não quer se responsabilizar, como se fosse uma vítima desse mundo cruel.
Os personagens coadjuvantes também são nefastos: a assistente submissa, a empresária gananciosa, a frígida cirurgiã, a jovem modelo niilista; que só enriquecem a trama. Não é uma visão particularmente edificante da sociedade, mas sim triste e de uma absurda verossimilhança.
A edição feita pela New Pop é de encher os olhos na parte gráfica, com páginas coloridas, papel de ótima qualidade e com um preço bem acessível, visto a qualidade do material. Peca na parte de revisão ortográfica em alguns momentos, mas não é nada que estrague a experiência da leitura.
No geral, Helter Skelter é um mangá como poucos. É extremamente envolvente, mesmo com personagens que são difíceis de simpatizar e com cenas que deixam o leitor bem desconfortável em vários momentos, consegue ter uma narrativa fluída e densa, digna dos melhores thrillers psicológicos. Devido aos temas maduros e cenas, o público-alvo é reduzido, visto que é uma obra para maiores de 18 anos, e de um gênero não muito popular no Brasil, mas para quem gosta de uma narrativa adulta, abordando o lado mais obscuro da fama e da natureza humana, é uma leitura mais que obrigatória.
Até a próxima!
FICHA TÉCNICA
Helter Skelter – Volume único
Publicado em: Julho de 2016
Editora: New Pop
Gênero: Josei
Autor(a): Kyoko Okazaki (Pink!)
Status: Série concluída
Número de páginas: 320 paginas (papel offset) / Leitura Oriental
Formato: 15×21 cm / P&B com páginas coloridas / Lombada quadrada
Preço de capa: R$ 24,90
Com o sucesso do remake de DOOM, a id Software irá lançar uma versão do jogo para tabuleiro, onde você terá a liberdade de controlar tanto o protagonista quanto os monstros.
DOOM: The Board Game terá cerca de seis missões simultâneas, para soldados e monstros que já vem com o tabuleiro. Como se já era esperado, os personagens serão os mesmos da nova versão do game. A Fantasy Flight fez uma atualização no jogo colocando ainda mais classes e alguns elementos chaves que não foram revelados.
DOOM já está disponível para Playstation 4, XBOX ONE e PC. Doom: The Board Game ainda não tem data de lançamento.
Uma semana após de lançar o primeiro trailer de Mulher-Maravilha durante o painel da DC Films, a Warner Bros. lançou o primeiro TV Spot do longa.
https://www.youtube.com/watch?v=Mv8XnOi-6tY
É fácil notar que o spot não contém nenhuma cena inédita, porém está editado de uma forma diferente do que foi mostrado no trailer.
Antes de se tornar a Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível e foi criada numa ilha paradisíaca. Quando um piloto americano chega na ilha, fala de um enorme conflito que assola o mundo exterior e por conta disso, Diana deixa sua casa convencida que pode parar a ameaça. Lutando para acabar com todas as guerras, Diana vai descobrir seus plenos poderes e seu verdadeiro destino.
Juntando com Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen, Robin Wright, David Thewlis, Danny Huston, Elena Anaya, Ewen Bremner e Saïd Taghmaoui. Jenkins dirige o filme a partir de um roteiro escrito por Allan Heinberg e Geoff Johns com história de Zack Snyder e Allan Heinberg. O filme foi produzido por Charles Roven, Zack Snyder, Deborah Snyder e Richard Suckle com Rebecca Roven, Stephen Jones, Wesley Coller e Geoff Johns como produtores executivos.”
Mulher-Maravilha tem previsão de lançamento em 2 de junho de 2017.
A SyFy divulgou o primeiro trailer e promo de sua vindoura nova série de vampiros, Van Helsing. Confira os vídeos na galeria de reprodução abaixo.
A série tem em seu elenco: Kelly Overton (True Blood), Jonathan Scarfe (Hell on Wheels), Christopher Heyerdahl (Sanctuary, True Blood), Paul Johansson (One Tree Hill), David Cubbit (Medium), Vincent Gale (Bates Motel) e Tim Guinee(Homeland).
Van Helsing é produzida pela Nomadic Pictures, que também serve como sede do estúdio de filmagens. O seriado tem produção executiva de Chad Oakes e Mike Frislev, da Nomadic Pictures, o showrunner Neil LaBute, Simon Barry (Continuum), Evan Tyler, Dave Brown, Zadoc Angell, e Daniel March.
A primeira temporada terá 13 episódios, e estreia na sexta-feira, 23 de setembro, na Syfy.