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Jon Watts está em negociações finais para dirigir uma série misteriosa do universo Star Wars

Foi revelado com exclusividade pelo Discussing Film, que o cineasta Jon Watts está em negociações finais para dirigir uma série misteriosa do universo Star Wars para o Disney+. 

No segundo semestre de 2022, serão iniciadas as gravações de um seriado situado na Alta República com jovens Jedi como protagonistas. A escalação de elenco já foi iniciada e o seu anúncio deve ser feito em breve. 

Atualmente, Watts trabalha no desenvolvimento de três franquias de renome distintas. São elas: Premonição 6 (produtor), longa-metragem protagonizado por Brad Pitt e George Clooney (diretor, produtor e roteirista) e Quarteto Fantástico (diretor). 

Star Wars é uma das maiores franquias da história, acumulando o total de 11 filmes, diversas animações, games, séries e curtas-metragens. O primeiro filme foi lançado em 1977, com Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford.

Para futuras informações a respeito do primeiro filme da franquia Star Wars, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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De Lovecraft e Houdini: Sob as Pirâmides está no Catarse!

Novo projeto da Editora Skript  está no Catarse, De Lovecraft e Houdini: Sob as Pirâmides. Um livro ilustrado com as façanhas de  Houdini em sua passagem pelo Egito, aventuras que o próprio teria relatado para Lovecraft, que escreveu sua história. Juntos, os mestres do fantástico e fantasia criaram a história mais impressionante de todas.

“SOB AS PIRÂMIDES é um conto escrito por H.P. Lovecraft em colaboração com o famoso ilusionista e escapista, Harry Houdini, em fevereiro de 1924, e publicado pela Weird Tales.

Narrado a partir da perspectiva do próprio Harry Houdini, trata-se de um relato ficcional (ou não) do encontro que o ilusionista afirma ter experimentado durante suas férias no Egito em janeiro de 1910.

Misturando egiptologia, ocultismo, seres cósmicos, divindades, ritos cerimoniais e as incríveis habilidades escapistas, a obra explora as origens e os segredos das pirâmides e uma sombria lenda por detrás do ser que influenciou a construção da Esfinge de Gizé.”

As artes do livro dão-se ao trabalho do artista  Marcel Bartholo, que é ilustrador, quadrinista e artista plástico, pós-graduado em Artes Visuais-Cultura e Criação, é professor em Sorocaba (SP), onde ministra oficinas de desenho e criatividade. confira uma prévia dessas ilustrações:

Esta obra pertence a coleção de livros ilustrados em formato widescreen da Skript, que já foram lançados também pelo Catarse, como os exemplos abaixo:

De Lovecraft e Houdini: Sob as Pirâmides terá um formato widescreen, capa dura e cinta de acabamento e Bookplates atografados pelo Marcel. 

Você pode apoiar essa obra e conferir todos  clicando no banner abaixo. Lembrando que esse lançamento trata-se de uma pré-venda. A obra será publicada independente do resultado da campanha.

E aí, curtiu? Para mais novidades fique de olho nas redes da editora  Skript e não deixe de apoiar essa obra sensacional! Não vão faltar bons contos sobre essa aventura. E fica o questionamento: Foi uma aventura real ou não? Apoie e leia De Lovecraft e Houdini: Sob as Pirâmides!

Confira o trailer do lançamento:

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Quadrinhos

Esquadrão Suicida e Aquaman em minisséries pelo selo DC Black Label

Mais personagens, considerados “pesos-pesados” da DC Comics vão ganhar histórias no selo DC Black Label. Depois de Batman e Superman, agora chegou a vez de Aquaman e Esquadrão Suicida no selo adulto da Casa das Lendas.

Por coincidência (ou não), ambos estão ou estarão em destaques em outras mídias da DC Comics. O infame grupo de super vilões teve seu elogiado filme dirigido por James Gunn lançado ano passado e o sucesso da série do Pacificador. Já o Rei dos Mares já está em produção do seu mais novo filme.

Aquaman: Andrômeda

Com roteiro de Ram V. e artes de Christian Ward, a minissérie de três edições é descrita como um livro de terror psicológico que irá colocar Arthur Curry em desafios nas profundezas do Oceano Pacífico.

A sinopse diz que no lugar mais fundo do Oceano Pacífico, na maior distância possível de qualquer terra, fica Point Nemo, o cemitério de naves espaciais. Desde o início da corrida espacial, as nações do mundo enviaram suas naves lá na aterrisagem, onde resgatavam seus astronautas e deixar as capsulas espaciais afundarem no mar silencioso.

Para pesquisar sobre o lugar, uma equipe secreta de cientistas, alguns astronautas e soldados embarcam no submarino experimental Andrômeda, um protótipo de embarcação de exploração em alto mar movido por um misterioso buraco negro, e eles foram escolhidos para investigar o mistério afundado. Até que o Arraia Negra também decide verificar e tomar para si o que tem nas profundezas. Mas em Point Nemo, uma coisa que não é da Terra está despertando.

Aquaman: Andrômeda tem lançamento previsto para junho nos EUA.


Suicide Squad: Blaze

A minissérie em três edições do Esquadrão Suicida ganhou vida no retorno da dupla Si Spurrier (roteiro) e Aaron Campbell (desenhos), ambos foram responsáveis pelo sucesso John Constantine: Hellblazer, publicado no próprio selo Black Label. Junto com eles toda a equipe também retornam: o editor Chris Conroy, o colorista Jordie Bellaire e o letrista Aditya Bidikar.

A sinopse fala sobre um meta-humano que tem praticamente o poder do Superman, só que com desejos canibais! Um ser imparável que é dominado apenas pela fome e instinto, atacando aleatoriamente em todo mundo. Para enfrentar essa perigosa ameaça, foram convocados Arlequina, Pacificador, Tubarão-Rei e o Capitão Bumerangue. Eles vão convocar mais cinco pessoas que fazem parte do Projeto Blaze. O tal projeto, reúne pessoas normais que se voluntariam para receberem super-poderes, mas os cinco voluntários são totalmente descartáveis e eles estão de alguma forma interligados. Quando cada um morre, os outros ficam mais fortes.

Suicide Squad: Blaze já teve a sua primeira edição publicada nos EUA.

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Quadrinhos

Na batida dos quadrinhos fora da caixa, conheça o Quadrins do Batera

Os quadrinhos sempre, que bem empregados, podem ser bem combinados com outras artes e estilos. E um mais usado é a música. Visto que temos bastante material desse escopo, rugiu a necessidade de canais e/ou perfis que venham unir ambos. E assim nasceu o Quadrins do Batera.

Capitaneado pelo incansável Gustavo Fernandes, natural de Fortaleza/CE, aborda quadrinhos alternativos intercalando com instrumentos musicais (o Gustavo é baterista), em uma lacuna de perfis que venham unir imageticamente a paixão pela leitura e instrumentos musicais.

Provocar a união de leitores advindos de outros nichos literários e até mesmo daqueles que não possuem o costume de consumir esse tipo de material, permitindo-os seguir “na batida dos quadrinhos fora da caixa”, conforme aponta o slogan da página.

Para conhecer o trabalho do Quadrins do Batera, você pode seguir no Instagram clicando AQUI e no Twitter, clicando AQUI.

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Quadrinhos

O passado e a modernidade se chocam em O Grande Xaram, publicação da Editora Veneta

Com roteiro de Mauricio Oliveira Dias e com artes de Allan Alex, nasceu a HQ O Grande Xaram. Uma história emocionante, que apresenta um choque entre o passado glorioso e a modernidade “canibal”, onde o velho ventríloquo Xaram, que foi muito famoso no final dos anos 1940, precisa competir a popularidade com os jogos eletrônicos.

Guardião de uma arte esquecida, o velho ventríloquo Xaram anima festas infantis com seu boneco Frodo, obrigado a competir com a modernidade e o fato de ser considerado como ultrapassado. Mas nem sempre as coisas foram assim: no fim dos anos 1940, auge dos programas de rádio, Xaram já teve seu momento de fama. Já no outono de seus anos, o artista sofre com o vazio deixado por um grande afeto que ficou no passado.

Publicado pela Editora Veneta, O Grande Xaram conta com um posfácio do historiador e jornalista Daniel Salomão Roque sobre a história do ventriloquismo.

O Grande Xaram tem formato 20.5 x 27.5 cm e 32 páginas.

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Séries

Oscar Isaac revela que adorou viver o Cavaleiro da Lua e que desejar interpretar o personagem mais vezes

Para a EMPIRE, o ator Oscar Isaac revelou que adorou dar vida ao Cavaleiro da Lua no MCU, e que agora, deseja reprisar o papel em futuras produções da Marvel Studios. 

”Eu não consigo imaginar que essa será a última vez que eu vou interpretar o Cavaleiro da Lua no MCU. Ele é muito divertido. Na verdade, tudo depende da reação do público quando a série estrear. Mas eu adorei interpretá-lo, mais especificamente, Steven. Espero poder visitá-lo novamente, eu o amo tanto. Sinto que ele é uma pessoa real, que vive no nosso mundo e que tem problemas de verdade. Faz muito tempo desde que senti essa conexão”. 

Rumores apontam que o Cavaleiro da Lua terá uma grande importância no MCU, aparecendo na mesma proporção de outros personagens famosos como Homem de Ferro e Capitão América. Ao que tudo indica, a série terá várias temporadas.

Confira a seguir, as mais novas imagens do seriado: 

Steven Grant, funcionário de uma loja de presentes, é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha o seu corpo com o mercenário Marc Spector.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Cavaleiro da Lua. 

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O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface não é uma redenção da franquia

O Massacre da Serra Elétrica, de 1974, é considerado um marco para o gênero de horror. Idealizado por Tobe Hooper, o filme surgiu como um projeto independente que alcançou um sucesso inesperado devido a icônica figura de Leatherface, o grande vilão (e também protagonista) da franquia. 

São quarenta e oito anos de história, de altos e baixos. Entretanto, diferente de outras sagas de slashers, O Massacre da Serra Elétrica sofre com uma série de longas-metragens problemáticos e pouco cativantes, salvando-se apenas pelo seu garoto propaganda que caiu no gosto popular, principalmente pelos idólatras de obras de terror clássicas. 

Desconsiderando suas continuações lançadas nas décadas de 80 e 90, foram quatro tentativas de salvar a série, todas sem muitos resultados. Agora, com o lançamento de O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface pela Netflix (que comprou apenas os direitos de distribuição, o desenvolvimento é inteiramente da Legendary), a franquia tenta se reerguer diante uma sequência direta da produção lançada em 1974. 

texas chainsaw massacre (2022) | Explore Tumblr Posts and Blogs | Tumgir

Quando uma viagem de negócios leva uma jovem, sua irmã mais nova e seus amigos pelas estradas do Texas, elas precisam sobreviver a um encontro fatal com o Leatherface.

Infelizmente, as adversidades com O Retorno de Leatherface se iniciam muito antes de sua chegada no streaming. Originalmente, a dupla Andy e Ryan Tohill foram contratados para dirigirem a continuação. Entretanto, poucos dias após o início das gravações (que começaram em Agosto de 2020), os irmãos foram trocados pelo cineasta David Blue Garcia, que iniciou as filmagens do zero após os executivos da Legendary não estarem satisfeitos com o trabalho dos Tohill; que por outro lado, não concordavam com a visão que a produtora tinha perante o projeto.

Um ano depois, a Legendary anuncia o cancelamento da estreia do novo O Massacre da Serra Elétrica nos cinemas, e divulgou que a obra cinematográfica será lançada com exclusividade no catálogo da Netflix. Muitos fãs ficaram preocupados com o destino do filme, mesmo o modelo de negócios ser comum entre os mais variados streamings desde 2018. Afinal, qual será o destino da saga? Pois não se engane, O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface não é uma redenção dos erros do passado. 

Texas Chainsaw Massacre 2: Uma sequência está acontecendo? - Guia Netflix

Sua curta duração, atrapalha em seu desenvolvimento. Após cinco anos em hiato (Massacre no Texas, prequel de 2017, foi o último longa-metragem lançado), os idealizadores do projeto haviam um desafio em mãos: explorar a mitologia de um Leatheface idoso após os eventos de O Massacre na Serra Elétrica (1974). Logo, não haviam motivos para elaborar uma história de 1h 23m, mas sim, algo mais longo para se aprofundar na psique do serial killer que leva o seu nome no título. 

Sua fraca introdução (porém inteligente, diga-se de passagem) serve como um breve resumo para os telespectadores. Em seguida, conhecemos o grupo de jovens que serão os protagonistas. Suas inserções são feitas de forma pouco cativante, e fica explícito que será cansativo acompanhar a jornada da equipe, dado que não há um princípio vital nas personas.

O vazio nas interações entre os amigos é tedioso, e ao contrário de outros filmes de terror, aqui suas atitudes não são estúpidas, mas sim, mesquinhas e soberbas. É um diferencial para O Retorno de Leatherface, contudo seria um elogio caso os aspectos fossem guiados de formas mais cuidadosas e menos apressadas. 

A introdução de Sally Hardesty (Olwen Fouéré é a sua intérprete, uma vez que Marilyn Burns, a atriz original, faleceu em 2014) não empolga, principalmente quando o prólogo do enredo explica através de uma razão preguiçosa, o motivo de Sally nunca ter ido atrás de Leatherface até então. Hardesty estava sendo vendida como uma ”final girl”, no estilo de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis), de Halloween, no entanto as suas atitudes não chegam nem perto da coragem e determinação  de Strode. A lentidão em tomar uma conduta essencial para situações de risco, faz com que o espectador se questione se era realmente necessário trazê-la de volta.  

Netflix's Texas Chainsaw Massacre deals with gun debate, school shootings - Polygon

Há algumas adversidades em Leatherface, mas mesmo diante de uma trama debilitada por problemas externos, o vilão entrega aquilo que ele propõem desde a sua criação: fazer um verdadeiro massacre. 

Sem quaisquer demonstração de sentimentos ao assassinar suas vítimas, o longa-metragem apresenta um lado mais humano do antagonista quando uma tragédia pessoal (causada por incompetência de terceiros) aflige a sua vida. Em contrapartida, ele não causa uma presença assustadora, mesmo sendo um indivíduo ameaçador. 

É satisfatório ver Leatherface em ação, apesar do personagem tentar se distanciar do seu passado conturbado (é possível perceber a condição através de pequenas atitudes) e voltar à ação exclusivamente por um fator que ameaça sua ”existência”. 

Lastimavelmente, toda a carnificina causada pelo sujeito não é suficiente para salvar o débil conto de O Retorno de Leatherface. O gore causado pelo elemento é pouco explorado, ainda que explícito em determinadas ocasiões.  

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O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface utiliza da mesma fórmula de Halloween: ser uma sequência apenas do filme original desconsiderando suas eventuais sequências, reboots e remakes. Porém, se é proposto que ele seja uma continuação do original, é ilógico que Chris Thomas Devlin, Fede Alvarez e Rodo Sayagues (roteiristas) junto de David Blue Garcia e da Legendary, excluam elementos  essenciais para a mitologia de Leatherface que são obrigatórios para qualquer obra cinematográfica do portador da famosa ”motosserra”.

A produção pouco se esforça em explicar por que Thomas Hewitt (Leatherface) se envolveu com uma nova personagem, tal qual o destino de alguns membros de sua família incestuosa. Em contrapartida, a sua cena pós-créditos deixa um sorriso no rosto e quiçá, é a melhor parte da película junto de seus créditos estilizados. 

Fãs de O Massacre da Serra Elétrica terão mais uma decepção. Já, quem não conhece muito da franquia mas fica feliz em assistir à um filme de horror, irá se entreter na medida do possível. 

NOTA: 2,5/5

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Séries

Fallout | Walton Goggins é escalado para ser o protagonista da série

A Variety anunciou com exclusividade, que o ator Walton Goggins será o protagonista da série Fallout do Prime Video, que será baseada no game homônimo. 

Detalhes do seu personagem não foram divulgados. Entretanto, acredita-se que ele dará vida à um personagem baseado nos mutantes Ghoul, humanos destruídos pela explosão nuclear que se transformaram em criaturas  grotescas e são imunes à radiação. 

Jonathan Nolan, o idealizador do projeto, dirigirá o primeiro capítulo. 

Fallout é um RPG eletrônico produzido por Tim Cain, desenvolvido pela Black Isle Studios e publicado pela Interplay em 1997. O jogo acontece em um cenário pós-apocalíptico no século XXII, mas sua história e arte, foi grandemente influenciada pela paranoia nuclear que atacou os anos 50.

Fallout não possui data de lançamento.

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Anime Cinema

“JUJUTSU KAISEN 0”: Filme chega aos cinemas brasileiros em 24 de março

Em release de imprensa, a Crunchyroll, plataforma internacional de streaming de animê, anunciou hoje (18) a data de estreia do blockbuster “JUJUTSU KAISEN 0“, filme da franquia “JUJUTSU KAISEN“. O filme chegará aos cinemas brasileiros no dia 24 de março de 2022, e também terá exibições dubladas, dependendo de disponibilidade do local.

A Crunchyroll já havia anunciado a exibição do filme no Brasil, mas a data de estreia e a existência da opção dublada ainda não tinham sido confirmadas.

A empresa fornece uma sinopse do filme:

“Eu prometo. Quando formos grandes, nós vamos nos casar!”

Quando Yuta Okkotsu era pequeno, sua amiga Rika Orimoto morreu num acidente de trânsito, bem na sua frente. Ela se tornou uma aparição, assombrando o jovem e atormentando a sua vida, até o dia em que Satoru Gojo, um feiticeiro Jujutsu, o convida para se matricular no Colégio Jujutsu. Junto com seus novos colegas de sala – Maki Zen’in, Toge Inumaki e Panda – Yuta encontra a coragem para perseverar. Enquanto isso, Suguru Geto, um vil manipulador de maldições que foi expulso do colégio por massacrar inocentes, põe em prática seu plano: lançar mil maldições em Shinjuku e em Kyoto e exterminar todos os não-feiticeiros, criando um paraíso para feiticeiros Jujutsu. Será que Yuta será capaz de impedir Geto? E o que acontecerá quando ele se livrar da maldição da Rika?

Um trailer (sem legendas) está disponível no canal TOHO animation, produtora do filme:

Animado pelo estúdio MAPPA e dirigido por Sunghoo Park, “JUJUTSU KAISEN 0” será distribuído pela Crunchyroll em associação com a Funimation, e possui duração de 105 minutos. No elenco de vozes japonês, temos:

  • Yuta Okkotsu: Megumi Ogata
  • Rika Orimoto: Kana Hanazawa
  • Maki Zen’in: Mikako Komatsu
  • Toge Inumaki: Koki Uchiyama
  • Panda: Tomokazu Seki
  • Satoru Gojo: Yuichi Nakamura
  • Suguru Geto: Takahiro Sakurai

A série de animação, “JUJUTSU KAISEN”, recebeu dublagem na Crunchyroll e na Funimation, feita no estúdio Som de Vera Cruz, com direção de Leonardo Santhos.

Além da exibição nos cinemas brasileiros, a Crunchyroll confirmou que irá distribuir o filme nos seguintes países da América Latina: Argentina; Bolívia; Chile; Colômbia; Costa Rica; Equador; El Salvador; Guatemala; Honduras; México; Nicarágua; Panamá; Peru; Uruguai e Venezuela.

Pôster do filme “JUJUTSU KAISEN 0” (Imagem fornecida pela Crunchyroll)
Pôster do filme “JUJUTSU KAISEN 0” (Imagem fornecida pela Crunchyroll)

A série de anime “JUJUTSU KAISEN” é a adaptação do mangá best-seller criado por Gege Akutami, serializado semanalmente na revista Shonen Jump da Shueisha, com mais de 60 milhões de cópias em circulação apenas no Japão. No Brasil, o mangá é publicado pela Editora Panini. Eleito Anime do Ano no Crunchyroll Anime Awards de 2021, e recentemente também coroado com diversos títulos na edição de 2022, o anime “JUJUTSU KAISEN” encontra-se disponível na íntegra nas plataformas da Crunchyroll e da Funimation, com opções legendadas e dubladas.

A Crunchyroll oferece a seguinte sinopse para a série:

Sofrimento, arrependimento, vergonha: os sentimentos negativos dos humanos tornam-se Maldições, causando terríveis acidentes que podem levar até mesmo à morte. E pra piorar, Maldições só podem ser exorcizadas por outras Maldições. Certo dia, para salvar amigos que estavam sendo atacados por Maldições, Yuji Itadori engole o dedo do Ryomen-Sukuna, absorvendo sua Maldição. Ele então decide se matricular no Colégio Técnico de Feitiçaria de Tóquio, uma organização que combate as Maldições… e assim começa a heróica lenda do garoto que tornou-se uma Maldição para exorcizar uma Maldição.

Para mais informações spbre JUJUTSU KAISEN, o filme da série, assim como outros animês, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância!

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Quadrinhos

Em Fuga!, nova HQ de Lelis, está em pré-venda pela Editora Skript

O quadrinhista mineiro Lelis está de volta à Editora Skript! Depois de publicar Popeye – Um homem ao mar, a Skript começou a pré-venda de Em Fuga!, uma HQ pintada em aquarela, que mistura realidade e fantasia, totalmente sem dialogos e onde o autor transita entre mundos da literatura em uma caçada de tirar o fôlego.

“A ideia era transportar personagens para outros contextos, outros universos. Retratar o que de mais precioso tem na literatura que é a experiência pessoal de cada um diante do que está lendo. Mas queria também fazer arte para esquecer um pouco a dor da perda de tantas vidas em meu país. Queria fazer quadrinho para contrapor o fascismo que toma conta da sociedade brasileira”, disse Lelis. “Queria fazer rir, porque há muita gente chorando e em desespero ao meu redor. Amigos sem emprego ou com subemprego. Gente que não pode deixar de se aglomerar dentro de um ônibus porque não tem auxílio financeiro suficiente do governo e precisa levar comida para casa. Gente que se sente estrangeiro apesar de ter uma pátria. Uma pátria desgovernada que caminha a passos largos rumo ao caos. Mas, eu não quero retratar o caos. Ele já é tão tangível, tão visível. Tão perto de mim. Queria abstrair”.

Lelis ainda falou que a missão era transformar a sua dor em arte, e que buscou lembrar e transmitir coisas que ele assistia quando criança e que o animava. Como os filmes do Gordo e o Magro e Charles Chaplin.

Em Fuga! tem 104 páginas e terá lançamento simultâneo na França.