Após um curto tempo de desenvolvimento, parece que a emissora ordenou o Piloto oficial para Happy!. No mês passado, a Universal Cable Productions anunciou que estava trabalhando em uma adaptação da graphic novel que a SyFy desde então tem sinal verde.
De acordo com o The Wrap, o episódio de estreia será escrito e produzido pelo criador e sócio, Brian Taylor. Ele também estará responsável pela direção. Neal Moritz, Pavun Shetty e Toby Jaffe serão os produtores executivos.
O ex-policial Nick Sax experimentou sua cota de tragédias. Consumido por uma rotina de investigação a crimes violentos, um casamento deteriorado e afogado pela sujeira de um sistema corrupto e dominado pela máfia, ele viu tudo o que mais prezava ruir, deixando-o sozinho num mundo cinza escuro dominado por sangue, drogas e perversões. Desacreditado, tornou-se um assassino de aluguel lidando com um doença de pele e nenhuma vontade de viver. Até que um cavalinho azul falante apareceu para mudar a sua vida!
Não há detalhes sobre elenco, início de gravações ou lançamento na grade da SyFy.
Durante a SDCC deste ano, o diretor Zack Snyder mostrou ao público o primeiro vídeo introduzindo os membros da Liga da Justiça e gerou bastante ansiedade entre os fãs.
Tivemos a introdução de Flash, Aquaman e Ciborgue em Batman vs Superman, mas será neste vindouro longa que os veremos em ação e interagindo uns com os outros pela primeira vez.
Para tornar tudo ainda melhor, o usuário do Youtube, JoBlo Movie Trailers, recriou no formato 8-bit. Confira abaixo:
As filmagens de Liga da Justiça estão acontecendo desde abril em Londres e o lançamento está previsto para 17 de novembro de 2017. Será a quinta produção da DC Films.
O Flash sempre foi um dos personagens mais queridos entre fãs da DC Comics. Seja graças a passagens memoráveis nos quadrinhos e sua importância histórica ou ao desenho animado da Liga da Justiça, o herói é o primeiro sinônimo de velocista lembrado pelo inconsciente popular. “Tal pessoaé rápida como o Flash“; “Fui e voltei rapidinho igual o Flash“. Entretanto, o Velocista Escarlate nunca recebeu a merecida atenção em adaptações live-action (apesar das tentativas, uma delas nos anos 90) até o ano de 2014, quando a série The Flash produzida pelo canal CW estreou. E com ela tudo mudou, pois os conceitos do universo de quadrinhos da DC Comics começaram a ser levados a sério de forma fiel, alcançando um novo público a partir daí.
Contém spoilers das duas primeiras temporadas de Flash.
O universo de séries da CW começou em outubro de 2012 com Arrow. O sucesso da série do Arqueiro Verde foi estrondoso, e graças a ele temos hoje diversas séries (algumas bem sucedidas, outras nem tanto) baseadas em quadrinhos, tanto da Marvel quanto da DC. Obviamente o histórico de séries de TV produzidas pela DC Comics é muito mais antigo, vindo desde os anos 50. Porém, a série do Arqueiro foi a responsável por modernizar as adaptações de quadrinhos seriadas na TV, além de verdadeiramente introduzir um universo coeso de adaptações live-action, algo semelhante ao que a Marvel vinha fazendo no cinema.
A série da DC mais recente até então era Smallville, que teve sua última temporada exibida em 2011, também no canal CW. Os atuais produtores do CWverso (como é chamado o universo das séries da emissora) apresentaram um pitch de uma produção baseada no Arqueiro Verde e receberam carta branca com uma única condição: afastar ao máximo a vindoura série do Arqueiro da fantasia que era Smallville.
Teve então o início da vida do Arqueiro Verde na TV, que ruma atualmente para sua quinta temporada, absorvendo inicialmente muita inspiração do realismo de Christopher Nolan em suas adaptações do Batman. A jornada de Oliver Queen seria a transformação de um vigilante procurado pela polícia para um herói conhecido, e com isso a personalidade clássica do Arqueiro dos quadrinhos foi perdida entre outros altos e baixos. Contudo, a segunda temporada (tida como a melhor da série) começou a introduzir elementos fantásticos dos quadrinhos como a droga da super-força Miraclo, “super” vilões e Barry Allen, o cientista forense que foi atingido por um raio e ganhou super velocidade. E com o renascimento de Barry Allen num hospital de Central City a DC Comics ganhou uma nova vida na TV, algo semelhante ao que ocorreu em 1956, quando a Era de Prata dos quadrinhos teve início graças ao novo Flash (o mesmo Barry Allen) e posteriormente, em 1959, ao novo Lanterna Verde (Hal Jordan), modernizando a DC da época.
The Flash é uma série que transpira quadrinhos. O cientista forense Barry Allen teve sua mãe assassinada por um misterioso borrão amarelo e seu pai foi julgado culpado. Vivendo com uma família adotiva, Barry cresce tentando desvendar o mistério do assassinato de sua mãe até o dia em que o Acelerador de Partículas dos Laboratórios S.T.A.R explode, gerando uma tempestade que deu poderes de diferentes formas a pessoas de diferentes tipos, entre elas o próprio Barry, atingido por um raio que gerou sua super-velocidade. A origem dos poderes de Barry foi adaptada para se encaixar à premissa da série, porém o grosso está aí.
O crescimento de Barry como um herói é explorado desde o primeiro episódio. O personagem vivido por Grant Gustin descobre novos limites para seus poderes a cada aventura, assim como nos quadrinhos as diferentes versões do Flash sempre fizeram. Tais aventuras acabam culminando em histórias envolvendo conceitos até então intocados em filmes ou séries. É importante lembrar que para algo se tornar verdadeiramente revolucionário deve abranger o maior público possível ao mesmo tempo que introduz algo novo ou simplesmente muda paradigmas. “The Flash” fez ambas as coisas, além de ter afastado o tom sombrio presente até então em Arrow e ter ideias atualmente refletidas nos quadrinhos e no cinema.
“O Flash do século 25 é o oposto de mim! Ao invés de ser um defensor da Lei… Ele é um bandido!”
O público-alvo da CW sempre foi os jovens. O catálogo de séries do canal é direcionado a pessoas mais novas, e isso gera o aspecto de “novela” das produções, sempre com dramas familiares e mensagens motivacionais. Porém, o trunfo de Flash está no modo como as histórias são contadas. Sendo um verdadeiro seriado de super-herói, as motivações dos personagens são muito bem trabalhadas (principalmente na primeira temporada), contando com um elenco de apoio excelente. De forma orgânica, Flash alcançou um novo público e começou a plantar as sementes de ideias exploradas nos quadrinhos desde os anos 50, sempre com destaque para a Era de Prata, fase da qual os idealizadores do seriado extraem muita inspiração, ditando assim o tom dos episódios.
Em uma única temporada Barry lidou com vilões “pé-no-chão”, animais com poderes (como o Gorila Grodd), viagens no tempo e o grande vilão Flash Reverso, responsável pela morte da mãe do herói. Numa crescente, os 23 episódios aos poucos adicionaram elementos importantes para a trama e para o final deste arco, fazendo com o que o público novato no mundo dos quadrinhos se acostumasse com tais conceitos e os consumidores fiéis de HQs sintam-se homenageados. Você pode não gostar da forma como a série é contada ou dos padrões da CW, mas há de convir que a coragem investida pelo trio de produtores (Greg Berlanti, Andrew Kreisberg e Geoff Johns) tentando aproximar a série dos quadrinhos é louvável. Tudo isso numa mídia mais limitada como a TV.
“Flash de Dois Mundos” referenciada no segundo episódio da segunda temporada.
Com a segunda temporada os fãs presenciaram mais conceitos bem trabalhados em tela, repetindo, totalmente inéditos para o público que consome somente live-actions tanto da DC quanto da Marvel. De forma massiva a série utilizou o conceito do Multiverso existente nos quadrinhos desde os anos 50, introduzido numa história da Mulher-Maravilha onde a heroína encontrava uma versão alternativa dela mesma, e posteriormente (tida como introdução oficial pela editora) na clássica “Flash de Dois Mundos“, onde Barry Allen encontra o Flash da Era de Ouro, Jay Garrick,que o inspirou a se tornar herói. Nunca negligenciando tais ideias a série da CW bebe diretamente da fonte dos clássicos do personagem para contar suas histórias, adaptando-as a um novo público consumidor. Rapidamente algumas Terras Paralelas foram estabelecidas na TV, incluindo uma onde o Caçador de Marte, Supergirl e seu primo Superman residem, enfrentando alienígenas frequentemente. Flash é capaz de fazer amizade com personagens de outras Terras e chamar a atenção de novos públicos através de um simples portal para um mundo que está vibrando em uma frequência diferente.
Connor Hawke, Flash dos anos 90 e um anel da Legião dos Super-Heróis. Todas imagens mostradas no momento em que Barry viajou para outra Terra pela primeira vez.
Além do Multiverso, fãs do Flash lidam desde sempre com a ideia do Legado de super-heróis. Barry Allen tornou-se o Flash somente graças a inspiração proporcionada por Jay Garrick. Wally West, o Kid Flash de Barry, tornou-se o Flash para honrar a morte de seu mentor durante a Crise nas Infinitas Terras. E o legado do Flash (bem como a Família Flash) sempre cresce. Tal abordagem também não é esquecida pela série da CW, onde na segunda temporada a maioria dos personagens de legado foram introduzidos. O Wally da série (baseado nos Novos 52), inclusive, é um fã do Flash e será utilizado como Kid Flash na terceira temporada. Jesse Quick foi atingida pela segunda explosão do Acelerador de Partículas e Jay Garrick é um Flash mais velho interpretado por John Wesley Shipp, o ator que deu vida ao Flash na série de TV dos anos 90. Sim, o legado é presente até na vida real.
Nas mãos de Mark Waid (maior e melhor roteirista a passar pela revista do herói, e grande fã da série de TV), o conceito da Força da Aceleração foi criado, e nas mãos de Kevin Smith a ideia foi adaptada e explorada a fundo pela primeira vez na telinha, sempre com o objetivo de ser algo didático para todos os públicos. E aos poucos as sementes são plantadas.
A Família Flash dos quadrinhos.
Porém, é importante ressaltar que a importância do seriado do Flash vai além da introdução de conceitos a novatos (algo extremamente positivo, obviamente). O sucesso gigantesco da série teve impacto até nos quadrinhos, onde muitos especulam que as mudanças recentes foram feitas para adequar o tom de ambas as mídias. Recentemente o legado foi trazido de volta com o Rebirth da DC Comics, onde o Wally West original retornou nas mãos de Geoff Johns e Barry deve treinar o segundo Wally. Com essa mudança, o cinema também foi impactado, com Johns assumindo um cargo mais alto e prometendo otimismo e esperança aos filmes da editora. Algo mais leve, similar ao que as séries de TV (Flash, Arrow, Supergirl e Legends of Tomorrow) se tornaram.
O já citado elenco de apoio também recebe atenção especial. Vilões como o Capitão Frio, Nevasca, Patinadora Dourada, Grodd, Flautista e Onda Térmica são bem trabalhados, alguns explorados até mesmo em spin-offs, e heróis também foram introduzidos aos poucos. Nuclear (com o conceito de legado explorado mais uma vez), Mulher-Gavião, Gavião Negro e Vibro foram alguns dos heróis apresentados na série de forma natural e, quase sempre, com bons atores. Por fim, o elenco de humanos razoavelmente normais, como Harrison Wells (vivido por Tom Cavanagh) ou o pai adotivo de Barry, Joe West (Jesse L. Martin) são responsáveis por alguns dos melhores momentos.
E as referências aos quadrinhos não param:
“Flash desaparece na Crise. Céu vermelho desaparece. Completa a fusão da Wayne Tech e Indústrias Queen.”
Não param:
Flash (uma miragem dele) se sacrifica para salvar o multiverso como na Crise original.
E não param:
Zoom torna-se o Flash Negro, entidade mortífera inimiga do Flash.
Com a promessa de expandir ainda mais esse universo da TV, a terceira temporada de Flash está marcada para estrear dia 04 deoutubro de 2016. A ideia da vez será o paradoxo do Flashpoint, saga moderna dos quadrinhos da DC criada por Geoff Johns e responsável pelo início dos Novos 52, adaptada ao contexto da série e prometendo impacto nas séries irmãs.
Que o time responsável por The Flash é fã do universo dos quadrinhos, todos já sabemos. O que ninguém esperava, talvez nem mesmo a Warner, era o fenômeno que o Velocista Escarlate se tornaria, retornando ao posto de uma das revistas mais vendidas da editora, rendendo muito com merchandising e com novos fãs tão devotos. O Flash voltou com tudo desde 2014 graças a série, e isso inegavelmente é um Fato Flash.
O Herald Sun reporta através de uma fonte confiável que a pré-produção da sequência do recente filme da franquia Mad Max teria dado início e com filmagens previstas para o final ainda deste ano. A fonte também revela que seria um prequel intitulado Mad Max: The Wasteland.
Além disso, é informado que as filmagens poderiam acontecer no Broken Hill Film Studio, o quinto maior estúdio de cinema na Austrália. Curiosamente, Estrada da Fúria seria filmado no local, mas a produção escolheu o Sudoeste Africano como locação.
O próximo filme estaria focado no passado de Furiosa, personagem interpretada por Charlize Theron. Como Tom Hardy assinou contrato para vários filmes, ele estaria cotado para participar.
Após ser capturado por Imortal Joe, um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa de salvar um grupo de garotas. Também tentando fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.
Mad Max: Estrada da Fúria – Black & Chrome Edition e Mad Max High Octane Collection (incluindo os quatro filmes da franquia) serão lançados em 6 de dezembro.
A CW divulgou uma nova promo da premiere da quinta temporada de Arrow. Confira o vídeo na galeria de reprodução abaixo.
Depois de uma temporada lidando com mágica e planos de fim do mundo, Arrow deve retornar às ruas na quinta temporada, trazendo Wild Dog, Artemis e Vigilante. Além de Dolph Lundgren como chefão da Bratva (máfia russa) nas sequencias de flashback.
Arrow retorna em outubro na CW, tendo em seu elenco: Diggle (David Ramsey), Thea (Willa Holland), Oliver (Stephen Amell), Felicity (Emily Bett Rickards) e Tobias Church (Chad L. Coleman).
A Fox divulgou novos clipe da terceira temporada de Gotham, que retorna na próxima segunda-feira. Confira o vídeo abaixo.
O elenco de Gotham é formado por: Ben McKenzie como Detetive James Gordon, Donal Logue como Harvey Bullock, Michael Chiklis como Detetive Nathaniel Barnes, Sean Pertwee como Alfred, Robin Lord Taylor como Oswald Cobblepot/Pinguim, Erin Richards como Barbara Kean, David Mazouz como Bruce Wayne, Camren Bicondova como Selina Kyle/futura Mulher Gato, Cory Michael Smith como Edward Nygma/futuro Charada, Jessica Lucas como Tabitha Galavan, Chris Chalk como Lucius Fox, e Nicholas D’Agosto como Harvey Dent.
A terceira temporada de Gotham estreia no dia 19 de setembro, na Fox, às 20 horas.
A ABC divulgou o primeiro clipe da premiere da quarta temporada de Agents of S.H.I.E.L.D., intitulado The Ghost, focando em Daisy Johnson/Quake (Chloe Bennet).
Em entrevista ao IGN, a atriz Chloe Bennet falou que sua personagem Quake/Daisy Johnson fará uma parceria com Robbie Reyes/Ghost Rider (Gabriel Luna), e contou alguns detalhes sobre a sua personagem na próxima temporada, e como Gabriel Luna está se entrosando com o elenco.
“Está sendo empolgante! Eu estou curiosa. É sempre um pouco assustador e você procura que tudo trabalhe bem. Gabriel é maravilhoso e se encaixa perfeitamente com a nossa série. Muito ansiosa de ver até onde os roteiristas vão levá-lo. Todos os poderes até o momento tem sido utilizados de alguma maneira, que Fitz e Simmons possam sempre explicar. Será revelador ver como eles conectam uma cabeça/crânio em chamas, com uma explicação científica.”
Na luz dos Acordos de Sokovia, e com o fim da Hydra, a S.H.I.E.L.D. foi legitimada novamente, e não opera mais nas sombras. Como o mundo presume que Coulson está morto, a organização precisava de um novo Diretor (Jason O’Mara) para comandá-la. Coulson assume novamente o papel de agente, e alia-se com Mack (Henry Simmons). Juntos, eles estão na missão de encontrar e confirmar a presença de pessoas com habilidades especiais, os Inumanos. Os dois tentam localizar e capturar Daisy (Chloe Bennet), a Quake, que se rebelou na tentativa de aliviar os pecados do passado.
Com o mundo acreditando que Daisy é uma perigosa fora da lei, que destruiu bancos e pontes, o novo Diretor tem nenhuma alternativa se não prendê-la. A Agente May (Ming-Na Wen) fica responsável pelo treinamento de forças especiais de ataque. Fitz (Iain De Caestecker) e Simmons (Elizabeth Henstridge) dão um grande passo adiante no relacionamento deles. Com a nova promoção de Simmons como Conselheira Especial do Diretor em Ciência e Tecnologia, Fitz, também um companheiro de trabalho dela, encontra dificuldades em confidenciar ou confiar nela, pela sua função próxima do Diretor da S.H.I.E.L.D.
Robbie Reyes (Gabriel Luna) entrará na vida do Agente Coulson e sua equipe como um mecânico, que pode se transformar no terrível Ghost Rider. Robbie vai ser um amigo ou inimigo da S.H.I.E.L.D.? Fitz vai se aliar e tornar-se amigo do Dr. Radcliffe (John Hannah), que começou a colocar os toques finais em uma nova e secreta invenção.
Agents of S.H.I.E.L.D. retorna com sua quarta temporada no dia 20 de setembro, na ABC, às 22 horas, horário local.
O que vem à sua mente quando mencionamos a palavra “quadrinhos”? Logicamente, Marvel ou DC. Um outro ainda irá arriscar Image ou Dark Horse. A grande verdade é que se tornou difícil sair desse clichê; talvez por culpa do mercado, ou até mesmo do consumidor que já está habituado a procurar seus personagens preferidos nas bancas e deixar de lado algo novo, algo diferente, algo inusitado. Ou talvez por falta de quem apresente esse algo novo. E é com esse intuito que eu venho aqui, humildemente, escrever essas linhas. Para falar de um dos mais fascinantes heróis(ou, talvez, anti-herói) que já tive o prazer de ler. Seu nome? Dylan Dog. Sim, eu sei, parece uma marca de comida para cães(desculpem, é uma piada recorrente nas histórias), mas este é o melhor Investigador de Pesadelos que você poderá encontrar. Também, pudera: Ele é o único!
Criado por Tiziano Sclavi , um dos maiores ícones dos quadrinhos italianos, tudo começa com uma mulher desesperada e uma horda de zumbis enlouquecidos. Com o título de “A Madrugada dos Mortos-Vivos“(calma, Steve, eu sei que você entendeu…), o primeiro número de Dylan Dog, o Investigador de Pesadelos, em uma tradução literal(Dylan Dog, L’Indagatore dell’Incubo), vem à luz com sua primeira história.
Capa do original italiano do primeiro número de Dylan Dog.
No formato tradicional italiano, ou seja, uma história com início e fim na mesma revista, diferente das costumeiras “grandes editoras”, onde você precisa comprar 5 revistas diferentes para pegar o fio da meada de uma história legal(não é, Marvel?!), a história se desenvolve mostrando toda a gama de influências que ambos possuem dos trash movies. A começar pelo que dá o título à história, passado por “ReAnimator“, este primeiro número foi o que bastou para que a Bonelli investisse pesado no título, dando início a um dos personagens mais queridos da editora, ao lado de Tex e Martyn Mystère.
À partir daí, usando muita licença poética, Dylan já enfrentou serial killers, demônios, extraterrestres, fantasmas, lobisomens, fanáticos religiosos, bruxas, anjos, a Morte; já debateu filosofia com Lúcifer, já conversou com entidades milenares anteriores aos dinossauros, já ficou em uma prisão secreta para os piores tipos de assassinos e criminosos. E tudo isso sempre fazendo referências a filmes e livros, desde Eu Sou A Lenda de Matheson, ao Silêncio dos Inocentes.
Mas nem só de pesadelos escabrosos e monstros abissais vive o Investigador do Oculto. Muitas vezes ele também andou pelo caminho do terror diário, como na excelente história Jhonny Freak, onde ele conhece o garoto Jhonny pelo qual se afeiçoa de forma emocionante, além, é lógico, dos vários amores ao qual se entrega, como todo bom investigador privado.
Dylan Dog é um dos quadrinhos mais consumidos na Itália e completa já 30 anos de história. Entre almanaques e números especiais, já está na edição número 360. No Brasil, houve uma tentativa de importação deste gibi, para fazer companhia ao solitário Tex, porém sem muito sucesso. Foram publicados 12 números pela Editora Record, 1 pela Editora Globo, 6 pela Conrad, 40 pela Mythos(até o momento, a editora que mais trouxe publicações deste título, mesmo que não tenha seguido a numeração da Bonelli) mais 6 edições especiais de coletâneas. E digo isso com bastante tristeza, pois é uma pena que o mercado brasileiro não tenha dado muita importância para um dos personagens mais complexos e com histórias muito bem construídas do quadrinho italiano. Para você, que saiba um pouco de italiano e quer se arriscar, pode tentar comprar através do site da Bonelli (é necessário cadastro), ou procurar no Mercado Livre algum número disponível em português. E eu, permaneço com a esperança de que, um dia, as editoras brasileiras olhem com carinho para o Investigador de Pesadelos.
O Cérebro de Kilex
Jack, O Estripador
Um Dia Maldito
Te Vi Morrer
Morgana
Contatos Imediatos
Noites de Lua Cheia
Killer!
Os Crimes da Mantis
Coelhos Rosas Matam
P.S.: Houve uma tentativa de transformar Dylan Dog em um filme live action, com Brandon Routh, mas eu desaconselho veementemente àqueles que conhecem o quadrinho ou têm vontade de conhecer, por LITERALMENTE não ter nada a ver com o personagem, a não ser o nome e a caracterização. Como divertimento, até passa, mas para fã, é um sacrilégio…
Pokémon Generations chegou. A Pokémon Company lançou os dois primeiros episódios do novo anime da franquia, nessa sexta-feira, 16 de setembro.
O primeiro episódio mostra Red e seu leal Pikachu enfrentando sua jornada, através de todas as seis regiões conhecidas. Em cada lugar, Red e Pikachu encontram Pokémons legendários, incluindo Zapdos, Zygarde, e Landorus, e batalham com Pokémons locais como Nosepass, Vigoroth, e Caterpie. Nós também vemos lugares conhecidos como a Caverna Terminus, em Kalos, o Instituto do Tempo, em Hoenn, e a Floresta de Viridian, em Kanto. O capítulo abre com a sequência de abertura do game Pokémon Red.
O segundo episódio introduz Looker, um detetive que apareceu em diversos jogos de Pokémon, criando uma equipe para se dirigir ao ginásio da Cidade de Viridian, para derrotar Giovanni, o líder da equipe Rocket.
Essa semana, a Pokémon Company anunciou um novo anime, intitulado Pokémon Generations, que irá celebrar os 20 anos de história da franquia Pokémon.
Diferente do anime original, Pokémon Generations apresentará histórias e batalhas, baseadas nos eventos dos jogos de vídeo game de Pokémon. A nova série reviverá momentos marcantes dessas duas décadas da franquia com novos olhos. Algumas cenas incluem a batalha final entre Red e Blue (de Pokémon Red and Blue) e a luta entre o Dragonite de Lance, e o Gyrados Vermelho no Lago da Fúria.
Pokémon Generations terá uma proposta mais séria que o anime original, com uma ênfase na ação e no poder do Pokémon. No vídeo, um grupo de policiais armados invade um prédio abandonado com um Machamp e um Arcanine. São mostradas também imagens de Zygarde, Registeel, e as criaturas lendárias de Pokémon Gold and Silver.
Pokémon Generations vai apresentar alguns dos personagens mais importantes, e antagonistas de vários jogos de Pokémon, incluindo N (de Pokémon Black and White), Lysandre (de Pokémon X & Y), Giovanni (o líder da Equipe Rocket de Pokémon Red and Blue), Looker, um detetive que aparece em múltiplos games, e o imortal AZ.
A série tem um visual e proposta similares à Pokémon Origins, um anime de quatro episódios, lançado em 2013, depois do lançamento de Pokémon X & Y. Esse seriado seguia a trama de Pokémon Red & Blue.
Um ano após o lançamento de Doutor Estranho nos cinemas, o próximo filme da Marvel Studios será Thor: Ragnarok. Nele, veremos Thor descobrindo informações sobre Thanos e as Gemas do Infinito, tendo assim uma preparação do terreno para Vingadores: Guerra Infinita.
Durante as filmagens em Nova Iorque, saiu uma foto do personagem principal olhando um endereço e os fãs mais atentos repararam que era a moradia de Stephen Strange. Seria apenas um easter-egg? O diretor Taika Waititi falou sobre isso ao Digital Spy.
‘Oh! Eu não sei. Eu não tenho certeza se… Eu não sei, na verdade. Não posso comentar sobre isso. Pode ter sido apenas algo para os fãs.”
Aproveitando o gancho, foi perguntando se Doutor Estranho faria uma participação especial em Ragnarok.
”Pode ser algo como isso ou talvez uma pequena provocação apenas para pessoas que queiram ampliar a imagem para poder achar.”
Doutor Estranho chega aos cinemas em novembro deste ano e Thor: Ragnarok em novembro de 2017.