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Resenha | Contos de honra e sangue – Primeiras impressões

Tive o enorme prazer de ler Contos de honra e sangue, de Wander Antunes (roteiro e arte), que está sendo lançado pela editora Ultimato do Bacon, e vim aqui dizer para vocês o que podem esperar dessa obra, que ainda está correndo no financiamento do Catarse. 

Contos de honra e sangue me ganhou inicialmente pelo seu tema: Honra. Não que eu pense que ela é algo tão valioso que valha a pena derramar sangue para alcançá-la ou protegê-la, mas é um motivo,  se assim posso dizer, pelo qual muito sangue já foi jorrado. O que poderia levar os homens a agirem como tolos e movimentar suas infundadas guerras, como a motivação da defesa de sua honra e vingança? E isso é o que encontramos aqui nesses 5 contos de, nem sempre tão gloriosos, combates pela honra.

Um outro ponto que me chamou muita atenção foi a arte de Wander, o quadrinho tem uma arte linda, toda em tons de rosa, amarelo, azul, que lembram as cores de um bonito entardecer. Não só o roteiro desta história, como também todos os desenhos e cores, pertencem ao trabalho de Wander, me fazendo pensar todo tempo enquanto lia na dedicação que teve com esse novo trabalho, que é um dos seus primeiros solo.

O que nos traz certo fascínio nesta história, também é algo que nos provoca ira, saber que o resultado dessas disputas sempre atingem, de certo modo, os que são considerados uma minoria, os que participam ou são afetados, por uma guerra que não os pertence.

“Eles, os inimigos, eram fáceis de se identificar: quase sempre pretos, quase sempre índios, quase sempre pobres.”

Por uma infeliz coincidência, isso me fez lembrar da guerra que está em vigência neste exato momento na Europa (Rússia x Ucrânia), não poderíamos dizer, a grosso modo, que essa é uma disputa sangrenta pela honra? Onde milhares de inocentes, civis e soldados, estão perecendo, ainda sem total compreensão do porquê, pela “honra” de outrem. 

Sem spoilers sobre o tiro final desta obra, posso dizer que facilmente podemos fazer um comparativo, uma alusão, à sociedade atual, e que sofrimento me causa admitir isso, como pode esse tema ser ainda atual? No fundo, não deixamos o DNA dos conquistadores, desbravadores e saqueadores, assim tão para trás. Trace uma linha temporal do início dos tempos até os dias de hoje e veja que, apesar de termos evoluído, mudado nossos discursos, nossas entrelinhas ainda dizem as mesmas coisas, ainda repetimos os erros do passado. 

“O corpo de um ditador a caminho de seu glorioso funeral precisa ser defendido da fúria de seus inimigos. Um envelhecido matador de dragões faz uma pausa na perseguição à última criatura em busca de aliados para o combate final. Dois cavalheiros defendem suas honras em um combate interminável. Um herói cansado da guerra volta para casa e descobre estar entrando em outro campo de batalha. Dois velhos que, destituídos de tudo, já nem sabem o que é honra, querem a recompensa oferecida pela cabeça de um inimigo do Estado.”

Sendo assim,  todas essas cinco histórias têm algo em comum, todas resultam em sangue! Com uma narrativa envolvente, Wander conseguiu fazer, dentro de suas linhas e traços repletos de ação, que o leitor tenha identificação com a história devido tamanha convicção e certeza de suas missões que os personagens apresentam. São contos curtos, que tem tudo aquilo que procuramos em uma história em quadrinhos: bom enredo e bela arte. 

Fiquei bem empolgada com Contos de honra e sangue e estou doida pra conferir esse material quando lançar. O quadrinho já atingiu sua meta de 100%, mas ainda faltam 18 dias de campanha, então, se você curtiu minhas primeiras impressões sobre ele, ainda dá tempo de correr e garantir a sua edição. Posso dizer com certeza, que é uma história que vale a pena e você vai adorar ter como parte da sua coleção.

Para apoiar essa campanha clique AQUI. 

Contos de honra e sangue tem 68 páginas coloridas, lombada quadrada e capa cartão, formato americano 17 x 25 cm 

 

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Cinema

Alien ganhará novo filme com direção de Fede Alvarez e sem conexão com os longas anteriores

Foi confirmado por meio do The Hollywood Reporter, que um novo filme da franquia Alien está em desenvolvimento pela 20th Century Studios.

Fede Alvarez, que dirigiu O Homem nas Trevas, A Morte do Demônio e Millennium: A Garota na Teia de Aranha, será o diretor do novo longa-metragem que não terá conexão com as obras anteriores da saga.

Ridley Scott, criador de Alien, irá produzir. Uma data de lançamento não foi divulgada. Apesar da produção ser isolada, também está em desenvolvimento uma nova sequência de Prometheus, e uma série em live-action situada no planeta Terra, onde ambos os projetos se passam no mesmo universo e estão interligados com todos os filmes. 

Uma nave espacial, ao retornar para Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Enquanto a equipe investiga o local, um dos tripulantes é atacado por um misterioso ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação.

O novo Alien não possui data de estreia e será exclusivo do HULU, sendo lançado no Brasil pelo Star+.

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Cinema

Anunciada continuação de Eu Sou a Lenda, Will Smith e Michael B. Jordan irão estrelar

Foi anunciado por meio do Deadline, que uma sequência do aclamado filme Eu Sou a Lenda está em desenvolvimento.

Will Smith e Michael B. Jordan irão estrelar e produzir o longa-metragem. Já, Akira Goldsman, que escreveu a primeira produção, retornará para a nova obra como o roteirista. 

Detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo. Entretanto, a procura por um diretor já foi iniciada. Francis Lawrence dirigiu Eu Sou a Lenda, de 2007. 

Robert Neville é um brilhante cientista e o único sobrevivente de uma epidemia que transformou os humanos em mutantes sedentos por sangue. Andando pela cidade de Nova York, ele procura por outros possíveis sobreviventes e tenta achar a cura da praga usando seu próprio sangue, que é imune.

Para futuras informações a respeito de Eu Sou a Lenda, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Quadrinhos

Editora Sesi-SP começa a pré-venda de Blacksad – Integral

A editora Sesi-SP iniciou a pré-venda de Blacksad – Integral, a edição reúne as aventuras de John Blacksad, os leitores conhecerão, ou vão reviver, diversos desafios vividos por este detetive ao longo de cinco volumes publicados no Brasil.

Criada pelos espanhóis Juan Díaz Canales (roteiro) e Juanjo Guarnido (desenhista), Blacksad foi publicado pela editora francesa Dargaud pela primeira vez em 2000. De lá para cá, foram publicados seis volumes, sendo um ainda inédito no Brasil.

Em casos que envolvem decifrar assassinatos, lidar com gângsteres, conviver com fascistas, testemunhar o medo do comunismo que cresce nos Estados Unidos, além de enfrentar as necessidades cotidianas de qualquer um, como arrumar um emprego. Blacksad reúne histórias concisas e artes belíssimas.

Blacksad – Integral tem formato 31 x 24 cm, 312 páginas e inclui ainda material extra, como esboços dos autores.

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Séries

Depois da Festa ganhará uma segunda temporada pela Apple TV+

A Apple TV+ renovou Depois da Festa, série de Chris Miller, para a sua segunda temporada. Uma data de lançamento não foi divulgada. 

Tiffany Haddish retornará para o papel da Detetive Danner. No novo ano, Danner investigará um novo caso composto por um elenco totalmente inédito. 

Depois da Festa seguirá o formato de semi-antologia, onde cada temporada irá explorar um assassinato diferente com todos situados no mesmo universo. 

Depois da Festa é uma comédia de mistério e assassinato ambientada em uma reunião pós-festa do colégio. Cada um dos oito episódios contará com uma releitura da mesma noite, contada através da perspectiva de um personagem diferente, cada um com seu próprio formato visual e gênero de filme para combinar com a personalidade do narrador.

Atualmente, o primeiro ano de Depois da Festa está em exibição na Apple TV+. 

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Séries

Netflix renova Cuphead: A Série para a sua segunda temporada

A Netflix renovou a animação Cuphead: A Série para a sua segunda temporada. O primeiro ano baseado no game homônimo está disponível no catálogo do serviço de streaming desde o dia 18 de Fevereiro de 2022. 

O novo ano chegará no verão norte-americano de 2022 na Netflix. Contudo, uma data de lançamento exata não foi disponibilizada. 

The Cuphead Show! Testemunhe as maravilhosas Ilhas Inkwell como você nunca viu antes em uma série original inspirada nos estilos clássicos de animação dos anos 1930. 

Para futuras informações a respeito de Cuphead: A Série, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Cinema Séries

Matt Reeves revela que tem um grande respeito pela Marvel Studios, mas que não se vê dirigindo um filme para a empresa

Matt Reeves, diretor de Batman, falou à Variety, que tem um grande respeito pelo Universo Cinematográfico da Marvel e por Kevin Feige, mas que ele não se vê dirigindo um filme para a empresa. 

”Eu tenho um enorme respeito por Kevin Feige e por todos os cineastas envolvidos na empresa… mas para ser honesto com você, tem que haver uma grande descoberta para mim onde eu possa seguir com o meu próprio caminho. Se eu tiver que entrar em algo que já está muito firme, acho que me perderia. E eu não acho que eles ficariam felizes comigo também. A indústria mudou tão drasticamente, que se você for fazer um filme que vai estar nos cinemas, você não está fazendo nada que não seja uma propriedade intelectual reconhecível… é exatamente para onde o público foi. Não estou dizendo que estou feliz com isso. Só estou dizendo que é o que é”.

Atualmente, a Marvel Studios está dando mais liberdade criativa para os seus cineastas. Entretanto, alguns diretores continuam não concordando com as visões do estúdio, uma vez que o seu principal foco continua sendo produções para a grande massa. 

Além de Batman, Matt Reeves dirigiu Cloverfield: Monstro, Planeta dos Macacos: A Guerra, Planeta dos Macacos: O Confronto, Deixe-me Entrar e O Primeiro Amor de um Homem. 

Para futuras informações a respeito da Marvel e de Matt Reeves, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Quadrinhos

Daqui não se chega lá, novo título da Mino Editora em pré venda

Mantendo seus planos de publicar pelo menos  uma obra do quadrinista norueguês Jason ( Sshhhh!, A Gangue Da Margem Esquerda, Ei, Espera e Eu matei Adolf Hitler) por semestre, a Editora Mino trouxe mais um lançamento do artista, Daqui, não se chega lá. Que traz as conhecidas tramas de humor ácido do autor, mas dessa vez bebendo da fonte de um dos clássicos “O médico e o monstro”, onde os personagens principais são o Dr, a noiva e claro, o monstro, num divertido triângulo amoroso, que explora as nuances da vida e morte.

Confira a sinopse da editora:

“Enquanto dois assistentes corcundas sentam pra dividir um almoço onde reclamam da futilidade de seus trabalhos, uma trama insana se desdobra ao redor de ambos tomando conta de toda cidade.Conforme Triângulo amoroso às avessas mergulha no caos,Jason encontra espaço para filosofar sobre alguns de seus temas favoritos: morte,solidão,amor,velhice.Tudo Isso,é claro, filtrado por um humor sardônico e que não perdoa nada ou ninguém.”

A edição Mino saiu em capa Brochura,P&B Formato: 18 x 24,5 Número de páginas:64. Adiquira o seu volume clicando no banner abaixo!

 

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Cinema Tela Quente

‘Batman’ é uma carta de amor aos fãs do Homem-Morcego

Desde o seu primeiro trailer na DC Fandome de 2020, Batman de Matt Reeves se tornou o filme de herói mais aguardado por mim até então. Não só por confiar no diretor ou por ser fã do Robert Pattinson e de seu trabalho nos últimos anos, mas por ter me sentido abraçado como fã do personagem pela ambientação e pelos detalhes que vi brevemente naquele vídeo.

Finalmente, depois de um bom tempo passado do seu primeiro trailer e de ser adiado por conta da pandemia, a Vingança chegou aos cinemas. E, bom, valeu a pena criar expectativa e esperar todo esse tempo. Matt Reeves entrega tudo o que prometeu em um longa de três horas que prende o telespectador do início ao fim, seja ele fã do herói ou não, e nos entrega um grande universo que merece ser explorado ao máximo no futuro.

Na trama de Batman, observamos um Homem-Morcego jovem, despreparado e inexperiente que está atuando em seu segundo ano como vigilante de Gotham. Até que um assassino em série que, neste caso, é o vilão Charada, surge e toma como alvo membros da elite da cidade onde, em cada assassinato, deixa um enigma para o vigilante decifrar. Para descobrir quem é o vilão, Batman precisa entrar no submundo e encontra personagens icônicos da mitologia como o Pinguim, a Mulher-Gato e Falcone.

É interessante ver como Reeves utiliza elementos de diversas histórias em quadrinhos diferentes, como o próprio arco do Ano Um, O Longo dia das Bruxas, Batman: Ego além de outros da mitologia (que, se eu citar aqui, pode ser considerado spoiler) para contar uma história totalmente nova que mostra a transformação do vigilante em herói, conforme o longa avança. Você vê um Batman inexperiente, com dúvidas quanto o que está fazendo e amadurecendo de acordo com seus erros.

O roteiro é muito bem trabalhado, explora tanto a mitologia do herói como o seu psicológico e a forma como Reeves decide narrar a história do filme causa uma imersão súbita do telespectador na trama. Os monólogos de Bruce Wayne ao longo da exibição contribuem em peso para isso e remetem um clima investigativo muito presente em filmes noir de antigamente – dessa forma, colabora com o tom que o filme deseja passar.

Por mais que tenha três horas de duração, o tempo passa rapidamente e o telespectador se sente preso do início ao fim e, particularmente, eu não reclamaria se o tempo de duração fosse maior.

Reeves já é um diretor conhecido pela sua visão criativa, e aqui não é diferente. Conseguimos ver nitidamente que ele compreendeu todas as nuances e as camadas do Homem-Morcego e trouxe elas para tela de acordo com a sua visão, e funcionou perfeitamente. Robert Pattinson conseguiu se consagrar como a melhor adaptação do herói para as telas do cinema.

Aqui, não vemos muito do Bruce Wayne em tela, mas propositalmente: esse é um filme do Batman e de seu amadurecimento como herói em seus dois primeiros anos, realmente não há espaço para a transição entre ambas as personalidades durante a exibição da trama. Entretanto, quando há, notamos o quanto ambas as personas estão bem adaptadas.

E, já falando no elenco, todo ele está sensacional. Robert Pattinson consegue transmitir toda a personalidade do Batman e de Bruce Wayne em tela e Zoë Kravitz como Selina Kyle transmite toda a energia que a personagem tem nos quadrinhos, além da química entre ambos ser incrível.

Paul Dano entrega um vilão incrível em sua atuação e Andy Serkis, por mais que pudesse ser mais desenvolvido como Alfred, nos entrega um excelente personagem. Jeffrey Wright é um bom Gordon e a química dele com o Batman cresce conforme o filme se desenvolve. Por último, Colin Farrell nos entrega um excelente Cobblepot e a equipe de maquiagem está de parabéns pelo trabalho feito com o vilão.

A fotografia do filme é um show a parte, cada frame parece uma obra de arte com sua paleta de cores característica tanto com a personalidade de Gotham como a do vigilante, e os efeitos especiais são de tirar o fôlego. Em um cenário onde o cinema de super-heróis está saturado de filmes que usam e abusam do CGI, Batman consegue dar uma aula e mostrar que com efeitos práticos bem executados é possível contar uma história de forma visualmente limpa.

Por último, a representação de Gotham neste filme está perfeita e fiel em cada detalhe: aqui, visualmente, vemos uma cidade suja que casa perfeitamente com o cenário político e social que o longa quer mostrar. De certa forma, percebemos que Reeves fez o seu dever de casa e, como fã, interpreto esse filme como uma carta de amor: afinal, nessas três horas de duração, eu vi tudo o que eu queria assistir em um longa que leva o nome do Homem-Morcego.

Talvez a única crítica negativa que eu tenha em relação ao longa é a sua classificação etária. De fato, ela não interfere no peso da trama e nem em como ela se desenvolve. Entretanto, em certas cenas ficam evidentes a amenização da violência por conta da faixa etária, e com isso a sua conclusão acaba se tornando um pouco ridícula – em especial, uma cena presente no terceiro ato do filme. Não é nada tão gritante ao ponto de comprometer a experiência do filme, mas incomoda no momento e poderia ter sido alterada facilmente, assim como as demais foram.

Então, é bom?

Com um grande elenco, uma excelente direção e uma fotografia que casa perfeitamente com a trama, Batman nos entrega um rico material a respeito do herói. Reeves consegue, com maestria, desenvolver uma narrativa que explora ao fundo a psicologia do Homem-Morcego, desenvolvendo-a ao longo das três horas de tela e nos entregando a melhor adaptação do herói já feita até os dias atuais – respeitando sua origem nos quadrinhos e compreendendo o que o personagem representa. No fim das contas, Batman acaba sendo uma carta de amor aos fãs do vigilante.

Nota: 5/5

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Quadrinhos

O Olho do Diabo, de Mozart Couto, está em campanha no Catarse

Está no ar a campanha de financiamento coletivo no Catarse para a republicação da antologia O Olho do Diabo, de Mozart Couto. Lançada originalmente em três contos, os quadrinhos foram publicados pela primeira vez pela Editora Sampa em 1993. A nova publicação é da Editora Graphite.

O Olho do Diabo é composto histórias de horror às quais o sobrenatural marca presença, mas são apenas entidades eclipsadas pelo grande mal da própria humanidade, assassinatos sádicos que não dependem de entidades malignas, mas surgem da ganância e do medo.

Mozart Couto inspirou-se na série Grande Sertão Veredas, transmitida na Rede Globo em meados da década de 80. Depois de muitas pesquisas sobre costumes e crendices do grande sertão, o autor criou suas próprias histórias, que apresentam um cenário desolador que ganham mais realismo por causa de seu traço detalhista tanto em anatomias, quanto paisagens.

O Olho do Diabo tem formato 21 x 29.7 cm, 88 páginas, capa dura e para saber mais sobre a campanha, recompensas e valores clique AQUI.