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Quer começar a ler Tex? Conheça a série Tex Platinum!

Tex Willer, personagem criado em 1948 por Gian Luigi Bonelli e Aurelio Gallepini, é publicado no Brasil de forma ininterrupta desde os anos 70. Passando por várias editoras ao longo dos anos e contando mensalmente com diversas revistas publicadas em banca, um leitor novato pode se sentir perdido, sem saber exatamente por onde começar. Sanando este problema surgiu a série Tex Platinum da Mythos Editora!

Tex é um fenômeno italiano que se estendeu para o mundo todo. Um dos personagens de westerns mais longevos da história dos quadrinhos, sua longevidade remete não somente à sua fama como também aos infinitos nomes que escreveram ou ilustraram as milhares de aventuras do ranger texano. Entre muitas revistas (Tex, Tex Coleção, Tex em Cores, Tex Ouro, Tex Edição Histórica, etc.) lançadas no Brasil, sendo que algumas já passam ou alcançam o número 500, a cronologia é bem espalhada porém facilmente compreensível. Enquanto muitas séries já estão esgotadas, outras surgem republicando histórias com nova numeração e novo acabamento gráfico, podendo fisgar novatos neste universo tão rico. O caso mais recente é a já citada série Tex Platinum, que republica as famosas edições de Tex Anual.

Para explicar detalhadamente do que se trata Tex Platinum, vamos começar do início. Sim, a chamada “cronologia” do Tex é muito simples, porém existem alguns elementos-chave no decorrer da vida do herói que são minimamente necessários para aproveitar suas histórias. Nascido no Texas, criado num rancho e treinado na arte do tiro por um velho amigo da família chamado Gunny Bill, seu pai foi assassinado por bandidos mexicanos que roubaram o gado. Em busca de vingança, Tex vai atrás dos assassinos e faz justiça com as próprias mãos. Ao separar-se de seu irmão Sam, a quem deixou a fazenda e o rebanho, Tex passa por alguns trabalhos envolvendo rodeios e descobre que Sam também fora assassinado por bandidos. Mais uma vez o herói faz justiça com as próprias mãos e passa a ser perseguido como um fora-da-lei.

A vida de Tex a partir daí é cheia de reviravoltas. A série começa quando o personagem já é um fora-da-lei que vaga com seu cavalo, e passando por diversas aventuras, envolvendo-se com bandidos, índios e xerifes, dado momento ele consegue limpar seu nome e conhece Kit Carson, que viria a se tornar seu melhor amigo, um ranger que serve a justiça. Torna-se um ranger e acaba por se casar com Lilyth, filha do chefe dos índios navajos. Com ela Tex vive os melhores momentos de sua vida, tendo um filho e conhecendo neste período outro grande amigo da aldeia, Jack Tigre. Um dia a varíola levada ao vilarejo por bandidos tira a vida de sua esposa e deixa somente seu filho, Kit Willer (batizado em homenagem a seu padrinho e melhor amigo de seu pai), vivo. Tex entrega-se à vida de ranger, após buscar justiça pela morte de sua esposa, e passa a fazer trabalhos por todo o país, resolvendo os mais variados problemas.

Toda a história contada nos parágrafos anteriores é o básico sobre a vida do personagem. Entendendo as origens é possível aproveitar qualquer história do ranger sem muita dificuldade, com exceção obviamente das continuações diretas de histórias mais antigas. É possível ir até a banca e comprar um número aleatório de Tex ou Tex Coleção e pelo menos a maior parte da história será compreensível. Mas se o problema é com a numeração ou a sensação de acompanhar algo desde o início, a revista que dá nome a este artigo se encaixa neste quesito.

Na Itália são publicadas edições anuais, com mais páginas que o normal, chamadas Maxi Tex. No Brasil essas revistas especiais começaram a ser publicadas em 1999 pela Mythos Editora em uma série apelidada de Tex Anual, sendo que esta revista ainda sai até hoje, com a edição 18 publicada em dezembro de 2016. Como os primeiros números de Tex Anual são muito difíceis de se encontrar atualmente a editora deu início também em 2016 à republicação desta série, com novo acabamento gráfico, na coleção bimestral Tex Platinum.

Mas qual seria a diferença de Tex Platinum para as revistas normais como Tex Coleção? A principal é o fato destes volumes compilarem aventuras completas, sem continuações e praticamente isoladas do senso de cronologia. Com a possibilidade de acompanhar uma revista desde o primeiro número, as histórias apresentadas são 100% compreensíveis para o leitor que conhece somente o básico explicado acima, isoladas até mesmo entre as próprias revistas da mesma coleção.

Além disso, alguns clássicos estão presentes nessas edições. Os dois primeiros volumes de Tex Platinum compilam as aventuras “O Caçador de Fósseis” e “O Ouro dos Confederados“, ambas da dupla Antonio Segura (roteiro) e José Ortiz (arte), mestres das histórias em quadrinhos. Essas duas histórias específicas são tidas como algumas das melhores do personagem até hoje, rivalizando com outros clássicos. As edições seguintes apresentam outras grandes histórias, criadas por autores de primeiríssima qualidade, que entregam ótimas aventuras fechadas.

Até o momento foram publicadas sete edições desta série, todas facilmente encontradas na loja online do site da Mythos Editora. O lançamento mais recente, a sétima edição, chegou às bancas em abril de 2017 e entrega outra história fechada da dupla Segura & Ortiz, uma ótima aventura chamada “O Trem Blindado“, equivalente ao número oito da série Maxi Tex italiana.

Pode parecer complicado, mas não é. Tex e as outras séries da Sergio Bonelli Editore são bons quadrinhos, com temas variados e histórias de uma qualidade quase sempre acima da média, seja no roteiro ou na arte. A longa vida de Tex Willer nas bancas brasileiras é a prova de que seu público é fiel e pode estar se renovando graças a novos lançamentos e revistas que começam com nova numeração, chamando a atenção de novatos. Tex Platinum foi a empreitada mais recente neste quesito, um tiro certeiro para que a vida do ranger prossiga em terras tupiniquins.

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Primeiras Impressões | Renai Boukun

Aquele que tiver seu nome escrito nesse caderno há de… Beijar outra pessoa? Não, de verdade, quem é que pensa nessas coisas? É umas ideia que não tenho nem noção de onde é que eles tiram… Cada dia que passa, e cada post que eu escrevo, é uma prova cada vez maior de que japonês é um povo estranho.

Acontece que, quando uma ideia é absurda desde o princípio, só existem dois caminhos pare seguir: ou você segue na absurdidade, pois o início já foi aviso o suficiente para qualquer um; ou você tenta racionalizar o negócio, falha miseravelmente e manda tudo por água abaixo. E o que o mangá de Megane Mihoshi faz é justamente a primeira opção. Em andamento com oito volumes no Japão, a série que é publicada originalmente na web é trabalho único do autor, mas vem fazendo relativo sucesso nas terras nipônicas.

Fico extremamente feliz de saber que ainda existem pessoas e autores dispostos a aderir ao absurdo e fazer uso do que há de melhor em marmelada para trazer humor à suas obras. Renai Boukun é justamente isso, uma reunião absurda de marmelada que por juntar o inacreditável com o inesperado, consegue te fazer rir.

A obra não tenta esconder em momento algum que se trata de uma comédia absurda e propositalmente forçada. Além de ter personagens extremamente diferentes interagindo de forma genial entre si, o anime ainda conta com eventuais quebras da quarta parede que já são muito boas por si só, mas conseguem brilhar ainda mais pelo fator surpresa.

Minha cara quando o professor libera as notas.
Minha cara quando o professor libera as notas.

O desenvolvimento da história se dá por “bloquinhos”. Não é exatamente episódico, pois temos mais de um episódico por episódio, mas acho que não é errado chamá-lo assim. Em cada bloco temos um problema, um conflito e uma solução. As coisas acabam sendo bem fechadinhas em si mesmas, e pouco se vê de prosa a longo prazo. Em três episódios, não se pode tirar praticamente nada que pudesse vir a ser desenvolvido de novo no futuro. Talvez, no máximo, a história da irmã do protagonista, mas isso é algo que é óbvio que virá a acontecer no futuro, dentro do formato de “bloquinho”.

Acontece que isso não é exatamente um problema. É quase que uma das ferramentas que torna a estrutura absurda do anime viável. Justamente por ser absurdo, se tentássemos focar demais em alguma coisa, algo daria errado em algum momento, e cairíamos no segundo caso que foi descrito lá no começo deste Primeiras Impressões. Meu único medo é não ter certeza se o show consegue aguentar doze episódios assim, sem perder a graça.

Equipe de dubladores caracterizados como seus personagens. Graças a Deus o "gato" não está ai...
Equipe de dubladores caracterizada como seus personagens. Graças a Deus o “gato” não está ai…

Na parte técnica, temos uma animação de ótima qualidade pelo recente estúdio EMT², que consegue capturar bem as diversas facetas da obra (como, por exemplo, as mudanças das personagens para um modo caricato quando a cena demanda); os personagens não têm um design espetacular, mas possuem, sim, características peculiares e marcantes o bastante para podermos dizer que foi um bom trabalho por parte de Mariko Ito. O destaque técnico, porém, com certeza está na música: botar a responsabilidade nas mãos do cara que cuida da música de um anime musical que está no ar há mais de quatro anos, foi sem dúvidas uma escolha certa. O monaca conseguiu deixar tudo ainda mais galhofado com sua trilha sonora que beira o estúpido de tão boa que é. Com a ajuda do diretor de áudio Satoshi Motoyama, os sons são o ponto alto do show.

Resumão, então: obra sólida com comédia nonsense que consegue tirar muitas risadas de quem gosta desse tipo de coisa; personagens não muito especiais tanto em personalidade como em aparência, mas que interagem muito bem entre si; parte técnica interessantemente positiva e com destaque para uma ótima trilha sonora.

Pra mim, que adoro esse tipo de show, foi uma estréia maravilhosa e que com certeza valerá acompanhar. Começa com um 7/10 no comedômetro, sendo que não recebeu um oito por pura precaução.

O anime pode ser assistido gratuitamente no serviço de streaming da Crunchyroll, com novos episódios todas as quintas-feiras.

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Cinema

Liga da Justiça | Primeiro Trailer Internacional

A Warner Bros. divulgou o primeiro trailer internacional de seu vindouro filme da Liga da Justiça, que pode ser conferido na galeria de reprodução abaixo.

Em Liga da Justiça, energizado por sua fé restaurada na humanidade, e inspirada pelo ato de sacrifício do Superman, Bruce Wayne pede a ajuda de sua recém encontrada aliada, Princesa Diana Prince, para enfrentar um perigoso inimigo. Juntos, Batman e Mulher Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um equipe de meta-humanos, para poderem ter condições de derrotar uma nova ameaça.

Mas apesar da formação de uma poderosa liga de heróis, Batman, Mulher Maravilha, Aquaman, Cyborg e Flash podem ter chegado tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Dirigido por Zack Snyder, o filme marca a estreia nos cinemas da Liga da Justiça, estrelada por Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller e Ray Fisher. Liga da Justiça chega aos cinemas no dia 17 de novembro de 2017.

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Consoles Games PC

Injustice 2 | Brainiac, ”o soberano”, ganha seu primeiro gameplay

A Warner Bros Games divulgou o gameplay solo de Brainiac, personagem que já apareceu de relance no primeiro trailer de Injustice 2 e depois no vídeo Alianças Despedaçadas Parte 5.

Confira o gameplay abaixo:

Injustice 2 se passará logo após Gods Among Us, onde Batman e seus seguidores tentam manter a paz na sociedade novamente, enquanto o regime do Superman volta aos poucos a vida.

Até o momento, foram confirmados mais de 20 personagens jogáveis! Para mais informações do game clique aqui.

Injustice 2 será lançado em 16 de Maio para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

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Quadrinhos

Ra’s Al Ghul vira um político em All Star Batman

Uma das surpresas do Renascimento na DC Comics foi a série All Star Batman, capitaneada por Scott Snyder, onde o roteirista explora a vasta galeria de vilões do Homem-Morcego buscando reinventar os personagens. Saiba mais detalhes AQUI.

Em All Star Batman #9, o cenário é Washington, capital dos Estados Unidos, onde se encerra o arco End of the Earth que começou na edição Nº 6. Batman descobre que o líder da Liga das Sombras está segurando a marionete dos últimos três inimigos que enfrentou e que tentaram destruir o mundo a sua maneira, Sr. Frio, Hera Venenosa e o Chapeleiro Louco. “Vocês viram diferentes maneiras como o mundo pode acabar. E eu vou mostrar a quarta maneira essa noite que vocês nunca pensariam em chegar” diz Ra’s Al Ghul em determinado momento da HQ.

Confira uma pequena prévia na galeria abaixo:

 

“Ele está dizendo que tem o caminho do Sr. Frio, o desastre natural com as mudanças climáticas, a maneira da Hera Venenosa com uma guerra biológica e a maneira do Chapeleiro com o solipsismo” disse Snyder ao site Newsarama. “A maneira de Ra’s é simplesmente a que praticamente existe de verdade na humanidade. Com um odiando o outro. As pessoas se afastando das outras, não buscando o dialogo.”

Snyder ainda falou que buscou fazer o vilão de uma forma diferente do que os leitores estão acostumados. Não queria ele de capa, bigode, com uma espada pendurada. E sim como um Power Broker (Corretor de Poder, tradução livre, é um tipo de pessoa que influencia as pessoas a votarem em tal candidato), como um cara que usa seus dons de persuasão para moldar o beneficio próprio.

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Ra’s Al Ghul

“É um vilão que viveu diversas épocas e renasceu diversas vezes, eu o quero coloca-lo em um terno, e deixa-lo frio e calculista como ele nunca foi” disse Snyder. “E quer lugar melhor do que a maior capital política do mundo? Tudo que acontece lá repercute no planeta inteiro.”

O artista Jock cuida dos desenhos de All Star Batman #9.

 

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Quadrinhos

Astonishing X-Men | O Rei das Sombras está de volta

Um clássico vilão do universo dos Mutantes vai voltar a dar as caras em Astonishing X-Men (Surpreendentes X-Men), nova série que faz parte da iniciativa ResurrXion. O Rei das Sombras será o primeiro antagonista do que o roteirista Charles Soule está classificando como uma longa e misteriosa história dos X-Men.

Confira uma pequena prévia de Astonishing X-Men #1 na galeria abaixo:

 

“A melhor coisa sobre o Rei das Sombras é que ele reside em um tipo de plano astral”, disse Soule ao site Marvel.com. “É uma espécie de dimensão de sonho onde qualquer um pode tornar real o que imaginar. As batalhas lá não adianta ser o mais forte fisicamente, ou ter o poder mais destrutivo. A força de vontade é o que prevalece. E veremos muito disso em Astonishing. Algumas peças fantásticas construídas em torno dessa ideia, e alguns eventos passados na historia dos X-Men viram a tona, mas ao mesmo tempo não é sobre reviver o que passou e sim tirar forças para seguir em frente.”

O Rei das Sombras foi criado por Chris Claremont e por John Byrne e fez a sua estreia em Uncanny X-Men #117 (1979) como um telepata mutante chamado Amahl Farouk, ele é uma entidade de energia psíquica pura que se alimenta do ódio da humanidade. Ele já teve embates clássicos com Tempestade, Vampira e Psylocke. E foi derrotado por Charles Xavier diversas vezes.

Amahl Farouk.

A equipe de Astonishing X-Men é formada por Gambit, Vampira, Arcanjo, Psylocke, Mística, Bishop, Fantomex e tem a liderança do Velho Logan. Charles Soule vai encabeçar o título que terá um desenhista novo a cada edição. Confira mais detalhes AQUI.

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Resenha | Fantasia e História em Memorial do Convento

Sinopse: ”No epicentro desta história está a construção do Palácio Nacional de Mafra, também conhecido como Convento. O monarca absolutista D. João V, cumprindo uma promessa, ordenou que o edifício fosse erguido no início do século XVIII, em pleno processo colonial, à custa de uma imensa quantidade de ouro e diamantes vindos do Brasil, além do sangue de milhares de operários.  […]
Como em História do cerco de Lisboa e A jangada de pedra, para citar apenas alguns dos celebrados romances do autor, a finíssima ironia na observação de fatos históricos e o elegante tecido ficcional estão a serviço de uma fabulação sempre brilhante, moderna e criticamente devastadora do ponto de vista social. […] Com sua abordagem absolutamente inovadora do romance histórico – um gênero que já esteve a serviço dos heróis nacionais e suas poses engessadas -, este Memorial do Convento recupera as ilusões, fantasias e aspirações de um Portugal que se quis grande e eterno, ainda que frágil e delicado.”

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José Saramago, renomado autor português vencedor do Nobel, em Memorial do Convento (1982) nos conduz à Portugal do século XVIII no reinado de Dom João V, época de imensa fartura do ouro vindo do Brasil. O enredo se inicia com as tentativas falhas do rei e da rainha Maria Ana em darem herdeiros ao reino português, eis que surge o frade António e faz um acordo com vossa majestade, caso tenha herdeiros que se construa um convento, uma promessa não só de interesses cônjuges como ambição de João V de criar um grande monumento para ser lembrado.

Com esse plano de fundo, Saramago irá trazer personagens e acontecimentos reais da história portuguesa, um verdadeiro romance cavaleiresco que exala vida. Bartolomeu Lourenço de Gusmão, um desses personagens, foi um padre que tinha projetos para voar, sendo chamado de o padre voador, ele é essencial para o desenrolar dos eventos quando conhece Blimunda e Baltasar Sete-Sóis, personagens criados por Saramago, e os convidará a ajudá-lo a efetuar sua promessa ao rei de levar os homens aos céus, a partir daí surge a passarola, uma espécie de ”avião” em forma de pássaro. Veja um vídeo stop-motion do momento que Blimunda e Baltasar se conhecem:

O ficcional e o real tem uma linha tênue na história, com maestria, os personagens se misturam e exploram diversos temas como religião, medo, amor, relações humanas e o sacrifício do povo para construir os desejos dos governantes. Muito antes do inicio da construção do convento, conhecemos Blimunda, moça dotada de poder peculiar, ela consegue enxergar o desejo dentro das pessoas, e Baltasar Sete-Sóis, soldado que perdeu a mão esquerda e no lugar recebe um gancho, eles junto com o padre serão quase que uma família com o sonho de voar.

O Santo-Ofício é outro elemento na história, a igreja até o século XIX em Portugal perseguiu os cristãos novos, judeus, muçulmanos e aqueles que eram acusados de bruxaria, como é o caso da mãe de Blimunda e do padre Bartolomeu, ao mexer com projetos cientistas.

Saramago faz ótimas jogadas e questionamentos filosóficos no que se refere a imagem de Deus e os mistérios da fé, critica o autoritarismo da igreja e cria dicotomias, como por exemplo, Blimunda e a rainha Maria, enquanto uma é livre para amar e ser amada, a outra sabe que vive no mundo das aparências da realeza e não se sente amada pelo rei, sendo até mesmo culpada pela difícil gravidez. Pode-se se dizer que a vida é encenada na obra, com todos os defeitos e qualidades humanas.

MEMORIAL
Convento de Mafra

Ler Memorial do Convento exige bastante tempo, é uma leitura que deve se fazer com tranquilidade para perceber todos os elementos. Além disso, a própria escrita do autor pode ser cansativa para leitores de primeira viagem, porque ele não separa as falas e tem sentenças longas. Isto não interfere em classificar a obra como um belo romance histórico que enaltece o povo português, principalmente no que se refere aos trabalhadores na construção de Mafra, que levou mais de 600 vidas para seu termino.

Tenham uma ótima leitura!

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Games

Pro-League Rainbow Six Brasil | Playoffs definidos

Após um curto tempo de descanso o cenário competitivo de Rainbow Six voltou com tudo. A prestigiada Elite Six, que no ano de 2016 premiou mais de 300 mil reais em 3 emocionantes finais presenciais e teve mais de 10 milhões de espectadores, está de volta, mas de cara nova!
Para este ano de 2017, a grande novidade para a região do Brasil, foi a integração da Elite Six para PC, com o torneio mundial da Pro League de Rainbow Six!
Com a junção da Elite Six com a Pro League de Rainbow Six! A região LATAM passa a possuir duas vagas para todas a Final Season da Pro League, os dois finalistas da etapa latino americana irão jogar presencialmente para determinar o grande campeão da região em evento arena aberto ao público, que acontecerá em Katowice na Polônia.
A Pro-League Rainbow Six Brasil iniciou em 26 de março e finalmente chegou ao seu ápice, hoje (23/04), os playoffs foram definidos. 

A equipe da V3 Masters enfrentará a Keyd Stars. Enquanto a Black Dragons vai brigar pela vaga com a paiN Gaming.

Captura de Tela (6)

As partidas da Pro League de Rainbow Six Brasil acontecerão nos dias 30 de abril e 07 de maio.

Mais informações sobre a Pro League de Rainbow Six em:

http://www.ubiesports.com/

 

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Cinema

Teaser de Kingsman 2 | Trailer sai amanhã

Hoje, a Marv Films, TSG Entertainment e Twentieth Century Fox Film Corporation divulgaram o primeiro vídeo promocional do seu vindouro filme Kingsman: O Círculo Dourado, sequência direta da produção de 2014, Kingsman: Secret Service.

Confira o teaser de Kingsman: O Círculo Dourado na galeria de reprodução abaixo.

Kingsman: O Círculo Dourado tem no seu elenco: Taron Egerton (Gary ‘Eggsy’ Unwin), Channing Tatum, Colin Firth (Harry Hart), Julianne Moore (Poppy), Jeff Bridges, Pedro Pascal (Jack Daniels), Halle Berry (Ginger), Mark Strong (Merlin), Vinnie Jones, Sophie Cookson (Roxy), Edward Holcroft (Charlie Hesketh), Alexandra Ford (VIP Festival Goer) e Elton John. A direção é de Matthew Vaughn, que também está no roteiro ao lado de Dave Gibbons, Jane Goldman e Mark Millar.

O filme chega aos cinemas no dia 22 de setembro de 2017.

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Quadrinhos

Frank Miller planeja voltar com Sin City

Frank Miller e Brian Azzarello, equipe criativa de Cavaleiro das Trevas: A Raça Superior, participaram de um painel da Chicago C2 E2, evento de quadrinhos nos EUA, e conversaram sobre diversas coisas, incluindo futuro projetos. Miller revelou que tem planos para dois projetos com a franquia Sin Ciy, só que agora situados no passado.

“Enquanto eu estiver na ativa,  Sin City não vai acabar. Esse é o meu pilar. Eu tenho o próximo planejado. Espere para voltar no tempo no próximo … Eu tenho os próximos dois Sin City planejados, e ambos estão situados no passado. Um ocorre em meados do século 20, e o outro ocorre várias centenas de anos antes disso.”  – disse Miller.

Miller ainda foi perguntado se um de seus projetos envolvia a origem de Jackie Boy, ou algo relacionado a isso. Ele prontamente respondeu que não.

“Não. O Jackie Boy já foi feito, acho que vimos muito dele, e ele está tão morto quanto você consegue imaginar.” – Completou Miller. 

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Jackie Boy no quadrinhos e no cinema

Por enquanto, o retorno de Frank Miller à Sin City ainda é um projeto do quadrinista, mas fique atento para mais informações.