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Consoles Games PC

Far Cry 5 | Montana é a sua única esperança


Depois de anunciar o primeiro teaser, ambientação e primeira imagem oficial com os vilões do game, a Ubisoft orgulhosamente apresenta, o primeiro trailer oficial de Far Cry 5!

Confira ao trailer logo abaixo:

“Bem-vindos a Hope County, Montana. Quando sua chegada incita o culto de assumir violentamento o controle da região, você deve ergues-se e acender os fogos da resistência para liberar a comunidade cercada. Explore livremente os rios, terras e céus de Hope County com a maior lista de armas e veículos customizáveis em um jogo Far Cry. Você é o herói da história em um mundo emocionante que revida cada soco, e onde os lugares que você descobre e os locais com quem você se une vão moldar sua história de formas que você nunca imaginou!” Diz a descrição oficial.

Far Cry 5 será lançado dia 27 de Fevereiro de 2018 em para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

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Quadrinhos

Dwayne McDuffie Award | Os Melhores Quadrinhos para Crianças

O Dwayne McDuffie Award é uma premiação recente que surgiu como homenagem a Dwayne McDuffie, escritor de histórias em quadrinhos e roteiros de animações que faleceu em 2011.

McDuffie, além de ter sido roteirista de quadrinhos da Marvel Comics, DC Comics e Archie Comics, também foi um dos fundadores da Milestone Media, subdivisão da DC com foco em super-heróis de minorias éticas.

“Se você cria um personagem negro, feminino, ou asiático, ele não é apenas este personagem. Ele representa aquela raça, ou aquele sexo, e ele pode não ser interessante porque tudo o que faz tem que representar um conjunto de pessoas. Você sabe, Superman não representa todas as pessoas brancas, nem Lex Luthor. Nós sabemos que tínhamos de criar uma equipe de personagens contendo cada grupo étnico, o que significa que não podemos criar somente uma HQ. Precisamos criar uma série de HQ’s e temos que presenciar a visão do mundo cuja extensão vem ao que tínhamos visto antes.” – Dwayne McDuffie sobre a criação da Milestone Media.

Além de histórias em quadrinhos, McDuffie escreveu, editou e produziu algumas séries animadas como: Super-Choque, Liga da Justiça, Liga da Justiça Sem Limites, Jovens Titãs, O que há de novo, Scooby-Doo? e Ben 10

Após a morte do escritor, o Dwayne McDuffie Award foi criado para premiar a diversidade em histórias de quadrinhos e já está em seu terceiro ano.

Super-Choque

A Ann Arbor Comic Art Festival divulgou os indicados na categoria de “Melhor História em Quadrinhos para Crianças” do Dwayne McDuffie Award. Confira:

  • Bad Machinery Volume 6: The Case of the Unwelcome Visitor, por John Allison
  • Blip! por Barnaby Richards
  • The Cloud, por K.I. Zachopoulos e Vincenzo Bolzano
  • The Creepy Case Files of Margo Maloo, por Drew Weing
  • Ghosts, por Raina Telgemeier
  • Goldie Vance, por Hope Larson, Britney Williams e Sarah Stern
  • Hilda and the Stone Forest, por Luke Pearson
  • Moon Girl and Devil Dinosaur Vol. 1: BFF, por Amy Reeder e Brandon Montclair
  • Patsy Walker, A.K.A. Hellcat! Vol. 1: Hooked On A Feline, por Kate Leth, Brittney Williams e Natasha Allegri
  • Princess Princess Ever After, por Katie O’Neill.

Vale ressaltar que nessa lista de indicados  só foram consideras histórias em quadrinhos lançadas em 2016 e publicadas nos EUA. O ganhador da premiação será anunciado em Junho na Ann Arbor Comic Arts Festival, um evento gratuito de dois dias que acontece nos EUA.

 

 

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Entretenimento Quadrinhos

Hellboy | Personagem vira nome de bebida destilada

A Dark Horse Comics e a Prestige Imports LLC fecharam uma parceria com a fábrica de destilados XXX Distillery LLC para a produção do Hellboy Hell Water Cinnamon Whisky, bebida alcoólica que vai levar a principal criação de Mike Mignola no rótulo. O destilado vai ter 66.6% de teor alcoólico.

“Nós escolhemos esses destiladores artesanais com base em garantir a qualidade do produto, capacidade de produção e o excelente sabor do whisky de canela” disse Tom Cleaver, fundador do Prestige Imports LLC. “Depois de uma incansável busca por diversas destilarias dos Estados Unidos, a Distillery foi com certeza a melhor escolha.”

Hellboy Hell Water Cinnamon Whisky é produzida artesanalmente no mesmo estilo de processo tradicional para fazer o Southern Corn Whisky. E será produzido e vendido para distribuidores para os EUA. Por aqui no Brasil, pode ser que daqui a algum tempo ele possa começar a ser encontrado nas importadoras.

“Estamos muito entusiasmados com o sucesso e o potencial que Hellboy Hell Water Cinnamon Whisky pode chegar. Posso garantir que não há em todo mercado melhor whisky de canela,” disse Teddy Jones da XXX Distillery.

O Hellboy’s Hell Water já está disponível para a compra nos EUA e custa US $ 19,99, a garrafa de 750 ml. Se você quiser comprar é só clicar AQUI.

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Quadrinhos

Editora Figura lança pré-venda do segundo volume de Sharaz-De

A continuação e encerramento da obra-prima Sharaz-De, do mestre italiano Sergio Toppi, entrou em pré-venda divulgada pela editora Figura. Confira todos os detalhes abaixo!


Em 2016 a Figura estreou no mercado brasileiro com o lançamento de Sharaz-De: Contos de As mil e uma noites, o primeiro da saga de Toppi originalmente publicada em 1979. Mais de vinte anos depois o autor revisitou sua obra com novos episódios, que agora serão lançados pela Figura em mais uma edição de luxo.

Em Sharaz-De, Toppi recria os contos de As mil e uma noites onde Sharaz-De (ou Sherazade) é refém de um rei cruel e déspota. Toda noite, ela é obrigada a contar fabulosas histórias para o seu mestre, a fim de continuar viva. O novo álbum, que possui três contos (um deles colorido), foi lançado na França no ano 2000. O primeiro volume nacional já encontra-se esgotado.

O site Universo HQ reuniu uma galeria de páginas cedidas pela editora, que podem ser conferidas abaixo, ao lado da capa oficial:

A previsão de lançamento é dia 05 de junho.

Sharaz-De: Contos de As mil e uma noites – Volume 2 possui 64 páginas em papel couché fosco, encadernadas em capa dura com preço de capa sugerido R$ 49,90. Em sua pré-venda a editora Figura oferece 15% de desconto, conforme você pode conferir clicando aqui.

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Música

Solid Rock | Deep Purple e Lynyrd Skynyrd se apresentam no Brasil em 2017

Deep Purple e Lynyrd Skynyrd, dois monstros sagrados do rock mundial, vão passar pelo Brasil em 2017. E o melhor de tudo. Vão tocar no mesmo show! A produtora Time 4 Fun anunciou que os ingressos para o Solid Rock já estão à venda. As apresentações serão em dezembro nos seguintes estados: Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Os americanos da banda Tesla vai abrir todos os shows.

Curitiba

  • Quando:Terça-feira, 12 de dezembro, às 19h
  • Onde:Pedreira Paulo Leminski – Rua João Gava, 970, Abranches
  • Preço: R$ 290 (pista), R$ 580 (pista premium) e R$ 660 (camarote). Há meia-entrada

São Paulo

  • Quando: Quarta-feira, 13 de dezembro, às 19h
  • Onde:Allianz Parque – Rua Turiassú, 1840, Perdizes
  • Preço:R$ 260 (arquibancada superior), R$ 290 (pista), R$ 390 (arquibancada inferior) e R$ 580 (pista premium). Há meia-entrada

Rio de Janeiro

  • Quando:Sexta-feira, 15 de dezembro, às 19h30
  • Onde:Jeunesse Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
  • Preço:R$ 250 (cadeira superior), R$ 280 (cadeira central), R$ 310 (pista), R$ 350 (cadeira lateral) e R$ 580 (pista premium). Há meia-entrada
Deep Purple

O Deep Purple está de volta ao Brasil para promover o seu novo álbum Infinite, o 20º da sua carreira, que foi lançado esse ano. Formada em 1968, a banda é considerada uma das pioneiras do heavy metal e do hard rock moderno. Autora de clássicos como “Smoke On The Water”, “Child in Time” e “Highway Star” a banda vem com a atual formação Ian Gillan (vocal), Ian Paice (bateria), Roger Glover (baixo), Steve Morse (guitarra) e Don Airey (teclado).

Lynyrd Skynyrd

Já o Lynyrd Skynyrd faz a sua segunda passagem pelo país. Formada em 1973, ela ganhou notoriedade após a morte de diversos integrantes e do frontman Ronnie Van Zant em um acidente aéreo em 1977 no Mississipi. A banda voltou as atividades em 1987. Hinos como “Sweet Home Alabama” e “Free Bird” fazem parte do vasto repertório de sucesso. A atual formação é Gary Rossington (guitarra), Johnny Van Zant (vocal), Rickey Medlocke (guitarra), Mark “Sparky” Matejka (guitarra), Michael Cartellone (bacteria), Johnny Colt (baixo), Peter Keys (teclado), Dale Krantz Rossington (backing vocals) e Carl Chase (backing vocals).

A compra dos ingressos já pode ser feita no site da produtora Time 4 Fun, nas bilheterias oficiais e em outros pontos de vendas espalhados pelo país. Clique AQUI para ter mais detalhes.

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Detective Comics Quadrinhos

O Monstro de Alan Moore, John Wagner e Alan Grant

Uma saga que soma elementos de clássicos monstruosos da ficção, Monstro narra a história de Terry, o monstro, e Kenny Corman, sobrinho do monstro, enquanto eles embarcam numa espécie de road trip de sobrevivência buscando ajuda. A série foi criada pelo gênio dos quadrinhos Alan Moore e continuada por John Wagner e Alan Grant, uma verdadeira santíssima trindade dos quadrinhos ingleses, e chegou ao Brasil em 2017 com uma edição de luxo publicada pela Mythos Editora!

Em março de 1984 a revista semanal britânica Scream!, uma antologia de horror, estreava para os ingleses. Com ela algumas séries em quadrinhos como The Dracula File, Library of Death e The Thirteen Floor, essa última o provável maior sucesso da época, alcançaram o inconsciente popular ao longo das pouquíssimas 15 edições do título. O catálogo da revista também continha o trabalho criado por Alan Moore, em um período marcante da carreira do autor, e Heinzl, que foi assumido posteriormente por Wagner e Grant sob pseudônimo Rick Clark, com arte de Jesus Redondo. O já citado Monstro, assim como Thirteen Floor, foi continuado após o cancelamento da Scream! (devido a uma disputa interna com a IPC Magazines) na revista Eagle, casa do clássico personagem Dan Dare. E anos depois, seguindo o costume das suscetivas mudanças, a 2000 AD obteve os direitos deste clássico obscuro, republicando-o numa luxuosa compilação que serviu como base para o encadernado nacional.

Ao enterrar seu pai abusivo no quintal de sua velha casa, Kenny Corman decide investigar a causa da morte, dirigindo-se ao sótão da mansão. As primeiras quatro páginas desta história foram escritas por Moore, que deu somente o pontapé inicial para a série. Ao ser substituído pela dupla Wagner e Grant, o leitor descobre que o monstro vivendo no sótão é Terry, tio de Kenny, que possui uma deformidade física e a mentalidade de uma criança de no máximo três anos. Criado a vida toda em situação precária e sem sair do sótão, Terry torna-se um fardo para Kenny, após os cuidados do tio serem passados ao garoto de 12 anos por sua falecida mãe. Com um detalhe preocupante: seu temperamento explosivo o faz matar com facilidade qualquer pessoa que venha a incomodá-lo.

Monstro é uma aventura que soma elementos de Frankenstein com os quadrinhos de horror dos anos 50 publicados pela EC Comics, como Tales from the Crypt, The Vault of Horror e The Haunt of Fear. A descrição perfeita para esta aventura seria “um monstro gentil em fuga.” A dupla de roteiristas brinca com a dualidade entre a criação e a falta de conhecimento e contato social de Terry, que o tornam um monstro a ser temido pela sociedade, constantemente perseguido pelas entidades governamentais. O “Monstro de Bricester” é realmente uma criatura malvada, ou apenas mais uma vítima inocente? E a atitude de Kenny, que decidiu fugir para buscar ajuda por estar com medo da reação das pessoas, foi a mais correta a se tomar? Essas questões permeiam a história do início ao fim, enquanto o leitor analisa cada um dos acontecimentos.

Se Dr. Jekyll e Sr. Hyde receberam o pseudônimo de “o Médico e o Monstro“, Kenny Corman e Terry, apesar de serem entidades separadas, podem ser descritos como “o Garoto e o Monstro.” As viagens da dupla, deixando um rastro de destruição por onde passam e sendo constantemente perseguidos pelos oficiais do governo, é um tipo de road trip do desastre. Na época, Moore estava iniciando sua fantástica Saga do Monstro do Pântano, e a dupla sucessora assumiu com maestria as rédeas do título, rumando para um estilo de narrativa diferente do início, onde há uma transformação de horror para uma espécie de horror reflexivo e algumas vezes até bem humorado.

A busca por ajuda médica em que Kenneth e Terry estão submetidos é magistralmente ilustrada pelo espanhol Jesus Redondo, que substituiu o artista italiano Heinzl. Com um traço “sujo” que brinca muito com o claro e escuro, Redondo é dono de uma arte que passa profundidade, dramaticidade e possui semelhanças nas expressões e movimentos com outros grandes mestres da nona arte, que também seguem a apelidada linha latina.

O texto também faz questão de deixar clara a consciência infantil de Terry, deficiente não somente física como também mentalmente. As situações em que os protagonistas se metem (por vezes, convenientes ou até cômicas) criam um desenrolar para a história que traz um ar de algo inesperado, visto que a cada virada de página um plot twist pode explodir na face do leitor. E no desenrolar das desventuras, as proporções dos problemas crescem exponencialmente.

A ideia do horror das primeiras páginas de Moore é mantida ao longo da trama. Mas seria o horror, a impressão de repulsa, que choca o leitor ou o faz refletir sobre todos os acontecimentos? A perspectiva dos policiais também é mostrada, com destaque para o Inspetor Halley, criando mais uma camada de entendimento dos civis comuns, que é expandida com a introdução de outros personagens “normais“, como médicos, famílias viajantes ou velhinhas viúvas.

Com capítulos de apenas quatro páginas, a leitura flui de maneira ágil e com uma sucessão prazerosa de reviravoltas. Na reta final a aventura chega a tomar proporções mundiais, rumando para um desfecho totalmente inesperado e apesar de tanta dificuldade, extremamente comum, fechando um ciclo para a vida de Terry. Porém, mesmo após o término, diversos questionamentos ficam em aberto, com a incessante busca por um culpado na mente do leitor.

Seria o inconsequente garoto, que negligencia diversos acontecimentos e piora todas as situações? Os pais de Terry, que o criaram como uma aberração? O pai de Kenny, que judiava do pobre cunhado preso no sótão? Ou um conjunto de pessoas desinformadas, que elevaram uma deficiência para algo extremamente caótico? Encarar o Monstro como uma vítima é o correto a se fazer, ou a forma conscientemente violenta como ele age é algo naturalmente ruim? Um diagnóstico poderia provar que a agressividade é originária da deficiência mental de Terry ou de seu temperamento? Como seria sua análise psicológica?

Algumas interpretações, no final, variam na mente de cada um. Um dos atrativos da história é poder ser analisada por diferentes perspectivas, algo que torna bastante especial e muito relevante o Monstro de Moore, Wagner e Grant. Uma história que merece ser conhecida.

Monstro possui 176 páginas encadernadas em capa dura no formato 25,9 x 18,7 cm, com preço de capa R$ 64,90.

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Música Vitrola

Resenha | One More Light – Linkin Park

O ano era 2000 e o consagrado estilo nü-metal estava na posição de perda fôlego, muito por causa das idiotices egomaníacas de Fred Durst no Limp Bizkit ou pelo excesso de drama do Korn em Issues (1999), os seus dois maiores representantes na época. Foi quando o Linkin Park surgiu como uma bomba e sacudiu todo o gênero. Os dois primeiros álbuns Hybrid Theory (2000) e Meteroa (2003), elevaram o grupo a super-estrelas da música mundial com sua saraivada de sucessos e seus clipes exibidos a exaustão na MTV. E deram também a confiança necessária para que os anos seguintes fossem usados para desbravar as fronteiras musicais e buscar novos estilos além da mistura de rock com hip-hop e eletrônico. Que já saturavam àquela altura do campeonato.

Depois de três álbuns buscando crescimento e maturidade musical, Minutes to Midnight (2007), A Thousand Suns (2010) e Living Things (2012) e um que voltava às raízes The Hunting Party (2014), o Linkin Park mais uma vez tenta se reinventar e evoluir, às vezes soando até como um grupo mais pop do que o habitual. O novo trabalho intitulado One More Light, lançado no ultimo dia 19 de maio, traz uma sonoridade algo um tanto pessoal e sincero. Mas ao decorrer das faixas parece faltar um pouco da identidade conquistada pela banda no inicio da carreira.

Temas como política, guerra, desigualdade social e racial são abordados nas letras de One More Light, algumas pessoas vão se identificar com algumas das letras, mas não espere um disco para pular e bater cabeça. Ele é para se ouvir relaxado e tranquilo.

O primeiro single divulgado foi “Heavy” gravada em parceria com a cantora Kiiara, uma levada meio pop meloso com direito a refrão grudento que pega na cabeça. Confesso que quando ouvi pela primeira vez fiquei esperando entrar os riffs de guitarras e esperei em vão. Penso eu que os saudosistas seguidores do Linkin Park não tenham curtido muito não.

O clima meio pop continua em “Good Goodbye”, “Battle Symphony” e “Invisible”. Ouvindo as faixas eu fiquei imaginando a pessoa que tem de lembrança a banda nos tempos de “In the End” escutando essas músicas. Obviamente tudo muda, para melhor ou para pior. Depende do que a pessoa quer ouvir e/ou gosta de ouvir. Mas o bacana é sentir que temos uma evolução, um passo adiante na carreira da banda. Pois o disco não é mal trabalhado, e as canções não são feias, mas faltou a identidade dos caras nesse trabalho.

“Talking To Myself” dá uma agitada no disco com suas guitarras unificadas e sua percussão. “Sharp Edges” tem uma levada harmônica graças ao piano e um toque extrovertido por causa do violão. uma batida eletrônica bem leve no fundo acompanha o ritmo. O piano também dá o ar da graça na diferente “Halfway Right”.

Vale resaltar que Chester Bennington e os programadores Mike Shinoda e Joe Hahn fazem um bom trabalho e são os destaques do One More Light. Apesar de não ser aquele Chester de antigamente, o que é normal, a voz se desgasta com o tempo e as vezes não é necessário berrar sempre. Agora o resto da banda praticamente passa despercebida no trabalho.

No conjunto da obra, One More Light, não é um disco ruim, e sim estranho. Mas é estranho para a carreira do Linkin Park. O problema não é tentar algo novo. Não é arriscar nos campos do pop, do eletrônico, ou aonde for. O grande X da questão é que em muitos momentos (momentos demais até) não lembra o Linkin Park de outrora. A identidade da banda ficou perdida em algum lugar, só resta agora que o novo trabalho seja o principio para reencontra-la.

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Anime Séries

Do game para telinha | primeiro teaser da série Castlevania

A Netflix divulgou o primeiro teaser trailer da série Castlevania, anime baseado no famoso e clássico jogo de NES, console da Nintendo.

Vídeo:

Foto:

A primeira temporada de Castlevania chega ao Netflix no dia 7 de julho.

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Séries

Starks juntos | Fotos de Game of Thrones para a EW

A revista Entertainment Weekly publicou um ensaio em sua revista da série da HBO, Game of Thrones, reunindo todos os Starks vivos com Sophie Turner, Isaac Hempstead Wright, Kit Harington, e Maisie Williams.

Fotos:

Vídeo:

https://www.facebook.com/GameofThronesBR/videos/1729913127036021/

A sétima temporada de Game of Thrones estreia no dia 16 de julho.

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Cinema

Batman e Arlequina | Filme ganha novo trailer

A Warner divulgou um novo trailer de Batman e Arlequina (Batman And Harley Quinn), próximo longa-metragem da DC Comics, que contará com o retorno de Bruce Timm, em história criada por ele.

A atriz de The Big Bang Theory, Melissa Rauch, fará a voz de Arlequina, ao lado de Kevin Conroy como Batman e Loren Lester como Asa Noturna.

O filme seguirá as aventuras de Batman e Asa Noturna, que são forçados a se aliarem com Arlequina, para impedirem uma catástrofe global causada pela Hera Venenosa (Paget Brewster) e Jason Woodrue, o Mestre das Plantas.

O filme será lançado no verão americano em DVD e Blu-Ray.