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Lost Sphear é o novo jogo da Tokyo RPG Factory

A Tokyo RPG Factory,  empresa por trás de I am Setsuda, anunciou Lost Sphear, que promete ser tão lindo e encantador quanto ao seu antecessor espiritual. 

Confira ao trailer abaixo:

O game será ambientado em uma vila remota, que tem como protagonista Kanata, um jovem e simpático garoto, que ao acordar de um pesadelo, onde seu mundo desaparecia, se reúne com grupo de amigos para impedir que aquilo se torne realidade. Para isso, os jovens começam a reconstruir seu mundo a partir de pensamentos que se convertem em matéria.

Lost Sphear será lançado no início de 2018 para Playstation 4, PC e Nintendo Switch.

 

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Call of Duty: WWII | Jogo ganha novos detalhes no modo história

Depois do anúncio de que Call of Duty voltaria às suas raízes, novos detalhes da trama foram revelados.

Segundo o marketing de documentário oficial do site GameStop, o game irá abordar a Operação Cobra, com muitos detalhes históricos, que irão envolver questões políticas e sociais da época. 

Confira ao trailer abaixo:

O jogo trará as praias da região, como um dos milhares campos de guerra presentes. As batalhas de Ardenas também farão parte do modo história da campanha, destoando da a trama do modo cooperativo.

Call of Duty: WWII será lançado em 3 de Novembro para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

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Little Witch Academia | Jogo é anunciado para Playstation 4

A Bandai Namco anunciou o game Little Witch Academia, que será baseado no anime de mesmo nome. O jogo será lançado como um exclusivo do Playstation 4.

Confira ao trailer abaixo:

De acordo com a descrição, Little Witch terá uma história original, onde abordará algo tão grandioso quanto as tramas do anime. Os jogadores irão explorar Luna Nova Magical High School na pele de Akko e outros personagens, com o objetivo de descobrir as sete maravilhas da escola de magia.

Little Witch Academia será lançado ainda neste ano para os consoles da nova geração.

 

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Inuyashiki | A chocante sociedade japonesa retratada na ficção científica

Hiroya Oku é um autor controverso. Após 13 anos escrevendo e desenhando sua série mais longeva, Gantz, com a criação de Inuyashiki em 2014 o mangaká parece ter encontrado novos ares para sua habilidade primária: criar histórias de ficção-científica com algum valor moral, abordando aspectos da sociedade japonesa moderna através da violência típica de suas obras, com um visual extremamente realístico e cenas chocantes.

Em 1999 Oku lançou sua primeira obra com um pé no sci-fi. Zero One era uma história sobre um torneio de videogame, e o sucesso não foi alcançado como em sua série prévia de comédia romântica, Hen. Apesar do fracasso o autor iniciou em seguida sua mais duradoura e bem-sucedida publicação, Gantz, que rende frutos até hoje e através de uma narrativa louca, violenta e chocante, tornou-se um dos seinen mais marcantes dos quadrinhos japoneses.

Um dos aspectos de Gantz era, no meio da violência, sexo e alienígenas bizarros, tecer críticas à forma de viver dos seres humanos. Abordando a superficialidade do coletivo, preconceito e até mesmo falando sobre o papel da mulher no mundo (da forma mais rasa possível, mas está lá), as camadas mais “profundas” do mangá perdiam-se no meio de robôs gigantes e roupas coladas, com muitos peitos e bundas.

Com o fim da série em 2013, Oku levou um ano para bolar o que, aparentemente, é sua obra mais intelectual, sem deixar perder sua assinatura e estilo que ficaram marcados no universo de Gantz. Inuyashiki veio ao mundo nas páginas da revista Evening japonesa e agora alcança as bancas do Brasil em volumes bimestrais publicados pela editora Panini.

Inuyashiki possui uma premissa semelhante a de Parasyte (Kiseijuu), mangá de Hitoshi Iwaaki publicado no Brasil pela Editora JBC. A história é centrada em Ichiro Inuyashiki, um senhor de 58 anos que aparenta ser muito mais velho. Sua família não dá muita bola pra ele e constantemente o desrespeita, e no meio de sua vida infeliz, Ichiro descobre estar com um câncer terminal. Rodeado em desgraça, o senhor acaba por se envolver em um acontecimento que altera sua perspectiva da realidade: ele é transformado num ciborgue. E daí pra frente, a vida de Inuyashiki muda de forma radical.

Oku parece possuir uma missão com este mangá. Todo o primeiro volume é centrado quase que exclusivamente em criticar os aspectos mais deploráveis da sociedade japonesa moderna, que vão desde a marginalização dos jovens até o desrespeito e falta de empatia pelos mais velhos. Os idosos do Japão são desprezados, ignorados e solitários, enquanto as pessoas mais novas agem de forma egoísta, instável e passional. As críticas sociais, típicas de qualquer boa ficção científica, misturam-se com a vontade de Ichiro ao passar por esta experiência com “seres alienígenas” que mudaram seu corpo: tornar-se uma espécie de justiceiro, um super-herói que faz o bem para a humanidade, agindo onde ninguém mais parece enxergar os problemas.

Obviamente, surge também um possível antagonista que passou por essa “experiência” ao lado de Ichiro e tornou-se um psicopata assassino.

O autor pesa a mão na dramaticidade, algo extremamente necessário para uma história que toca em assuntos tão delicados. O objetivo aqui é chocar o leitor, propor uma reflexão que se aplica também ao nosso dia-a-dia, e tentar expandir a visão de mundo dos leitores, criando paralelos entre a personalidade do leitor com algum dos personagens secundários, cheios de falhas de caráter e vivendo suas vidas das formas mais comuns e desprezíveis.

A semelhança com Parasyte é traçada no modo em que a trama é abordada. De forma similar, os protagonistas passam por um de contato alienígena que os torna super poderosos, e tentam agir para o bem da sociedade. Da mesma forma, outra pessoa (no caso da obra de Iwaaki, outras) passa pela mesma mudança, e vai para o lado oposto. E no meio disso, as questões sociais, políticas e reflexivas são abordadas, com choques culturais e um texto sofisticado em ambos os casos.

Deixando de lado o principal atrativo, que é sua temática, Inuyashiki também é um mangá lindamente ilustrado. Oku-sensei refinou seu traço ao longo dos treze anos de Gantz, tornando-o ainda mais realístico, bem detalhado e fluido, com uma movimentação única que poucos profissionais conseguem retratar com clareza. A beleza da arte também contribui para a imersão, visto que este mundo é extremamente similar ao nosso, facilitando o reconhecimento e potencializando a mensagem que deve ser passada.

O mangaká também brinca com a metalinguagem, inserindo outros mangás na narrativa, tornando este mundo teoricamente fictício algo verdadeiramente inserido na realidade, um perfeito retrato do nosso mundo quando somado ao seu já citado belíssimo traço.

E apesar da narrativa mais calma, com capítulos cadenciados de forma bem amena, rapidamente o passar das páginas torna-se algo frenético, com ação e cenas marcantes, misturando emoção e repulsa pelos acontecimentos. Este desenrolar é típico dos mangás de Oku-sensei, que deixam o leitor empolgado e curioso para saber o que acontecerá em seguida. E ao contrário de Gantz, aqui ele não deve se perder na aventura, já que o final da obra está programado para setembro, quando o décimo e último volume da série será lançado no Japão.

Inuyashiki é tudo de bom que o gênero da ficção científica tem a oferecer. Apesar do currículo estranho de seu autor (ele mesmo brinca com isso), a obra parece vir para acrescentar algo ao mercado, unindo-se aos outros ótimos mangás com premissas mais reflexivas, como Assassination Classroom – que é uma crítica ao sistema de ensino – e Arakawa Under The Bridge, que fala sobre a aceitação do diferente na comunidade.

E sendo outro ótimo candidato ao posto de melhor mangá do ano, a obra de Hiroya Oku também acrescenta qualidade ao mercado, que passa atualmente por um belíssimo momento onde verdadeiros clássicos e novos-clássicos enchem as prateleiras de bancas e livrarias de todo o Brasil. A edição também conta com um belo glossário em suas páginas finais, que explica as referências e termos utilizados ao longo das 204 páginas do primeiro volume, que assim como a edição japonesa, possui um efeito holográfico especial em sua capa. Um capricho editorial respeitável, que faz valer cada centavo dos R$ 13,90 cobrados.

Recentemente o estúdio MAPPA anunciou que adaptará a obra para um anime, além de haver um filme live-action programado para 2018.

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Assassin’s Creed Origins | Teaser sobre o novo jogo vaza na internet!

Apesar de já ter sido oficializado, a Ubisoft não revelou nenhuma novidade sobre o novo Assassin’s Creed, que deve se chamar Origins. Como nada fica guardado no ramo do entretenimento por muito tempo, algumas informações a respeito do jogo vazaram na internet.

A primeira veio de uma foto mostrando uma das camisas oficiais do jogo que está sendo vendida na loja GameStop, revelando com ela o novo protagonista, que poderá se chamar Bayek (ou Ba Yek). Confira:

Para completar, o diretor Ashraf Ismail, que trabalhou em Assassin’s Creed IV: Black Flag, simplesmente respondeu, ao ser perguntado sobre a vericidade da camisa: “Bela camiseta”

https://twitter.com/AshrafAIsmail/status/869596459204833280

A última novidade, porém não menos importante, foi a divulgação de um teaser vazado, que aparentemente será apresentado na E3 2017.

https://youtu.be/3S6bWQVStno

A Ubisoft não comentou sobre as informações até agora.

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Consoles Games PC

Injustice 2 | Jogo terá evento do filme da Mulher-Maravilha

A Warner Bros Games em parceria com a NetherRealm Studios, anunciou que Injustice 2 terá um evento em comemoração ao lançamento do filme da Mulher-Maravilha, que será dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot.

Confira ao vídeo logo abaixo:

Na versão para os consoles, os jogadores terão que completar o evento Para Acabar com Todas as Guerras, que ocorre dos dias 29 de Maio à 5 de Junho. Já na versão mobile, será possível adquirir os equipamentos através de cartas e kits que poderão ser comprados com o próprio dinheiro do jogo.

Injustice 2 já está disponível para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

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Entretenimento

Superman aparece em novos produtos da Liga da Justiça

Vazaram no Twitter algumas imagens dos produtos com artes do filme da Liga da Justiça, entre eles baldes de pipocas, copos, garrafas térmicas e algumas actions figures. E em todos eles o Superman está presente.

A presença do Homem de Aço ainda é uma incógnita, pois em nenhum trailer ele apareceu, mas a sua ressurreição é esperada no longa. Se esses produtos forem realmente os oficiais, podemos falar que é certa a sua aparição. Ou pode ser que o personagem foi colocado simplesmente por questões de marketing.

 

Dirigido por Zack Snyder, que recentemente se afastou do projeto, a Liga da Justiça é estrelada por Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller e Ray Fisher e trem estreia prevista para 17 de novembro de 2017.

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Cinema

Embargo acabou | Confira primeiras críticas de Mulher-Maravilha

Com o fim do embargo imposto pela Warner Bros., começaram a sair as primeiras reações da crítica ao próximo filme do Universo Estendido da DC, Mulher-Maravilha. E elas são bem positivas.

Reações:

Mulher-Maravilha tem no seu elenco: Gal Gadot como Diana Prince/Mulher-Maravilha, Chris Pine como Steve Trevor, Robin Wright como General Antiope, David Thewlis como Sir Patrick, Connie Nielsen como Rainha Hippolyta, Elena Anaya como Maru/Doutora Poison, Lucy Davis como Etta Candy, Doutzen Kroes como Venelia, Ewen Bremner como Charlie, Danny Huston como General Erich Ludendorff, Eleanor Matsuura como Epione, Mayling Ng como Orana, Eugene Brave Rock como Chefe, Samantha Jo como Euboea, Saïd Taghmaoui como Sameer, Florence Kasumba como Senador Acantha, Emily Carey como Jovem Diana, Lisa Loven Kongsli como Menalippe, Brooke Ence como Penthiselea, Ann Ogbomo como Phillipus, Ann Wolfe como Artemis, Madeleine Vall como Egeria, Jacqui-Lee Pryce como Niobe e Lilly Aspell como Pequena Diana.

A direção é de Patty Jenkins com roteiro de Allan Heinberg, Zack Snyder, Allan Heinberg, Jason Fuchs e William Moulton Marston. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 1 de junho. A venda de ingressos já começou.

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Estudante de Medicina | Quadrinho nacional de qualidade

A Editora Veneta vem publicando há algum tempo quadrinhos autorais e alternativos, produzidos por artistas brasileiros, que são obras de excelente qualidade e podem dar aquela curva acentuada para quem quer sair um pouco do esquema super-heróis e/ou criaturas fantásticas.

Um desses quadrinhos é o elogiado Estudante de Medicina, primeiro álbum da Cynthia B., onde ela conta a sua trajetória de sete anos na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma das mais tradicionais e concorrida faculdades do Brasil. E suas desventuras durante esse período estão na história.

Cynthia é hoje uma das principais figuras femininas dos quadrinhos brasileiros. Já publicou tiras na Folha de S. Paulo, na revista Piauí e criou fanzines como Golden Shower e Pintinho. Na HQ ela mostra que como qualquer outro estudante está empolgada para as aulas começarem, mas logo percebe que não é bem assim que funciona, e que a faculdade, mesmo sendo brasileira, segue a tradicional ideologia de filmes americanos, de festas e bebedeiras no final de semana. Algo que nem sempre é uma boa ideia.

Lidar com uma nova realidade, novas responsabilidades, amizades, relacionamento com a mãe e novos hábitos não tão saudáveis assim, não é algo tão fácil. E deixar seus medos de lado e ignorá-los pode se tornar uma bola de neve no futuro.

Estudante de Medicina toca em diversos assuntos de uma fora sincera e sem muitos rodeios, como o aborto, sexo casual, bebedeiras, festas e dilemas existenciais. Cynthia B. não deixa de expor o que pensa, mas tudo de uma forma franca e bem-humorada. Ele tem cenas estranhas, que fazem rir de algo que pode acontecer no nosso cotidiano e ainda traz informações didáticas. É um álbum totalmente indicado para quem gosta de quadrinhos.

Estudante de Medicina, tem 176 páginas todas em preto e branco, encadernadas com acabamento brochura em formato 17 x 24 cm, e foi lançado simultaneamente no Brasil e na França. Você pode adquirir seu exemplar clicando no banner abaixo.

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Quadrinhos

First Strike | Crossover de Transformers, GI Joe e MASK ganha primeira arte

A IDW Publishing divulgou a primeira arte de First Strike, onde os personagens de Transformers, GI Joe e MASK irão se encontrar. A arte, em preto e branco, é do veterano artista e co-fundador da Image Comics, Whilce Portacio, e será uma capa tripla publicada nas edições de números 1,3 e 5 do crossover.

A trama vai mostrar a Terra prestes a se juntar ao Conselho Cibernético dos Mundos. O evento iria seguir tranquilo e pacífico se não fosse interrompido por COBRA que põe em pratica seu plano de destruição de todos os Cybertronians. É quando o GI Joe e os Autobots se unem para evitar a extinção e recebem ajuda de um aliado improvável no caminho.

“First Strike é uma história marcante ambientada em um contexto de guerra intergaláctica com todos os robôs gigantes, ninjas ciborgues e explosões que você poderia pedir. É praticamente um blockbuster em quadrinhos” disse o roteirista Mairghread Scott.

First Strike é escrita pela dupla Mairghead Scott e David Rodriguez e desenhos de Max Dunbar, e tem publicação prevista para agosto nos Estados Unidos.