A Marvel Studios tem estado ocupada neste ano. Pantera Negra está em pós-produção e Vingadores: Guerra Infinita segue filmando. Homem-Aranha: De Volta ao Lar, parceria com a Sony Pictures, estreia em julho, e Thor: Ragnarok, em novembro. O Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) continua avançando em sua Fase 3, ganhando cronogramas para os seus capítulos finais, antes da Fase 4.
Segundo informações do Omega Underground, detalhes das filmagens de Vingadores 4, Capitã Marvel, e Homem-Formiga e a Vespa foram revelados.
Vingadores 4
Vingadores 4 representa a segunda parte de Vingadores: Guerra Infinita, e as filmagens do projeto começarão em breve. Elas estão programadas para iniciarem no dia 17 de julho em Atlanta. O filme trabalhará sobre o título de Mary Lou 2, e entra em produção logo depois que Vingadores: Guerra Infinita concluir sua fotografia principal. Vingadores 4 deve concluir suas gravações no dia 13 de dezembro.
Capitã Marvel
Capitã Marvel, que vai operar com o nome de produção Warbird, começará suas filmagens no dia 8 de janeiro de 2018, em Atlanta. O filme completará suas gravações no dia 11 de maio do próximo ano.
Homem-Formiga e a Vespa
Homem-Formiga e a Vespa usará o nome de Cherry Blue. A atriz Evangeline Lilly já iniciou as provas do seu traje da Vespa, e muito em breve estará diante das câmeras. A sequência de Homem-Formiga começa suas filmagens no dia 6 de julho em Atlanta. A conclusão da produção acontecerá no dia 30 de novembro.
A seguir nos cinemas pelo MCU:Homem-Aranha: De Volta ao Lar – 6 de julho; Thor: Ragnarok – 2 de novembro; Pantera Negra – 16 de fevereiro de 2018; Vingadores: Guerra Infinita – 4 de maio de 2018; Homem-Formiga e a Vespa – 6 de julho de 2018; Capitã Marvel – 8 de março de 2019; e Vingadores 4 – 3 de maio de 2019.
Foi no ano de 1984 que os irmãos Max Cavalera e Igor Cavalera, em Belo Horizonte, deram o pontapé inicial para a considerada a melhor banda brasileira e de maior repercussão em todo mundo. O Sepultura. A influência musical dos irmãos eram bandas como Black Sabbath, Van Halen, Iron Maiden, Motörhead, AC/DC entre outras do heavy metal. Só que depois de uma viagem para São Paulo, onde ouviram Venom pela primeira vez, os ouvidos passaram a escutar Kreator, Megadeth, Exodus e as brasileiras Stress, Sagrado Inferno e Dorsal Atlântica. Sons que se tornaram base musical do Sepultura.
O Sepultura em 1985.
Com Max na guitarra, Igor na bateria, Paulo Jr. no baixo e Wagner Lamounier no vocal, a primeira formação do Sepultura estava pronta. Logo depois, Wagner saiu para formar a banda de black metalSarcófago, Max então assumiu de vez os vocais e Jairo Guedez foi recrutado para a segunda guitarra. O Sepultura em 1985 participa de um festival de bandas em Belo Horizonte, onde é contratada pela Cogumelo Records. A partir desse momento para frente a Torre de Vigilância tem o orgulho de trazer para você, estimado leitor, a discografia e um pouco da história da banda que sempre foi referência do Brasil lá fora, influenciou diversos artistas nacionais e internacionais, chegou ao posto até hoje nunca alcançado por nenhuma banda brazuca e construindo assim uma carreira mais do que sólida no mercado fonográfico mundial.
Formação clássica
Mas nem tudo são flores na longa estrada do Sepultura. Brigas, mudanças de formação, membros fundadores que saíram… bem, continue a sua leitura, ligue o som no talo e vamos viajar nos riffs de guitarras e vocais guturais que são uma identidade da banda!
Bestial Devastation (1985)
Poucas pessoas sabem, mas o primeiro registro em estúdio para valer do Sepultura foi esse EP em formato de vinil lançado no mês de dezembro de 1985. Com produção de Tarso Senra, João Guilherme e da banda, o LP foi gravado e mixado em apenas dois dias em Belo Horizonte. Max, Jairo e Paulo tinham na época 16 anos e Igor tinha 14. Com poucos recursos a banda usou instrumentos emprestados de amigos.
O LP ainda era dividido com a banda Overdose (procurem saber sobre a banda é muito boa), com cinco músicas do Sepultura no lado A e três da Overdose no lado B. O disco no total vendeu 8 mil cópias, com destaque para a faixa título que já dava um gostinho do que vinha para o futuro.
Formação:
Max“Possessed”Cavalera – Vocal, guitarra base Jairo“Tormentor”Guedez – Guitarra solo Paulo“Destructor”Jr. – Contra Baixo Igor “Skullcrusher”Cavalera – Bateria
Sim. Eram esses os nomes que os caras usavam na época.
Morbid Visions (1986)
O álbum (pra valer) de estreia do Sepultura foi gravado, produzido e mixado por Eduardo Santos, Zé “Heavy” Luiz e a própria banda. O estilo death metal percorre por todo o trabalho e foi bem aceito na critica especializada na época do lançamento, apesar de ser uma produção em tanto quanto pobre.
A arte da capa foi feita por Alex, um antigo amigo da banda. Com o disco embaixo do braço a banda sai em turnê por alguns lugares do país. Pouco depois a Cogumelo Records relança o Bestial Devastation. “Troops of Doom” é um dos destaques do disco.
Formação:
Max Cavalera – Vocal, guitarra Jairo Guedez – Guitarra Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Nota na história: O guitarrista Jairo Guedez, alegando problemas particulares, deixa a banda. No seu lugar assume Andreas Kisser, que já vinha tocado em alguns shows com a banda como uma espécie de terceiro guitarrista. Ainda em 86, o Sepultura processa a gravadora Shark por lançar os discos da banda fora do país sem nenhum acordo.
Schizophrenia (1987)
O segundo álbum oficial do Sepultura, sai novamente pela Cogumelo Records, é o primeiro trabalho com o Andreas Kisser na guitarra como membro oficial. Com produção da banda é do velho conhecido Tarso Senra, o som vai contra o Morbid Visions (que era um disco mais death metal), o novo álbum tem mais influências de trash metal.
Foi com o Schizophrenia que o Sepultura ficou mais conhecido. Nas primeiras semanas de venda, foram comercializados cerca de 10 mil cópias, e a gravadora New Renaissance lançou o disco nos Estados Unidos. O sucesso fez que houvesse um lançamento pirata do disco por uma produtora europeia, que vendeu 30 mil cópias, mas a banda não pode usufruir dos direitos autorais. Mas de um jeito ou de outro, abriu as portas desses mercados. O álbum virou uma sensação da critica tanto na Europa quanto na América do Norte.
https://www.youtube.com/watch?v=AUdFMV7yqYA
Formação:
Max Cavalera – Vocal, guitarra base Andreas Kisser – Guitarra solo Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Nota na História: A gravadora Roadrunner Records, conhecida por ter grandes nomes do heavy metal em seu cast, assina com o Sepultura e lança o Schizophrenia oficialmente em todo o mundo. O detalhe é que todo o processo foi feito sem que ninguém da gravadora tivesse encontrado com a banda pessoalmente.
Beneath the Remains (1989)
Com letras escritas por Andreas Kisser e Max Cavalera, o terceiro disco do Sepultura é lançado. E do jeito que eles sempre queriam: por uma grande gravadora e uma grande distribuição. A história de Beneath the Remains começa com Max indo para Nova York em fevereiro de 1988, para negociar com a Roadrunner o orçamento da gravação. Apesar de terem fechado com o Sepultura, a gravadora ainda tinha um pé atrás com o potencial de vendas da banda. Depois de uma semana de conversas, o orçamento inicial foi de U$ 8.000, mas no final custou quase o dobro.
Para a produção foi escolhido Scott Burns, que aceitou trabalhar por uma quantia bem abaixa do normal na época. O produtor mesmo disse em diversas ocasiões que estava curioso sobre o som que era feito no Brasil, por isso aceitou. O som apresentado em Beneath the Remains é bem mais limpo do que os seus antecedores. A melhora da técnica dos músicos e os belos solos de guitarras são destaques do disco, que vendeu 800 mil cópias ao redor do mundo. Foi com esse trabalho que o Sepultura provou que era sim um dos grandes no rock mundial, e que poderia vender milhões.
Contra-capa de Beneath the Remains
O álbum foi muito celebrado por toda a critica especializada, a revista britânica Terrorizer o classificou com um dos “20 melhores álbuns de thrash metal de todos os tempos”, o disco, após seu lançamento, acabou sendo comparado com o clássico álbum do Slayer, Reign in Blood. E pela primeira vez, o Sepultura sai em uma turnê internacional, tocando junto com os alemães do Sodom. Os shows aconteceram na Áustria, Estados Unidos e México. A turnê foi marcada pelos diversos conflitos entre os membros das duas bandas.
Mas foi nessa série de shows internacionais que a banda aumentou sua popularidade. O mundo já sabia quem era o Sepultura e o som pesado e bem feito que se resumia em um tapa na orelha, muito lindo e perfeito, dos fãs. Foi nessa época que eles conheceram Lemmy Kilmister e o Motörhead, passaram por Berlim e seu muro durante a Guerra Fria e conheceram o Metallica que estava no auge da carreira.
Formação:
Max Cavalera – Vocal, guitarra base Andreas Kisser – Guitarra solo Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Nota na história: Em 1990 durante a apresentação no Dynamo Open Air Festival, eles conhecem a Gloria Bujnowski, empresária do Sacred Reich. Então, ela passa a lidar com os negócios do Sepultura e dos integrantes também. Depois se tornaria Gloria Cavalera ao se casar com o vocalista Max.
Arise (1991)
Em agosto de 1990, o Sepultura se juntou novamente com Scott Burns na Flórida para gravar o novo disco, a essa altura todos os membros da banda já moravam nos Estados Unidos. A essência de Arise é praticamente o estilo death/thrash metal de Beneath the Remains (o trabalho anterior), mas claramente mostra que a banda buscava também um “quê” experimental. Elementos de música industrial, hardcore punk e até percussão latina são presentes no álbum.
Os membros da banda falavam na época que o Arise tem a mesma direção do disco anterior, mas percebesse que o ritmo estava um pouco mais lento e a bateria de Igor tinha estilos mais carregados para o groove. E marca também o inicio da “fase tribal” do Sepultura com a música “Altered State” e o hardcore dá as caras em “Subtraction” e “Desperate Cry”.
Arise recebeu excelente criticas ao redor do mundo e carimbou de vez o lugar do Sepultura como grande banda do rock mundial. O trabalho ficou em 119º na Billboard, algo inédito na carreira da banda, o primeiro a conseguir uma certificação musical (estatuto de ouro em 1992 por vender 25 mil cópias na Indonésia). Quando chegou o ano de 1993 já tinha atingido a marca de 1 milhão de unidades vendidas no mundo. E em 2001, mantendo o fôlego, ganhou a segunda certificação, estatuto de prata no Reino Unido por mais de 60 mil cópias vendidas. É particularmente o disco que mais gosto dos caras.
Formação:
Max Cavalera – Vocal, guitarra base Andreas Kisser – Guitarra solo Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Nota na história: O Sepultura, apenas um dia após encerrar as gravações de Arise, começou uma pequena turnê com as bandas Obituary e Sadus. Foi o inicio da maior série de promoções feita pela banda, que correu o mundo e durou dois anos. Em 1991, eles se apresentaram no Rock in Rio 2 para uma plateia de 70 mil pessoas. No mesmo ano tocaram gratuitamente em São Paulo no fatídico show do dia 11 de maio na Praça Charles Miller. Os organizadores e a policia militar estimavam que tivessem cerca de 10 mil pessoas presentes, quando apareceram 30 mil. O que tornou o controle da multidão algo praticamente impossível. Na confusão seis pessoas ficaram feridas, 18 presas e uma foi morta a tiro. Há apenas uma semana antes, durante uma briga entre headbangers e skinheads um jovem foi morto a facadas durante uma apresentação dos Ramones também em São Paulo. Ambos os eventos repercutiram muito mal na mídia, criando um falso mito sobre o publico dos shows de rock. O Sepultura em particular tinha uma pequena dificuldade de tocar no Brasil por que produtores temiam que fosse acontecer alguma tragédia. Em compensação, a turnê internacional do Arise foi longa e passou por lugares como Grécia e Japão.
Chaos A.D. (1993)
O Sepultura já era considerado uma das melhores e maiores bandas de thrash metal do mundo. Foi então que a banda se juntou com o produtor Andy Wallace e nasceu o quinto álbum de estúdio da carreira. Dessa vez, eles realmente abraçaram o experimentalismo no som com um estilo groove metal que acabou os tornando uma grande influência para as bandas de groove, alternative e nu metal.
Os hinos “Refuse/Resist”, “Territory” e “Manifest” (que fala sobre o massacre do Carandiru) são destaques em Chaos A.D. que tem em suas letras assuntos geopolíticos mundiais. O estrondoso sucesso do álbum rendeu mais de 1 milhão de cópias por todo o mundo, levando o Sepultura em um patamar nunca alcançado por nenhuma banda brasileira. Foi a primeira banda do Brasil a se apresentar na Rússia, a primeira metal da América Latina a se apresentar no Monster of Rock na Inglaterra e depois de um abaixo-assinado organizado pelo fã clube oficial brasileiro, o Sepultura voltou a se apresentar no Brasil no festival Hollywood Rock. Vencendo assim o boicote de parte dos organizadores do evento, o incidente em São Paulo anos antes ainda amedrontava.
O lançamento foi feito em um castelo medieval na Inglaterra com a presença de convidados especiais e a imprensa mundial. O clipe de “Territory” foi gravado em Israel e eleito o melhor videoclipe do ano pela MTV Brasil. O álbum ainda conta com a participação de Jello Biafra, ex-vocalista do Dead Kennedys, na música “Biotech Is Godzilla” escrita pelo próprio, uma faixa onde os integrantes ficam rindo e gritando e na versão brasileira do álbum temos uma versão de “Polícia” dos Titãs.
Formação:
Max Cavalera – Vocal, guitarra base Andreas Kisser – Guitarra solo Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Roots (1996)
Os fãs tiveram um gostinho do novo disco do Sepultura quando foi lançado compacto Roots Bloody Roots no começo de 1996. O EP tem a inédita faixa título, além de versões ao vivo de “Refuse/Resist”, “Territory” e um cover de “Procreation (Of The Wicked)” do Celtic Frost. Eis que então fevereiro do mesmo ano, com produção de Ross Robinson, Roots chega as lojas. E o novo trabalho marca uma mudança significativa no som da banda.
Com elementos como percussão, berimbau, a participação de Carlinhos Brown na música “Ratamahatta” e duas músicas gravadas com os índios Xavantes. É com certeza o trabalho mais experimental da carreira do Sepultura. A música “Itsari” foi gravada às margens do Rio das Mortes no estado do Mato Grosso na Aldeia Pimentel Barbosa em 1995. Os experimentos fizeram alguns fãs mais antigos da banda torcerem o nariz, mas não impediu o sucesso do Roots e tornou o trabalho referência para várias bandas que posteriormente seguiram o estilo nu metal. A versão brasileira do álbum contém os covers de, novamente, “Procreation (Of the Wicked)” do Celtic Frost e “Sympton of the Universe” do Black Sabbath, e a música “Lookaway” escrita pelo vocalista do Korn, Jonathan Davis.
Formação:
Max Cavalera – Vocal, guitarra base Andreas Kisser – Guitarra solo Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Nota na história:Dana Wells, filho de Gloria Cavalera, é assassinado em meados de 1996, Max e Gloria vão para os Estados Unidos e no festival Donnington o Sepultura toca em trio. O grupo cancela três semanas de shows em solo americano e encerra a turnê participando no OZZfest.
O furacão Max Cavalera
Andreas, Igor e Paulo estavam insatisfeitos com o modo que Gloria Cavalera estava lidando com a banda. O trio alegava que ela estava dando espaço apenas para o seu marido Max, e não para a banda como um todo. E a demissão da empresária foi colocada na mesa. Max por sua vez se sente traído e resolve sair da banda.
Gloria e Max Cavalera
A discussão chegou à mídia e o publico ficou apreensivo com um possível final do grupo, o trio decidiu não renovar o seu contrato de trabalho. Existiu a opção de que ela continuasse a cuidar dos interesses do vocalista em separado, mas ele não aceitou a decisão dos companheiros e se sentiu injustiçado. A separação estava sacramentada.
Com o passar do tempo, a banda decidiu continuar os trabalhos e começou a escrever o novo álbum, como um trio. E Max formou o Soufly.
Os fãs temiam o final da banda…
O gigante Derrick Green
O trio Sepultura começava a trabalhar na nova formação, o baixo de Paulo Jr. ganhou mais força nas músicas e Andreas Kisser assumiu os vocais. Mas este não se sentiu a vontade no posto e o impasse estava formado. Então decidiram buscar um novo vocalista, milhares de fitas chegavam aos escritórios da RoadRunner, houve uma seleção e um pequeno grupo de finalistas foi escolhido e receberam uma fita com as músicas que deveriam trabalhar antes dos testes com a banda.
Derrick Green
Tendo como principais tópicos para os testes finais, saber cantar no estilo proposto, é claro, integração e afeição com todos no grupo, Derrick Green foi o que mais impressionou. Em sua estadia no Brasil durante os testes finais, o norte-americano, se entendeu muito bem com os membros e se sentiu em casa. Com a pressão de gravar logo um novo trabalho e boa parte das músicas prontas (só faltando um vocal) o novo disco já estava no forno.
Against (1998)
A estreia de Derrick Green no vocal aconteceu no sétimo álbum de estúdio do Sepultura. Produzido por Howard Benson, o novo trabalho chegava ao mercado cercado de desconfiança por causa da saída de Max Cavalera. Algo que, ao que parecia, se estendia aos membros do grupo.
Igor Cavalera, na época do lançamento, disse que ainda estavam em dúvidas em manter o nome Sepultura. Então decidiram fazerem as musicas primeiro, se não soasse com a identidade da banda, trocariam de nome. Mas ao modo que tocavam, que produziam, mas viram que o Sepultura estava ainda vivo e com muita lenha para queimar.
A turnê de Against passa roda o mundo e acaba com as desconfiança em torno do futuro da banda. O Sepultura tinha passado por uma tempestade e conseguido sobreviver ao período mais difícil de sua carreira.
Formação: Derrick Green – Vocal Andreas Kisser – Guitarra Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Nation (2001)
O oitavo álbum do Sepultura é produzido por Steve Evetts e é também o ultimo da banda a ser lançado pela RoadRunner Records. Nation é recheado de participações especiais como do vocalista Jamey Jasta da banda Hatebreed, Jello Biafra ex-vocalista do Dead Kennedys, Cristian Machado vocalista do Ill Niño, João Gordo do Ratos de Porão e da banda Apocalyptica.
O álbum tinha uma temática que contava a história de uma nação utópica ao longo das faixas. Mas as vendas do Nation não foram grandes coisas, mas não desanimou os integrantes que entendiam o momento de transição em que passavam. Alem disso o Sepultura acusou a RoadRunner de não promover o álbum, um exemplo foi que o videoclipe de “One Man Army” estava programado para ser filmado em agosto de 2001, nunca foi realizado, por falta de apoio da gravadora.
Formação: Derrick Green – Vocal Andreas Kisser – Guitarra Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Nota na história: A turnê do Nation foi iniciada em janeiro de 2001 no festival Rock in Rio III. No ano seguinte, o Sepultura assinou contrato com a SPV Records.
Roorback (2003)
No primeiro trabalho junto com a gravadora SPV Records, o Sepultura novamente recrutou o produtor Steve Evetts, e assim Roorback foi lançado. A influência ao som groove/alternativo continua forte no decorrer das faixas.
Mas as vendas ainda continuavam baixas, apesar de Roorback ter tido analises melhores do que o anterior Nation. A versão brasileira do disco tem o cover de “Bullet the Blue Sky” da banda U2.
Formação: Derrick Green – Vocal Andreas Kisser – Guitarra Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Nota na história: em 2005 o Sepultura grava o show Live in São Paulo, comemorando os 20 anos da banda. O disco tem participações especiais de B-Negão, Alex Camargo, João Gordo, Jairo Guedez e Zé Gonzáles.
Dante XXI (2006)
Com produção de André Moraes, o novo álbum do Sepultura é completamente baseado na obra A Divina Comédia de Dante Alighieri. O tema foi sugerido pelo vocalista Derrick Green, pois a banda passava por um período sem ideias para suas composições. É o terceiro disco temático na carreira do Sepultura. O primeiro foi Roots (1996) inspirados nas culturas brasileiras e africanas, Nation (2001) onde falam sobre uma nação utópica e agora em Dante XXI.
A odisseia pelo inferno, purgatório e paraíso feita pelo personagem Dante é refeita musicalmente pelo som pesado, a ideia era fazer algo como uma “trilha sonorapara o livro”. Para diferenciar as passagens do purgatório e paraíso, instrumentos como Celo e Piano foram usados com arranjos mais elaborados. Na sonoridade que marca o inferno, a bateria, baixo e guitarra soam mais pesadas.
Foi na turnê desse álbum que o Sepultura tocou pela primeira vez na índia, além dos locais tradicionais como Europa, América do Norte e América Latina. Em 2007, foram atração de festivais no Brasil como Abril Pro Rock em Recife e no Porão do Rock em Brasília. Dante XXI foi disco de ouro no Chipre, o primeiro desde Roots (1996).
https://www.youtube.com/watch?v=_hUM2YH41jE
Formação: Derrick Green – Vocal Andreas Kisser – Guitarra Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
A saída de Igor Cavalera
No inicio da turnê de Dante XXI, o Sepultura teve mais uma baixa da sua formação original. O baterista e membro fundador Igor Cavalera decidiu sair da banda. Ele foi substituído temporariamente por Roy Mayorga. Mais tarde Jean Dolabella assumiu as baquetas de forma definitiva.
Jean Dolabella
A saída de Igor, segundo Andreas Kisser, não foi tão traumática como a do seu irmão Max. O guitarrista falou que ele já tinha dividido com pessoas próximas o desejo de deixar a banda. Foi apenas uma questão de tempo.
A-Lex (2009)
Seguindo a linha de Dante XXI, um álbum temático, o Sepultura lança o interessante A-Lex, que é inspirado na obra A Laranja Mecânica de Anthony Burgess. Com produção de Stanley Soares o disco é lançado pela SPV Records e pela Atração Records no Brasil, sendo o primeiro trabalho sem Igor Cavalera, que foi substituído por Jean Dolabella.
O título é um trocadilho com Alex, personagem central da obra, e o latino para a expressão “sem lei”. Ab(longe de, sem) + Lex (lei). O disco foi bem recebido pela critica e vendeu 5 mil cópias no Brasil e 1.600 nos Estados Unidos. E a turnê, como de praxe, rodou mais uma vez o mundo.
Formação: Derrick Green – Vocal Andreas Kisser – Guitarra Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Kairos (2011)
O primeiro trabalho na gravadora Nuclear Blast e com produção de Roy Z marca por ser algo como “de volta as origens” do Sepultura. Pode se dar bom credito disso ao produtor, que é considerado um dos melhores no segmento de Metal no mercado fonográfico.
Bem recebido pela critica, Kairos tem um som mais pesado e cru do que os dois últimos trabalhos da banda, e é considerado como o álbum que trouxe o Sepultura de volta. A participação especial é do grupo francês Les Tambours Du Bronx na faixa “Structure Violence (Azzes)”, e o disco contém duas covers: “Just One Fix”, da banda Ministy e “Firestarter” do The Prodigy.
Formação: Derrick Green – Vocal Andreas Kisser – Guitarra Paulo Jr. – Baixo Igor Cavalera – Bateria
Nota na história: O baterista Jean Dolabella deixa a banda ainda em 2011, falando que quer procurar rumos diferentes para sua carreira.
Eloy Casagrande
Em seu lugar entra o excelente Eloy Casagrande, que tinha 21 anos na época, e termina a turnê de Kairos.
The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart (2013)
O novo álbum marca a volta do produtor Ross Robinson ao trabalho junto com a banda e o primeiro disco de Eloy Casagrande na bateria do Sepultura. Também é o primeiro disco a ser todo gravado nos Estados Unidos desde o Against (1998).
“Sinistro, sombrio e metal pra caramba!” assim o vocalista Derrick Green descreve o som do disco. A critica e os fãs ficaram satisfeitos com o resultado final, muitos consideraram o melhor trabalho do Sepultura nesse milênio. Em sua primeira semana de vendas nos Estados Unidos o álbum vendeu mais de 1.800 cópias.
Andreas Kisser disse que o disco foi inspirado no filme Metropolis (1927) do austríaco Fritz Lang. O título é baseado em uma frase que significa a principal mensagem da história: “O Mediador entre a Cabeça e as Mãos deve ser o Coração”.
Formação: Derrick Green – Vocal Andreas Kisser – Guitarra Paulo Jr. – Baixo Eloy Casagrande – Bateria
Machine Messiah (2017)
O elogiado novo trabalho do Sepultura foi lançado no começo desse ano e chegou com o pé na porta total. Para a gravação, a banda se refugiou na casa do produtor Jens Bogren em Estocolmo onde não tinham muito o que fazer, a não ser pensar em música 24 horas por dia.
Machine Messiah foi bem recebido pela critica como um disco bem sólido com a cara do Sepultura, mas ao mesmo tempo se propõe a mostrar algo novo na longínqua estrada da banda. Destaques do álbum são as faixas “I Am The Enemy”, “Alethea”, a instrumental “Iceberg Dances” e a incrível “Phanton Self”.
Formação: Derrick Green – Vocal Andreas Kisser – Guitarra Paulo Jr. – Baixo Eloy Casagrande – Bateria
Foi lançado o documentário Sepultura Endurance dirigido pelo cineasta Otávio Juliano. Confira AQUI. Apesar de não ter depoimentos dos irmãos Cavalera, o filme vai contar a trajetória da banda desde o inicio em Minas Gerais até sua afirmação como gigante no rock mundial.
Atual formação do Sepultura.
O grande resultado sobre a carreira fonográfica do Sepultura é com certeza o legado que eles deixam para todos. A forte influência em diversas bandas mundiais, muitas até chegaram ao estrelado como Slipknot, Godsmack e System of a Down. E levando o nome do Brasil para o ponto mais alto do rock mundial, por mais que sejam músicas cantadas em inglês, a banda nunca escondeu e renegou suas origens. Se você procura algo para ouvir pesado e de boa qualidade, o Sepultura é prato cheio!
Durante a apresentação da Sony na E3 2017, a Activision apresentou um vídeo inédito de Call of Duty: WWII, mostrando mais de seu gameplay.
Confira ao gameplay abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=VPxE-7Vw-FQ
Call of Duty retorna às raízes com Call of Duty: WWII – uma experiência de tirar o fôlego que redefine a Segunda Guerra Mundial com uma nova geração de jogo. Pouse na Normandia no Dia D e batalhe através da Europa por locais icônicos na guerra mais monumental na história. Experiencie o combate clássico de Call of Duty, os laços da camaradagem, e a natureza imperdoável da guerra contra uma força global jogando o mundo na tirania.
Call of Duty: WWII será lançado em 3 de Novembro para Playstation 4, XBOX ONE e PC.
O documentário Sepultura Endurance dirigido por Otávio Juliano chega aos cinemas no Brasil. O projeto originalmente era para ser em comemoração aos 25 anos de carreira da banda brasileira de maior sucesso no mundo. Pois bem, não deu para lançar a tempo, pois o filme levou oito anos para ficar pronto. Durante esse período, Otávio acompanhou Andreas Kisser e seus companheiros em infindáveis turnês ao redor do mundo.
A ideia do projeto surgiu logo após a Virada Cultural de 2011, onde o Sepultura tocou com a Orquestra Experimental de Repertório, onde a banda e o diretor tiveram o primeiro contato. A ideia de fazer um documentário sobre os 25 anos de estrada já existia na mente dos integrantes, mas a produção só acabou quando o grupo completou 33 anos.
Confira o trailer de Sepultura Endurance abaixo:
“O Otávio chegou tranquilo, a gente trocou uma ideia, ele filmou shows, camarins, passamos contatos de músicos que conhecemos, como Megadeth, Metallica, e aí ele começou a gravar os depoimentos. A demora, o tempo para a realização do Endurace foi necessário” disse o guitarrista Andreas Kisser. “A intenção do projeto é mostrar o presente, mesmo. O que é fazer parte de uma banda como o Sepultura. Os irmãos, as saídas, empresária. Toda a mudança de tecnologia, a entrada do Derrick, tudo!”
Sepultura Endurance estreou nos cinemas brasileiros nessa quarta-feira (14/06), a produção será disponibilizada em uma grande quantidade de salas de cinemas no país e nessas sessões, após os créditos finais, duas músicas tocadas no show de comemoração dos 30 anos da banda, serão exibidas. As músicas foram filmadas em 4K. A partir do dia 15 o filme segue em um circuito mais restrito.
Antes de fazer sucesso como atriz, interpretando a personagem Skye/Daisy Johnson, em Agents of Shield, Chloe Bennet trilhou um caminho bem diferente na música. Ela usava o nome de Chloé Wang, e tentou carreira na China, lançando alguns clipes que podem ser conferidos abaixo.
Uh Oh (Versão em Chinês)
Uh Oh (Versão em Chinês)
Every Day In Between
EP (Completo)
https://www.youtube.com/watch?v=o4iaYfi1ndU
Agents of SHIELD tem no seu elenco: Clark Gregg como Phil Coulson, Ming-Na Wen como Melinda May, Chloe Bennet como Daisy ‘Skye’ Johnson, Iain De Caestecker como Leo Fitz, Elizabeth Henstridge como Jemma Simmons, Henry Simmons como Alphonso ‘Mack’ Mackenzie, John Hannah como Holden Radcliffe, Zibby Allen como Tenente Evans Mallory, Jansen Mallory como Aida e Joel Stoffer como Silhouetted Man.
Revelada durante a Playstation Experience 2016, a Sony divulgou durante sua conferência na E3 2017 o trailer de The Lost Legacy, DLC de Uncharted 4: A Thief’s End que acompanhará Chloe e Nadine trabalhando lado a lado para descobrirem o segredo de um novo tesouro.
Confira ao trailer abaixo:
The Lost Legacy será lançado em 22 de Agosto para Playstation 4.
O Batman pode ser o herói de Gotham, mas nesta quinta-feira à noite, o Bat-Sinal estará brilhando em Los Angeles para homenagear Adam West, recém-falecido.
https://www.youtube.com/watch?v=iNEIn-skotk
A DC Comics anunciou, via revista Entertainment Weekly, os planos para um tributo especial ao ator, que morreu na sexta-feira passada aos 88 anos de idade. Antes de Michael Keaton ou Ben Affleck assumirem o manto, West estrelou como o Morcego de Gotham na série de TV do Batman nos anos 1960.
Na prefeitura da cidade de Los Angeles, desta quinta-feira, às 21 horas, o Prefeito Eric Garcetti e o Chefe da Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), Charlie Beck, irão acender o Bat-Sinal, que na franquia do Batman serve como chamado de ajuda ao herói. O comunicado do anúncio também indica a presença de convidados surpresa ligados ao Morcego.
Os fãs estão convidados a atenderem com seus melhores cosplays do Batman. Para os que não forem capazes de atender, a família de Adam West encoraja doações para o Fundo em Memória de Adam West, ligado ao St. Jude Children’s Research Hospital e o Camp Rainbow Gold.
West, também conhecido por interpretar uma versão ficcionalizada dele mesmo em Uma Família da Pesada, faleceu depois de uma batalha contra a Leucemia.
Mr. Oz apareceu pela primeira vez em Superman #32 dos Novos 52 e desde então, tem sido uma das figuras mais misteriosas do Universo DC muito ligada ao Superman. Ele capturou Tim Drake, que a Bat família pensa estar morto, e o Apocalipse original que matou o Homem de Aço. Depois do retorno de Wally West, da revelação sobre o segundo Clark Kent e o mistério envolvendo o Bóton, a identidade de Mr Oz finalmente será revelada nas páginas de Action Comics no arco The Oz Effect. Confira as solicitações de setembro da revista:
“Action Comics #987
Escrito por Dan Jurgens
Arte de Viktor Bogdanovic
Capa lenticular de Nick Bradshaw
Capa variante de Mike Janin
“The Oz Effect” primeira parte. Os agentes do misterioso Mr. Oz começam a se mover enquanto o Homem de aço trabalha para parar o caos que eles provocaram em Metropolis e ao redor do globo. Mas quando Mr Oz sai das sombras, sua identidade deixa O Último Filho de Krypton chocado. A história que começou em DC Universe: Rebirth #1, começa a ter seu fim aqui.”
“Action Comics #988
Escrito por Dan Jurgens
Arte de Patch Zircher
Capa lenticular de Nick Bradshaw
Capa variante de Mikel Janin
“The Oz Effect” segunda parte. Enquanto Superman luta contra as ramificações da identidade de Mr. Oz, as origens da figura misteriosa e o longo caminho para o destino de Superman finalmente se revelam.”
“Action Comics #989
Escrito por Dan Jurgens
Arte de Victor Bogdanovic
Capa lenticular de Nick Bradshaw
Capa variante de Neil Edwards e Jay Leisten
“The Oz Effect” terceira parte. A surpreendente revelação sobre a origem do Mr. Oz deixou o Superman chocado. Com O Homem de Aço ocupado com os desastres que se manifestam em todo o mundo, Mr. Oz terá tempo de enfrentar Lois Lane.”
“Action Comics #990
Escrito por Dan Jurgens
Arte de Victor Bogdanovic
Capa lenticular de Nick Bradshaw
Capa variante de Neil Edwards e Jay Leisten
“The Oz Effect” quarta parte. Se o Superman não apoiar a causa de Mr. Oz, talvez Superboy o faça. O misterioso vilão atinge o coração do herói quando ele e Jon unem forças. O Último Filho de Krypton terá que fazer uma escolha: salvar seu filho ou seu planeta adotivo.”
“Action Comics #991
Escrito por Dan Jurgens
Arte de Victor Bogdanovic
Capa lenticular de Nick Bradshaw
Capa variante de Neil Edwards e Jay Leisten
“The Oz Effect” quinta parte. Depois de ter sido revelado como [NÃO FOI DIVULGADO], Mr. Oz realiza sua última jogada contra o Homem de Aço e sua família, deixando o Homem do Amanhã questionando quais outros segredos e mentiras o aguardam em um futuro próximo com o fim do Efeito Oz.”
Além disso, em DetectiveComics teremos um arco focado em Tim Drake e sua fuga da prisão de Oz:
“Detective Comics #965
Escrito por James Tynion IV
Arte de Eddy Barrows
Capa de Eddy Barrows
Capa variante de Rafael Albuquerque
“A Lonely Place of Living” primeira parte. Esta é a história que você pediu: Onde está Tim Drake? Robin Vermelho encara uma encruzilhada… escapar da prisão mais diabólica jamais inventada, ou encontrar a si mesmo abandonado além do tempo e do espaço por toda a eternidade! Sem muita escolha, certo? Mas quando ele encontrar quem está preso junto com ele, o mundo de Tim irá mudar como ele nunca imaginou! Esta é uma das grandes histórias da era Renascimento, preparando terreno para um épico de Detective Comics”
“Detective Comics #966
Escrito por James Tynion IV
Arte e capa de Eddy Barrows e Eber Ferreira
Capa variante de Rafael Albuquerque
“A Lonely Place of Living” segunda parte. Tim Drake foi trancado na prisão de Oz, mas agora ele está livre e perambulando na prisão enquanto o misterioso vilão luta contra o Superman. Mas ele é o único prisioneiro livre?”
“Detective Comics #967
Escrito por James Tynion IV
Arte e capa de Eddy Barrows e Eber Ferreira
Capa variante de Rafael Albuquerque
“A Lonely Place of Living” terceira parte. É uma corrida para salvar o futuro de Tim e sua equipe quando Red Robin tenta escapar da prisão fora do tempo e encontrar seu caminho de volta à Terra.”
O Renascimento já está sendo publicado no Brasil pela editora Panini. Para mais informações fique ligado na Torre de Vigilância.
Anunciado através do trailer Fighter Pack, a Warner Bros Games divulgou o gameplay oficial do Sub-Zero,que chega em breve no jogo Injustice 2!
Confira ao gameplay abaixo:
Injustice 2 se passará logo após Gods Among Us,onde Batman e seus seguidores tentam manter a paz na sociedade novamente, enquanto o regime do Superman volta aos poucos a vida.
Até o momento, foram confirmados mais de 20 personagens jogáveis! Para mais informações do game clique aqui.
Injustice 2 já está disponível para Playstation 4, XBOX ONE e PC.
Durante sua conferência na E3 2017, a Sony revelou ao público o mais novo gameplay de Days Gone, jogo de sobrevivência ambientado em um apocalipse zumbi.
Confira ao gameplay abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=6uED22JERB8
Days Gone erá lançado ainda neste ano para Playstation 4.