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Cinema

David Ayer explica o motivo de escolher Sereias de Gotham antes de abordar Esquadrão Suicida 2

Falando ao IGN na San Diego Comic-Con, o diretor falou sobre o motivo de ter escolhido Sereias de Gotham antes da sequência de Esquadrão Suicida.

”É uma história sobre três mulheres fantásticas que estão tentando encontrar seu caminho no mundo e percebem que possuem mais poder juntas do que individualmente. Eu tenho filhas e quero criar algo que possa ajudá-las a se dar bem no mundo um pouco”.

David finalizou provocando que talvez na próxima Comic-Con veremos novidades do longa.

Sereias de Gotham ainda não possui confirmação de lançamento.

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Séries

Westworld 2 ganha novos membros antes de painel na SDCC

Segundo informações do The Hollywood Reporter, os atores Katja Herbers (The Leftovers), Neil Jackson (Sleepy Hollow), e Jonathan Tucker (Kingdom) entraram para o elenco da segunda temporada de Westworld.

Talulah Riley, que interpreta a host Angela, e Louis Herthum, o pai de Dolores, Peter Abernathy, foram promovidos para membros regulares da série.

Herbers vai fazer o papel de Grace, uma guest de Westworld, que visitou o parque na sua hora mais sombria. Jackson interpretará Nicholas, um charmoso homem de recursos que se descobre perdido em um território perigoso. Tucker será o Major Craddock, um membro do comando militar.

Informações sobre a história da próxima temporada de Westworld vão ser reveladas durante o painel de hoje da San Diego Comic-Con, às 16:15 do horário local, e 20:15 de Brasília.

Os atores Ben Barnes, Ingrid Bolsø Berdal, Ed Harris, Luke Hemsworth, James Marsden, Thandie Newton, Simon Quarterman, Rodrigo Santoro, Angela Sarafyan, Jimmi Simpson, Tessa Thompson, Evan Rachel Wood, Shannon Woodward, e Jeffrey Wright são esperados no evento.

A San Diego Comic-Con 2017 está acontecendo de 20 a 23 de julho.

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Quadrinhos

Confira a lista dos ganhadores do Eisner Awards 2017

O Eisner Awards é uma das maiores premiações de histórias em quadrinhos, equivale ao Oscar dos quadrinhos.

Anualmente, na San Diego Comic Con, os ganhadores da premiação são anunciados durante o evento.

O destaques da premiação foi Saga de Brian K. Vaughan e Fiona Staples, que ganhou o prêmio de Melhor série mensal pela quarta vez. Vaughan também foi premiado como Melhor Roteirista por Saga e Paper Girls. Staples se tornou a desenhista mais premiada dos últimos anos, ganhando nas categorias de Melhor arte-finalista ou time de arte-finalistas e Melhor Capista por Saga. 

O  Prêmio Humanitário Bob Clampett foi para Joe Ferrara, por seu trabalho de conscientização do câncer de próstata, e para Mark Andreyko, pela antologia Love Is Love após ao atendado terrorista em uma boate LGBT em Orlando.

Jack Kirby recebeu o prêmio póstumo Bill Finger Excellence in Comics Writing, apesar de ser mais conhecido por sua arte, Kirby também escrevia histórias em quadrinhos e, neste ano, estaria completando 100 anos se estivesse vivo.

Garota Esquilo

Confira a lista com indicados de cada categoria. Os ganhadores estão em negrito.

Melhor história curta

“The Comics Wedding of the Century,” de Simon Hanselmann, em We Told You So: Comics as Art (Fantagraphics)

“The Dark Nothing,” de Jordan Crane, in Uptight #5 (Fantagraphics)

“Good Boy,” de Tom King e David Finch, em Batman Annual #1 (DC)

“Monday,” de W. Maxwell Prince e John Amor, in One Week in the Library (Image)

“Mostly Saturn,” de Michael DeForge, em  Island Magazine #8 (Image)

“Shrine of the Monkey God!” de Kim Deitch, em Kramers Ergot 9 (Fantagraphics)

 

Melhor história/edição única

Babybel Wax Bodysuit, de Eric Kostiuk Williams (Retrofit/Big Planet)

Beasts of Burden: What the Cat Dragged In, de Evan Dorkin, Sarah Dyer, e Jill Thompson (Dark Horse)

Blammo #9, de Noah Van Sciver (Kilgore Books)

Criminal 10th Anniversary Special, de Ed Brubaker e Sean Phillips (Image)

Sir Alfred #3, de Tim Hensley (Pigeon Press)

Your Black Friend, de Ben Passmore (Silver Sprocket)

 

Melhor série mensal

Astro City, de Kurt Busiek e Brent Anderson (Vertigo/DC)

Kill or Be Killed, de Ed Brubaker e Sean Phillips (Image)

The Mighty Thor, de Jason Aaron e Russell Dauterman (Marvel)

Paper Girls, de Brian K. Vaughan e Cliff Chiang (Image)

Saga, de Brian K. Vaughan e Fiona Staples (Image)

 

Melhor minissérie

Archangel, de William Gibson, Michael St. John Smith, Butch Guice, e Tom Palmer (IDW)

Briggs Land, de Brian Wood e Mack Chater (Dark Horse)

Han Solo, de Marjorie Liu e Mark Brooks (Marvel)

Kim and Kim, de Magdalene Visaggio e Eva Cabrera (Black Mask)

The Vision, de Tom King e Gabriel Walta (Marvel)

 

Melhor série estreante

Black Hammer, de Jeff Lemire e Dean Ormston (Dark Horse)

Clean Room, de Gail Simone e Jon Davis-Hunt (Vertigo/DC)

Deathstroke: Rebirth, de Christopher Priest, Carlo Pagulayan, et al. (DC)

Faith, de Jody Houser, Pere Pérez, e Marguerite Sauvage (Valiant)

Mockingbird, de Chelsea Cain e Kate Niemczyk (Marvel)

 

Melhor publicação infantil (para crianças de até oito anos)

Ape and Armadillo Take Over the World, de James Sturm (Toon)

Burt’s Way Home, de John Martz (Koyama)

The Creeps, Book 2: The Trolls Will Feast! de Chris Schweizer (Abrams)

I’m Grumpy (My First Comics), de Jennifer L. Holm e Matthew Holm (Random House Books for Young Readers)

Narwhal: Unicorn of the Sea, de Ben Clanton (Tundra)

 

Melhor publicação infantil (de 9 a 12 anos)

The Drawing Lesson, de Mark Crilley (Watson-Guptill)

Ghosts, de Raina Telgemeier (Scholastic)

Hilda and the Stone Forest, de Luke Pearson (Flying Eye Books)

Rikki, adapted de Norm Harper e Matthew Foltz-Gray (Karate Petshop)

Science Comics: Dinosaurs, de MK Reed e Joe Flood (First Second)

 

Melhor publicação juvenil (13 a 17 anos)

Bad Machinery, vol. 5: The Case of the Fire Inside, de John Allison (Oni)

Batgirl, de Hope Larson e Rafael Albuquerque (DC)

Jughead, de Chip Zdarsky, Ryan North, Erica Henderson, e Derek Charm (Archie)

Monstress, de Marjorie Liu and Sana Takeda (Image)

Trish Trash: Roller Girl of Mars, de Jessica Abel (Papercutz/Super Genius)

The Unbeatable Squirrel Girl, de Ryan North e Erica Henderson (Marvel)

 

Melhor publicação de humor

The Further Fattening Adventures of Pudge, Girl Blimp, de Lee Marrs (Marrs Books)

Hot Dog Taste Test, de Lisa Hanawalt (Drawn & Quarterly)

Jughead, de Chip Zdarsky, Ryan North, Erica Henderson, e Derek Charm (Archie)

Man, I Hate Cursive, de Jim Benton (Andrews McMeel)

Yuge! 30 Years of Doonesbury on Trump, de G. B. Trudeau (Andrews McMeel)

 

Melhor antologia

Baltic Comics Anthology š! #26: dADa, editado por David Schilter e Sanita Muizniece (kuš!)

Island Magazine, editado por Brandon Graham e Emma Rios (Image)

Kramers Ergot 9, editado por Sammy Harkham (Fantagraphics)

Love Is Love, editado por Sarah Gaydos e Jamie S. Rich (IDW/DC)

Spanish Fever: Stories by the New Spanish Cartoonists, editado por Santiago Garcia (Fantagraphics)

 

Melhor não-ficção

Dark Night: A True Batman Story, de Paul Dini e Eduardo Risso (Vertigo/DC)

Glenn Gould: A Life Off Tempo, de Sandrine Revel (NBM)

March (Book Three), de John Lewis, Andrew Aydin, e Nate Powell (Top Shelf)

Rosalie Lightning: A Graphic Memoir, de Tom Hart (St. Martin’s)

Tetris: The Games People Play, de Box Brown (First Second)

 

Melhor álbum gráfico (inédito)

The Art of Charlie Chan Hock Chye, de Sonny Liew (Pantheon)

Black Dog: The Dreams of Paul Nash, de Dave McKean (Dark Horse)

Exits, de Daryl Seitchik (Koyama)

Mooncop, de Tom Gauld (Drawn & Quarterly)

Patience, de Daniel Clowes (Fantagraphics)

Wonder Woman: The True Amazon, de Jill Thompson (DC Comics)

 

Melhor álbum gráfico (republicação)

Demon, de Jason Shiga (First Second)

Incomplete Works, de Dylan Horrocks (Alternative)

Last Look, de Charles Burns (Pantheon)

Meat Cake Bible, de Dame Darcy (Fantagraphics)

Megg and Mog in Amsterdam and Other Stories, de Simon Hanselmann (Fantagraphics)

She’s Not into Poetry, de Tom Hart (Alternative)

 

Melhor edição americana de material estrangeiro

Equinoxes, by Cyril Pedrosa, traduzido por Joe Johnson (NBM)

Irmina, by Barbara Yelin, traduzido por Michael Waaler (SelfMadeHero)

Love: The Lion, de Frédéric Brémaud e Federico Bertolucci (Magnetic)

Moebius Library: The World of Edena, de Jean “Moebius” Giraud et al. (Dark Horse)

Wrinkles, by Paco Roca, traduzido por Erica Mena (Fantagraphics)

 

Melhor edição americana de material estrangeiro (asiático)

The Art of Charlie Chan Hock Chye, de Sonny Liew (Pantheon)

Goodnight Punpun, vols. 1–4, by Inio Asano, traduzido por JN PRoductions (VIZ Media)

orange: The Complete Collection, vols. 1–2, by Ichigo Takano, traduzido por Amber Tamosaitis, adaptação de Shannon Fay (Seven Seas)

The Osamu Tezuka Story: A Life in Manga and Anime, de Toshio Ban e Tezuka Productions, traduzido por Frederik L. Schodt (Stone Bridge Press)

Princess Jellyfish, vols. 1–3 de Akiko Higashimura, traduzido por Sarah Alys Lindholm (Kodansha)

Wandering Island, vol. 1, by Kenji Tsuruta, traduzido por Dana Lewis (Dark Horse)

 

Melhor coleção de arquivo (tiras)

Almost Completely Baxter: New and Selected Blurtings, de Glen Baxter (NYR Comics)

Barnaby, vol. 3, by Crockett Johnson, editado por Philip Nel e Eric Reynolds (Fantagraphics)

Chester Gould’s Dick Tracy, Colorful Cases of the 1930s, editado por Peter Maresca (Sunday Press)

The Realist Cartoons, editado por  Paul Krassner e Ethan Persoff (Fantagraphics)

Walt & Skeezix 1931–1932, by Frank King, editado por Jeet Heer e Chris Ware (Drawn & Quarterly)

 

Melhor coleção de arquivo (quadrinhos)

The Complete Neat Stuff, de Peter Bagge, editado por Eric Reynolds (Fantagraphics)

The Complete Wimmen’s Comix, editado por Trina Robbins (Fantagraphics)

Fables and Funnies, by Walt Kelly, compilado por David W. Tosh (Dark Horse)

Trump: The Complete Collection, de Harvey Kurtzman et al., editado por Denis Kitchen e John Lind (Dark Horse)

U.S.S. Stevens: The Collected Stories, de Sam Glanzman, editado por Drew Ford (Dover)

 

Melhor roteirista

Ed Brubaker, Criminal 10th Anniversary Special, Kill or Be Killed, Velvet (Image)

Kurt Busiek, Astro City (Vertigo/DC)

Chelsea Cain, Mockingbird (Marvel)

Max Landis, Green Valley (Image/Skybound), Superman: American Alien (DC)

Jeff Lemire, Black Hammer (Dark Horse); Descender, Plutona (Image); Bloodshot Reborn (Valiant)

Brian K. Vaughan, Paper Girls, Saga (Image)

 

Melhor roteirista/desenhista

Jessica Abel, Trish Trash: Roller Girl of Mars (Papercutz/Super Genius)

Box Brown, Tetris: The Games People Play (First Second)

Tom Gauld, Mooncop (Drawn & Quarterly)

Tom Hart, Rosalie Lightning: A Graphic Memoir (St. Martin’s)

Sonny Liew, The Art of Charlie Chan Hock Chye (Pantheon)

 

Melhor arte-finalista ou time de arte-finalistas

Mark Brooks, Han Solo (Marvel)

Dan Mora, Klaus (BOOM!)

Greg Ruth, Indeh (Grand Central Publishing)

Francois Schuiten, The Theory of the Grain of Sand (IDW)

Fiona Staples, Saga (Image)

Brian Stelfreeze, Black Panther (Marvel)

 

Melhor desenhista/artista multimídia (páginas internas)

Federico Bertolucci, Love: The Lion (Magnetic)

Brecht Evens, Panther (Drawn & Quarterly)

Manuele Fior, 5,000 km per Second (Fantagraphics)

Dave McKean, Black Dog (Dark Horse)

Sana Takeda, Monstress (Image)

Jill Thompson, Wonder Woman: The True Amazon (DC); Beasts of Burden: What the Cat Dragged In (Dark Horse)

 

Melhor capista

Mike Del Mundo, Avengers, Carnage, Mosaic, The Vision (Marvel)

David Mack, Abe Sapien, BPRD Hell on Earth, Fight Club 2, Hellboy and the BPRD 1953 (Dark Horse)

Sean Phillips, Criminal 10th Anniversary Special, Kill or Be Killed (Image)

Fiona Staples, Saga (Image)

Sana Takeda, Monstress (Image)

 

Melhor Colorista

Jean-Francois Beaulieu, Green Valley (Image/Skybound)

Elizabeth Breitweiser, Criminal 10th Anniversary Special, Kill or Be Killed, Velvet (Image); Outcast by Kirkman & Azaceta (Image/Skybound)

Sonny Liew, The Art of Charlie Chan Hock Chye (Pantheon)

Laura Martin, Wonder Woman (DC); Ragnorak (IDW); Black Panther (Marvel)

Matt Wilson, Cry Havoc, Paper Girls, The Wicked + The Divine (Image); Black Widow, The Mighty Thor, Star-Lord (Marvel)

 

Melhor letreirista

Dan Clowes, Patience (Fantagraphics)

Brecht Evens, Panther (Drawn & Quarterly)

Tom Gauld, Mooncop (Drawn & Quarterly)

Nick Hayes, Woody Guthrie (Abrams)

Todd Klein, Clean Room, Dark Night, Lucifer (Vertigo/DC); Black Hammer (Dark Horse)

Sonny Liew, The Art of Charlie Chan Hock Chye (Pantheon)

 

Melhor livro sobre quadrinhos

blanc et noir: takeshi obata illustrations, de Takeshi Obata (VIZ Media)

Ditko Unleashed: An American Hero, de Florentino Flórez e Frédéric Manzano (IDW/Editions Déese)

Krazy: George Herriman, A Life in Black and White, de Michael Tisserand (Harper)

The Life and Legend of Wallace Wood, vol. 1, editado por Bhob Stewart e J. Michael Catron (Fantagraphics)

More Heroes of the Comics, de Drew Friedman (Fantagraphics)

 

Melhor trabalho acadêmico

Brighter Than You Think: Ten Short Works by Alan Moore, editado por Marc Sobel (Uncivilized)

Forging the Past: Set and the Art of Memory, editado por Daniel Marrone (University Press of Mississippi)

Frank Miller’s Daredevil and the Ends of Heroism, editado por Paul Young (Rutgers University Press)

Pioneering Cartoonists of Color, editado por Tim Jackson (University Press of Mississippi)

Superwomen: Gender, Power, and Representation, editado por Carolyn Cocca (Bloomsbury)

 

Melhor design de publicação

The Art of Charlie Chan Hock Chye, designed de Sonny Liew (Pantheon)

The Complete Wimmen’s Comix, designed de Keeli McCarthy (Fantagraphics)

Frank in the Third Dimension, designed de Jacob Covey, 3D conversions by Charles Barnard (Fantagraphics)

The Realist Cartoons, designed de Jacob Covey (Fantagraphics)

Si Lewen’s Parade: An Artist’s Odyssey, designed de Art Spiegelman (Abrams)

 

Melhor Webcomic

Bird Boy,de Anne Szabla

Deja Brew,de Taneka Stotts e Sara DuVall

Jaeger, de Ibrahim Moustafa

The Middle Age, de Steve Conley

On Beauty, de Christina Tran

 

Melhor Quadrinho Digital

Bandette, de Paul Tobin e Colleen Coover

Edison Rex, de Chris Roberson e Dennis Culver

Helm, de Jehanzeb Hasan e Mauricio Caballero

On a Sunbeam, de Tillie Walden

Universe!, de Albert Monteys

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Anime Cultura Japonesa Mangá

Fairy Tail | O Adeus das Fadas

“As Fadas têm cauda?
Primeiramente, Fadas existem?
É um mistério eterno, uma aventura eterna.
Está é a origem do nome da nossa guilda.
Ao contrário do nome fofo, é uma guilda agitada.
Todos os dias são divertidos.
Eu realmente gosto!!
Desejo que todos fiquem bem.
E que nada mude a Fairy Tail.
Meus amados Amigos.”

 – Lucy Heartfilia/Hiro Mashima

Terminou essa semana, a serialização semanal do mangá Fairy Tail na revista Weekly Shonen Magazine, onde era publicado desde agosto de 2006. O final já tinha sido anunciado em abril deste ano. A obra de Hiro Mashima, sobre a Guilda de Magos, Fairy Tail, com certeza foi um grande marco no “mundo otaku“, seus personagens principais eram muito cativantes, e apesar da obra ter passado por maus bocados em sua reta, Mashima conseguiu fazer com que a história conquistasse bastante fãs ao redor do mundo.

Fairy Tail – Capítulo 01

Comecei a acompanhar Fairy Tail em 2013. Conheci a obra através de seu anime, e lembro de ter maratonado tudo em duas semanas. Foi aí que decidi partir para o mangá. A partir do início, foram mais ou menos um mês lendo, estava apaixonado pela obra, os membros da guilda eram bem cativantes, mesmo que não sendo bastante desenvolvidos, tirando o quarteto principal, é claro.

Desenvolvimento de personagens era algo que faltava na obra, principalmente com os vilões, que simplesmente apareciam do nada, e após serem derrotados, se tornavam do bem. Alguns se tornavam até mesmo membros da Guilda, e Outros apareciam para ajudar em alguma batalha. Creio eu, que Zeref foi o único vilão bem desenvolvido, e que teve um final digno, na minha opinião. De todos os personagens da obra, Natsu foi o que mais teve desenvolvimento, até porque, a maioria dos principais plots do mangá girava em torno dele, e seu passado com o Dragão Igneel foi algo muito emocionante em Fairy Tail. Seguido de Natsu, temos a Lucy, a verdadeira protagonista da história, porque quase tudo no mangá se passava na visão dela. Conhecemos um pouco da família de Lucy ao decorrer da história, pois tinham relações com Zeref e Acnologia.

Fairy Tail – Capítulo 255

O tema da amizade sempre foi muito importante no mangá, algo que acabou irritando os leitores (e haters), porque sempre que um personagem estava prestes a ser derrotado, o “Poder da Amizade“, dava força a ele. Morte era outra coisa que faltava em Fairy Tail. Nenhum personagem realmente morria, pois Mashima sempre os trazia de volta. Macao que o diga, já perdi as contas de quantas vezes ele morreu, incluindo no arco final. O personagem morto só servia como gatilho para que Natsu e seus amigos ganhassem força em suas batalhas.

Fairy Tail – Capítulo 544

Uma das coisas que mais irritavam os leitores, incluindo eu, era o excesso de fã service que o autor utilizava, o denominado Ecchi, que percorreu por todo o mangá. Uma coisa é de vez em quando, mas tinha vezes em que o autor simplesmente se esquecia da história e só lançava capítulos com fã service, o arco dos Grandes Jogos Mágicos teve uma batalha onde as personagens femininas lutavam de biquínis. Até mesmo em um dos capítulos do arco final, tivemos uma batalha da banheira, entre Lucy e uma outra personagem. Foi nesse capítulo que eu dropei o mangá.

Mashima conseguiu irritar até os shippadores com esse final.

Voltei a ler quando surgiram os primeiros rumores de que a obra estava terminando, por volta de fevereiro desse ano. Achar a parte em que eu parei foi até simples, foi só digitar “batalha da banheira, Fairy Tail” no Google que aparecia o capítulo (457, para fins de pesquisa, é claro… ( ͡° ͜ʖ ͡°) ). E quando voltei, tive uma surpresa. O arco estava realmente muito bom, o autor estava conseguindo conduzir bem sua história, que já dava sinais de que estava em seu final.

Tivemos a revelação do significado do livro E.N.D (fui surpreendido com isso, é sério) e sobre certas relações familiares. Mas ai então, vieram as batalhas finais. Se no inicio do mangá, Mashima conseguia criar situações criativas para as vitórias de seus personagens, no final da obra ele simplesmente tinha conclusões clichês. E não era só com as batalhas que isso acontecia. Quando li o capítulo onde Natsu decide que é um “humano”, na hora eu fiquei sem entender o que tinha acontecido nesse final, pois o restante capítulo estava muito bom. A partir daí, os capítulos finais entraram em uma irregularidade, a cada dois capítulos bons, tínhamos três ruins, batalhas com conclusões horríveis, e bem clichês.

Os Setes Dragon Slayers

O meu sentimento ao terminar de ler foi de raiva, pois, assim como em Naruto, não pude acreditar no que Fairy Tail havia se tornado. Claro, que diferentemente de Naruto, que fugiu do seu objetivo ao longo do mangá, Fairy Tail ainda estava no caminho proposto desde o inicio: mostrar as aventuras da Guilda, mas erraram na execução. 

Mashima pegou todos os clichês de términos possíveis e jogou no papel. Pelo menos o próprio autor admitiu seus erros, na carta onde ele anunciou o final, em abril. Uma coisa é certa, Hiro Mashima é um monstro na arte, a sua evolução durante o mangá é muito notável, chegando até mesmo lançar capítulos duplos, várias vezes ao ano. O cara é uma maquina.

Eu não li Rave Master (obra anterior de Hiro Mashima), mas pelo que eu pesquisei, ele também deixou a desejar no final, então creio que não finalizar bem sua história, seja parte do autor. Se eu fosse fazer um paralelo com Hollywood, creio que Mashima seria equivalente à Zack Snyder, onde os seus filmes acertam no visual, mas deixam um pouco a desejar no roteiro. 

Fairy Tail – Capítulo 545

Enfim… apesar do triste final, Fairy Tail vai ficar em meu coração e provavelmente no coração de muitos outros.

Algumas informações sobre a obra:

Fairy Tail conta com duas adaptações para anime, a primeira durou entre 2009 e 2013 com 175 episódios. Já a segunda foi transmitida entre 2014 e 2016 com 102 episódios. Uma terceira e última temporada foi confirmada para 2018. A obra também conta com 2 filmes originais: The Phoenix Priestess, lançado em 2014 e Dragon Cry, de 2017.

Ao todo foram 545 capítulos do mangá que podem ser divididos em 17 arcos.

  • Arco Macao – Volume 01 (Cap. 01-03)
  • Arco Daybreak – Volumes 01-02 (Cap. 04-09)
  • Arco Lullaby – Volumes 01-04 (Cap. 10-23)
  • Arco Ilha Galuna – Volumes 04-06 (Cap. 24-46)
  • Arco Phantom Lord – Volumes 06-09 (Cap. 47-69)
  • Arco Loke – Volume 09 (Cap. 70-74)
  • Arco Torre do Paraíso – Volumes 10-13 (Cap. 75-102)
  • Arco Batalha da Fairy Tail – Volumes 13-16 (Cap. 103-130)
  • Arco Oración Seis – Volumes 16-20 (Cap. 131-164)
  • Arco Edolas – Volumes 20-24 (Cap. 165-199)
  • Arco Ilha Tenrou – Volumes 24-30 (Cap. 200-253)
  • Arco X791 – Volume 30 (Cap. 254-257)
  • Arco Grandes Jogos Mágicos – Volumes 31-40 (Cap. 258-340)
  • Arco Vila do Sol – Volumes 40-42 (Cap. 341-355)
  • Arco Tártaros – Volumes 42-49 (Cap. 356-417)
  • Arco Avatar – Volumes 49-51 (Cap. 418-437)
  • Arco Império Alvarez – Volumes 51-63 (Cap. 438-545)

Leituras adicionais:

Fairy Tail Zerø – Volume Único (13 Capítulos): Mostra o surgimento da Fairy Tail, além do primeiro encontro entre Mavis e Zeref. Inédito no Brasil. Foi adaptado entre os episódios 266 (91) e 275 (100) do anime.

Tale of Fairy Tail: Ice Trail – 2 Volumes (12 Capítulos): Conta a história de Gray após a perda de seus pais e de sua mestra, Ur. Mostra também o caminho de Gray até a Fairy Tail, onde se torna membro da guilda. Inédito no Brasil.

No Brasil, Fairy Tail é publicado pela Editora JBC e se encontra no Volume 60. Você pode adquirir os volumes do mangá, clicando aqui.

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Séries

Série de Big Hero 6 ganha primeiro preview durante a SDCC 2017

Durante o painel na San Diego Comic-Con 2017, a Disney XD divulgou um sneak peak da série de televisão de Big Hero 6.

http://www.youtube.com/watch?v=lSFtwgtCvCo

Big Hero 6 tem no seu elenco: Scott Adsit (Baymax), Jamie Chung (GoGo Tomago), Jenifer Lewis (Professor Granville) Khary Payton (Wasabi-no-Ginger), Ryan Potter (Hiro Hamada), Andy Richter (Globby), Genesis Rodriguez (Honey Lemon), David Shaughnessy (Heathcliff), Haley Tju (Karmi), Alan Tudyk (Alistair Krei) e Brooks Wheelan.

A San Diego Comic-Con está acontecendo de 20 a 23 de julho.

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Séries

Quinta temporada de Vikings ganha trailer em painel da SDCC

Durante o painel na San Diego Comic-Con 2017, a MGM Television e o History Channel divulgaram novos detalhes da quinta temporada de Vikings.

O painel começou com a exibição do trailer da quinta temporada, que estreia no dia 29 de novembro.

Travis Fimmel apareceu de surpresa no painel, fantasiado, e abraçou Katheryn Winnick.

O público gritou em coro que Lagertha é agora Rainha.

“Ragnar foi uma grande parte da minha vida assim como Travis'”, disse Michael Hirst.

“Ela tinha que ir. Só existe uma rainha em Kattegat.”, disse Katheryn Winnick, falando de Aslaug.

Alex contou que ficou trabalhando em seu quatro de hotel nas primeiras semanas de preparação para interpretar Ivar.

Alexander Ludwig: “É inacreditável o que Vikings fizeram para a África!”. Michael Hirst complementa: “Eles fizeram muita coisa em vários lugares.”

“Aqui estão Vikings que foram até os fins da terra.”, falou Michael Hirst.

“Sempre me perguntam se Lagertha não se envolverá mais com homens para o seu próprio bem, mas eu não penso que deveria largá-los.”, disse Katheryn.

Michael Hirst disse que está escrevendo episódio para uma possível sexta temporada.

Fotos do elenco na SDCC.

Vikings tem no seu elenco: Gustaf Skarsgård, Katheryn Winnick, Alexander Ludwig, Travis Fimmel, Clive Standen, Maude Hirst, Alyssa Sutherland, Moe Dunford, Linus Roache, Jordan Patrick Smith, Alex Høgh Andersen, Jennie Jacques, John Kavanagh, Georgia Hirst, Peter Franzén, e Jasper Pääkkönen.

A San Diego Comic-Con está acontecendo de 20 a 23 de julho.

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Quadrinhos

Star Wars | Marvel Comics vai adaptar a Trilogia Thrawn em Quadrinhos

A Marvel Comics vai adaptar a icônica Trilogia Thrawn para os quadrinhos. O anúncio foi feito durante um painel San Diego Comic-Con. A história também é conhecida como The Thrawn Omnibus ou Three-Book Cycle.

A trilogia começou a ser publicada no livro O Herdeiro do Império (1991), seguido por A Ascensão da Força Sombria (1992) e foi concluída em O Último Comando (1993). Todos escritos por Timothy Zhan, os livros foram sucessos e acabaram figurando em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do New York Times e de quebra reacendeu o interesse do publico pelo universo de Star Wars naquela época. Os livros foram recentemente publicados no Brasil pela Editora Aleph.

A trama se passa cinco anos após a destruição da segunda Estrela da Morte e da queda do Imperador.  Mas tais eventos não significaram o fim da guerra, e mesmo com um número reduzido, o Império continuava a ameaçar a paz e a liberdade na galáxia, sob a liderança do último Grande Almirante, o terrível Thrawn. Um humanoide de pele azul e o único não humano a receber o título de Imperador. Thrawn é provavelmente o maior gênio em estratégia militar já conhecido, capaz de analisar a psicologia do inimigo e prever suas ações.

Anos depois de estrelar os livros, o vilão, que se tornou um dos mais populares de Star Wars, se tornou cânone e apareceu em Star Wars Rebels. A Dark Horse publicou a trilogia em quadrinhos na década de 1990.

Trilogia Thrawn pela Dark Horse na década de 1990.

Star Wars: Thrawn terá roteiros de Jody Houser, autora da cultuada Faith, e que recentemente escreveu a versão em HQ de Rogue One. O desenhista brasileiro Luke Ross vai ficar a cargo da arte. A minissérie começa a ser publicada em 2018.

Acompanhe a cobertura da San Diego Comic-Con pela Torre de Vigilância. Confira mais AQUI.

 

 

 

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Séries

SDCC 2017 | Primeira temporada de The Gifted ganha novo trailer no evento

Para promover a série que é fruto de uma parceria entre a Marvel e Fox, foi exibido no painel mais um trailer de The Gifted.

As principais revelações sobre Gifted foram:

– Os X-Men já existiram, mas acabaram desaparecendo. O principal plot será explicar o motivo para tal sumiço;
– Sentinelas aparecerão;
– Está inserido no Universo X-Men através de inúmeras linhas temporais e realidades paralelas criadas em Dias de um Futuro Esquecido;

Num dos trechos do trailer é possível reparar na seguinte frase: ”Os X-Men, a Irmandade de Mutantes, nem sabemos se eles existem mais.”

A série mostrará os mutantes com seus poderes recém-descobertos e aprendendo a lidar com eles. É esperado um paralelo com a realidade, onde vai explorar a relação entre liberdade e segurança.

The Gifted tem estreia confirmada em 2 de outubro.

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Séries

SDCC 2017 | Novo trailer da segunda temporada de Preacher é exibido, confira!

A AMC continuou apresentando a sua grade de séries no terceiro dia da San Diego Comic-Con e o painel teve início com a exibição do novo trailer da atual temporada de Preacher.

https://www.youtube.com/watch?v=1-8WNflxSoo

Um dos criadores (Seth Rogen) revelou que ele possui um papel para interpretar, porém não revelou qual será. Rogen brincou dizendo que Dominic (Jesse) estava demitido e que agora assumiria a liderança. A série se chamaria Rabbi a partir de agora.

Ele também disse que não sabia que Joseph Gilgun (Cassidy) estava fazendo um sotaque diferente e lhe disse: ‘‘Aconteça o que acontecer, eu não te entendo!”

Gilgun revela que consegue muitos encontros por causa de Preacher: ”Eu me tornei um pouco de gigolô, eu acho.” E quando um fã perguntou como todos estavam, ele respondeu: “De ressaca, obrigado por perguntar.”

Uma das perguntas foi sobre a preparação do elenco sobre o sotaque.

Gilgun: ”Não faço qualquer preparação porra.”
Cooper: ”Me inspirei no personagem de Kyle Chandler em Friday Night Lights.”

A dinâmica entre os protagonistas é o mais relevante. Assim como é a melhor parte nos gibis, querem manter isso na série. Agora que fizeram a introdução na primeira temporada, agora partirão nessa procura por Deus, que é a essência da HQ.

Sobre a produção do show, Seth disse: ‘‘Meu sonho de infância fazer isso. Eu ficaria furioso se alguém tivesse feito antes.”

A escuridão em Jesse continuará sendo recorrente pelo fato do personagem ter um passado muito pesado e isso acaba retornando para ele.

https://twitter.com/omelete/status/888539137610874880

Joseph diz que essa metade da segunda temporada terá mais elementos vampirescos e garantiu mais sangue.

A segunda temporada de Preacher está em atual exibição pela AMC.

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Séries

The Defenders | Tudo do painel com os Defensores na SDCC

Durante o painel na San Diego Comic-Con 2017, a Netflix e a Marvel divulgaram novos detalhes da primeira temporada de Marvel’s The Defenders.

O painel vai ser moderado por Jeph Loeb, o chefe da Marvel Television. Eles começam com uma contagem regressiva com as vozes de Demolidor, Luke Cage, Jessica Jones e Punho de Ferro.

É a primeira vez que a Marvel Television está no Hall H. Loeb diz que os Defensores são a culminação de um sonho que começou três anos atrás.

Eddie Ibrahim, diretor de programação da SDCC, entrega o prêmio Inkpot para Jeph Loeb. Ibrahim diz que Loeb merece a premiação por tudo que fez pelos quadrinhos na televisão.

Loeb agradece todas as pessoas que trabalham com ele na Marvel Television e na Netflix. Nova York é para ele o quinto defensor.

Ele adianta que haverá uma cena pós-credito ao final de Defensores.

A terceira temporada de Demolidor é confirmada e a segunda de Punho de Ferro também.

Misty Knight fará parte dos novos capítulos de Punho de Ferro.

Charlie Cox (Demolidor), Krysten Ritter (Jessica Jones), Mike Colter (Luke Cage), Finn Jones (Punho de Ferro), Elodie Yung (Elektra), Jessica Henwick (Colleen Wing), Deborah Ann Woll (Karen Page) e Sigourney Weaver, que interpreta a vilã de Defensores, sobem ao palco, ao lado do showrunner da série Marco Ramirez.

Karen Page terá um papel importante em O Justiceiro. Loeb diz que ela filme o Justiceiro juntamente com os Defensores.

Yung diz que Elektra vai voltar não sabendo quem ela é. Ela foi treinada pela personagem de Weaver, Alexandra, para ser uma arma mortal. Existirá uma questão do quanto da personalidade original de Elektra ainda existe dentro dela.

Loeb faz questão de elogiar as qualidades de Weaver, dizendo que ela aumentou o nível de qualidade de toda a série.

Weaver encontrou-se pela primeira vez com o elenco na New York Comic-Con do ano passado. Ela diz que era muito fã do Demolidor e da Jessica Jones.

Weaver diz que a cidade de Nova York é um dos cinco Defensores. Ela é uma novaiorquina e pensa que a cidade é uma importante personagem da série.

Jones fala que Danny Rand mudou bastante depois do final da primeira temporada.

Colter diz que, por mais legais que sejam as cenas de luta, o que ele ama é a interação entre os quatro líderes.

Loeb pergunta para Ritter sobre o primeiro encontro de Jessica com Matt Murdock.

Ritter diz que Jessica não procura ajuda de ninguém, mas ela tem um sentimento dentro dela que a faz querer ajudar as pessoas. E ela acabará se divertindo com a formação desse grupo.

Essa é a primeira vez de Charlie Cox em San Diego. Ele já esteve na NYCC.

Ramirez diz que a parte divertida dos Defensores foi fazer uma equipe que não é uma equipe. Eles não possuem um líder, nem tem uma base secreta.

Eles mostraram o primeiro episódio de Defensores em sua íntegra, que foi muito aplaudido.

https://twitter.com/LATHeroComplex/status/888579492708368384

É bem sólido. E mostra um começo de formação para a equipe, iniciando a ver vários elementos do crossover.

O elenco retorna para mostrar o primeiro trailer de Defensores, que revela que Matt Murdock usará tanto seu traje de Demolidor como uma máscara cobrindo o rosto, feita com o cachecol de Jessica Jones.

https://www.youtube.com/watch?v=ciGaGi14K7w

Fotos do elenco na SDCC.

A série ganhou um teaser trailer narrado por Stan Lee.

Marvel’s The Defenders tem no seu elenco: Finn Jones, Mike Colter, Charlie Cox, Jessica Henwick, Krysten Ritter, Sigourney Weaver, Elodie Yung, Rosario Dawson, Babs Olusanmokun, Elden Henson, Wai Ching Ho, Simone Missick, Rachael Taylor, Scott Glenn, Eka Darville, Chloe Levine, J. Mallory McCree, Debbi Morgan, Carrie-Anne Moss, Yutaka Takeuchi, e Deborah Ann Woll.

A série estreia no dia 18 de agosto.

A San Diego Comic-Con está acontecendo de 20 a 23 de julho.