Depois de reportar que os atores, roteiristas e diretores John Francis Daley e Jonathan Goldstein irão comandar o filme solo do Flash, a Variety relatou que o Ben Affleck teria recusado o papel de diretor antes dos astros assinarem um contrato com a Warner.
E mais, o site noticiou que o longa pode ser uma comédia dramática, no qual irá expor o lado cômico e triste da vida do Velocista Escarlate, algo que já foi visto de relance no filme da Liga da Justiça.
Protagonizado pelo ator Ezra Miller, Flashpoint ainda não tem data de lançamento, mas, entrará em pré produção em breve. Liga da Justiça será lançado em DVD e Blu-Ray em Março.
A Netflix divulgou o novo trailer de Everything Suck!, a sua nova série que se ambienta na década de 90. O programa vai misturar comédia e drama e vai ter dez episódios de 30 minutos, acompanhando os adolescentes Kate Messner (Peyton Kennedy) e Luke O’Neil (Jahi Winston), dois alunos nerds vivendo o duro Ensino Médio no ano de 1996.
Confira o trailer abaixo:
Os dois amigos, que fazem parte do Clube de Audiovisual e do Clube de Teatro da Escola de Boring, decidem enfrentar juntos todos os perigos e armações que uma juventude que era totalmente privada de smartphones, redes sociais e outras tecnologias bem comuns hoje em dia.
Everything Suck! foi criada por Ben York Jones e Michael Mohan e ainda faz parte do elenco Patch Darragh e Claudine Nako. A série estreia em 16 de fevereiro exclusivamente na Netflix.
Doomsday Clock está revisitando a obra-prima de Alan Moore: Watchmen. Não apenas isso, o quadrinho está introduzindo novos elementos. Um deles é um novo homem usando a máscara de Rorschach. Ainda não sabemos quem está por trás do disfarce. As únicas informações que temos sobre ele são: Ele é negro, ama panquecas e é um pouco mais gentil em relação ao original. O desenhista Gary Frank divulgou um quadro da nova edição de Doomsday Clock pelo Twitter. Nele temos o vigilante tirando a sua máscara. Confira:
Doomsday Clock é uma sequência de Watchmen dentro do Universo DC. O quadrinho começou a ser publicado em novembro. A próxima edição a ser publicada será a terceira. Após a quarta edição, a minissérie passará por um hiato. Ela durará 12 edições e é escrita por Geoff Johns e Gary Frank. Johns e Frank são parceiros de longa data nos quadrinhos. Entre seus trabalhos estão: Superman, Batman Terra Um, Shazam e Universo DC: Renascimento. Para saber o que você precisa ler antes de Doomsday Clock, clique aqui. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
De acordo com informações da Variety, os diretores da comédia Férias Frustradas com Chris Hemsworth, John Francis Daley e Jonathan Goldstein vão dirigir o filme do DCEU, Flashpoint, a produção individual do Flash, que será estrelada por Ezra Miller.
Goldstein foi o Walter Nichols na série Drake & Josh por 57 capítulos.
Daley interpretou o personagem Lance Sweets no seriado Bones por 140 episódios. E como roteirista ajudou no roteiro de Homem-Aranha: De Volta ao Lar.
Miller estará também em Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald.
O próximo filme da DC nos cinemas será Aquaman com lançamento confirmado para o mês de dezembro deste ano.
Escrita e desenhada por Roger Cruz, muito conhecido por seu trabalho em títulos da Marvel Comics como X-Men, Homem-Aranha e Hulk, a elogiada série Xampu será lançada em formato de Box reunindo os três volumes.
A trama de Xampu se desenrola entre o final da década de 80 e início da década de 90 em um pequeno apartamento da Zona Norte de São Paulo. O lugar estremecia com o falatório, a gritaria, o tilintar de copos e garrafas e o volume sempre no talo do aparelho de som 3 em 1.
Personagens vivem histórias peculiares que se embaralham com sons de guitarras, baterias e baixo de uma geração movida a novas experiências e muito rock’n’roll. Passando pelo Rock in Rio até as profundezas das narrativas trilhadas pelas pessoas que viviam no apartamento. Xampu faz um retrato de altos e baixos da vida de uma geração que compartilhou descobertas, alegrias e tristezas.
Criada em 1997, Xampu teve seu primeiro volume completo publicado em 2010 pela Devir. A série foi vencedora de três prêmios do Troféu HQ Mix. Nos dois últimos anos, os três volumes de Xampu foram publicados na parceria entre a Panini Comis e a Stout Club.
O Box especial de Xampu chega às lojas no começo de fevereiro com o preço de capa em R$55,00.
A Marvel Studios liberou a primeira imagem oficial do filme Homem-Formiga e a Vespa, que você pode conferir logo abaixo:
O longa é dirigido por Peyton Reed e conta em seu elenco grandes nomes, como: Paul Rudde (Homem-Formiga), Evangeline Lilly (Vespa), Michael Douglas (Hank Pyn), Michelle Pfeiffer (Jannet Van Dyne), Michael Peña e Laurence Fishburne.
Homem-Formiga e a Vespa será uma comédia romântica e estreia em 5 de Julho em todos os cinemas do Brasil.
Durante o programa Movie Talkdo Collider, o produtor de filmes de terror e jornalista Jon Schnepp, afirmou que o Peter Parker/Homem-Aranha pode ter uma pequena participação especial no filme solo do Venom, protagonizado por Tom Hardy.
”Eu escutei algumas coisas vindo de pessoas que trabalham na Sony, no qual o Peter Parker/Homem-Aranha terá uma pequena participação no filme solo do Venom. Apesar de estar montando um universo separado, a Sony utilizará o cabeça de teia do MCU, portanto, é o Tom Holland que irá aparecer no filme. Ele estará em Venom é é só isso que eu posso dizer.”
O produtor concluiu a sua entrevista, falando que o Tom Holland tem estadono set de filmagens junto de Tom Hardy e do diretor Ruben Fleischer à cerca de dois dias.
E mais, Tom Hardy publicou uma fã arte em seu Instagram, indicando que o vilão Carnificina estará no longa. Mas, o ator acabou apagando a imagem logo em seguida.
Veja a imagem a seguir:
Venom é baseado no famoso arco dos anos 90 Protetor Letal. Na história, o personagementra em um tratado de paz com Homem-Aranha, que tem como objetivo, deixar a sua e a vida do herói mais tranquila se mudando para São Francisco. Chegando na cidade, o anti-herói se depara com um grupo de mercenários que farão de tudo para caçá-lo.
Venom chega em 5 de Outubro em todos os cinemas do país.
Há alguns dias rumores apontavam que organizações internacionais buscavam por jogadores de Rainbow Six Siege no Brasil para montar suas lines e competir em grande nível nesse ano de 2018. Ontem (15/01) a Team Liquid foi a primeira a anunciar oficialmente a contratação de 5 brasileiros que antes estavam defendendo o nome da MOPA Team. São eles Leo “ziGueira” Duarte, André “nesk” Oliveira, Lucas “yuuk” Rodrigues, José “Bullet1” Victor, e Thiago “xS3xycake” Reis.
Como dito, ainda temos algumas organizações para serem anunciadas oficialmente entre elas a FaZe Clan, Immortals, Flamengo eSports,SK Gaming, além de uma nova organização estruturada por Gabriel “FalleN” Toledo.
A lendária história da Guerra dos Mundos de H. G. Wells está em pré-venda com uma versão bem diferente da habitual. Adaptada para os quadrinhos por autores franceses e publicada pela editora Glénat, esta reimaginação do clássico chega às livrarias em breve em lançamento da Mythos Editora.
No começo do século 20, na Inglaterra, o Professor Ogilvy observa inúmeros corpos celestes cruzando os céus. Apesar de não acreditar em formas de vida alienígenas, a opinião do professor muda quando descobre que um objeto que se chocou nas redondezas não é um simples meteoro: mas sim um cilindro imenso, claramente obra de alguma civilização inteligente.
Porém, estes seres não vieram trazer paz e compartilhar avanços tecnológicos com a humanidade, mas sim para erradicá-la do planeta. Dos cilindros emergem as temíveis máquinas marcianas, os Tripés, dizimando tudo com seus temíveis raios da morte enquanto se espalham pela Terra.
Uma nova forma de apreciar este clássico da ficção científica, a primeira invasão alienígena da história é reinterpretada em quadrinhos! A lendária “Guerra dos Mundos” de H. G. Wells é recontada em uma edição de luxo com adaptação de roteiro por Dobbs, além da arte do veterano Vicente Cifuentes.
Confira um preview do encadernado na galeria abaixo:
Esta adaptação faz parte de uma série da editora francesa Glénat que reimagina diversos livros clássicos em quadrinhos.
Depois do fim de ano agitado, comendo igual um porco e tendo que ouvir os parentes perguntando das namoradinhas, voltamos às nossas atividades normais com uma nova resenha de livrinho japonês (Light Novel, para os leigos). Se você ainda não acompanha a série, e está pensando se deve começar a fazê-lo, dá uma olhada na resenha (sem spoilers) do Livro 1. Se você já leu o livro 1, achou que japonês é um povo estranho, e está mais pra lá do que pra cá, esse post é pra você.
Assim como Subaru, retorno da morte para fazer outra postagem. Se achou que eu desistiria depois de apenas um volume, você está muito enganado. Fazer resenhas é o único motivo que me força a terminar de ler qualquer coisa, e como minha lista de espera está saindo de controle, é hora de seguir as sábias palavras de René Descartes: “Leio, logo resenho“, ou algo assim. De qualquer maneira, segundo volume de Re:Zero – Começando uma Vida em Outro Mundo, da Editora NewPOP.
Depois de vê-lo morrer umas três vezes para conseguir sobreviver seu primeiro dia no mundo alternativo, encontramos Subaru numa situação completamente diferente da inicial. Tirando-o de sua zona de conforto, e tendo que se virar num ambiente e com tarefas onde seu vasto (e apenas ocasionalmente utilizado) conhecimento não lhe é útil, voltamos a uma sensação boa de ter prazer em vê-lo se dando mal.
A primeira parte do volume (e, se me permitirem a audácia de tentar traçar padrões após apenas dois exemplares… De todos os volumes) foi uma leitura extremamente agradável. Subaru fez suas cagadas como sempre, mas a história estava fluindo e estávamos explorando novos acontecimentos, recebendo novos fatos, descobrindo novas informações. Re:Zero pode até não se esforçar para, mas acaba construindo um universo interessante e que tem gostinho de quero mais. Por isso, a “primeira volta” é sempre fenomenal e o melhor excerto do(s) volume(s).
Júnior Fonseca parece ter 17 anos mas na verdade é um tiozão do pavê, e eu posso provar.
Porém, como diz o ditado, “O mundo gira e vacilão roda“. Nesse caso, quem roda é você, leitor, ao ter que experienciar os mesmos dias, os mesmos fatos, várias e várias vezes. Tá certo que a cada volta de Subaru, novas coisas acontecem, mas… É frustrante, caras.
O autor retrata, em diversos momentos, a frustração do protagonista, por ter que reviver diversos dias, diversas vezes. Mas em momento nenhum ele pára para pensar na frustração… do leitor. Como já discutido anteriormente, e acredito ser unanimidade, ninguém lê essa light novel por causa de seu protagonista cativante. O que nos prende é o cenário interessante e as personagens que cercam o poço de ruindade. Daí o senhor Nagatsuki vem e nos força a ter apenas um terço do livro para essas coisas legais, e todo o resto é exclusivamente um desafio de tentar escalar o poço de ruindade previamente mencionado.
Juro pra vocês que, quando cheguei na segunda volta, fiquei tão frustrado pela interrupção abrupta do meu livrinho japonês, que larguei mão de ler e só voltei uma semana depois. E infelizmente, deve ser um comportamento que se repetirá, afinal… A única coisa que o cara faz direito é morrer.
De qualquer maneira, deixando a causa da discórdia de lado, o segundo volume introduziu diversos novos personagens na história, todos muito importantes para o decorrer da obra a longo prazo. As empregadas gêmeas são literalmente fábricas de memes ambulantes; o nobre é literalmente um bobo da corte; e a bibliotecária é literalmente… Hm… literalmente uma bibliotecária? Não sei, “literalmente” é uma palavra muito forte.
O importante é que todas essas personagens tiveram sua primeira aparição neste segundo volume, e tivemos um terço dele para conhecê-las melhor. Todas intrigantes (cada uma em seu estilo), mas nenhuma chega aos pés de Reinhard van Astrea, o santíssimo espadachim, cavaleiro entre os cavaleiros, cara mais boa pinta do reino e que injustamente não teve sequer uma aparição neste segundo volume (opinião pode ou não ser levemente tendenciosa).
QUE ABSURDO! SEM VERGONHA! PERVERTIDO! DEMÔNIO SEXUAL!
A edição física da NewPOP, dessa vez com uma única capa, manteve o seu nível altíssimo de acabamento, lombada, papel, ilustração, etc. Aquela coisa toda que vocês adoram. Vai ficar bonito pra caramba na estante e vai dar gosto de pegar nele pra mostrar pro seu amigo que veio te visitar, folhear por cinco minutos e depois guardar de novo.
Porém, algo que não se manteve foi… Ela mesma, aquela, o fantasma que não larga o osso e continua a assombrar a editora de Júnior Fonseca obra após obra: A revisão. A impressão que tive foi que o revisor estava fazendo seu trabalho tranquila e atentamente, até que foi avisado que o seu prazo de entrega era amanhã de manhã. Há muito mais erros no último capítulo do volume sozinho, do que no resto das obras publicadas em 2017 pela editora. Não tem como ter outra ideia além de que ele foi apressado por conta de prazos, e não pôde fazer o seu trabalho como gostaria. Um ponto negativo para o volume.
Se vale continuar lendo? Estamos meio que obrigados moralmente a comprar pelo menos até o volume três, afinal… Precisamos saber o desfecho desse arco. Não te contaram? Esse volume termina em aberto, e o arco da mansão só será concluído no próximo volume… Que sai daqui há dois meses… E eu fiquei bem bolado de só descobrir isso ao virar a página e ver que não tinha mais páginas para virar.