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Panini lança Noite de Trevas: Metal junto com um desafio heavy metal

A Panini está empolgada com o lançamento de Noite das Trevas – Metal – Volume 1 aqui no Brasil. Além de uma capa metalizada especial, uma camisa exclusiva para os primeiro 500 assinantes do pacote do produto, agora foi lançada uma campanha com todo o ar de heavy metal. A saga escrita por Scott Snyder e com artes de Greg Capullo foi sucesso de vendas nos EUA e introduziu novos conceitos ao Universo DC.

Na trama, Batman descobre que algo sombrio vem se infiltrando no Universo DC há anos. Usando poderosos e raros metais como veículo, essa força maligna aguarda o momento certo para atacar e destruir tudo o que conhecemos. Antigos amigos e adversários do Homem-Morcego parecem estar profundamente envolvidos na história, ainda com seus papeis indefinidos, mas uma coisa é certa: ninguém passará ileso pelo mal absoluto que está chegando ao nosso mundo.

 

Em meio ao lançamento, a Panini lançou a campanha #duelometal, que tem como principal garoto propaganda a lenda do heavy metal, Detonator, o líder e vocalista da banda Massacration. Confira como funciona, no vídeo abaixo:

https://www.facebook.com/paninicomicsbrasil/videos/2127621920585552/

Noites de Trevas – Metal – Volume 1 começa a ser comercializada oficialmente no próximo dia 25 de junho e terá formato 17 x 26 cm, 112 páginas, capa metalizada e o preço de R$ 20,90. No banner abaixo, você pode adquirir o seu exemplar com 10% de desconto.

 

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Quadrinhos

Stranger Things | Dark Horse vai publicar os quadrinhos da série

A Dark Horse vai publicar quadrinhos baseados na série Stranger Things da Netflix. O anuncio foi feito pela editora e pelo canal de streaming que revelaram que será uma parceria que irá durar vários anos. O site EW divulgou uma prévia da primeira edição juntamente com capas feitas por Aleksi Briclot, Rafael Albuquerque e Kyle Lambert:

 

A primeira história será ambientada na época da temporada de estreia de Stranger Things, focando no garoto Will Byers (Noah Schnapp) logo após ele ser transportado para o Mundo Invertido. O que aconteceu com o menino até encontrar a mãe Joyce (Winona Rider) será contado na edição.

“A Dark Horse é conhecida por patrocinar histórias e autores. Estamos empolgados para trabalhar com a Netflix e trazer Stranger Things para os quadrinhos”, falou Mike Richardson presidente da Dark Horse em um comunicado.

Stranger Things #1 será lançada em setembro e tem roteiro de Jody Houser e artes de Stefano Martino.

 

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Cinema

Homem-Formiga e a Vespa ganha o seu último trailer, confira!

A Marvel Studios soltou o terceiro e último trailer  da aventura de comédia romântica Homem-Formiga e a Vespa, que conta com os atores Paul Rudd e Evangeline Lilly nos papeis principais.

https://www.youtube.com/watch?v=E6cC79V79T4

Do Universo Cinematográfico Marvel vem um novo capítulo trazendo os heróis com a incrível habilidade de encolher: ‘Homem-Formiga e a Vespa’. Depois dos acontecimentos de ‘Capitão América: Guerra Civil’, Scott Lang (Rudd) enfrenta as consequências de suas escolhas tanto como super-herói quanto como pai. A medida que ele luta para equilibrar sua vida em casa com suas responsabilidades de Homem-Formiga, ele é convocado por Hope van Dyne (Lilly) e Dr. Hank Pym (Douglas) para uma nova e urgente missão. Scott precisa mais uma vez vestir seu uniforme e aprender a lutar ao lado da Vespa a medida que o time trabalha junto para descobrir segredos de seu passado.

Homem-Formiga e a Vespa estreia em 6 de Julho em todos os cinemas brasileiros.

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Cultura Japonesa Pagode Japonês

O que falta para o mercado brasileiro de Light Novels crescer?

Lendo o título da postagem, você pode levantar diversos questionamentos, como por exemplo “Isso é algo que realmente pode ser feito?“; “De onde que um zé ruela que escreve pra um blog poderia ter tirado uma fórmula mágica pra isso?“, ou “A maioria dos problemas não está fora do alcance das editoras?“. E, embora confesse ter sido um pouco sensacionalista na chamada, acredito ser um tema relevante o bastante para discussão, e onde todas as perguntas mencionadas possam ser analisadas e eventualmente, respondidas.

Começo, de cara, respondendo a segunda: longe de mim querer ser o dono da verdade. Mal sou o dono da minha própria vida, quem dera ter razão em alguma coisa. O que eu venho aqui sugerir hoje (destaque pro verbo) é apenas uma (de diversas) formas de tentar dar o empurrão que pode embalar o mercado que hoje é tão parado.

Diferenças postas de lado, me escutem nessa. Light Novels são livros, e todos sabemos que o brasileiro odeia ler. Tá, tá, “odeia” é uma palavra forte, mas vejam as estatísticas: em pesquisa da Ibope Inteligência para o Instituto Pró-Livro em 2015 (a mais recente que pude encontrar sobre o assunto), apenas 56% dos Brasileiros leram (de forma parcial ou integral) algum livro nos últimos três meses. Já começamos mal. Então quando uma Light Novel – que tem, dentre outras possíveis, uma periodicidade trimestral – é publicada, já temos apenas 56% da população como possíveis compradores.

Mas veja o dado seguinte, que intrigante: dentre esses que leram algum livro, 25% deles o fizeram por gostarem do que estão lendo, e 15% estavam interessados somente em se distrair. E também vemos que 30% dos livros são escolhidos devido ao seu ‘Tema ou Assunto‘. Consegue perceber para que lado eu estou querendo levar essa conversa?

Existem tantos gêneros e tantos tipos de Light Novels diferentes, que a nossa tentativa de estereotipar a mídia para fins cômicos acaba sendo a piada. Dos poucos títulos que temos no mercado atual, muitos deles acabam tendo gêneros que se sobrepõem, limitando ainda mais as possibilidades para possíveis leitores. Finalmente chego até meu ponto: o que falta no Brasil é variedade.

Antes que você comece a vir pra cima de mim com três pedras na mão, eu já adianto que eu sei que popularidade dentro do nicho é importante, e que as editoras usam fama de adaptações como termômetro para anúncios. Posso parecer que não entendo absolutamente nada sobre o que estou dizendo (o que é verdade na maioria das vezes), mas tenho noção do que sugerirei agora, e vocês entenderão também, se tiverem saco para ler.

Agora que tudo está colocado no papel, vamos para aquilo que Brasileiro gosta: LISTAS. Todo mundo adora listas, não é verdade? Listarei os gêneros de Light Novel que ainda não têm um representante aqui no país, e darei algumas sugestões (justificadas, pois não quero levar aquelas pedradas do parágrafo anterior) de possíveis títulos.

1 – Comédia

Não, sério? Como não temos um título que seja puramente cômico sendo publicado? Humor é um dos carros-chefe da mídia. Apesar de termos partes com foco cômico em alguns títulos (Re:Zero, No Game No Life ou Log Horizon como exemplos), ainda não existe algo que seja dedicado a isso. As sugestões são óbvias:

  • KonoSuba – Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku o!

Além de fazer parte do clube de “títulos enormes característicos de Light Novels”, KonoSuba foi adaptado em duas temporadas de anime, ambas extremamente populares (Média 4,7/5,0 no Crunchyroll), e tem um “novo projeto animado” já anunciado, podendo fazer ibope para a publicação nacional no futuro.

  • Hataraku Maou-sama!

No longinquo ano de 2013, Hataraku Maou-sama! foi a sensação da garotada. Tá certo que coisas que foram um sucesso cinco anos atrás (é rapaz, 2013 não foi ontem não!) não necessariamente fariam sucesso agora, mas parece que uma Copa do Mundo não é tempo o bastante para largar o osso, não é mesmo?

2 – Harém Escolar Mágico Genérico

O termo acima, cunhado por este mesmo que vos digita, é, provavelmente, o mais próximo do estereótipo de Light Novels que você chegará. Ao menos no mundo animado, quando falamos de “Adaptações de Light Novel”, é isso que vêm a cabeça. O nome ‘correto’ (se é que dá pra ser mais correto do que isso) para o gênero é “Escola Mágica”, mas – quase – todas são acompanhadas por um harém e por clichês literários mais batidos que mulher de vagabundo, então… De qualquer forma, é um gênero que é polarizante, sendo um Hit or Miss, ou você adora, ou você detesta.

  • Mahouka Koukou no Rettousei

Falando no diabo… A Panini recentemente (e repentinamente, convenhamos) anunciou a publicação desta obra… Em sua adaptação para mangá. Assim como a maioria, fiquei decepcionado por não termos recebido a obra original. Acho que só a comoção que foi feita na página da editora no Facebook já é sinal o bastante de que a galerinha tá bem animada com isso. E se quiser mais, a adaptação em anime tem média 4,2/5,0 no Crunchyroll.

  • Gakusen Toshi Asterisk

Tudo bem, podemos argumentar sobre a qualidade da popularidade do anime de Gakusen Toshi Asterisk, mas não podemos negar que popular ele foi. Em suas duas temporadas, com sua mais recente em 2016, o show não saía da boca (e dos teclados) do povo, por ser o ápice de tudo que um Harém Escolar Mágico Genérico é aclamado (ou difamado) por ser.

  • Date A Live

Confesso que esse está na lista por indicação do Redator, mas não me crucifiquem que eu tenho um motivo! Date A Live não foi muito popular na época em que sua adaptação animada saiu, com primeira temporada em 2013 e segunda em 2014, mas ele se encaixa bem no gênero (com certa licença poética). Além disso, a publicidade está garantida, pois uma nova temporada já está anunciada, e confiem em mim quando digo que os arcos que serão cobertos pelo novo anime são ótimos e com certeza gerarão atenção para a obra. Olha que baita oportunidade, hein?

3 – Fantasia Urbana

“Como assim? Temos várias novels de fantasia publicadas no Brasil! Você pirou?” Talvez você se indague. É mais uma questão de classificação, no final das contas. Os títulos que poderíamos enquadrar no gênero “Fantasia” acabam sendo engolidos por um gênero maior, mais corpulento e ameaçador: O Isekai. Re:Zero, No Game No Life e Log Horizon são todos títulos de fantasia, é claro. Mas todos eles acontecem em outro mundo, cada um por seu motivo. E justamente por serem obras Isekai, elas têm suas características próprias, deixando os arquétipos de “Fantasia” mais comumente conhecidos de lado.

Fora que nenhum deles é, de fato, uma Fantasia Urbana. Um subgênero da fantasia que, como o nome sugere, se passa no nosso mundo moderno. É uma categoria inteira que não se vê representada no mercado desde o fim da publicação de Fate/Zero, completo em seis volumes pela editora NewPOP.

  • Fate/Apocrypha

Já que o único caso do gênero foi justamente outra obra da franquia… Nada melhor para substituir Fate/Zero do que a sua prima pobre, não é mesmo? As vantagens são diversas: já temos algo no mercado, então já existe um público garantido; Uma adaptação em anime acabou de sair, e também foi deveras popular; E o melhor de tudo, a dita adaptação está disponível na Netflix! Quer divulgação mais abrangente que estar disponível na maior, mais famosa e menos julgada-por-ser-assinante-de plataforma paga do país?

  • Toaru Majutsu no Index

Se você forçar a barra, pode entrar como “Harém Escolar Mágico Genérico” também. Veja só, é dois pelo preço de um! O anime, apesar de criticado por alguns, é extremamente popular, e gerou comoção global quando teve sua terceira temporada anunciada para ainda este ano. Por também possuir um spin-off de grande sucesso, Toaru Kagaku no Railgun, a mídia está sempre na boca do povo. E outro ponto positivo: a série ainda está em publicação, mas foi dividida em duas partes. A primeira parte (chamada de “Velho Testamento”) já está completa. Talvez seja mais fácil e/ou menos arriscado licenciar somente uma parte, com número já estabelecido de volumes.

  • Monogatari Series

Talvez seja cedo demais, talvez o mercado ainda não esteja maduro o bastante para isso, mas Monogatari é uma das obras mais pedidas para todas as editoras, o tempo todo. O meu receio – e talvez dos editores também – em recomendar isso é que a obra é deveras… complicada. Ela é longa, possui uma gramática e ortografia extremamente complexas, e tem diversos títulos com nomes diferentes e que não fazem muito sentido para alguém de fora da bolha. Fico muito frustrado quando vou ver alguma série nova e os livros não tem “Livro 1”, “Livro 2”, etc, na lombada, e cada um tem um nome que não indica de forma alguma em que ordem eu deveria comprá-los.

Apesar dos pesares, o título é pedido com ardor por milhares de fãs ao redor do Brasil. E a franquia não parece dar sinal de estar acabando tão cedo: com novos volumes e novas adaptações sendo anunciadas e lançadas o tempo todo, estará sempre relevante na mídia.

  • Baccano! e Durarara!!

Duas obras pelo aclamado autor Ryōgo Narita, elas seriam o ápice da “Fantasia Urbana”. O anime de Durarara!! teve sua primeira temporada em 2010, e já foi um sucesso. Quando teve sua continuação anunciada, foi outro estardalhaço. Seu episódio final saiu em 2016, e tem uma nota de 4,8/5,0 no Crunchyroll. Baccano! teve sua adaptação em 2007 e repercutiu na mídia recentemente por conta de seu irmão mais novo. Surfando na fama de Durarara!!, acabou voltando a ser pauta.

4 – “Mas o que diabos…?”

Outra parte que define a mídia, que é marca registrada de Light Novels, é o absurdo. O formato pequeno, de periodicidade espaçada e o baixo custo de publicação são os fatores perfeitos que abrem espaço para obras que beiram o surrealismo, e nos fazem questionar nossa sanidade. Em bom português, são aquelas coisas nada a ver com nada e que você tem dificuldades de entender como que um script desses foi aprovado.

Essas obras são muito mais de nicho do que qualquer outra (isso num assunto que já é de nicho), e fica difícil de fazer uma lista igual as anteriores. As coisas absurdas existem e são uma parte importante do mercado, mas não tem tanta repercussão fora do Japão. O melhor que posso fazer é trazer alguns dados do mercado estadunidense de Light Novels:

  • Kumo Desu ga, Nani ka?

Publicado nos Estados Unidos pela Yen Press como “So I’m a Spider, So What?” (“Então Eu Sou Uma Aranha, E Aí?” em tradução livre), temos uma história de uma garota que… Vira uma aranha. Do nada. E é isso, essa é a história.

  • Ore ga Heroine wo Tasukesugite Sekai ga Little Apocalypse!?

Com o título de “I Saved Too Many Girls and Caused the Apocalypse” (“Eu Salvei Garotas Demais e Acabei Causando o Apocalipse?!”), essa obra é publicada pela J-Novel Club e, como o nome sugere, é sobre um rapaz que por motivos absurdos e desculpas esfarrapadas acaba sendo a causa de uma guerra intergalática.

  • Slime Taoshite 300-nen, Shiranai Uchi ni Level Max ni Nattemashita

Se você não se cansou dos títulos monumentais até agora… Está de parabéns. Esse será o último: pela Yen Press, é publicado como “I’ve Been Killing Slimes for 300 Years and Maxed Out My Level” (ou, “Eu Fiquei Matando Slimes Por 300 Anos e Acabei Chegando No Nível Máximo”). Adoro como eu não preciso fazer uma descrição da obra, apenas lendo seu nome já temos prova o suficiente para enquadrá-la na categoria.

Essa categoria te deixou um pouco tonto? Normal, é justamente esse o papel dela. Mas acredite que, assim como memes surrealistas fazem sucesso com um certo público, Light Novels de títulos gigantes e auto-descritivos com premissas absurdas também fazem.

Essas foram apenas algumas sugestões, baseadas na minha – limitada e normalmente errada – visão de mundo. Sei que com certeza nada disso vai mudar o mercado em si, mas apenas ergui a bandeira para uma discussão que pode vir a ter algum efeito de fato. Apesar de isso tudo depender das editoras e seus respectivos manda-chuvas, nós – que compramos as obras e sustentamos a empresa – ainda temos (ou fingimos ter) voz para buscar melhorias e tentar fazer o mercado cada vez melhor.

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Cinema

”Peter Parker será tratado como um homem e não como adolescente” diz Louis Frogley sobre Homem-Aranha 2

Em entrevista ao site The News Minute, a designer e estilista britânica Louis Frogley, deu mais detalhes a respeito do Peter Parker e de seu uniforme em Homem-Aranha 2.

”Eu não estou trabalhando na continuação, mas vi a nova roupa do Homem-Aranha. O traje terá grandes e significativas mudanças, isso deve-se o fato de que Peter Parker será tratado como um homem e não como um adolescente.”

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A continuação de Homem-Aranha: De Volta ao Lar estreia em 4 de Julho de 2019 e clicando aqui, você pode ler os principais rumores de sua trama.

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Quadrinhos

Panini lança encadernado Sociedade da Justiça: A Era de Ouro

Um dos lançamentos da Panini para esse mês de junho é o encadernado Sociedade da Justiça: A Era de Ouro. Um dos momentos mais legais e amado dos leitores da DC Comics, a Era de Ouro da década de 1940, homens e mulheres com poderes excepcionais surgiram para defender os Estados Unidos. Suas mascaras e uniformes eram como um sopro de esperança para um país ameaçado. Flash, Lanterna Verde, Gavião Negro, Starman, Átomo, Liberty Belle entre outros super-heróis formaram a Sociedade da Justiça da América.

Mas com o passar do tempo, a importância dessas incríveis figuras, foram diminuindo, e eles tentaram voltar às suas simples vidas. Com momentos sendo encarados com suspeita e medo, até mesmo por seu próprio governo. Até que então, um novo herói, chamado Dínamo, surge e consegue a atenção do público, apoiado por políticos buscando impor seus ideies fascistas de um governo da época macarthismo.

Mas as intenções e origens de Dínamo são mais sombrias do que qualquer um jamais sonhou, apenas a Sociedade da Justiça da América pode detê-lo. Eles estão prontos para dar tudo o que têm para derrotar esse mal e dar início a uma nova era.

A história faz parte do selo Elseworlds, que no Brasil ficou conhecido pela Editora Abril com a alcunha de Túnel do Tempo, e foi publicada originalmente na minissérie The Golden Age #1 a #4, em 1993 nos Estados Unidos. Por aqui, ela já foi publicada em 1998 pela editora Metal Pesado.

Sociedade da Justiça – A Era de Ouro tem roteiro de James Robinson e artes de Paul Smith. Com formato 19 x 28 cm, 200 páginas, capa dura e o preço de R$ 60,00. O banner abaixo, você pode adquirir com 10% de desconto.

 

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Quadrinhos

Cantor Sting anuncia edição que comemora os 30 anos de Hellblazer

Para comemorar os 30 anos de Hellblazer, o selo  Vertigo, da DC Comics, vai publicar uma edição comemorativa intitulada John Constantine Hellblazer: 30TH Anniversary Celebration. O anúncio foi feito pelo cantor Sting por meio de vídeo, usando o famoso sobretudo do mago trapaceiro.

John Constantine fez sua primeira aparição em Swamp Thing #37 (junho de 1985), criado por Alan Moore. No começo ele seria apenas um mero figurante, mas que acabou se popularizando rapidamente. Ele foi concebido por Moore para satisfazer o pedido dos então desenhistas da HQ, Stephen Bissette e John Totleben, que queriam um personagem fisicamente parecido como cantor Sting. Em 1988, Constantine ganhou o seu título próprio, Hellblazer. Que se tornou um dos clássicos da Vertigo.

A edição especial vai compilar algumas das melhores histórias do demonologista escritas por Garth Ennis, Brian Azzarello, Paul Jenkins, Jamie Delano, Neil Gaiman, Alan Moore entre outros. Sting escreverá o prefácio encenando o Menino de Ouro, seu irmão gêmeo, que foi estrangulado por John enquanto ainda estavam na barriga da mãe. O roqueiro vai relatar como é sua vida e relação com o Mago baseado no universo alternativo em que a criança sobrevive (publicado aqui no Brasil, meio que recentemente, no Hellblazer – Origens Vol. 7).

John Constantine, Hellblazer: 30TH Anniversary Celebration tem previsão de lançamento no final de outubro.

Saiba mais sobre Hellblazer no nosso Guia de Leitura.

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Games

Steins;Gate Elite ganha vídeo de abertura; game chega em Setembro no Japão

O site oficial de Steins;Gate Elite divulgou nessa segunda-feira (18), o vídeo de abertura da nova versão da visual novel de Steins;Gate, que será lançada em 20 de setembro no Japão.

Confira:

Desenvolvido pela MAGES. e publicado pela 5bp., Steins;Gate Elite é uma versão melhorada do jogo de 2009, que terá novos elementos e novas cenas em anime, produzidas pelo estúdio White Fox, que nunca foram ao ar na série de TV.

No Japão, Steins;Gate Elite chegará em 20 de setembro para PlayStation 4, PlayStation Vita e Nintendo Switch.

Já a versão ocidental, que será publicada pela Spike Chunsoft, chegará ainda esse ano, para as plataformas já citadas e no PC, via Steam.

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Cinema

Novo vídeo dos bastidores de Mulher-Maravilha 1984, mostra mais da interação da heroína com Steve Trevor

O site Hollywood Pipeline vazou um vídeo dos bastidores de Mulher-Maravilha 1984, que mostra mais da heroína com o seu uniforme enquanto interage com a nova encarnação do Steve Trevor. 

Tendo como principal antagonista a Mulher-Leopardo vivida por Kristen Wiig, o longa mostrará uma nova aventura ainda desconhecida da amazona em plenos anos 80. Chris Pine retorna no papel de Steve Trevor enquanto Pedro Pascal dará vida à um personagem ainda desconhecido.

Mulher-Maravilha 1984 estreia no dia 1 de Novembro de 2019.

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Literatura

Sweeney Todd | Editora Wish vai publicar obra inédita no Brasil via Catarse

A Editora Wish está com uma campanha de financiamento coletivo para publicar a obra Sweeney Todd. Você com certeza já ouviu falar do famoso filme dirigido por Tim Burton e estrelado por  Johnny Depp e Helena Bonham Carter. Burton transformou a obra em um sinistro musical. Depois de 172 anos da sua publicação, o livro finalmente será lançado no Brasil.

Publicado originalmente em 1846, na época da Inglaterra Vitoriana, depois da Revolução Industrial, as cidades ficaram infestadas de pestes, assassinatos e livros macabros. Os índices de alfabetização estavam crescendo e surgiu a necessidade de criar uma literatura de entretenimento para as massas. Então surgiram as novelas periódicas de terror, que eram chamadas de Penny Dreadfuls. E Sweeney Todd, o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet se tornou uma das mais famosas.

 

A história famosa fala sobre um barbeiro que assassinava seus clientes e fornecia a carne dos corpos para a Sra. Lovett, que vendia as tortas mais deliciosas e famosas de Londres.

A campanha da Sweeney Todd, o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet já está na reta final (até o fechamento desta matéria faltavam 19 dias) e já atingiu a meta. Para saber os valores, recompensas e garantir o seu exemplar clique AQUI. Mais detalhes no site da Editora Wish.