O site Screen Rant, reportou que o vindouro The Batman terá como inspiração o arco de quadrinhos Batman: Ano Um, lançado em 1986 que conta com o roteiro de Frank Miller e arte por David Mazzucchelli.
Aparentemente, a ideia do diretor Matt Reeves é contar uma história do homem morcego a partir de um ponto de vista mais jovem e inexperiente do personagem. Na adaptação, um outro ator mais novo, entre 20 e 30 anos, irá assumir o manto de Bruce Wayne nas telonas. Mas, Ben Affleck não deixaria de ser o herói nos cinemas, pelo contrário, Affleck irá reprisar o seu papel como o vigilante no longa, entretanto, em apenas dois grandes momentos não revelados do filme.
O veículo de comunicação também noticiou que o ator Jack Huston estaria em negociações para viver o Harvey Dent, que posteriormente, acaba se transformando no vilão Duas-Caras.
Apesar de se tratar apenas como um rumor, vale mencionar que o Screen Rant tem um grande nome no meio do ramo de entretenimento, sendo seguido em seu Twitter oficial por diversos famosos e estúdios, como: Kevin Feige, Sony Pictures, Warner Bros, Tom Hoddleston, pelo próprio Matt Reeves e dentre outros.
Batman: Ano Um é uma tentativa de reimaginar a mitologia do herói partindo de uma narrativa mais realista e menos fantasiosa. Ben Affleck foi escalado para dar vida ao morcego de Gotham em 2013, fazendo a sua estreia em 2016 na película Batman Vs Superman: A Origem da Justiça.
Para futuras informações a respeito de The Batman, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância.
Se você achou que eu tinha desistido de Re:Zero, achou quase certo! Infelizmente por motivos contratuais sou obrigado a dizer apenas a verdade e contar pra vocês que eu vou continuar lendo independente do rumo que o livrinho tomar. Além dos japoneses, eu também sou um pouco estranho.
Para você que está totalmente perdido e caiu aqui de paraquedas, essa é a Re:Zenha (ai meu deus) do quarto volume de “Re:Zero: Começando uma Vida em Outro Mundo“, Light Novel publicada no Brasil pela editora NewPOP e que atualmente conta com cinco (5) volumes publicados. Estamos um pouco atrasados mas vamos chegar lá. Os volumes anteriores foram cobertos (todos sem spoilers de seu respectivo conteúdo) aqui: 1 | 2 | 3
Viemos do terceiro tomo com uma promessa: que agora, finalmente ganharíamos a nossa merecida recompensa por ter aturado Subaru por quase mil páginas; que iríamos receber mais desenvolvimento de mundo, informações faltantes para entendermos onde estamos e para onde vamos.
Podemos dizer que, de certa forma, a promessa foi cumprida. Mas assim como um serelepe gênio da lâmpada, o autor usa da pior interpretação possível das palavras que usamos para nossos desejos: o mundo foi desenvolvido e descobrimos que ele é terrível; e que o único caminho para qual rumamos tem destino o caos, logo ao lado do desespero sem fim, esquina com a agonia eterna.
Queria começar pelo world-building, mas pra isso preciso passar pelas novas personagens, então… Uma enxurrada de pessoas novas, com todos os tipos de aparência, posição social e ganha-pão, mas com uma coisa em comum: terem personas terríveis. Menos o Al, o Al é gente boa.
Se o Al, por baixo da máscara, não for ESTE HOMEM, eu ficarei bravo.
Tá bom, tá bom, posso estar forçando um pouco a barra. Algumas delas não são TÃO ruins assim. Aliás, deixar claro que quando eu digo “ruim”, não estou querendo dizer “mal escrita” ou “pessimamente desenvolvida“, mas sim “coração ruim“, pessoas que têm a alma maldosa mesmo. Porém, isso já era uma característica esperada: quando o maior ponto de exaltação de sua heroína é, justamente, a sua gentileza e seu coração bom, é normal imaginar que seus arredores serão cobertos por tudo quanto existe de ruindade no mundo, para fazê-la se destacar. E Re:Zero faz justamente isso.
Cada um tem sua peculiaridade, e claro, algumas coisas boas para poderem ter salvação, pelo menos. Ao menos, é o que eu gostaria de pensar. É muito triste imaginar que existem tantas pessoas inteiramente ruins em um lugar só, então espero que esses pequenos detalhes que foram trabalhados pelo autor sejam sinais de que no fundo, cada uma dessas personagens sejam boas. Embora admita que algumas não tem salvação…
A grande questão é que, mesmo com o esforço colossal de fazer todo mundo parecer ruim para elevar a bondade da Emilia para níveis Hollywoodianos, uma única pessoa é o suficiente para isso, e não é nenhuma das novas personagens… Meu Deus do céu Subaru, como você consegue?
Eu venho falando mal do nosso amigo protagonista desde os primórdios da criação, e fico feliz de saber que minha expectativa nunca é falha. Ele realmente sempre faz tudo errado, o tempo todo. Ele se esforça de uma forma colossal para conseguir obter o pior resultado possível em suas ações. O cara precisa morrer de duas a quatro vezes ao dia pra entender o que diabos ele tá fazendo de errado. E isso, como você lerá, se torna um problema (gritante) neste volume.
Só que chega desse blá-blá-blá e vamos ao que interessa: World-building. Levou só quatro volumes, mas finalmente começamos a entender o motivo da história inteira acontecer. Não, não tô falando sobre como o Subaru foi isekai-zado, mas logo depois disso. Afinal, tudo começou com o roubo da insígnia, não é?
A sucessão real foi o assunto principal do volume (se excluirmos a teimosia do Subaru, que sempre é o número um), e rapaz, não é que dessa vez o autor acertou em cheio? Conseguiu nos dar um panorama geral da situação, mostrar muito bem quem está envolvido e por quais motivos, e ainda teve a audácia de meter uma meta-piada de quebra de quarta parede no meio da sala do trono do castelo. Eu faço críticas a rodo sem dó nem piedade, mas quando elogios são merecidos, eu não faço descaso. Nesse quesito (e convenhamos, só nesse), tá de parabéns.
Não apenas a sucessão real, mas também aprendemos muito sobre a capital, seus habitantes, suas ordens e grupos, e até mesmo sobre o mundo de Subaru. Confesso que fiquei realmente chocado (ainda é cedo pra dizer se positiva ou negativamente) com as surpresas que envolvem o “mundo real“. Além disso, temos a oportunidade de conhecer mais sobre política, magia e história do mundo alternativo. Foi extremamente produtivo nesse aspecto.
Aos poucos, vão sendo reveladas as peças necessárias para montar o grande quebra-cabeça do mundo de Re:Zero. Afinal, convenhamos: não estamos lendo essa novel por causa de seu protagonista cativante, né? O grande atrativo é o seu mundo rico e cheio de mistérios. O charme está em justamente não ter muitos mistérios de verdade, mas ser um grande mistério por nós não o conhecermos, e irmos descobrindo-o uma parte de cada vez.
Eu sobre a história de Re:Zero, mesmo depois de quatro volumes lidos…
De novo mais uma vez novamente tivemos a edição impecável da NewPOP que já conhecemos. Papel, capa, ilustrações, acabamento, etc etc etc. Eu já cansei de falar sobre a qualidade não só das Novels como de todos os produtos da editora.
Inclusive, dessa vez gostaria de deixar um elogio a mais: a adaptação que a equipe escolheu para os “sotaques” dos personagens. No volume, fomos apresentados a diversos personagens, como citado, mas dois em especial são bem marcantes (por diversos motivos): Priscilla e Al. A garota se encaixa no esteriótipo de “dama chique”, e fala como tal no original; enquanto o homem é a própria definição de “tiozão de anime“, e usaria uma camiseta havaiana se não estivéssemos em outro mundo. Como isso foi localizado para o papel? A garota fala em segunda pessoa como em novelas de época; o homem fala com gírias dos anos 80 e parece ter saído da TV Manchete.
Sério, ficou muito bom, e adorei a escolha. Não sei se foi ideia do Thiago Nojiri (o tradutor) ou foi sugerido a ele por outrem, mas dou os parabéns a equipe pela excelente localização. Não só nisso, como nas “frases antiquadas” da Emília e nas piadas do Subaru.
Agora voltamos a programação normal e damos o nosso já costumeiro puxão de orelha sobre a revisão. Confesso que deu uma melhorada nesse volume, nada muito gritante como no anterior, mas ainda assim, diversos erros bobos, principalmente nos capítulos finais. Depois de notar esse padrão pela quarta vez, fica impossível de negar que o prazo é o culpado. O começo é revisado com calma, e quando a água bate na bunda e a data de entrega aperta, a revisão afrouxa. Tem que ver isso aí, Júnior.
No geral, foi tanto o melhor como o pior volume da série até aqui, dependendo de que parte do livro você pegar pra ver. O que isso significa? De verdade, nem eu sei mais. Acho que dá pra recomendar mais do que o último.
Mesmo depois de perder na estréia para a Team Liquid, hoje terça-feira (24), a MiBR venceu a Cloud9 por 2 a 0 e segue na luta por uma vaga nos playoffs da Eleague Premier 2018.
O mais interessante é que a atual line-up da Made in Brazil conta com dois ex-jogadores da Cloud9.
A série melhor de três jogos (md3), teve como mapa de início a Inferno, escolha da Cloud9, com domínio total da MiBR. Fechando a partida em 16 x 4, com um lado CT muito bem trabalhado e ótimas participações de Tarik.
Na Cache, a MiBR continuou seu domínio, mesmo a equipe americana conseguiu reagir, e levando o jogo para o overtime foi a MiBR quem melhor aproveitou a rotação, enganando a defesa e garantindo a vitória em 19 x 17.
Com essa vitória, a MiBR enfrenta novamente a Team Liquid. A partida acontece na próxima quarta-feira (25), a partir das 15h.
A Eleague Premier 2018, torneio de Counter-Strike: Global Offensive, realizado em Atlanta, nos Estados Unidos, conta com premiações de US$ 1 milhão em premiações, e vai até o próximo dia 29.
Durante o painel na San Diego Comic-Con 2018, a CW e a Warner Bros. apresentaram o painel de Supernatural, reunindo todo o elenco e trazendo várias novidades, dentre elas um novo trailer. Confira.
https://www.youtube.com/watch?v=11Hlv62hiUA&t=2s
Supernatural tem no seu elenco: Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Jim Beaver, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell, Osric Chau, David Haydn-Jones e Kim Rhodes.
Um dia depois da San Diego Comic-Con 2018, a Twentieth Century Fox fez uma live de Alita: Anjo de Combate, reunindo diretor e a protagonista, e liberando um novo trailer. Confira.
Alita: Anjo de Combate tem no seu elenco: Michelle Rodriguez, Ed Skrein, Jennifer Connelly, Eiza González, Rosa Salazar, Christoph Waltz, Casper Van Dien, Jackie Earle Haley, Mahershala Ali e Jeff Fahey.
Cá estamos nós para mais um post de primeiras impressões dos animes da temporada de Verão 2018. Dessa vez, trago à vocês dois animes, que estão no meu TOP 5 da temporada: Asobi Asobase e Cells at Work.
Até o momento dessa postagem, ambos os animes estão em seu terceiro episódio, então já é o suficiente para serem indicados. O fato é que, nenhum dos dois animes traz uma discussão complexa, ou tramas pesadas, então ficaria muito difícil fazer um post separado para os dois. Então na tentativa de me poupar tempo e criatividade, que já é escassa, decidi juntar os dois em um post só.
Pois bem, vamos lá!
Asobi Asobase é uma comédia sobre três garotas, Hanako, Kasumi e Olivia, que possuem um “Clube de Passatempeiros” em sua escola. O anime é produzido pelo estúdio Lerche e é dirigido por Seiji Keishi, ambos trabalharam na adaptação do mangá Assassination Classroom.
Sim, é uma sinopse bastante vaga mas, garanto a vocês, é um anime extremamente bizarro. A começar pela sua abertura que é totalmente diferente do tema do anime.
As três protagonistas são bem exóticas, e isso eu coloco na conta das suas dubladoras. As vozes que elas criaram para as personagens funcionam perfeitamente, em especial a da Hanako, que é dublada por Hina Kino. Rika Nagae e Konomi Kohara também fazem um excelente trabalho como Olivia e Kasumi, respectivamente. Vale dizer que as três dubladoras são relativamente novatas.
As piadas de Asobi Asobase são excelentes, algumas são leves ou pesadas, ou trazem um tom dramático muito bem dosado. Mas sem dúvida, a melhor parte do anime para mim, são as caretas das personagens, que me fazem rir igual um imbecil.
Destaque também para o encerramento bizarríssimo.
Agora vamos para Cells at Work, um anime sobre… células… trabalhando em um… corpo humano?
É isso mesmo. Cells at Work (ou Hataraku Saibou), é um anime que se passa em um corpo humano e traz o dia a dia de trabalho das células dentro do dele. É produzido pela David Production e dirigido Kenichi Suzuki que foi diretor de série das 3 primeiras partes de JoJo’s Bizarre Adventure, que também é do mesmo estúdio.
Cells at Work é um anime de comédia, que funciona muito bem. No entanto, ele possui bastante cenas de ação, já que temos células combatendo bactérias, e isso faz ele ser bem sangrento, mas de uma maneira leve. Além disso, é um anime bastante educativo.
Alô, Polícia Federal!
Os personagens são bem interessantes, ainda que unidimensionais , afinal, são células, e cada uma tem diferentes funções, que acabam sendo repetitivas, mas quem sabe o anime acabe “desenvolvendo” as personalidades delas. Uma dessas coisas repetitivas, é o fato da Glóbulo Vermelha ficar se perdendo, é uma jogada para apresentar os lugares do corpo humano, mas pode acabar ficando chato. Mas de resto, é um ótimo anime. Estou esperando um episódio sobre rinite para ver se me ajuda.
Asobi Asobase e Cells at Work estão disponíveis no Brasil via Crunchyroll.
The CW também levou a adaptação televisiva das histórias de Archie Comics para o principal evento geek e confira o vídeo que fez uma retrospectiva da segunda temporada, e revelou poucas cenas do próximo ano.
Também foi revelado que a terceira temporada começará com o julgamento de Archie pelo assassinato de Cassidy. Além disso, a mãe e irmã de Jughead aparecerão no final da primeira metade. E tudo indica que prepararão um episódio musical.
Riverdale traz uma abordagem subversiva de Archie (KJ Apa), Betty (Lili Reinhart), Veronica (Camila Mendes), Jughead Jones (Cole Sprouse), Josie (Ashleigh Murray) e seus amigos, explorando o surrealismo de uma pequena cidade e seus curiosos habitantes
O diretor Doug Liman que esteve presente na San Diego Comic Con desse ano, confirmou que a adaptação cinematográfica da série de livros Chaos Walking terá um painel especial com os atores e protagonistas Tom Holland e Daisy Ridley durante a San Diego Comic Con 2019, no qual terá várias novidades envolvendo a sua trama e produção.
Contudo, antes previsto para estrear em 1 de Março de 2019, Liman deu a entender que o filme terá uma nova data de lançamento prevista entre o final do ano que vem e o começo de 2020. Além de Tom Holland e Daisy Ridley em seu elenco, o longa conta com os astros Nick Jonas e Mads Mikkelsen em seu elenco.
Chaos Walking é uma série de livros escrita por Patrick Ness, sendo O Motivo (2008) o primeiro deles e A Guerra (2010) o último. Recentemente, Ness comentou a possibilidade de escrever mais histórias que envolvam a franquia.
Do autor premiado com Carnegie, Patrick Ness, vem uma audaciosa experiência cinematográfica além da imaginação. Todd Hewitt vive no planeta distante do Novo Mundo – uma nova esperança para a humanidade até ser atingido por “The Noise”, um vírus que inflige visões imersivas de todos os pensamentos. A cacofonia leva muitos loucos até Todd fazer uma descoberta escondida e silenciosa: há uma garota chamada Viola, que pode ser a chave para desbloquear os muitos segredos em camadas do Novo Mundo. Juntos, os dois companheiros improváveis são forçados a uma aventura em um planeta inexplorado – tentando escapar e se esconder em um ambiente onde todos os pensamentos são ouvidos, todos os movimentos vistos – como eles descobriram a verdade sobre as vidas que deixaram para trás e O mundo espetacular que aprenderam a chamar de lar.
Para futuras informações envolvendo Chaos Walking, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância.
A psicodélica série da FX ganhou painel na mais recente edição da San Diego Comic-Con e confira o que aconteceu de legal abaixo.
Os presentes tiveram a oportunidade de ver um trailer inédito da terceira temporada e vocês podem ficar por dentro pela descrição liberada.
O trailer começa com um ovo quebrado e uma massa negra saindo da casca. Um personagem do futuro diz que isso é de uma linha do tempo alternativa, mas David (Dan Stevens) acredita que é Farouk, o Rei das Sombras. A pessoa do futuro diz que isso é impossível porque Farouk está morto no futuro.
Há uma mudança musical brusca. A câmera muda para vários ângulos, tentando transmitir a sensação de desorientação. Há uma grande criatura-inseto que infecta os amigos de David com seu líquido preto. David luta em outro plano e vê a criatura pequena e muito menos perigosa.
A ideia de multiverso e de muitas linhas de tempo continua a aparecer, e são mostradas mulheres com bigodes sob muitas vozes. Nós vemos Lenny (Aubrey Plaza) neste momento. Lenny acorda em uma sala coberta de adesivos feitas em padrões. A luz de uma criatura brilha através da janela. Ela é questionada se ama alguém e diz: ‘não seja idiota’.
David perfura um homem barbudo enquanto uma mulher observa, e a escuridão também sai do homem. David enfrenta a forma física de Farouk e se prepara para esmagar sua cabeça com uma pedra. O trailer termina com David escapando da prisão. Seus carcereiros perguntam o que fazer agora e alguém diz: ‘agora, oremos’.
O chefe da Marvel TV, Jeph Loeb, falou da abordagem das produções da Casa das Ideias: “Nada do que fazemos é igual. Jessica Jones não é como Legion, que não é como Agents of S.H.I.E.L.D. Mas aqui encontramos pessoas que gostam de tudo, dos quadrinhos, tudo soa como Marvel.”
Dan Stevens falou sobre o seu personagem, David.
”Uma hora ele está do lado da luz, outra do lado sombrio. Isso que faz um papel incrivelmente gostoso de interpretar. Quem conhece os gibis, sabe que ele tem um potencial imenso de ser um vilão.”
O produtor John Cameron falou sobre o processo do roteiro e gravação.
“Lemos o roteiro, entendemos mais ou menos, filmamos e quando vem o corte final é sempre ligeiramente diferente do que fizemos. Mas sempre muito melhor do que imaginamos.”
Rachell Keller falou sobre sua personagem Syd:
“Direto eu esquecia que estava interpretando uma personagem do futuro. É empolgante. O mais legal é quando os heróis são pegos de surpresa, como ela. Ela precisa usar toda sua força, agora que achou o amor e precisa lutar por isso.”
Legion é uma série de televisão a cabo americana criada por Noah Hawley, baseada no personagem David Haller / Legião da Marvel Comics.
Marvel Studios e a Disney optaram por não participar da San Diego Comic Con 2018 deste ano, mas, a Marvel Comics compareceu com tudo na convenção, anunciando diversas novidades a respeito de suas histórias em quadrinhos. Entre elas, está a confirmação que o universo do Homem-Aranha irá ganhar inúmeras revistas que irão compor a mitologia do herói.
Inspirado por Esquadrão Suicida, Spider-Force será o primeiro título dessa nova leva, composto por: Aranha Escarlate (Kaine Parker), Mulher-Aranha (Jessica Drew), Ashley Barton, Spider-Kid e Astro-Spider. Com desenhos de Paulo Siqueira, o roteiro fica por conta de Christopher Priest.
Já Spider-Girls, será um grupo composto por todas as garotas e moças aranha de milhares de universos paralelos diferentes. As personagens: Anya Corazon, Mayday Parker e Annie May Parker serão as líderes da equipe. Jody Houser fica encarregada do roteiro, enquanto o desenhista Andres Genolet fará a arte da revista.
Com desenhos de Rosi Kampe e roteiro por Seanan McGuire, a minissérieSpider-Gwen A.K.A. Ghost-Spider irá abordar a jornada e as dificuldades de Gwen Stacy enquanto ela tenta mudar a sua identidade heroica para a Ghost-Spider.
Após o término do Homem-Aranha Superior em Junho de 2014, Doutor Octopus ficou um tempo no limbo, retornando de maneira triunfal em meados de 2017. Agora, a casa das ideias anunciou que o vilão terá um título solo denominado The Superior Octopus, que será escrito por Christos Gage e desenhado por Mike Hawthorne.
Por último, a empresa anunciou Vault of Spiders que mostrará uma reunião de vários Homens-Aranha de múltiplas realidades alternativas. Até o momento, Vault não possui nenhum artista que irá comandar as suas duas únicas edições, mas o Porco-Aranha e o Aranha de Ferro serão os dois protagonistas da minissérie.
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