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Quadrinhos

Deste Drácula, não há do que ter medo

Em seu 8º título publicado na que já é informalmente conhecida como “Biblioteca Alberto Breccia”, a editora Comix Zone traz ao Brasil o título Drácula – Dracul, Vlad? Bah… que adapta um dos mais famosos personagens do terror mundial de forma um tanto pitoresca e imprevisível, bem diferente de inúmeras outras versões disponíveis em incontáveis mídias.

Dividido em cinco capítulos publicados originalmente entre 1984 e 1985 na revista Ilustración + Comix Internacional, temos aqui uma versão escrachada do personagem inspirado em Vlad, O Empalador. O Drácula de Breccia é nada mais, nada menos que um total sarro do início ao fim, já a julgar em sua capa que apresenta um protagonista desajeitado e salivando tal qual um recém-nascido.

Aqui, Drácula enfrenta uma versão (posteriormente censura no referente ao seu logo) do super-herói popularmente conhecido como O Homem de Aço, tem medo de uma necessária consulta ao dentista, sofre por saudades de sua amada, sente na pele o assustador autoritarismo em tempos de ditadura e suas desumanas consequências… em cada página que se avança vemos um homem-vampiro cada vez menos fantástico e mais humano, sendo mais uma vítima dos problemas corriqueiros de nossa contemporaneidade e vivendo suas consequências como qualquer cidadão.

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A arte de Breccia segue sua fase anteriormente apresentada em Era Outra Vez… e que dominou seus últimos anos de carreira, com seu traço psicodélico e cores berrantes que em nada lembram os tempos de Sherlock Time, Mort Cinder, Perramus, entre outras. De forma alguma sua mudança de estilo diminui seu Drácula, muito pelo contrário: por se tratar de uma obra mais voltada para a sátira, o traço mais abstrato se encaixa ainda melhor na ideia proposta, afinal de contas, humor não é elemento de maior presença quando se lembra de suas principais obras e, nessa publicação, foi a melhor decisão e isso é visto em cada capítulo.

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Falando em capítulos, apesar do conteúdo ter sua notória qualidade, é uma pena a edição inteira ser devorada em pouquíssimo tempo de leitura: desconsiderando o prefácio e material extra, temos aqui, ao todo, 50 páginas de quadrinhos que, por sua característica proposta de não conter caixas de texto ou diálogo, podem ser lidas em poucos minutos. Dessa forma, o leitor deve ser advertido que, o custo/benefício desta publicação não é dos melhores caso o interessado esteja com baixo poder de compra, inclusive sendo recomendado outros títulos do mesmo autor já lançados pela própria Comix Zone. Drácula serve melhor para aqueles que já estão mergulhados no universo de Breccia, e não marinheiros de primeira viagem.

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A edição da Comix Zone segue o mesmo padrão das anteriores, assim reforçando o que já foi explicitado a respeito desta ser integrante de uma, no Brasil, informal coleção. Que se explique: a editora Fantagraphics Books, atual responsável pelos títulos do autor em nos Estados Unidos, oficialmente considera seus volumes parte de uma coleção intitulada The Alberto Breccia Library, cujos títulos quase todos já foram publicados recentemente no Brasil em diferentes editoras, faltando apenas Evita – Vida y obra de Eva Perón, que por lá tem previsão de sair em 2023. Sendo justo, somando todos os lançamentos recentes, incluindo os do catálogo da Comix Zone, nosso acervo de títulos de Breccia à disposição é bem maior se comparado ao estadunidense.

Não tenha medo em desvendar os mistérios que cercam o Drácula de Alberto Breccia, ainda mais porque, na verdade, não encontrará nenhuma dose de pavor, e sim de muitas risadas.

 

Drácula – Dracul, Vlad? Bah..
Alberto Breccia (roteiro e arte)
Comix Zone
Capa dura
88 páginas
28,5 x 21 cm
R$89,90
Data de publicação: 06/2022

 

 

 

 

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Gameplay Games

Stray | O gatinho na cidade dos robôs

Stray foi anunciado em 11 de junho de 2020 no evento da PlayStation Future of Gaming e inicialmente marcado para ser lançado em 2021. Desenvolvido pela BlueTwelve Studio e publicado pela Annapurna Interactive. o jogo nós coloca na pele de um gatinho, em meio a um mundo cyberpunk, repleto de máquinas e robôs autônomos, e para nossa aventura somos acompanhado pelo dronezinho, B-12 que nos auxilia traduzindo o idioma dos robôs e armazenando itens encontrados durante nossa aventura.

Quando imaginamos um mundo com robôs, automaticamente (pelo menos para mim), vem imagens de cidades altamente tecnológicas, com desenvolvimento de eletrônicos super avançados, com tecnologias que atualmente não temos acesso, mas o mundo de Stray em que nosso gatinho sem nome está vagando é um pouco mais “negativo”. Uma cidade que cresce em cima de história, e lembranças, com robôs vivendo em casas improvisadas de lixo (lembrou em certos aspectos a favela dos extraterrestres em Distrito 9), mas que trás consigo uma atmosfera de interesse e curiosidade.

É através dessa curiosidade que nós, no comando do nosso gatinho, podemos ver os raios de luzes neon refletindo nas águas acumuladas da chuva em becos estranhamente não convidativos, andar sobre os telhados precários das residências, enquanto atravessamos nuvens de poluição que pairam sobre o ar. Ao mesmo tempo em que podemos entrar em bares e atrapalhar uma partida de sinuca, ou procurar um lugar onde tenham muitos robôs, e torcer para que algum tenha dó do gatinho, e de um pouco de atenção. Afinal o que um gato precisa se não um belo dia repleto de aventuras, e depois encontrar um lugarzinho aconchegante para tirar uma soneca?

 

Todas essas possibilidades em Stray, dentro da jogabilidade na cidade, se faz valer nos movimentos que o gatinho malhado laranja se move. Quando você descobre a maneira certa de encaixar os pulos e o caminhar do gato, tudo se torna muito fluido e natural, ao saltar, ao passar por grades, ao se esconder ou correr para debaixo dos carros. Quanto mais confortável você estiver em relação aos comandos, mais a cidade vai parecer um verdadeiro parque de diversões para o gatinho que estamos controlando. O gato a cada minuto jogado parece mais um gato da vida real.

Não sei como foi produzido, mas o nosso gatinho foi muito bem trabalhado. Não me admiraria saber, que os desenvolvedores ficaram meses estudando a anatomia felina. Todo o movimento de câmera, não atrapalha na desenvoltura do gatinho, nem mesmo nós traz uma sensação de estranheza por estar controlando um animal tão pequeno, dentro de um universo tão grande em relação a ele.

Junto com nosso companheiro drone B-12, podemos explorar a cidade por vários ângulos e pontos específicos. Gastando algo em torno de 7 a 12 horas de gameplay. É com B-12 que podemos entender a comunicação dessa sociedade robô, ele é nossa conexão principal com tudo que está acontecendo ao nosso redor. A história é sentimental, todo o desenrolar é muito bem elaborado, e é engraçado chegar ao final e notar que estamos tratando com inteligências artificiais e um animal dito irracional por muitos.

Em Stray, jogamos com um gatinho, como já venho falando ao longo do texto, mas isso em nenhum momento é um obstáculo para a mecânica de jogabilidade. Dificilmente tive momentos de marasmo enquanto corria pelas ruas e subia nos telhados, onde podemos encontrar puzzles, muita exploração, e seções de furtividade. E isso sem falar dos carrapatos monstros que temos que fugir constantemente se quisermos continuar nossa jornada de exploração.

A única coisa que incomodou durante minha jogatina, foi a falta de sinalização dentro do jogo. Por muitas vezes me vi perdido sem saber exatamente o que eu deveria fazer, ou para onde ir. Há momentos em que entramos por acidente em um novo distrito, e somos impedidos de realizar missões das áreas anteriores.

Independente disto, Stray nos entrega um novo olhar, uma nova maneira de viver a cidade, mesmo que ela não seja a que conhecemos atualmente. Claro que ser um amante dos felinos te deixará muito mais imerso neste jogo, mas é claro que ele encantara a qualquer um que possa experimentar a experiência. Stray é uma vivência única dentro de uma fantástica cidade, distante de muito do que já vimos.

Infelizmente compacto, tudo em Stray é muito bem abordado e alinhado para uma experiência agradável.

Stray foi jogado e analisado sem código fornecido. E está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Microsoft Windows

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Cinema

Henry Cavill deve fazer uma aparição surpresa na SDCC 2022 para falar sobre o Superman

De acordo com o Deadline, o ator Henry Cavill deve fazer uma aparição surpresa na SDCC 2022 para falar sobre o futuro do Superman nos cinemas. 

Ao que tudo indica, Henry apareceria logo após o painel do Adão Negro, que acontecerá neste sábado (23/07/2022) no Hall H. 

Entretanto, até o momento nenhuma informação foi oficializada. 

A última aparição do Superman nas telonas foi em Liga da Justiça, de 2017 vivido por Henry Cavill. Em 2013, foi lançado O Homem de Aço com direção de Zack Snyder, que deu início ao universo cinematográfico da DC. Recentemente, ele deu as caras como o Kryptoniano em Liga da Justiça de Zack Snyder.

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Cinema Séries

Painel da Marvel na SDCC não deve ser grandioso, grandes surpresas serão reveladas na D23 2022

De acordo com o Deadline, o painel da Marvel Studios na San Diego Comic-Con 2022 não deve ser tão grandioso em comparação com a apresentação da empresa em 2019. 

Segundo o site, a produtora está guardando suas grandes novidades para a D23 em Setembro de 2022. 

Todavia, o veículo de comunicação esclarece que o primeiro trailer de Black Panther: Wakanda Forever será mostrado na SDCC 2022, junto do segundo trailer de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis. 

Atualmente, a Marvel Studios está com mais de 30 projetos em desenvolvimento (clique aqui para mais informações). Os filmes do MCU se tornaram uma das propriedades mais valiosas do entretenimento, superando Star Wars como a franquia mais lucrativa do mundo.

Para futuras informações a respeito da Marvel Studios, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Cinema

O bicho-papão retorna | Assista o trailer de Halloween Ends

A Universal Pictures divulgou durante a San Diego Comic-Con, o primeiro trailer de Halloween Ends, filme que estreia em Outubro de 2022 nos cinemas. 

Em Halloween Ends a saga de Michael Myers e Laurie Strode chega ao fim no último filme da franquia.

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Anime Entretenimento

Crunchyroll reduz preço da assinatura no Brasil

Em release de imprensa, a Crunchyroll, plataforma de streaming de animê, anunciou na segunda-feira (18) que estará reduzindo o preço da assinatura de seus planos premium em mais de 100 países e territórios, incluindo o Brasil.

A empresa oferece dois planos premium para seus usuários: O plano “Fan” permite acesso ilimitado ao acervo, incluindo simulcasts; episódios totalmente sem anúncios; mas apenas uma tela simultânea. O plano “Super Fan” oferece todos os benefícios do plano Fan, além de expandir o serviço para até quatro telas simuntâneas e permitir offline viewing.

Os novos preços afetam as opções mensais, trimestrais e anuais, e você pode conferir os valores abaixo.

Planos Mensais:

Fan – de R$ 25,00 para R$ 14,99;
Mega Fan – de R$ 32,00 para R$ 19,99.

Planos Trimestrais:

Fan – de R$ 70,00 para R$ 42,99.

Plano Anual:

Fan – de R$ 215,00 para R$ 149,99;
Mega Fan – de R$ 315,00 para R$ 199,99.

Os preços reduzidos já estão disponíveis para novos assinantes. Para quem já é usuário premium, os novos preços serão cobrados na próxima renovação. A Crunchyroll disponibilizou um FAQ (Perguntas Frequentes) sobre a mudança, que você pode conferir aqui.

Para ficar por dentro das novidades da Crunchyroll, assim como do mundo dos animês no geral, fique de olho aqui, na Torre de Vigilância!

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Quadrinhos

Lute para não cair na Obsolescência Programada

Valor que surge mais de uma vez numa distribuição de frequência

Conforme registrado no dicionário Michaelis, a definição acima é um dos significados aceitos para a palavra moda. Entretanto, é preciso admitir que tal sentido é raramente usado em nosso cotidiano, ficando reservado quase que exclusivamente à exercícios em livros e provas de matemática. Não é à toa que esta é provavelmente a menos conhecida acepção do substantivo feminino em questão, e para chegar à mesma, é necessário passar por outras seis explicações a respeito do mesmo vocábulo.

A moda, em conceito popular, remete a ideia de que vários indivíduos estejam usando, agindo, falando ou até mesmo praticando a mesma ação, tornando-a repetitiva em nossas vidas. Pois para alívio dos leitores de histórias em quadrinhos, o que vemos em A Obsolescência Programada dos Nossos Sentimentos, disponível em nosso mercado pela Pipoca e Nanquim, não passa sequer perto de ser redundante.

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Apesar dos pesares, podemos declarar sem medo de errar que tanto Zidrou quanto Aimeé de Jongh estão na moda por aqui. Em um surpreendente ritmo, a quadrinista holandesa natural de Roterdã em menos de um mês teve dois títulos lançados no Brasil e com um terceiro já anunciado previsto para agosto, cada um dos três sob responsabilidade de uma editora distinta. Mesmo que em um intervalo mais espaçado, também podemos considerar o mesmo ao tratar do prolífico roteirista belga: desde 2017, cinco títulos do autor desembarcaram em nossas livrarias e lojas especializadas, seja aquecendo nossos corações com as férias da família Falderáut ou surpreendendo meio mundo com a anunciada biografia de um pintor catalão do século XIX. Assim, um curioso paralelo pode ser traçado entre a dupla criativa e os dois protagonistas presentes na narrativa gráfica aqui idealizada.

Ulisses e Mediterrânea são dois franceses de meia-idade. Ele, um viúvo recém demitido de seu emprego como carregador de caminhões mudança e que envergonhadamente satisfaz seus desejos carnais com uma prostituta bem mais jovem; ela, uma ex-modelo que hoje administra uma queijaria, acaba de perder a mãe e a cada dia que passa se arrepende de não ter vivido tudo que poderia, ao passo que a idade vai avançando.

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Em comum, é vista a notória solidão que assola a vida dos dois, que a veem cada vez mais se escorrer entre seus dedos indo de encontro ao dia em que não estarão mais presentes entre os vivos. Influenciados pela sociedade a qual os arrodeia, ambos pensam que estão ultrapassados, e que nada mais têm a acrescentar nem sequer a si mesmos. Tudo isso muda quando Mediterrânea tem uma consulta marcada com o Doutor Varennes que, por coincidência, é filho de Ulisses. A partir de então, duas vidas que pareciam caminhar para um fim encontram um novo começo.

Da mesma forma que nossos equipamentos eletrônicos se tornam ultrapassados cada vez mais rápido, os seres humanos também estão sofrendo do mesmo mal. Nos enchem a cada dia de etiquetas com prazos de validade, como se tivéssemos um limite de idade para estudar, trabalhar, conhecer pessoas, se apaixonar, namorar, casar, viver… Mas, assim como Ulisses e Mediterrânea, não somos obrigados a seguir a moda. Cada um tem seu tempo de alcançar suas metas e se prender aos padrões sociais traz sério risco de não viver para si mesmo, e sim para os outros, tirando o merecido disfrute que vem com nossas conquistas.

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O único problema de Obsolescência é que, do capítulo 3 em diante, é muito previsível o que se esperar do enredo. Ao final da narrativa, nos surpreendemos uma novidade até então impensada e que não se encontra registro na literatura médica, mas a licença poética dá um ar de renovação à trama. A história de encerra com a mesma exclamação com que se iniciou, agora com significado totalmente oposto, como um paradoxo entre a vida e a morte.

Editorialmente, o trabalho da Pipoca e Nanquim permanece irretocável. Não há nada ao que dizer sobre o tratamento gráfico à publicação: capa dura, papel couché que ressalta as cores vibrantes, tradução e revisão… talvez apenas alguns considerem estranha a escolha de traduzir os versos das canções presentes, uma vez que muitas vezes partes musicais são deixadas de forma ipsis litteris, mas é necessário lembrar que estas originalmente são em francês, idioma com menor número de falantes no Brasil, o que traria difícil entendimento ao público geral e assim faria a história perder parcialmente seu sentido, uma vez que os versos condizem com o ponto em que a trama está quando são apresentados.

Se alguém um dia dizer que seu tempo passou, deixe essa pessoa falando sozinha.  A história de Ulisses e Mediterrânea prova que nunca é tarde para viver e desistir nunca será uma boa opção.

 

A Obsolescência Programada dos Nossos Sentimentos
Zidrou (roteiro)
Aimeé de Jongh (arte)
Pipoca e Nanquim
Capa dura
148 páginas
23 x 15 cm
R$59,90
Data de publicação: 04/2022

 

 

 

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Séries

Bem-vindo ao meu mundo! As peças continuam se movimentando em promo agitado do quinto episódio de Westworld

E Westworld mostrou que ainda consegue resgatar excelentes twists para sua trama. O recente episódio entregou importantes informações sobre o status quo de personagens e do mundo que a quarta temporada está apresentando. Sem deixar a peteca cair, o promo do quinto episódio promete mais agitação.

https://www.youtube.com/watch?v=QFrk79Dvv08

Em uma odisseia que envolve o destino da vida consciente no planeta Terra, surge um novo parque com uma versão romantizada da Máfia Americana dos anos 1930. Maeve precisa tomar uma difícil decisão que decidirá o futuro da relação dos humanos com os androides. E Dolores recebe a oportunidade de recomeçar com uma nova vida.

O episódio de hoje de Westworld está disponível na HBO Max.

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Cinema Cultura Japonesa

Liberado o novo trailer de Suzume, novo filme de Makoto Shinkai

Foi disponibilizado o mais novo trailer de Suzume, novo filme de Makoto Shinkai, criador de Your Name, que chega em 11 de Novembro de 2022 no Japão e que será distribuído pela Crunchyroll a partir de 2023 nos demais territórios mundiais (exceto Coreia do Sul e Índia). 

Nanoka Hara, a voz da personagem principal, declarou: “Eu estava tão nervosa. Como só podia usar a voz para expressar as emoções da personagem, tive que me manter atenta à cada frase e seu significado. Havia muitas coisas ali que eu desconhecia.” E continuou dizendo: “Foi quando vi a imagem e a voz juntas que percebi que cabia a mim dar vida a essa personagem. Isso me deixou muito nervosa, quase não conseguia me mexer. Mas o diretor Shinkai elogiava meu trabalho e me guiava para chegar à interpretação certa em cada momento. Gravar esse trailer, sem dúvida, aumentou minha confiança!”

Suzume, uma garota de 17 anos que mora em uma cidade tranquila em Kyushu, encontra um jovem viajante que lhe diz “Estou procurando uma porta”. Ela o segue e descobre uma porta gasta nas ruínas das montanhas, como se fosse a única coisa que restou de um desabamento. Como se atraído por algo, Suzume alcança a porta…

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Cinema

Adam Scott entra para o elenco de Madame-Teia

Madame-Teia, próximo filme da Marvel produzido pela Sony que supostamente terá o envolvimento de Kevin Feige, terá Adam Scott, de Ruptura em seu elenco. A informação é da Variety. 

O papel do astro não foi divulgado. Entretanto, ao que tudo indica, ele irá interpretar um personagem importante na trama. 

Madame-Teia estreia em Julho de 2023 nos cinemas.  

Cassandra Webb, também conhecida pelo codinome de Madame Teia, é uma  mutante e avó de Charlotte Witter, a quarta Mulher-Aranha. Também já foi líder da equipe das Mulheres-Aranha e, com sua telepatia, já ajudou o Homem-Aranha diversas vezes. Os seus poderes estão diretamente ligados ao multiverso do amigão da vizinhança. 

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