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Cinema

Conheça um mundo totalmente mágico no novo trailer de Aladdin

A Disney disponibilizou o segundo e mágico teaser trailer de Aladdin, que tem em seu elenco o grupo de atores: Will Smith, Mena Massoud e Naomi Scott.

Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a noivar. Agora, com a ajuda do Gênio, ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

Aladdin estreia no dia 23  de Maio.

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Quadrinhos

Resenha | Pato Donald 0

Para Pato Donald 0, a Culturama optou por ser a edição com maior número de histórias: Considerando as duas de Enrico Faccini, temos um total de nove histórias na HQ mais longeva do Brasil. A maioria dinamarquesas.

Ao mesmo tempo que se trata da estreia da nova editora, esta é o nº 2482 somando todas as publicações de Pato Donald por aqui. Este registro vale também para todos os títulos da linha da Culturama, podendo ser consultada no expediente de cada número.

Temos já na primeira (e melhor) história da edição uma nova parceria: Além de ser a ilustração da capa, Um Golpe na Escandinávia é até o momento, única HQ de parceria entre Carol & Pat Mcgreal com o norueguês Arild Midthun. De férias em Oslo, Donald acompanha seus sobrinhos em um torneio de futebol e passeando pela cidade conhece uma mulher que decide ajudar. Atrapalhado que é, acaba caindo em um golpe.

Assim como todos os outros países escandinavos, as HQs Disney têm público muito expressivo na Noruega. Essa história, já como outras, mostra bem isso. Os cenários, objetos e animais são muito bem detalhados e coloridos. É um guia turístico ao mesmo tempo que é uma ótima história. Que essa parceria volte em breve, pois começou muito bem. 

Carol & Pat Mcgreal ainda voltam junto a Maximino Tortajada Aguilar em mais uma HQ da edição, em O Incrivel Pato Que Encolheu. Donald sem querer é vítima de um experimento do Professor Pardal e encolhe rapidamente como em Querida, Encolhi as Crianças, com Pardal mais uma vez fazendo seu papel de Rick Moranis. Boa história, mas padrão.

Destaque mesmo vale para outra ótima estreia: A Febre do Ouro em Marte. Essa é simplesmente a primeira história de Aleksander Kirkwood Brown publicada no Brasil. Nascido em 1984, Brown tem apenas 8 histórias Disney produzidas. Protagonizada por Tio Patinhas, a aventura foca numa viagem do pato mais rico do mundo à Marte, onde são descobertos veios de ouro. Sem perder tempo, Patinhas vai ao planeta vizinho reviver os tempos de Klondike.

Essa história é importante pois lembra os tempos que fizeram Patinhas ser quem é. Desde as histórias de Carl Barks às de Don Rosa, o Patinhas aventureiro e explorador é o mais querido pelos fãs e suas aventuras nessa área são sempre bem-vindas. Apesar de poucas histórias ainda publicadas, Brown tem uma já produzida com o ótimo Arild Midthun citado anteriormente. Voks med voks på (Cera em Cera, em tradução livre) apesar de ser de 2016 por enquanto só saiu na Dinamarca, Suécia, Noruega e Holanda, todas do mesmo ano. Como a Culturama visa publicar apenas material inédito, fica a torcida para este sair por aqui.

O cuidado com Pato Donald é evidente. Quem está aí desde 1950 de fato merece. Com tradição não se brinca, e as coisas continuam bem.

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Games

Confira o brutal trailer de lançamento de Sekiro: Shadows Die Twice

Sekiro: Shadows Die Twice está quase entre e nós, e a Activison liberou o trailer de lançamento do jogo, confira:

Sekiro: Shadows Die Twice é o mais novo game da FromSoftware, responsável pela série Souls e Bloodborne, e que promete ser tão desafiador quanto.

O game lança dia 22 de março para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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Quadrinhos

Resenha | Mickey 0

Já na capa, é notável a celebração dos recém-completados 90 anos de Mickey. As duas gerações do mesmo personagem com um fundo representado com seu nome em vários países mostra bem o que está por vir.

A edição de estreia do Mickey pela Culturama segue uma tendência que se manteve nos últimos meses de editora Abril: Duas histórias por edição. Com a ressalva de que, diferente do apresentado na anterior, sua nova casa começa com duas histórias italianas, e não uma italiana e outra dinamarquesa.

Isso é um problema? De forma alguma. As duas aventuras apresentadas representam muito bem a fase do personagem, que se manteve com narrativas de, em média, 30 páginas e, em determinados momentos, paródias. Nos últimos anos, Mickey incorporou James Kirk, Dylan Dog, Corto Maltese, Asterix, entre outros.

A primeira história é roteirizada por Francesco Artibani. Há um certo tempo ausente, a última aparição de Artibani como roteirista em uma edição de Mickey foi na edição nº 860 da editora Abril, datada de abril de 2014. Em Mickey e a Aventura sob Medida, Pateta e Donald ajudam o Camundongo-Detetive a solucionar o misterioso desaparecimento de casas na região, comprometendo seu serviço e de seus amigos, agora atuando como limpadores de chaminé.

Interessante a escolha do desenhista Lorenzo Pastrovicchio em optar pelo visual retrô do trio protagonista, design que não se aplica aos demais personagens da trama. Curiosamente, a última história de Pastrovicchio publicada no Brasil em um título solo do personagem, na recente Mickey nº 905, o artista opta pelo caminho inverso ao produzir ao lado de Tito Faraci A Quadrilha de Técnicos, uma releitura de A Quadrilha de Encanadores, clássico de Merill de Maris e Floyd Gottfredson publicado em tiras de jornal em 1938 e reeditada no Brasil em Os Anos de Ouro de Mickey nº10, em outubro de 2017. Lá, Mickey tinha um visual totalmente repaginado e moderno, uma vez que esta era a ideia em adaptar este roteiro feito há mais de 80 anos aos tempos atuais.

A história é uma mistura de tudo que costumamos ver nas páginas de Mickey: Mistério, aventura, humor e, dessa vez, uma pitada de nostalgia.

Em Eu & Minnie, Mickey reflete o porquê de uma recente discussão com Minnie, cujo real motivo ele desconhece. Revisitando seu passado e fazendo auto-crítica em relação a amizades, trabalho e aventuras, Mickey analisa porque a parceria com Minnie deu tão certo. Listando também as qualidades de sua companheira, mostra que este elo pode permanecer forte por muito mais tempo, mas antes precisam juntos superar as desavenças. Inclusive a cena em que Minnie o presenteia com uma ferradura e voam juntos pela primeira vez está lá, exatamente como aconteceu na animação Plane Crazy, considerada a primeira aparição de ambos os personagens, em março de 1928.

A trama tem um encontro de gerações inclusive em sua equipe criativa: o jovem Giorgio Fontana se junta ao veterano Massimo de Vita para celebrar os anos de união do casal. Em atividade desde 2015, esta é somente a 4ª história de Fontana publicada no Brasil; para De Vita, é a 215ª.

A estreia é satisfatória, ainda mais se considerar que Mickey é o personagem Disney mais cultuado hoje em vários países. Essa tendência tem refletido não só na Itália, mas também na França. Mickey tem sido o personagem Disney mais utilizado na linha Glenat, protagonizando 7 de 8 álbuns lançados pela editora francesa.

Em comemoração aos 90 anos do personagem, tivemos no Brasil apenas o álbum de figurinhas publicado pela Panini. Mesmo que atrasado, o orelhudo poderia ainda ter homenagem de aniversário em uma edição dedicada exclusivamente a HQs por aqui pela Culturama. Seus fãs merecem.

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Gameplay Games

Review | Jump Force

Jump Force é a aposta da desenvolvedora, Spike Chunsoft, para esse momento histórico de crossovers que vivemos, desde cinema, até quadrinhos e séries. Por que então, não concretizar isto com personagens de animes em um jogo de luta frenético e cheio de fã-service?

 

Seguindo o consentimento padrão, enredo bem desenvolvido nunca é um ponto para ser avaliado em jogos de luta. O que de certa forma deixa os jogos desse nicho, numa zona de conforto não muito agradável para os entusiastas de games. Felizmente ou infelizmente, este não é um jogo de luta comum, e assim como alguns jogos recentes, Jump Force se arrisca em entregar uma narrativa mais bem trabalhada. Não é pra menos, temos um enorme mix de personagens de vários títulos diferentes, o mínimo que esperamos é uma explicação para tal. O problema é todo o potencial da história é entregue de forma rasa, mas de certa forma aceitável. Bastante justo, podemos dizer, há muitos personagens para se encaixar, com uma lista tão grande, é compreensível, mas decepcionante, que o jogo raramente tente fazer algo interessante com seus personagens. Há algumas exceções interessantes como, Light Yagami, de Death Note, e Ryuk, que dirigem toda a campanha para um único jogador, trabalhando em seus próprios planos, enquanto os vilões originais Kane e Galena provam antagonistas únicos. Estas são muitas exceções à regra.

O maior problema do Jump Force é que ele não parece saber se é um RPG baseado em uma história, ou um simples jogo de luta. Também não há consistência real em como o jogo progride. É tudo estranhamente amarrado, com um ritmo desajeitado. Cutscenes em momentos inapropriados, que acabam afastando a imersão, é apenas um pequeno ponto dentro de um grande espaço vazio, onde você ficará vagando por alguns minutos sem saber para onde ir, observando apenas animação de personagens criando um espetáculo esquisito com acrobacias nem um pouco “naturais” e diálogos muitas vezes engessados.

A história, se aceitarmos o fato de existir uma, nós leva a um dos melhores momentos game. Começamos com uma força obscura, com o poder de criar portais, arrancou vários personagens dos mundos dos mangás de seu lugar, enviando-os em rota de colisão com o mundo “real” e causando destruição global. Além do surgimento dos Cubos Umbras, que tem a capacidade de conceder poderes para seres humanos normais. Tendo em vista a destruição de todos os universos, nossos heróis se unem e forma a Base Umbras, e você é um ser humano comum que ao ter a vida quase perdida em um ataque dos vilões é ressuscitado por um dos Cubos, e assim se une à Jump Force.

O processo de criação de seu avatar é a melhor parte em Jump Force. Quanto mais mangás e animes do Shonen Jump você conhece, mais você se diverte com a ferramenta de edição, com os penteados, olhos e características faciais extraídos de outros personagens.

Algumas lutas são uma enrolação contra personagens que estão a margem da história principal, outros são várias rodadas contra minions. Às vezes você estará lutando apenas com o seu avatar, outras vezes com um herói aliado, outros ainda indo com uma equipe completa de três, como é o padrão para lutas multiplayer. Se você aterrizar em Jump Force puramente como um lutador, evitando o máximo possível entretenimento baseado na história e da mecânica de RPG, isso dará uma impressão melhor. Você pode escolher Missões para jogar sozinho, com desafios definidos para ajudar a fortalecer seus personagens, ou simplesmente pular para ataques de jogador versus CPU ou PVP, com suporte para multiplayer online ou local. Isso, tecnicamente, é o que sustenta o jogo, as batalhas três contra três são muito legais e bem divertidas.

Jogar desde o início faz com que certas mecânicas se tornem mais claras, os tutoriais obrigatórios provam ser necessários para melhorar sua gameplay ao redor das arenas 3D, mas Jump Force ainda é vítima um sistema de controles que tenta fazer muito mais do que o necessário.

Seus controles mais básicos conseguem criam um sistema onde personagens com poderes muito desiguais, como Dai de Dragon Quest podem entrar em combate corpo-a-corpo com Sanji de One Piece, sem ter que se preocupar em como eles se encaixam. É simplesmente uma mistura de ataques básicos fracos e fortes. Qualquer coisa mais chamativa ou personalizada para um determinado herói é feita carregando energia, e selecionando um dos quatro movimentos especiais.

Os problemas surgem quando você tenta dominar a mecânica do Jump Force, mesmo que um pouco mais avançada. Como por exemplo, um botão clicado realiza uma determinada ação, você clicar mais de uma vez, o jogo já reconhece como uma outra ação, e pressioná-lo por determinado intervalo de tempo, já realiza uma ação completamente distinta das duas anteriores, ou seja, o mesmo botão possui 3 ações específicas. Agora aplique isso para todos os botões utilizáveis in game. Um pouco demais não é mesmo?

 

VEREDITO:

Apesar de todas as suas falhas claras, Jump Force consegue ser um ótimo jogo para se divertir com os amigos e família. É encantador poder juntar personagens de Saint Seiya com os de JoJo’s Bizarre Adventure e até mesmo Yu-Gi-Oh, e participar de batalhas visualmente impressionantes. Um pouco mais de contenção, no quesito desenvolvimento de história e personagens, seria ideal, unido a sua mecânica de luta, e seus elementos de RPG. Jump Force, no entanto, encanta os fãs de anime, mesmo assim, parece que falta algo para realmente brilhar.

PONTOS POSITIVOS

  • Lista imensa de personagens.
  • Movimentos super característicos de anime.

PONTOS NEGATIVOS

  • Controles complicados.
  • Uma história confusa.
  • O jogo se perde em seu próprio desenvolvimento

Esta análise foi realizada no PC. Jump Force foi lançado em 15 de fevereiro de 2019 para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One.

 

 

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Cinema

Capitã Marvel decola com 153 milhões nos EUA e chega aos 455 milhões no mundo

Estrelado por Brie Larson, Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, Capitã Marvel conseguiu a sétima maior abertura de um filme do Universo Cinematográfico da Marvel, MCU, nos Estados Unidos.

Segundo dados oficiais do Box Office Mojo, a produção da Casa das Ideias arrecadou 153 milhões de dólares na terra do Tio Sam.

Mundialmente, Capitã Marvel já está com 455 milhões de dólares. Com isso, o filme tornou-se a sexta maior abertura em toda a história no mundo e a primeira produção liderada por uma mulher.

O recorde de anterior com uma protagonista era de A Bela e A Fera, estrelado por Emma Watson, com 357 milhões.

A heroína estará em Vingadores: Ultimato, que chega aos cinemas de todo mundo no final de abril.

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Gameplay Games

Review | Devil May Cry 5

Após 11 anos desde o último título canônico da série, Dante e companhia retornam para a conclusão derradeira da franquia Devil May Cry. Nero, apresentado em Devil May Cry 4, retorna como o personagem principal de Devil May Cry 5, e está em busca de vingança contra Urizen, o Rei Demônio que arrancou seu Devil Bringer. Ao lado dele, temos mais dois personagens principais, Dante, obviamente, e V, uma novo e misterioso personagem, que ninguém sabe ao certo o motivo dele estar ali.

  • DmC: renegado, mas influenciador:

Durante esses 11 anos de espera, um reboot da série, nomeado de DmC: Devil May Cry, foi lançado em 2013, produzido pela Ninja Theory. No entanto, apesar de ter sido elogiado nas críticas, os fãs da série não aceitaram a nova versão da história e Dante. Apesar disso, é nítido as influências do game em Devil May Cry 5, tanto em visual, como nos combates. Diversas mecânicas foram reutilizadas aqui e isso foi uma ótima decisão.

Para aqueles que estão chegando agora na franquia, não se preocupem. Devil May Cry 5 não puxa tantos acontecimentos dos jogos anteriores. Os novatos não se sentiram perdidos ao jogar somente o quinto game. Apesar  disso, o jogo tem um mini-filme disponível no Menu Principal, que explica as acontecimentos dos jogos anteriores.

  • Uma galhofa de qualidade

Devil May Cry 5 abraça de vez o brega, e ele não se importa nem um pouco com isso. A cena de abertura já demonstra o quão galhofa o jogo irá ser. Assim como nos jogos anteriores (menos no 2), a comédia está presente no jogo, e além Dante, é Nico, nova personagem, e armeira do grupo, que dá esse tom. Apesar de ter simplesmente só ter chegado na história e pronto, mas quem liga pra coerência em Devil May Cry, após 18 anos?

Inclusive, ótima localização da Capcom para o Brasil, as gírias se encaixaram muito bem.

Devil May Cry 5 foi feito na RE Engine, utilizada em Resident Evil 7 e Resident Evil 2, e isso foi a melhor escolha que a Capcom poderia ter feito para o jogo. Além de lindas cutscenes, o motor gráfico coube como uma luva para o combate. É de longe o melhor combate da série, é fluído e imersivo, mas ainda assim, bem complicado, ou seja, é o que todos esperávamos em Devil May Cry 5.

Aplicar uma sequência de combos, e alcançar o estilo SSS não é tão difícil como nos jogos anteriores, mas também não é moleza. Os jogadores podem usar o Vazio para treinar os combos.

Nero utiliza os Devil Breakers, braços mecânicos criados por Nico. Cada braço tem uma função diferente, o jogador pode carregar diferentes tipos em cada missão, porém, caso queira usá-los, terá que se desfazer do atual. As mecânicas vão de lançar projéteis à ataques contínuos, basta escolher seus favoritos e utilizá-los bem. Também possui sua espada e uma arma.

Dante possui os mesmos estilos e combos de Devil May Cry 4, além do seu Devil Trigger. Há quatro estilos de luta, que combinam com os combos. Ao decorrer do jogo, Dante irá ganhar novas armas, incluindo uma moto. É de longe o combate mais apelão do game, ainda mais se levar em conta que os jogadores podem alterar as armas no meio do combo.

Agora V traz o combate mais diferenciado da franquia até então. Por motivos misteriosos, seu corpo é frágil, então ele utiliza dois espectros, Grifo e Sombra, ambos do primeiro Devil May Cry, para atacar os demônios. Ao tirar toda a vida do inimigo, V pode finalizá-lo com sua bengala. É bem fácil alcançar SSS com ele, fica a dica. Ele também possui o poder de invocar o Pesadelo, um golem gigante. No entanto, em ambientes fechados, é bem ruim de jogar.

Um ponto negativo, é o excesso de loadings entre os menus e algumas cenas, quebrando um pouco do ritmo do jogo, mas não é algo que atrapalhe tanto assim.

  • Linear, porém vazio

Devil May Cry 5 possui um design bem linear, você sabe exatamente onde tem que ir, e onde estão os orbes extras e missões secretas, que retornam ao game. Mas, isso em partes, não é tão ruim. Para aqueles que simplesmente querem finalizar a campanha e matar demônios a rodo, é uma maravilha, contudo, os veteranos na franquia, acostumados a explorar os cenários, ficarão um tanto decepcionados aqui. Não há uma variação grande de cenários. A parte da cidade, destaque nos trailers do jogo, é bem rápida e não há muito o que se ver. O resto do jogo se passa dentro da Qliphoth, e é quase tudo similar.

Em algumas fases podemos escolher com quem queremos jogar, isso traz visões diferentes para um mesmo acontecimento no enredo. Enquanto estamos com um dos personagens, vemos os outros em ação. É aí que entra o elemento “multiplayer” do jogo. Não vemos de fato outros jogadores controlando os personagens em tempo real, e sim uma espécie de fantasma deles, como em algumas corridas da série Forza. O nick do jogador aparece na HUD do jogo. O jogo dura em torno de umas 14~16 horas e possuí 20 missões ao todo. Além de 12 missões secretas. Para aqueles que querem alcançar a Platina, há mais quatro modos de dificuldade após o encerramento do jogo.

Devil May Cry 5 é o retorno que todos os fãs esperavam. Ele não se arrisca, e isso não é ruim. Ele conclui a história de Dante, trazendo aquilo que consagrou a série: combate estiloso e uma galhofa de qualidade.

NOTA: 9.0

Devil May Cry 5 está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Agradecimentos à Capcom pelo envio do código. O jogo foi testado em um PlayStation 4 padrão.

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Cinema

Homem-Aranha: Longe de Casa | Veja fotos do anuário escolar do Peter Parker

Foram liberadas as imagens do anuário escolar do Peter Parker que estarão presentes em Homem-Aranha: Longe de Casa. Nas imagens, é possível ver diversos colegas do personagem, incluindo Ned Leeds e Betty Brand.

Peter Parker e seus amigos viajam para a Europa nas férias de verão. Entretanto, os amigos mal poderão descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente.

Homem-Aranha: Longe de Casa estreia em 4 de Julho em todos os cinemas brasileiros.

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Cinema

Hebe: A Estrela do Brasil | Cinebiografia da artista ganha seu primeiro trailer

A Warner Bros. Pictures Brasil divulgou o primeiro trailer de Hebe: A Estrela do Brasil, cinebiografia da apresentadora Hebe Camargo que faleceu em 19 de Setembro de 2012.

Hebe Camargo (Andréa Beltrão) se consagrou como uma das apresentadoras mais emblemáticas da televisão brasileira. Sua carreira passou por diversas mudanças ao longo dos anos, mas foi durante a década de 80, no período de transição da ditadura para a democracia, que Hebe, ao 60 anos, tomou uma decisão importante. A apresentadora passou a controlar a própria carreira e, independentemente das críticas machistas, do marido ciumento e dos chefes poderosos, se revelou para o público como uma mulher extraordinária, capaz de superar qualquer crise pessoal ou profissional.

Hebe: A Estrela do Brasil estreia em 15 de Agosto.

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Cinema

Kevin Feige confirma que Invasão Secreta ainda é uma possibilidade no MCU

Atenção, essa matéria contém spoilers de Capitã Marvel.

Kevin Feige, o presidente executivo da Marvel Studios, revelou ao ComicBook, que ainda há uma possibilidade de vermos a famosa saga Invasão Secreta nos cinemas.

“Assim como nem todos os humanos são maus, nem todos os humanos são bons. Eu acho que os Skrulls provavelmente tem uma variedade de moralidade dentre eles. Quando eles podem fazer o que eles fazem, isso provavelmente é muito tentador. Então é divertido ter introduzido esse conceito e ver até onde ele vai.”

Os skrulls caminham entre nós! A raça de conquistadores alienígenas conhecidos como skrulls passou décadas se infiltrando em nosso mundo. Eles usaram a capacidade de metamorfosear sua aparência para se esgueirar até os escalões mais altos do governo, das forças armadas… e até mesmo da comunidade super-heroica. Um general é o que aparenta ser? E o Homem de Ferro? Seriam eles skrulls? Ninguém sabe. Diz a sinopse de Invasão Secreta lançada em 2008.

Capitã Marvel já está em cartaz em todos os cinemas do país.