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Análise | Assassin’s Creed Origins

Assassin’s Creed é uma grande franquia, disso não temos dúvidas. Porém seus últimos lançamentos não foram tão bem em crítica e os fãs mais fervorosos demonstraram suas indignações.

Hoje podemos dizer que Assassin’s Creed Origins é o jogo que os fãs pediam para acontecer, um jogo de história assim como os grandes pilares italianos de Ezio. História que você descobrirá nas profundezas de túmulos arenosos, em pergaminhos desbotados, por interação com outros egípcios que se sentem amaldiçoados por seus deuses vingativos e, claro, as histórias infinitamente mais irregulares que vai te fazer lembrar dos outros jogos, e vai passar dias e dias ligando os pontos até ter todas as suas respostas respondidas.

Assassin’s Creed Origins pode celebrar toda uma década da franquia, mas um ano de folga para a série significa que esse salto de fé no Animus poderia ser um ponto positivo, ou poderia trazer novas falhas. Você não se sente estranho ao se esgueirar com seu capuz, mas algumas novas mecânicas de movimentação e de ações durante a gameplay deixa esse Assassin’s Creed com uma postura nunca vista antes.

Assassin’s Creed Origins deveria ser um sinônimo de redefinição, uma bem violenta, enquanto você sempre vai saber o que você está jogando, a experiência na loja finalmente se sente realmente fresca. O sistema de combate de muitos anos foi felizmente enterrado vivo no deserto, as missões que rejeitávamos em fazer morreram silenciosamente sem problemas e um mapa de coleções sem sentido teve uma pedra amarrada a ela e foi afundada no Nilo sem cerimônia. O que resta é um Assassin’s Creed mais magro e mais sutil. Não há sinos e assobios irritantes, apenas todo o antigo Egito como uma tapeçaria ricamente tecida de um RPG assassino. E por sinal, o mapa é gigantesco.

Enquanto os antigos mapas de Assassin’s Creed pareciam pouco convidativos, esse Egito fica bem longe em relação a isso. As diferentes regiões possuem uma identidade própria. Este não é apenas um mundo aberto no deserto, com pirâmides e palmeiras. A campanha da história impressiona e orienta você através das belas terras agrícolas exuberantes, montanhas escarpadas e cidades fascinantes, antes de deixá-lo livre para desenrolar o resto do mundo. Origins não tem problemas em te entregar cidades inteiramente completas como caminho através da sua campanha, sabendo muito bem, você estará de volta por mais, uma vez a todas elas. A sensação de escala só aumenta, os visuais são nada menos que espetaculares, lembrando muito a Florença de Assassin’s Creed II.

O Egito vai tentar te engolir. O mapa e toda a grandiosidade de Assassin’s Creed Origins vai te deixar minúsculo. Enquanto a vida selvagem criará momentos constantes de perigo, você tentará resolver seus problemas com os rebeldes, e os soldados, ao mesmo tempo em que você procura por upgrades de seus itens no velho estilo Far Cry. O novo sistema de quest é perigosamente envolvente. As antigas missões de busca intermitentes foram deixadas de lado. Agora temos missões que ao ser iniciadas, pode parecer pequenas, mas a medida que você avança a história, elas acabam fazendo parte de uma série de missões que os jogos anteriores do Assassin’s Creed nunca imaginariam ser possíveis.

Os personagens são um ponto importante nesse novo Assassin’s Creed, brilhantes e com diálogos significativos, eles se destacam nesse universo recheado de falas interrompidas por ações in game, e por conversas desinteressantes.

Medjay Bayek é agradavelmente único. Embora não haja nenhum spoilers aqui, ele e a busca da esposa Aya em todo o Egito têm um peso no personagem surpreendente. A igualdade também é a ordem do dia. Aya não é apenas uma das mulheres do Egito, mas que reforça sem esforço que não devem ser incomodadas. Não há donzelas no antigo Egito. Existem mulheres, com suas ambições e suas determinações.

Os sistemas de nivelamento e habilidades significam que enquanto Bayek começa fraco e luta por sua vida com uma lâmina enferrujada, ele gradualmente evolui para um super-herói com capuz. A escolha das habilidades é intimidante, mas gasta pontos sabiamente e Origins evolui gradualmente ao seu redor. As batalhas do grupo de repente tornam-se menos uma briga mortal quando você investe em uma tela de fumaça, as batalhas no telhado são instantaneamente 300% mais de Hollywood quando Bayek aprende a empurrar as pessoas para fora dos prédios com seu escudo, atualizar seu arco para poder controlar suas flechas transforma o Egito em um campo de diversão.

Implementando habilmente um esquema de cores no estilo Destiny 2, o sistema de estocagem é constantemente recompensador. Uma vasta gama de implementos mortais significa que você sempre encontrará algo para aproveitar ao máximo o novo sistema de combate. As espadas duplas são mortais de perto, enquanto um cetro ou uma lança se faz ideal para um combate à distância. O próprio combate não é simples, se acostumar leva tempo, mas depois tudo se torna uma segunda natureza, você já realizará ações instantaneamente, e muito mais gratificante. Mega escudos precisam ser esmagados, martelos gigantes esquivados, pontos fracos atingidos. Esta não é apenas uma questão de spam do botão do contador. É estratégia pura, jogadas com um acabamento, e todas elas gratificantes no final, e você sempre vai querer tentar novas alternativas.

Origins lhe deixa livre para fazer e apreciar todo o riquíssimo trabalho de desenvolvimento visual do game. Enquanto algumas áreas exigirão que você caia por tesouros escondidos, outros só pedirão que você encontre um lugar para descansar, onde você pode se sentar e apreciar a visão. Longe da matança, longe do incêndio interminável dos frascos de óleo quebrados, Assassin’s Creed Origins é o jogo mais bonito em uma série de belos jogos.

E as partes que se passam nos dias modernos? Não há spoilers aqui, porém, este é um passo na direção certa para uma história simplificada e um computador de arquivos que vale a pena se drenar informações. Adicionando ainda mais uma camada a um mundo já impressionante, essa é a experiência de assassinos mais coesa ainda. E por incrível que pareça explica tudo que não entendemos em 10 anos de Assassin’s Creed. Tudo é uma história de origens. Penas, dedos perdidos, lâminas ocultas, o próprio Credo e até mesmo esse logotipo. Tudo está presente e correto. Confiante, excitante e absolutamente mortal, Assassin’s Creed Origins é agora, finalmente, o jogo definitivo.

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Final Fantasy XV Pocket Edition ganha novo trailer

Foi liberado um novo trailer de Final Fantasy XV Pocket Edition, onde o destaque fica por conta de seu gameplay e comparações feitas com as suas versões anteriores para consoles.

Assista ao vídeo logo abaixo:

O primeiro episódio do jogo será gratuito, o resto será pago e ele chega em breve ao iOS e Android.

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Veja as habilidades do Android 16 em Dragon Ball FighterZ

A Bandai Namco soltou um novo vídeo do jogo Dragon Ball FighterZ, focado nas habilidades do Android 16,  e que aparentemente será um dos personagens mais fortes do jogo.

Assista ao vídeo logo abaixo:

Dragon Ball FighterZ será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC em 2018.

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Batalha de Endor é o destaque do novo gameplay de Star Wars Battlefront 2

Em Star Wars VI: O Retorno de Jedi, a Aliança Rebelde vai a lua florestal de Endor para desligar o escudo da Estrela da Morte. Mas chegando lá, os rebeldes se deparam com a as tropas Imperiais, que já os esperavam.

Iden Versio, comandante da unidade de elite, o Esquadrão Inferno, é designada para dar fim aos rebeldes, dando início a trama. Você pode assistir ao vídeo publicado pelo IGN logo abaixo:

A principal novidade em relação ao seu antecessor é a presença de um modo campanha, fator que gerou muitas críticas negativas pela sua ausência no jogo anterior. O game será canônico e se passará entre os Episódios VI e VII. A história será contada nos pontos de vista do Império e da Aliança Rebelde.

 Star Wars Battlefront 2 será lançado em 17 de Novembro para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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L.A. Noire ganha trailer de sua versão para o Nintendo Switch

A Nintendo em parceria com a Rockstar, liberou o trailer de L.A. Noire rodando no Nintendo Switch, que você pode conferir logo abaixo:

Em  L.A. Noire, o jogador controla um policial que tem como objetivo limpar as ruas de Los Angeles das mãos dos mafiosos na década de 40.

O jogo chega em 14 de Novembro para PlayStation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch.

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Átomo, Magia e as Tartarugas Ninja são os novos personagens de Injustice 2

A Warner Bros Games orgulhosamente apresenta os novos personagens do terceiro Fighter Pack de Injustice 2, que são ninguém mais ninguém menos que as Tartarugas Ninja, Átomo e Magia!

Confira ao vídeo abaixo:

https://m.youtube.com/watch?feature=share&v=_YMKmK8xQOg

Injustice 2 se passa logo após Gods Among Us, onde Batman e seus seguidores tentam manter a paz na sociedade novamente, enquanto o regime do Superman volta aos poucos a vida.

Até o momento, foram confirmados mais de 20 personagens jogáveis! Para mais informações do game clique aqui.

Injustice 2 já está disponível para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

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The Seven Deadly Sins: Knights of Britannia ganha novo trailer, assista!

A Bandai Namco soltou um novo trailer de The Seven Deadly Sins: Knights of Britannia, onde o destaque fica por conta de seus gráficos e meio de combates que os personagens irão usar ao decorrer do jogo.

Assista ao trailer abaixo:

The Seven Deadly Sins: Knights of Britannia chega em 9 de Fevereiro de 2018 para Playstation 4.

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Assista ao novo gameplay de The Frozen Wilds

O canal oficial do Playstation liberou um novo gameplay de The Frozen Wilds, expansão de Horizon Zero Dawn. A DLC já está disponível para Playstation 4.

Assista ao trailer abaixo:

Horizon se passa em em um futuro pós-apocalíptico, onde as maquinas levarão a humanidade para a era pré histórica novamente.

Horizon Zero Dawn já está disponível Playstation 4.

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Análise | South Park: A Fenda que Abunda Força

O jogo lançado em 2014, South Park: The Stick of Truth foi o primeiro vislumbre de esperança para os fãs da série que clamavam por um conteúdo extra série, reunindo os criadores Trey Parker e Matt Stone que se associaram com os desenvolvedores de Fallout: New Vegas. Stick of Truth foi extremamente agradável, tanto em críticas quanto em vendas. Como um RPG, alguns acreditam que ele foi um pouco curto. Mas como experiência extra-série foi bem prazeroso.

Agora, três anos após o Stick of Truth, a Ubisoft finalmente consolidou suas estruturas em um jogo de South Park que é tão divertido como a série, South Park: The Fractured But Whole, em pt/br South Park: A Fenda que Abunda Força. A jogabilidade e o humor são misturados em igual medida, e o resultado é a mais verdadeira adaptação da série de comédia juvenil já produzida.

South Park: A Fenda que Abunda Força se distingue de seu antecessor de forma positiva, tudo que vimos antes agora é melhorado em quase todos os sentidos. Para iniciantes, é uma experiência mais polida, e aprender com os erros faz parte da gameplay, durante cutscene você tem que realizar quick time events, para avançar, mas nada que atrapalhasse seu progresso, caso não consiga realizar a ação rápida, você será redirecionado para o ponto de salvamento mais próximo.

A história também é melhorada desta vez. Enquanto as coisas começam devagar, o jogo aumenta e se torna um mistério intrigante com o retorno de um dos melhores vilões da série. Também é mais coerente e fundamentado do que Stick of Truth. O nivelamento é agora mais espontâneo, permitindo misturar e combinar poderes de várias classes de heróis. E, uma vez que todos esses poderes estão ligados ao DNA do seu personagem, você pode se vestir como preferir.

O Combate também foi expandido a partir de um simples sistema parecido com Paper Mario (2000), e os clássicos Final Fantasy  baseado em turnos mais robustos, onde o posicionamento e o tempo são importantes, e uma maior variedade de inimigos traz um pouco mais de desafios. Um inimigo do tipo suporte pode proteger seus inimigos de danos físicos, deixando você confiar na sua capacidade de machucá-los e adicionar efeitos de status como Sangrar e Queimar. É muito mais dinâmico e agradável, já que você não pode simplesmente aguardar uma ação para contra-atacar e vencer, mesmo quando você se tornar poderoso.

Você ainda pode convocar aliados poderosos como no jogo anterior, e suas apresentações são ainda mais absurdas do que antes. Um stripper pode ser usado para dirigir um carro, ou Moisés pode ser chamado para curar todos os aliados feridos. Ou Gerald, que se espalha no mijo de gato em uma referência ao episódio de South Park “Major Boobage“.

As brigas contra os Boss são uma alegria particular, com cada um focando em um clímax para um grande ponto da trama enquanto joga fora algumas coisas chatas do combate habitual. Você não pode contornar ou evitar o Boss, isso significa que é um “jogo nos trilhos” onde você deve lidar efetivamente com os adversários, os jogadores precisam se concentrar no Boss, enquanto os minions adicionais são constantemente gerados, enquanto o sistema de timer é usado para introduzir riscos ambientais e restringir o movimento. O combate padrão é igualmente divertido e variado do que os de Stick of Truth à foco no posicionamento, mas as batalhas contra Boss mostram o quão versáteis e criativas foram as equipes de desenvolvimento desta vez. Enquanto isso, pouco mudou na cidade de South Park.

Apesar do mapa relativamente pequeno em South Park: A Fenda que Abunda Força, há momentos em que sentimos que há muito para fazer ou acompanhar em qualquer lugar do mapa. Por exemplo, as corporações não são apenas uma referência em si mesmas para a temporada 20, mas também dizem coisas relacionadas aos episódios passados, ao jogo anterior e à cultura em geral.

Como isto é um South Park, deve ser óbvio que… teremos cenas e diálogos não muito aceitos por alguns, devemos dizer que a marca de humor “único” é obrigada a enrolar algumas partes. De política à identidade de gênero, a cultura da retórica de direita, aparentemente todos são batidos de frente por Matt Stone e Trey Parker em diferentes graus. Em seu momento mais desconfortável, uma luta de chefe apresenta um pedófilo atacando as crianças de uma maneira que alude ao sexo oral forçado. Clássica quebra de conceitos morais que quem assiste a série já está acostumado.

Dito isto, parece que há menos ênfase no humor grosseiro, mas não deixando de ser ofensivo ao máximo possível, e mais brincadeiras para servir a história ou para fazer um ponto de ligação entre série e jogo.

PC Principal ensina você a reconhecer micro agressões e, literalmente, o chama de “guerreiro da justiça social”, mas não há como negar que suas dicas sejam acessíveis – sempre que um inimigo diz algo degradante ou menosprezado para um determinado grupo demográfico, você tem uma chance de ataque. Estes não são o tipo de piadas para fazer você realmente dar a sua vida, mas eles são muitas vezes mais profundos e inteligentes do que você pensa.

VEREDITO:

South Park: A Fenda que Abunda Força equilibra um amplo grupo de fãs com jogabilidade que está em seus próprios méritos e uma história atraente. Entretanto, caso você não seja um fã, o jogo não fará você se tornar um, mas é difícil imaginar uma adaptação melhor realizada do esta. Um incrível extra para a série, e uma boa adição ao universo de South Park.

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Hanzo e Alexstrasza são os novos personagens jogáveis de Heroes of the Storm

Durante o primeiro dia da BlizzCon 2017, a Blizzard anunciou que os personagens Hanzo, de Overwatch, e Alexstrasza, de World of Warcraft, estarão presentes na nova atualização de Heroes of the Storm como personagens jogáveis.

Assista ao trailer abaixo:

Os campeões devem chegar ao jogo entre Novembro e Dezembro junto com diversas melhorias, que incluem: nova câmera, jogabilidade mais dinâmica, chat de voz e mudanças nas mecânicas de lanes.

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