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The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel IV é anunciado para o Ocidente

Pegando todo mundo de surpresa, ainda mais nesse dia do ano, a NIS America anunciou, através da Game Informer, que The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel IV chegará ao ocidente ainda esse ano. Importante ressaltar, que o subtítulo “The End of Saga” foi retirado para a versão ocidental.

Confira o trailer de anúncio:

The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel IV começa logo após o chocante final de Trails of Cold Steel III e promete fechar todas as pontas

“O título é uma peça importante para o final da série Cold Steel e é fundamental para toda história começada em Trails in the Sky”, explica o produtor e presidente da Nihom Falcom, Toshihiro Kondo. “Nós deixamos várias pistas desde Trails in the Sky e todas aquelas conectadas ao Império de Erebonia serão reveladas.”

O último capítulo do arco de Erebonia chega no fim do ano para PlayStation 4 e chegará em 2021 para Nintendo Switch e PC. No Japão, o jogo foi lançado em 2018 e sua sequência, Hajimari no Kiseki, está planejada para sair esse ano na Terra do Sol Nascente.

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Quarentena em Raccoon City! Jogamos Resident Evil 3 Remake

Meus amigos, que Nostalgia! Com certeza relembrar momentos da infância e os seus primeiros medos e sustos, assim como fizemos quando foi lançado Resident Evil 2 no ano passado, é algo completamente sem preço. Mas será que Resident Evil 3 Remake conseguiu agradar tanto quanto o seu antecessor? Vem comigo e vamos descobrir!

Nos primeiros momentos de jogo nos deparamos com uma Jill Valentine que corre e apanha tanto, que até lembra a aquela Lara Croft lá de 2013 no início do primeiro Tomb Raider, mas afinal, quem não faria isso com um Nemesis de 3 metros correndo atrás de você né!?

Sobre o desenvolvimento da Jill, fizeram algo maravilhoso, as diferenças de experiência dela com a Claire e com o próprio Leon do Remake anterior são absolutamente visíveis. Neles conseguíamos enxergar aquelas características de novatos bem explícitas e que dava até uma imersão maior no jogo. Já na Jill, e também no Carlos, conseguimos ver em seus movimentos e no decorrer da história, toda a carga e experiência de uma carreira mais longa, sem dúvidas isso foi um ponto e tanto da Capcom.

No quesito jogabilidade seguimos aqui a mesma fórmula proposta pelo Resident Evil 2 Remake, afinal, não se mexe em time que está ganhando. Alguns exemplos são o fim do uso de câmeras fixas, a personagem em terceira pessoa com mira, inimigos difíceis de matar, e outras características que não são mais inéditas para nós, mas que já mostraram que funcionam muito bem dentro da franquia.

Correr do Nemesis nunca foi tão desesperador, sempre que estava jogando eu tinha saudades do Mr. X que se tornou uma criança perto do nosso “carecão de bazuca”. Acrescente o desespero de correr de um grandalhão + tentáculos que agarram suas pernas + capacidade de desviar de balas + armas de fogo e uma resistência maior ainda do que aquela que a gente enfrentava no remake do segundo jogo. É com certeza, motivo de muito desespero.

Uma diferença entre os dois jogos remake bastante visível são as facas que não se quebram mais, o que eu particularmente achei melhor, até pra matar os zumbis que caem no chão, mas como nem tudo são flores, elas não são mais uma opção para se defender de investidas surpresas como era no segundo Resident Evil. Foi uma decisão que ajuda e dificulta as coisas novamente.

Para ajudar um pouco nessa carência de um modo para se defender das agarradas dos zumbis, o jogo incluiu um novo comando, em que jogando com a Jill temos a esquiva (vista também na Demo do próprio jogo), e com o Carlos temos um golpe que afasta os zumbis. Esse comando facilita bastante a jogabilidade, porém precisa ser usado no momento exato, assim como o famoso ato de “parear” ataques dentro de outros gêneros. Acertar o timing é algo bastante difícil, mas ao mesmo tempo muito recompensador.

Falando um pouco sobre os gráficos e visuais do jogo, são sem dúvidas de tirar o fôlego, essa geração de consoles, mesmo em seu final consegue nos surpreender sempre que achamos que não tem mais pra onde ir.

O Background é completamente imersivo e surpreendente, assim como no jogo anterior. Por meio de pistas, bilhetes, jornais, revistas e outros documentos encontrados, conseguimos descobrir muito sobre a história, desenvolvimento de personagens e até mesmo achar dicas de como matar alguns monstros específicos.

Por falar em monstros, tivemos novos monstros bem legais presentes nessa versão, com diferentes formas e dificuldades, talvez como uma tentativa de compensar alguns que foram retirados da narrativa. Algo bastante legal sobre eles, é que conseguimos, por meio dos documentos ditos acima, entender a origem de alguns desses monstros e seu desenvolvimento desde que eram cobaias.

O link feito entre o Resident Evil 2 e 3 presente no jogo também é sensacional, dá pra perceber claramente o tempo e a continuidade dos eventos de um jogo para o outro, principalmente em cenários que os dois jogos possuem em comum. Como não posso falar muito disso por aqui, deixo as surpresas e comparações para vocês, quando forem jogar.

Apesar de todos essas características que deixam o jogo maravilhoso, precisamos também falar de alguns pontos negativos:

Seu percurso é bastante linear, não necessitando voltar muito em alguns lugares caso você não queira, o que foge um pouco do clássico. Posso dizer que isso tenha deixado minha experiência ruim? Não! Isso acabou fazendo falta mas não é nenhum ponto decisivo que tenha deixado o jogo muito diferente de antes.

Nessa versão, o que mais me incomodou com certeza foi a quantidade super limitada de puzzles. Para um bom jogador de RE, principalmente em sua fase de survival horror ( do 1 ao 4, podemos dizer), sabemos que de tempos em tempos você precisa realizar puzzles que te levam a pensar bastante em meio a todo medo que está sentindo durante a jogatina. Essa característica para alguns pode até ser chata, mas é uma marca da franquia, e que eu particularmente gostava bastante.

Não quer dizer que não exista por exemplo, chaves que você precisa pegar para abrir portas específicas, itens que precisam ser usados em situações peculiares, e afins… isso existe sim no jogo, mas o desafio e a dificuldade de conseguir tudo isso, acabam sendo quase inexistentes. Infelizmente, no decorrer da história, o jogo fica devendo muito a presença dessa característica.

Senti falta de alguns itens específicos como as ervas azuis, e até da necessidade do seu uso também, por falta da variedade de inimigos.

Além disso tudo, para o desprazer dos saudosistas, acabaram tomando a decisão de retirarem lugares e bosses icônicos do jogo clássico, sobre os quais não posso falar muito agora, mas confesso que não esperava por essas decisões. Se você é um jogador novo, fique tranquilo que não sentirá falta do que não viu, mas se você é daqueles que passava pasta de dentes no CD quando não funcionava ou botava o Playstation de ponta a cabeça para o jogo rodar, isso vai acabar tirando um pouquinho da sua expectativa.

Apesar de todos os pontos negativos citados acima, o conjunto do jogo não decepciona, por mais que algumas áreas foram retiradas, outras foram adicionadas de forma bastante precisa e útil para a experiência de quem joga. A história então, ficou uma verdadeira obra de arte.

Nela conseguimos observar todos os detalhes precisos e sem nenhuma ponta solta no que se refere à franquia em geral, foi algo refeito, gerando uma nova experiência mesmo para quem jogou o jogo clássico mas não fugindo em nenhum momento das suas raízes.

O jogo realmente vale a pena, matar a saudade de jogar com a Jill em um atmosfera digna e ter a oportunidade de poder explorar mais o Carlos dentro da franquia com certeza era o que eu estava esperando. Mesmo com os defeitos apresentados o jogo flui e aterroriza quem joga de uma forma muito competente.

NOTA: OURO

Teve contato com o jogo clássico? Jogue! Como um bom fã, você gostará do produto final. Não jogou o clássico mas está a fim de um excelente jogo de terror? Jogue também, vai ser uma excelente experiência.

Agradecimentos à Capcom pela cópia digital, o jogo foi testado em um Playstation 4.

O Game estará disponível a partir do dia 03/04/2020 para Playstation 4, Xbox One e PC, mas você já pode compra-lo pelo link abaixo.

 

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NieR Replicant ver.1.22474487139… é anunciado para PS4, XONE e PC

Durante a live de 10 anos do lançamento de NieR, Yoko Taro, diretor do jogo e Yosuke Saito, produtor da Square Enix, anunciaram NieR Replicant ver.1.22474487139…, uma versão aprimorada do clássico cult de 2010.

Confira o trailer:

Para aqueles que não estão familiarizados, NieR original contou com duas versões, Gestalt, que trazia um NieR mais velho em busca de sua a filha, e Replicant, onde o protagonista era mais jovem e saia à procura de sua irmã. Yoko Taro decidiu trazer a segunda versão para os novos consoles e PC.

Segundo Saito, essa nova versão não é nem um remaster ou remake, é como se fosse uma versão aprimorada. Contará com mais dublagem e novo personagem. Além disso, os dubladores de 2B e 9S irão fazer uma participação, mas não foi dito se será com os mesmos personagens. Keiichi Okabe, compositor da trilha-sonora, além de incluir novas músicas, também irá regravar todas as já existentes.

Quando perguntado se terá um novo final, Saito disse que nem mesmo ele sabe ao certo. O jogo está sendo desenvolvido pela ToyLogic, visto que a desenvolvedora original, Caiva, faliu.

NieR Replicant ver.1.22474487139… ainda não tem data de lançamento, mas a ideia é lançar no mesmo período de lançamento do primeiro game, por volta de Abril, mas que deve levar em conta a situação atual do mundo. O jogo sairá para PlayStation 4, Xbox One e PC (Steam).


Na mesma live, foi anunciado que NieR: Automata vendeu mais de 4.5 milhões de cópias no mundo todo. Outro anuncio, foi que a franquia irá ganhar um game mobile: NieR Re[in]carnation. 

Confira o trailer:

Yoko Taro será o diretor criativo e Akihiko Yoshida, character designer de NieR: Automata, também retornará para trabalhar no jogo. Também não possui data de lançamento.

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Bleach: Immortal Soul já está disponível para Mobile totalmente em português

A Oasis Games anunciou que o RPG Mobile Bleach: Immortal Soul já está disponível para celulares Android e iOS. O game adapta a história oficial do anime, trazendo cenas do mesmo, e está totalmente em português.

Bleach: Immortal Soul cria uma experiência de combate em equipe emocionante através de técnicas épicas de Bankai, repleto de efeitos especiais em tela cheia, mergulhando os jogadores em batalhas animadas cheia de animações e cenas de jogo. Os jogadores podem escolher uma abordagem sem mãos para lutas mais fáceis enquanto criam uma equipe cuidadosamente selecionada e escolhas estratégicas de ataque para derrotar os oponentes mais difíceis. Não é só questão de atributos e equipamentos, a formação da equipe, a ordem de ataques, e a precisão dos combos também podem ser decisivos em uma batalha desafiadora.

Disponível na Google Play e na App Store.

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Epic Games publicará novos jogos de Fumito Ueda, Remedy e Playdead

A Epic Games anunciou nessa quinta-feira (26) que irá publicar os novos jogos da genDESIGN, comandada por Fumito Ueda (criador de Shadow of the Colossus e The Last Guardian), Playdead, de Limbo e Inside e Remedy Entertainment, de Control e Alan Wake.

A parceria propõe liberdade criativa aos desenvolvedores, financiamento completo e recebimento de lucros de pelo menos 50%. Além disso, os jogos serão multiplataformas.

A Remedy confirmou em seu site que os próximos dois jogos do estúdio já estão sendo desenvolvidos, sendo um deles um dos mais ambiciosos da empresa e o outro, que se passará no mesmo universo, será de menor escala. Ela não disse quando pretende dar novidades sobre os projetos. Mas vale lembrar, que o aniversário de 15 anos da empresa é no dia 15 de agosto.

Ansiosos?

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Confira o que rolou na Nintendo Direct Mini do dia 26 de março

De surpresa, a Nintendo divulgou em seus canais, a Nintendo Direct Mini, uma versão compacta do Direct tradicional, com quase 30 minutos de duração. A Big N começou a preencher o seu calendário de 2020 com várias novidades e ports de games antigos.

Confira um resumão abaixo:

  • Xenoblade Chronicles Definitive Edition

O remaster de Xenoblade Chronicles enfim ganhou uma data de lançamento: 29 de maio.

  • BioShock: The Collection, Borderlands Legendary Collection e XCOM 2 Collection

Três grandes franquias da 2K estão chegando ao Nintendo Switch com coletâneas e versões completas em 29 de maio.

  • Nova DLC de Marvel’s Ultimate Alliance 3

Focada no Quarteto Fantástico, a nova DLC já está disponível

  • Shinsekai: Into the Depths

Game de sobrevivência da Capcom chega hoje ao Switch.

  • Update de Páscoa para Animal Crossing: New Horizons

https://www.youtube.com/watch?v=Z9xMpA2Ld9U

Chega no dia primeiro de abril

  • Good Job!

Disponível agora para Nintendo Switch.

  • Catherine Full Body

A versão aprimorada do game de 2011 da Atlus chega ao Switch em 7 de julho.

  • Novo update para Ring Fit Adventure

Disponível agora.

  • King’s Bounty II

O RPG tático foi anunciado para Switch, o lançamento será ainda em 2020.

  • Personagens de Arms são os novos integrantes de Super Smash Bros Ultimate

Conteúdo chega em Junho e Arms estará jogável gratuitamente até 6 de abril.

  • Bravely Default 2

O game ganhou um vídeo apresentando os personagens e o mundo e anunciou que uma Demo está disponível na E-Shop. O jogo ainda não tem data de lançamento.

  • Clubhouse Games: 51 Worldwide Classics

Uma coletânea com 51 jogos clássicos, incluindo Dama e Baralho, será lançada em 5 de junho.

  • Ninjala

https://www.youtube.com/watch?v=7EMHAJSxBGw

Um battle-royale de oito jogadores com ninjas. Será lançado em 27 de maio.

  • Star Wars Jedi Knight: Jedi Academy

Já disponível!

  • Pazer Dragoon: Remake

Já disponível!

  • Rodada de games inéditos para Switch, incluindo Burnout Paradise, Trails of Cold Steel III, Warhammer 40.000, entre outros.

  • Expansão de Pokémon Sword and Shield

Primeira parte da expansão, The Isle of Armor, lança no final de junho.

Você pode assistir ao programa na integra abaixo:

E ai, o que achou desse Direct surpresa?

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Gameplay Games

Doom Eternal chegou pra te fazer correr, gritar e atirar freneticamente

Doom Eternal é o mais novo jogo eletrônico de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela id Software e publicado pela Bethesda Softworks. A sequencia do reboot de 2016 é uma grande montanha russa de emoções destrutivas. O jogo se destaca em momentos de pura adrenalina, onde você precisa decidir entre correr e atirar, ou correr e atirar depois, enquanto uma horda de seres infernais aparecem em sua tela preparados para ficarem ensopados de sangue, com ajuda de uma variedade de armas, projetadas especialmente para a destruição dos demônios.

Doom Eternal é muito parecido com seus antecessores, durante a gameplay dificilmente você não irá levantar um canto da boca com um sorriso de satisfação, enquanto acontece toda a violência exagerada que você conhece de Doom, ou que acabou de conhecer. É uma exposição gratuita a repulsa sanguinária, totalmente desnecessária mas indescritivelmente agradável.

O problema com esse show de horrores satisfatórios é que acaba, mas acaba muito rápido, ou pelo menos é o que parece. Não estou falando do final do game em si, mas o final da sequência de tiros e correria, de diálogos desnecessários do “elenco de apoio” e do barulho dos demônios correndo em sua direção. A desaceleração ao final de cada etapa é um balde de água fria quando você está em seu melhor momento de frenesi. Mesmo com esse detalhe, podemos afirmar que Doom Eternal é um clássico moderno, com algumas ressalvas, que o distancia de alguns shooters mais famosos e principalmente de seus antecessores. Mas nada que o diminua em frente a outras grandes franquias.

Definitivamente, o combate em Doom Eternal é incrível, todos os momentos de explosões e tiros em demônios é fantástico. Felizmente, estes momentos compõem a grande da gameplay do jogo. Doom Eternal não é tão focado quanto o seu antecessor, e às vezes fica preso em novas mecânicas e adições desnecessárias. Mas eles não comprometem a experiência principal. Doom Eternal é uma versão maior e mais completa que Doom (2016) e, na em sua maioria muito mais divertido. Você enfrentará alguns chefes com características tradicionais. Mesmo que a desenvolvedora tenha tido um grande esforço para adaptá-los a uma nova fórmula, você vai notar um desdobramento familiar ao longo das batalhas, claro que os gráficos te oferecem grandes atualizações visuais no combate e do ponto de vista da jogabilidade.

Doom Eternal pede que você trabalhe duro por poucas recompensas dentro do jogo, mas está longe de ser uma aventura insuficiente, pois você será recompensado pela história e pela gameplay que o jogo te oferece, além das horas de diversão sem prudência alguma, e da satisfação de vencer os demônios mais desafiadores.

 

Praticamente todos os aspectos do seu personagem podem ser aprimorados e, felizmente, existem várias possibilidades de fazê-lo dentro do jogo. Dentro de cada nível, você pode encontrar uma variedade de itens, o mais interessante é que eles aparecem de forma natural, durante a matança, sem a necessidade real de uma exploração a fundo do cenário. Uma alternativa aceitável quando notamos que a verdadeira intenção do jogo.

Essas novas adições de Doom Eternal transformam você em um exército de um homem só, mas o combate passa a ser mais estratégico. Cada ação, tem uma reação por parte dos demônios, agora eles não mais ficarão assistindo você exterminar cada um deles sem uma resposta a altura. Matar de formas diferentes podem te conceder alguns itens a mais desde kits de saúde a munição para que não falte durante o extermínio. Cada jogador pode interpretar isso de maneiras diferentes, podendo até chegar no ponto de entender isto como um modus operandi ou um manual de regras de como matar seus adversários, criando um ciclo tedioso de ações repetidas, o que mais lentamente pode vir a se transforma em uma ação instintiva.

Um ponto importante a ser mencionado, é que os demônios agora têm pontos fracos. E existem várias maneiras de explorá-los durante a batalha.

Durante a batalha temos uma enorme quantidade de informações visuais, facilmente algo irá passar despercebido, mas é certo afirmar que cada luta parece perfeita, o ritmo e a intensidade estão intactos. Dominar todas as armas e aprimorar completamente o seu traje levará um bom tempo, mas conquistar a campanha principal não é ruim, mesmo que não tenha encontrado tudo que estava escondido nos cenários. A cada fim de campanha você sente a necessidade de jogar novamente, mas desta vez buscando novos desafios. Assim, selecionando uma dificuldade maior. E Doom Eternal encoraja você a fazer isto, em nenhum momento o jogo que faz perder a cabeça como em jogos no estilo Dark Souls, aprender e  utilizar as armas que o jogo disponibiliza é prazeroso.

 

Doom Eternal eleva a experiência de matança em várias maneiras, com novas adições na medida certa para manter as coisas atualizadas em cada nível, sem que tudo pareça desproporcional, com um design de nível meticuloso. A campanha é satisfatória, sem muitos exageros e sem enxugar demais o conteúdo. Se Doom (2016) parecia algo muito bem finalizado, Doom Eternal é a prova que tudo pode ser melhorado, se respeitado suas necessidades enquanto franquia. A trilha sonora em constante evolução nos envolve na atmosfera da retalhação de demônios. Todas as opções de gameplay disponibilizadas, faz com que todos os tipos de jogadores sejam bem recepcionados.

Doom Eternal reinventa sua própria história sem abandonar seus pilares clássicos. Ele tem toda a diversão sangrenta e cheia de adrenalina que esperamos de um jogo Doom, além de adicionar vários novos elementos de RPG que nem sabíamos que precisávamos.

SELO PLATINA – Obrigatório!

Pontos Positivos:

  • Combate rápido e frenético.
  • Gráficos impressionantes.
  • Arenas de demônios mais naturais e desafiadoras
  • Níveis com evolução gradativa
  • Curva de aprendizagem suave.

Pontos Negativos:

  • Cortes podem quebrar a empolgação durante a gameplay.

Agradecimentos à Bethesda pelo envio do código.

Doom Eternal foi lançado em 20 de março de 2020 para Google Stadia, Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One, com previsão de lançamento para Nintendo Switch ainda para este ano. No dia do lançamento desta análise, não tive a oportunidade de experimentar o Battlemode, e o novo modo multijogador slayer versus demons.

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Gameplay Games

Trails of Cold Steel III chega ao PC e se torna a versão definitiva do jogo

Trails of Cold Steel III saiu no final do ano passado para PlayStation 4 e é com certeza um dos melhores JRPGs da geração e um dos melhores jogos da séries Trails. Agora, em março de 2020, a NIS America lançou tão a esperada versão para PC , já que grande parte da franquia só está disponível nessa plataforma, e nos cedeu uma cópia para darmos uma conferida.

Esse texto é a apenas para falar sobre a performance do jogo, clique aqui para o review completo

Mesmo com todos os seus méritos em roteiro, gameplay e trilha-sonora, a versão de PlayStation 4 tinha alguns problemas técnicos, como queda de framerate em diversos locais do jogo, em especial no Capítulo 4, e loadings excessivos, que, mesmo que não maioria das vezes não incomodavam, quebraram o ritmo do jogo em dos momentos mais apoteóticos do jogo.

O port feito pela PH3 Games, comandada por Peter Durante, que trabalhou também nos ports dos dois primeiros Cold Steel. Durante também é conhecido pelo famoso fix de Dark Souls, que deixou o game jogável no PC.

Logo de cara, o jogo dá diversas opções e presets para escolher: Portable, Console, High e Maximum. Cada um podendo ser customizável para a forma que o jogador quiser.

Durante manteve a tradição e novamente colocou Fie na tela de configuração.

Diversas novidades foram incluídas nesse port, como auto-save, suporte à 480 FPS e ultrawide. O campo de visão também foi aprimorado, podendo ver os cenários e inimigos à distância.

Em nossos testes, jogamos no High, com um i5-4590, uma GTX 960 e SSD 860 EVO, e o jogo se manteve firme até o final.

As mudanças entre cenários ocorriam quase que instantaneamente. O capítulo 4 rodou liso e os loadings no final do jogo foram diminuídos, ainda que tenham durado mais do que os outros ao decorrer da gameplay. Os problemas vistos no PlayStation 4 foram corrigidos em sua grande maioria.

Quando testamos, o patch de day-one ainda não havia saído e alguns bugs ocorreram, como DLCs não traduzidas, diálogos com vários idiomas ao mesmo tempo e câmera não sabendo onde focar. Também rolou um crash durante o vídeo de abertura, coisa que só aconteceu uma vez durante o gameplay. A NISA já confirmou que esses problemas serão resolvidos com um update no dia do lançamento, que ocorre em 23 de março.

Uma demo do jogo está disponível na Steam para quem quiser dar uma olhada.

Agradecimentos à NIS America pelo envio do código e ao Guilherme Azuma por ter testado o game.

The Legends of Heroes – Trails of Cold Steel III chega no dia 23 de março para PC.

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Persona 5 Royal é um ótimo retorno ao mundo dos Phantom Thieves

Quando joguei Persona 5 em 2018, um ano após seu o lançamento ocidental, fiquei maravilhado com a série. A ponto de comprar um PlayStation Vita para jogar Persona 4 Golden. Porém, ao decorrer do tempo, quanto mais eu pensava sobre o jogo, mais ele caía no meu conceito, além de ter jogado outros JRPGs, que acho melhor escritos, incluindo o próprio Persona 4 Golden. Ainda o considero um dos melhores do gênero da última década, e é uma ótima porta de entrada para quem quer conhecer o mesmo

Agora em 2020, tive a chance de rejogar o game, mas em uma versão aprimorada, nomeada de Persona 5 Royal. Assim como Golden, novos conteúdos, social links e features foram incluídos nessa nova versão.

Voltar ao mundo de Persona 5 foi bem gratificante. Toda ambientação, estilo gráfico e trilha sonora me deixaram feliz. Explorar Tokyo com seus amigos continua sendo algo maravilhoso. Por 80% do tempo, o jogo permanece o mesmo de 2017, com pequenas alterações no roteiro para se encaixar com os novos acontecimentos. Basicamente tudo aquilo que fez o original ser consagrado, como seu roteiro, ainda está presente, na maior parte do tempo.

As mudanças já aparecem logo de cara, com o gancho e os novos confidants, Kasumi e Maruki, surgindo logo no começo do jogo. Diferente de Marie, de Persona 4 Golden, Kasumi é jogável e faz parte dos Phantom Thieves. Ela vai crescendo ao longo do jogo e sendo mais explorada após a metade do jogo. No entanto, devo dizer que, mesmo com as mudanças feitas no roteiro, o plot de Kasumi e Maruki deixa bastante a desejar, ainda que o conceito seja ótimo.

Um dos personagens que teve seu enredo alterado, foi Akechi Goro. Não vou entrar em detalhes por motivos de spoiler, mas ele ganha mais destaque no jogo. Haru Okumura é outra personagem que é melhor trabalhada em Royal, aparecendo desde o início do jogo, e não simplesmente aparecendo do nada.

O Mementos também foi alterado, com a presença de José, uma misteriosa criança que é capaz de mudar o status da área, trazendo bônus de mais XP, dinheiro e itens. Também é possível utilizar flores encontradas no lugar para trocar por itens.

Foi adicionado um local onde você pode matar tempo com seus confidants: o Thieves Den. É uma espécie de galeria, com estátuas de personas e bosses que você derrota durante o jogo, e minigames. O lugar pode ser acessado diretamente do menu principal ou no menu de pausa. Ele não conta como atividade diária.

Em termos de gameplay, o jogo ganhou várias melhorias, que, em minha opinião, foram as melhores coisas dessa nova versão. O gancho é uma boa uma maneira de você rejogar as dungeons sem se enjoar. Isso fez com que o layout delas sofresse leves mudanças. O Batton Pass agora dá um buff extra cada vez que você passa para outro membro da party.

Falando no Batton Pass, com a inclusão de uma nova cidade, Kichijoji, é possível aumentar o nível de poder dele ao jogar dardos com os seus amigos. Ao jogar sinuca, um dos seus status, com exceção de Kindness, aumenta aleatoriamente. Além do All-Out Attacks, há agora o Showtime, onde os membros atacam simultaneamente, mas diferente do All-Out, ele só é ativado em certos momentos da história.

Morgana agora não te obriga a dormir durante a noite, somente em momentos específicos, fazendo com que Joker tenha liberdade para aprimorar seus status. Novos personas foram adicionados, incluindo novas formas para os Phantom Thieves.

Em termo de gráficos, o jogo é mais polido que a versão original, e roda liso no PlayStation 4. O jogo original havia saído também para o PlayStation 3. A localização também foi melhorada, com alguns diálogos sendo reescritos e momentos de cunho homofóbicos excluídos.

  • Mas afinal, não poderia ter sido lançado via DLC?

Sim, poderia. Eu entendo que Persona 3 FES foi relançado por no Play Station2 não ter DLC e Persona 4 Golden por ser em uma plataforma totalmente diferente, mas atualmente já existem jeitos adicionar conteúdos em jogos sem o jogador, que já possui o game, ter que pagar preço cheio para ter as novidades.

Colocar todo o conteúdo presente em Royal, como se fosse uma espécie de New Game Plus, teria sido um jeito melhor de lidar com isso e, para quem nunca jogou, teria a edição completa à disposição. Então, para aqueles que já jogaram, recomendo esperar uma promoção.

Veredito:

Persona 5 Royal é um ótimo retorno ao mundo dos Phantom Thieves e uma excelente porta da entrada para novos jogadores. Apesar de errar no novo enredo, ele traz ótimas melhorias para o gameplay e continua sendo um dos melhores JRPGs da geração.

Agradecimentos à Atlus e Sega pelo envio do código.

 Para quem já jogou: Ouro – Recomendável

Para quem nunca jogou: Platina – Obrigatório

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DOOM Eternal ganha trailer de lançamento oficial

A Bethesda divulgou hoje (quinta-feira , 12/02/2020) o trailer de lançamento de DOOM Eternal, sequência do aclamado reboot de 2016, desenvolvido pela id Software.

No vídeo de DOOM Eternal, podemos observar cenas de gameplay, além de aspectos visuais mais apurados, além das armas características da franquia shooter.

 

Após anúncio de adiamentos, DOOM Eternal finalmente será lançado na meia-noite do dia 19 para o dia 20 (no horário de Brasília) para PC, PlayStation 4, Xbox One e para o Stadia, totalmente em português. Há informações a respeito de uma versão para Switch, que sairá algum tempo depois. A versão de PS4 tem pré-download agendado para quarta-feira (18), para os usuários que adquiriram o game na pré-venda.