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Gameplay Games

The Signifier: Director’s Cut vai além da mente humana

Para os que caíram aqui de paraquedas, The Signifier já possui uma análise, feita por nós da Torre de Vigilância. O que vamos falar aqui é sobre sua principal DLC, o Director’s Cut. O plot inicial do jogo, nós já conhecemos.

Mas para ambienta-los melhor (caso você não leu a análise ainda -triste por você-), vamos fazer uma pequena retrospectiva. The Signifier é um drama interativo, com boas doses de suspense psicológico.

Localizado em um futuro onde é possível recuperar partes da memória de pessoas já falecidas através de uma IA (Inteligência Artificial), jogamos com Frederick Russel, especialista em psicologia digital. E junto ao doutor, precisamos descobrir mais a respeito da morte da vice-presidente de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, a Go-At. No decorrer da gameplay vamos nos deparando com puzzles, no melhor estilo point and click.

 

Falando agora do que temos em mãos. The Signifier: Director’s Cut trás melhorias ao jogo já sólido, que tínhamos jogado anteriormente. Então me pergunto a necessidade desta DLC, entretanto logo me vem a resposta simples em mente. O que é bom pode ficar ainda melhor, ou não! Felizmente, aqui tudo correu para o lado certo.

The Signifier:Director’s Cut não altera em nada a jogabilidade habitual do jogo. Que é bem simples, point and click clássico, em uma perspectiva de primeira pessoa, focando suas forças em criar puzzles de variados níveis, em cenários grandiosos, com pequenos detalhes as vezes imperceptíveis aos olhos de um jogador casual, mas mesmo este perfil de jogador se impressionará facilmente com a melhoria gráfica presente no Director’s Cut.

 

Aqui no Director’s Cut temos a oportunidade de ir mais além em algumas memórias da vice-presidente Johanna, e acabando por descobrir que a sua morte esta conectada em uma rede de tramas ainda mais complexa do que vimos anteriormente, e por sua vez é necessário descobrir as respostas de diferentes puzzles acrescentados nesta DLC. Só avançamos na história se as peças corretas estiverem em seus respectivos lugares, afinal, estamos aqui para recuperar e analisar memórias. Como seria difícil analisarmos memórias fragmentas não é?

É claro que não ficaríamos presos dentro de um laboratório o jogo inteiro, Frederick Russel ainda precisa ter uma vida social, mesmo que não a queira. Tanto fora da IA, quanto lá dentro, os diálogos são pontos altos durante toda a sua experiência, principalmente quando interagimos com os personagens, buscando por pistas a respeito da vítima, ou buscando entender melhor sobre a filha de Russell.

As camadas criadas através dos diálogos são impressionantes, uma exploração super valiosa ao que se diz respeito da psicanálise. E ainda melhor aqui em The Signifier: Director’s Cut, onde algumas pontas soltas, acredito que propositalmente para servir anteriormente como fonte de teorias, hoje são praticamente inexistentes, a medida que vamos encontrando mais pistas e as cruzamos com informações cedidas por algum personagem, está vazio vai sendo preenchido de forma natural, nada de jogar informação na sua cara.

Além dessas camadas mais peculiares dos diálogos, as memórias que acessamos possuem uma profundidade e importância ainda maior. Elas não servem como um livro de informações e uma atividade de quebra-cabeça. E para melhorar temos a ainda bela trilha sonora, que mistura o suspense com o terror psicológico, totalmente coerentes com a gameplay apresentada desde o início do jogo.

 

Assim, The Signifier: Director’s Cut melhora alguns problemas da edição inicial. Principalmente quando falamos em otimização, na versão inicial, durante as lembranças, propositalmente eram apresentadas falhas, assim como uma televisão antiga, chiados, desfoques e instabilidade visual. Entretanto anteriormente tínhamos uma espécie de salada mista destes problemas, onde não era possível compreender o que deveríamos fazer. Já com a DLC, nós temos essas falhas presentes, porém, nos momentos onde elas devem existir, para poder criar a ambientação do jogo.

Uma coisa que eu gostei bastante desta DLC foi sua extensão, o jogo consegue entregar tudo que é necessário, em poucas horas, se comparado com outros jogos que seguem a mesma linha racional da sua. Visto que funciona realmente como um passatempo, um filme ou uma pequena série, que pode ser “assistida” entre o seu horário de trabalho e o seu horário de almoço.

Por fim posso dizer que The Signifier: Director’s Cut, não é um jogo para qualquer um. Seus dramas e gameplay podem não agradar a todos, mas caso você seja um curioso, mesmo que não seja seu estilo de jogo, pode ter certeza que terá uma ótima experiência, e por conta de sua curta gameplay, mesmo que você não goste do jogo como um todo, não será um tempo gasto em vão, certamente alguma informação será absorvida de forma subconsciente, e consequentemente você se lembrará dele ao comentar, que estivesse presente nas diversas camadas do jogo.

 

 

O que temos aqui é uma melhoria do jogo que tínhamos anteriormente, o que não diminui o mérito dos desenvolvedores e produtores, que pegaram o seu material e o exploraram com mais esmero. Mesmo com finais alternativos adicionados aqui, The Signifier: Director’s Cut permanece com uma conclusão muito impactante, além de todo o seu peso como final, ela é arremessada a você, quando menos esperar ela estará no seus braços e você vai tentar entender como ela foi parar ali.

Contudo, The Signifier: Director’s Cut traz um futuro um tanto quanto curioso, com dilemas e questões morais a serem explorados ainda mais. Sua imersão ao mesmo tempo que cativa, cria uma atmosfera de tensão e repulsa. Mesmo sendo um jogo com nicho bem específico a experiência esquisita e amedrontadora por traz de toda a gameplay o jogo consegue ser incrivelmente belo.

Veredito: Prata- Considerável

The Signifier: Director’s Cut, foi testado através de código, enviado antecipadamente para teste. Esta versão está disponível para PCs a partir do dia 22 de abril, e posteriormente terá versões para Mac, PlayStation e Xbox tanto da geração atual quanto da anterior das empresas.

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Consoles Games PC

Resident Evil Village ganha novo trailer legendado, assista

A Capcom disponibilizou durante o evento online  Resident Evil Showcase, o mais novo trailer legendado de Resident Evil Village, que chega ainda em 2021 para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X, Xbos Series S, Xbox One e PC. 

Dentre as novidades reveladas durante a apresentação, está a confirmação do retorno do modo Os Mercenários, no qual será baseada em objetivos desafiadores, e colocará Ethan (protagonista do game) para cumprir diversas tarefas (vide eliminar cerca de 30 inimigos em um período de tempo limitado).  Ao decorrer do desempenho do jogador, ele poderá fazer upgrades nas armas do personagem, e desbloquear habilidades inéditas. O mais interessante, é que cada jogador poderá planejar a sua própria estratégia para concluir os seus objetivos.

A Capcom também confirmou que os usuários de PlayStation 4 e PlayStation 5 poderão ter acesso antecipado a demo do game a partir do dia 17 de Abril de 2021. Já, os demais fãs da franquia, poderão testar Village em seus consoles (e PC) a partir do dia 01 de Maio. A Demo estará disponível com dublagem em português do Brasil por 24 horas. O acesso começará à partir das 21 horas.

Em comemoração ao lançamento de Resident Evil Village dublado em português do Brasil, a Capcom irá realizar uma apresentação gratuita no BIG Festival, com a presença de todos os dubladores do game.

Resident Evil Village faz parte de uma trilogia que acabará em RE 9, aponta  rumor

Outro anúncio feito pela empresa durante o Resident Evil Showcase, é que o game que Resident Evil 4 estará disponível para o Oculus Quest 2, a próxima geração de realidade virtual. Mais detalhes a respeito não foram revelados, uma vez que novas informações a respeito serão divulgadas durante o evento Oculus Gaming Showcase no dia 21 de Abril de 2021.

Por último mas não menos importante, foi anunciado que a saga de horror fará uma ”participação especial” no jogo Dead by Daylight. Confira o trailer logo abaixo. 

A pré-venda das edições digitais de Resident Evil Village já está disponível para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X, Xbos Series S, Xbox One e PC. 

Para futuras informações a respeito de Resident Evil, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Colecionáveis Games

Fall Guys ganhará linha de brinquedos pela Moose Toys

Foi anunciado através de um comunicado de imprensa enviado para nós, da Torre de Vigilância, que a famosa empresa de brinquedos Moose Toys fechou uma parceria com a Mediatonic e Devolver Digital, para fabricar uma linha de brinquedos baseada no famoso game Fall Guys. 

“Estamos ‘caindo’ de nossas cadeiras, animados e felizes com a parceria com a Devolver Digital e a Mediatonic. Estamos honrados que a Moose foi escolhida para dar vida ao jogo na forma de brinquedos e colecionáveis.  “O estilo incrível e a seleção quase infinita de skins e personagens icônicos criarão brinquedos, pelúcias e colecionáveis inovadores e divertidos.” Disse Joe Smith, diretor sênior global de marketing, marcas licenciadas, da Moose Toys.

“Estamos muito animados em ver Fall Guys ganhar vida em uma forma física. A inspiração para nossos bagunceiros veio, na verdade, de um brinquedo de vinil criado por um de nossos artistas, então você pode imaginar como estamos empolgados em trazer Fall Guys da tela para o reino dos colecionáveis. Estamos honrados que a Moose Toys está nos ajudando a criar uma variedade fantástica de brinquedos e esperamos que nossos fãs gostem dessas jujubas da vida real tanto quanto nós.” Afirmou  Dave Bailey, co-fundador da Mediatonic.

Incialmente, serão lançadas três pelúcias do game, que você pode conferir a primeira imagem oficial logo abaixo. 

Fall Guys

 

Fall Guys: Ultimate Knockout é um jogo eletrônico battle royale multijogador desenvolvido pela Mediatonic e publicado pela Devolver Digital. Foi anunciado na E3 2019 e lançado em 4 de agosto de 2020 para Microsoft Windows e PlayStation 4. O game teve um sucesso repentino, tendo diversas atualizações, além de skins temáticas. 

Para futuras informações a respeito de Fall Guys, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Gameplay Games

Valheim e o mundo nórdico como você ainda nunca imaginou

Todos os elementos que se esperava que um jogo com temática nórdica, estão presentes em Valheim. As asas de um corvo negro te fazem viajar para um antigo novo mundo, para os olhos de uns, épico, para outros melancólico. Os sons das gotas de chuva pesada, acompanhadas dos trovões e relâmpagos enchem os ouvidos dos viajantes e a mente dos mais receosos. Todo esse ambiente trás consigo uma sensação de mistério e novidade, ao mesmo tempo que nós remete a velhas histórias que nos fazem sentir em casa. Seja bem-vindo a  Valheim.

Valheim oferece uma mecânica leve, com mistura de exploração com elementos de RPG, com auxílio de um mundo aberto considerável, e que, diferente da maioria dos mundos abertos, este parece ser bem mais “clean”, mostrando o que deve ser mostrado, as vezes parecendo um jogo “nos trilhos”, ou seja, a dose certa de liberdade para o jogador.

 

Você chega ao mundo encarregado de uma tarefa dada por Odin. Melhor não desobedecer! A missão é livrar Valheim de  criaturas terríveis que assombram o reino, e nem mesmo os deuses estão dispostos a enfrentar. Para incentivar que você o faça, o jogo lhe fornece ferramentas para criar armaduras, para melhorar habitações a medida que as criaturas são derrotadas. Mas tudo isso acontece de forma natural, e tudo parece girar para que o melhor final aconteça. O mundo possui biomas específicos, como pradarias, florestas, pântanos, cada um com sua característica própria e muito próxima da realidade, o que acaba nos aproximando da experiência do jogo. Além das criaturas estarem presentes nesses biomas, tão naturais, que parecem que estamos dentro de um documentário do NatGeo Nórdico.

E como já falei, a progressão depende das criaturas derrotadas, mas tudo acontece de forma costumeira, que você acaba esquecendo desse detalhe. Para realizar certas escavações, onde será encontrado um minério especial, capaz de derrotar uma dessas criaturas, mas para esta escavação é necessário uma ferramenta, que só é produzida com um certo material extraído de uma outra criatura. Entendeu? Bem simples. Progredir sem armadura é quase um suicídio, assim como estar com armas desatualizadas em certas áreas.

 

Quando falo a respeito da progressão, estou focando apenas na gameplay e avanço da história. Caso esse não seja o seu objetivo, não tem problema. Valheim permite que você apenas explore o mundo da sua maneira, no seu ritmo. O que não irá impedir das criaturas te encontrarem e te atacarem, na melhor das hipóteses é melhor estar preparado.

Como um bom jogo de mundo aberto, há aqueles momentos de contemplação, tanto para com o jogo, quando para os desenvolvedores. Cada minuto que você passa encarando paisagens dentro de um jogo como Valheim , é como um pedido de agradecimento a todos os profissionais que estiveram trabalhando para aquilo está lindo do jeito que está. Uma sensação de felicidade por estar sozinho contemplando o que o jogo tem de melhor para te oferecer.

 

Valheim é um daqueles jogos cometas, aparecem para o público de tempos em tempos, eles não sabem que querem ver, mas sabem que vai ser lindo. Como anteriormente dito, mesmo que você opte por não estar envolvido 100% com a história e objetivo central da trama, é quase impossível que em algum momento você não se envolva com ela. Embora possa parecer que o jogo te da essa opção, ele na verdade te entrega uma falsa sensação de liberdade, fazendo o mundo aberto se desmoronar, não oferecendo maneiras de contornar esta situação. No final das contas você deve fazer o que você foi incumbido de fazer.

É a combinação de elementos já conhecidos, com algumas concepções atualizadas de determinados conceitos  que tornam Valheim uma experiência tão agradável, na qual estar presente nesse mundo por muitas horas, não se configura em perda de tempo.

OURO – RECOMENDÁVEL

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Consoles Games

DC Super Hero Girls ganhará um jogo exclusivo para Nintendo Switch

A Nintendo anunciou durante o evento Nintendo Direct, que a série animada DC Super Hero Girls ganhará um game exclusivo para o console Nintendo Switch. 

Intitulado de DC Super Hero Girls: Teen Power, o jogo será voltando para o público infantil com diversas fazes de mundo aberto, mas limitadas.

Os jogadores poderão controlar a Mulher-Maravilha, Supergirl, Batgirl e entre outras heroínas. 

DC Super Hero Girls: Teen Power chega em 04 de Junho de 2021. 

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Consoles Games

Mario Golf Super Rush é anunciado pela Nintendo

A Nintendo anunciou durante o evento Nintendo Direct, um novo jogo da franquia Mario Bros. 

Intitulado de Mario Golf Super Rush, o game terá um modo história, um modo denominado de ”speeed golf” e controles sensitivos. 

Exclusivo do Nintendo Switch, Mario Golf Rush chega em 25 de Junho. 

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Consoles Games

Fall Guys chega ao Nintendo Switch em 2021

Durante o evento Nintendo Direct, a Nintendo anunciou que o famoso jogo Fall Guys chegará ao Nintendo Switch ainda em 2021. 

Você pode conferir o trailer de anúncio logo abaixo. 

Fall Guys: Ultimate Knockout é um jogo eletrônico battle royale multijogador desenvolvido pela Mediatonic e publicado pela Devolver Digital. Foi anunciado na E3 2019 e lançado em 4 de agosto de 2020 para Microsoft Windows e PlayStation 4. O game teve um sucesso repentino, tendo diversas atualizações, além de skins temáticas. 

Para futuras informações a respeito de Fall Guys, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância. 

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Gameplay Games PC

Hitman 3 é o tiro certeiro que precisávamos

Finalmente, temos o fechamento do ciclo, graças a IO Interactive, desenvolvedora que em 2016 deu os primeiros passos dessa nova jornada.  Hitman 3 junto a seus antecessores estão presente entre os melhores títulos da franquia, iniciada em 2000, com Hitman: Codeman 47. E claro, estão também entre os melhores jogos stealth de todos os tempos.

Hitman 3 foi anunciado em 11 de junho de 2020, durante o evento de revelação do PlayStation 5. Segundo os desenvolvedores este título seria algo mais sério, mais maduro e sombrio, que todos os jogos de Hitman. Além de ter sido lançado para uma plataforma Nintendo (Nintendo Switch), após 18 anos, o último jogo da franquia a ser lançado para uma plataforma da empresa foi uma versão de Hitman 2: Silent Assassin para o GameCube em 2003.

Como os jogos anteriores, Hitman 3 é um jogo furtivo jogado de uma perspectiva de terceira pessoa, receita clássica para um bom jogo. Controlando o Agente 47 nós temos que viajar para várias localidades do mundo, para salvar a própria pele. E de que outra forma faríamos isso, se não fosse matando todos os assassinos contratados para dar fim em nós, não é mesmo? Temos aqui novas localidades, como Dubai, Dartmoor, Berlim, Chongqing, Cárpatos na Romênia, e Mendoza na Argentina. Todos esses novos cenários e locações agregam e muito em toda a composição cinematográfica que o jogo permite ter, além de não se desvencilhar de todos os acontecimentos dos jogos anteriores, servindo e nos entregando pontes perfeitas no enredo. E para deixar isso ainda mais claro, aqueles que possuírem Hitman (2016) ou Hitman 2 (2018) podem optar por importar mapas, níveis e seu progresso para Hitman 3.

Hitman 3 apresenta compatibilidade com PlayStation VR na versão para PlayStation 4, com suporte para PlayStation 5 por compatibilidade e ao contrário de Hitman 2, não há espaço para multiplayer, com o modo Sniper Assassin direcionado para um único jogador, e a remoção do modo Ghost Mode.

Desde o início, nós podemos observar o esmero que o roteiro recebeu nesse encerramento da franquia, Hitman 3 só existe graças a seus dois antecessores, e por isso eles estão tão presente aqui. Parece estranho, mas quantas vezes nós sentimos que realmente estamos jogando uma sequencia de fatos, ou simplesmente aprendendo novas mecânicas e colocando em prática dentro de uma história completamente avulsa a realidade que acreditamos existir ali? A sensação de imersão verdadeiramente dita, momentos de frustação com alguns acontecimentos e a espera emotiva por momentos que te fazem ranger o dente de raiva ou soltar todo o ar do seus pulmões de forma a aliviar toda a tensão.

Mas é claro que eu estou falando isso pelo fato de ter de escrever essa análise e perceber as nuances durante toda a minha diversão. Você não precisa se preocupar muito com isso, cada nível ainda funciona bem por conta própria e pode ser tratado como uma simples fase que é necessário ser vencida, com pouca consideração ao enredo geral e fazendo o que o Agente 47 sabe fazer melhor, matar.  Todos os níveis continuam com a boa qualidade e inteligência de

resolução da série. Além dos desenvolvedores terem caprichado nos detalhes para criar locais impressionantes, e cada um com sua peculiaridade. Dubai, assim como na vida real, é o polo da elite árabe e europeia, e caso você, assim como eu, notar os ótimos saques que o roteiro da, e os recepcionar, passará por uma incrível experiência de imersão.

As verdadeiras diferenças que temos em Hitman 3 sobre os jogos anteriores, são bem assertivos, adiciona uma nova experiência sem abalar o que já temos estruturado. Soube que a adição que mais altera essa sensação de tranquilidade é o PS VR, mas como escrevi este análise baseada na minha experiência em um PC, não tenho o que acrescentar, apenas dizer que se você tem a possibilidade de fazer, faça, e jogo em VR. Não interessa se seja bom ou ruim, o importante é usar todos os recursos presentes no jogo.

Algo que me chamou muita atenção em Hitman 3 é o fato da repetição das fases, mesmo existentes, não serem tão chatas como em outros jogos do gênero. Aquele momento terrível de ter que fazer o mesmo percurso, eliminando os mesmos adversários até chegar no seu ponto de definição. Existe? Sim! Mas vai depender de sua vontade, caso você queira tentar um caminho diferente dentro das inúmeras possibilidades que o jogo te oferece, você dificilmente vai sentir essa repetição. Todo esse leque de oportunidades está presente na singularidade de cada local, um belo momento para a construção de mundo, deixando você imerso a cada movimento diferente de um NPC que em sua cabeça estava programado para fazer apenas determinada ação. É muito comum se perder do seu intuito principal, porque é interessante testar as várias maneiras de eliminar os adversários e descobrir mais sobre o lugar que você está atuando. E como um bom jogo de possibilidades, temos um final ‘ideal’ para cada um dos seis níveis, definido pela história, cabe a você busca-lo.

Como falei sobre a falta de informações sobre o modo com VR, ainda assim, existem inúmeros motivos pelos quais recomendar Hitman 3 é quase que um ato natural. Temos aqui um ótimo final para a trilogia que acompanhamos desde 2016, com uma conclusão que vai agradar a muitos fãs e aqueles que caíram de paraquedas. Sua experiência será divertida, não importa o seu nível de gameplay, ou envolvimento com a história principal.

PLATINA- OBRIGATÓRIO

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Games Música

Dongo Dongo marca Natal com compilado de trilhas sonoras para videogame “Geleia”

Neste Natal, a banda de “videogame rock” Dongo Dongo lança “Geleia” em todas as plataformas digitais, um álbum que reúne uma série de trilhas sonoras criadas para vários projetos independentes de desenvolvimento de games ao longo de 2020. As músicas instrumentais, compostas em estética “8-BIT”, lembram elementos essenciais dos games como a música do menu inicial (Cardápio), a trilha para um diálogo com personagens divertidos (Diálogo Humoroso) e a faixa que acompanha a batalha contra um chefão (Inimigo Bilontra), tudo atravessado pelo humor e irreverência que caracterizam os trabalhos da banda.

O álbum se chama “Geleia” porque suas faixas foram produzidas durante a pandemia para “Game Jams”, eventos onde várias equipes multidisciplinares se formam para criar um videogame do zero em um prazo curto, seguindo uma temática específica que normalmente é informada apenas no início da competição. Sendo assim, os membros da banda tiveram que criar as trilhas e efeitos sonoros em menos de 48 horas, colaborando pela internet entre si e com colegas espalhados pelo mundo. As músicas resultantes desses processos foram remasterizadas e organizadas para o formato de um álbum.

Entre as 13 faixas, há destaque para “Nós Nas Nuvens”, trabalho criado para o jogo “Heart2Beat”, com o qual a equipe da qual a banda fez parte conquistou o primeiro lugar na “Segunda Major Jam: Love”

A banda Dongo Dongo é formada por quatro amantes de videogame e cultura geek que se conheceram em São Paulo enquanto concluíam suas formações em Produção Musical (Daniel, Cauê, Abel) e Cinema (Antonio). O que começou como uma série de ensaios despretensiosos acabou se tornando um projeto musical que mistura as sonoridades e temáticas do mundo dos games com uma formação típica de uma banda de pop rock.

Você pode ouvir  “Geleia” aqui:

ditto.fm/geleia

http://ditto.fm/geleia

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Games

Deathloop chega em 21 de maio de 2021

Deathloop, game desenvolvido pela Arkane Lyon e publicado pela Bethesda, ganhou uma data de lançamento, após ter sido adiado. O jogo, exclusivo do PlayStation 5 nos consoles, chegará em 21 de maio de 2021.

A pré-venda do game já começou e conta com duas edições disponíveis. São elas:

Edição Padrão:

  • PS5 – R$ 299,90
  • PC – 249,95
Bônus de pré-venda
  • Visual de personagem: Colt “Caçador de Tempestades”
  • 1 berloque (benefício equipável)
  • Arma única Machete Protetor Real, inspirada em Dishonored (Exclusiva PS5)

Edição de Luxo:

  • PS5 – 399,50
  • PC – 306,00
Conteúdo da Deluxe Edition
  • Inclui todos os bônus de pré-venda listados acima
  • Arma única: Tribunal “Morte aos Ricos”
  • Arma única: Bala de Canhão 44 Quilates
  • Visual de personagem: Colt “Penetra de Festa”
  • Visual de personagem: Julianna “Atiradora de Elite”
  • Seleções da trilha sonora original do jogo
  • 2 berloques (benefícios equipáveis)
  • A arma única Coveira Transtar, inspirada em Prey (Exclusiva PS5)

Deathloop também será lançado para PC.