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Quarentena em Raccoon City! Jogamos Resident Evil 3 Remake

Meus amigos, que Nostalgia! Com certeza relembrar momentos da infância e os seus primeiros medos e sustos, assim como fizemos quando foi lançado Resident Evil 2 no ano passado, é algo completamente sem preço. Mas será que Resident Evil 3 Remake conseguiu agradar tanto quanto o seu antecessor? Vem comigo e vamos descobrir!

Nos primeiros momentos de jogo nos deparamos com uma Jill Valentine que corre e apanha tanto, que até lembra a aquela Lara Croft lá de 2013 no início do primeiro Tomb Raider, mas afinal, quem não faria isso com um Nemesis de 3 metros correndo atrás de você né!?

Sobre o desenvolvimento da Jill, fizeram algo maravilhoso, as diferenças de experiência dela com a Claire e com o próprio Leon do Remake anterior são absolutamente visíveis. Neles conseguíamos enxergar aquelas características de novatos bem explícitas e que dava até uma imersão maior no jogo. Já na Jill, e também no Carlos, conseguimos ver em seus movimentos e no decorrer da história, toda a carga e experiência de uma carreira mais longa, sem dúvidas isso foi um ponto e tanto da Capcom.

No quesito jogabilidade seguimos aqui a mesma fórmula proposta pelo Resident Evil 2 Remake, afinal, não se mexe em time que está ganhando. Alguns exemplos são o fim do uso de câmeras fixas, a personagem em terceira pessoa com mira, inimigos difíceis de matar, e outras características que não são mais inéditas para nós, mas que já mostraram que funcionam muito bem dentro da franquia.

Correr do Nemesis nunca foi tão desesperador, sempre que estava jogando eu tinha saudades do Mr. X que se tornou uma criança perto do nosso “carecão de bazuca”. Acrescente o desespero de correr de um grandalhão + tentáculos que agarram suas pernas + capacidade de desviar de balas + armas de fogo e uma resistência maior ainda do que aquela que a gente enfrentava no remake do segundo jogo. É com certeza, motivo de muito desespero.

Uma diferença entre os dois jogos remake bastante visível são as facas que não se quebram mais, o que eu particularmente achei melhor, até pra matar os zumbis que caem no chão, mas como nem tudo são flores, elas não são mais uma opção para se defender de investidas surpresas como era no segundo Resident Evil. Foi uma decisão que ajuda e dificulta as coisas novamente.

Para ajudar um pouco nessa carência de um modo para se defender das agarradas dos zumbis, o jogo incluiu um novo comando, em que jogando com a Jill temos a esquiva (vista também na Demo do próprio jogo), e com o Carlos temos um golpe que afasta os zumbis. Esse comando facilita bastante a jogabilidade, porém precisa ser usado no momento exato, assim como o famoso ato de “parear” ataques dentro de outros gêneros. Acertar o timing é algo bastante difícil, mas ao mesmo tempo muito recompensador.

Falando um pouco sobre os gráficos e visuais do jogo, são sem dúvidas de tirar o fôlego, essa geração de consoles, mesmo em seu final consegue nos surpreender sempre que achamos que não tem mais pra onde ir.

O Background é completamente imersivo e surpreendente, assim como no jogo anterior. Por meio de pistas, bilhetes, jornais, revistas e outros documentos encontrados, conseguimos descobrir muito sobre a história, desenvolvimento de personagens e até mesmo achar dicas de como matar alguns monstros específicos.

Por falar em monstros, tivemos novos monstros bem legais presentes nessa versão, com diferentes formas e dificuldades, talvez como uma tentativa de compensar alguns que foram retirados da narrativa. Algo bastante legal sobre eles, é que conseguimos, por meio dos documentos ditos acima, entender a origem de alguns desses monstros e seu desenvolvimento desde que eram cobaias.

O link feito entre o Resident Evil 2 e 3 presente no jogo também é sensacional, dá pra perceber claramente o tempo e a continuidade dos eventos de um jogo para o outro, principalmente em cenários que os dois jogos possuem em comum. Como não posso falar muito disso por aqui, deixo as surpresas e comparações para vocês, quando forem jogar.

Apesar de todos essas características que deixam o jogo maravilhoso, precisamos também falar de alguns pontos negativos:

Seu percurso é bastante linear, não necessitando voltar muito em alguns lugares caso você não queira, o que foge um pouco do clássico. Posso dizer que isso tenha deixado minha experiência ruim? Não! Isso acabou fazendo falta mas não é nenhum ponto decisivo que tenha deixado o jogo muito diferente de antes.

Nessa versão, o que mais me incomodou com certeza foi a quantidade super limitada de puzzles. Para um bom jogador de RE, principalmente em sua fase de survival horror ( do 1 ao 4, podemos dizer), sabemos que de tempos em tempos você precisa realizar puzzles que te levam a pensar bastante em meio a todo medo que está sentindo durante a jogatina. Essa característica para alguns pode até ser chata, mas é uma marca da franquia, e que eu particularmente gostava bastante.

Não quer dizer que não exista por exemplo, chaves que você precisa pegar para abrir portas específicas, itens que precisam ser usados em situações peculiares, e afins… isso existe sim no jogo, mas o desafio e a dificuldade de conseguir tudo isso, acabam sendo quase inexistentes. Infelizmente, no decorrer da história, o jogo fica devendo muito a presença dessa característica.

Senti falta de alguns itens específicos como as ervas azuis, e até da necessidade do seu uso também, por falta da variedade de inimigos.

Além disso tudo, para o desprazer dos saudosistas, acabaram tomando a decisão de retirarem lugares e bosses icônicos do jogo clássico, sobre os quais não posso falar muito agora, mas confesso que não esperava por essas decisões. Se você é um jogador novo, fique tranquilo que não sentirá falta do que não viu, mas se você é daqueles que passava pasta de dentes no CD quando não funcionava ou botava o Playstation de ponta a cabeça para o jogo rodar, isso vai acabar tirando um pouquinho da sua expectativa.

Apesar de todos os pontos negativos citados acima, o conjunto do jogo não decepciona, por mais que algumas áreas foram retiradas, outras foram adicionadas de forma bastante precisa e útil para a experiência de quem joga. A história então, ficou uma verdadeira obra de arte.

Nela conseguimos observar todos os detalhes precisos e sem nenhuma ponta solta no que se refere à franquia em geral, foi algo refeito, gerando uma nova experiência mesmo para quem jogou o jogo clássico mas não fugindo em nenhum momento das suas raízes.

O jogo realmente vale a pena, matar a saudade de jogar com a Jill em um atmosfera digna e ter a oportunidade de poder explorar mais o Carlos dentro da franquia com certeza era o que eu estava esperando. Mesmo com os defeitos apresentados o jogo flui e aterroriza quem joga de uma forma muito competente.

NOTA: OURO

Teve contato com o jogo clássico? Jogue! Como um bom fã, você gostará do produto final. Não jogou o clássico mas está a fim de um excelente jogo de terror? Jogue também, vai ser uma excelente experiência.

Agradecimentos à Capcom pela cópia digital, o jogo foi testado em um Playstation 4.

O Game estará disponível a partir do dia 03/04/2020 para Playstation 4, Xbox One e PC, mas você já pode compra-lo pelo link abaixo.

 

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O Coringa está chegando em Mortal Kombat 11! Príncipe do crime ganha a sua introdução durante a TGA 2019

Durante a TGA 2019, a NetherRealm Studios liberou a introdução do Coringa em Mortal Kombat 11.

No vídeo, o personagem interage com a lutadora Cassie Cage com a sua skin de Arlequina. O vilão chega em 28 de Janeiro do ano que vem.

https://twitter.com/MortalKombat/status/1205312499148455936

Mortal Kombat 11 começa logo após MK X, onde abordará  viagens no tempo  em sua campanha principal. O criador da franquia, Ed Boon, confirmou que a nova personagem Kronika, é a principal vilã da franquia responsável por controlar os atos dos personagens desde o primeiro jogo.

Mortal Kombat 11 já está disponível para PlayStation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch.

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Sequência de Spider-Man deve ser lançada em 2021 para o PlayStation 5

Segundo Imran Khan, ex-editor sênior da Game Informer, a continuação de Spider-Man deve ser lançada ”mais cedo do que o esperado”, mais especificamente, no Natal de 2021 para o PlayStation 5.

 “Eu sei demais sobre isso, então não posso especular muito. Eu acho que Spider-Man 2 chegará mais cedo do que pensamos”, disse Imran durante a última edição do Kinda Funny Gamescast.

No início desse ano, Spider-Man se tornou o jogo de super-heróis mais vendido de todos os tempos nos EUA, ultrapassando o recorde de Batman: Arkham City.

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Spider-Man retrata o cotidiano do herói quando Peter Parker está dividido entre sua vida pessoal e sua vida de amigão da vizinhança. Apesar de ter apenas 22 anos de idade, Parker é o Aranha desde 2010 e é um habilidoso e experiente cabeça de teia.

Spider-Man já está disponível para PalyStation 4.

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Call of Duty: Modern Warfare é um título indispensável aos fãs da franquia

Modern Warfare é a série de Call Of Duty mais querida dos fãs, não só pela história memorável como também por seus personagens carismáticos. Afinal, quem não gosta do Capitão Price, GAZ, SOAP e de Simon Riley – o Ghost? É inegável que esses personagens marcaram a franquia de uma forma que nenhum outro conseguiu. Apostando na memória afetiva dos fãs, a Activion e a Infinity Ward decidiram arriscar em um reboot da saga, lançando assim o mais novo título da franquia, Call of Duty: Modern Warfare. Diante de tantos títulos ruins da franquia, será que finalmente acertaram? Bom, o título desta crítica já entrega a resposta. Sim, acertaram.

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A história de Modern Warfare chega a ser bem semelhante ao da série original – americanos contra russos e contra o terrorismo. Basicamente, essa é a premissa de todo título da saga e aqui não poderia ser diferente. Em 2019, em uma missão secreta para recuperar armas químicas usadas pelos russos, Alex acaba sendo interceptado por uma  força terrorista denominada Al-Qatala, que rouba a carga e causa um ataque com homens-bomba em Londres. Após isso, Alex se junta com Kyle, Cap. Price e Farah para recuperar as armas químicas e conseguir o controle de toda a situação.

Arrisco a dizer que essa é a melhor campanha de Call of Duty já feita, não só por ser mais realista que as demais (tanto que no início o jogador é avisado que, durante a trama, cenas pesadas serão apresentadas e ele pode optar por pular elas – inclusive essas cenas chegam a ser bem controversas, semelhante à missão ‘No Russian’ presente em MW2) como também por tratar os protagonistas como pessoas normais, que erram, que fazem o que é necessário em uma guerra de verdade e não como o típico clichê de herói americano que salva o mundo sem nenhum sacríficio, como é o caso dos demais.

Além disso, a campanha não foca somente na guerra como também na situação política do momento. Zerei o modo história no veterano e levou cerca de 10 horas para concluir, entretanto, caso seja zerada no normal leva aproximadamente 6 horas – tempo médio de todo single-player da franquia. Além disso, foi uma jogada muito inteligente da produtora de fazer uma trama que pode ser tanto um reboot da saga como também uma prequel, caso o jogo não tenha o sucesso esperado.

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O modo cooperativo, Spec Ops, está presente e é uma continuação da história. Nada tão significativo, afinal, você cumpre algumas operações que podem ser jogadas em tela divida ou online com algum amigo e isso garante mais horas de diversão além do multiplayer.

O multiplayer não sofreu tantas mudanças da beta para o produto final, apresentando os modos clássicos como Team Deathmatch, Domination, Kill Confirmed, Headquarters, dentre outros já presentes na franquia. A grande novidade fica por conta do Ground War, onde temos um grande mapa com objetivos para você dominar e veículos terrestres disponíveis para sua locomoção pelo mapa – sendo assim, semelhante ao modo de Battlefield, porém com a jogabilidade de Call of Duty e isso foi um acerto em cheio para inovar a franquia.

Outro modo novo, que chegou nas últimas atualizações, foi o OVN, onde você joga de noite com visão noturna e em modo realismo (nesse modo a tela é ”limpa”, ou seja, não tem HUD nem informações quando você mata o inimigo). Esse multiplayer é o mais rico da franquia e tem tudo para se tornar melhor, visto que a produtora prometeu futuras atualizações com novos modos de jogo e mapas de forma gratuita. Não só isso, como também a possibilidade crossplay entre as plataformas torna o jogo menos restrito, ou seja, diversão garantida com os amigos que tenham outro console.

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Entretanto, a maior parte dos problemas do jogo é causado pelo multiplayer. Instabilidade nos servidores fazem com que o grupo seja desfeito, há alguns travamentos durante a partida (principalmente no modo 2v2, onde o jogador fica na base sem conseguir se mexer mesmo com a partida em andamento), as espingardas do jogo estão bem desniveladas, no modo Ground War as vezes há demora na renderização por conta da grande quantidade de elementos no mapa e alguns mapas apresentam problemas no respawn do jogador. No PC alguns jogadores relatam queda no quadro de frames durante a campanha e o multiplayer, sendo consequência da má otimização do jogo para a plataforma, enquanto alguns usuários relatam que o jogo fecha sozinho. Durante a minha jogatina na campanha não presenciei nenhum problema, apenas as questões citadas acima a respeito do multiplayer.

Os gráficos estão surpreendentes, o jogo utiliza um novo motor gráfico e tudo está muito bem detalhado. Os mapas, os visuais dos operadores, as armas, tudo. Inclusive é surreal você estar correndo durante uma partida e ter a sensação de que aquilo é uma gravação feita e não um jogo.

A jogabilidade está bem mais fluida que os títulos anteriores, permitindo que o jogador carregue a arma enquanto mira ou utilize a pistola enquanto sobe uma escada, além da movimentação estar mais dinâmica e realista. Durante a campanha, o jogador é capaz de tomar decisões morais e táticas que influenciam na nota final do nível e é necessário ficar atento para ver se quem está na sua frente é um inimigo ou apenas um civil. Sem dúvida alguma, a jogabilidade é um fator primordial para tornar o título uma experiência única.

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Call of Duty: Modern Warfare é um título indispensável aos fãs da franquia. Após diversos títulos ruins, que vêm desde Call of Duty: Ghosts (2013), o novo título é um suspiro de alívio não só para os jogadores como para a própria produtora. Em um mercado já saturado pela enorme quantidade de FPS com foco em multiplayer lançados, o reboot não só é rico em sua campanha como também tem um vasto multiplayer a ser explorado, assim como o modo cooperativo. É um jogo excelente que com certeza terá seus problemas resolvidos em atualizações futuras. Inclusive, na minha humilde opinião, Modern Warfare roubou o posto do Black Ops II de melhor Call of Duty já feito.

  • Positivo: enredo, multiplayer, cooperativo, gráficos, jogabilidade.
  • Negativo: instabilidade nos servidores, desnivelamento de armas, renderização de mapas, queda de fps no PC.
  • Veredito: platina – obrigatório

Call of Duty: Modern Warfare está disponível para Xbox One, Playstation 4 e PC.

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Próximo jogo do Batman pode se chamar Arkham Legacy

Segundo o Comic Book, o próximo game do Homem-Morcego será denominado de Arkham Legacy. Vale mencionar, que a Warner Bros. Games Montréal  já confirmou que está trabalhando em um novo jogo do herói.

Ao que tudo indica, o jogador poderá controlar a Bat-Família, como por exemplo, o Asa Noturna, Batgirl (possivelmente flashbacks), Batwoman, Robin Vermelho, Capuz Vermelho (possivelmente flashbacks), Damian Wayne e claro, o próprio Batman.

E mais, a Corte da Coruja deverá ser a principal vilã da trama, uma vez que a Warner Bros. Montréal  disponibilizou um teaser em comemoração ao Batman Day com um símbolos enigmáticos.

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Batman: Arkham é uma série de jogos de ação e aventura baseados no popular herói da DC Comics, Batman, produzidos pela Rocksteady Studios e Warner Bros. Games Montréal para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One, Microsoft Windows, Linux, Mac, 3DS, Vita, Android, iOS e Wii U. 

Para futuras informações a respeito do Batman, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Sony confirma lançamento do PlayStation 5 para o segundo semestre de 2020

A Sony confirmou através do site Wired, que o seu próximo console denominado de PS5 (nome oficial), será lançado no segundo semestre de 2020, mais especificamente, próximo ao Natal.

Dentre as novidades, está um novo modelo do DualShock, que terá mais bateria que o seu antecessor, mas será um pouco mais pesado. O controle terá conexão USB-C e terá gatilhos adaptativos, com o intuito de atrair um público mais abrangente. Por último, foi revelado que ele terá saída de som, assim como o DualShock 4.

O console usará armazenamento USSD com foco em redução de tempo. Mais detalhes a respeito do video-game devem ser revelados pela Sony ainda nesse ano.

 

A empresa confirmou que o kit de desenvolvimento do PlayStation 5 vazado é real.

Sony Corporation é uma multinacional japonesa, sendo o quinto maior conglomerado de mídia do planeta. A empresa lançou o seu primeiro console em 1994, denominado apenas de PlayStation. Posteriormente, a multinacional teve mais nove vídeo-games, sendo eles o PlayStation 2, PlayStation 2 Slim, PlayStation 3, PlayStation 3 Slim, PSP, PSVITA, PlayStation 4, Playstation 4 Slim e PlayStation 4 Pro.

Para futuras informações a respeito do PlayStation, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância.

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Cassie Cage ganhará skin da Arlequina em comemoração ao lançamento de Aves de Rapina

Aves de Rapina ainda não estreou, mas a Warner Bros. Games anunciou que a lutadora Cassie Cage ganhará skin da Arlequina em comemoração ao lançamento do filme.

Mortal Kombat 11 começa logo após MK X, onde abordará  viagens no tempo  em sua campanha principal. O criador da franquia, Ed Boon, confirmou que a nova personagem Kronika, é a principal vilã da franquia responsável por controlar os atos dos personagens desde o primeiro jogo.

Mortal Kombat 11 já está disponível para PlayStation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch.

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Avengers ganha trailer de gameplay focado na Miss Marvel

A Square Enix disponibilizou durante a NYCC, um novo trailer de gameplay do game Avengers, dessa vez, focado na Kamala Khan, também conhecida como Miss Marvel.

Avengers terá uma experiência narrativa cinematográfica com suporte para um jogador e cooperação de até quatro jogadores.

Será possível jogar com o Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Hank Pym, além de outros super-heróis da Marvel Comics. Ainda será possível criar um personagem totalmente inédito, além de poder combinar os poderes dos heróis mais poderosos do mundo.

Atualmente, os Vingadores são uma das equipes de heróis mais lucrativas do mundo, tendo quatro filmes produzidos pela Marvel Studios além de dezenas de produtos licenciados. A primeira aparição do grupo foi emThe Avengers #1 (Setembro de 1963), com roteiro de Stan Lee e arte de Jack Kirby.

Avengers chega em 15 de Maio de 2020 para PlayStation 4, Xbox One, Stadia e PC. 

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Disponibilizado o gameplay do T-800 em Mortal Kombat 11

A Warner Bros. Games disponibilizou o gameplay completo do T-800 em Mortal Kombat 11, que estará disponível no game a partir desse mês.

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Mortal Kombat 11 começa logo após MK X, onde abordará  viagens no tempo  em sua campanha principal. O criador da franquia, Ed Boon, confirmou que a nova personagem Kronika, é a principal vilã da franquia responsável por controlar os atos dos personagens desde o primeiro jogo.

Mortal Kombat 11 já está disponível para PlayStation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch.

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Dead by Daylight | Conheça e entenda sobre um dos melhores jogos multiplayer da atualidade

Anda procurando algum jogo online e barato para se divertir com os amigos e garantir várias risadas e muito entretenimento? Então, lhe apresentamos Dead by Daylight!

Dead by Daylight é um jogo indie multiplayer de terror que consiste em 4 jogadores versus 1, onde um player é um assassino brutal e os outros quatro, sobreviventes que tentam escapar e não serem mortos e sacrificados pela Entidade. Entre a grande variedade de personagens que os jogadores podem escolher, nós também temos a presença de várias personalidades famosas jogáveis dentro do game.

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Lançado em junho de 2016, o jogo já tem no total 17 tipos de assassinos e 19 de sobreviventes para diferenciar cada partida. Nessa vasta lista, cada tipo de personagem tem algo único (que pode ser transferido para outros personagens a partir do nível 30 em diante, os perks), no caso dos assassinos, vem 1 habilidade única e 3 perks, e os sobreviventes apenas 3 perks.

Cada personagem tem uma progressão única, e com isso, tem os seus desbloqueáveis (itens/addons, perks e oferendas) diferentes que te auxiliam na sua forma de jogo e estratégia pessoal. Se você quer distrair o assassino, se quer focar em fazer os geradores do mapa, se quer ser o curandeiro da partida, o jogo te disponibiliza uma infinidade de coisas para você jogar do seu jeito.

O jogo também contém  12 territórios e 17 mapas, que tem a sua criação de geradores (que o jogador precisa completar 5 para conseguir abrir o portão para escapar), baús (onde o sobrevivente pode encontrar itens sem utilizar da sua teia de sangue), armários (onde os sobreviventes se escondem do assassino), totens (que servem para quebrar os itens e alguns perks do assassino) e os portões de saída/alçapões são em lugares diferentes em todas as partidas. Até mesmo o próprio terreno do mapa muda de partida em partida. A escolha do mapa não é feita pelo jogador, e sim pela Entidade (ser onipotente não-jogável que segundo arquivos é a personificação do mal, tudo no jogo é controlado por ela), mas o sobrevivente/assassino pode influenciar na escolha do mapa ao colocar uma oferenda.

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Como os personagens progridem e como funciona o sistema de itens e nível? Com o sistema da Teia de Sangue. Apelidado pelo personagem não-jogável Benedict Baker (assim como quase toda a lore do jogo é descrita por ele), a Teia de Sangue é um conceito metafísico no jogo que pode ser acessado por ambos lados jogáveis, que implica no pensamento e sonho dos personagens. Esse é o único jeito de conseguir os itens, perks e oferendas sem os baús.

Em um sistema de nós, o jogador tem vários itens que podem ser comprados a partir de pontos de sangue, concebidos ao terminar uma partida. O preço varia entre o tipo de raridade do item, que seria comum (marrom), incomum (amarela), raro (verde), muito raro (roxo), ultra raro (rosa), ensinável (laranja) e itens de evento (amarelo escuro). Quando o personagem atinge o nível 10, a própria Entidade começa a interagir na teia de sangue do jogador, consumindo alguns dos itens oferecidos, então, escolha sabiamente!

Quanto mais desses sistemas de nós completados, mais o nível do personagem aumenta, e mais nós aparecem. Depois que o jogador atinge o nível 50 em um personagem, ele tem a opção de prestigio (que reiniciará a teia de sangue e todos os itens desbloqueados dos nós) ou continuar subindo no nível 50 infinitamente.

O ganho de pontos de sangue se baseia na quantidade de pontos que você ganha ao terminar uma partida. Quanto mais coisas você consegue fazer durante a jogatina, mais você ganha. Também existem os desafios/rituais diários, que quando completados, concebem ao jogador uma grande quantidade de pontos de sangue. No jogo, existem outros dois tipos de moedas, as células áureas e os fragmentos iridescentes, se servem em sua maioria para comprar skins , personagens e perks ensináveis no Santuário dos Segredos. As células áureas são desbloqueadas com dinheiro real, e os fragmentos são concebidos após o jogador passar de nível em sua conta.

O sistema de ranking competitivo também funciona através dos pontos ganhos entre as partidas (sem ser o modo Mate Seus Amigos). Tendo em mente que o 20 é o ranking mais baixo, e o 1 é o mais alto, você sobe de rank através dos ‘pips’ que você ganha. Esses pips são ganhados diante dos seus pontos (e sacrifícios, para os assassinos), você pode tanto perde-lós quanto ganhar dependendo do seu desempenho em jogo.

Vale lembrar que todo dia 13 o rank é resetado, ou seja, todos voltam para o primeiro rank. Por enquanto, não existe nenhuma recompensa pelo ranking que você atinge no jogo.

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Agora falando sobre uma das partes mais divertidas do jogo, os personagens licenciados! Quem nunca viu a sua série ou filme favorito de terror e  pensou o que faria no lugar do personagem? Pois bem, agora o jogo lhe dá essa possibilidade colocando alguns dos mais icônicos personagens do audiovisual; veja alguns dos que já estão disponíveis, tanto para os assassinos quanto para os sobreviventes.

Na lista de sobreviventes nós temos: Laurie Strode (DLC: The HALLOWEEN CHAPTER), Quentin Smith (DLC: A Nightmare in Elm Street CHAPTER), David Tapp (DLC: The Saw CHAPTER), William “Bill” Overbeck (DLC: Left Behind que não está disponível nos consoles, apenas no PC por ser um personagem da franquia Left 4 Dead, de direito da Steam/Valve), Steve Harrington e Nancy Wheller (DLC: Stranger Things CHAPTER) e Ash Williams (DLC:  Ash vs Evil Dead).

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E na lista de assassinos nós temos: O Vulto/Michael Myers (DLC: The HALLOWEEN CHAPTER), O Pesadelo/Freddy Krueger (DLC: A Nightmare in Elm Street CHAPTER), A Porca (DLC: The Saw CHAPTER), O Fantasma (DLC: Ghostface CHAPTER), O Canibal (DLC: LEATHERFACE) e O Demogorgon (DLC: Stranger Things CHAPTER).

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O jogo também oferece os assassinos e sobreviventes únicos do jogo, onde não é necessário a compra da DLC para obtê-los. O jogador já começa com vários personagens iniciais, os recomendados para quem está começando no jogo são: David King, Claudette Morel e Meg Thomas, para os sobreviventes. Para os assassinos, os recomendados são: O Caçador, A Caçadora, O Caipira.

Quase todas as DLC’s do jogo vem também com um mapa inspirado no tema, como é o caso da Halloween Chapter, que veio junto com o mapa Haddonfield, local onde o filme do brutal
Michael Myers se situa.
Resultado de imagem para pennywise, gifE para os fãs do terror do gênio Stephen King, vários rumores em fóruns do jogo vem surgindo sobre a próxima DLC do jogo ser sobre alguma das obras do autor. Os rumores só aumentaram quando a conta oficial do jogo começou a seguir o escritor no Twitter alguns dias antes do lançamento da DLC do Stranger Things.

Com o lançamento do sucesso de público It: Capítulo 2, muitos estão apostando que receberemos o amado palhaço Pennywise ao jogo. E você, qual personagem do terror gostaria de ver entrando no clube de amizade da Entidade?

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Finalizando, se você ficou interessado no jogo, o site SteelSeries nessa próxima semana, terça-feira (01) até sexta-feira (04) distribuirá  500 chaves de ativação de graça para a Steam por dia! Uma oportunidade única para ganhar um grande jogo sem gastar um centavo.

Para ganhar o jogo, basta criar uma conta no site da SteelSeries Games, seguir a conta do site no twitter para saber quando as chaves serão liberadas, todos os dias. Após isso, é só clicar em ”Get Your Key” e adicionar na sua conta Steam. Para mais informações do próprio site que irá distribuir o jogo, clique aqui. 

Também vale lembrar que desde o dia 26 (quinta-feira) até o dia 30 (segunda-feira) o jogo estará dando o dobro de pontos de sangue, o que torna mais fácil de você conseguir aumentar o nível de seus personagens!

Dead by Daylight é desenvolvido pela Behaviour Interactive e publicado pela Starbreeze Studios. O jogo já está disponível nas plataformas de PC, Xbox One, PS4 e Nintendo Switch.