Foi revelado através do site Collider, que o famoso cineasta Quentin Tarantino está trabalhando no roteiro de um crossover de Django e Zorro.
Tarantino está atuando nos bastidores do longa ao lado de Jerrod Carmichael, roteirista do seriado The Carmichael Show.
Todavia, Quentin não deve dirigir o longa, sendo creditado apenas como produtor executivo e roteirista.
O filme será baseado nos quadrinhos de mesmo nome, no qual se passa 12 anos após a adaptação cinematográfica protagonizada por Jamie Foxx. Na trama, Django presta serviços para Zorro, que pretende libertar os escravos locais que sofrem de condições precárias.
Quentin Tarantino é um cineasta, roteirista, produtor e ator americano. Alcançou a fama rapidamente no início da década de 1990 por seus roteiros não-lineares, uso de violência gráfica, diálogos ricos e diversos, com uma mistura irônica de humor e violência.
O crossover entre ambos os personagens não possui data de lançamento.
Durante uma entrevista para a Vartiety, Harrison Ford comentou que as filmagens de Indiana Jones 5 começarão na próxima semana. Até o momento, não foi anunciado quem será o diretor do quinto filme da franquia.
Recentemente, Ford comentou que a saga só irá acabar quando ele morrer; ou seja, ainda veremos muito do Indiana Jones nos cinemas.
Criado por George Lucas e Steven Spielberg, Indiana Jones é um personagem inspirado nos heróis de séries e filmes de ação dos anos 1930. Além dos quatro longas protagonizados por Ford, há um seriado denominado de O Jovem Indiana Jones, que conta as histórias do aventureiro quando era mais novo.
A FOX liberou o primeiro trailer de Ford v Ferrari, que conta com James Mangold na direção e Christian Bale e Matt Damon nos papéis principais.
Watch the new trailer for #FORDvFERRARI directed by James Mangold, starring Matt Damon and Christian Bale. In theaters November 15. pic.twitter.com/2MRtNbTtPh
Durante a década de 1960, um grupo de engenheiros americanos é designado pela empresa automobilística Ford para construir um carro de corrida mais rápido que o da, até então campeã, empresa italiana Ferrari. Tudo culmina na corrida do Campeonato Mundial Masculino, que acontece na França em 1966, onde o melhor carro deve vencer.
Mais uma cinebiografia está a caminho pela MGM e agora conheceremos um pouco mais da vida e carreira de Boy George.
O longa vai traçar a vida do cantor desde sua infância em Woolwich, no sudeste de Londres, com seus pais irlandeses e quatro irmãos, até sua ascensão durante a era do New Romantic do Pop.
Como parte do grupo Culture Club, garantiu sucessos como Karma Chameleon, Do You Really Want to Hurt Me, I Just Wanna Be Loved e entre outros. Os outros integrantes são: Jon Moss, Roy Hay e Mikey Craig.
O estilo andrógino de vestir de George chamou a atenção do público e da mídia.
Acredito que em algum momento da vida de vocês tenham ouvido pelo menos essa música da banda:
Sacha Gervasi ficará responsável pelo roteiro e direção.
Godzilla: Rei dos Monstros é uma produção apaixonada por seu material-base, por diversos fatores. Mas os monstros sendo creditados como eles mesmos, é provavelmente o mais fascinante. Talvez seja pelo fato de que eles são tratados como as grandes estrelas e isso demonstre um certo respeito para com a audiência. Pois o que o público quer ver é simples: Uma gigantesca batalha de titãs. Sob essa ótica, o longa é mais do que apenas satisfatório.
Enquanto o primeiro filme revela a existência dos titãs, Rei dos Monstros lida com as consequências disso. A Monarca responde processos e a humanidade questiona: “O que devemos fazer com essa criaturas?” Mas quando King Ghidorah (um dragão de três cabeças) emerge, só há uma forma de pará-lo: Godzilla.
Ghidorah
Para representar lados opostos de uma mesma moeda, o roteiro de Michael Dougherty, Max Borenstein e Zach Shields, utiliza Emma Russel (Vera Farmiga), Mark Russel (Kyle Chandler) e Madison (Millie Bobby Brown) para construir um drama de cisão familiar. Tudo isso serve como pano-de-fundo a fim de que se construa uma óbvia porém eficiente metáfora sobre o tema do filme: Coexistência.
Apesar de ser permeado por diálogos redundantes, o script de Rei dos Monstros é extremamente interessante. Pontuado por questões ambientais relevantes e até mesmo inesperadas reviravoltas, é incompreensível pensar que esse filme é incompreensível. Contudo, as performances auxiliam bastante esse aspecto. Não apenas Farmiga obtém atenção do espectador com um ótimo discurso sobre a estupidez humana. Assim como, Ken Watanabe, com seu Serizawa, entrega um ótimo e quase poético arco.
Emma Russel (Vera Farmiga)
Mesmo que os humanos sejam surpreendentemente interessantes, o público veio pelos monstros. Cada aspecto técnico contribui para a construção dos personagens. Não apenas como eles parecem, mas como se comportam. Acredite ou não, existe um arco dramático para Godzilla extremamente bem executado. Não apenas ele, mas a encantadora Mothra, o furioso Rodan e o implacável King Ghidorah também possuem funções claras dentro da narrativa.
Quanto à direção, Dougherty traz um gigantesco senso de imponência nas batalhas e faz o impossível para imergir o público nesse mundo. Porém, nada disso seria possível sem a direção de fotografia de Lawrence Sher, com a escuridão contrastando com as diferentes cores fluorescentes representadas pelas habilidades dos titãs. Cada traço de sua identidade visual contribui para o tom apocalíptico do longa. As imagens são extremamente poderosas e o que é feito aqui, beira ao bíblico.
A trilha sonora por Bear McCreary também possui relevância para o individualismo das criaturas. O compositor retoma alguns dos temas originais compostos por Akira Ifukube e os utiliza da maneira mais gloriosa possível. É tão satisfatório testemunhar Zilla rugindo ao som de seu tema, elevando o épico de uma forma indescritível. Cada faixa parece compreender a emoção necessária existente em cada cena.
Em suma, Godzilla: Rei dos Monstros é basicamente o filme de kaiju perfeito. A produção compreende o desejo do público enquanto entrega um épico caótico visualmente soberbo e o maior confronto de monstros da história do cinema. Pelo menos até o momento em que o King Kong quiser reivindicar o trono.
Aparentemente, os rumores estão se concretizando aos poucos. O MCU Cosmic informa que a Marvel Studios está considerando um papel para Keanu Reeves em Os Eternos.
Ao que tudo indica, o ator deve interpretar Druig, que será o principal antagonista do grupo na obra. Keanu ainda está em negociações com a Marvel.
Até o momento, estão confirmados no elenco: Angelina Jolie, Richard Madden,Kumail Nanjiani e Dong-seok Ma.
Keanu Reeves é um ator, cineasta, escritor, produtor cinematográfico e músico canadense, nascido no Líbano. O astro ficou famoso após interpretar Neo na trilogia Matrix. Atualmente, a personalidade hollywoodiana vem ganhando notoriedade devido a sua participação nos filmes da saga John Wick.
Quando os seres cósmicos conhecidos como ‘Celestiais’ realizam experimentos genéticos em humanos, criando assim, indivíduos super-poderosos e certas figuras vilanescas conhecidas como Deviants. Os dois grupos partem em uma batalha contra o outro através da História, para ver qual raça se tornará a dominante. A história envolve o romance entre Ikaris, um homem movido pela energia cósmica, e Sersi, que prefere viver entre os humanos.
Lançado em 2017, Dunkirk foi dirigido e escrito por Christopher Nolan, sendo o último lançamento do diretor até o momento. O longa nos mostra a história da Operação Dínamo: a evacuação de diversos soldados aliados que estavam encurralados e sofrendo diversos ataques do inimigo na cidade de Dunquerque, na França. Ao decorrer do longa, observamos a trama a partir de três visões distintas: no mar, através de um soldado britânico lutando para sair vivo de Dunquerque; No ar, por meio dos pilotos da Força Aérea que dão suporte aos soldados presos na cidade e no mar, onde cidadãos comuns oferecem seu barco para auxiliar na evacuação. Dunkirk foi indicado a oito categorias do Oscar e acabou levando três prêmios, dentre eles o de Melhor Mixagem de Som e de Melhor Edição de Som.
Quando fui assistir Dunkirk nos cinemas, tive a oportunidade de conferir o longa em IMAX e devo dizer que foi uma das minhas melhores experiências cinematográficas – não só pela fotografia imersiva e pela trama envolvente, mas também pela total imersão sonora que eu tive assistindo nesse formato. A trilha sonora de Hans Zimmer em conjunto com os tiros e as explosões na guerra, fizeram com que eu sentisse a tensão e o medo em cada momento do filme, como se eu estivesse no cenário. O que Nolan e Zimmer fizeram em Dunkirk é digno de reconhecimento: eles conseguiram criar uma experiência sensorial e imersiva unindo a fotografia ao som. Antes de entrarmos em mais detalhes de como foi feito esse processo, precisamos ter em mente os processos distintos que são a edição de som e a mixagem de som.
A edição de som é responsável por captar todos os sons (ambiente, diálogos, objetos, etc) para o filme. Em Dunkirk no caso, seriam parte desse processo os sons de tiro, bombas, água, avião, dentre outros elementos que causam essa experiência sensorial no telespectador. Esses sons são gravados antes e são colocados no filme durante a pós-produção do mesmo. Na mixagem de som, o som previamente gravado é organizado inserido ao longo do filme. Essa etapa é importante demais, pois afeta a harmonização do longa – por exemplo, se o filme tiver uma Mixagem de Som ruim, teríamos vários ruídos e sons que causariam uma certa confusão na identificação de cada um. No fim das contas, o diferencial da trilha sonora está na mixagem de som.
A trilha sonora do longa foi composta por Hans Zimmer e nela podemos notar barulhos como tique-taques de um relógio, batimentos cardíacos, dentre outros junto com um som crescente que parece aumentar sempre, sem parar de subir. São essas presenças na trilha que marcam o clima de tensão da mesma e contribuem para a imersão do ambiente presente no longa, dando a tensão necessária aos momentos apresentandos durante a trama. Uma breve curiosidade é que foi Nolan quem entregou os barulhos do relógio para Zimmer produzir as trilhas do longa.
A sensação de tensão causada pela trilha é consequência de uma ilusão auditiva na qual faz com que o ouvinte ache que o som está se comportando de uma determinada forma. A ferramenta usada para isso é a Escala de Shepard, sendo ela a responsável pela sensação do aumento da intensidade sonora ao longo do filme. Nessa escala, os tons estão sempre subindo ou descendo e esse efeito é resultado da mistura de escalas, empilhadas entre si – uma escala aguda, uma média e outra grave – com um oitavo entre elas, tocados em repetição. Christopher Nolan já faz uso da Escala de Shepard em diversos filmes anteriores a esse: em Interstellar, Inception e na trilogia The Dark Knight – todas estando em parceria com Hans Zimmer. Inclusive, Nolan já confirmou em uma entrevista que faz uso de fato dessa escala e que escreveu o roteiro de Dunkirk pensando nela. Logo abaixo está um vídeo, que recomendo bastante, falando sobre a trilha do longa e como ela transmite toda a sensação debatida ao longo do artigo – com legenda disponível na configuração.
Dunkirk acaba se tornando uma experiência cinematográfica única ao combinar fotografia e som, fazendo com que o telespectador tenha total imersão no cenário da guerra em Dunquerque. Sem dúvida alguma, vale a pena conferir o longa.
Foram liberadas as primeiras imagens promocionais dos filmes Godzilla VS. Kong, He-Man e Duna, que chegarão respectivamente em 2020 e 2021.
A seguir, você pode conferir as fotos junto de suas sinopses.
Em uma era em que os monstros vagam pela terra, a luta da humanidade por seu futuro coloca Godzilla e Kong em rota de colisão. As duas mais poderosas forças da natureza vão se chocar em uma batalha para ficar na história. Quando Monarch embarca em uma perigosa missão em uns dos lugares mais misteriosos da terra, pistas surgem sobre a origem dos Titãs. Uma conspiração humana ameaça varrer da terra todas as criaturas, boas ou ruins, para sempre.
He-Man é o personagem principal da linha de brinquedos Masters of the Universe da Mattel, presente em uma série de histórias em quadrinhos e várias animações. Na maioria das variações, ele é o alter ego do Príncipe Adam. He-Mane seus amigos tentam defender o reino de Eternia e os segredos de Castelo de Grayskull das forças do mal de Esqueleto. Noah Centineo será o protagonista.
Em um futuro distante, planetas são comandados por casas nobres que fazem parte de um império feudal intergalático. Paul Atreides (Timothée Chalamet) é um jovem homem cuja família toma controle do planeta deserto Arrakis, também conhecido como Duna. A única fonte da especiaria melange, a substância mais importante do cosmos, Arrakis se prova ser um planeta nem um pouco fácil de governar.
Para futuras informações a respeito de ambos os filmes, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Peter Parker e seus amigos viajam para a Europa nas férias de verão. Entretanto, os amigos mal poderão descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente.
Homem-Aranha: Longe de Casa estreia em 4 de Julho.
Os Novos Deuses são personagens da DC Comics, criados por Jack Kirby e são categorizados como habitantes dos planetas Nova Gênese e Apokolips. Os protagonistas do filme serão Senhor Milagre e Grande Barda.
Para futuras informações de Novos Deuses, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.