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Oscar 2017 | Lista dos vencedores da noite

Aconteceu na madrugada desta segunda a 89.ª cerimônia do Oscar, apresentada por Jimmy Kimmel. Confira nessa matéria os vencedores da grande noite;

Melhor Filme

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Diretor

Denis Villeneuve – A Chegada
Mel Gibson – Até o Último Homem
Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações
Kenneth Lonergan – Manchester à Beira-Mar
Barry Jenkins – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Atriz

Isabelle Huppert – Elle
Ruth Negga – Loving
Natalie Portman – Jackie
Emma Stone – La La Land: Cantando Estações
Meryl Streep – Florence: Quem é Essa Mulher?

Melhor Ator

Casey Affleck – Manchester à Beira-Mar
Andrew Garfield – Até o Último Homem
Ryan Gosling – La La Land: Cantando Estações
Viggo Mortensen – Capitão Fantástico
Denzel Washington – Um Limite Entre Nós

Melhor Ator Coadjuvante

Mahershala Ali – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Jeff Bridges – A Qualquer Custo
Lucas Hedges – Manchester à Beira-Mar
Dev Patel – Lion: Uma Jornada para Casa
Michael Shannon – Animais Noturnos

Melhor Atriz Coadjuvante

Viola Davis – Um Limite Entre Nós
Naomie Haris – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Nicole Kidman – Lion: Uma Jornada para Casa
Octavia Spencer – Estrelas Além do Tempo
Michelle Williams – Manchester à Beira-Mar

Melhor Roteiro Original

Taylor Sheridan – A Qualquer Custo
Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações
Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou – The Lobster
Kenneth Lonergan – Manchester à Beira-Mar
Mike Mills – 20th Century Women

Melhor Roteiro Adaptado

Eric Heisserer – A Chegada
August Wilson – Um Limite Entre Nós
Allison Schroeder e Theodore Melfi – Estrelas Além do Tempo
Luke Davis – Lion: Uma Jornada para Casa
Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor  Animação

Kubo e as Cordas Mágicas
Moana: Um Mar de Aventuras
Minha Vida de Abobrinha
A Tartaruga Vermelha
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

Melhor Documentário em Curta-Metragem

Extremis
4.1 Miles
Joe’s Violin
Watani: My Homeland
Os Capacetes Brancos

Melhor Documentário em Longa-Metragem

Fogo no Mar
Eu Não Sou Seu Negro
Life, Animated
O.J.: Made in America
13ª Emenda

Melhor Longa Estrangeiro

Terra de Minas (Dinamarca)
A Man Called Ove (Suécia)
O Apartamento (Irã)
Tanna (Austrália)
Toni Erdmann (Alemanha)

Melhor Curta-Metragem

Ennemis Intérieurs
La Femme et le TGV
Silent Nights
Sing
Timecode

Melhor Curta em Animação

Blind Vaysha
Borrewed Time
Pear Cider and Cigarettes
Pearl
Piper

Melhor Canção Original

“Audition (The Fools Who Dream)” | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul – La La Land: Cantando Estações
“Can’t Stop the Feeling” | Música e canção de Justin Timberlake, Max Martin e Karl Johan Schuster – Trolls
“City of Stars” | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul – La La Land: Cantando Estações
“The Empty Chair” | Música e canção de J. Ralph e Sting – Jim: The James Foley Story
“How Far I’ll Go” | Música e canção de Lin-Manuel Miranda – Moana: Um Mar de Aventuras

Melhor Fotografia

Bradford Young – A Chegada
Linus Sandgren – La La Land: Cantando Estações
Greig Fraser – Lion: Uma Jornada para Casa
James Laxton – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Rodrigo Prieto – Silêncio

Melhor Figurino

Joanna Johnston – Aliados
Colleen Atwood – Animais Fantásticos e Onde Habitam
Consolata Boyle – Florence: Quem é Essa Mulher?
Madeline Fontaine – Jackie
Mary Zophres – La La Land: Cantando Estações

Melhor Maquiagem e Cabelo

Eva Von Bahr e Love Larson – A Man Called Ove
Joel Harlow e Richard Alonzo – Star Trek: Sem Fronteiras
Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson – Esquadrão Suicida

Melhor Mixagem de Som

Bernard Gariépy Strobl e Claude La Haye – A Chegada
Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mckenzie e Peter Grace – Até o Último Homem
Andy Nelson, Ai-Ling Lee e Steve A. Morrow – La La Land: Cantando Estações
David Parker, Christopher Scarabosio e Stuart Wilson – Rogue One: Uma História Star Wars
Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Mac Ruth – 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

Melhor Edição de Som

Sylvain Bellemare – A Chegada
Wylie Stateman e Renée Tondelli – Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
Robert Mackenzie e Andy Wright – Até o Último Homem
Ai-Ling Lee e Mildred Iatrou Morgan – La La Land: Cantando Estações
Alan Robert Murray e Bub Asman – Sully: O Herói do Rio Hudson

Melhores Efeitos Visuais

Craig Hammack, Jason Snell, Jason Billington e Burt Dalton – Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
Stephane Ceretti, Richard Bluff, Vincent Cirelli e Paul Corbould – Doutor Estranho
Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon – Mogli: O Menino Lobo
Steve Emerson, Oliver Jones, Brian McLean e Brad Schiff – Kubo e as Cordas Mágicas
John Knoll, Mohen Leo, Hal Hickel e Neil Corbould – Rogue One: Uma História Star Wars

Melhor Design de Produção

Patrice Vermette (design de produção) e Paul Hotte (decoração de set) – A Chegada
Stuart Craig (design de produção) e Anna Pinnock (decoração de set) – Animais Fantásticos e Onde Habitam
Jess Gonchor (design de produção) e Nancy Haigh (decoração de set) – Ave, César!
David Wasco (design de produção) e Sandy Reynolds-Wasco (decoração de set) – La La Land: Cantando Estações
Guy Hendrix Dyas (design de produção) e Gene Serdena (decoração de set) – Passageiros

Melhor Edição

Joe Walker – A Chegada
John Gilbert – Até o Último Homem
Jake Roberts – A Qualquer Custo
Tom Cross – La La Land: Cantando Estações
Nat Sanders e Joi McMillon – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Trilha Sonora

Mica Levi – Jackie
Justin Hurwitz – La La Land: Cantando Estações
Dustin O’Halloran e Hauschka – Lion: Uma Jornada para Casa
Nicholas Britell – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Thomas Newman – Passageiros

Agora é aguardar pela premiação e os filmes de 2018. Até lá…

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Os MELHORES FILMES do Oscar 2017

Chegamos em fevereiro, o mês da maior premiação do cinema conhecido como o Oscar. A 89.ª cerimônia acontecerá em 26 de fevereiro e será apresentada pelo comediante e apresentador Jimmy Kimmel, que comanda o late-night Jimmy Kimmel Live!.

A estatueta será distribuída em 24 indicações, sendo que quatro delas: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Atriz são as mais esperadas e cobiçadas da noite. Há uma fragmentação nos indicados, os filmes divergem muito nas propostas e em seus respectivos gêneros. Temos desde um drama familiar até uma ficção explorando nossa comunicação e nosso jeito de lidar com diferenças. E se em 2016 o Oscar foi condenado a sofrer severas críticas pela a falta de diversidade, 2017 parece suprir esta falta.

Próximo a premiação, a Torre de Vigilância decidiu fazer uma matéria falando um pouco sobre os filmes indicados a principal categoria: Melhor Filme. Há muitas obras que merecem ser vistas. Confira;

A Chegada

A primeira ficção do canadense Dennis Villeneuve conseguiu uma indicação para MELHOR FILME no Oscar 2017. Principalmente devido a qualidade cinematográfica  que o projeto estava envolvido. A fotografia, a palheta de cores e a trilha sonora carregam um ar de suspense e melancolia no filme inteiro, desde o primeira contato com os extraterrestres até o último.

A Chegada foca no discurso de entender, compreender e aceitar nossas diferenças. Aprender a deixá-las de lado e nos comunicar como um só ser. Além de conseguir explorar e fundamentar uma comunicação com os extraterrestres, já explorada em Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977). Villeneuve continua fazendo bons filmes e já é considerado como um dos melhores cineastas atuais. Em relação ao Oscar, A Chegada deve ficar apenas na lista de indicados, sem grandes prêmios na noite.

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Moonlight: Sob a Luz do Luar

Moonlight, do diretor Barry Jenkins, foca na história do garoto Black com uma narrativa crua e real. Jenkins não se preocupa em colocar trilhas sonoras sentimentais ou uma dramaticidade desacerbada. A real preocupação é com os personagens e suas respectivas construções. Temas como preconceito, desigualdade, criminalidade e homossexualidade são conectados ao protagonista. Assim fazendo uma história intrigante ao nos apresentar a complexidade da situação de algumas pessoas que merecem nossa atenção.

Um dos favoritos na categoria de Melhor Filme e Melhor Diretor.

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Um Limite Entre Nós

A dupla formada por Viola Davis e Denzel Washigton provam o porquê de serem um dos atores mais cobiçados em Hollywood. Ambos veteranos, demonstram experiência e química em tela. Quase levam o filme todo nas costas, tendo mais de duas horas de cenas juntos em um único ambiente. Denzel também está responsável pela direção e desenvolve uma história familiar e paterna em um único cenário: a casa da família, o centro principal da vida de muitas pessoas. Onde mulheres e homens se tornam independentes e descobrem seu lugar no mundo.

Um Limite Entre Nós é outro longa que faz um discurso sobre desigualdade, falta de oportunidade, trabalho e dificuldades. No final, deixa uma mensagem para você assumir suas responsabilidades diante dos seus amigos e sua família, mesmo que a situação esteja desfavorável.

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Estrelas Além do Tempo

Um das surpresas mais agradáveis do Oscar. Não se esperava muito de Estrelas Além do Tempo, que provavelmente faria o mesmo discurso do que vários outros de Hollywood. Porém, a atuação das atrizes Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe são de tirar o chapéu por representaram tão bem a vida real de três mulheres que batalharam para conseguirem o que queriam e lutarem para não se tornarem ultrapassadas.

Estrelas Além do Tempo foca na história da física Katherine Janson, mas está fragmentado em mais duas histórias que se cruzam em alguns momentos. A ambientação da década de 70 e 80 nos carros, nas vestimentas e nos conceitos sociais são fielmente adaptados por Theodore Melfi.

Levou poucas  indicações e não deve levar nenhuma estatueta pra casa, mas é uma obra que merece ser vista e reconhecida pelo público.

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A Qualquer Custo

Um dos indicados mais elogiados pela crítica, A Qualquer Custo é um faroeste dirigido por David Mackenzie que demonstra sabedoria para se fazer um faroeste. Chris Pine e Jeff Bridges protagonizam uma narrativa inversa à muitas outras. Enquanto algumas são sobre a vingança de personagens e as consequência desta, A Qualquer Custo apresenta o nascimento do sentimento da vingança que nunca terá seu desfecho mostrado nas telas.

Mackenzie cria várias camadas para se construir uma trama de perseguição e impressiona o público ao fazê-la. Funciona quando se sai da zona de conforto dos outros e inova na construção do seu próprio enredo.

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Até o Último Homem

Se não é um dos favoritos ao Oscar 2017, certamente é um dos favoritos do público. Mel Gibson retorna ao gênero de ação e guerra para trazer a história do médico Desmond T. Doss com muita brutalidade, sangue e a violência exagerada que esteve presente na Segunda Guerra Mundial. Gibson dá um tom muito próprio ao filme na hora de abordar a guerra e a chacina como coisas naturais e pode-se dizer, essenciais naquela época.

Fora Gibson, Andrew Garfield brilha ao interpretar Doss. Ele consegue passar bastante da frustração, da insegurança e da determinação que Doss tinha quando conseguiu salvar mais de 75 homens na Batalha  de Okinawa. Doss era religioso e não aceitava empunhar uma arma ou matar alguém, se tornando socorrista e tendo que lidar com os problemas no território inimigo.

Gibson entrega um filme de guerra que deveria ser visto por todos os cineastas modernos para verem a necessidade de manter a identidade do gênero.

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La La Land: Cantando Estações

O favorito ao oscar 2016, La La Land é o musical de Damien Chazelle que dá brilhos aos olhos e encanta o coração ao assisti-lo. Não é a toa que o musical está faturando tantos prêmios. O glamour de hollywood junto da elegância do jazz traz prazer ao espectador por estar assistindo ao romântico espetáculo protagonizado por Ryan Gosling e Emma Stone.

Gosling e Stone são um dos favoritos em suas próprias indicações e devem levar a estatueta pra casa. Principalmente Emma Stone, que deu vida ao papel de Mia e faz um trabalho emocionante.

Para saber mais sobre La La Land, clique aqui e confira a nossa crítica.

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Manchester À Beira-Mar

Manchester À Beira-Mar é um dos melhores dramas psicológicos da década. Alguns consideram o desenvolvimento lento, tornando o filme cansativo e arrastado. Só que para quem tem filhos e irmãos, Manchester pode se conectar com esse tipo de público, se tornando uma obra-prima.

Manchester não é inovadora ou esteticamente excelente, mas traz personagens e atores tão bons em suas interpretações. Estes fazem você chorar apenas pelos diálogos duros, repletos de lágrimas e arrependimentos. Casey Affleck (pode roubar o Oscar de Gosling) quase não se expressa no personagem, é o homem difícil de se entrosar e de se relacionar, mas que sempre arruma confusão. Um personagem confuso e melancólico, sendo um dos melhores trabalhos de Affleck. Os flashback’s no meio da película ajudam na construção do personagem para você entender seus conflitos pessoais.

Dirigido por Kenneth Lonergan, junto de La La Land e Moonlight, Manchester entra na briga para ver quem consegue levar o maior prêmio do cinema americano.

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Lion: Uma Jornada Para Casa

Lion é profundo e emocionante. Contando uma história real sobre a jornada de um jovem garoto chamado Saroo, Lion tem um discurso profundo sobre abandono e reconhecimento de si próprio. É um filme simples com ótimos atores (inclusive Nicole Kidman, que ganhou uma indicação para Melhor Atriz Coadjuvante) e um roteiro bem adaptado à verdadeira história. Porém, é o mais “esquecível” dos indicados por não ter grandes pretensões como os seus outros concorrentes…

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Então agora é só se preparar para a noite que promete ser especial. O Oscar 2017 será transmitido pela TNT às 20h30.

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Crítica | LEGO Batman: O Filme

Por que Warner Bros.?! Não poderia ser Brothers?! Quem precisa do Superman, sendo que o Batman é quem sustenta a DC?! Essas são algumas dúvidas que o protagonista encapuzado faz nos minutos iniciais. Se você tinha esperança de ser algo divertido, em cinco minutos a esperança se torna certeza.

LEGO Batman: O Filme chega aos cinemas expandindo o universo LEGO na sétima arte. A primeira “peça” foi Uma Aventura Lego, que apresentava certos traços de descompromisso com a lógica e extravagância total. Pois bem, LEGO Batman toma este mesmo ritmo e raciocínio, mas tem o Batman como protagonista. Um dos melhores heróis de todos.

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Não é a toa que digo: “tem o Batman como protagonista”. Pensa em quantas coisas a DC e a Warner puderam aproveitar e brincar com a história do personagem. E essa brincadeira foi boa, um tributo para os fãs do morcegão, desde referências aos filmes e séries mais cafonas até aos momentos mais marcantes nos quadrinhos. Will Arnet (EUA) e Duda Ribeiro (BR) dão a voz para Batman, uma mistura da veia cômica da série de 60 com a bizarrice dos filmes de George Clooney. Junto dele temos Dick Grayson, Barbara Gordon, Alfred e James Gordon, ambos caricatos e com suas origens, e personalidades modificadas, dando um tom único ao filme.

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Há algumas derrapadas no último ato de LEGO: Batman, mas nada que irá comprometer sua insanidade. É muito insano… um show de luzes e cores, pecinhas pulando para todo os lados e uma mistura de universos nunca vista antes, o maior crossover que já aconteceu, além das trilhas vibrantes e clássicas do morcegão remixadas em um solo de guitarra.

Está provado que não é necessária total lógica e uma narrativa linear para se construir uma animação. Basta ser simples, mas eficaz em sua mensagem. Nós acompanhamos a evolução do Batman através dos seus momentos de companhia e alegria até de solidão e tristeza, mas a arrogância estava presente sempre. “Eu trabalho sozinho” ganhou uma nova perspectiva no mundo LEGO e o bonequinho morcego teve que aprender a trabalhar em conjunto para obter um resultado satisfatório.

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Pegue a série de 60 com a extravagância de Uma Aventura Lego e você terá LEGO Batman: O Filme, que é recheado de referências para encher o coração do fã, feito para quem não tem medo de se divertir e eficaz nas suas decisões. O único problema é a vontade de comprar Lego depois da sessão…

“Homem de Ferro é chato.”

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Cinema

Superbowl 51 | Transformers: O Último Cavaleiro ganha spot estendido

Por conta de alguns problemas envolvendo hackers, o diretor Michael Bay lançou o trailer de Transformers: O Último Cavaleiro em seu twitter, algumas horas antes do evento. Confira;

Dirigido por Michael Bay e roteirizado por Akiva Goldsman, o quinto filme da franquia tem o elenco composto por Mark Wahlberg, Anthony Hopkins, Isabela Moner, Josh Duhamel, Jerrod Carmichael, Stanley Tucci, John Turturro, entre outros… Veja a sinopse oficial;

“O Ùltimo Cavaleiro estilhaça os mitos principais da franquia Transformers, e redefine o que é ser um herói. Humanos e Transformers estão em guerra, Optimus Prime se foi. A chave para salvar nosso futuro está enterrada em segredos do passado, na história oculta dos Transformers na Terra. Salvar nosso planeta recai sobre os ombros de uma aliança improvável: Cade Yeager (Mark Wahlberg); Bumblebee, um lorde inglês (Anthony Hopkins) e uma professora de Oxford (Laura Haddock). Chega um momento na nossa vida em que somos chamados a fazer a diferença. Em Transformers: O Último Cavaleiro, os caçados serão heróis. Heróis serão vilões. Só um mundo sobreviverá: o deles, ou o nosso.”

A estreia está prevista para 22 de junho de 2017.

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Transformers: O Último Cavaleiro | Comercial do Super Bowl mostra Prime Vs Bumblebee

O quinto filme da franquia Transformers ganhou um comercial do Super Bowl anunciando que o filme estará no evento. Nesse spot é possível ver muitas cenas inéditas da icônica batalha entre Optimus Prime e Bumblebee. Confira;

Transformers: O Último Cavaleiro é dirigido por Michael Bay e roteirizado por Akiva Goldsman. Mark Wahlberg estará de volta ao lado de Anthony Hopkins. John Turturro e Josh Duhamel, que participaram da primeira trilogia, foram confirmados no elenco.

Previsão de estreia para 22 de junho de 2017. Veja o primeiro trailer do longa, aqui.

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Cinema

Quatro Vidas de Um Cachorro | Pastor Alemão é maltratado no set

Recentemente, a TMZ lançou um vídeo polêmico onde mostra a gravação de uma cena do filme Quatro Vidas de Um Cachorro. O problema é que um pastor alemão que iria participar da cena estava se recusando a entrar na água, e foi maltratado por um funcionário. Confira:

O dublador Josh Gad e o diretor Lasse Hallstrom repudiaram o acontecimento, alegando que cada animal deveria ser tratado com carinho e respeito. Um dos homens no set era responsável pela segurança dos animais e trabalhava na American Humane Association. Sem nome divulgado, ele foi suspenso do cargo.

Porém, o filme ainda deve estrear, com previsão de chegada aos cinemas em 26 de janeiro. Bradley Cooper será o dublador do protagonista, BaileyDenis Quaid Britt Robertson também estão no elenco.

 

 

 

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Crítica | Assassin’s Creed

Otimismo define o que esperávamos de Assassin’s Creed. Será que finalmente teríamos uma digna adaptação dos games para as telonas? Dirigido por Justin Kurzel e tendo Michael Fassbender protagonizando e produzindo, Assassin’s Creed não foi tão digno como esperávamos, mas é um novo ponto de partida para futuras adaptações.

”Um novo ponto de partida”. Os elementos dos jogos foram fielmente adaptados, há várias cenas que remetem a dinâmica e a jogabilidade da franquia. Esteticamente, o longa entrega o que promete. Muitas cenas de ação bem coreografadas, com trilhas sonoras tensas acompanhadas de movimentações ágeis das câmeras. Trazer o ambiente do jogo para a história é importante para qualquer adaptação, já que esta deve simpatizar com os fãs e o público geral. Esse foi um ponto muito positivo e que deve ser lembrado pelos próximos diretores que quiserem embarcar neste mundo.

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Porém, os elogios terminam por aqui. Enquanto Assassin’s Creed tem uma estética excepcional, o roteiro, a direção e as atuações caem facilmente no esquecimento. Muito da Inquisição Espanhola foi apresentada a nós nos trailers, mas elas não compõem nem um terço do longa. O filme nos joga de um lado para o outro, variando entre os tempos atuais e passado, quebrando o seu próprio tom, consequentemente, não conseguindo ditar o seu ritmo.

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O roteiro bipolar é um outro ponto negativo. Há momentos de emoção, mas que não conseguem se firmar quando logo depois vem uma cena de ação eletrizante, sem deixar espaço para a dramaticidade envolvendo temas de paternidade e descobrimento. Os próprios personagens e atores não simpatizam com o público, atores como Jeremy Irons, Michael K. Williams e Marion Cotillard são desperdiçados. Depois de toda essa soma, só pode se esperar um terceiro ato desastroso e apressado, que usa  a ação para preencher os vazios no roteiro.

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Apesar de muitas coisas me incomodarem, os fãs dos jogos provavelmente irão gostar, já que Kurzel e Fassbender honram a fonte com algumas referências envolvendo os jogos e livros. Só que para uma pessoa (como eu) que não está habituada e nem tem interesse pela franquia Assassin’s Creed, e sim procurando por um entretenimento decente, talvez este não seja o filme ideal. Após o final, saindo do cinema, o filme esvaiu da minha mente rapidamente, como aqueles filmes-pipoca que assistimos na Sessão da Tarde.

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Better Call Saul | Gus Fring está de volta!

A segunda temporada de Better Call Saul deixou várias pontas soltas, e uma delas pode ser o retorno de um dos grandes vilões de Breaking Bad. Gus Fring (Giancarlo Esposito) é o dono dos Los Pollos Hermanos, e contrata Walter White (Bryan Cranston) para trabalhar em seu laboratório e produzir metanfetamina.

Por conta disso, uma promo da terceira temporada de Better Call Saul se tornou um comercial da lanchonete de Gus Fring, sendo que o próprio aparece. Confira;

Jonathan Banks e Bob Odenkirk retornam para a série, juntos de Vince Gilligan e Peter Gould. Better Call Saul deve retornar em março de 2017, transmitido aqui no Brasil pela Netflix.

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Crítica | La La Land – Cantando Estações

La La Land pode ser considerado uma obra prima importante para o cinema no futuro. O diretor Damien Chazelle, que conseguiu alcançar a missão de fazer um filme mais incrível do que Whiplash (2014), quando coloca a música e a dança em primeiro plano, faz tudo ficar um espetáculo, conduzindo-o com o glamour hollywoodiano.

Whiplash mostrou ao mundo do cinema a força de Damien Chazelle, e se em 2015 não foi o seu ano de  premiações, certeza de que 2017 será. Há muitas semelhanças ao Whiplash, tecnicamente, as cores quentes e frias tomarem conta do espaço, ou todas as luzes se apagarem para colocar o holofote no que realmente é importante são algumas delas. Junto das músicas compostas por Justin Hurwitz, a coreografia e os planos-sequência de Chazelle, La La Land homenageia o cinema americano e transmite uma mensagem de perseverança ao público.

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Ryan Gosling e Emma Stone são a dupla romântica da vez. Além de uma química muito boa, Gosling e Stone viajam com suas atuações. Em algumas partes, parecem estar em um filme de Woody Allen, e rapidamente transportados para Singing In The Rain (1952), de Stanley Donen e Gene Kelly. Talvez Gosling nunca supere sua atuação marcante em Drive (2011), mas Emma Stone certamente conseguiu sair da zona de conforto e brilhar, sendo o seu melhor trabalho até aqui.

Sebastian (Ryan Gosling) e Mia (Emma Stone) têm sonhos distintos. Sebastian quer ter seu próprio clube de jazz e perpetuar o gênero que é considerado “chato” e “ultrapassado”. Já Mia quer ser atriz de cinema, mas não dá sorte nos testes e audições. Contudo, ambos não desistem de alcançar seus objetivos e irão atrás deles, mesmo que tenham de sacrificar alguns momentos juntos. Essa é a questão: perseverança.

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Romance, comédia, drama, musical, La La Land é uma mistura de gêneros completa, e esse é o seu ponto forte. Surpreende o público com os rumos que vai tomando. Danças frenéticas com um piano ao fundo, até a sequência de uma cantoria inacreditável de pessoas em cima de carros (alguns coloridos), dando ênfase ao musical e às cores. Ou até mesmo uma sala de testes torna-se o momento perfeito para uma canção.

La La Land tira o nosso fôlego e apresenta um musical inesquecível. Se já ganhou sete estatuetas no Globo de Ouro, provavelmente irá ganhar mais algumas no Oscar. La La Land é a prova  incontestável que o cinema tem muito para nos ensinar ainda, e seu futuro se torna cada vez mais promissor.

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Carros 3 | Imagens e Vídeo revelam detalhes dos personagens

O terceiro filme da franquia Carros promete ser emocionante em todos os aspectos. Muito por causa do teaser, que anunciava: “Nada será como antes”.

Faltando quatro dias para o próximo trailer, que chega dia 09 de janeiro, Carros 3 teve algumas imagens e um vídeo divulgados, mostrando detalhes de seus personagens principais. Veja;

Carros 3 estreia dia 16 de junho de 2017, com direção de Brian Fee e roteiro de Robert L.  Baird e Dan Gerson.