Podemos comparar os filmes de Adam Sandler como uma ida numa montanha-russa: Gostamos ou não da viagem dependendo da imersão na qual iremos desfrutar. Vamos gostar de forma parcial ou total? Vai de cada um. Muitos não gostam do tom pastelão que as produções de Adam assumem com frequência, porém podemos curtir tramas puxando para o drama como Click e Como se Fosse a Primeira Vez.
Esse ponto fora da curva vem acompanhado de certo charme e consegue trazer lições importantes para quem assiste. Então, o que Arremessando Alto (Hustle no original) tem a informar para os espectadores? Para os fãs de basquete, muita coisa. E para o público em geral?
Um olheiro de basquete azarado encontra um jogador com um grande potencial e se esforça para mostrar ao mundo que os dois merecem chegar à NBA.
Lendo a sinopse fica notável como não apresenta uma história complexa. Muito pelo contrário, é bastante simples. Não tenta te enganar só para chamar a sua atenção. O filme não tenta reinventar a roda sobre o mundo do basquete e a dura superação para algum jogador ter o seu merecido lugar ao sol. Inúmeras produções já abordaram esse tema. Entretanto, não quer dizer que este em questão passaria despercebido. Ele também te cativa, emociona, envolve com uma excelente história de motivação.
Sabemos que quando um filme aborda qualquer tema específico, isso quer dizer que poderá atrair um público restrito. Quem não estiver acostumado tende a ficar um pouco perdido no uso de gírias e termos técnicos. Aposto que o Google estava ao lado quando assistiram O Lobo de Wall Street, A Grande Aposta e A Grande Escolha.
A vantagem de Arremessando Alto tem relação em dar um abraço nos fãs de basquete, mas ao mesmo tempo puxa para mais perto também quem não está familiarizado com o esporte. Dando para entender a maioria dos diálogos e jogadas dos personagens. Claro que o maior deleite para o bom entendedor desse mundo foi prestar atenção nas aparições dos principais jogadores profissionais do ramo. Quem perdeu, confira aqui .
Adam Sandler e Juancho Hernangómez (Bo) conseguiram estabelecer uma excelente química e por causa disso, o filme ficou ainda mais agradável para assistir. Os personagens mal tinham se conhecido, porém pouco tempo depois a parceria parecia de anos. O elenco secundário também se esforçou, como Queen Latifah e principalmente Ben Foster fazendo o papel de antagonista de Stanley Sugerman (Adam).
Arremessando Alto é um excelente filme para conhecer mais da veia dramática de Adam Sandler e também para conhecer mais do basquete sem enrolar a mente com diálogos incompreensíveis para quem não está acostumado em acompanhar as notícias da NBA. Quem já viu, ótimo. Quem não, faça o favor de assistir e curtir bastante. Vale muito a pena dar uma conferida.
Segundo informações do The Hollywood Reporter, a HBO está desenvolvendo a sequência de Game of Thrones centrada no Jon Snow e contando com o retorno de Kit Harington no papel.
Essa será a primeira produção após os eventos de Game of Thrones (2011-2019). Para quem não se lembra, Snow descobriu a sua linhagem Targaryen(que não serviu de nada) e tornou-se um exilado após o assassinato de Daenerys Targaryen(pelo menos algo bom). Assim, viajou para o Norte da Muralha com os Selvagens.
Seria o indício que veremos outros personagens principais em mais produções futuras?
Atualmente, existem 7 projetos dentro do universo de GoT: House of Dragon, 10.000 Ships, 9 Voyages e Dunk e Egg. Além de três projetos animados.
Os representantes da HBO e Kit não fizeram comentários.
A próxima série dentro desse universo será House of Dragon e mostrará os eventos que precederam a sangrenta Dança dos Dragões.
Com 25 temporadas e dois telefilmes nas costas, South Park conseguiu transbordar sua icônica acidez sobre inúmeros temas que foram pautados tanto na cultura geek quanto nos principais noticiários do mundo. Trey Parker e Matt Stone pisaram os pés no acelerador ao apresentarem um linguajar sujo e atitudes bizarras com os habitantes dessa cidade peculiar. Foi dessa forma que conseguiram conquistar seu público. E continuam conquistando!
Depois de Pós-Covid e Pós-Covid: A Volta da Covid, era possível que a próxima aventura pudesse trazer também algo atual para as telinhas e assim foi lançado Guerras do Streaming. Com esse título, o telespectador possa ter imaginado que a trama traria apenas referências ao constante embate das plataformas de streaming que acompanhamos todo santo dia. Só que o roteiro pregou uma bela pegadinha e trouxe mais uma boa discussão por trás disso tudo.
Atualmente, existe a séria preocupação sobre a crise hídrica ao redor do mundo e as terríveis consequências. O roteiro aproveitou este tema para conversar com seu público sobre o assunto. Com o plot de fornecimento de água sendo afetado em Colorado, o telefilme também apresentou o caos iminente quando determinadas regiões não possuem mais o ciclo hídrico da forma que era antes. Então, era preciso pensar numa solução para o retorno da qualidade desse serviço essencial.
Um inspetor foi designado para contornar a situação e acabou esbarrando nas fazendas de cultivo de maconha de Randy Marsh e Steve Black(100% Black, vale ressaltar). A partir disso, pudemos acompanhar a segunda provocação que a trama propôs em apresentar: a criação de serviços de streaming para os usuários comprarem o serviço de água deles. A metalinguagem tornando-se presente deixou toda essa construção genial e bastante afiada. Além do mais, este telefilme foi liberado onde? Exato, num streaming…
Do outro lado desse auê todo tivemos Eric Cartman querendo mudar o seu status de garotinho pobre para bastante rico após a chegada de seu novo vizinho. Querendo sair da sardinha que chama de lar, trouxe uma proposta indecente para sua querida mãe e após receber um sonoro não, resolveu ir atrás de seu sonho.
A trama do mesmo seguiu de forma paralela até determinado ponto com as Guerras de Streaming e quando se cruzaram, a situação ficou ainda mais engraçada quando mostrou até que ponto Cartman iria para alcançar seus objetivos. Nem que isso significasse andar todo turbinado.
Guerras do Streaming I conseguiu entreter com boas risadas ao longo de 48 minutos. A diversão foi absoluta com conspiração, diálogos insanos, seios bem turbinados e a sempre bem-vinda presença do Homem-Urso-Porco. As indiretas de âmbito ambiental foram pontuais e mostraram que mesmo numa série satírica ainda era possível abrir a roda para conversar sobre o meio ambiente.
O debate irônico sobre a suruba de streaming também veio com um timing excelente e mostrou como os usuários tornaram-se meros fantoches nas mãos dessas plataformas, ficando então completamente dependentes e exigindo cada vez mais pelo prazer da qualidade. Sempre querendo mais. Nunca satisfeitos. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência, viu?
Nota: Ouro.
As duas partes de South Park: Guerras de Streaming estão disponíveis no Paramount+.
Chegamos na metade do ano e como de costume, temos mais novidades nos catálogos das principais plataformas de streaming. Os assinantes do Paramount+ terão entretenimento variado este mês. Confira a listinha:
02/06
South Park: The Streaming Wars
09/06
Rio Shore (Segunda temporada – dois episódios semanais)
Tainá e os Guardiões da Amazônia
17/06
Jerry & Marge Go Large
Players (episódios semanais)
Sin Ti, No Puedo (episódios semanais)
28/06
Bubble Guppies (Sexta temporada)
30/06
All Star Shore (dois episódios no lançamento e posteriormente, episódios semanais)
[Texto atualizado com a segunda parte da temporada]
Acompanhar um elenco mirim ao longo dos anos numa mesma produção é carregada por um misto de emoções pelos fãs. Um exemplo claro disso foi a adaptação cinematográfica de Harry Potter. Foram 8 filmes acompanhando o crescimento dos atores, tanto físico quanto no que envolviam suas tramas. Enriquecendo ainda mais a mitologia da saga. Então, a maturidade seria o tom que define essa evolução diante de nossos olhos. Após três temporadas, eis que Stranger Things alcançou esse status maduro e o resultado foi além das expectativas.
O mundo perfeito da infância foi embora e no lugar entrou a melancolia da adolescência. Os personagens não são mais os mesmos que assistimos nos anos anteriores e essa energia da mudança foi composta de forma distinta. Eleven tentando sobreviver ao bicho-papão do ensino médio sem seus poderes (perdidos na reta final da terceira temporada). A mesma garota que enfrentou criaturas inconcebíveis para os habitantes de Hawkins, agora deixava a ansiedade dominá-la só de pensar na escola. O roteiro trouxe um acerto em devolvê-la ao chão com dramas que nós passamos na vida escolar: bullying foi um deles.
O gancho deixado anteriormente começou a ser desenvolvido aqui para o Will: sua orientação sexual. O jovem estava passando por um turbilhão na sua mente e não tinha ninguém que desse a mão e o guiasse para o melhor caminho do entendimento. Aonde o Filho Chora e a Mãe Não Vê é a expressão para defini-lo. Para mim, a interpretação de Noah Schnapp foi muito boa. O medo do julgamento e a dor de uma paixonite em segredo deixaram-no numa expressão mais melancólica até agora. Esse plot não teve um encerramento, então é possível que tenhamos um avanço em termos de sinceridade.
Max enfrentou o luto pela perda do Billy e tentou encontrar forças da melhor forma possível. Lucas viveu o dilema de largar sua vida nerd para entrar no maravilhoso mundo dos atletas. Já os outros jovens estavam vivendo o peso do relacionamento e outros nem tanto. Nancy e Jonathan não sabendo se comunicar. Enquanto Steve e Robin só querendo um mozão pra ficarem coladinhos.
Só que tudo isso foi esquecido quando uma nova ameaça surgiu para mostrar que nada será como antes. Assim como foi nessa primeira parte, deixarei os plots separados também. Para deixar mais divertido, será do regular ao excelente.
O núcleo do Will e cia. foi o que mais deixou a desejar nessa quarta temporada. A parte dramática envolvendo Eleven e Will, o ataque na casa e a aparição de Suzie foram os pontos relevantes. Sem a El, aí que o plotperdeu ainda mais o interesse. Fora isso, nenhum destaque que valha a pena ser mencionado. Argyle entraria como destaque cômico? Deixo essa para vocês.
Viva a Mãe Rússia! Com a revelação de que o amerrricano estava vivo, veio a curiosidade para saber como ele fugiria da prisão. Joyce e Murray provaram ser uma dupla bem dinâmica antes, e continuaram com esse mesmo clima gostoso de assistir. Só que deram uma deslizada na neve bonito em arrastar essa trama por óbvia conveniência.
Tinha tudo para ser ligeiro e jogar logo os personagens no caos de Hawkins mais uma vez, porém resolveram atrasá-los com traições, fuga frustrada e reencontro com um velho inimigo. Este último aceitei até como pedido de desculpas, uma vez que rendeu uma sequência bem sangrenta. A introdução de Tom Wlaschiha foi bacana e deu vontade de ver mais dele na segunda parte. Se não reconheceu o ator, Valar Morghulis para você!
Não tem jeito, né?Eddie foi o mais novo personagem de Hawkins que ganhou um espaço em nossos corações. Justo então que estivesse imerso no melhor núcleo. Os que permaneceram no bairro tiveram que se unir novamente após perceberem que o mal não tinha sumido completamente dali e iniciaram uma longa investigação para descobrir o que diabos estava acontecendo.
A trama foi tão fluída, interessante, gostosa e emocionante que esqueci completamente a longa duração dos 7 episódios imposta pela Netflix. Essa foi a força cativante de Hawkins, pois os personagens certos estavam onde deveriam ficar. A química foi tão consistente quanto antes. Queremos mais de Erica na equipe e sendo bastante afiada. A eloquência de Eddie e no aguardo do solo de guitarra na segunda parte. Queremos mais Max, Lucas, Dustin, Nancy, Robin e Steve, por favor.
Numa referência digna ao Freddy Krueger (inclusive, Robert Englund fez uma pontinha na série), o nosso vilão trouxe um lado mais sombrio e assustador para a trama. Até sua voz evoca bons arrepios nos diálogos e sua mitologia não deixou a desejar. Vecna passou uma vibe de último vilão, sendo assim questiono como será a quinta e última temporada caso ele seja derrotado.
Menção honrosa para a participação de Jamie Campbell na trama de Eleven após embarcar em sua própria jornada para deter Vecna. Sem dar muitos detalhes, só queria deixar pontuado como o ator deixou esse núcleo melhor. Assim como da Rússia, sofreu um certo arrasto para o bel prazer do roteiro. Só que até que valeu a pena esperar mais um pouquinho para o desfecho graças ao Jamie.
Apesar desses mínimos pontos negativos, o 4A de Stranger Things veio com um saldo bastante positivo. Tramas, referências e toda a nostalgia que a década de 1980 traz para quem curtiu essa época. Caso a qualidade continue na segunda parte, podemos esperar um excelente desfecho e um ótimo preparatório para a derradeira última temporada.
——-
A primeira parte da atual temporada de Stranger Things teve uma qualidade muito boa ao longo de seus sete episódios e por conta disso, deixou uma grande curiosidade sobre os eventos para os últimos episódios. Somando o fato que a produção prometeu um desfecho sangrento para a nossa turminha de Hawkins, os fãs criaram na cabeça uma narrativa de que o Finale poderia apresentar o mesmo toque de tragédia que tornou Game of Thrones num hit.
Mas será que essa narrativa teve o desejo atendido?
A expectativa de uma pessoa pode ser medida pelo grau do fator surpresa que a trama pode apresentar ao longo de uma temporada. Quanto mais surpresas, melhor. Então, quanto mais mortes melhor para o seu público? Ficariam satisfeitos de ver parte dos personagens principais morrendo? Chorariam? Xingariam? Enfim, são inúmeras variáveis para considerar nesse ponto. Só que devemos pensar na questão mais importante antes desse desenrolar: Os Irmãos Duffer teriam coragem de matar algum principal?
A decisão de matar o Eddie e deixar Max ”morta” foi uma quebra de expectativa pela galera que ansiava para o perigo mortal bater na porta daquela pessoa que estava na trama desde a primeira temporada. Os sinais estavam ali, certo? Parecia que perderíamos Steve a qualquer momento e Nancy ficou muito perto de se tornar a quarta vítima de Vecna, porém o roteiro pegou os dois no colo para proteger a todo custo.
Como uma tentativa de pedido de desculpas, usaram o personagem mais carismático que entrou na quarta temporada e para piorar, não foi uma morte inesperada. Estava tudo caminhando para aquele momento e a história de Eddie permitia esse sacrifício. Pela primeira vez na vida não estaria fugindo de algo. Estaria indo de encontro ao problema. Só que isso não quer dizer que sua morte não seria sentida. Eu senti e creio que muitos também tiveram a mesma sensação. Foi aquele misto de tristeza com a frustração de vê-lo sendo desperdiçado dessa forma. Imaginem o quanto ele poderia agregar na guerra que vai desabar na quinta temporada. E aquele solo de guitarra eternizou o Eddie para sempre em nossos corações.
O caso da Max foi ainda mais problemático e também inesperado. Ao menos para mim que não peguei esse spoiler, imaginei que ela conseguiria escapar tranquilamente daquele plano de invadir o covil do vilão. O flerte com a morte veio na primeira parte e retornar com a personagem como alvo ficou batido. Claro que era a solução para ter o foco direcionado e não precisar passar boa parte do episódio tendo que imaginar quem seria a quarta vítima. Running Up That Hill de Kate Bush tocou novamente e aconteceu numa das melhores sequências dessa reta final e trouxe todo o significado nessa despedida para a personagem. Assim como deixou mais empolgante a derrota, por ora, de Vecna.
A morte da quarta vítima foi concretizada, ou seja, o plano apocalíptico teve início. Só que quando Eleven a trouxe de volta, esse plano deu uma breve pausa. Causou apenas um terremoto e algumas mortes bem secundárias (Foi tarde, Jason). A sequência final revelou que o Mundo Invertido estava de fato em Hawkins. Isso significou a morte definitiva de Max naquele momento ou já estava morta antes? Apesar de terem sido covardes em seguir com essa condição do coma, conseguiram o objetivo de deixar os fãs teorizando sobre o desfecho dela. Enquanto isso, poderá ser chamada de Max de Schrödinger.
Vecna não morrendo deu aquele breve aceno aos filmes de terror onde o infame serial killer acaba sumindo e retorna depois para concluir seu plano. Com Hawkins sendo atacada por criaturas, o vilão dará um jeito de reunir suas forças novamente para liderar na destruição da cidade.
O plot de Will ganhou uma nova dimensão quando expressou o seu sentimento para com Mike, porém nas entrelinhas. O Noah conseguiu transmitir todo o sofrimento de um amor platônico e somando o fato desse medo de ser julgado pelos demais por ser gay. O personagem recolheu-se no seu casulo e passou a sofrer no escuro. Jonathan foi a mão necessária para colocá-lo um pouco na luz. Ele não precisou falar nada, pois a tentativa do choro no silêncio foi o suficiente para acender o alerta. A conversa deles na cozinha e trouxe um certo alívio pro Will. Seria o primeiro passo para assumir na próxima temporada? Veremos.
Apesar de umas decisões tortas em sua reta final, a quarta temporada de Stranger Things consolidou-se como uma das melhores até agora. Agora chegamos no início do fim e o destino de Hawkins está nas mãos dos bravos membros do Hellfire.
Nota: Ouro.
P.s. 1: A sequência do deserto ficou do c******.
P.s. 2: Dr. Martin foi tarde.
P.s. 3: THIS IS MUSIC!
P.s. 4: Para quem ainda não conhece a música que a Max ouviu mil vezes:
Ainda não foram assistir? Vão antes que sintam aquele arrepio na nuca.
Para a alegria dos fãs desse trio ternura, eis que o Hulu divulgou o teaser do segundo ano da série investigativa, Only Murders in the Building. Confira:
A segunda temporada da série também ganhou pôster oficial.
Após a chocante morte da presidente do Conselho da Arconia, Bunny Folger, Charles, Oliver e Mabel correm para desmascarar seu assassino. Agora, sendo assunto de um podcast concorrente, eles têm que lidar com um monte de vizinhos de Nova York, que pensam que eles cometeram o assassinato.
O retorno de Only Murders in the Building será em 28 de junho. A primeira temporada está disponível no Star+.
A HBO liberou oficialmente o primeiro trailer da próxima temporada de Westworld e apresentou os personagens principais em diversas situações, das mais suaves até momentos mais intensos. Confira abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=gmJoUYBGVJU
Há algum tempo, Lisa Joy (cocriadora da série) tinha revelado que os novos episódios terão retornos icônicos e também a exploração de novos mundos.
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes – ou novatos – podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”. Entre os residentes do parque, está Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood), programada para ser a típica garota da fazenda, que está prestes a descobrir que toda a sua existência não passa de bem arquitetada mentira.
Westworld retornará para o seu quarto ano em 26 de junho.
E para encerrar a lista de novidades nas plataformas de streaming, veja abaixo o catálogo do Disney+ para este mês.
04/05
Disney Gallery: O Livro de Boba Fett
Invasion Earth
Yukon: Plantão Veterinário: Nona temporada
06/05
Amazônia Eterna O Lar das Crianças Peculiares
11/05
The Quest: A Missão Marvel Studios: Avante: Nos Bastidores de Cavaleiro da Lua
PJ Masks – Herói de Pijama: Quinta temporada
A Vida Por Um Fio
T.O.T.S.: Serviço de Entrega de Filhotes: temporada 2
13/05
Os Tênis Encantados
18/05
Molly McGee e os Fantasmas
Gabby Duran – Babá de Aliens
Os Top Dez dos Anos 80
Aprendendo com Disney Junior: Segunda temporada
Engenharia Fantástica: Primeira temporada
20/05
Tico e Teco: Defensores da Lei
The Snale and the Whale
25/05
Fim de Semana em Família
Tal Sydney, Tal Max
Lacinhos da Minnie: Organizadora de Festas
Witness to Disaster Austrália: Vida Selvagem
27/05
Cozinhas de Emergência Obi-Wan Kenobi: episódios 1 e 2
Elcano e Magalhães: A Primeira Volta ao Mundo
Bikes
A Netflix também promete várias novidades para o mês que começou e você pode conferir abaixo a lista das produções que já estão no catálogo e que entrarão ao longo das semanas.
01/05
Blade Runner 2049
Muitos Homens Num Só
02/05
Octonautas – Missão Planeta: Segunda temporada
04/05
The Circle EUA: Quarta temporada El Marginal – O Cara de Fora: Quinta temporada
05/05
O Pentavirato: Primeira Temporada
06/05
Bem-Vindos ao Éden: Primeira temporada
O Som da Magia: Primeira temporada
Os Opostos Sempre se Atraem
Thar Jackass 4.5
09/05
Divinas Divas
10/05
Supermães: Sexta temporada
11/05
Irmandade: Segunda temporada
O Soldado que Não Existiu
12/05
As Viúvas
13/05
O Poder e a Lei: Primeira temporada
Império da Ostentação: Segunda temporada
De Volta ao Baile
15/05
Sequestro em Cleveland
16/05
Vampiro no Jardim: Primeira temporada
As Duas Irenes
17/05
Servo do Povo – O Filme
18/05
Pretty Guardian Sailor Moon S
Amor no Espectro EUA: Primeira temporada Quem Matou Sara?: Terceira temporada
19/05
O Chefinho – De Volta ao Berço: Primeira temporada
Rodrigo Sant’Anna: Cheguei!
O Fotógrafo e o Carteiro: O Crime que Parou a Argentina