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A Terra dos Filhos | Obra do italiano Gipi é lançada no Brasil

Está sendo lançado no Brasil a graphic novel A Terra dos Filhos do italiano Gipi. A publicação será pela Editora Veneta. A trama gira em torno de um pai que tenta educar seus dois filhos à sua maneira, tendo como cenário um mundo pós-apocalíptico.

Em A Terra dos Filhos, um pai autoritário e agressivo, aplica uma pedagogia dura, sem nenhum vestígio de ternura e que reduz tudo ao essencial: aprender a sobreviver. Um mundo hostil e perigoso, que exige meninos insensíveis, brutais e ferozes.

Confira a capa nacional:

Enquanto lutam para se manterem vivos, os dois garotos cultivam uma mesma obsessão: descobrir o que o pai registra no seu diário. Eles não sabem ler e nem escrever, mas acreditam que o misteriosos caderno pode trazer respostas sobre a realidade árida e dura que vivem. Quando a tragédia os lança ao mundo, eles saem em busca de alguém que possa desvendar os segredos do diário.

A Terra dos Filhos tem formato 28 x 21 cm, 288 páginas e o preço de R$ 99,90. E já se encontra em pré-venda na Amazon Brasil.

 

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Um Pedaço de Madeira e Aço | Pipoca e Nanquim lança elogiada HQ

Já se encontra em pré-venda aqui no Brasil Um Pedaço de Madeira e Aço, elogiada HQ do quadrinhista francês Christophe Chabouté. A publicação conta a história de um banco de praça pública, que vê as pessoas passarem durante horas, dias, estações e anos. Cada uma com sua peculiaridade, cada uma com sua urgência. Algumas param, outras voltam e tem aquelas que esperam.

Quando foi lançada originalmente em 2012, Um Pedaço de Madeira e Aço ganhou elogios da critica especializada e de leitores. Chabouté tem um olhar particular e intimista com o preto e branco e usa desse olhar para contar uma história sensível e comum. Mas que ao mesmo tempo, cativante.

Confira na galeria abaixo a capa nacional e algumas páginas:

 

O banco é um refúgio, uma ilha, um abrigo, um palco. Um balé de anônimos conduzidos por uma coreografia habilmente orquestrada em que pequenas curiosidades, situações incríveis e encontros surpreendentes dão à luz uma história singular, por vezes cômica, por vezes trágica.

Um Pedaço de Madeira e Aço será publicado pela editora Pipoca & Nanquim, tem 340 páginas e o preço de R$ 69,90. O lançamento oficial será realizado no dia 28/05, mas você já pode garantir o seu exemplar com um desconto na Amazon Brasil. Uma obra indispensável em qualquer coleção.

 

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Cinema Música

Deadpool e Céline Dion dançam juntos em clipe musical do novo filme

Foi divulgado o trailer da música “Ashes” da cantora Céline Dion, a canção faz parte da trilha sonora de Deadpool 2. No trailer, o Mercenário Tagarela faz uma performance romântica (e hilária) com Dion.

O vídeo intercala cenas do novo filme com a Céline Dion cantando em um teatro e o Deadpool dançando com salto alto. Confira abaixo:

“Depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.”

Deadpool 2 tem direção de David Leitch e Ryan Reynolds volta ao papel principal. Zazie Beets faz a Dominó e Josh Brolin será o Cable. A estreia será em 17 de maio. Para mais detalhes de Deadpool 2 clique AQUI.

 

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Detective Comics Quadrinhos

Raul | A história de um golpe misturado com a vida de Rafa

Raul é a gíria para os indivíduos que aplicam golpes envolvendo obtenção fraudulenta de dados bancários e falsificação dos cartões magnéticos.

Entendendo o que significa o nome da graphic novel Raul, a reportagem em quadrinhos, publicada pela Editora Elefante, em seu debute no segmento da nona arte, a gente entende mais sobre a história que será contada na obra. E muito bem contada por Alexandre de Maio.

A trama mescla diversas frentes: uma que conta a origem e evolução até os dias de hoje desse crime silencioso, onde o bandido assalta sem portar uma só arma. Que provoca grandes perturbações aos lesados. Mas também é um relato fiel da criminalidade em geral, da truculência e subornos de alguns policiais, a vida nas regiões carentes, o grito abafado de agonia do sistema presidiário nacional (desde as casas para menores até as grandes prisões), tudo isso seguindo a vida de Rafa.

A história de Rafa é real e tanto o seu nome quanto os dos demais personagens apresentados na HQ, são ficcionais. Alexandre de Maio conta a vida de Rafa desde criança, quando chega a São Paulo, o início ainda jovem no crime, as vezes que foi preso, o poder aquisitivo que o golpe de Raul o deu. Mostrando de como ele chegou a ser um rapper famoso com uma carreira consolidada.

A realidade de um jovem que vê no crime uma forma de crescer na vida, não é novidade em nenhum lugar no mundo. Ainda mais no Brasil onde a divisão entre pobreza e riqueza são absurdamente enormes. A trama já começa com o pé lá embaixo, com a trajetória do jovem Rafa em golpes curtos, antes de entrar no circuito dos cartões, e suas idas e vindas às delegacias. O relacionamento com sua mãe que busca métodos poucos ortodoxos para “convencê-lo” a sair do crime.

Quando Rafa, depois de tantas experiências, resolve seguir no mundo do rap, Alexandre de Maio brinca na sequência. Ele traz a narrativa o protagonista levando uma vida que foi bem sucedida, com sucessos nas rádios, clipes em Youtuber entre os mais assistidos e a balança de manter uma carreira em um mundo tão competitivo como o da música. A dúvida entre seguir como rapper ou retornar a vida do crime é latente nessa fase da HQ e praticamente salta as páginas. Como se afogasse Rafa em um mar revolto.

A arte de Alexandre de Maio é como estar lendo um álbum de Sin City com Frank Miller nos melhores dias. O sombreamento, as páginas escuras e os personagens praticamente sem rostos não atrapalham a leitura e em certos momentos (principalmente os mais tensos, vide todas as cenas das cadeias) são sufocantes, mas só ajuda a passar a realidade do que Rafa estava vivendo no momento.

Alexandre de Maio fez um excelente trabalho investigativo em Raul. Pois além de uma biografia praticamente perfeita, vemos também como um golpe, que as agências bancárias insistem em esconder por causa das publicidades negativas, evolui ao passar dos anos. Fiquei curioso para saber mais coisas sobre outros golpes, que não são badalados pela grande mídia também.

Espero que mais obras de jornalismo em quadrinhos, que é tão comum lá fora, ganhem mais produções aqui no Brasil. Temos um nicho muito bom para explorar de situações que somente em Terras Tupiniquins acontecem. A excelente graphic novel Raul é uma prova disso.

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Sem Volta | Obra clássica de Charles Burns é lançada em volume único no Brasil

Está sendo lançada no Brasil, Sem Volta, a obra clássica de Charles Burns. Publicada originalmente como uma trilogia com os seguintes títulos: X’ed Out, The Hive e Sugar Skull, a Quadrinhos na Cia. está compilando tudo em um único volume. O autor mistura ação e mistério e mantém o leitor em um estado de constante tensão a cada ponto que confrontamos o passado e conhecer a nossa própria história. Será possível voltar atrás?

Sem Volta é uma jornada delirante pelo território incerto e sombrio da memória. Uma história em quadrinhos com uma atmosfera de sonho e realidade distorcida.

 

O jovem Doug, enquanto se recupera de um terrível trauma, tenta buscar as peças do seu passado. Sua paixão por Sarah, uma estudante de artes brilhante e atormentada; a doença do pai. Mas o que de fato aconteceu? Entre homens-lagarto, ovos verdes gigantes e a cena punk do final dos anos 1970, a história vai sendo montada e desmontada.

Sem Volta tem formato 20,8 x 27 cm, 176 páginas e o preço de R$ 69,90. O título já se encontra em pré-venda na Amazon Brasil.

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Detective Comics Quadrinhos

Eu te amo, Jane Foster

E chegou ao final a trajetória de Jane Foster, empunhando o Mjolnir e se aventurando como a Poderosa Thor. O gran finale foi publicado em Mighty Thor #706, lançado recentemente nos Estados Unidos, e com a HQ, se encerra uma das fases mais queridas por diversos leitores ao redor do mundo. Para você que quer saber como tudo começou clique AQUI.

Jane Foster sempre teve uma vida corrida e sofrida. A sua mãe morreu quando ela era ainda muito jovem. O seu pai trabalhou a vida inteira para lhe garantir um grande futuro, onde ela veio se tornar enfermeira e logo depois médica. Depois das idas e vindas ao relacionamento com Thor, ela se casou com o médico Dr. Keith Kincaid, com quem teve um filho chamado James. Mas depois de um desentendimento com Kincaid, ela pediu o divórcio e perdeu a custódia do filho.

Dr. Keith Kincaid, Jane Foster e o pequeno James em Thor Vol.1 #394.

Foi na época em que Thor enfrentava Gorr, o Carniceiro dos Deuses, que Jane tomou outro golpe pesado da vida: ela descobre que estava com um câncer de mama em um estágio bem avançado. O então, Deus do Trovão, queria levá-la para Asgard e tratar a doença com magia, mas Jane Foster recusou. Alegando que toda magia tem seu preço, e sendo uma mulher da ciência, ela preferia tratar em Midgard. Logo após ela assumiu o papel de parlamentar no Congresso dos Mundos, onde representava a Terra.

O roteirista Jason Aaron trouxe uma humanidade incomum que não se encontra normalmente em alguns personagens em quadrinhos. Que despertou a simpatia dos leitores pela saga da Poderosa Thor. É complicado e difícil você simplesmente trocar um personagem como Odinson e implantar outro no lugar. Ao longo dos anos diversos quadrinhos fizeram isso, e ainda fazem. Muitos dos pretextos das editoras são “para conservar o personagem”, mas muitas vezes é somente para alavancar o título com uma nova visão. Seja lá o que for, Aaron acertou em cheio, utilizando de clichês como identidade secreta. Algo que não é muito usado, salvo por alguns personagens, na Marvel Comics.

Uma das coisas mais legais das histórias, foi utilizar “argumentos” de alguns leitores logo no começo da carreira da jovem médica na vida de heroína. Na quinta edição, em uma briga contra o Homem-Absorvente, o vilão fala que não deveria chama-la de Thor. Pelo fato do original ser um “homem”. Falando até que se ela quiser ser uma super-heroína que arrume o próprio nome. E não pegue de ninguém. Além de fazer uma alusão ao feminismo. Bem, o resultado é um soco bem dado da Thor no “poderoso” vilão.

Quando se troca um personagem do quilate do Thor, sempre há de existir a reclamação. Agora, imagina se troca por uma mulher? A enxurrada de criticas no início foram fortes. Mas Jason Aaron segurou a marimba, juntamente com a Marvel, e prosseguiu. E sem beber muito da água de diferença de gêneros, feminismo ou coisas do tipo.

E acabou que Jane Foster se tornou uma das mais queridas. A trajetória dela como Thor é fantástica e pode-se levar para nossas vidas pessoais como exemplo de perseverança. Jane sofria de um câncer em um estado avançado. Por várias vezes vemos (e sentimos) o sofrimento da quimioterapia faz nas pessoas. O procedimento é doloroso, pois a química implantada nele busca destruir as células cancerígenas. Mas, em contra partida, arrasam a saúde do enfermo. Quando porta o martelo, Jane Foster, elimina todo esse veneno do seu corpo, mas a magia do martelo não é capaz de eliminar o câncer.

O ato de se transformar para Jane Foster é uma lufada de bons ventos em meio à tempestade da doença. É quando ela se sente útil. Forte. Determinada. Fazendo uma comparação “pobre”, é como aquela pessoa que está enfermo (seja lá com qual doença for) e recebe uma visita querida, ou então consegue dar um passeio para um lugar diferente de sua rotina no hospital ou que simplesmente recebe uma nova perspectiva de vida para o que enfrenta.

A Jane Foster que foi apresentada por Jason Aaron, nada mais é do que uma pessoa comum. Ela tinha o problema da doença, nas suas transformações era como levantar do leito e correr em verdes pastos, mas sabendo que voltaria a enfrentar o seu destino. Ela sabia da dádiva que tinha, e que não era para todas as pessoas que sofrem da mesma forma. Sabendo disso, ela procurava fazer o melhor para essas pessoas também. Existe uma passagem muito bonita na edição #8, quando ela narra a sua rotina e fala de uma amiga, que ela a leva para pescar, e no dia seguinte se assegura para que não chovesse no seu funeral.

Esses fatos é uma retomada na humanidade do mito Thor. Odinson, só veio se apegar aos humanos, após ser forçado a viver entre eles. Com Jane Foster foi diferente. Ela já tem esse lado humano mais aflorado. Por ser natural da Terra, ser médica, ela conhece as mazelas da vida. E muitas vezes se revoltam contra os Deuses que insistem em suas causas pequenas e muitas vezes mesquinhas, enquanto milhares de humanos simplesmente se ajoelham e depositam sua fé em orações que são ignoradas.

Exercendo o maior poder: implantar esperança.

Seria totalmente injusto colocar todos os créditos do sucesso de Poderosa Thor somente em Jason Aaron. O desenhista Russel Dauterman fez um belíssimo trabalho. Com seus traços, detalhes nas páginas e diagramações. Juntamente com Matthew Wilson, o colorista, com belas paletas deram outro astral e vida as publicações. Repare os quadros em que Jane está na Quimioterapia, as cores são quase opacas, sem vidas. E quando está como Thor, principalmente logo após da transformação, as cores ficam mais alegres, um tanto quanto que vivas.

Depois dos fatos de Mighty Thor #706, a Jane Foster vai ter uma nova jornada, não sabemos se um dia ela voltará a empunhar o Martelo. Apesar de Jason Aaron continuar escrevendo para a série, nada é certo.

Jane Foster sempre foi uma figura recorrente na Marvel Comics, apesar de muitas vezes, ficar no segundo escalão das personagens que compõe o relacionamento com o herói principal. Ela por exemplo, nunca teve (até então) um destaque ou a popularidade de uma Mary Jane. Os filmes do Thor, com Natalie Portman no papel, ajudaram a levantar uma popularidade e torná-la mais conhecida para o grande público.

A caminhada da Jane Foster como a Poderosa Thor, foi mais do que uma fase. Foi um alento ler e acompanhar todas as batalhas da personagem como heroína e como mulher. Fica a esperança de que as pessoas tenham absorvido tudo de bom e positivo dela. E em meio de tantos atos humanitários. Com a poesia da transição da humana para deusa. Com o sacrifício peculiar, o fardo pesado e a sua história sofrida e forte desde que foi criada. Não tem como não amar Jane Foster.

 

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Devir divulga trailer da graphic novel Lazarus – Volume 1

Por meio de um belo trailer, a Editora Devir, divulgou a graphic novel Lazarus – Vol.1. A obra que tem roteiro de Greg Rucka e artes de Michael Lark foi publicada originalmente pela Image Comics e recebeu uma indicação ao Eisner na categoria Melhor Nova Série em 2014. Confira o trailer abaixo:

Em Lazarus, não existem mais fronteiras geopolíticas no mundo, agora as divisões são econômicas. Riqueza é poder, e o poder está concentrado em um punhado de Famílias. Aqueles que fornecem algum tipo de serviços às Famílias são protegidos. Todo o resto são considerados Refugos.

Cada Família possue uma pessoa que recebe o melhor dos treinamentos, tecnologia, recursos e vantagens cientificas. Essa pessoa se torna o protetor da sua Família, o seu Lazarus. Na Família Carlyle, Forever, a protagonista da trama, assume esse papel.

A Legendary Pictures e a Matt Tolmach Productions adquiriram os direitos de produzir uma série para a Amazon Prime. Co-criador da série, Greg Rucka, está ligado ao projeto que ainda não tem previsão de lançamento.

Lazarus – Vol. 1 tem formato 17 x 26 cm, 104 páginas e já se encontra em pré-venda, em versão capa dura e cartão.

 

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Weapon Lost | Demolidor monta uma equipe para encontrar Wolverine

Foram divulgadas as primeiras imagens de Hunt For Wolverine: Weapon Lost #1, a minissérie que marca o retorno de Logan ao Universo da Marvel Comics. A publicação tem roteiro de Charles Soule e artes de Matteo Buffagni, e será lançada em breve nos Estados Unidos.

A trama tem um clima noir/detetive e mostra que depois de algumas pessoas terem avistado um homem que acreditam ser o Logan, o Demolidor reúne um grupo formado por Misty Knight, Frank McGee e o mutante Cypher, no intuito de rastrear Wolverine e resolver o mistério. A trupe acaba descobrindo uma profunda conspiração que tem enormes ramificações em todo o mundo.

 

As minisséries com diferentes equipes criativas vão apresentar diferentes gêneros explicando o retorno do Wolverine. Weapon Lost será uma trama investigativa. Adamantium Agenda terá ação e aventura. Claws of the Killer terá um clima de terror. E em Mystery in Madripoor será uma história de romance.

Saiba mais sobre os mistérios que envolvem Hunt For Wolverine clicando AQUI.

 

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Onde está o corpo de Logan?

Contém spoilers sobre Hunt For Wolverine!

Lançado recentemente nos Estados Unidos, o especial Hunt For Wolverine #1, é o pontapé inicial para explicar o retorno de Logan do mundo dos mortos. Como já falamos AQUI, a trama inicia-se com Donald Pierce e seus Carniceiros adentrando na Cabana onde jaz o corpo do canadense em seu esquife de Adamantium, com a intenção de roubar seus restos mortais e lucrar no mercado negro. Mas acontece que os X-Men chegam e tentam frustrar os planos do bando.

Enquanto a luta ocorre do lado de fora, Pierce e Cylla usam um canhão molecular e dispara contra a estátua de Adamantium. E para a surpresa da dupla, ela está vazia!

Obviamente, já sabíamos que estava vazia graças à aparição de Logan em Marvel Legacy #1, onde a jovem Jean Grey ao visitar a Cabana, encontra o túmulo partido ao meio.

Marvel Legacy #1

Desde então, pensávamos que Logan tinha desperto e destruído para sair. Mas, agora com Hunt For Wolverine, ficamos sabendo que foram os Carniceiros que abriram a estátua. Então, quem tirou o corpo antes?

A resposta é bem simples. Kitty Pride. Em um flashback, os X-Men decidem em não deixar o corpo de Logan ali meio que vulnerável para caçadores de recompensas. Então, a mutante intangível é chamada para praticamente “puxar” o corpo para fora. Logo depois, um funeral em um belo vale verde é realizado e o corpo é enterrado.

 

Mas acontece que um belo dia, em que Kitty Pride está no túmulo percebe que o pano que foi usado para envolver o corpo de Logan está pendurado em uns galhos. E ela enfia o braço pela terra e sente que o corpo não está mais lá!

Eis que o mistério começa a tomar forma a partir desse momento. Como ele voltou à vida? Ele teve ajuda de alguém para sair do túmulo? Ou conseguiu por conta própria? Vale lembrar também, que em Marvel Legacy #1, Jean Grey fala: “Welcome Back. We missed you”, (“Bem vindo de volta. Nós sentimos saudades de você”, em tradução literal). Será que a jovem mutante tem algo a ver com a sua ressurreição? As respostas começam a serem reveladas a partir de agora nas minisséries que compõem Hunt For Wolverine.

 

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Confira as capas do crossover entre Archie e Batman’66

Archie Andrews será o novo Robin?

A minissérie Archie Meets Batman’66 vai marcar o encontro entre os estudantes mais famosos de Riverdale com a dupla dinâmica imortalizada por Adam West e Burt Ward na icônica série que foi produzida entre os anos de 1966 e 1968. É o segundo encontro entre a DC Comics e a Archie Comics em menos de um ano. Em 2017, foi publicada uma história escrita por Paul Dini, em que Arlequina e Hera Venenosa encontram Betty Cooper e Verônica Lodge.

Ainda não foram divulgados muitos detalhes sobre a trama, somente que uma batalha que começa em Gotham City acaba indo parar em Riverdale. E o Sr. Lodge se torna o inimigo número 1 da Dupla Dinâmica. Mas os roteiristas Jeff Parker e Michael Moreci prometem grandes encontros. Como o do Coringa com o Jughead.

 

“Todos nós queremos ver o que o Jughead e o Coringa vão aprontar. Vamos mostrar a dinâmica de romance na Riverdale High, com Dick Grayson e Barbara Gordon participando,” disse Jeff Parker.

A arte de Archie Meets Batman ’66 #1 será de Dan Parent, J. Bone e Kelly Fitzpatrick. A publicação será uma minissérie que terá seis edições e o lançamento está previsto para julho nos EUA.