Daniel Espinosa, diretor de Morbius, comentou ao uproxx, que para se dedicar ao papel do Vampiro Vivo, Jared Leto usava muletas no set de filmagens.
Segundo Daniel, Leto ia ao banheiro mancando e com muletas. Entretanto, as pausas para ir ao toalete estavam tão demoradas, e posteriormente, diminuindo o ritmo das filmagens, que a equipe de bastidores providenciou uma cadeira de rodas para Leto ser mais ágil ao ir fazer suas necessidades.
Não é a primeira vez que Leto se dedica com forças total para um longa-metragem. Em Clube de Compras Dallas, o ator passou por um rigoroso jejum para interpretar uma travesti com HIV. Há rumores, de que nos bastidores de Esquadrão Suicida, filme onde ele interpreta o Coringa, o ator enviou ratos de verdade para os seus colegas de elenco.
I spoke to MORBIUS director Daniel Espinosa, who I think is a great filmmaker. I love Life and Safe House. When we spoke, the reviews were already out so I asked “what happened.” I told him I didn’t believe for a second this is the movie he turned in https://t.co/ehoCPhoPtb
História de ação e horror sobre um cientista que, ao tentar achar a cura para uma rara doença no sangue, acidentalmente se transforma em um vampiro vivo, que, embora sinta-se enojado por sua sede de sangue, decide se alimentar de criminosos que ele considera indignos de viverem.
O The Hollywood Reporter revelou de forma exclusiva, que o ator Harrison Ford irá estrelar a primeira série de sua carreira.
Intitulada de Shrinking, a trama acompanhará um terapeuta de luto (Jason Segel) ) que começa a quebrar as regras e a dizer a seus pacientes exatamente o que pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes mudanças na vida das pessoas, incluindo a sua. Ford será Dr. Phil Rhodes, o mentor do personagem de Segel. Descrito como elegante e educado, o seriado mostrará Phil lidando com o mal de Parkinson, o que o força a sair de sua zona de conforto enquanto lida com amigos intrusivos, sua família distante e seu legado.
Shrinking será uma série de comédia dramática produzida e distribuída pela Apple TV+. Os criadores de Ted Lasso são os desenvolvedores do projeto.
Neat-o: Harrison Ford heads to TV…as in Apple…for his first ongoing role, joining Jason Segel in SHRINKING. Details via @rickporterhttps://t.co/c2vzoGrWxU
Harrison Ford é um ator norte-americano conhecido por atuar como Han Solo na saga Star Wars, Indiana Jones na franquia Indiana Jones e Rick Deckard em Blade Runner e Blade Runner 2049.
Foi divulgado através do Deadline, que o ator Wesley Snipes trabalha em graphic novel intitulada de The Exiled.
A colaboração está sendo feita entre a produtora de Wesley, Maandi House Studios, com as editoras Gifted Rebels e PCB Entertainment.
Adam Lawson irá escrever a história criada por Wesley, enquanto Gabriel Eskivo Santos fará as artes, e Valentina Bianconi ficará encarregada das cores.
A história em quadrinhos seguirá o detetive Niles “Roach” Washington enquanto ele persegue um serial killer após um ataque mortal com gás. Enquanto o assassino arranca as espinhas de suas vítimas, usando ferramentas com mais de 5.000 anos, o mundo rejeita Roach por suas teorias. Mas seus instintos continuam empurrando-o para a frente. Com inimigos por todos os lados, ele entra na escuridão para encontrar o assassino e acaba descobrindo o segredo mais sombrio da Terra.
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Antes de Bill Skarsgård ser escalado para protagonizar o novo reboot de O Corvo, Jason Momoa havia sido escalado para estrelar um outro filme da franquia, no qual foi cancelado.
Corin Hardy, dirigiria a finada adaptação até então, que acabou sendo deixada de escanteio por diferenças criativas entre Samuel Hadida, CEO da Davis Films, com Momoa e Hardy.
Todavia, nem tudo a respeito deste filme está perdido. A seguir, você pode conferir um teste de câmera feito por Jason Momoa, aonde o ator aparece caracterizado como O Corvo.
Na noite antes de seu casamento, o músico Eric Draven e sua noiva são brutalmente assassinados por membros de uma gangue violenta do centro da cidade. No aniversário da sua morte, Eric sai de sua sepultura e assume o manto gótico do Corvo, um vingador sobrenatural, rastreando os bandidos responsáveis pelo crime que os assassinaram impiedosamente. Eric finalmente confronta o líder gangster Top Dollar para completar sua missão macabra. Diz a sinopse do longa lançado em 94 com Brandon Lee como protagonista.
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O The Hollywood Reporter divulgou com exclusividade, que a artista FKA Twigs entrou para o elenco do reboot de O Corvo, que até o momento, não possui data de lançamento.
A atriz irá interpretar a namorada do protagonista, na qual será alterada para co-protagonizar o longa-metragem. Não foi divulgado, se nesta nova versão, a moça será assassinada, assim como no filme original.
Bill Skarsgård irá estrelar, enquanto Rupert Sanders, de Ghost in the Shell e Branca de Nevee o Caçador, será o diretor do longa-metragem.
Before we get this week going, a bit of weekend business that some may not have seen: singer-turning-actress FKA Twigs will co-star in THE CROW reboot. She will play the girlfriend, who in this re-imagining has a co-leading role https://t.co/uEKQu61Fve
Na noite antes de seu casamento, o músico Eric Draven e sua noiva são brutalmente assassinados por membros de uma gangue violenta do centro da cidade. No aniversário da sua morte, Eric sai de sua sepultura e assume o manto gótico do Corvo, um vingador sobrenatural, rastreando os bandidos responsáveis pelo crime que os assassinaram impiedosamente. Eric finalmente confronta o líder gangster Top Dollar para completar sua missão macabra. Diz a sinopse do longa lançado em 94 com Brandon Lee como protagonista.
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Em uma entrevista para a Variety, Oscar Isaac revelou que Robert Downey Jr., intérprete do Homem de Ferro por dez anos no MCU, deu-lhe conselhos sobre entrar no Universo Cinematográfico da Marvel.
”Eu conversei bastante com Robert Downey Jr.. Quer dizer, ele já era um amigo, então apenas discutimos qual é o seu senso disso e como seu processo ao longo de dez anos tem sido. Ele foi uma ótima pessoa para debater a respeito do MCU. Para mim, ele é a maior inspiração desse universo, porque até hoje, o primeiro filme do Homem de Ferro continua sendo o meu favorito.”
”Ele me falou muito bem sobre Kevin Feige, afirmando que ele é um gênio e um grande colaborador. ‘Não tenha medo de entrar e expor suas ideias, seja ousado em suas escolhas’ disse ele no final da nossa conversa”.
Oscar Isaac has revealed Robert Downey Jr.’s advice to him about joining the #MCU:
Steven Grant, funcionário de uma loja de presentes, é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha o seu corpo com o mercenário Marc Spector.
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O Market Research divulgou através do Yahoo! Finance, quanto foi os salários de Tobey Maguire e Andrew Garfield em Sem Volta Para Casa.
Ambos os atores receberam US$ 1 milhão para participarem por cerca de trinta minutos no longa-metragem. Para efeito de comparação, Tobey Maguire ganhou US$ 4 milhões em Homem-Aranha, US$ 39,4 milhões (US$ 17, 5 milhões + 5% da bilheteria mundial) em Homem-Aranha 2 e US$ 63,6 milhões (US$ 15 milhões + 7,5% da bilheteria) em Homem-Aranha 3.
Quanto a Garfield, o astro recebeu US$ 500 mil por O Espetacular Homem-Aranha e US$ 1 milhão em O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro. O salário de Tom Holland em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa não foi divulgado.
Em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, Peter Parker (Tom Holland) precisará lidar com as consequências da sua identidade como o herói mais querido do mundo após ter sido revelada pela reportagem do Clarim Diário, com uma gravação feita por Mysterio (Jake Gyllenhaal) no filme anterior. Incapaz de separar sua vida normal das aventuras de ser um super-herói, além de ter sua reputação arruinada por acharem que foi ele quem matou Mysterio e pondo em risco seus entes mais queridos, Parker pede ao Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) para que todos esqueçam sua verdadeira identidade. Entretanto, o feitiço não sai como planejado e a situação torna-se ainda mais perigosa quando vilões de outras versões de Homem-Aranha de outro universos acabam indo para seu mundo. Agora, Peter não só deter vilões de suas outras versões e fazer com que eles voltem para seu universo original, mas também aprender que, com grandes poderes vem grandes responsabilidades como herói.
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— The Walking Dead World (@TWalkingDWorld) March 31, 2022
Antes um porto seguro e um lar, Alexandria agora está severamente devastada. Os que ainda permanecem lutam para reforçá-la, proteger seu crescente número de sobreviventes e impedir que a comunidade colapse como muitas outras. Com tensões crescendo dentro de seus fortes, os grupos precisam encontrar as forças pra salvar as vidas de suas crianças, mesmo que isso signifique perder as suas próprias.
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Venom e Venom: Tempo de Carnificina foram concebidos pela Sony Pictures, como duas produções cinematográficas que seriam o pontapé inicial para o universo cinematográfico da Sony com personagens da Marvel Comics, mais especificamente, com vilões e anti-heróis da mitologia do Homem-Aranha.
Fãs de super-heróis estranharam a proposta da produtora, visto que o amigão da vizinhança não faz parte desta terra e está inserido no MCU. Inicialmente, muitos acreditavam que este universo cinematográfico estaria sim inserido no MCU (algo parecido com que a Marvel fez com Agents of S.H.I.E.L.D. e Defensores), mas que ele teria um recanto próprio, interferindo apenas em de forma minuciosa no Universo Cinematográfico da Marvel e vice-versa. Com a estreia de Tempo de Carnificina, ficou claro que essa não era a proposta da Sony Pictures.
Posteriormente, o estúdio anunciou que estava trabalhando em um filme live-action de Morbius, anti-herói que já batalhou com o Homem-Aranha que se tornou um vampiro através de experiências laboratoriais, e o melhor, Jared Leto, renomado artista ganhador da estatueta de melhor ator coadjuvante no Oscar 2014 por Clube de Compras Dallas, iria estrelar a história. Finalmente, a Sony estava tomando um rumo perante as suas personas! É… não.
Um dos personagens mais interessantes e conflituosos da Marvel chega à tela grande com o vencedor do Oscar Jared Leto se transformando no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?
Morbius é uma grande propaganda enganosa. O seu segundo trailer aproveitou da boa fé dos aracnofãs, para referenciar os universos de Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland, com o intuito de trazer o maior número de telespectadores para as salas de cinema. Todavia, por motivos desconhecidos, todas as as referências aos teiosos foram cortadas do filme. É nítido que a Sony não sabe qual rumo tomar com o constante sucesso que as produções de Kevin Feige fazem todos os anos.
História esquecível, personagens pouco carismáticos e um péssimo vilão são as melhores palavras que definem Morbius, uma obra cinematográfica que possuía um potencial interessante em suas mãos, mas que preferiu jogá-lo aos ventos.
Venom e Venom: Tempo de Carnificina são longas-metragens concebidos para serem uma piada propositalmente, e que consequentemente, acabaram engajando o público através de suas incontáveis galhofas. Já, Morbius não segue por esse caminho, que acabou fazendo os seus ”colegas” serem sucessos de bilheteria. Ele opta por uma via em que leva o seu enredo a sério demais através de momentos vergonhosos e tediosos ao tentar executar suas ações de formas mais sérias.
Jared Leto entrega uma performance barcaça ao dar vida ao Vampiro Vivo. Leto está sem fascínio algum nessa película, visto que Michael Morbius aceita suas condições de se tornar um monstro sedento por sangue sem relutância alguma. Faltou um desenvolvimento mais imersivo após Michael se transformar em uma criatura noturna. É decepcionante o curso que o roteiro decidiu tomar quanto a trajetória do anti-herói em sua transformação vampiresca, dado que havia tantos trajetos relevantes que a equipe criativa poderia ter seguido.
Adria Arjona, Tyrese Gibson, Jared Harris e Al Madrigal são um elenco de apoio que não funcionam. É praticamente impossível pegar qualquer tipo de apego emocional com seus personagens, dando a impressão que estão na produção apenas para preencher lacunas por meio de ligações emocionais com Morbius, o que acaba dando errado, causando situações totalmente artificiais e descartáveis. O interesse amoroso de Michael (Arjona) é calamitoso e desinteressante, enquanto o personagem de Harris pouco aparece na história, causando uma sensação de relutância quando ele está em tela. Já, os detetives vividos respectivamente por Tyrese e Madrigal não servem para muita coisa, uma vez que aceitam que um vampiro está à solta em Nova York sem muita relutância.
Todavia, Loxias Crown, o antagonista de Morbius interpretado por Matt Smith, é sem sombras de dúvidas, a figura mais deplorável do filme. Loxias é concebido como o melhor amigo de Michael, onde possui uma personalidade gentil e amigável. Entretanto, ao se transformar no inimigo do Vampiro Vivo, Loxias muda de ego da forma mais sórdida possível. Sem motivações, Crown é o personagem mais descartável da trama, instigando um sentimento de infelicidade ao espectador todas as vezes que ele dá as caras.
Dói ver o que a equipe criativa de Morbius e os executivos da Sony Pictures fizeram com um elenco tão talentoso, dado que não há um astro sequer na produção que é ruim ao fazer seus trabalhos.
Matt Smith como Loxias Crown em Morbius.
Por sorte, os efeitos especiais e as cenas de luta são agradáveis, tais quais as sequências de perseguições. A caracterização do protagonista também agrada os olhos, sendo uma atualização interessante quando comparada com a sua contraparte dos quadrinhos. Sua fotografia também merece ser elogiada em dados momentos, usando takes interessantes e inteligentes para ocultar as cenas mais sangrentas sem desrespeitar o que está sendo mostrado.
É um pouco incômodo presenciar Michael Morbius alterando a sua aparência toda vez que ele está raivoso, mesmo com o CGI sendo minimamente bem feito. Outro ponto que merece ser mencionado, é o semblante de Crown quando ele se transforma no ser noturno. O departamento de artes visuais poderia ter tido um cuidado especial ao deixar o herói com uma feição diferente do seu oponente, mas eles optaram pelo caminho mais simplório, dando a sensação de que era a mesma pessoa mas com vestimentas e corte de cabelo diferentes.
Morbius se encerra deixando uma sensação amarga. O seu final é contemplado repentinamente e com pouco glamour. É evidente que após muitos adiamentos, o longa-metragem passou por extensas edições, dando o pressentimento que ele estava sim situado no MCU, mas que por causas de conflitos criativos, passou para outra realidade.
Morbius passa longe da qualidade de um filme da DC ou da Marvel Studios, sendo completamente esquecível e conflituoso com o Universo Cinematográfico da Sony Pictures. Porém, pode ser uma boa saída para um grupo de amigos que estão fazendo uma noite da pizza, ou para alguém que quer passar o tempo ao lado dos avós assistindo algo para distrair a cabeça junto da família.
Nota: 2,5/5
Kraven, o Caçador será a próxima obra situada no Universo Cinematográfico da Sony, junto de Madame Teia, que deve estrear no segundo semestre de 2023. Nunca se deve julgar um livro pela capa, mas é preocupante o rumo que a produtora está tomando com a mitologia do Homem-Aranha nas telonas. O mais sensato, seria deixar Kevin Feige cuidando do departamento destes personagens em live-action, enquanto a Sony Pictures ficaria apenas produzindo dezenas de continuações de Homem-Aranha no Aranhaverso, afinal, isso ela sabe fazer de melhor: animações.