Criado pelo roteirista e produtor executivo Ezra Koenig (Vampire Weekend), Neo Yokio teve um vídeo promocional inédito divulgado pela Netflix. O anime será protagonizado por Jaden Smith, tendo ainda Nick Weidenfeld no roteiro e na produção.
A animação é feita pelos estúdios Production IG, Studio Deen e MOI.
https://www.youtube.com/watch?v=hwc6fTnsdBI
Neo Yokio tem no seu elenco: Susan Sarandon, Jaden Smith, Jude Law, Tavi Gevinson, Jason Schwartzman, Desus & Mero, Richard Ayoade, Ike Barinholtz, Steve Buscemi, Alexa Chung, Stephen Fry, Katy Mixon, Annet Mahendru, Kiernan Shipka, Willow Smith e Amandla Stenberg.
Todos os seis episódios do anime serão lançados mundialmente no dia 22 de setembro exclusivamente na Netflix.
A Netflix liberou um novo vídeo da adaptação americana de Death Note, que já está disponível no serviço de streaming. Nele, é mostrando o processo de criação do shinigami Ryuk, dublado pelo ator Willem Dafoe.
Assista ao vídeo abaixo:
A trama se desenrola após Light Turner (Nat Wolff) encontrar um caderno que permite matar qualquer pessoa apenas escrevendo seu nome. Então, o melhor detetive do mundo, L (Keith Stanfield), começa uma investigação para descobrir quem é Kira e quais são seus propósitos.
Lakeith Stanfield and Nat Wolff in the Netflix Original Film "Death Note"
Confesso que nunca fui muito chegado em animes, mas não pude evitar quando a minha timeline do Facebook só estava falando sobre um assunto: O Death Note da Netflix. Claro que como toda adaptação de anime/mangá, os comentários foram negativos. Foram tão negativos, a ponto de eu assistir aos 37 episódios do anime para assistir ao filme. O anime é uma obra fantástica e derruba o estereótipo criado por alguns (inclusive eu) de que os desenhos são japoneses só tem lutinha e humor nonsense, é um thriller policial focado no embate entre duas mentes geniais: Light e L. E o filme da Netflix? É completamente diferente do anime, mas é um exemplo de uma boa adaptação.
Quando falo em adaptação, falo em se adequar a algo, no caso, o Death Note de Adam Wingard se adéqua perfeitamente à sociedade ocidental. Se no anime acompanhamos o perfeito e futuramente sociopata Light Yagami, aqui acompanhamos o imperfeito e instável Light Turner(Nat Wolff), que é basicamente o retrato do adolescente da geração millenium. Ele é o cara esperto, emocional e loser. Ele quer impressionar a garota que ele gosta e não, ser o Deus do Novo Mundo. Sendo assim, posso dizer que o Light da Netflix é você, ou pelo menos, é mais relacionável com o espectador. Vai me dizer que você também não contaria que tem um caderno da morte para impressionar uma garota?
Principalmente uma garota como a Mia(Margaret Qualley), que deixa de ter o papel de namorada submissa e se torna aquilo que Turner não consegue: Kira. É uma decisão muito mais interessante, para falar a verdade. O detetive L(Keith Stanfield) deixa de ser aquele cara estranho com olheira – você provavelmente já quis se sentar como ele se senta – e se torna alguém mais instável e mais equilibrado, alguém mais real. Realidade em um filme sobre um caderno que mata? Real não, verossímil. Se Light e L no anime são tão parecidos por causa da inteligência, os respectivos personagens da adaptação são parecidos em outro aspecto: A instabilidade.
Nesse conjunto de ideias interessantes do novo Death Note, nem todas são bem executadas devido à duração. 1 hora e 40 minutos é muito pouco para ter seu público totalmente investido nos personagens e ele sofre com isso no terceiro ato, em que ele deveria atingir o seu ápice. O trabalho de CGI em Ryuk é incrível e a voz de William Dafoe, é provavelmente a escolha mais acertada do elenco. A direção de Wingard é competente e criativa. As mortes escritas no caderno são criativas e bizarras, como se a intenção do diretor fosse trazer um filme trash repleto de sangue. A montagem também é eficiente e divertida ainda mais com a presença de músicas como The Power of Love. Em nenhum momento é possível ficar entediado devido a rapidez, em um piscar de olhos o filme já terminou.
Death Note definitivamente deveria ser um pouco mais longo em prol do desenvolvimento de personagens, mas é divertido e tem ideias interessantes para se encaixar no contexto ocidental. É aquilo que ele precisava ser, um filme sobre um cara que quer impressionar a garota e não, escrever nomes em um caderno enquanto faz poses comendo batatinhas.
A Marvel está adotando uma estratégia militar para divulgar sua série com Frank Castle na Netflix. A lista com os 13 episódios de Justiceiro (The Punisher) foi divulgada em código morse.
Esse é o alfabeto para decodificar o código morse.
Aqui a lista dos episódios já decodificada.
S01E01 – 3 A.M.; S01E02 – Two Dead Men; S01E03 – Kandahar; S01E04 – Resupply; S01E05 – Gunner; S01E06 – The Judas Goat; S01E07 – Crosshairs; S01E08 – Cold Steel; S01E09 – Front Toward Enemy; S01E10 – Virtue of the Vicious; S01E11 – Danger Close; S01E12 – Home e S01E13 – Memento Mori.
O Justiceiro (The Punisher) tem no seu elenco: Jon Bernthal, Jason R. Moore, Ebon Moss-Bachrach, Michael Nathanson, Jaime Ray Newma, Amber Rose Revah, Paul Schulze, Daniel Webber, Deborah Ann Woll, Kobi Frumer, Ripley Sobo, e Kelli Barrett.
A Netflix liberou o teaser da quarta temporada de Black Mirror, série de ficção científica centrada em satirizar a sociedade moderna a respeito de sua relação com a tecnologia.
Confira ao vídeo abaixo:
A lista de diretores e roteiristas contam com nomes de peso, que são: Jodie Foster (Taxi Driver), Toby Hanes (Sherlock), Tim Van Patten (Game of Thrones) e David Slade (Deuses Americanos.)
Abaixo, você pode conferir os nomes de cada episódio com seus respectivos diretores, roteiristas e elenco:
.Crocodile
–Roteiro: Charlie Brooker.
-Direção: John Hillcoat.
-Elenco: Andrea Riseborough, Andrew Gower e Kiran Sonia Sawar.
.Arkangel
-Roteiro: Charlie Brooker.
-Direção: Jodie Foster.
–Elenco: Rosemarie Dewitt, Brenna Harding e Owen Teague.
.Hang the DJ
-Roteiro: Charlie Brooker.
-Direção: Tim Van Patten..
–Elenco: Georgina Campbell, Joe Cole e George Blagden.
Elenco: Douglas Hodge, Letitia Wright, Babs Olusanmokun.
Até o fechamento dessa matéria, não foi informada a data de lançamento da quarta temporada. As temporadas anteriores já estão disponíveis no serviço de streaming.
A BBC America soltou hoje o trailer oficial da Segunda Temporada da série Dirk Gently’s Holistic Detective Agency, que adapta os livros de mesmo nome, escritos por Douglas Adams (O Guia do Mochileiro Das Galáxias).
Confira:
A série também ganhou uma data de lançamento: 14 de outubro.
Samuel Barnett e Elijah Wood estrelam a série. A Segunda Temporada contará com a participação de Alan Tudyk (Rogue One).
No Brasil, Dirk Gently é exibido pela Netflix, e assim como a sua Primeira Temporada, a série só deverá chegar ao catálogo do serviço de streaming após o término de sua exibição nos EUA e no Reino Unido.
Se a união dos Vingadores foi épica, o mesmo não se pode dizer de Os Defensores, o crossover entre os quatro heróis urbanos da Marvel/Netflix. Uma ótima ideia, visto que estes personagens mais “pé no chão” sempre tiveram histórias melhores e mais interessantes que o Homem de Ferro por exemplo. Infelizmente, o resultado é uma ideia mal executada.
Uma série precisa começar interessante se ela quiser a atenção do público e Os Defensores começa confuso, não confuso no sentido de complexo, confuso no sentido de mal executado. O piloto começa com uma cena de ação em um esgoto, é impossível entender o que está se passando ali e essa primeira cena dita como serão a maioria das cenas de ação nos próximos episódios. Ainda não sei se elas são mal filmadas ou mal coreografadas, provavelmente os dois. Demolidor dá suas piruetas, Punho de Ferro continua não sabendo lutar nenhum tipo de arte marcial (e a repetir que ele é o Punho de Ferro Imortal), Luke Cage e Jessica Jones jogam pessoas no chão e é isso. Claro que temos uma exceção, no terceiro episódio temos uma cena ao melhor estilo “luta no corredor” que é extremamente empolgante, bem filmada, coreografada e com uma trilha que se encaixa de forma orgânica, sem sombra de dúvidas, é a melhor cena da temporada. Não existe o mesmo cuidado que existia na primeira temporada de Demolidor.
Essa cena é bacana.
Os dois primeiros episódios são uma aula de como não se montar e dirigir um episódio. Os diretores abusam do uso da câmera giratória sem motivo algum, inclusive existe uma simples tomada com uma porta giratória. O pior exemplo que eu posso dar deste recurso está no primeiro episódio quando Matt está defendendo seu cliente e a câmera não sabe quando parar, causando tonteira no espectador. Quem dera fosse apenas isso, a transição de cenas com o metrô de Nova York dá uma cara de novela para a série e as cenas são mal encaixadas, a montagem delas é desconexa. Nesses dois primeiros episódios que por assim dizer, são fillers, a direção e o roteiro tentam construir um quebra cabeça para a união dos personagens, mesmo sendo desnecessário, pois ele já está montado, mas eles estão cegos para perceberem isto.
Os Defensores também peca nos antagonistas. Depois de vilões fantásticos como o poderoso Rei do Crime de Vincent O’Donofrio e o manipulador Kilgrave de David Tennant, a Alexandra da Sigourney Weaver vem como um balde de água fria. Apesar da atriz ter feito o que pôde com o roteiro que tinha em mãos, é uma vilã com motivações não tão claras e mal escrita. Ela está morrendo, ela almeja a vida eterna, mas em nenhum momento nós sentimos que a personagem está perseguindo o seu objetivo, o que há de interessante nela, é a sua briga hierárquica com os membros do Tentáculo, se o roteiro tivesse investido um pouco mais nisso, não teríamos uma vilã memorável, mas uma vilã decente ao menos. Quando nós não tememos o antagonista, quase toda a tensão se perde e apesar do ótimo retorno da Elektra da Elodie Young – muito mais mortal e psicótica desta vez – não temos uma grande ameaça.
Caros roteiristas, não se desperdiça a Ripley deste jeito.
Já os nossos heróis, em sua maioria são carismáticos, mas alguns só funcionam ao lado de outro personagem, como é o caso do Punho de Ferro com o Luke Cage. Sozinho, Danny Rand é o pior Punho de Ferro que existe, é um personagem chato que recebe um destaque maior do que deveria, ao lado do Herói do Harlem, ele é um personagem mais interessante e um pouco mais carismático. Talvez a Marvel e a Netflix devam investir em uma série dos Heróis de Aluguel. Cage, Jessica Jones são bons personagens e tem seus momentos, mas quem brilha é o Demolidor. Ele é o personagem com o arco mais bem desenvolvido e mais bem escrito. Com o retorno da Elektra, temos ainda mais dilemas para o herói lidar. Esses dilemas poderiam ter sido facilmente abordados em uma terceira temporada da série dele, mas os roteiristas fizeram um bom trabalho aqui. Juntos, o grupo pode não impressionar nas cenas de ação, nem mesmo na química, mas é inegável afirmar a existência de boas interações aqui.
Os Defensores, infelizmente não defendem nada e provavelmente foi pensado como uma forma de definir as tramas das próximas temporadas dos heróis da Marvel/Netflix. Em meio a inúmeros erros amadores, mais uma vez o maior problema é a montagem do quebra cabeça do “Universo Expandido”. O maior acerto foi a quantidade de episódios, tornando-a menos arrastada em relação às três séries anteriores.
A Netflix disponibilizou um novo um trecho de uma cena presente na adaptação cinematográfica de Death Note. Nela, os personagens Kira e L se encontram pela primeira vez, homenageando o clássico momento do anime onde os dois se encontram pela primeira vez em uma lanchonete.
Confira ao vídeo legendado logo abaixo:
A trama se desenrola após Light Turner encontrar um caderno que permite matar qualquer pessoa apenas escrevendo seu nome. Então, o melhor detetive do mundo, L (Keith Stanfield), começa uma investigação para descobrir quem é Kira e quais são seus propósitos.
Death Note estreia em 25 de agosto no serviço de streaming.
A Netflix divulgou novos detalhes sobre a primeira temporada de The Punisher, a nova série do Justiceiro.
O Justiceiro (The Punisher) tem no seu elenco: Jon Bernthal, Jason R. Moore, Ebon Moss-Bachrach, Michael Nathanson, Jaime Ray Newma, Amber Rose Revah, Paul Schulze, Daniel Webber, Deborah Ann Woll, Kobi Frumer, Ripley Sobo, e Kelli Barrett.