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Quadrinhos

Secret Empire | Capitão América fala dos planos da HYDRA para os EUA

Foi publicado pela Marvel Comics, o epílogo de Guerra Civil 2 intitulado de Civil War II: The Oath, que faz ligação com a esperada saga Secret Empire. A saga vai abordar o Capitão América controlado pela HYDRA e seus planos contra os Estados Unidos estarão a todo vapor.

Nas páginas divulgadas de The Oath, Steve Rogers é nomeado o novo diretor da SHIELD, ou seja, agora tem mais poder sobre o governo americano. Então ele visita o Tony Stark, que está em coma, e promete destruir tudo o que o Homem de Ferro construiu e vai transformar as instituições americanas pela HYDRA. Onde se inclui: imprensa sob controle militar, campos de concentração, crianças perseguindo mutantes e mais atos nazifascistas. Confira na galeria abaixo:

 

Para quem não sabe, Rogers tem agido sob o comando da HYDRA desde a metade de 2016. O Caveira Vermelha usou a garota-cubo cósmico e implantou falsas memórias no Capitão América. Onde ele acredita que foi criado para servir a HYDRA.

Nas mitologia da Marvel, Secret Empire (Império Secreto) é uma subdivisão da HYDRA, que é liderado por uma figura misteriosa chamada apenas de Número 1. A organização já enfrentou a SHIELD e os heróis da Casa das Ideias diversas vezes ao longo dos anos e foi criada por Stan Lee e Jack Kirby em Tales to Astonish #81.

dias de um futuro

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Cinema

Aquaman | Yahya Abdul-Mateen II escalado como Arraia Negra

Seguindo a aclamação da crítica por seu papel em The Get Down, o ator foi escolhido para interpretar o vilão no vindouro projeto do diretor James Wan.

Yahya se juntará a Patrick Wilson como Mestre dos Oceanos, Willem Dafoe como Vulko, Amber Heard como Mera e Jason Momoa como Arthur Curry/Aquaman.

Arraia Negra é um dos principais vilões do personagem e fez sua primeira aparição em Aquaman #35. Ele fez parte da Liga da Injustiça.

As filmagens de Aquaman estão previstas para o primeiro semestre deste ano, cujo lançamento nos cinemas está confirmado em 5 de outubro de 2018.

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Cinema

The Batman | Ben Affleck não será mais o diretor do filme-solo

Ben Affleck decidiu renunciar o cargo de diretor do primeiro filme-solo do Cruzado Encapuzado. Logo, permanecerá apenas como produtor e protagonista do longa.

”Há certos personagens que ocupam um lugar especial no coração de milhões”, disse Ben em um comunicado. ”Realizar este papel exige foco, paixão e o melhor desempenho que posso dar. Tornou-se claro que não posso fazer ambos os trabalhos para o nível que eles exigem. Juntamente com o estúdio, decidir encontrar um parceiro que colaborará comigo neste filme. Eu ainda estou nele, e estamos fazendo isso, mas estamos atualmente à procura de um diretor. Continuo extremamente comprometido com este projeto e espero poder trazer isso à vida para os fãs de todo o mundo.”

”A Warner Bros. suporta totalmente a decisão de Ben Affleck e continua empenhada em trabalhar com ele para trazer uma imagem do Batman autônoma para as telonas”, disse o estúdio.

Affleck completou o trabalho como Batman em Liga da Justiça, cujo lançamento acontecerá em 17 de novembro deste ano e estava se preparando para The Batman no roteiro em conjunto com Geoff Johns.

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

Primeiras Impressões | Urara Meirochou

Começarei a postagem de hoje com uma adivinhação. Confiem em mim, eu treinei tarô com o Abdul, aprendi a ler as águas com os Jinyu e sei consultar uma bola de cristal do jeito que a Sabrina me ensinou. Depois de consultar as estrelas, elas me disseram que “japonês é um povo estranho“.

O tema da abertura das Primeiras Impressões de 2017 é justamente a adivinhação. Baseado num mangá 4-koma com início de publicação em 2014, cujo autor possui apenas dois one-shots antes desta (que, inclusive, também fez todas as ilustrações presentes nesse post. Dê uma passada no Twitter dele!), temos um anime que envolve magia, misticismo, e tudo isso junto sem levar nada disso a sério.

Se você lembra das minhas primeiras impressões sobre New Game!, então não tenho muito o que acrescentar aqui. Urara Meirochou segue a exata mesma fórmula que o seu colega da editora Houbunsha: pegue uma ambientação qualquer que não seja demasiadamente comum, encha com o maior número possível de garotinhas bonitinhas, dê uma desculpa convincente para o fato de haver zero presença masculina no elenco, e as faça fazer coisinhas bonitinhas ligeiramente relacionadas à ambientação pré-determinada.

E neste aspecto, eu diria que Urara possui a vantagem sobre seu antecessor. Embora o objetivo de ambas as obras sempre tenham sido o de mostrar o dia-a-dia de garotinhas fazendo garotinhagens, muita gente foi atrás de New Game! buscando um documentário sobre a Indústria de Jogos Japonesa, algo próximo a Shirobako, e acabaram se decepcionando e descontando a frustração desse engano em suas opiniões sobre o show. Mas não há como esperar um “retrato realístico” quando a ambientação é a de uma cidade mágica onde garotas mágicas fazem magia. Eu torço para que ninguém espere, pelo menos.

Tfw a waifu faz besteira.
Tfw a waifu faz besteira.

Quem escolhe assistir Urara sabe exatamente o que está em suas mãos. A pessoa que decide dar uma chance para o show sabe que vai encontrar garotinhas fofinhas fazendo coisas fofinhas com um pouco de história no plano de fundo. Isso já garante que, embora menos pessoas deem uma chance para a série, as que derem muito provavelmente vão gostar do que verão.

Como qualquer obra desse gênero, Urara é completamente dependente de suas personagens. A série se baseia nelas para manter o espectador interessado. Não é um show que te prende pela história. Apesar de existir sim uma história, ela é fraca, comum e principalmente, previsível. Qualquer um, ao final do episódio dois, consegue prever como será o desfecho dessa trama. Não é surpresa pra ninguém como as coisas vão se desenvolver.

Só que isso se resolve facilmente com o seu elenco. Como já dito, Urara se sobressai como obra por conter personagens carismáticos, com designs cativantes e bem chamativos, ótimo trabalho de dublagem e uma animação fluida que dá vida ao espaço detalhado em que elas se encontram. A própria essência das personagens e os métodos que elas escolheram para realizar as adivinhações já contam muito sobre elas, e essas diferenças interagindo entre si são o brilho do anime. Esse argumento vai ao extremo quando analisamos a protagonista, Chiya: ela foi criada e passou toda a vida nas montanhas, cercada apenas por animais e uma única companheira humana. Isso faz com que tudo seja desconhecido, qualquer acontecimento seja novo e traga uma nova experiência para Chiya. Até mesmo a mais banal das informações serve como mote de não apenas piadas, mas crescimento da personagem.

O elenco é o que agita a trama, as vezes, literalmente...
O elenco é o que agita a trama, às vezes, literalmente…

Apesar de conter um pouco de algo que, forçando a barra, poderia ser chamado de “fanservice” no primeiro episódio, ele pareceu funcionar de forma muito mais natural do que, por exemplo, em New Game!. Lá, dedicarem um episódio inteiro para as personagens irem fazer um check-up pareceu uma simples desculpa esfarrapada para mostrar pele que normalmente não aparece, assim como aquela vez que elas decidiram tomar banho juntas. Já em Urara, todo o foco nessa área acontece por conta da criação animalesca de Chiya, e ajuda a construir a personalidade e comportamento da garota.

Um ponto negativo que eu poderia levantar seria a OST: alguns minutos depois de assistir dois episódios em sequência, parei para conversar sobre o anime e reparei que não conseguia me lembrar de uma única música que tivesse tocado ao longo dos 45 minutos de exibição. Nem abertura, nem encerramento, nem músicas de fundo, nada. Simplesmente não deixou nenhum impacto em mim. Tenho certeza que a OST está lá, e que ajuda a construir uma ambientação para cada cena, mas não é nada memorável.

É um limão. Entendeu? Ela é vidente. Li-mão. HÁ!
É um limão. Entendeu? Ela é vidente. Li-mão. HÁ!

Consegui dar umas boas risadas e gostei bastante das interações mais “sérias” que ocorreram. Definitivamente um show que acompanharei e recomendaria a qualquer um que tenha gostado de New Game!, ou se encontre interessado em garotinhas bonitinhas fazendo garotinhagens com um background levemente influenciador (e acredite em mim, obras desse gênero não são poucas). Um bom começo, onde deixo com 6/10 com grande potencial para ambos os lados.

O show não possui stream oficial em português, mas pode ser encontrado em inglês no Anime Network.

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Games

Six Invitational | Brasil no maior torneio de Rainbow Six Siege

Depois de levar o nome do Brasil para todo o mundo com a expansão Skull Rain, ambientada no Rio de Janeiro, Rainbow Six Siege pode novamente colocar nosso país em destaque, mas por outro motivo: o título de campeão mundial do game. A Ubisoft acaba de anunciar a agenda completa para o Six Invitational, maior torneio de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege do mundo, e duas equipes brasileiras estão na disputa. De 3 a 5 de fevereiro, Santos Dexterity e Dex United – vencedoras da Elite Six Latinoamericana 2016 para PC e Xbox One, respectivamente, disputam em Montreal, no Canadá, US$200 mil em prêmios.  

Doze equipes, das quais seis são de Xbox One e seis de PC, vão disputar durante três dias o título de campeão mundial. Na plataforma Xbox One, os brasileiros da Dex United enfrentarão Team Elevate-EUA (Convidado América do Norte), Team Vitality-FRA (Convidado Europa),  Lethal Gaming-EUA (representante América do Norte), Lucky7-FRA (representante Europa) e  MindFreak-AUS (vencedora da ANZ Cup).

Torre de Vigilancia Six Invitational Rainbow Six

Já entre os jogadores de PC, os desafiantes da Santos Dexterity serão Continuum-EUA (convidada América do Norte), GiFu-FIN (Convidada Europa), eRa Eternity-USA (representante América do Norte), EURONICS Gaming-SUE (representante Europa) e  Envy-SIN (representante Ásia).

Para o evento, a Ubisoft já anunciou a demonstração da primeira expansão do segundo ano do game: Velvet Shell, que terá um mapa inédito ambientado na ilha de Ibiza, chamado Coastline, e dois novos operadores da Espanha.

Assim como todas as partidas do Six Invitational de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege, os fãs do jogo poderão acompanhar cada detalhe de Velvet Shell em transmissões ao vivo entre os dias 3 e 5 de fevereiro, nos canais de Rainbow Six Siege no Twitch e no You Tube.

A agenda completa com os horários das lives e os confrontos poderá ser consultada em http://rainbow6.ubi.com/siege/pt-BR/home/

Torre de Vigilancia Six Invitational

Horários dos jogos:

  • 03/02, 13h (Horário de Brasília) – Quartas-de-final PC e Xbox One.
  • 04/02, 13h (Horário de Brasília) – Semifinais de PC e Xbox One.
  • 05/02, 13h (Horário de Brasília) – Demonstração ao vivo de Velvet Shell e finais de PC e Xbox One.
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Gameplay Games

Análise | Resident Evil 7 Biohazard

Produzido pela CapcomResident Evil 7 Biohazard é o décimo primeiro título principal da série Resident Evil, sendo o primeiro deles a usar perspectiva em primeira pessoa.

O jogo foi anunciado durante a E3 2016 depois de vários rumores. E logo após, uma demo, intitulada Resident Evil 7 Teaser: Beginning Hour, permitiu aos jogadores experimentarem um pouco da jogabilidade que o futuro game traria. As críticas e comentários em relação a demo, serviu para a os diretores e produtores como uma espécie de guia para o desenvolvimento final do game.

torre de vigilancia mansao Baker resident_evil_7_biohazard

Muito do clima tenso de Resident Evil 7 vem dos ambientes claustrofóbicos e da sensação de solidão. Há sequências assustadoras, e horríveis, mas muitas das melhores coisas é rastejar entre cômodos e andar toda a extensão da mansão, com uma leve sensação de que tudo pode dar errado. A casa tem uma aparência simples e bem comum aos olhos, entretanto está abandonada e decrépita.

Este é um jogo sobre os espaços decrépitos e repletos de memórias apodrecidas de uma vida passada. É um jogo onde você se encontrará parado em uma sala, olhando para o estado das coisas e se perguntando o que aconteceu por ali, e se perguntando sobre os proprietários, o que já é suficiente para te encher de medo. Os corpos, sangue e monstros que vêm depois só aumentam essa sensação.

Logo conhecemos Ethan, um cara à procura de sua esposa desaparecida em um pântano na Louisiana. Ele não diz muito, mas é o seu veículo para andar neste “trem” fantasma. Todas as suas falas e ações são normalmente úteis e adiciona um toque de caráter ao personagem.

Durante a primeira hora o game já define o tom forte que você ira sentir durante o resto do jogo. O enredo é inteligente, começa como uma pequena fagulha e deixa que o fogo se alastre até o final, tudo isso contando com um elenco mínimo e quase em uma única localidade. Um crepitar suave pode ser capaz de te fazer correr confuso de horror com pouquíssima advertência. Mesmo que de início o jogo não te apresente muito, ele joga um balde de água fria em suas expectativas, que te faz pensar em várias consequências que podem vir a acontecer por você ter entrado nessa casa abandonada.

torre de vigilancia resident_evil_7_biohazard comodo

Ao longo de alguns momentos, Resident Evil 7 possui uma vibração de “filme de horror de baixo orçamento” graças ao elenco pequeno e ideias inteligentes pensadas exclusivamente por conta disso. Tonalmente, a equipe realmente fez sua lição de casa aqui, puxando as melhores e claro, as piores, ideias de fontes mais recentes. Há assentimentos ao horror japonês, mas principalmente a ícones como Bruxa de Blai, O Massacre da Serra Elétrica, e até um clássico dos games de terror/terror The House Of The Dead. O gore e as tripas funcionam, justamente por eles serem usados com moderação.

Resident Evil 7 é um jogo íntimo, e usa uma escala de terror psicológico de maneira incrível. E todo o ambiente e situações em que você se encontra, faz com que a situação seja ainda mais pessoal, como rastejar em torno da mansão Baker, evitando quem está tentando fazer coisas horríveis para você no momento. Entretanto o jogo não se trata apenas de você, há partes em que aparecem outros personagens que não são criaturas, e essas partes são realmente de saciar os olhos com tanta beleza.

Resident Evil 7 usa o espaço tanto quanto faz ameaças para te fazer sair dele. Muitas vezes você está sozinho em corredores, e o jogo não tem medo de deixá-lo trabalhar em seu estado de tensão. Há saltos e sustos banais, mas RE7 está ciente de que a antecipação é sempre pior do a revelação, e deixá-lo a rastejar ao redor e esperar que algo acontece é sempre a pior das situações. A casa maravilhosamente projetada gradualmente abre espaços como você desbloqueia áreas e rotas, expandindo e realizando loopings dentro e em torno dela, tornando muito fácil áreas que antes eram seguras em locais que te obrigam a procurar uma outra “zona segura”.

A excelência fica por conta do design de som também. Toda a respiração desesperada e sapatos suavemente barulhentos enquanto anda sobre o piso de madeira. Ao mesmo tempo, a música é mínima, muitas vezes só aparece quando as coisas começam a apoiar e a ação desesperada aparece.

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Enquanto muitas partes nos entregam o que queremos, outras infelizmente não se sentem 100% um Residente Evil, as lutas contra os chefes ficam em uma linha tênue entre a frustração e o brilho da franquia. Esses confrontos vão depender do seu caminhar, da sua adaptação e outros da pura sorte. Uns têm mecânica e opções que mesmo conversando com quem já jogou algum título da franquia pode não descobrir como finalizar. Um determinado encontro pode ser encerrado em questões de minutos, outro pode parecer impossível, enquanto um pode ser apenas falta de esforço da sua parte, e sem o auxílio de informações na tela é impossível dizer se sua ação está tendo algum efeito. Como resultado, é fácil ficar imaginando que você está fazendo a coisa errada.

Outra falha na ignição é uma decisão estranha que você tem que fazer no final. Que te levam para o mesmo lugar no final das contas. Estes problemas só se destacam porque o resto é tão precisamente polido que os poucos solavancos e ressaltos são fáceis de sentir. Eles não diminuem a qualidade final, você pode apenas dizer que o jogo não é perfeito.

Mesmo com esses soluços, este é um grande jogo de terror, e isso sem mencionar o perigo adicional de jogar no PlayStation VR, onde a atmosfera entra em sua alma. Resident Evil está de volta. Completamente diferente mas ainda instantaneamente familiar. Comparado com a ação inchada dos últimos títulos este é literalmente uma revelação. Resident Evil 7 executa ideias modernas do horror, caráteres interessantes, posições, e uma atmosfera fantástica para criar algo que pode ser facilmente colocado ao lado de suas fontes.

VEREDITO:

Resident Evil 7 baseia-se em elementos que fizeram a franquia chegar onde chegou. Apostando em uma mudança no estilo que mesmo ajudando pode ferir a fórmula amada da mesmo forma. Mas é também o mais próximo de uma sequência numerada que veio para recapturar o clima tenso de Resident Evil e a emocionante atmosfera das raízes dos primeiros jogos. Um retorno tão bonito quanto toda sua história.

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Resident Evil 7 Biohazard foi lançado dia 24 de janeiro de 2017. E está disponível para PlayStation 4, Xbox One, e PC.

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Quadrinhos

Supersons | Divulgadas as primeiras páginas da nova HQ

A DC Comics divulgou, via ComicBook.com, as primeiras páginas de Supersons. A esperada HQ estrelada por Jonathan Kent e Damian Wayne. O pontapé inicial da parceria entre o Superboy e Robin foi dado na Superman #10 publicada em novembro do ano passado. Saiba mais AQUI.

Confira na galeria abaixo:

 

A editora também revelou uma breve sinopse da HQ:

“Nesse primeiro momento vamos olhar para as vidas de Robin e Superboy e o destino ingrato e glorioso de seguir os passos de seus pais famosos, enquanto surge um novo vilão que acredita que é seu direito de governar cada ser do planeta!”

O nome do primeiro arco será “When I Grow Up” e a HQ terá roteiro de Peter J. Tomasi e desenhos de Jorge Jiménez. Supersons começa a ser publicada em fevereiro.

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Cinema Entretenimento

CRÍTICA | Liga da Justiça Sombria

Liga da Justiça Sombria (Justice League Dark) é a mais recente animação da DC Comics, que explora o Universo Místico e seus icônicos personagens. A trama se inicia quando estranhos eventos sobrenaturais envolvendo pessoas comuns  começam a ocorrer por todo o mundo.

“Eles lidam com o oculto e o sobrenatural, e devem se unir para enfrentar uma ameaça que talvez nem Batman, Superman e companhia e possam lidar.”

Baseada no título criado por Peter Milligan e Mikel Janin, a equipe foi uma aposta do selo Os Novos 52 em 2011, após os eventos de Flashpoint. 

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John Constantine é o líder da equipe, e talvez possa desagradar os fãs da fase Vertigo do mago canastrão. Aqui, temos um personagem que usa a magia com um pouco mais de exagero e cores, e assim como em sua fase dos Novos 52 ele não fuma.

Guia de Leitura Hellblazer – John Constantine

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A animação segue os mesmos moldes visuais de suas antecessoras: visuais parrudos e com uniformes dos N52. Apesar de me agradar, fico com aquela sensação incômoda de ver algo ultrapassado, já que estamos na nova fase, o Rebirth.

Muito se discutiu sobre um possível protagonismo exagerado ou presença desnecessária do Batman, um dos personagens mais vendáveis e populares da editora, mas, voltando as fontes, vemos que praticamente todos os personagens tiveram um background relevante com o Morcego nos quadrinhos. E quem melhor para ajudar a solucionar um mistério que o maior detetive de todos os tempos?

-Ajudou a solucionar o assassinato de Boston Brand, o Desafiador

-Amigo de infância e antigo caso amoroso de Zatanna Zatara

-Amigo pessoal de Jason Blood, o Etrigan

-Recentemente, atuando ao lado de John Constantine no Ano 3 de Injustiça: Deuses Entre Nós

-Ajudou Alec Holland, o Monstro do Pântano a libertar Abby Cable da cadeia, que fora acusada de indecência, ao manter um namoro com o Monstro.

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Monstro do Pântano #53

Apesar de algumas modificações nesses backgrounds, ele funciona muito bem como uma ligação entre os personagens, deixando o protagonismo para a dupla Zatanna e John Constantine. Superman, Mulher Maravilha e Lanterna Verde (John Stewart) fazem participações especiais.

Etrigan é um dos destaques mais positivos, imponente e temido até por outros demônios. Sua história de origem com Morgana Le Fay foi um pouco modificada em detrimento da trama, e faz uma ligação direta com o vilão. Outro ponto muito bacana do personagem são suas falas, sempre em formatos de rima. Talvez isso se perca um pouco na versão dublada. Vamos esperar pra conferir.

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Dirigido por Jay Oliva, o filme conta com as vozes de Matt Ryan (Constantine), Jason O’Mara (Batman), Camilla Luddington (Zatanna), Nicholas Turturro (Desafiador) e Ray Chase (Etrigan). É o segundo filme animado a receber a classificação R rating. O sangue é presente na animação, mas não espere nada além disso.

Quebrando a hegemonia de suas oscilantes recentes antecessoras, Liga da Justiça Sombria é um respiro de otimismo para seus futuros longas animados. A animação chega em  7 de fevereiro de 2017, em blu-ray. Sem previsão para o Brasil.

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Acima, a primeira imagem de Teen Titans – The Judas Contract, baseado no famoso arco dos Novos Titãs “Contrato de Judas“, e será a próxima animação de 2017.

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Cultura Japonesa Pagode Japonês

Guia de Franquia | Fate/ e o Nasuverso

Poucos são os grupos que conseguem bolar, a partir de suas mentes e suas ideias postas num papel, um multiverso fictício tão rico quanto o que trataremos hoje. Vocês conhecem alguns, e muito melhor do que eu: os trabalhos da DC e da Marvel, o mundo de Tolkien, Star Wars… Poderia citar vários outros nomes, mas isso iria contra a minha indagação inicial de que não existem muitos.

Provavelmente o multiverso mais famoso da mídia japonesa recente, as obras da companhia nipônica Type-Moon tratam de magia, história e mitologia de uma forma única e que só poderia ter vindo de um povinho estranho mesmo. A principal cabeça por trás dessa loucura é Kinoko Nasu, autor de diversas obras (e responsável por supervisionar várias outras) que constroem as bases do que viria a ser o Nasuverso, batizado em sua homenagem.

Talvez o nome não tenha chamado a atenção por si só, mas você já conhece algumas de suas obras: a franquia Fate/, Tsukihime, Kara no  Kyoukai, Mahoyo… Tudo isso é parte de um mesmo multiverso que tem suas histórias espalhadas por diversas mídias e idiomas, e que pode ser difícil de encontrar e entender. Mas não temam, pois é pra isso que estamos aqui!

O negócio como um todo pode acabar requerendo muito esforço para acompanhar (como por exemplo, precisar aprender japonês, ou coagir alguém que já sabe), então este Guia será separado em duas partes; as partes de fácil acesso e que necessitam de pouca ou nenhuma interação (basicamente animações) serão o “Esqueleto” da postagem. Caso você não tenha tanto tempo disponível assim, ou ainda esteja em dúvida se a franquia vale mesmo tanta dedicação, não há problema nenhum em seguir apenas o pacote básico. Encare a outra parte como um complemento, que você pode voltar atrás e conferir depois, embora eles fossem melhor aproveitados se vistos na ordem marcada.

O que for, digamos, “opcional” (não é, mas conforme explicado no parágrafo anterior), estará dentro de uma tag Spoiler, e apresentará uma marcação de “O quão interessado eu preciso ter ficado depois do último item da lista, para precisar acompanhar isso?“. Fica por sua jurisdição dizer se você realmente ficou animado o bastante para querer investir seu tempo nesse “extra”.

Sem mais delongas:

1. Fate/Stay Night

[spoiler]Mídia: Eroge/Visual Novel (2004, remake em 2007);
Duração: Variável, entre 50 e 100 horas;
Interesse necessário: 9/10.

A maior e mais famosa obra da Type-Moon, o primeiro produto oficialmente lançado por eles como empresa. Boa parte das bases e estruturas de como funciona o Nasuverso são detalhadamente explicados ao longo das três rotas do jogo (que são todas canônicas, pois multiversos e tal). É o primeiro passo ideal para qualquer um que queira se aventurar na franquia. Porém, além de estar num formato não muito comum para ocidentais, demanda muito tempo e dedicação.

Minha recomendação pessoal é que você siga pelo menos o começo do “pacote básico” antes de pensar em jogar a visual novel. Mesmo já tendo visto as obras que adaptam esse momento da história, o material original é muito mais completo e trará uma experiência completamente diferente.

OBS: O jogo original de 2004 é um Eroge, significando que possui cenas de sexo explícito (18+). Porém, essas cenas são mais cômicas do que qualquer coisa, graças ao jeito que Nasu descreve-as. Já no remake de 2007, chamado de “Fate/Stay Night: Realta Nua“, essas cenas são substituídas por semelhantes de “menor impacto”, deixando o jogo 16+ apenas.[/spoiler]

2. Fate/Zero

Mídia: Anime (2011) ou Light Novel (2006);
Duração: 25 episódios divididos entre duas temporadas; 6 volumes (edição nacional).

A Light Novel (que você já sabe o que é) que trás a história da Quarta Guerra do Cálice Sagrado, foi lindamente adaptada para anime pelo Estúdio Ufotable em 2011, dando início a uma nova forma de adentrar no mundo da franquia Fate/ e o Nasuverso.

Caso você não queira ou não possa iniciar sua aventura pela Visual Novel de Stay Night, esse é, sem dúvidas, o ponto ideal para o fazê-lo. O anime (que possui ambas as temporadas disponíveis na Netflix e no Crunchyroll) trará basicamente todas as informações básicas que você precisa saber para entendê-lo e te introduzirá no Nasuverso.

Você pode optar por ler a Light Novel. Escrita pelo famoso Gen Urobuchi (Madoka Magica; Psycho-Pass; Suisei no Gargantia) e publicada no Brasil pela editora NewPOP (disponível aqui), possui textos mais detalhados e uma profundidade de diálogos um pouco maior, em troca de menor representação gráfica. Qualquer que seja sua escolha, é válido acompanhar os lançamentos da editora, pois estão com uma ótima qualidade e são uma boa aquisição para qualquer coleção.

Depois que terminar, você pode conferir os curtas especiais, “Fate/Zero: Please! Einzbern Counseling Room“. São seis episódios de 15 minutos que apresentam de forma bem-humorada algumas informações extras para complementar a obra.

3. Fate/Stay Night: Unlimited Blade Works

Mídia: Anime (2014-2015);
Duração: 25 episódios divididos em duas temporadas.

Adaptado da segunda rota da Visual Novel original, Unlimited Blade Works (ou só “UBW” para os íntimos) sofreu leves licenças poéticas para se adequar como uma sequência direta de Fate/Zero. A animação, novamente por conta do estúdio Ufotable, trata da Quinta Guerra do Cálice Sagrado, e expandirá os conceitos que cercam esse item mágico.

Você pode assistir todos os episódios na Netflix e no Crunchyroll.

OBS: Não confundir com o anime de mesmo nome, “Fate/Stay Night” de 2006, do estúdio Deen, que será comentado a seguir.

4. Fate/Stay Night (2006) & Fate/Stay Night: Unlimited Blade Works (2010)

[spoiler]Mídia: Anime & Filme;
Duração: 24 episódios & 1h40min.
Interesse necessário: 7/10.

A primeira adaptação da Visual Novel de mesmo nome, o anime produzido pelo estúdio Deen em 2006 adapta “Fate”, a primeira rota do jogo (sim, o jogo chama “Fate/Stay Night” e a primeira rota chama “Fate”. É idiota, eu sei…).

Há muitas controvérsias quanto a credibilidade desta obra, que além de possuir qualidade gráfica questionável, faz algumas bagunças no roteiro original. O mesmo se aplica ao filme de 2010, que tenta (destaque para o verbo)  resumir em pouco menos de duas horas a rota “Unlimited Blade Works“.

Justamente por ser um conjunto extremamente duvidoso que o marco como “Material Adicional“. Enquanto o filme é totalmente dispensável por conta da nova adaptação de 2014, o anime se esforça pra passar para as telinhas acontecimentos não descritos nas outras mídias animadas. Vale a pena dar uma conferida caso você esteja realmente empolgado, só tente não perder a vontade por conta disso.

Dica pessoal: Procure pela dublagem brasileira do anime, que passava no extinto Animax (descanse em paz). Ela é divertida ao ponto de fazer a jornada massante valer a pena.[/spoiler]

5. Fate/Stay Night movie: Heaven’s Feel

Mídia: Trilogia de Filmes (2017-?);
Duração: 2h por filme (estimado).

Por fim, a terceira e última rota da Visual Novel original, “Heaven’s Feel” será adaptado em uma trilogia de filmes, mais uma vez pelo estúdio Ufotable. Eles foram anunciados em 2015, e o primeiro filme da trilogia está planejado para sair ainda este ano (2017).

Sim, durante a data de escritura deste guia, os filmes ainda não foram lançados. Sim, eu entendo que colocar algo não lançado num guia soa idiota, mas um dia ele será lançado, não é?

O primeiro filme, intitulado “Presage Flower”, será lançado nos cinemas japoneses no dia 14 de Outubro.

Caso você chegue neste ponto do guia, e os filmes ainda não tenham sido lançados, prossiga para o próximo item sem problemas, você vai acabar no mesmo patamar que um fã atual está, e acompanhará a trilogia conforme for lançada.

Caso já tenha saído, nem que seja apenas um deles, veja-os antes de prosseguir.

6. Fate/Hollow Ataraxia

[spoiler]Mídia: Visual Novel (2005);
Duração: Variável, entre 30 e 80 horas;
Interesse: 8/10.

Espécie de “continuação direta” de Fate/Stay Night (a Visual Novel), Hollow Ataraxia foi publicado um ano depois de sua antecessora, já banhada nos louros da glória de sua irmã mais velha. Muitos personagens e informações importantes tem sua primeira aparição pública aqui.

“Ataraxia” vem do grego αταραξία, que significa “Tranquilidade” (ou semelhante), fazendo com que o título “Hollow Ataraxia” possa ser traduzido para algo próximo de “Tranquilidade Vazia“.

OBS: Ter jogado a Visual Novel de Fate/Stay Night (item 1) é basicamente um pré-requisito para Hollow Ataraxia. Se você vem do Kit Básico mostrando interesse o suficiente em ler F/HA, essa empolgação deve ser usada em F/SN primeiro. Não leia F/HA sem ter lido F/SN.[/spoiler]

7. Fate/Prototype

Mídia: Curta de animação (2011);
Duração: 12 minutos.

Adoraria dizer algo como “A significância desse curta é, com certeza, inversamente proporcional a sua duração“, mas estaria mentindo… Fate/Prototype é, como o nome sugere, o “protótipo” de Fate/Stay Night. Enquanto na escola, Nasu bolou uma história em sua cabeça que no futuro, após várias mudanças e adaptações, viria a se tornar F/SN.

A relevância desta… “obra” (se é que podemos chamar isso assim) é questionável, mas tendo apenas doze minutos e podendo ser encontrado na íntegra no YouTube, que mal faz?

E antes que você se pergunte: sim, isso é tudo que existe de Fate/Prototype. O projeto que acabou saindo do papel foi mudado completamente, no fim das contas.

8. Fate/Prototype: Fragments of Blue and Silver

[spoiler]Mídia: Light Novel (2014-?);
Duração: Em publicação com 4 volumes;
Interesse necessário: 7/10.

Tudo bem, eu menti. Existe sim mais material sobre Fate/Prototype.

Escrita por Hikaru Sakurai, que não tinha ligação nenhuma com a franquia até então, a Light Novel conta sobre a Guerra do Cálice que antecede a que acontece em Fate/Prototype. Seria o Fate/Zero de Prototype, digamos assim.

Apesar de Prototype ser uma parte muito… “distante” dos multiversos da franquia, é uma leitura interessante por se tratar de uma das pouquíssimas obras onde Nasu não está administrando com rédeas curtas.[/spoiler]

9. Fate/kaleid liner PRISMA☆ILLYA

[spoiler]Mídia: Anime (2013-2017);
Duração: 42 episódios distribuídos entre 4 temporadas + 1 filme de 2 horas (estimado);
Interesse necessário: 8/10.

Baseado num mangá de mesmo nome, essa adaptação com certeza será a obra que mais vai fugir dos padrões do Nasuverso. Esse é um multiverso onde tudo que rolou em todas as oito obras que você assistiu/leu/jogou anteriormente, não aconteceram. Apesar de todas as regras e axiomas se manterem.

Apesar de não ser um termo correto, Fate/Illya normalmente é chamado de “spin-off“, por ter uma proposta completamente diferente do que era de se esperar.

Fate/Illya é uma obra sobre Garotas Mágicas Lésbicas.

Processou a informação? Encaixou tudo na cabeça? Ótimo. Agora posso continuar e dizer que se tem uma obra, UMA ÚNICA OBRA EM TODA ESSA LISTA, que você está completamente livre de qualquer fardo para com ela, é essa aqui. Fate/Illya apresenta um novo multiverso completamente novo dentro de seu próprio multiverso (a história se passa em duas dimensões diferentes), mas até agora (2017), essas duas dimensões se ligam somente entre elas.

Assim, se tudo nesse anime beirar o ofensivo para você (acredite, esse grupo é bem grande), pode ignorar sem nenhum peso na consciência. Porém deixo avisado que você estará perdendo algumas lutas extremamente bem animadas e coreografadas, cortesia do estúdio Silverlink. Mas isso pode ser visto no YouTube, caso queira.[/spoiler]

10. Notes.

[spoiler]Mídia: Novel (1999);
Duração: Volume único;
Interesse necessário: 4/10.

O primeiro texto publicado por Nasu, antes mesmo do próximo item (vocês já verão o que é), Notes. é um conto que ocorre num futuro muito distante.

Não se sabe em que multiverso essa história se passa, mas ela é importante por tratar de seres nunca comentados com profundidade em nenhuma das séries da franquia Fate/, e que são razoavelmente importantes, pois DÃO NOME À EMPRESA: os Types.

O interesse é bem baixo pois, por ser uma obra bem curta, você consegue ler tudo em questão de horas. Não demanda muito esforço. [/spoiler]

11. Tsukihime

Mídia: Visual Novel (2000) ou Anime (2003);
Duração: Variável entre 30 e 80 horas; série animada em 12 episódios.

A obra que, com tamanho sucesso, fez o grupo amador “Type-Moon” se profissionalizar na área. A outra grande franquia criada por Nasu trata de vampiros e outros seres místicos presentes no Nasuverso.

De forma semelhante a Fate/Stay Night, Tsukihime possui cinco rotas canônicas e contém conteúdo adulto (18+) que beira a pornochanchada. Mas, por ser mais antiga, e se tratar basicamente de um doujin (trabalho amador), sua qualidade gráfica é infinitamente inferior.

A própria Type-Moon disse que eles estavam trabalhando em um remake, que além de melhorar o visual, adicionaria mais conteúdo para a história, mas essa promessa foi feita em 2008, e até hoje nada mais foi divulgado. Hoje em dia, o suposto remake já se tornou meme.

Outro meme é justamente a adaptação em anime. Pelas mãos da J.C. Staff, “Shingetsutan Tsukihime” (que por algum motivo recebeu esse adendo ao título) é tão ruim em tantos sentidos diferentes que a comunidade simplesmente ignora a existência dele. “Não existe anime de Tsukihime” é uma frase bem comum em conversas e fóruns.

Então por que eu coloquei o anime na lista? Mais por desencargo de consciência do que qualquer coisa. Se você quiser conhecer Tsukihime, leia a novel. Se você não gostar dos visuais arcaicos, entre na fila dos memes e aguarde o remake sair soon™. Você pode ver o anime, mas… Ele não vai fazer muita coisa além de te apresentar os personagens e, no máximo, a premissa da história, se você conseguir entender alguma coisa.

E se for assistir mesmo, procure pela dublagem brasileira. Vale algumas risadas.

12. Kagetsu Tohya

[spoiler]Mídia: Visual Novel (2001);
Duração: Variável, entre 10 e 30 horas;
Interesse necessário: 7/10.

Kagetsu Tohya é para Tsukihime o que Fate/Hollow Ataraxia é para Fate/Stay Night: uma continuação direta da obra original, que acrescenta novos pontos para a história e desenvolve mais os já explorados.[/spoiler]

13. Fate/Extra: Last Encore

Mídia: Anime (2017 – ?);
Duração: TBA.

Voltando à franquia Fate/, temos o segundo título que ainda está para ser lançado.

Fate/Extra é uma sequência de jogos para PSP, que possui uma jogabilidade de batalha extremamente inusitada e um modo história no estilo Visual Novel. O jogo se passa num multiverso próprio e conta com alguns personagens já conhecidos da franquia (como os dois Archers das guerras de Fuyuki), assim como novos protagonistas  e servos.

“Fate/Extra” foi lançado em 2010 e recebeu uma versão em inglês para PSP em 2011. Uma sequência, “Fate/Extra CCC” saiu em 2013, mas não foi localizado para o ocidente.

Ainda não se sabe exatamente do quê vai se tratar Last Encore, que está nas mãos do Estúdio Shaft. Uma adaptação direta do primeiro jogo é o mais provável, mas pessoas estão supondo que pode ser uma continuação do segundo jogo. Não saberemos enquanto não sair.

Caso seja realmente uma adaptação de Fate/Extra, o anime pode substituir o primeiro jogo. Caso seja uma continuação de CCC, seria recomendado jogar ambos os jogos antes.

14. Carnival Phantasm

Mídia: Anime (2011);
Duração: 12 episódios de 15 minutos.

Tudo que você fez, assistiu, jogou e leu nessa lista foi para este momento. Era tudo uma preparação para esse desafio final e definitivo qu-

Ok, brincadeiras a parte, Carnival Phantasm é um especial de comédia que reúne personagens de todas as obras da Type-Moon em situações caricatas e que fazem paródias de si mesmas. É uma oportunidade de relaxar no meio dessa jornada cheia de climão que é o Nasuverso.

15. Kara no Kyoukai

Mídia: Filmes de animação (2007-2013);
Duração: Oito filmes de ~2 horas de duração + um especial de 30 minutos.

A “terceira parte” do Nasuverso, que explora novos e antigos elementos da história. Baseada numa série de Light Novels escritas por Nasu, os filmes com belíssimas animações e uma OST de dar inveja a qualquer obra, Kara no Kyoukai é uma história fechada em si mesma, apesar de ter diversas relações e referências a outras partes do Nasuverso.

Uma observação é quanto a cronologia dos filmes: a ordem de lançamento não é a mesma que a ordem em que os acontecimentos retratados acontecem. Isso significa que você deve ver os filmes fora da ordem em que foram publicados? De forma alguma! Os autores fizeram a obra nessa ordem por um motivo, e você vai entender tudo quando for o momento propício para tal.

Porém, por conta disso, os primeiros filmes podem acabar parecendo desconexos e sem sentido. Não deixe que isso te desencoraje da série, tudo vai se clarear e fazer sentido quando chegar a hora.

Se depois de completar os filmes na ordem de lançamento (Filmes 1 a 7 > Epilogue > Mirai Fukuin) você quiser assistir na ordem cronológica (2 > 4 > 3 > 1 > 5 > 6 > 7 > Epilogue > Mirai Fukuin), agora sim você está livre para fazê-lo, e interpretar a obra por essa outra perspectiva. Mas não assista nessa ordem inicialmente!

16. Melty Blood

[spoiler]Mídia: Jogo de luta (2002-2007) ou Mangá (2005);
Duração: Depende de quão bom você é; 9 volumes;
Interesse necessário: 5/10.

Uma mistura de arcade de luta no melhor estilo Street Fighter, com um modo história em estilo Visual Novel: isso é Melty Blood.

Algo como uma continuação de Tsukihime… Mais pra uma continuação de Kagetsu Tohya pois essa já era continuação de Tsukihime? Enfim. Seguindo os personagens de Tsukihime num novo multiverso, o jogo possui uma expansão, um port que possui uma nova expansão e uma continuação que também possui sua própria expansão.

É, é um pouco confuso, mas a ordem é a seguinte:

Melty Blood (Original) > Melty Blood Re-Act Final Tuned (expansão do original) > Melty Blood Act Cadenza (port que contém uma história alternativa) > Melty Blood Cadenza B (expansão de Act Cadenza) > Melty Blood Actress Again (uma sequência do original) > Melty Blood Actress Again Current Code (expansão de Actress Again).

Ufa. O último da lista, “Melty Blood Actress Again Current Code” pode ser encontrado para compra na Steam.

Claro, se você não gosta nem um pouco de jogos de luta (ou é péssimo neles, como eu), você pode ler o mangá ou simplesmente procurar o modo história no YouTube.[/spoiler]

17. Mahoutsukai no Yoru

[spoiler]Mídia: Visual Novel (2012);
Duração: Variável, de 10 a 30 horas;
Interesse necessário: 6/10.

Mais conhecido pela abreviação “Mahoyo“, essa Visual Novel é um remake de uma das primeiras obras do Nasuverso, uma Light Novel de mesmo nome, escrita por Nasu em 1996.

Se passando na mesma cidade de Tsukihime, mas antes dos eventos do mesmo, essa história possui duas sequências programadas. Quando elas vão sair, ninguém sabe. Talvez junto com o remake de Tsukihime (risos).

Por ser uma Visual Novel recente, ela é muito mais agradável aos olhos do que as anteriores da lista. Se você não deu uma chance a nenhuma até agora, por conta dos gráficos, talvez esta seja a sua deixa.[/spoiler]

18. Fate/Apocrypha

Mídia: Anime (2017); Light Novel (2012-2014) ou Mangá (2016-?);
Duração: 24 episódios; Completo em 5 volumes; Em publicação com 3 volume.

A guerra entre a facção vermelha e a facção negra pela posse do Cálice Sagrado. Sob uma jurisdição muito mais especial do que quaisquer outras, esse conflito na Romênia apresenta personagens importantes do Nasuverso, tanto no elenco de servos como no de mestres.

Light Novel de 5 volumes escrita por Yuuichirou Higashide, foi primeiramente adaptada em mangá com arte de Akira Ishida, e em recentes notícias, tivemos o anúncio de uma adaptação em anime pelo estúdio A-1 Pictures.

O mangá é bonitinho e parece ser promissor, uma ótima chance de acompanhar o material sem precisar correr atrás de botar muita coisa em dia. Já a animação, tem seus pontos fortes e fracos, mas no geral, funciona bem como adaptação.

19. Fate/Strange Fake

[spoiler]Mídia: Light Novel (2015-?);
Duração: Em publicação com 3 volumes;
Interesse necessário: 6/10.

Escrita por Ryohgo Narita, autor de Light Novels de extremo sucesso como Durarara! e Baccano!, Strange Fake, como sugere o nome, trata de uma falsa Guerra do Cálice. Será mesmo falsa? O que há de falsa? Isso parece estranho…

A obra, apesar de recente, é muito famosa entre os fãs da franquia por possuir personagens já conhecidos em situações ou estados nada convencionais, além de novos personagens interessantes.[/spoiler]

20. Fate/Grand Order

Mídia: Anime (2016) ou Jogo mobile (2015);
Duração: 1 hora e 14 minutos; Depende de quanto dinheiro você gastar nessa merda de jogo.

A mais recente máquina de imprimir dinheiro da Type-Moon, que em parceria com a empresa de jogos Delightworks está nadando em bilhões de dólares neste momento. Fate/Grand Order é um jogo estilo RPG por turnos de plataforma mobile (“Mobage” para os íntimos).

Apesar de possuir um extenso e complexo modo história, envolvendo conflitos em diversas partes do tempo-espaço em busca de evitar a destruição iminente da humanidade, o jogo se resume a gastar todo o seu salário comprando itens para poder tentar (e fracassar miseravelmente) evocar o servo que você quer na “loteria“.

Mas voltando, o foco aqui é a história: como o jogo só existe em japonês (e você tem que dar seus pulo para conseguir jogar num celular brasileiro), a melhor forma de conseguir o que você quer, além de procurar traduções na internet, é pelo anime.

Fate/Grand Order: – First Order –” foi lançado no último dia 31 de dezembro, e adapta na íntegra o primeiro “mapa” do jogo (que até o momento, conseguiu fechar a ‘primeira temporada’ com nove mapas). Você pode encontrá-lo na Crunchyroll.

Haverá uma adaptação das outras ordens? Teremos mais oito especiais pra fechar a história de Grand Order? Não se sabe. Mas a história já está toda no jogo, caso queira ir atrás de mais.

21. Fate/Extella: The Umbral Star

[spoiler]Mídia: Jogo Musou (2017);
Duração: Depende de quão rápido você mata coisas;
Interesse necessário: 5/10.

Caso você tenha um PSVita, um PS4, um Nintendo Switch ou um Computador potente, e mais alguns tostões pra gastar, e adore explodir conjuntos enormes de robôs com tipos variados de arma, considere comprar Fate/Extella.

Lançado no Japão há alguns meses, e com localização para inglês planejada para sair dentro de alguns dias, Fate/Extella se passa no mesmo multiverso de Fate/Extra e Fate/Extra CCC. Por que ele está aqui em baixo, e não como número 15, você me pergunta? Bem, para jogar esse jogo você precisaria conhecer um personagem que é introduzido em Fate/Grand Order, mas o mobage é basicamente uma coletânea de todos os personagens da Type-Moon, então para não tomar spoilers você precisaria conhecer todo o resto da franquia primeiro… É isso, basicamente.

O que importa é que neste jogo é revelada a mais nova parte do Nasuverso, que está deixando todo mundo maluco. Confira por si mesmo, da forma que for possível, quando chegar neste ponto do guia.[/spoiler]


22. E agora?

Se você chegou até aqui, meus parabéns! Não que você tenha visto todas as obras do Nasuverso e conheça agora cada centímetro de cada dimensão dele, mas você possui um leque de informações invejável, e estará preparado para qualquer outra obra ou continuação que surja no futuro.

Se você seguiu apenas o guia básico, tente se aventurar pelos números “adicionais“. Não se preocupe muito com a ordem, já que já estamos nessa situação mesmo, vá para o que lhe for mais conveniente. Se você seguiu o guia completo, você já sabe muito mais do Nasuverso do que do seu próprio, e deve conseguir fazer suas pesquisas sozinho a partir de agora.

E com isso, você está pronto para entrar nas acaloradas discussões sobre este universo tão rico. Divirta-se!


Rápido FAQ:

1. P: Você já viu/jogou/leu tudo que está aí?

R: Não, muita coisa só está disponível em japonês ou em confins muito obscuros da internet. Sei o “geral” de quase tudo, mas muitas obras eu fico sem os detalhes por conta disso.

2. P: Por que existem trezentas versões diferentes da Arthuria?

R: Os japoneses gostam do design dela.

3. P: É normal eu chegar na metade do guia sem entender absolutamente nada?

R: É.

4. P: Se eu for dedicado, quanto tempo eu levo pra acompanhar o guia completo?

R: Chamando “oito horas por dia” de dedicação, acho que um mês. Talvez menos.

5. P: Como é a fanbase do Nasuverso?

R: Tóxica e nojenta, como todas as fanbases que existem.

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Rainbow Six | Novo mapa e operadores

A Ubisoft anunciou nessa segunda (13/01) que o Ano 2 do Rainbow Six começa com o lançamento do mapa Coastline e dois novos operadores espanhóis. A expansão é intitulada Velvet Shell.

 

Confira o vídeo divulgado nas redes sociais da Ubisoft:

 

Todas as novidades serão divulgadas e comentadas ao vivo durante a transmissão do Six Invitational nos dias 3, 4 e 5 de fevereiro no canal da Ubisoft e-Sports.