Michael Waldron, showrunner de Loki, falou ao Murphy’s Multiverse que a primeira temporada de Loki terá uma história fechada.
”Sempre foi a minha intenção e esperança contar uma história fechada com essa temporada. A primeira temporada, é única, mas você sabe, há mais história para contar no futuro? Não sei, apenas o tempo vai dizer”.
Com a declaração de Michael, supõe que o segundo ano da produção irá abordar um novo tema. Há cinco meses, foi revelado pelo Deadline que um segundo ano de Loki já está em desenvolvimento com o retorno de Waldron como showrunner (clique aqui para mais informações).
— Murphy's Multiverse (@MultiverseMurph) June 7, 2021
Imediatamente após Loki roubar o Tesseract (de novo), ele se vê chamado perante a Autoridade de Variância do Tempo, uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, forçado a responder por seus crimes contra a linha do tempo e ter uma escolha: ser eliminado da realidade ou auxiliar na captura de uma ameaça ainda maior.
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Em um depoimento concedido com exclusividade para o Murphy’s Multiverse, Michael Waldron, showrunner de Loki, provocou que a série possui conexão com o evento Guerras Secretas.
”Veremos. Assim como eu, você saberá que nem tudo está nessa série, mas ela deixa várias pistas para o futuro do MCU. Veremos como certos eventos serão avançados nessas realidades. O Universo Cinematográfico da Marvel está avançando cada vez mais”.
Guerras Secretas foi um grande evento da Marvel Comics lançado em 1984. Na história, diversos heróis são levados para o Mundo de Batalha, criado por Beyonder, e devem lutar, com o vencedor tendo seu maior desejo realizado.
— Murphy's Multiverse (@MultiverseMurph) June 7, 2021
Depois de roubar o Tesseract durante os eventos de Vingadores: Ultimato, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo.
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Foram disponibilizadas as mais novas imagens promocionais de What If…?, nas quais são centradas nos personagens Thor Festeiro, Uatu e T’Challa como Senhor das Estrelas.
What If…? será a primeira série animada da Marvel Studios que já foi renovada para a sua segunda temporada. Nela, veremos diversas realidades alternativas que irão co-existir com o MCU, nas quais mostrarão acontecimentos e eventos dos filmes da Marvel Studios em situações inusitadas.
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A Netflix iniciou ontem (7) o seu evento online intitulado Geeked Week e apresentou algumas novidades de sua vindoura grade. Uma delas foi a excelente notícia da renovação de Sombra e Ossos (Shadow and Bone). O comunicado foi feito pelos atores da série.
O showrunner Eric Heisserer falou sobre a renovação.
”Estou honrado e emocionado por retornar ao Grishaverse e continuar as histórias desses personagens cativantes, particularmente Milo.”
Leigh Bardugo, produtora executiva da série e também autora da saga literária de mesmo nome, também comentou com entusiasmo.
”Escrevo no Grishaverse há quase dez anos, então estou emocionada por podermos continuar com essa aventura. Há tantos lugares que mal conseguimos visitar, e mal posso esperar para apresentar ao nosso público mais sobre os santos, soldados, bandidos, ladrões, príncipes e corsários que tornam este mundo tão divertido de explorar. Vai ser uma verdadeira mágica ver nosso elenco brilhante e talentoso se expandir.”
O produtor executivo Shawn Levy acrescentou:
”Meus colegas do 21 Laps e eu estamos entusiasmados com o fato de que o público em todo o mundo pode continuar a explorar Grishaverse e se deleitar com a narrativa épica e única de Sombra e Ossos. A diversão de nossos trabalhos como produtores é a colaboração com parceiros criativos que nos inspiram. Leigh Bardugo e Eric Heisserer são dois desses parceiros; juntos, eles criaram um mundo e um panteão de personagens que os fãs de todo o mundo abraçaram. Mal podemos esperar para levar os espectadores na viagem selvagem que vem a seguir.”
Jessie Mei Li, Archie Renaux, Freddy Carter, Amita Suman, Kit Young, Ben Barnes, Danielle Galligan e Calahan Skogman retornarão para a segunda temporada. Não há notícias até o momento se os bodes gêmeos Ugri e Bugri, que interpretam Milo, retornarão.
A primeira temporada de Sombra e Ossos está atualmente na Netflix.
O seriado será situado 100 anos após a conclusão da história dos filhos de Ragnar, e irá explorar a biografia dos guerreiros Leif Erikson, Harald Haralda e Freydis, que são considerados por muitos, como os Vikings mais famosos da história. William, o Conquistador, e descendente de Rollo, deverá ser o protagonista da trama.
Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Vikings: Valhalla.
Em um depoimento para a EMPIRE, Kevin Feige revelou que até o momento, Loki será o seriado que mais terá impacto no MCU.
”É uma série extremamente importante. Será o seriado que mais terá impacto no MCU, do que qualquer uma das outras séries até agora.”
A seguir, você pode conferir uma nova imagem oficial da produção disponibilizada pela EMPIRE.
Depois de roubar o Tesseract durante os eventos de Vingadores: Ultimato, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo.
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Michael Waldron, showrunner de Loki, revelou ao Comic Book, que a série terá cameos inesperados.
”Se eles estivessem dentro dos direitos e a legalidade pudesse liberá-los, não haveria razão para não tentarmos persegui-los … Espere o inesperado.” Disse Michael, sobre as participações especiais. O cineasta também afirmou, que as surpresas serão reveladas ao decorrer do seriado.
Rumores apontam, que Jonathan Majors fará a sua estreia como Kang, o Conquistador na produção do deus da trapaça, e posteriormente, terá uma participação mais no terceiro filme do Homem-Formiga.
Depois de roubar o Tesseract durante os eventos de Vingadores: Ultimato, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo.
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Sweet Tooth já estreou na Netflix fazendo sucesso. Contando com 8 episódios, a série é baseada na consagrada obra da Vertigo, antigo selo adulto da DC Comics. Escrita e ilustrada por Jeff Lemire, Sweet Tooth começou a ser publicada em 2009, finalizando com 40 edições em 2013. Aqui no Brasil, a obra foi disponibilizada no mercado pela editora Panini.
Como boa parte das adaptações, Sweet Tooth também conta com mudanças em relação à obra original. Confira abaixo as principais diferenças e não fique por fora de nenhum acontecimento dos quadrinhos.
Atmosfera
Podemos começar dizendo que esse é a diferença mais marcante entre as duas mídias. A série, tanto pela classificação etária escolhida como também pela própria intenção de seus realizadores, optou por estabelecer um tom mais alegre, de mais esperança e sem violência gráfica. Mesmo mantendo o gênero de futuro distópico assolado por um vírus mortal, a adaptação consegue deixar tudo mais leve, mais colorido e menos amedrontador.
Por outro lado, os quadrinhos seguem o caminho do medo e da constante insegurança dos personagens. Em um mundo completamente devastado e com sobreviventes humanos totalmente desesperados, temos cenas de violência explícita, terror psicológico e tensão extrema. Sentimos que os personagens estão cansados, tristes, e que já aceitaram o fato de que, mais cedo ou mais tarde, vão ser contaminados pelo vírus e acabar morrendo. A própria arte de Lemire contribui para a ambientação mais soturna e melancólica dos quadrinhos; com um traço bem singular e expressivo, o autor consegue nos passar uma sensação de angústia e desconforto característicos do ambiente em que a obra se passa.
Tommy Jappered
O personagem que acompanha Gus em sua jornada também sofreu uma mudança grande. Na série, Jappered é um antigo jogador de futebol americano que perdeu sua esposa e seu filho logo no início do vírus. Após sua esposa dar a luz a um bebê híbrido, ambos desaparecem do hospital, e Tommy nunca mais os encontra. Agora um sobrevivente errante, o homem acaba salvando Gus de caçadores, sendo seguido pelo garoto e convencido à levá-lo até o Colorado.
Nos quadrinhos, a moral e o caráter do personagem são postos à prova em diversos momentos. Gus e Jappered se conhecem como na série, quando o homem salva o garoto dos caçadores na floresta. No entendo, é Jappered quem convence o menino cervo a sair de casa e ir com ele, dizendo que o local não é mais seguro e que iria levá-lo à “reserva“. Descobrimos, logo mais, que a tal reserva não existe e que tudo não passava de uma mentira de Jappered, que tinha como objetivo entregar o menino híbrido para a milícia em troca dos ossos de sua esposa falecida.
Como complemento, vemos o passado do personagem, sua vida como jogador de hóquei antes do vírus, bem como ele e sua esposa enfrentando os anos iniciais do Flagelo. Ambos acabam sendo enganados por Abbot, líder da milícia, indo para a base do vilão achando que estariam em segurança. Contudo, a esposa de Jeffered, que estava grávida, acaba sendo utilizada em experimentos, morrendo após dar a luz; a criança, que inicialmente não aparece, também é dada como morta. Posteriormente, descobrimos que o filho de Tommy está vivo, e que também é um híbrido.
Doutor Singh e as experiências com híbridos
Na adaptação da Netflix, somos apresentados ao médico Aditya Singh, um personagem que tem bastante destaque e uma linha narrativa própria. Junto com sua esposa Rami, os dois moram em uma comunidade de sobreviventes muito bem organizada e que tem métodos bem radicais de contenção do vírus. Após a médica do local abandonar as funções, Singh se torna o responsável, tendo acesso à todos os documentos do soro que sua antecessora estava desenvolvendo. Usando híbridos vivos, a antiga médica conseguiu desenvolver um bloqueador do Flagelo, mas que não dura muito tempo e o infectado precisa consumi-lo constantemente para não desenvolver a doença. Na série, Rami acaba sendo contaminada e faz o uso do medicamento, conseguindo ser a pessoa que mais viveu com a doença no organismo. Importante frisar que na adaptação, nenhum híbrido é mostrado morto ou sofrendo experiências.
Na HQ, por outro lado, não temos nenhum medicamento ou cura para a doença. O doutor Singh é o responsável pelas pesquisas na milícia e busca incansavelmente, há anos, achar alguma solução para o Flagelo, não alcançando nenhum sucesso. Os híbridos, após serem capturados, são colocados em uma espécie de prisão e são tratados das piores formas possíveis; quando algum é levado ao laboratório de Singh, nunca mais retorna.
Após Gus ser enganado por Jappered e entregue a Abbot, o menino acaba conhecendo outros híbridos que também foram capturados e estão ali para servirem de cobaia. Alguns desses personagens se tornarão grandes amigos de Gus e serão importantes durante toda a trama dos quadrinhos; inclusive, o filho de Jappered também se encontra preso na base da milícia. De uma forma bem mais explícita e grotesca do que na série, os quadrinhos nos mostram cenas de híbridos mortos, abertos e sendo experimentados.
Exército Animal
Mesmo sendo presente tanto na HQ como na série, as versões do Exército Animal são extremamente diferentes, tanto em composição, objetivo e visual. Na adaptação, temos adolescentes que buscam proteger e resgatar híbridos; morando em um parque de diversões abandonado, os jovens nutrem uma repulsa por adultos e usam roupas e adereços que representem visualmente um animal de sua escolha. Liderados pela “Ursa“, esta acaba saindo do grupo e se unindo a Gus e Jappered e embarcando na viagem até o Colorado.
Em paralelo, temos o Exército Animal dos quadrinhos, um grupo bem violento de sobreviventes que dominou uma cidade inteira. Glebhelm, um homem que usa seus 5 filhos híbridos como animais de caça e também é líder do grupo, acaba convencido por Jeppered a atacar a base da mílicia; em troca, poderiam pegar todos os híbridos do local. Este, no entanto, era apenas um blefe de Tommy, que precisava do exército justamente para conseguir resgatar Gus.
Motivação de Gus
Enquanto na série o nosso protagonista quer ir ao Colorado em busca de sua mãe, nos quadrinhos o menino cervo tem como destino o Alasca. Após o doutor Singh ter acesso a escritos e documentos do pai de Gus que mencionavam o local – e após o menino ter vários sobre lá também -, nossos personagens seguem rumo ao norte, achando que lá encontrariam explicações sobre o passado do garoto e também sobre a origem do vírus.
Personagens
Podemos começar esse tópico citando duas personagens muito importantes nos quadrinhos e que acabaram de fora da série: Becky e Lucy. Resgatadas por Jeppered e Gus de uma casa onde eram obrigadas a se prostituir, as duas mulheres fazem parte do resgate de Gus e também da jornada até o Alasca.
Becky e Lucy, respectivamente.
A série, por outro lado, acabou acrescentando vários personagens novos. Como exemplo, temos Aimee, a mulher que adota uma menina híbrida e que é a responsável pela criação da Reserva, local que na adaptação realmente existe e que serve para abrigar e proteger os híbridos.
Aimee.
Origem do vírus e dos híbridos
Esse é um ponto complexo tanto na adaptação como nos quadrinhos, então vamos por partes. Na série, vemos que um laboratório estava fazendo pesquisas biológicas a fim de desenvolver novas vacinas. O pai de Gus trabalhava na limpeza da instalação, e é lá que conhece a “mãe” de Gus, Birdie. A moça era, na verdade, a virologista responsável pelo projeto, este que acabou gerando o primeiro bebê híbrido: Gus – sigla para Genetic Unit Series 1. Certa noite, o exército entra nas instalações e começa a confiscar o projeto; numa tentativa de salvar a vida da criança e impedir que ela seja alvo de experiências, Birdie entrega Gus ao homem que viraria a seu pai e pede que ele cuide do menino.
Birdie segurando Gus, ainda no laboratório.
Agora, nos quadrinhos… o buraco é bem mais embaixo. Tudo em 1910, no Alasca, onde um rapaz que outrora foi ao gélido território com o objetivo de catequizar os nativos, acabou sendo conquistado pelo povo e resolveu permanecer no local. Um dia, no entanto, o homem acaba entrando em uma caverna, onde encontra várias espécies de “túmulos“, cada um com um animal esculpido na porta. Por curiosidade, resolve abrir um deles, se deparando com um esqueleto híbrido de um humano com um cervo.
Rapidamente, outros membros da tribo o tiram de lá, explicando que aquele lugar era sagrado e que o que ele viu ali eram os corpos de Deuses. Tal perturbação, contudo, deixaria um preço. Pouco tempo depois, o povo que ali morava começou a adoecer e a morrer, e a esposa do rapaz, que estava grávida, deu à luz a um menino híbrido de cervo.
Em outra edição, vemos o pai de Gus antes da epidemia. Assim como na série, o homem também trabalhava na limpeza de uma instalação de pesquisa; a diferença é que essa instalação ficava no Alasca, e foi construída propositalmente em cima da caverna onde se localizavam os túmulos dos Deuses híbridos.
Vemos que o laboratório estava utilizando os esqueletos dos túmulos para gerar vidas híbridas artificialmente, através de incubadoras. Um dia, quando o pai de Gus foi até a instalação trabalhar, percebeu que todos os funcionários do local estavam mortos; ao andar pelas salas, avista um berço, e nele estava um bebê híbrido. Não podendo deixar o pequeno ali sozinho, o homem resolve levá-lo consigo e criá-lo como filho.
Como provavelmente teremos uma 2ª temporada, vou parar por aqui e não contar o final dos quadrinhos. Mesmo com várias mudanças e com um tom bem diferente da HQ, a adaptação de Sweet Tooth consegue ser uma série bem empolgante e divertida, mantendo a premissa chave de uma nova espécie nascendo e “tomando o lugar” dos seres humanos. Para os fãs ferrenhos e que não são muito adeptos à modificações, sugiro que assistam a série e deixem-se levar pela mensagem leve e otimista que a adaptação trás consigo, afinal, é plenamente possível gostar das duas obras ao mesmo tempo. Aos que ainda não leram os quadrinhos, deixo aqui a minha sincera recomendação; Lemire consegue nos entregar uma trama cheia de drama, mistérios, reviravoltas e quadros de ação muito, mas muito bem desenhados. Garanto que, ao começar a leitura, você não vai conseguir parar… eu, pelo menos, não consegui (risos).
A Netflix anunciou que Kingdom: Ashin of the North, episódio especial de Kingdom, chega em 23 de Julho de 2021.
A seguir, você pode conferir o mais novo teaser.
Em um reino assolado pela corrupção e pela fome, uma misteriosa doença se espalha, transformando as pessoas infectadas em monstros. Acusado de traição e desesperado para salvar seu povo, o príncipe herdeiro embarca em uma jornada para descobrir o mal que se esconde nas trevas. Afirma a sinopse de Kingdom.
Para futuras Informações de Kingdom: Ashin of the North, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.