Em uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o ator Henry Cavill revelou que gostaria de dar vida ao herói Capitão Britânia no MCU.
”Eu não sei se gostaria de interpretar um personagem da Marvel que já está sendo vivido por outra pessoa, pois todos estão fazendo um excelente trabalho. No entanto, eu vi vários rumores ligados a mim e ao Capitão Britânia, e seria muito legal fazer uma versão moderna e legal desse personagem, assim como eles fizeram com o Capitão América. Eu acho essa ideia muito divertida, e adoro ser britânico”.
Há nove meses, foi revelado que a Marvel Studios estava procurando um ator no mesmo estilo de Cavill para dar vida ao Capitão Britânia (clique aqui para mais informações).
Monkey D. Luffy é um jovem que, inspirado em sua infância por um ídolo pirata chamado Shanks, o Ruivo. Luffy sai do East blue em direção a Grand Line a fim de encontrar o One Piece, o tesouro deixado por Gold Roger, o Rei dos Piratas e, assim, proclamar-se como o novo Rei dos Piratas. Diz a sinopse do mangá.
Para futuras informações a respeito de One Piece, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Em uma entrevista para a Forbes, Hwang Dong-Hyuk, criador, diretor, roteirista e showrunner de Round 6, confirmou que a segunda temporada do seriado está em desenvolvimento.
”Então, houve tanta pressão, demanda e amor por uma segunda temporada, que eu sinto que os fãs não nos deixam escolhas! Haverá uma segunda temporada. Ela está toda em minha cabeça, e já comecei o desenvolvimento de seu planejamento. Porém, é um pouco cedo para dizer como e quando isso vai acontecer. Mas, eu prometo uma coisa… Gi-Hun vai voltar, e ele vai fazer algo pelo mundo”.
O seriado sul-coreano ultrapassou a britânica Bridgerton e tornou-se a série mais assistida da Netflix de todos os tempos. Um segundo ano era inevitável.
Por meio um convite misterioso, um grupo de 456 pessoas, falidas e fracassadas na vida, recebem uma tentadora chance em participar da competição onde apenas um vai ganhar o prêmio milionário. O jogo é inspirado em brincadeiras infantis, mas com consequências mortais que nem imaginam.
Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Round 6.
A série Arcane chegou para trazer o universo de League of Legends para o mainstream. Saindo do mundo do games, o cosmo do LoL já perambulou por quadrinhos e curtas animados, mas desta vez a série pretende apresentar esse universo grandioso criado pela Riot Games em 27 de outubro de 2009, para um novo público aficionado. Neste sábado (6) a série entrou no catálogo da Netflix.
No momento a série conta com os 3 primeiros episódios. Os episódios 4 a 6 serão lançados no dia 13, e os episódios 7 a9 no dia 20.
Caso você não queira ler SPOILERS, peço que pare de ler esse post, assista a série e depois retorne para não perder grande parte da experiência. Mas caso não tenha interesse, ou não se importe com SPOILERS, fique a vontade.
Toda semana após o lançamento dos episódios, trarei uma curta análise da história apresentada e o que eu como jogador e consumidos do universo de Runeterra, senti ao presenciar essa nova premissa da Riot no mundo das séries.
A série nos apresenta duas regiões de antemão, Piltover e Zaun.
Segundo o próprio site do Universo League of Legends, Piltover é a cidade do progresso sempre em constante crescimento. Os responsáveis por fazer Piltover se desenvolver se alinham com pensamentos da inovação tecnológica. Assim, a magia é muito discutida na região, e seus moradores tem uma certa recusa por esse tipo de assunto. Por sua ver Zaun é um distrito localizado aos pés de cânions e vales de Piltover. Por conta de suas necessidades a população criou um sistema cultural único, muito diferente do que é visto na superfície de Piltover, dessa forma, Zaun acaba sendo um ponto de encontro de tudo aquilo que não é bem vindo na cidade do progresso.
Durante a série podemos acompanhar personagens que já conhecemos, e outros desconhecidos pelos fãs de League of Legends, tanto na região de Piltover quanto Zaun.
Começamos acompanhando neste primeiro ato em Arcane a história das jovens irmãs Vi e Powder, que neste momento ainda não recebeu a alcunha de Jinx. As duas são gatunas, junto a outros dois companheiros, decidem roubar uma pequena residência que descobriram por meio de informação privilegiadas de um informante, que possuía uma boa quantidade de itens valiosos.
Ninguém sabe ao certo o que aconteceu para transformar aquela doce menina em uma lunática, famosa por seus arroubos de destruição. Mas depois que Jinx surgiu na cena de Piltover, seu inegável talento para espalhar o caos e causar anarquia se tornou lendário.
O grupo acaba tendo sucesso com o furto, mas realizam um pequeno show de destruição não intencional. E a partir disso a trama principal da série começa a se desenvolver, uma Guerra Civil entra as cidades simbiônticas Piltover e Zaun.
Vi não tem muitas lembranças de sua infância em Zaun e o pouco que lembra, preferiria esquecer. Ela se aliou às gangues de arruaceiros, com quem logo aprendeu a usar sua astúcia e seus punhos para sobreviver.
Descobrimos que o informante do grupo é ninguém menos que o Ekko, e que a residência onde os itens foram roubados pertencia a Jayce, que mesmo depois do roubo e de um pouco mais de problemas recebe auxílio do ajudante de pesquisa do Prof Heimerdinger, Viktor. Os dois juntos conseguem chegar em uma resposta para a tentativa de Jayce, de unir magia e tecnologia, criando a tecnologia Hextec.
O desenvolvimento dos personagens é cativante. Logo de início vemos a preocupação de Vi em cuidar de sua pequena e ainda indefesa irmã, na mesma medida em que ela tenta retirar toda a maldade do povo de Zaun colocando um pouco de confiança no coração da irmã. A relação das duas é muito boa, uma troca de confiança e admiração muito bonita. Suas personalidades são bem definidas desde o início e no decorrer dos 3 episódios notamos toda a evolução das duas personagens para a virada que acontecerá.
Jayce por sua vez tem um objetivo, que é utilizar aquilo que um dia ja havia salvado a própria vida e a de sua mãe, a magia, para gerar ainda mais progresso à Piltover.
Jayce é um brilhante inventor que dedicou a vida à defesa de Piltover e a sua incansável busca pelo progresso.
Entretanto após o roubo orquestrado pelo grupo de Vi, seus planos são revelados e por tentar usar magia em Piltover suas ações são vetadas. Apenas Viktor, que atualmente trabalha junto a Heimerdinger, decide apoiar o jovem inventor sem que ninguém mais saiba.
A trilha sonora da um charme impressionante, quando estamos em Zaun, sentimos a claustrofobia e a sensação de descaso e tristeza que cerca a região, em contraponto ao que vemos em Piltover com suas cores e animação radiante, que com auxílio da trilha deixa tudo com um ar de esperança em sua construção steampunk vitoriana, mesmo sabendo que nem tudo são flores. A música de abertura fica por conta de Enemy canção que une Imagine Dragons e J.I.D.
A animação aqui em Arcane é algo fora do comum. O trabalho feito pela Fortiche Production me lembrou um pouco o que já vimos em Valorant, outro jogo da Riot, mas aqui ele ganha muito mais destaque, cada frame, em cada cor colocada em tela, em cada olhar dos personagens, vemos o peso real de suas atitudes e para cada cena que parecia mais uma pintura de óleo sobre tela, um suspiro de satisfação saia. Sem falar no roteiro que é surpreendentemente denso e bem construído.
Arcane não segue fielmente a história que muitos já puderam ter a oportunidade de ler nas Lores de League of Legends, Lores são história com informações a respeito de um universo ficcional. Mesmo trazendo uma nova visão, essa adaptação consegue reunir o conglomerado de informações, características e intrigas, criando um clima de ansiedade e tensão perfeitos para os que já conhecem e para os que caíram agora no universo de Runeterra.
Não há esforços em vão para criticar de forma massiva questões sociais como opressão, destacando muito a brutalidade que existe dentro da organização de guardas da cidade do avanço, os Defensores de Piltover. Vemos logo nos primeiros minutos de Arcane uma polícia sem remorsos, que atua com agressividade perante a população de Zaun.
Além de Vi, Jinx, Jayce, Heimerdinger, e Viktor, outro personagem jogável até o momento que também aparece é Caitlyn, mas ainda não como a Xerife, além de vislumbres do que posteriormente poderá vir a ser os experimentos do Dr. Mundo. Os personagens coadjuvantes também tem sua importância dentro de Arcane, como Vander, Silco e a Conselheira Mel.
Pode ser que você não seja um amante dos jogos da Riot Games, ou apenas de algum jogo específico da empresa, mas Arcane é diferente. A série é um resultado de 10 anos de construção de universo, conseguindo reunir o que de melhor a Riot tem a respeito de League of Legends. É um prato cheio para os amantes de animação.
É extremamente lindo. Estes 3 primeiros episódios de Arcane são o início grandioso da Riot para se tornar muito mais que uma desenvolvedora de jogos. Ela não só eleva o patamar de seus próprios projetos como também os níveis de animações que virão após esta. A qualidade de produção de outros títulos terão que trabalhar ao máximo para se equiparar ao que Arcane apresentou nestes poucos minutos.
Os três primeiros episódios de Arcane estão disponíveis na Netflix.
Adi Shankar, produtor da vindoura série animada de Devil May Cry, revelou que o primeiro ano contará com oitos episódios.
”Nós já terminamos os roteiros da primeira temporada, que terá oito episódios. Eles são demais, eu não poderia estar mais animado”. Disse Adi ao IGN norte-americano.
O cineasta também confirmou que Dante, Vergil e Lady serão os personagens centrais da trama.
The Devil May Cry anime's first eight episodes are written, and producer Adi Shankar is hoping for multiple seasons, confirming that Dante, Vergil, and Lady will appear. https://t.co/LPZT7wAWic
Devil May Cry é uma série japonesa de jogos eletrônicos de Hack and slash, criada originalmente por Hideki Kamiya e distribuída pela Capcom. Em 2019, será lançado Devil May Cry 5, o sexto game da franquia.
Até o momento, Devil May Cry não possui data de lançamento.
Murray, Hopper e Joyce esquivam-se de vários agentes soviéticos e descobrem que os agentes estão procurando as crianças no shopping. No shopping, o grupo de Eleven chega a tempo de impedir que os russos atirem no grupo de Dustin. Diz a sinopse do terceiro ano.
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Com informações fornecidas ao New York Post, o ator William Lucking faleceu aos 80 anos em 18 de outubro em sua casa em Las Vegas, conforme sua esposa anunciou no obituário.
Sigrid Insull Lucking comentou como William podia ser durão e forte, porém era um homem elegante com um intelecto brilhante que adorava discutir sobre política e assuntos atuais.
Lucking ficou amplamente conhecido por sua interpretação em Sons of Anarchy como Piney Winston. Aparecendo em 35 episódios. Ele também foi visto em Missão: Impossível e Arquivo-X.
O ator deixa sua esposa e duas filhas. A família pediu no obituário para que ele seja brindado pela sua memória e que seja celebrado o seu legado.
Em uma entrevista para a Variety, o ator Oscar Isaac voltou a elogiar a vindoura série Cavaleiro da Lua. Dessa vez, além de esboçar sua empolgação, Oscar revelou que Kevin Feige, o CEO da Marvel Studios, está empolgado com o projeto.
”Os diretores Mohamed Diab, Aaron Moorhead e Justin Benson foram simplesmente fantásticos. Eu ainda estou sem acreditar como este projeto foi colaborativo. Estou muito animado e esperançoso. Até Kevin Feige nos elogiou: ‘eu não gosto de contar com o ovo antes dele ser chocado, mas eu estou empolgado!’ Então, eu espero que seja tão bom quanto parecia no set de filmagens”.
Cavaleiro da Lua chega em 2022 no Disney+. Novidades devem ser reveladas no Disney+ Day, que acontecerá em 12 de Novembro de 2021.
Nos quadrinhos, Marc Spector é um homem que possui transtorno dissociativo de personalidade, criando em sua mente, outras três identidades além do Cavaleiro da Lua, que o ajudam em seu cotidiano como vigilante das ruas de Nova York.
Para futuras informações a respeito do Cavaleiro da Lua, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Foi revelado pelo The Illuminerdi, que o seriado Tropa dos Lanternas Verdes terá um tom sombrio, que se assemelhará com a série Watchmen, da HBO.
De acordo com o site, como a produção se passará em três épocas distintas, a trama mostrará os principais conflitos dos Estados Unidos da América decorrente com cada situação e ano.
As filmagens estão previstas para serem iniciadas no primeiro semestre de 2022. Uma data de lançamento não foi divulgada, mas especula-se que ela chegará em 2023 no HBO Max.
Nos quadrinhos, a Tropa dos Lanternas Verdes conta com milhares de patrulheiros que cuidam de cada um dos setores do universo, contando com seu poderoso anel.
Para futuras informações a respeito de Tropa dos Lanternas Verdes, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Foi revelado pelo Deadline, que o ator Daniel Dae Kim entrou para o elenco do seriado em live-action de Avatar: A Lenda de Aang como Ozai, o Lorde de fogo.
Ozai era o tirânico governante da Nação do Fogo nos anos finais da Guerra dos Cem Anos. Ele foi o pai do príncipe Zuko e da Princesa Azula. Como todo Senhor do Fogo, Ozai foi um mestre para dominar o fogo, e antes do final da guerra, acredita-se ter sido o dominador de fogo mais poderoso do Mundo de Avatar
Daniel Dae Kim é conhecido pelos seus papéis em Lost, Hellboy, A Série Divergente e na própria série animada do universo Avatar denominada de A Lenda de Korra.
“I do have the power. I have all the power in the world!”
Netflix’s live action Avatar: The Last Airbender has found its Fire Lord Ozai: Daniel Dae Kim (Lost, Hawaii Five-0) pic.twitter.com/9zYxVuiSLo
Aang descobre que tem um destino extraordinário: ser o Avatar. Ele é responsável por garantir o equilíbrio entre os mestres dos quarto elementos, que estão divididos em quatro civilizações: as tribos da Água, da Terra, do Fogo e do Ar. Diz a sinopse do desenho lançado em 2005.
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