O site We Got this Covered, informa que dentre as diversas produções que a Marvel Studios está planejando para serem lançadas no Disney+, a empresa está considerando fazer alguns seriados de personagens diversos do núcleo de X-Men, mais especificamente, em grupos adjacentes.
Mais detalhes sobre os seriados não foram especificados, a não ser quem podem ter ligação com o vindouro Visão & Feiticeira Escarlate.
Kevin Feige já confirmou que neste ano, a Marvel Studios começará a trabalhar em novas produções dos mutantes e do Quarteto Fantástico. Especula-se, que a nova leva de filmes devem integrar a fase 4 e 5 do MCU.
O Universo Compartilhado da Marvel teve início em 2008 com o lançamento de Homem de Ferro, e segue firme e forte até os dias de hoje, sendo a última produção Homem-Formiga e a Vespa. Atualmente, séries de TV, quadrinhos e até mesmo alguns jogos integram esse universo. De acordo com Kevin Feige, o chefão do MCU, Vingadores: Ultimato terá um final definitivo e sem pontas soltas, mas que não é para os fãs ficarem preocupados, pois o MCU continuará na ativa por muito tempo e que um super-herói poderá fazer uma ponta no filme de outro.
Fique ligado (a) na Torre de Vigilância para futuras informações do MCU!
Produzidas pelo vindouro serviço de streamingDisney+, as séries da Marvel Studios ganharam diversas informações, incluindo, uma possíveis datas de gravações e futuras produções que podem estar em desenvolvimento.
Loki realmente será protagonizado por um ator mais novo com narração de Tom Hiddleston, entretanto, quem pode estrelar é ninguém mais ninguém menos que Fionn Whitehead, a estrela de Black Mirror Bandersnatch. As filmagens estão supostamente programadas para começar no primeiro semestre desse ano. Uma versão mais nova do Thor também pode dar as caras
Feiticeira Escarlate & Visão (o Ceifador está sendo considerado como o antagonista do show televisivo) assim como Loki, serão seriados mais contidos em suas próprias histórias e não se apoiarão na fase quatro do MCU, fator que Soldado Invernal & Falcão utilizará aos montes. Os três seriados terão um orçamento de 100 milhões de dólares.
Já Lady Sif irá responder um dos maiores questionamentos dos fãs: aonde a heroína estava em Thor: Ragnarok e Vingadores: Guerra Infinita? Bom, segundo informações, Sif foi expulsa de Asgard e transita entre os nove reinos em busca de um lar. Bill Raio Beta será o parceiro de Lady nessa aventura e Anthony Hopkins dará voz ao pai de todos.
Aparentemente, Soldado Invernal & Falcão será o único seriado que se passará na fase quatro. É esperado, que os dois heróis enfrentem uma ameaça governamental e para isso, usarão uma tática antiga e não utilizada da H.Y.D.R.A. A SHIELD é quem contactará os dois personagens.
É reportado que Máquina de Combate pode ganhar seu próprio seriado estrelado por Don Cheadle. Descrito como um Thriller sci-fi, James Rhodes irá até o limite de sua humanidade e mostrará sua mãe e sua namorada no meio dessa jornada, além de mostrar o personagem tentando recuperar uma tecnologia roubada de Tony Stark.
Rocket Raccoon & Groot será um prequel que mostrará a dupla tentando salvar Lylla, do Alto Evolucionário, que podem ser dublados por Reese Wintherspoon e Gilbert Godfried respectivamente.
Rumores antigos apontam que Gavião Arqueiro também será o outro herói que protagonizará uma série. Dessa vez, novas fontes apontam que a história será centrada em Clint Barton com a missão de treinar a jovem Kate Bishop para que futuramente, assuma o seu lugar como super-herói e assim finalmente, pode ter o seu tão merecido e aguardado descanso.
Por último, mas não menos importante, a Marvel Studios aparentemente está considerando em desenvolver produções de Hank Pym (prequel), Gamora & Nébula e X-Force.
O Universo Compartilhado da Marvel teve início em 2008 com o lançamento de Homem de Ferro, e segue firme e forte até os dias de hoje, sendo a última produção Homem-Formiga e a Vespa. Atualmente, séries de TV, quadrinhos e até mesmo alguns jogos integram esse universo. De acordo com Kevin Feige, o chefão do MCU, Vingadores: Ultimato terá um final definitivo e sem pontas soltas, mas que não é para os fãs ficarem preocupados, pois o MCU continuará na ativa por muito tempo e que um super-herói poderá fazer uma ponta no filme de outro.
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Com o intuito de aumentar o seu catálogo com até noventa produções originais anuais, a Netflix anunciou a série animada Love, Death & Robots.
Produzido por Tim Miller (Deadpool) e David Fincher (Clube da Luta), a obra será dividida em dezesseis desenhos antológicos para maiores e com estilos únicos. A ideia, é criar diversas histórias únicas, mas que no final, se conectam de alguma maneira.
O desenvolvimento ficará por conta da Blur Studios, e segundo o pronunciamento oficial da Netflix em suas redes sociais, a série irá de aranhas alienígenas a demônios sanguinários do inferno; tendo um vasto universo para ser explorado.
Love, Death & Robots não possui data de lançamento.
De acordo com informações do KC Walsh, que costuma divulgar datas certeiras de inúmeros trailers, revelou que a Marvel Studios pode estar desenvolvendo uma série do Cavaleiro da Lua e Sentinela para o Disney+.
Mais informações não foram liberadas, contudo, em breve mais conteúdos das duas produções devem ser lançados. Já foi confirmado que o Cavaleiro da Lua apareceria na segunda temporada do Punho de Ferro, entretanto, o personagem foi substituído pelo vilão Davos. Já o Sentinela, nunca fez nenhuma aparição em live-action.
Nos quadrinhos, Marc Spector é um homem que possui transtorno dissociativo de personalidade, cirando em sua mente, outras três identidades além do Cavaleiro da Lua, que o ajudam em seu cotidiano como vigilante das ruas de Nova York.
Sentinela é Robert Reynolds, um homem com problemas de alcoolismo e psicológicos. O personagem adquiriu seus poderes após experimentos do governo, que acabaram saindo do controle e lhe concederam habilidades sobre-humanas mais do que o esperado.
Para futuras informações a respeito do Disney+, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Titãs, é o primeiro de três seriados que a DC está produzindo com uma abordagem mais adulta e sombria, sendo os outros dois Patrulha do Destino e Monstro do Pântano. O departamento de entretenimento da editora também está desenvolvendo um projeto focado em Stargirl, um projeto focado para o público adolescente.
O ator Ryan Potter (Mutano) compartilhou em seu Instagram, algumas imagens dos bastidores do seriado. Abaixo, você pode conferir ao post original.
Segundo relatos do site Discussing Film, a Marvel Studios pode estar desenvolvendo uma série de até oito episódios da Lady Sif, que pode ser transmitida pelo Disney+, o futuro serviço de streaming da Disney.
A produção contará com o retorno de Jaimie Alexander no papel principal, que fez sua última participação no MCU em Thor: O Mundo Sombrio. Entretanto, ainda não se sabe quando o seriado começará a ser produzido, já que Alexander possui uma agenda lotada devido ao show televisivo Blindspot, exibido pela National Broadcasting Company.
Lady Sif é uma grande guerreira asgardiana e amante de Thor. Na maior parte das vezes, a personagem aparece procurando e se preocupando com o deus do trovão, devido as ausências costantes do herói.
Com transmissão exclusiva para o Disney+, estão em desenvolvimentos os seriados dos seguintes personagens: Loki, Feiticeira Escarlate & Visão e Soldado Invernal & Falcão. Rumores apontam que Nick Fury, Groot & Rocket Racoon e Gavião Arqueiro podem ganhar suas próprias produções em breve.
Para futuras informações a respeito do serviço de streaming da Disney, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância.
Vazaram novas imagens dos bastidores de Patrulha do Destino, que mostram a personagem Crazy Jane com um visual repaginado. Jane será vivida por Diane Guerrero (O Amor Vem Depois).
Crazy Jane possui inúmeras personalidades que habitam sua mente, e quando cada psique domina seu corpo e vida, a moça adquire novos poderes.
Patrulha do Destino é uma releitura de um dos mais estranhos grupos de párias da DC: Homem-Robô, Homem Negativo, Mulher-Elástica e Crazy Jane. Liderados pelo misterioso Dr. Niles Caulder, eles são chamados à ação pelo herói definitivo da era digital, Ciborgue. Unindo esses rejeitados, eles se encontram em uma missão que os levará aos cantos mais estranhos e inesperados do universo DC.
Patrulha do Destino será um spin-off de Titãs e estreia em 15 de Fevereiro no DC Universe.
O vídeo mostra Jon Snow/Aegon Targaryen, Arya Stark e Sansa Stark na tradicional tumba da Casa Stark, que fica localizada abaixo de Winterfell. Logo uma pena é congelada com a chegada do inverno.
A última temporada mostrará o embate entre os Caminhantes Brancos e todos os habitantes de Westeros.
Titãsnão é uma série de super-heróis. Parece absurdo, mas é verdade. Este não é um seriado sobre pessoas as quais pretendem salvar o mundo. Este é um seriado sobre pessoas tentando sobreviver, atormentadas por sua próprias habilidades. Cabe ao espectador, dizer sim ou não à proposta da produção. Se você gosta (exclusivamente) dos Jovens Titãs combatendo o mal em sua mais plena leveza juvenil, essa série não é para você. Todavia, caso você adore desconstruções de personagens, uma sensação de suspense e um tom gritante, então você foi feito para essa série.
O CONTEXTO
Primeiro, é necessário dizer que criticar produções em decorrência de sua tonalidade, não é crítica. Arte é relativa. O contexto precisa ser entendido. Alguns enxergam como algo leve, vibrante, outros simplesmente, preferem a vertente melancólica. A questão nunca é o tom, mas sim, à forma como ele é aplicado dentro de sua narrativa. Afinal, narrativa é narrativa. “Mas por que justamente uma série sombria e violenta dos Titãs, João?” Bom, meu caro leitor, eu explico:
1 – Pois pertencem a um serviço de streaming, onde há mais liberdade para a produção de conteúdo.
2 – Greg Berlanti é um dos criadores da série.
Que homem esse tal de Berlanti!
Não conhece o Berlanti? Ele é o criador da maioria das séries da DC exibidas na CW. Ele criou Arrow, uma versão mais sombria e violenta do Arqueiro Verde. Entretanto, ele trabalhou com outras adaptações de quadrinhos, como por exemplo: Riverdale. A série é uma adaptação sombria dos quadrinhos da Archie Comics, misturando horror, suspense e adolescentes problemáticos e bonitos. Enfim, essa série é o exagero em pessoa. Mas por que comparar Titãs à Riverdale? Pois a ideia é a mesma. Pegue personagens de quadrinhos vibrantes e os transforme na versão mais sombria possível. A única diferença é que Titãs tem mais liberdade para cenas de violência, pois como já dito anteriormente: serviços streaming não tem restrições.
“Por que ninguém reclama de Riverdale?” Devem existir reclamações, mas os Jovens Titãs são muito mais conhecidos na cultura pop, existiu uma geração a qual cresceu com os quadrinhos por Marv Wolfman e George Pérez, outra, com o desenho animado de 2003 e uma nova está crescendo com Jovens Titãs em Ação. Então por que as pessoas estavam tão inconformadas com a série antes de sua estreia? Pois não parecia em nada com a imagem tida da equipe. “Mas isso justifica os comentários racistas com a Estelar?” Não, não justifica. Nada justifica racismo. Entretanto, aguardar pelas escolhas tomadas na produção se justificarem na narrativa era o sensato a ser feito.
Essa família é muito unida! Turututu E também muito ouriçada!
Felizmente, todas se justificaram. As mudanças não são o problema de Titãs. Cada membro do elenco regular traz algo único para a série: Dick Grayson (Brendon Thwaites) traz a fúria, Rachel Roth (Teagan Croft) traz o horror e em alguns momentos, inocência, ao lado de Garfield Logan (Ryan Potter) e Kory (Anna Diop), traz um maravilhoso senso de ironia. A familiaridade a qual permeia o grupo durante os 11 episódios, faz deles um verdadeiro – peço perdão por isso – Quarteto Fantástico revoltado. Todavia, os roteiristas não parecem entender o elo mais forte do show, o que fará o espectador vibrar e acompanhar com carinho cada detalhe da história. Não, ao invés da união ser priorizada, os roteiristas escolhem destacar a individualidade. Mas quem dera fosse a individualidade dos quatro personagens.
DICK GRAYSON
Titãs não é uma série dos Titãs. Parece absurdo? Parece e talvez seja. Titãs é uma série do Dick Grayson. Você, leitor, deve estar se perguntando: “Por que? O quê?” É a verdade nua e crua. Mas não, não pense que isso torna a série uma produção ruim, só a torna menos boa do que ela poderia ser. A temporada começa com os Grayson Voadores e termina com Dick aceitando o seu lado sombrio. É sobre ele. É tudo sobre ele.
Do primeiro ao quinto episódio, o espectador descobre que Robin se afastou do Batman, pois estava se tornando, em teoria, um psicopata. Proteger e cuidar do Rachel, é uma chance de desconstruir isso e ele apenas enxerga a oportunidade no quarto episódio, ao impedir a queda dela na escuridão. A interação entre os dois personagens não apenas se assemelha com a relação paterna entre Batman e Robin, como também é bem escrita e pontuada por momentos traçados por paralelos interessantes. No quinto episódio, o único onde os Titãs agem como uma equipe propriamente dita, é levantada uma questão: “O que Dick pode trazer para a equipe?”Ravena tem seus poderes demoníacos, Kory, rajadas flamejantes e Garfield, se transforma em um tigre. O roteiro resolve responder através da aceitação de Dick ao manto de Robin. É uma das cenas mais satisfatórias da série.
Aqui estou eu mais um dia, sob o olhar sanguinário do Robin.
Você deve estar pensando: “Essa é a maneira perfeita para finalizar o arco dramático dele e priorizar a trama, certo?” Sim, mas os roteiristas não pensaram que eles tinham mais seis episódios pela frente. Ou será que pensaram? Eu não sei. De qualquer forma, do sexto ao oitavo episódio, Dick recebe um novo arco dramático: Matar o Robin. É coerente, se parar para pensar que nas HQs, o personagem assume, após o Garoto-Prodígio, o manto de Asa Noturna. Entretanto, a temporada parece não finalizar o arco o qual foi iniciado, provocando um enorme vazio. Uma pena, pois a preparação é ótima:
No sexto episódio, o melhor da temporada, Dick conhece Jason Todd, o novo Robin. Todd serve como um espelho para mostrar a ele o que pode acontecer, caso a ideia de continuar sendo o Passarinho suba a sua cabeça. No final do episódio, ao ver como Jason se sente poderoso com a máscara, Dick resolve aposentar o seu codinome.
No sétimo episódio, os personagens param em um asilo, onde vivem seus piores medos, o maior medo de Grayson, é enlouquecer usando a máscara. Ao final do episódio, o personagem ordena que Kory incendeie o local, mais tarde, na última cena, Dick queima o traje de Robin, aposentando sua aparência.
No oitavo episódio, a série explora uma faceta diferente do personagem, trazendo um pouco de humor a ele, ao lado de sua amiga, Donna Troy. A ex-Moça-Maravilha argumenta sobre a diferença entre parar e se aposentar. Ela sugere que Dick não precisa ser o Robin para ajudar pessoas, ele precisa ser algo a mais.
Fica difícil entender o porquê existir essa demora em torná-lo o Asa Noturna. Não é apenas o caminho óbvio, mas o caminho narrativo certo a se seguir. Entretanto, a série resolve seguir o caminho “errado”. No final da temporada, intitulado “Dick Grayson“, o personagem precisa lutar contra seu lado sombrio e a forma como o roteiro encontra para executar essa ideia é através de uma realidade artificial onde Batman se tornou um assassino. Ele é o único capaz de pará-lo, mas isso significaria, sacrificar o seu compasso moral.
Você caiu na artimanha do Trigo kkk
Caro leitor, você já deve ter visto inúmeras capas de quadrinhos onde o herói grita furiosamente: “Preciso pará-lo de uma vez por todas.” Entretanto, você também deve saber que na maioria das vezes, a história por trás da capa, nunca apresenta o tal acerto de contas. Como um exemplo audiovisual, eu posso citar Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Pois em determinado momento, Batman está lá para matar Superman, mas segundos antes de enfiar uma lança de kryptonita em seu peito, Superman, através de um nome, faz com que o Cavaleiro das Trevas perceba o monstro o qual ele se tornou.
Em Titãs, não há momento para essa percepção, o heroísmo é negado por completo, no exato momento em que ele diz: “Meu Deus, Bruce. Isso é o que você queria, que eu abraçasse a escuridão. Vai se foder, Bruce. Você ganhou.” Ele deixa Batman para morrer naquele mundo fictício e abraça tudo o que há de ruim nele. Para muitos, inclusive para mim, soou como um arco mal finalizado, mas após muitos dias de reflexão, eu percebi: Isto não foi um equívoco narrativo. O que me leva ao próximo ponto.
A ATMOSFERA
Como dito no primeiro parágrafo: “Titãs não é uma série de super-heróis.” Não há nada heroico (com exceção de uma ou duas cenas) sobre esta série. Literalmente nada. Esta série é como um filme de 13 horas idealizado por Josh Trank. Caso não conheça o diretor, ele é o responsável pelo ótimo Poder Sem Limites e o terrível Quarteto Fantástico (É culpa do estúdio, para falar a verdade). Estes filmes não são sobre super-heróis, mas sim, sobre pessoas atormentadas pelas suas habilidades extraordinárias. Há um senso de horror diferente em cada personagem e a proposta da série é explorada ao máximo no episódio “Asylum”. Por que?
1 – Personagens lidando com o que há de pior dentro deles.
2 – Eles precisam fugir. Fuga é um aspecto constante na série.
3 – O asilo é anônimo, as pessoas trabalhando lá também. Outra característica de Titãs é o fato de que existem vilões por toda parte e nós nunca saberemos os nomes deles.
Os roteiristas poderiam facilmente fazer dessa, mais uma série de conspiração criada pelos antagonistas, mas eles são o que menos importam e isso é ótimo. O que eles representam para os heróis é o que realmente importa e essa constante adrenalina se desenrola no decorrer desses 11 episódios, onde os personagens precisam lidar com seus problemas e fugir ao mesmo tempo. Não dá para confiar em ninguém, pois todo personagem fora do núcleo principal podem ser uma ameaça: Policiais, freiras, uma família geneticamente modificada, médicos de um asilo, idiotas em restaurantes, demônios, maníacos sexuais. Todos são motivo para pelo menos levar um soco na cara.
Exceto esse cara carbonizado. Ele só queria amor.
Esse fato contribuí para moldar o suspense da produção, justamente pela falta de ciência em relação a tudo o que não é fantástico neste mundo. Outro fator o qual colabora bastante é a excelente trilha sonora composta por Kevin Kiner & Clint Mansell trazendo o senso de adrenalina mesclado com o medo do desconhecido, a música cresce em momentos de tensão, em momentos violentos e imerge o espectador dentre deste universo doido. Entretanto, fica evidente a preocupação dos produtores em deixar a série com uma cara moderna. A quantidade de músicas tocadas no decorrer dos episódios (e bem selecionadas) confere à série um estilo pop.
Entretanto, a série não apenas transita entre esses dois fatores, ela serve como uma introdução ao Universo DC do serviço de streaming. Logo, conta com inúmeras participações especiais bem pontuadas em sua maioria. É impossível escolher o que parece mais atrativo. A Patrulha do Destino tem um tom próprio, misturando drama com humor (provavelmente o que se pode esperar da série). Rapina e Columba (Alan Ritchson e Minka Kelly) são carismáticos e trazem aventuras pé-no-chão, mas a série cometeu um equívoco em trazer um episódio piloto perfeito para a dupla no meio da temporada. Jason Todd (Curran Walters) entrega a raiva imatura e Donna Troy (Conor Leslie) entrega maturidade através da ironia, provavelmente, serão os mais recorrentes na série.
Família! Família! Almoça junto todo dia E nunca perde essa mania.
VEREDITO
Confesso, Titãs me deixou dividido. Não por ser sombrio e desconstruir os personagens, mas pela ausência de heroísmo. Entretanto, não posso simplesmente concluir que a primeira temporada é ruim. Pois é bem produzida, bem dirigida e cativa o espectador a continuar assistindo. O final, entretanto, pode ser considerado jogar o arco dramático de um personagem no lixo, ou o prelúdio para algo maior. Prelúdio. Era essa palavra que faltava. Titãs soa como um episódio piloto de 13 horas sobre Dick Grayson, com outros heróis como pano de fundo, na busca do confronto contra seus demônios internos. Em alguns momentos, usa o exagero ao seu favor, em outros momentos, parece querer reafirmar ao espectador a que veio, mas no fim, é uma ideia diferente, predominantemente bem executada, mas repleta de imperfeições.
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